Caio Fernando Abreu - retratos da subjetividade e a pós-modernidade

Caio F. Abreu - Foto: (...) - [Acervo CFA/Delfos, PUC-RS]
“A única magia que existe é estarmos vivos e não entendermos nada disso”
- Caio Fernando Abreu, em "Ovelhas Negras", Porto Alegre: Sulina, 1995.


"Depois de todas as tempestades e naufrágios, o que fica em mim é cada vez mais essencial e verdadeiro."
- Caio Fernando Abreu, fragmento de “Lixo e Purpurina”, em: Ovelhas Negras, Porto Alegre: Sulina, 1995.


"Então, que seja doce. Repito todas as manhãs, ao abrir as janelas para deixar entrar o sol ou cinza dos dias, bem assim: que seja doce. Quando há sol, e esse sol bate na minha cara amassada do sono ou da insônia, contemplando as partículas de poeira soltas no ar, feito um pequeno universo, repito sete vezes para dar sorte: que seja doce que seja doce que seja doce e assim por diante. Mas, se alguém me perguntasse o que deverá ser doce, talvez não saiba responder. Tudo é tão vago como se fosse nada."
- Caio Fernando Abreu, em “Os Dragões não conhecem o paraíso”, São Paulo: Companhia das Letras, 1988.


Caio F. Abreu - Foto: Folha press
Caio Fernando Loureiro de Abreu (Santiago do Boqueirão/RS, 12 de setembro de 1948 - Porto Alegre/RS, 25 de fevereiro de 1996). Foi escritor e jornalista, além de manter fortes vínculos com o teatro. Iniciou-se na literatura com o conto “O príncipe sapo” (Cláudia, 1966) e o romance Limite branco (1970). O gênero privilegiado pelo autor foi o conto, tendo publicado os livros: Inventário do irremediável (1970 – Prêmio Fernando Chinaglia, 1969); O ovo apunhalado (1975 – Prêmio Nacional de Ficção, 1973) com trechos censurados sob a alegação de atentado aos bons costumes; Pedras de Calcutá (1977);Morangos mofados (1982), um dos seus maiores sucessos de críticas e de vendas; Triângulo das águas (1983 – Prêmio Jabuti, 1985) conjunto de três narrativas longas, que não alcançou o êxito do anterior.
Com Os dragões não conhecem o paraíso (1988), volta a ganhar destaque, mantido com o seu segundo romance, Onde andará Dulce Veiga? (Prêmio APCA Melhor Romance do Ano, 1991, e um dos seis finalistas do Prêmio Laura Battaglion, melhor romance traduzido na França, 1994). Lançou ainda os contos de Ovelhas negras, (Prêmio Jabuti, 1996) e, postumamente, foram lançados Estranhos estrangeiros e a coletânea de crônicas Pequenas epifanias (1996). Publicou ainda As frangas (1989), para o público infantil, e participou de diversas antologias.
Destacou-se também na atividade teatral: atuou, escreveu e teve adaptados diversos textos para o palco. Recebeu o prêmio Leitura do Serviço Nacional de Teatro (1974) pela peça Uma visita ao fim do mundo (redenominada Pode ser que seja só o leiteiro lá fora) e o Prêmio Molière (1989) pela peça A maldição do Vale Negro, escrita com Luiz Arthur Nunes. O livro Teatro completo (1997) reúne sua produção teatral.
A carreira literária mesclou-se sempre com a atividade jornalística, sua principal fonte de subsistência: trabalhou na primeira equipe da revista Veja (1968), nas revistas Manchete e Pais e Filhos (1971) e Isto É (1983). Em Porto Alegre, atuou nos jornais Zero Hora (1972; 1994 – 1995) e Folha da Manhã (1974; 1976). Entre 1977 e 1980, em São Paulo, trabalhou nas revistas Pop, Nova e Veja. Foi editor das revistas literárias Leia Livros (1981) e A-Z (1985) e redator do Caderno 2 de O Estado de São Paulo (1986 – 1988 e 1993 – 1995).
Caio F. Abreu - Foto: (...)
As primeiras manifestações da crítica sobre sua obra apontavam-no como representante de uma determinada geração ou segmento social, evidenciando relações sociológicas entre a obra e vivência de um grupo cuja visão de mundo revela-se diferente dos padrões comportamentais hegemônicos da sociedade tradicional. À medida que sua produção se desenvolveu, a identificação não se fez mais com a geração dos anos 60-70, mas sim é designado porta-voz daqueles que se sentiam sufocados em uma sociedade massificadora e alienante, independente de uma filosofia de grupo: era o escritor que falava da falência dos sonhos, mas principalmente da inadequação e do vazio das pessoas no cenário das grandes cidades. Na obra, apesar dos aspectos negativos do dia-a-dia, é nítido o tema da constante busca por algo capaz de dar sentido à vida, pela possibilidade de se descobrir uma forma de realização pessoal que supere o esmagamento dos sonhos. Assim, Caio lida com temas universais e permanentes, inerentes aos questionamentos mais profundos do ser humano, e transcendentes às circunstâncias sócio-históricas que por ventura tenham estimulado a produção.
Fonte: PIVA, Mairim Linck. ‘Verbete biográfico’. in: Pequeno Dicionário da Literatura do Rio Grande do Sul. (organização Luiz Antonio de Assis Brasil; Maria Eunice Moreira; e Regina Zilberman). Porto Alegre: Novo Século, 1999.

"Descobre, desvenda. Há sempre mais por trás. Que não te baste nunca uma aparência do real."
- Caio Fernando Abreu, fragmento de "Dodecaedro Sétimo fragmento da décima terceira voz", em: Triângulo das águas, 1983.


Caio Fernando Abreu (à direita) aos sete
 anos e seu irmão José. Nessa época,
ele já escrevia ficção. (Foto: Acervo CFA)
"Parece exagero, mas eu comecei a escrever ficção com 6 anos de idade, assim que aprendi a ler e escrever. As coisas foram indo devagar. Eu nasci no interior e minha avó, que era professora de português no colégio estadual, me estimulava muito. Minha mãe era professora de história, tinha muito livro em casa, e eu comecei a escrever de uma forma um pouco inconsistente, intuitiva mesmo. Logo comecei a inventar as minhas historinhas: minha primeira heroína foi Lili Terremoto, uma menina da pá virada. Não parei mais. Eu não sabia muito bem o que estava fazendo. Acho que não me passava pela cabeça que livros fossem escritos por escritores. Não sabia que queria ser escritor. Depois, eu comecei a ir por esse caminho, li muito Monteiro Lobato, li As mil e uma noites, e atacava a biblioteca do meu pai às escondidas: as coisas que ele me proibia de ler eram justamente as que eu lia."
- Caio Fernando Abreu, do "seu diário", publicado em “Para sempre teu, Caio F.: cartas, memórias, conversas de Caio Fernando Abreu”, de Paula Dip. 2ª  ed. – Rio de Janeiro: Record, 2009.


"Provisoriamente, guardei minha alegria. Mas sou bonito assim: quase nascendo. Quem canta, custa a morrer, e eu não sabia."
- Caio Fernando Abreu, fragmento de "Uma Canção provisória". em "Poesias nunca publicadas de Caio Fernando Abreu".  [Organização Letícia da Costa Chaplin, Márcia Ivana de Lima e Silva].  Rio de Janeiro: Editora Record, 2012.


Caio F. Abreu - Foto: (...)

CRONOLOGIA
1948 - Caio Fernando Loureiro de Abreu nasce no dia 12 de setembro de 1948, em Santiago do Boqueirão (RS), cidade fronteiriça com a Argentina.
1954 - Com seis anos de idade, Caio F. escreve seus primeiros textos.
1963 - Caio F. se muda para Porto Alegre para cursar o colegial.
1966 - Seu primeiro conto, "O Príncipe Sapo" é publicado na revista Cláudia. Inicia a escritura do primeiro romance Limite Branco.
1967 - Começa o curso de  Letras e Arte Dramática na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), não conclui nenhum dos cursos. Dedica-se  ao jornalismo.
1968 - Após seleção em um concurso nacional, muda-se para São Paulo para integrar a primeira redação da revista Veja. Recebe menção honrosa do Prêmio José Lins do Rego para o conto Três tempos mortos.
1969 - Recebe o Prêmio Fernando Chinaglia da União Brasileira de escritores (UNEB) para a coletânea de contos Inventário do irremediável. Participa da antologia de autores gaúchos Roda de fogo.
1970 - Publica pela editora Movimento o livro Inventário do irremediável. 
1971 - Caio F. se muda para o Rio de Janeiro para ser pesquisador e redator das revistas Manchete e Pais e Filhos, do grupo Bloch Editores. Ele retorna para Porto Alegre onde é preso por porte de drogas.
Caio Fernando Abreu -
Foto: Fernando Pimentel
1972 - É redator do jornal Zero Hora e colaborador do Suplemento Literário de Minas Gerais. Recebe o prêmio do Instituto Estadual do Livro para o conto Visita que será publicado posteriormente na coletânea O ovo apunhalado.
1973 - Viaja para a Europa onde se sustenta exercendo vários tipos de trabalho como modelo, faxineiro ou lavador de pratos. O livro O ovo apunhalado receba menção honrosa do Prêmio Nacional de Ficção.
1974 - De volta ao Brasil, ele trabalha em Porto Alegre com o grupo teatral Província como ator na peça Sarau das Nove às Onze. Escreve para o teatro. Colabora com diversos veículos de imprensa, inclusive com a imprensa alternativa para Opinião, Movimento, Ficção, Inéditos, Versus, Paralelo, Escrita.
1975 - O livro O ovo apunhalado sofre vários cortes da censura e é reconhecido pela Veja como um dos melhores livros do ano. Sua peça Pode ser que seja só o leiteiro lá fora, primeiramente intitulada Uma visita ao fim do mundo, recebe o Prêmio Leitura do SNT.
1976 - Trabalha como crítico teatral na Folha da Manhã. Participa das antologias Assim escrevem os Gaúchos e Teia.
1977 - Publicação de Pedras de Calcutá e participação na antologia História de um Novo Tempo.
1978 - Muda-se para São Paulo onde trabalha como redator da revista Pop. Participa da Antologia de Literatura Rio-Grandense Contemporânea.
1980 - Recebe o Prêmio Status de Literatura para o conto Sargento Garcia.
1981 - Torna-se editor da Leia Livros.
1982 - Lançamento de Morangos Mofados pela editora Brasiliense.
1983 - Muda-se para Rio de Janeiro para colaborar com a revista Isto é. Publica Triangulo das águas.
1984 - Primeira encenação, com direção de Luciano Alabarse, da peça Pode ser que seja só o leiteiro lá fora, em Porto Alegre, no Clube da Cultura. O livro Triângulo das águas ganha o prêmio Jabuti.
1985 - Volta para São Paulo onde trabalha como editor da revista A-Z. Escreve um roteiro para a série de TV Joana Repórter estreada por Regina Duarte. Morangos mofados é adaptado para o teatro e encenado por Paulo Yutaka.
1986 - Trabalha como redator no Caderno 2 do Estado de São Paulo. Em Porto Alegre a adaptação teatral de Morangos mofados é encenada por Luciano Alabarse.
1987 - Escreve a peça teatral A maldição do Vale Negro em colaboração com Luiz Artur Nunes. Escreve o roteiro da longa metragem de Sérgio Bianchi intitulado Romance.
1988 - Publica Os dragões não conhecem o paraíso. Trabalha novamente como redator  para  a revista A-Z. Lançamento de Mel & girassóis pela editora Mercado Aberto.
1989 - Recebe o Prêmio Molière junto com Luiz Artur Nunes pela autoria do melodrama A maldição do Vale Negro. Publicação do primeiro livro infantil As frangas pela Editora Globo.
Caio Fernando Abreu - em 1994
Foto: (...)
1990 - Publicação do romance Onde andará Dulce Veiga? pela Companhia das Letras. 
Em Londres, tradução para o inglês do livro Os dragões não conhecem o paraíso sob o título de Dragons..., é publicada pela editora Boulevard Books e traduzido por David Treece. 
1991 - Em Paris é traduzido sob o titulo: Les dragons ne connaissent pas le paradis, pelas edições Complexe e é  traduzido por Claire Cayron.  Onde Andará Dulce Veiga? recebe o prêmio APCA (Associação Paulista de Críticos de Arte) de melhor romance do ano.
1992 - Mora três meses na França, em Saint-Nazaire, como escritor/residente na Maison des Écrivains et des traducteurs Étrangers (MEET), onde ele escreve a novela Bien loin de Marienbad.
1993 - Realiza leituras de sua obra, em Amsterdam, Utrecht e Haia e na Holanda. Participa, em Berlim, do Congresso Internacional de Literatura e Homossexualismo. Em Milão, lança, em italiano, de Dov’è Finita Dulce Veiga?, pela editora Zanzibar,  traduzido por Adelina Aletti. Representa o Brasil na III Interlit, Encontro Internacional de Escritores, em Erlangen, na Alemanha, junto dos escritores Rubem Fonseca e Sonia Coutinho. Leituras de sua obra em Erlangen, Nüremberg e Berlim. Escreve crônicas dominicais no jornal o Estado de São Paulo.
1994 - Reedição pela editora paulista Siciliano do seu primeiro romance Limite Branco. São lançados no Salão do Livro de Paris: Qu’est devenue Dulce Veiga?, publicado pelas edições Autrement; Bien loin de Marienbad, publicado pelas edições Arcane 17 e L’Autre voix, publicado pelas edições Complexe. Todos são traduzidos por Claire Cayron. 
O autor retorna da França e anuncia, explicitamente, na crônica publicada no jornal O Estado de S. Paulo “Última carta para além dos muros”: “Voltei da Europa em junho me sentindo doente. Febres, suores, perda de peso, manchas na pele. Procurei um médico e, à revelia dele, fiz O Teste. Aquele. Depois de uma semana de espera agoniada, o resultado: HIV Positivo.” (ABREU, 2006, p. 212). 
Leitura dramática de seu monólogo teatral O homem e a Mancha, no primeiro Porto Alegre em Cena. 
O autor volta a morar com os pais e a partir de outubro torna-se colaborador do caderno Cultura do jornal Zero Hora. Em Amsterdam lança de  Waar zit Dulce Veiga?, traduzido por Maartje de Kort. Participa da 46° Feira Internacional do Livro de Frankfurt que tem o Brasil como pais-tema. Lança na Alemanha de Waas Geschach Wirklich mit Dulce Veiga?, traduzido por Gerd Hilger. 
Caio F. Abreu - Foto: (...)
1995 - É escolhido pela Câmara Rio-Grandense do Livro para ser patrono da 41° Feira do Livro de Porto Alegre. Participa da antologia The Penquim Book of International Gay Writing com o conto Beauty (Linda, uma história horrível), traduzido por David Treece. Em maio, é publicada pela editora Sulina a antologia de textos Ovelhas Negras. Em setembro, na Itália, as edições Zanzibar publicam Molto Lontano di Marienbad, com tradução de Bruno Parsico. Reedição do seu primeiro livro de contos completamente reformulado, sob o título Inventario do irremediável.
1996 - Em 25 de fevereiro, Caio Fernando Abreu falece em Porto Alegre, aos 47 anos. Ovelhas Negras recebe o Prêmio Jabuti de melhor livro de contos do ano.
  


“[...] Creio que movido pela esperança de que a luz e o calor pudessem amenizar a dor e secar as feridas, aproximei-me lentamente do fogo. Estendi as mãos e, quando olhei em volta, havia mais doze pares de mãos estendidas ao lado das minhas. Os doze pares de mãos estavam cheios de feridas úmidas e violáceas. Todos viram ao mesmo tempo, mas ninguém gritou. Eu gostaria de ter conseguido olhá-los no fundo dos olhos, de ter visto neles qualquer coisa como compaixão, paciência, tolerância, ou mesmo amizade, quem sabe amor. Não tenho certeza de ter conseguido.”
- Caio Fernando Abreu, em “Pedras de Calcutá”. São Paulo: Alfa-Ômega, 1977, p. 21.

12 de setembro de 1949 - o aniversário de um aninho de
Caio Fernando que aqui aparece no colo do pai e ao lado da mãe
[Foto Acervo Pessoal/ fonte: L&PM]

"Primeiro você cai num poço. Mas não é ruim cair assim num poço de repente? No começo é. Mas você logo começa a curtir as pedras do poço. O limo do poço. A umidade do poço. A água do poço. A terra do poço. O cheiro do poço. O poço do poço. Mas não é ruim a gente ir entrando nos poços dos poços sem fim? A gente não sente medo? A gente sente um pouco de medo mas não dói. A gente não morre? A gente morre um pouco em cada poço. E não dói? Morrer não dói. Morrer é entrar noutra. E depois: no fundo do poço do poço do poço do poço você vai descobrir quê."
- Caio Fernando Abreu, fragmento do conto "Nos Poços". em: O Ovo Apunhalado. 4ª ed. São Paulo: Siciliano, 1992, p.19.


"[...] sem conseguir juntar os sons em palavras, como uma língua estrangeira, como uma língua molhada, nervosa entrando rápida pelo mais secreto de mim para acordar alguma coisa que não devia acordar nunca, que não devia abrir os olhos nem sentir cheiros nem gostos nem tatos, uma coisa que devia permanecer para sempre surda cega muda naquele mais dentro de mim, como os reflexos escondidos, que nenhum ofuscamento se fizesse outra vez, porque devia ficar enjaulada amordaçada ali no fundo pantanoso de mim, feito bicho numa jaula fedida, entre grades e ferrugens, quieta, domada, fera esquecida da própria ferocidade, para sempre e sempre assim."
- Caio Fernando Abreu, fragmento do conto "Sargento Garcia". In: Morangos Mofados. (Saraiva de Bolso). Edição especial, Rio de Janeiro: Editora Nova Fronteira, 2013. p. 93 e 94.

Caio Fernando Abreu, década de 1970 - Foto: Arquivo Pessoal

“Te desejo uma fé enorme, em qualquer coisa, não o quê, como aquela fé que a gente teve um dia, me deseja também uma coisa bonita, uma coisa qualquer maravilhosa, que me faça acreditar em tudo de novo, que nos faça acreditar em tudo outra vez, que leve para longe da minha boca este gosto podre de fracasso, este travo de derrota sem nobreza, não tem jeito, companheiro, nos perdemos no meio da estrada e nunca tivemos mapa algum, ninguém dá mais carona e a noite já vem chegando. A chave gira na porta. Preciso me apoiar contra a parede para não cair.”
- Caio Fernando Abreu, fragmento do conto “Os Sobreviventes". em: Morangos Mofados. (Saraiva de Bolso). Edição especial, Rio de Janeiro: Editora Nova Fronteira, 2013. p. 29.


PRÊMIOS
Alice Ruiz e Caio Fernando de Abreu,
recebendo o Jabuti de Poesia e Contos/de 1988,
Foto: Milton Michida [Acervo Alice Ruiz].
1968 - Menção honrosa do Prêmio José Lins do Rego para o conto "Três tempos mortos".
1969 - Prêmio Fernando Chinaglia, da União Brasileira de escritores (UBE) para a coletânea de contos “Inventário do irremediável”.
1972 - Prêmio do Instituto Estadual do Livro, para o conto “Vista” – [publicado posteriormente na coletânea O ovo apunhalado].
1973 - Menção honrosa do Prêmio Nacional de Ficção, para o livro “O ovo apunhalado”.
1975 - Reconhecido pela Veja como um dos melhores livros do ano “O ovo apunhalado” o mesmo sofre vários cortes da censura.
1975 - Prêmio Leitura do SNT.
1980 - Prêmio Status de Literatura para o conto “Sargento Garcia”.
1984 - Prêmio Jabuti, da Câmara Brasileira do Livro para melhor livro de contos, pela obra “Triângulo das águas”.
1988 - Prêmio Molière de Melhor Autor, peça teatro "A maldição do Vale Negro" (escrita em parce­ria com Luiz Arthur Nunes).
1988 - Prêmio Jabuti, da Câmara Brasileira do Livro, para melhor livro de contos, pela obra “Os dragões não conhecem o paraíso”.
1991 - Prêmio da Associação Paulista de Críticos de Artes (APCA), pelo romance "Onde Andará Dulce Veiga?".
1996 - Prêmio Jabuti, melhor livro de contos do ano, pelo livro “Ovelhas negras”.
1997 - Prêmio Açorianospelo livro "Teatro Completo".
2001 - Medalha de Leitura, da Fundação Nacional do Livro Infanto-juvenil, pelo livro "As frangas". 

"A minha literatura não é autobiográfica. Eu acho que há sempre uma grande confusão, nesse sentido. Eu vivi, graças a Deus, o sonho hippie, profunda e sonhadoramente, e isso me enriqueceu demais. Mas não fui apenas eu, uma geração inteira viveu. E acho que isso é redutor, porque vivi também o movimento punk, os anos 50, o movimento beatnik, o existencialismo... No momento em que a minha literatura tem uma marca forte de contracultura, ela fatalmente está marcada por este tipo de experiência."
- Caio Fernando Abreu, em entrevista ao jornal paraense ‘O liberal’, 1990.


Caio F. Abreu - Foto: (...)

"− São tudo histórias, menino. A história que está sendo contada, cada um a transforma em outra, na história que quiser. Escolha, entre todas elas, aquela que seu coração mais gostar, e persiga-a até o fim do mundo. Mesmo que ninguém compreenda, como se fosse um combate. Um bom combate, o melhor de todos, o único que vale a pena. O resto é engano, meu filho, é perdição."
- Caio Fernando Abreu, em "Onde andará Dulce Veiga?", Porto Alegre: Editora Agir, 1990.


Caio F. Abreu - Foto: (...)
OBRA
[primeiras edições]
Conto
Inventário do Irremediável. Rio Grande do Sul: Movimento, 1970. [mudança de título na segunda edição para]: Inventário do Ir-remediável. 2ª ed. Porto Alegre: Sulina, 1995.
O Ovo Apunhalado. Rio Grande do Sul: Globo, 1975.
Pedras de Calcutá. São Paulo: Alfa-Omega, 1977.
Morangos Mofados. São Paulo: Brasiliense, 1982.
Os Dragões Não Conhecem o Paraíso.  São Paulo: Companhia das Letras, 1988.
Ovelhas Negras. Porto Alegre: Sulina, 1995.
Estranhos Estrangeiros. [edição póstuma], São Paulo: Companhia das Letras, 1996.



Novela
Bem longe de marienbad [Edição bilíngue]. Paris, M.E.E.T, 1994.
Triângulo das Águas. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1983.


Romance
Livros de Caio F. 
Limite Branco. Rio de Janeiro: Expressão e Cultura, 1971.
Onde Andará Dulce Veiga?. São Paulo: Editora Agir, 1990.


Teatro
A maldição do vale negro. [peça teatral escrita em colaboração com Luiz Arthur Nunes]. Porto Alegre: IEL, 1988.
Teatro Completo.  (Organização Marcos Breda e Luiz Arthur Nunes). Editora: Agir, 1997.


Crônica
Pequenas Epifanias. [Crônicas, 1986-1995]. Porto Alegre: Sulina, 1996; 2ª Ed., Rio de Janeiro: Agir, 2006.
A Vida Gritando nos Cantos[reúne crônicas inéditas publicadas em jornal nas décadas de 80 e 90]. (Organização Liana Farias e Lara Souto Santana). Rio de Janeiro: Editora Nova Fronteira, 2012.


Correspondência
Cartas – Caio Fernando Abreu. (organização Ítalo Moriconi).  Rio de Janeiro: Aeroplano, 2002.



Literatura Infantil
As frangas. [ilustrações de Rui de Oliveira]. Porto Alegre: Editora Globo, 1988.
Girassóis. [Ilustrações Paulo Portella Filho]. São Paulo: Global Editora 1997.


Poesia
Poesias nunca publicadas de Caio Fernando Abreu. (Organização Letícia da Costa Chaplin e Márcia Ivana de Lima e Silva).  Rio de Janeiro: Editora Record, 2012.  206 p.


Ilustração para o livro "As Frangas,  de
Caio F. por Rui de Oliveira
Miscelâneas
Mel & girassóis. (seleção de Regina Zilberman). Porto Alegre: Mercado Aberto, 1988. 136 p.
Fragmentos: 8 histórias e um conto inédito(seleção de Luciano Alabarse).. [Coleção L&PM Pocket]. Porto Alegre: L&PM, 2000, 150 p.
Caio 3D: O essencial da década de 70. [Contos e Crônicas]. . (seleção de Valéria Sanalios e apresentação de Maria Adelaide Amaral). Editora: Agir, 2005, 285 p.
Caio 3D: O essencial da década de 80. [Contos e Crônicas]. . (seleção de Valéria Sanalios e apresentação de Márcia Denser). Editora: Agir, 2005, 272 p.
Caio 3D: O essencial da década de 90. [Estranhos estrangeiros, Crônicas, Poesias, Contos, Correspondência, Depoimento, e Cronologia].. (seleção de Luciana Paixão e apresentação de Marcelo Pen). Editora: Agir, 2006, 288 p.
Melhores Contos de Caio Fernando Abreu (seleção e prefácio Marcelo Secron Bessa - com direção de Edla Van Steen). São Paulo: Global Editora, 2006.
Alem do ponto e outros contos. [Contos].. (Seleção e organização de Luis Augusto Fischer). São Paulo: Editora Ática, 2010, 128 p.


Antologias (participação)
ABREU, Caio Fernando. Aconteceu na praça XV. In: UHRY, R. (Org.). Dez Novos (Antologia). Porto Alegre: Sulina, 1976. p. 12-17. 
______. Além do Ponto; Nos poços; Oásis; Para uma avenca partindo; O Ovo apunhalado. In: OLIVEIRA, F. (Org.). Rua dos poetas: antologia 1.  Santiago, Pallotti, 2007. p. 137-158.
______. Anotações sobre um amor urbano. In: STRAUSZ, R. A. (Org.). 13 dos melhores contos de amor da literatura brasileira. Rio de Janeiro: Ediouro, 2003.
______. Aqueles dois. In: MASINA, L. (Org.). Uma questão de liberdade. Porto Alegre: IEL: Tchê, 1993.
______. Aqueles dois; Linda, uma história horrível. In: MORICONI, I. (Org.). Os cem melhores contos brasileiros do século. Rio de Janeiro: Objetiva, 2000. 
______. Aqueles dois. In: WEINSCHELBAUM, V. (Comp.). Vinte ficções breves: antologia de contos argentinos e brasileiros contemporâneos. Brasília: UNESCO, 2003.
______. A verdadeira estória/história de Sally Can Dance. In: SANCHES NETO, M. (Org.). Ficção: histórias para o prazer da leitura. Belo Horizonte: Leitura, 2007. p. 125-137.
______. Beatriz ou o destino desfolhou. In: ABRAMOVICH, F. (Org.). Ritos de passagem de nossa infância e adolescência. 3ª ed., São Paulo: Summus, 1985.
Capas de Antologias - Montagem: 
Bruno Couto
______. Carta a José Marcio Penido. In: SANTIAGO, Silviano (Org.). A república das letras: de Gonçalves Dias a Ana Cristina César: cartas de escritores brasileiros 1865-1995. Rio de Janeiro: Sindicato Nacional dos Editores de Livros, 2003.
______. A comunidade do arco-íris. In: _____ et al. Cenas de intolerância. São Paulo: Ática, 2007.
______. Depois de agosto. In: HONÓRIO, J. C. (Org). O amor com olhos de adeus. São Paulo: Transviatta, 1995. p. 121-131.
______. Deus é naja; Zero grau de Libra. In: SANTOS, J. F. (Org.). As cem melhores crônicas brasileiras. Rio de Janeiro: Objetiva, 2007.
______. Divagações de uma marquesa; Sim, ele deve ter um ascendente em Peixes. In: ______ et al. Histórias de um novo tempo. Rio de Janeiro: Codecri, 1977.
______. Eles; Os Sobreviventes; Nos Poços. In: ______ et al. Contos sem Fronteiras - Edição Bilíngue Português e Espanhol, Porto Alegre: EU / Secretaria Municipal da Cultura, 2000.
______. Garopaba mon amour; Aqueles dois. In: BORDINI, M. G. (Org.). 35 melhores contos do Rio Grande do Sul. Porto Alegre: IEL/Corag, 2003.
______. Girassóis. In: ______ et al. A prosa do mundo. São Paulo: Global, 2009.
______. Harriett. In: JOSÉ, J. (Org.). Setecontos setencantos. Vol. 3. 2ª ed., São Paulo: FTD, 1989. p. 9-16.
______. O inimigo secreto. In: CRISTALDO, J. (Org.). Assim escrevem os gaúchos. São Paulo: Alfa-Ômega, 1977. p. 15-20.
______. O inimigo secreto. In: COSTA, F. M. (Org.). Crime feito em casa. Rio de Janeiro: Record, 2005.
______. Joãozinho e Mariazinha. In: ______ et al. Histórias de um novo tempo. Belo Horizonte: Copibol, 1977. p. 39-51. (Edições Marginais, 3)
______. London, London or ajax, brush and rubbish; Holocausto; Encantamento. In: ______ et al. Cadernos de cultura gaúcha: cinco contistas. Porto Alegre: Assembléia Legislativa do Estado do Rio Grande do Sul, 1976.
______. A margarida enlatada. In: SILVERMANN, M. (Org.). O novo conto brasileiro. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, Brasília: INL, 1985. p. 191-197.
______. A margarida enlatada. In: ______ et al. Ver de novo: histórias sobre o meio ambiente. São Paulo: Ática, 2013.
______. A modificação, O poço. In: APPEL, C. J. (Org.). Roda de fogo. Porto Alegre: Editora Movimento, 1969.
______. Pequenas epifanias. In: AMÂNCIO, M. (Org.). Cronistas do Estadão. São Paulo, O Estado de S. Paulo, 1991. p. 147-151.
______. Pequenas epifanias. In: WERNECH, H. (Org.). Boa companhia: crônicas. São Paulo: Companhia das Letras, 2005.
______. Uma praiazinha de areia bem clara, ali, na beira da sanga. In: MASCHIO, A.; SOARES, W. (Org.). Contos Pirandellianos: sete autores a procura de um bar. São Paulo: Brasiliense, 1985. p. 61-74.
______. Primeira carta para além do muro; A morte dos girassóis. In: ______ et al. Histórias de Grandeza e Miséria. Porto Alegre: L&PM, 2003.
______.  Os sapatinhos vermelhos. In: LADEIRA, J. G. (Org.). Espelho mágico: contos de contos infantis. Rio de Janeiro: Guanabara Dois, 1985. p. 37-54.
______. Sargento Garcia. In: SILVA, S. M. S. (Org.). Contos brasileiros. Ijuí: Fidene, 1981. p. 17-42.
______. Sargento Garcia. In: ______ et al. Contos paulistas. Porto Alegre: Mercado Aberto, 1988. p. 15-29.
______. Sargento Garcia. In: FERNANDES, R. (Org.). Contos Cruéis – As Narrativas Mais Violentas da Literatura Brasileira Contemporânea. São Paulo: Geração Editorial, 2006. p. 77-90.
______. Sargento Garcia. In: RUFFATO, L. (Org.). Entre nós. Rio de Janeiro: Língua Geral, 2007. p. 221-240.
______. Ao simulacro da imagérie. In: RICORDI, P. T. (Org.). Caio de amores. Porto Alegre: Mercado aberto, 1996 p. 33-39.
______. Tempo de silêncio, Aconteceu na praça XV. In: ______ et al. Antologia de literatura rio-grandense contemporânea. Porto Alegre: L & PM, 1978.
______. Travessuras de Baby Devil, o anjo motoqueiro; Recuerdos de Ipacaray. In: ______et al. Teia. Porto Alegre: Lume Editora, 1976.
______. A velha senhora que vira punk. In: ______ et al. Viagem inteligente: as mais belas cidades do mundo na visão de sete autores brasileiros. São Paulo: Geração, 1995.
______. A velha senhora que vira punk. In: ______ et al. Inesquecível: histórias de viagem contadas por quem sabe. Rio de Janeiro: Ediouro, 2006.
______. Zoológico blues. In:______ et al. Vício da palavra. São Paulo: Edições Cooperativas Garnizé, 1977. p. 55-59.
*** Fonte: SANTANA, Lara Souto (pesquisa e organização).


Caio F. Abreu - Foto: (...)

 “Queria tanto poder usar a palavra voragem [...] Poder não, não quero poder nenhum, queria saber. Saber não, não quero saber nada, queria conseguir. Conseguir também não - sem esforço, é como eu queria. Queria sentir, tão dentro, tão fundo que quando ela, a palavra, viesse à tona, desviaria da razão e evitaria o intelecto para corromper o ar com seu som perverso. A-racional, abismal. Não me basta escrevê-la - que estou escrevendo agora e sou capaz de encher pilhas de papel repetindo voragem voragem voragem voragem voragem voragem voragem sete vezes ao infinito até perder o sentido e mais nada significar [...] Eu quero sê-la, voragem.”
- Caio Fernando Abreu, fragmento de "No centro do furacão". In: Pequenas Epifanias, Porto Alegre: Agir, 2006, p. 52.


"[...] se a realidade nos alimenta com lixo, a mente pode nos alimentar com flores."
- Caio Fernando Abreu, fragmento do conto "Lixo e Purpurina", em Ovelhas Negras, Porto Alegre: Sulina, 1995.


TRADUÇÕES E EDIÇÕES ESTRANGEIRAS
Alemão
Was Geschah Wirklich Mit Dulce Veiga? [Onde Andará Dulce Veiga?]. Tradução Gerd Hilger. Berlin: Edition Diá, 1994.


Espanhol
Caio F. Abreu - Foto: (...)
Pequeñas Epifanias [Pequenas Epifanias]. Tradução Graciela Ferraris. Buenos Aires: Beatriz Viterbo, 2009.
¿Donde Andara Dulce Veiga? [Onde Andará Dulce Veiga?]. Madri: Adriana Hidalgo, 2009.
Frutillas mohosas[Morangos Mofados].Tradução Graciela Ferraris. Argentina, Beatriz Viterbo Editora, 2010


Francês
Les Dragons Ne Connaissent le Paradis [Os Dragões Não Conhecem o Paraíso e Morangos mofados - seleção]. Tradução Claire Cayron e Alain Keruzoré. Paris: Editions Complexe, 1991.
Bien Loin de Marienbad [Bem Longe de Marienbad]. Tradução Claire Cayron. Paris: France Arcane, 1994.
L´Autre Voix [Os Dragões Não Conhecem o Paraíso e Morango mofados - seleção]. Tradução Claire Cayron e Alain Keruzoré. Paris: Complexe, 1994.
Qu´Est Devenue Dulce Veiga? [Onde Andará Dulce Veiga?] Tradução Claire Cayron. Paris: Editions Autrement, 1994.
Brebis Galeuses [Ovelhas Negras]. Tradução Claire Clayron. Paris: José Corti, 1995.
Petites Epiphanies [Pequenas Epifanias]. Tradução Claire Clayron. Paris: José Corti, 2001.


Caio F. Abreu - Foto: (...)
Holandês
Waar Zit Dulce Veiga? [Onde Andará Dulce Veiga?]. Tradução Raoul Schrott. Nederlands: Baarn, 1994.


Inglês
Dragons... [Os Dragões Não Conhecem o Paraíso]. Tradução David Treece London: Boulevard books, Olive Press, 1990.
Whatever Happened to Dulce Veiga? [Onde Andará Dulce Veiga?]. Tradução Adria Frizzi. Austin: University of Texas Press, 2001.


Italiano
Dov'è Finita Dulce Veiga? [Onde Andará Dulce Veiga?]. Tradução Adelina Aletti. Milano: Zanzibar, 1993; e 2011.
Molto Lontano da Marienbad [Bien Loin de Marienbad]. Tradução Bruno Pérsico. Milano: Zanzibar, 1995.
I draghi non conosco il paradise[Os dragões não conhecem o paraíso]. Tradução Bruno Persico. Pescara: Quarup, 2008.
Triangolo delle acque[Triângulo das águas]. Tradução Bruno Persico. Editora Quarup, 2013.


Português (Portugal)
Onde andará Dulce Veiga. [Livro de Bolso]. Lisboa: Quetzal Editores, 2012.


"A civilização está em crise. O homem desequilibrou a natureza. A natureza está reagindo. A arte, como produto do homem está em crise também. Acho que o homem não vai se destruir, não: vai reencontrar suas origens. Hoje toda arte é de transição. E sua função – da literatura – é alertar contra o perigo. Não um perigo específico, está entendendo? Mas o perigo de destruição do humano pelo homem."
- Caio Fernando Abreu, em "Caio 3D – O essencial da década de 1970". Rio de Janeiro: Agir, 2005, p. 351.


Caio F. Abreu na redação do jornal Zero Hora (...)
Foto: (...)
TRADUÇÕES REALIZADOS POR CAIO FERNANDO ABREU
A Arte da Guerra, de Sun Tzu [tradução Caio Fernando Abreu e Miriam Paglia], 1995.
A balada do café triste e outras histórias, de Carson McCullers [tradução e introdução de Caio Fernando Abreu]. Rio de Janeiro: Editora José Olympio, 1991, 192 p.
Assim vivemos agora, de Susan Sontag. (Novela).. [tradução Caio Fernando Abreu e capa Victor Burton]. Rio de Janeiro: Companhia das Letras, 1995, 56p.


“Ando fatigado de procuras inúteis e sedes afetivas insaciáveis, (…)Meu coração tá ferido de amar errado, você me entende? Queria  que você entendesse os meus poços escuros, os meus becos – que me fazem mergulhar em silêncios às vezes longos. Não devemos nos perder, somos tão poucos. Me queria bem.”
- Caio Fernando Abreu (22/08 – mês do desgosto – 77), fragmento de carta, do livro “Cartas – Caio Fernando Abreu”. (organização Ítalo Moriconi). Rio de Janeiro: Aeroplano, 2002.

Caio Fernando Abreu e Cazuza - Foto: Vania Toledo
[Divulgação: Jornal do Comercio/JC]

"A prosa de Caio Fernando Abreu incorpora as conquistas do cinema moderno, expondo os andaimes da representação, inserindo o narrador no centro da cena, revelando ao espectador/leitor o modo de produção da escrita."
- José Geraldo Couto, in “O cinema moderno de Caio F.” In: ABREU, C. F. Onde andará Dulce Veiga?. Rio de Janeiro: Agir, 2007, p. 6-7.

Caio Fernando Abreu, Lygia Fagundes Telles
Robby Cardoso (Professor) e Hilda Hilst

"[...] a vida de Caio não se deu tão-somente em torno de sua obra, mas dentro dela também. As pinceladas de vida que se percebem em sua literatura não se limitam à necessidade que ele sentia de explicar quase todos os seus textos, cercando-os como de uma moldura autoral; tampouco se restringe ao fato de haver um entrelaçamento entre trajetória artística e biográfica, imbricação que reflete a coragem do escritor de divulgar sua doença em suas crônicas [...] É outra coisa. Mais ainda do que o que ocorre com Clarice Lispector, sua maior influência, ou com Hilda Hilst, a suposta personalidade de Caio imiscui-se em suas criaturas, a ponto de podermos dizer que o único personagem que ele jamais criou foi ele mesmo."
- Marcelo Pen [crítico], em "Quem tem medo de Caio F.?" In: ABREU, C. F. Caio 3D. O essencial da década de 990. Rio de Janeiro: Agir, 2006, p.10.

Caio F. Abreu - Foto: (...)

POEMAS ESCOLHIDOS

Breve memória
(13 de outubro de 1969)
De ausências e distâncias te construo
amigo
amado.
E além da forma
nem mão
nem fogo:
meu ser ausente do que sou
e do que tenho, alheio.

Na dimensão exata de teu corpo
cabe meu ser
cabe meu voo mais remoto
cabem limites, transcendências.
Na dimensão do corpo que tu tens
e que eu não toco
cabe o verso torturado
e um espesso labirinto de vontades.
- Caio Fernando Abreu, em "Poesias nunca publicadas de Caio Fernando Abreu".  [Organização Letícia da Costa Chaplin, Márcia Ivana de Lima e Silva].  Rio de Janeiro: Editora Record, 2012.



Faz anos navego o incerto
Faz anos navego o incerto.
Não há roteiros nem portos.
Os mares são de enganos
e o prévio medo dos rochedos
nos prende em falsas calmarias.
As ilhas no horizonte, miragens verdes.
Eu não queria nada além
de olhar estrelas
como quem nada sabe
para trocar palavras, quem sabe um toque
com o surdo camarote ao lado
mas tenho medo do navio fantasma
perdido em pontas sobre o tombadilho
dou a face e forma a vultos embaçados.
A lua cheia diminui a cada dia.
Não há respostas.
Queria só um amigo onde pudesse jogar o coração
como uma âncora.
- Caio Fernando Abreu, em "Poesias nunca publicadas de Caio Fernando Abreu".  [Organização Letícia da Costa Chaplin, Márcia Ivana de Lima e Silva].  Rio de Janeiro: Editora Record, 2012.



Caio F. Abreu - Foto: Juarez Fonseca (déc.1970)
Curtume
Nenhum poema libertário
libera a tarde do gigantesco inútil
derramado em copos de cinza
sobre as paredes sujas.

Nenhum poema inflamado
desinflamaria o pus da paisagem mutilada
pelas chaminés vomitando fuligem
sem parar.

Nenhum poema possível
possibilita a transmutação do nada
curvado sobre cada uma das máquinas
em toques secos.

Nenhum poema pirado
pararia a voragem estúpida
gerando monstros coloridos
em papel couché.

Nenhum poema solto
soltaria outra vez as pandorgas perdidas.
Preso na gaveta, solto no vento: nenhum poema.
Nem mesmo este.
- Caio Fernando Abreu, em "Poesias nunca publicadas de Caio Fernando Abreu".  [Organização Letícia da Costa Chaplin, Márcia Ivana de Lima e Silva].  Rio de Janeiro: Editora Record, 2012.


Fever 77°
(14 de janeiro de 1975)
Deixa-me entrelaçar margaridas
nos cabelos de teu peito.
Deixa-me singrar teus mares
mais remotos
com minha língua em brasa.

Quero um amor de suor e carne
agora:
 enquanto tenho sangue.

Mas deixa-me sangrar teus lábios
com a adaga de meus dentes.
Deixa-me dilacerar teu flanco
mais esquivo
na lâmina de minhas unhas.
- Caio Fernando Abreu, em "Poesias nunca publicadas de Caio Fernando Abreu".  [Organização Letícia da Costa Chaplin, Márcia Ivana de Lima e Silva].  Rio de Janeiro: Editora Record, 2012.



Ninguém saberá da secura de nossos olhos
(20 de dezembro de 1975)
Ninguém saberá da secura de nossos olhos
da dureza de nossa boca ninguém saberá
do fio das unhas da dor no dente
do sangue guardado no fundo da gaveta

ninguém adivinhará os jardins atrás do muro fechado
ninguém quebrará o ferro do portão
ninguém violentará o secreto
ninguém te tocará profundamente
ninguém te saberá
ninguém.

Por isso olhamos as nuvens
sentados ao vento que não sopra
enquanto os balanços rangem
os rádios cantam
e a rua intocável como um quadro
pintado por outro.

Por isso olhamos em volta
e o que se passa além de nossa (uma palavra ileg.))
não nos soluciona
(ninguém sabe
ninguém saberá).

O caule quebrado do girassol
o livro de Toynbee sobre os degraus
a caneta riscando o papel
as nuvens
a tarde
a rua

o medo.
- Caio Fernando Abreu, em "Poesias nunca publicadas de Caio Fernando Abreu".  [Organização Letícia da Costa Chaplin, Márcia Ivana de Lima e Silva].  Rio de Janeiro: Editora Record, 2012.



Oriente
manda-me verbena ou benjoim no próximo crescente
e um retalho roxo de seda alucinante
e mãos de prata ainda  ( se puderes)
e se puderes mais, manda violetas
(margaridas talvez, caso quiseres

manda-me Osíris no próximo crescente
e um olho escancarado de loucura
(um pentagrama, asas transparentes)

manda-me tudo pelo vento;
envolto em nuvens, selado com estrelas
tingindo de arco-íris, molhado de infinito
(lacrado de oriente, se encontraste)
- Caio Fernando Abreu, em "Poesias nunca publicadas de Caio Fernando Abreu".  [Organização Letícia da Costa Chaplin, Márcia Ivana de Lima e Silva].  Rio de Janeiro: Editora Record, 2012.



Pour la route
(Bordeaux, março de 1993)
Quem sabe o Mozart si loin,
maybe a tarde entre os loureiros,
peut-être le coucher du soleil?
Chamam nomes na memória:
ah inverno que não acaba nunca
ah vontade de chorar sem dor.
Pelo tempo, pelas perdas,
pelas coisas, pelas gentes,
que passam e passeiam pelas notas do piano,
janelas de TGV, hotéis, insônias,
gares, mochilas, cabines.
Tudo outra vez, entre a bruma
desta última tarde em Bordeaux.
- Caio Fernando Abreu, in "Caio 3D: O essencial da década de 90". (seleção de Luciana Paixão e apresentação de Marcelo Pen). Editora: Agir, 2006, p. 151.



Realista
(julho de 1978)
 De manhã
quando abri o quarto dele meio dormindo
encontrei um negro nu sobre a cama.
Falei muito prazer e sorri
Depois esquentei o café, comi uma maçã verde
(a mais ácida que encontrei).
Enfiei os óculos escuros e saí para o sol.
Na rua
ninguém percebe o segredo ácido que carrego
insustentável
atrás do negro dos óculos.
- Caio Fernando Abreu, em "Poesias nunca publicadas de Caio Fernando Abreu".  [Organização Letícia da Costa Chaplin, Márcia Ivana de Lima e Silva].  Rio de Janeiro: Editora Record, 2012.



Stone song
(Porto Alegre, 1996)
Eu gosto de olhar as pedras
que nunca saem dali.
Não desejam nem almejam
ser jamais o que não são.
O ser das pedras que vejo
é só ser, completamente.
Eu quero ser como as pedras
que nunca saem dali.
Mesmo que a pedra não voe,
quem saberá de seus sonhos?
Os sonhos não são desejos,
os sonhos sabem ser sonhos.
Eu quero ser como as pedras
e nunca sair daqui.
Sempre estar, completamente,
onde estiver o meu ser.
- Caio Fernando Abreu, em "Poesias nunca publicadas de Caio Fernando Abreu".  [Organização Letícia da Costa Chaplin, Márcia Ivana de Lima e Silva].  Rio de Janeiro: Editora Record, 2012.



Vem navegar na minha vida
Vem navegar na minha vida
Faça de conta que meu corpo é um rio,
Faça de conta que os meus olhos são a correnteza,
Faça de conta que meus braços são peixes
Faça de conta que você é um barco
E que a natureza do barco é navegar.
E então navegue, sem pensar,
Sem temer as cachoeiras da minha mente,
Sem temer as correntezas, as profundidades.
Me farei água clara e leve.
Para que você me corte lenta, segura,
Até mergulharmos juntos no mar
Que é nosso porto.
- Caio Fernando Abreu - 'poema' escrito em carta a Vera Antoun (Londres, 9/1/74).



Caio F. Abreu - Foto: (...)
Caio sobre o período da Ditadura no Brasil:
"Aconteceram coisas bastante duras nos últimos tempos [...], mas a conclusão, amarga, é que não há lugar para gente como nós aqui neste país, pelo menos enquanto se vive dentro de uma grande cidade. As agressões e repressões nas ruas são cada vez mais violentas, coisas que a gente lê um dia no jornal e no dia seguinte sente na própria pele. A gente vai ficando acuado, medroso, paranóico: eu não quero ficar assim, eu não vou ficar assim. Por isso mesmo estou indo embora. [...] Acho que o mundo está aí pra ser visto e curtido, antes que acabe. Vou de consciência tranquila, sabendo que dentro de todo o bode fiz o que era possível fazer por aqui. E não sei quando volto. Nem se volto."
- Caio Fernando Abreu, "carta" in: "Caio Fernando Abreu: cartas" (org.), Italo Moriconi. Rio de Janeiro: Aeroplano, 2002, p. 437. (Cansado desta realidade, Caio se exilou por um ano na Europa).


Manuscrito de Caio F. Abreu - [Acervo CFA].

ALGUNS FRAGMENTOS E BREVES EPIFANIAS DE CAIO FERNANDO ABREU

“Admitia que não conseguisse controlar seus pensamentos, mas admitir que não conseguisse controlar também o que dizia lançava-o perigosamente próximo daquela zona que alguns haviam convencionado chamar loucura. E essa era a primeira vez que se descobria assim, tão perto dessas coisas incompreensíveis que sempre julgara acontecerem aos outros – àqueles outros distanciados, melancólicos e enigmáticos, que costumava chamar de os-sensíveis -, jamais a ele. Pois se sempre fora tão objetivo. Suportava apenas as superfícies onde o ar era plenamente respirável, e principalmente onde os sentidos todos sentiam apenas o que era corriqueiro e normal sentir. Subitamente pensava e sentia e dizia coisas que nunca tinham sido suas.

Máquina de Escrever e Manuscritos de Caio F. Abreu - Foto: Exposição
"Uma vida, uma obra", na Biblioteca Central da PUC/RS, em set. 2011.
[Acervo Caio F./Delfos - PUC/RS]
"Então, admitiu o medo. E admitindo o medo permitia-se uma grande liberdade: sim, podia fazer qualquer coisa, o próximo gesto dele teria o medo dentro dele e portanto seria um gesto inseguro, não precisava temer, pois antes de fazê-lo já se sabia temendo-o, já se sabia perdendo-se dentro dele – finalmente, podia partir para qualquer coisa, porque de qualquer maneira estaria perdido dentro dela.”
- Caio Fernando Abreu, fragmento de "Gravata", em: O ovo apunhalado, 2ª ed., Rio de Janeiro: Salamandra, 1984.


“Não queria, desde o começo eu não quis. Desde que senti que ia cair e me quebrar inteiro na queda para depois restar incompleto, destruído talvez, as mãos desertas, o corpo lasso. Fugi. Eu não buscaria porque conhecia a queda, porque já caíra muitas vezes, e em cada vez restara mais morto, mais indefinido – e seria preciso reestruturar verdades, seria preciso ir construindo tudo aos poucos, eu temia que meus instrumentos se revelassem precários, e que nada eu pudesse fazer além de ceder. Mas no meio da fuga, você aconteceu. Foi você, não eu, quem buscou. Mas o dilaceramento foi só meu, como foi só meu o desespero. Que espécie de coisa o cigarro queimou, além dos cabelos? Sei que foi mais fundo, mais dentro, que nessa ignorada dimensão rompeu alguma coisa que estava em marcha. Eu quis tanto ser tua paz, quis tanto que você fosse o meu encontro. Quis tanto dar, quis tanto receber. Quis precisar, sem exigências. E sem solicitações, aceitar o que me era dado. Sem ir além, compreende? Não queria pedir mais do que você tinha, assim como eu não daria mais do que dispunha, por limitação humana. Mas o que tinha, era seu. A noite ultrapassou a si mesma, encontrou a madrugada, se desfez em manhã, em dia claro, em tarde verde, em anoitecer e em noite outra vez. Fiquei. Você sabe que eu fiquei. E que ficaria até o fim, até o fundo. Que aceitei a queda, que aceitei a morte. Que nessa aceitação, caí. Que nessa queda, morri. Tenho me carregado tão perdido e pesado pelos dias afora. E ninguém vê que estou morto.”
- Caio Fernando Abreu, em “Inventário do ir-remediável”, 2ª ed., Porto Alegre: Editora Sulina, 1995.


“Surgiu atrás do primeiro pensamento, mas não conseguiu recordar. A lucidez vinha sempre assim tão rápida e ofuscante que vivia toda uma vida naquela brevidade, sem deixar marcas, era isso? Era. A existência da lucidez era talvez longa para a lucidez, compreende? aquele menos que um segundo, menos que um grito ou uma iluminação, menos que qualquer coisa que atinja os sentidos - aquilo, pois não havia uma palavra exata para defini-lo, aquilo cumpria a necessidade da coisa. Mas a sua necessidade era mais ampla, reconheceu, por isso não se encontravam, em termos de tempo, a sua necessidade era mais ampla, não que tivesse um raciocínio difícil, mas porque havia todo um processo de despir-se de conceitos anteriores, de barreiras e resistências, para poder compreender. Isso levava horas. Levava horas o despir-se.”
- Caio Fernando Abreu, fragmento de “Metais alcalinos”, em "Inventário do ir-remediável", 2ª ed., Porto Alegre: Editora Sulina, 1995.

Caio F. Abreu e a equipe do Curso de Jornalismo  do UFSM, 
na cobertura do Festival de Cinema de Gramado para a 
Rádio Universidade, 1986. Foto: (...)

“Mas de repente tudo já não cabia mais só dentro dele; precisava de um acontecimento externo que justificasse toda aquela largueza de dentro. A coisa externa não acontecia. E, se acontecia, não justificava. Por que não se render ao avanço natural das coisas, sem procurar definições? Como uma primavera, em mim. Mas se não havia justificativa, a queda era lenta e longa.”
- Caio Fernando Abreu, fragmento de "A chave e a porta", em "Inventário do ir-remediável", 2ª ed., Porto Alegre: Editora Sulina, 1995.


"Deus, põe teu olho amoroso sobre todos os que já tiveram um amor e de alguma forma insana esperam a volta dele: que os telefones toquem, que as cartas finalmente cheguem. Derrama teu olho amável sobre as criancinhas demônias criadas em edifícios, brincando aos berros em playgrounds de cimento. Ilumina o cotidiano dos funcionários públicos ou daqueles que, como funcionários públicos, cruzam-se em corredores sem ao menos se verem - nesses lugares onde um outro ser humano vai-se tornando aos poucos tão humano quanto uma mesa. Passeia teu olhar fatigado pela cidade suja, Deus, e pousa devagar tua mão na cabeça daquele que, na noite, liga para o CVV... Olha também pelo motorista de táxi que confessa não ter mais esperança alguma... Olha por todos aqueles que queriam ser outra coisa qualquer que não a que são, e viver outra vida que não a que vivem... Deita teu perdão sobre todos que continuam tentando por razão nenhuma - sobre esses que sobreviveram a cada dia ao naufrágio de uma por uma das ilusões."
- Caio Fernando Abreu, fragmentos de “Zero grau de libra", em ‘Pequenas Epifanias’, Rio de Janeiro: Editora Agir, 2006.

Lygia Fagundes Telles, Caio Fernando Abreu, Hilda Hilst (...)

"Era isso - aquela outra vida, inesperadamente misturada à minha, olhando a minha vida opaca vida com os mesmos olhos atentos que eu a olhava: uma pequena epifania. Em seguida vieram o tempo, a distância, a poeira soprando. Mas eu trouxe de lá a memória de qualquer coisa macia que tem me alimentado nestes dias seguintes de ausência e fome. Sobretudo à noite, aos domingos"
- Caio Fernando Abreu, em “Pequenas Epifanias”, Rio de Janeiro: Editora Agir, 2006.


"Atrás das janelas, retomo esse momento de mel e sangue que Deus colocou tão rápido, e com tanta delicadeza, frente aos meus olhos há tempo incapazes de ver uma possibilidade de amor. Curvo a cabeça, agradecido. E se estendo a mão, no meio da poeira de dentro de mim, posso tocar também em outra coisa. Essa pequena epifania. Com corpo e face. Que recomponho devagar, traço a traço, quando estou só e tenho medo. Sorrio, então. E quase paro de sentir fome."
- Caio Fernando Abreu, em “Pequenas Epifanias”, Rio de Janeiro: Editora Agir, 2006.


"Há alguns dias, Deus - ou isso que chamamos assim, tão descuidadamente, de Deus -, enviou-me certo presente ambíguo: uma possibilidade de amor. Ou disso que chamamos, também com descuido e alguma pressa, de amor. E você sabe a que me refiro. Antes que pudesse me assustar e, depois do susto, hesitar entre ir ou não ir, querer ou não querer - eu já estava lá dentro. E estar dentro daquilo era bom."
- Caio Fernando Abreu, em “Pequenas Epifanias”, Rio de Janeiro: Editora Agir, 2006.


“Porque esse talvez seja o único remédio quando ameaça a doer demais: invente uma boa abobrinha e ria, feito louco, feito idiota, ria até que o que parece trágico perca o sentido e fique tão ridículo que só sobra mesmo a vontade de dar uma boa gargalhada"
- Caio Fernando Abreu, fragmento de “Deus é Naja”, em: Pequenas Epifanias, Rio de Janeiro: Editora Agir, 2006.

Caio F. Abreu e Lygia Fagundes Telles, na
década de 1970 - Foto: (...)

"Meu coração é um sapo rajado, viscoso e cansado, à espera do beijo prometido capaz de transformá-lo em príncipe. Meu coração é um álbum de retratos tão antigos que suas faces mal se adivinham. Roídas de traça, amareladas de tempo, faces desfeitas, imóveis, cristalizadas em poses rígidas para o fotógrafo invisível. Este apertava os olhos quando sorria. Aquela tinha um jeito peculiar de inclinar a cabeça. Eu viro as folhas, o pó resta nos dedos, o vento sopra. Meu coração é o mendigo mais faminto da rua mais miserável. Meu coração é uma planta carnívora morta de fome. Meu coração é uma velha carpideira portuguesa, coberta de preto, cantando um fado lento e cheia de gemidos - ai de mim! ai, ai de mim!"
- Caio Fernando Abreu, fragmento de “Na terra do coração”, em: Pequenas Epifanias, Rio de Janeiro: Editora Agir, 2006.


“Dói muito, mas eu não vou parar. A minha não – desistência é o que melhor posso oferecer a você e a mim neste momento. Pois isso, saiba, isso que poderá me matar, eu sei é a única coisa que poderá me salvar.”  
- Caio Fernando Abreu em “Pequenas Epifanias”. Rio de Janeiro: Editora Agir, 2006, p. 106.


“Então eu agradeço, eu tenho medo e espanto e terror e ao mesmo tempo maravilhamento e outras coisas com e sem nome, mas agradeço. Aos deuses dos jardins, aos deuses dos homens, aos deuses do tempo e até aos das ervas daninhas que nos fazem lutar feito tigres feridos fundo no peito, sim eu agradeço.”
- Caio Fernando Abreu, em “Pequenas Epifanias”. Rio de Janeiro: Editora Agir, 2006, p. 109.


“No caminho do inferno encontrei tantos anjos. Bandos, revoadas, falanges. Gordos querubins barrocos com as bundinhas de fora; serafins agudos de rosto pálido e asas de cetim; arcanjos severos a espada em riste para enfrentar o mal. Que no caminho do inferno encontrei, naturalmente, também demônios. E a hierarquia inteira dos servidores celestiais armada contra eles. Armas do bem, armas da luz: no pasarán!”
- Caio Fernando Abreu, fragmento da crônica “Segunda carta para além dos muros”, em: Pequenas Epifanias. Rio de Janeiro: Editora Agir, 2006, p. 109.

Elis Regina e Caio F. Abreu - [Foto: do Livro:
Para sempre teu, Caio F., de Paula Dip, 2009]. 
“Durou pouco, girassol dura pouco, uns três dias. Então peguei e joguei-o pétala por pétala, depois o talo e a corola entre as alamandas da sacada, para que caíssem no canteiro lá embaixo e voltasse a ser pó, húmus misturado à terra, depois não sei ao certo, voltasse à tona fazendo parte de uma rosa, palma -  de - santa – Rita, lírio ou azaleia, vai saber que tramas armam as raízes lá embaixo no escuro, em segredo.”
- Caio Fernando Abreu, fragmento da crônica “A morte dos girassóis”, em: Pequenas Epifanias. Rio de Janeiro: Editora Agir, 2006, p. 147.


"Não, os jardins não morrem no inverno, como os animais ou as pessoas, principalmente as mais velhas, apenas sofrem um pouco mais fundo do que de costume. Alguns, verdade, sucumbem. Minha vó Corruíra, por exemplo, costumava dizer: “Acho que deste agosto não passo”. E houve um do qual realmente não passou. Mas isso talvez fosse o destino, ou morre-se mais fácil no inverno? Sobretudo invernos gaúchos, quando o minuano vara frestas e fendas para cortar a pele feito navalha gelada."
- Caio Fernando Abreu, em “Pequenas Epifanias”. Rio de Janeiro: Editora Agir, 2006, p. 184.


“Façamos um brinde a todas as coisas que o senhor pôs na Terra para nosso deleite e terror. Brindemos à Vida- talvez seja esse o nome daquele cara, e não o que você imaginou. Embora sejam iguais. Sinônimos, indissociáveis. Feliz, feliz Natal. Merecemos.”
- Caio Fernando Abreu, em “Pequenas Epifanias”. Rio de Janeiro: Editora Agir, 2006, p. 196.


“A solidão às vezes é tão nítida como uma companhia. Vou me adequando, vou me amoldando. Nem sempre é horrível. Às vezes é até bem mansinha. Mas sinto tão estranhamente que o amor acabou.”
- Caio Fernando Abreu, fragmento da “carta à Jacqueline Cantore", em “Cartas – Caio Fernando Abreu”. (organização Ítalo Moriconi). Rio de Janeiro: Aeroplano, 2002.


"Chorar por tudo que se perdeu, por tudo que apenas ameaçou e não chegou a ser, pelo que perdi de mim, pelo ontem morto, pelo hoje sujo, pelo amanhã que não existe, pelo muito que amei e não me amaram, pelo que tentei ser correto e não foram comigo. Meu coração sangra com uma dor que não consigo comunicar a ninguém, recuso todos os toques e ignoro todas tentativas de aproximação. Tenho vergonha de gritar que esta dor é só minha, de pedir que me deixem em paz e só com ela, como um cão com seu osso."
- Caio Fernando Abreu, fragmento de “Lixo e Purpurina”, em: Ovelhas Negras, Porto Alegre: Sulina, 1995.


“Não, você não me entende. Sei que você não me entende porque não estou conseguindo ser suficientemente claro, e por não ser suficientemente claro, além de você não me entender, não conseguirei dar ordem a nada disso.
Portanto não haverá sentido, Portanto não haverá depois. Antes que me faça entender, se é que conseguirei, queria pelo menos que você compreendesse antes, antes de qualquer palavra, apague tudo, faz de conta que começamos agora, neste segundo e nesta próxima frase que direi.”
- Caio Fernando Abreu, em "Morangos Mofados". Rio de Janeiro: Editora Agir, 2005, p. 68.

Da esquerda para a direta - Sérgio Capparelli, Caio Fernando Abreu, 
Fernando Moraes, Jorge Escosteguy,  Nélida Piñon, Clarice Lispector e
 João Antonio. Mesa-redonda na sede do Coojornal para
 tratar da situação de escritores e editores, em 1976.

“[...] Assim eu próprio, me parecendo a mim mesmo, de um lado para o outro, entre cigarros sem sabor, jornais sangrentos [...] Quando me julgo fora, estou dentro. E quando me julgo dentro, estou fora. De ti ou dele, de mim em mim, tríplice engasgado, embora pareça confuso assim formulo, e me parece quase claro enquanto ruge a cidade longe e debruço este corpo de nós sobre os sete viadutos: tríplice inseparado para sempre, a morte de um é a morte de três, não quero que me ajudes a matá-lo porque mataria a ti também a mim. E me recomponho, e te recomponho, e recomponho a ele, que é também eu e também tu.[...] sei que não entendes, sei que ele também não entende. Do teu dia, quase não sei, mas sei do teu labirinto em ti, como sei do labirinto dele em mim, do meu labirinto em ti. E também não entendo.”
- Caio Fernando Abreu, em "Morangos Mofados". Rio de Janeiro: Editora Agir, 2005, p. 64-65-66.


"... então me vens e me chegas e me invades e me tomas e me pedes e me perdes e te derramas sobre mim com teus olhos sempre fugitivos e abres a boca para liberar novas histórias e outra vez me completo assim, sem urgências, e me concentro inteiro nas coisas que me contas, e assim calado, e assim submisso, te mastigo dentro de mim enquanto me apunhalas com lenta delicadeza deixando claro em cada promessa que jamais será cumprida, que nada devo esperar além dessa máscara colorida, que me queres assim porque é assim que és e unicamente assim é que me queres e me utilizas todos os dias, e nos usamos honestamente assim..."
- Caio Fernando Abreu, fragmento de “À beira do mar aberto”, em: Os dragões não conhecem o paraíso, São Paulo: Companhia das Letras, 1988.


“A literatura dele não é só tradução da época. Existe um lado dos anos 80 que ele praticamente ajudou a inventar. Palavras, maneiras de dizer algumas coisas. Não é que a gente falasse daquele jeito, ele melhorava, antecipava. Ele era contemporâneo, mas ao mesmo tempo somava, não apenas refletia.”
- Guilherme de Almeida Prado (Cineasta), in "Idas vindas e cinema: entrevista". [Entrevista concedida a Marina Toniatti]. Fortaleza: Jornal O Povo, 19 de fevereiro, 2006.


Caio Fernando Abreu - Foto: Adriana Franciosi/ZH


FORTUNA CRÍTICA
[Estudos acadêmicos sobre a obra e vida de Caio Fernando Abreu: Livros, Teses, Dissertações, Monografias, Artigos e Ensaios].
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ABREU, Rodrigo Peixoto de. Nada além de uma ilusão: a diva e a música na construção do literário em Onde andará Dulce Veiga?, de Caio Fernando Abreu. (Dissertação Mestrado em Letras). Universidade Federal do Rio de Janeiro, UFRJ, 2005.
AGRA, Elisabete Borges. Da utopia diluída ou da utopia superada: uma leitura de contos de Caio Fernando Abreu. (Dissertação Mestrado em Literatura e Interculturalidade). Universidade Estadual da Paraíba, UEPB, 2008. Disponível no link. (acessado 29.7.2013).
AGRA, Elisabete Borges. Nas fissuras da Utopia: leitura do conto 'Os sobreviventes', de Caio Fernando Abreu. In: Luciano Babosa Justino; Sábastien Joachim. (Org.). Representações inter/intraculturais (Literatura/Arte, outros domínios). 1ª ed., Olinda: Editora Livro Rápido - Ecológica, 2008, v. , p. 730-749.
AGRA, Elisabete Borges. Os conflitos do sujeito: processos de estruturação da identidade em "Eu, tu, ele", de Caio Fernando Abreu. In: Sébastien Joachim. (Org.). II Cidadania cultural - Diversidade cultural linguagens identidades. 1ª ed., Recife: Elógica Livro Rápido, 2007, v. 2, p. 885-894.
AGRA, Elisabete Borges. Sujeito e posturas identitárias: o olhar e a resignificação em "Aqueles dois" e Sargento Garcia, de Caio Fernando Abreu. In: Juarez Nogueira Lins, Marineuma de Oliveira Costa Cavalcanti. (Org.). Estudos de linguagens em interação - Língua, linguística, Literatura e ensino. Olinda: Livro Rápido - Elógica, 2007, v. 1, p. 61-72.
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AGRA, Elisabete Borges. Viagem ao encontro dos porões de si mesmo: uma leitura do conto Holocausto, de Caio Fernando Abreu. In: Juarez Nogueira Lins; Eduardo Jorge da Silva. (Org.). Práticas de Linguagem e Educação. Recife - PE: Livro Rápido, 2008, v. 1, p. 93-101.
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Caio F., na redação do Caderno 2,
do jornal O Estado de São Paulo,
na década de 1980. - Foto: (...)
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ZILBERMAN, Regina. A literatura no Rio Grande do Sul. 2ª ed., Porto Alegre: Mercado Aberto, 1982.


Caio F. Abreu e Paula Dip - [Fotos: do Livro:
Para sempre teu, Caio F., de Paula Dip, 2009]. 

"Não sei se você sabe, mas acontece assim quando você sai de uma cidadezinha que já deixou de ser sua e vai morar numa outra cidade, que ainda não começou a ser sua. Você fica sempre meio tonto quando pensa que não quer ficar e que também não quer – ou não pode – voltar. Você fica igualzinho a um daqueles caras de circo que andam no arame e, de repente, o arame plac! ó arrebenta e você fica lá, suspenso no ar, o vazio embaixo dos pés. Sem nenhum lugar no mundo, dá pra entender?"
 - Caio Fernando Abreu, em "Os Dragões não conhecem o Paraíso". São Paulo: Companhia das Letras, 1998, p. 76.


Caio F. Abreu - Foto: (...)

“A vida era muito dura. Não chegávamos a passar fome ou frio ou nenhuma dessas coisas. Mas era dura porque era sem cor, sem ritmo e também sem forma. Os dias passavam, passavam e passavam, alcançavam as semanas, dobravam as quinzenas, atingiam os meses, acumulavam-se em anos, amontoavam-se em décadas – e nada acontecia. Eu tinha a impressão de viver dentro de uma enorme e vazia bola de gás, em constante rotação.”
- Caio Fernando Abreu, fragmento de “Réquiem por um fugitivo", em: O ovo apunhalado, 2ª ed., Rio de Janeiro: Salamandra, 1984.

Caio F. Abreu - Foto: (...)

ADAPTAÇÕES
CINEMA

Filme: Aqueles dois
Sinopse: baseado em Caio Fernando Abreu. Raul é extrovertido e brincalhão. Vem de um casamento frustrado e passa o tempo ouvindo e tocando melancólicos boleros no pequeno apartamento onde mora. Saul é tímido, de espírito crítico e amargo. Vem de um noivado tão interminável que um dia terminou. Também de uma recente tentativa de suicídio. Raul e Saul são duas pessoas simples, sensíveis, solitárias, e se conhecem no primeiro dia de trabalho em uma repartição pública.
Formato: 35 mm, color
Ano: 1985
Duração: 75 min.
Ficha técnica
Direção: Sérgio Amon
Roteiro: Sérgio Amon, Roberto Henkin e Pablo Vierci
Produção Executiva: Sérgio Lerrer
Direção de Fotografia: Cesar Charlone
Música: Augusto Licks
Direção de Produção: Rudi Lagemann e Marlise Storchi
Montagem: Roberto Henkin e Sérgio Amon
Assistente de Direção: Giba Assis Brasil,Alex Sernambi e Rudi Lagemann
Elenco Principal: Pedro Wayne (Saul); Beto Ruas (Raul); Suzana Saldanha (Clara Cristina).
Distribuição: Casa de Cinema PoA
Prêmios
- 1º Rio Cine Festival, 1985: Prêmio Especial da Indústria Cinematográfica.
- 1º Festival do Cinema Brasileiro, Fortaleza, 1985: Melhor Filme (Júri Oficial e Prêmio da Crítica), Melhor Fotografia, Melhor Ator Coadjuvante (Pedro Ruas), Melhor Música Original, Melhor Edição de Som.
- 11th International Gay and Lesbian Film Festival, San Francisco, EUA, 1987 - único filme brasileiro concorrente.
Outras informações e créditos completos: Casa de Cinema PoA 


Filme: O dia que Urano entrou em Escorpião
Sinopse: "Noite de 21 de novembro de 1974, sábado. Longe das correrias dos programas típicos, um grupo de jovens tem sua solidão interrompida pela presença de um colega que vive um momento especial. O jogo que se estabelece entre eles (e, mais tarde, entre eles e os vizinhos) propõe uma reflexão sobre a época em que vivem e os vazios que ficaram por ser preenchidos em suas vidas." Baseada no conto "O Dia Que Urano Entrou em Escorpião" de Caio Fernando Abreu.
Curta-metragem/ficção
Formato: Super8, cor, 86m, 24q.
Ano: 1985
Duração: 14min.
Local: Porto Alegre/RS – Brasil
Ficha técnica
Direção: Sérgio Amon e Roberto Henkin
Direção de fotografia: Roberto Henkin
Elenco: Pedro Wayne; Denise Liége; Gilberto Gawronski; Marco Antônio Sório; Java Bonamigo
Dublado: Werner Schünemann; Luciene Adami; Sérgio Lulkin; Pedro Santos; e Carlos Cunha Filho.
Produção: Casa de Cinema de Porto Alegre
Direção de produção: Gilberto Braum
Prêmio
- Menção honrosa no Festival Super-8 do Festival do Cinema Brasileiro de Gramado, 13, 1985, RS.


Filme: Dama da Noite
Sinopse: Dama da Noite é um filme que comemora a convivência das diferenças. Sexo, Solidão, AIDS, Discriminação. Grandes questões que na voz da Dama da Noite - uma personagem pansexual que mistura em doses desequilibradas consciência política com extravagância poética - adquirem ineditismo diante uma plateia desvairada e sedenta por muita alegria e alguma ideologia.
Gênero: Documentário
Formato: 16mm/ Cor: Colorido
Duração: 21 min    
Ano: 1987     
Direção: Sandra Werneck
Produção: Silvio Da-rin
Fotografia: Walter Carvalho
Roteiro: Eliana Dutra, Sandra Werneck
Edição: Aida Marques
Trilha original: David Tygel
Elenco: Ana Beatriz Nogueira, David Pinheiro, Kate Lira, Maria Alves.
Prêmios
- Melhor Ator no Cine Ceará em 2000.
- Melhor Ator no Festival de Cinema e Vídeo de Curitiba em 2000.
- Melhor Ator no Festival de Vitória em 1999.
- Melhor direção no Cine Ceará em 2000.
- Melhor Filme no Festival Mix Brasil em 1999.
- Melhor Interpretação no Festival de Vídeo e Cinema de Cuiabá em 1999.
- Melhor Interpretação no Jornada Internacional de Cinema da Bahia em 1999.
- Melhor Montagem no Festival de Vitória em 1999.


Filme: Romance
Sinopse: O intelectual revolucionário, sofisticado anarquista Antônio César, está morto. Deixa um livro desaparecido, dúvidas quanto às condições de sua morte e depoimentos gravados em videocassete, em que desafia afrontas sagazes contra as torpes formas de poder, mesclando a sexualidade ao discurso político. Deixa também dois amigos. Fernanda ao tentar incorporar seu discurso à existência, enlouquece. André, com quem morava e mantinha um romance, descobre que está com o vírus da Aids e cai em profunda solidão. Resta a jornalista e admiradora Maria Regina, que enfrenta, até certo ponto, as forças constituídas e corruptas, na tentativa de resgatar sua obra e memória..
Longa-metragem/ ficção - Drama
Formato: 35mm, cor
Ano: 1988
Duração: 103 min.
Ficha Técnica
Direção: Sérgio Bianchi
Roteiro: Fernando Coni Campos, Mário Carneiro, Caio Fernando Abreu, Cristina Santeiro, Cláudia Maradei, Suzana Semedo.
Fotografia: Marcelo Coutinho
Montagem: Marília Alvim
Trilha Sonora: Grupo Chance
Elenco: Rodrigo Santiago, Imara Reis, Isa Kopelman, Hugo Della Santa, Cristina Mutarelli, Sérgio Mamberti, Beatriz Segall, Maria Alice Vergueiro, Elke Maravilha, Ruth Escobar, Emílio di Biasi, Cláudio Mamberti, José Rubens Cachá.
Prêmios
- Eleito um dos 10 melhores filmes de 1988 pelo O Estado de São Paulo e pela Associação de Críticos do Rio de Janeiro;
- Melhor Longa-Metragem "ex-aequo" no 5º Festival Internazionale di Film com Tematiche Omosessuali, Turim, 1990;
- Melhor Direção, Melhor Atriz (Imara Reis) e Melhor Atriz Coadjuvante (Isa Kopelman), 21º Festival de Cinema de Brasília, 1988;
- Troféu Gralha Azul, Melhor Filme do Ano, Federação Paranaense de Cineclubes, 1988.


Filme: Morangos mofados
Sinopse: Baseado no livro ´Morangos Mofados', de Caio de Fernando Abreu, no conto ´Pela passagem de uma grande dor.
Curta-metragem/ ficção
Formato: 35mm, cor
Ano: 1988
Duração: 10 min.
Rio de Janeiro/RJ - Brasil
Ficha Técnica
Direção e Produção executiva: Rubem Corveto
Elenco: Mariana De Moraes, Breno Moroni, Fabio Andre, Sergio Azeredo
Roteiro e Assistência de direção: Alita Sá Rego
Fotografia: Roberto Machado
Produção e Operador de Câmera: Ramon Alvarado
Edição de Som: Monica Segreto
Música: Ronaldo Tapajos
Montagem: Roberto Machado
Figurino: Vilma Lobo
Produtora: Corisco Filmes
Prêmio
- ConCine 1988.


Filme: Dama da Noite
Sinopse: Dama da noite é um filme que comemora a convivência das diferenças. Sexo, solidão, Aids, discriminação. Grandes questões neste final de século na voz da Dama da Noite: uma personagem Pan-Sexual que mistura em doses desequilibradas, consciência política com extravagância poética, adquirem indetismo diante de uma platéia desvairada e sedenta por muita alegria e alguma ideologia.
Curta-metragem.
Formato: 35mm, cor.
Duração: 15min.
Ano: 1999
Local: Rio de Janeiro/Brasil
Direção: Mário Dinamite
Elenco: Gilberto Gawronski, André Mattos, Alexandre Barbalho e Priscila Prado


Filme: Sargento Garcia
Curta-metragem.
Formato/ cor: 35mm, cor.
Duração: 15min.
Ano: 2000
Local: Porto Alegre/Brasil
Direção e Roteiro: Tutti Gregiannin
Elenco: Marcos Breda, Gedson Castro e Antonio Carlos Falcão


Filme: Onde andará Dulce Veiga?
Sinopse: roteiro baseado no livro homônimo de Caio Fernando Abreu. Nos anos de 1980, um jornalista decide descobrir o paradeiro de Dulce Veiga, uma atriz e cantora que desapareceu misteriosamente nos anos 1960. O que ele não sabe é o quanto terá que descobrir sobre si mesmo antes de encontrá-la. Nesta busca, atravessa o Brasil, do Rio de Janeiro à Floresta Amazônica, e fica cada vez mais obcecado pela personalidade intrigante da filha de Dulce, uma famosa roqueira lésbica.
Longa-metragem/Drama, suspense
Formato: 35mm, cor
Ano: 2007
Duração: 135 min.
Brasil / Chile
Ficha técnica
Direção, Roteiro e Montagem: Guilherme de Almeida Prado
Produção: Assunção Hernandes
Elenco: Carolina Dieckmann, Eriberto Leão, Maitê Proença, Christiane Torloni, Carmo Della Vechia, Cacá Rosset, Oscar Magrini, Julia Lemmertz, Imara Reis, Matilde Mastrangi, Nuno Leal Maia, Maíra Chasseroux
Fotografia: Adrian Teijido
Som Direto: Sílvio Da-Rin
Produtor Executivo: Fernando Andrade
Produção de Lançamento: Rafael Franco
Diretor de Produção: Farid Tavares
Diretor de Arte: Luís Rossi
Efeitos Especiais: Marcelo Siqueira,
ABC Figurinista: Fábio Namatame
Cenografia: Heron Medeiros
Trilha Sonora: Hermelino Neder e Newton Carneiro
Produção de Elenco: Vivian Golombek e Renata Kalman
Produção: Star / Raiz
Distribuição: Califórnia Filmes.


Filme: Aqueles dois
Sinopse: A honesta e inesperada relação entre dois colegas de trabalho. Baseado no conto de Caio Fernando Abreu.
Formato: DVD, cor.
Ano: 2007
Duração 24,5 min.
Direção, Roteiro, Produção, Edição de Som e Montagem: Daniel Weber
Fotografia e Câmera: Felipe Chiaramonte
Técnico de Som: Marcelo Barillari
Direção de Arte: Natália Milano
Música: Sean Mugan
Elenco: Cássio Junqueira; Cássio Inácio; Hugo Villavicenzio.
Escola: Cinema – FAAP


Filme: Linda, um filme horrível
Sinopse: baseado em Caio Fernando Abreu. Depois de alguns anos, um homem reencontra sua mãe. Há saudades, segredos, dúvidas e certezas.
Ano: 2007
Formato: MiniDV, cor.
Ano: 2007
Duração: 14min.
Ficha técnica
Direção e Roteiro: Elisa Treuherz
Produção: Juliana Cunha
Fotografia e Câmera: Carolina Krebs
Técnico de Som: João Pedro Kowacs Castro
Edição de Som: FERNANDO BASSO
Montagem: Carolina Krebs e Gabriela Benedet Ramos
Direção de Arte: Alessandra Villela
Elenco: Paulo Adriane e Lourdes Kauffman
Escola: Produção Audiovisual - Cinema e Vídeo – PUC/RS


Filme: Mulher biônica
Sinopse: Um dia e duas lembranças da vida de Marta. Baseado no conto Creme de Alface, de Caio Fernando Abreu.
Curta-metragem, ficção/drama
Formato: 35mm, cor.
Ano: 2008
Duração: 19 min.
Fortaleza/CE - Brasil
Ficha técnica
Diretor, produtor e roteiro: Armando Praça
Elenco: Ana Cristina Viana, Ceronha Pontes, Chistianne Góis, Danilo Pinho, Fabíola Liper, Juliana Carvalho, Monique Cardoso, Tatiana Amorim, Túlio Furtado
Fotografia: Heloísa Passos
Direção de Arte: Diogo Costa
Som: Danilo Carvalho
Edição de som: Érico Paiva (Sapão)
Figurino: Tarsila Furtado
Direção de produção: Valéria Cordeiro
Produção Executiva: Armando Praça, Valéria Cordeiro
Direção de Fotografia: Heloísa Passos
Montagem: Ivo Lopes Araújo
Realização: Drama Produções Artísticas


Filme: Na terra do coração
Sinopse: O curta é uma adaptação livre do conto Na Terra do Coração, do escritor Caio Fernando Abreu.
Curta-metragem/ficção
Ano: 2008
Duração: 6 min.
Roteiro, produção e direção: Caroline Quintas e Renata Monteiro
Elenco: Jullie Harten e Henrique Vieira
O filme foi feito como atividade de extensão da disciplina de Produção Audiovisual II - da Universidade Católica/PE.
Edição: equipe de audiovisual da graduação de Publicidade e Propaganda da Católica/PE. [Os ex-alunos concluíram a graduação no fim de 2008].
Estreia e exibição: CinePe/2009.


Filme: Diálogos
Sinopse: Diálogo é um filme sobre relacionamento humano, independentemente de suas possíveis configurações – no caso, um relacionamento entre dois homens –, e sugere uma espécie de antítese ao próprio título ao buscar o silêncio para provocar a reflexão e propor a discussão sobre a importância da comunicação nos relacionamentos humanos. Numa homenagem declarada ao escritor Caio Fernando Abreu, que inspirou todo o processo, o filme foi realizado a partir de improvisações e laboratórios com os atores Allan Souza Lima e Diogo Salles. Ao aceitar o desafio, eles mergulharam em reflexões sobre relacionamentos.
Formato: HDV/ cor.
Duração: 19min.
Ano: 2010
Direção: Danon Lacerda
Fotografia: Marcelo Paternoster
Elenco: Allan Souza Lima e Diogo Salles.
Arte: Karin Carraso.
Montagem e Finalização: Daniel Correia.
Edição de Som e Desenho Sonoro: Rumori
Figurinos: Jerry Gilli e Manu Coutinho
Roteiro: Arménio Filho e Dannon Lacerda
Trilha Musical Original: Felipe Storino
Som Direto: Raquel Lazaro
Assistente de direção: J. Girdwood
Assistente de câmera: Márcio Bertoni
Maquiagem: Aline Mazzarella
Som Direto: Raquel Lazaro
Apoio de Set: Penha Lopes
Design Gráfico: Giselle Macedo
Divulgação: Roberto Lúcio
Fotos/Divulgação: Silvio Batistela
Produção: Ludmila Teixeira
Realização: Cabaré Filmes
- Prêmio Coelho de Prata na versão carioca do Festival Mix Brasil.
Blog do: Filme Dialogo 


Filme: Retratos
Sinopse: Um homem solitário encontra um desenhista de rua que lhe propõem fazer sete retratos. Ele só não sabia o quanto sua vida mudaria a cada novo desenho. Adaptado do conto homônimo de Caio Fernando Abreu.
Ano: 2010
Duração: 20min.
Curta-metragem
Roteiro e direção: Bia Lelles
Direção de Fotografia: Fernando Macaco e Leandro Marcondelli
Edição: Fernando Macaco
Elenco: Jef Telles e Gerrah Tenfuss.
** Disponível no link


Filme: Sete Ondas Verdes Espumantes
O Estado das Coisas
Sinopse: Santiago, Amsterdã, Berlim, Paris, Londres, Porto Alegre, São Paulo. As cidades que testemunharam a vida breve do poeta, dramaturgo e escritor Caio Fernando Abreu (1948-1996) são revisitadas e recobertas agora de fragmentos de suas obras e lembranças de seus amigos, como Maria Adelaide Amaral e Adriana Calcanhotto.
Longa-metragem/Documentário
Formato: HD Cam, cor
Ano: 2013
Duração: 74 min.
Local: Porto Alegre/RS - Brasil
Ficha técnica
Direção: Bruno Polidoro e Cacá Nazário
Roteiro: Bruno Polidoro, Cacá Nazário e Tatiana Nequete
Direção de fotografia e operador de câmera: Bruno Polidoro, Lívia Santos, Luciana Baseggio, Roberta Sant'anna
Montagem: Tatiana Nequete
Música: Haroldo Paraguassu, Jorginho do Trompete
Editor de som: Gabriela Brevian
Produtor e Produtor executivo: Jéssica Luz
Realização: Besouro Filmes
Site da Produtora: Besouro Filmes 


Filme: Linda, uma história horrível
Sinopse: Baseado no conto de Caio Fernando Abreu. Com uma mala em punho, um filho já adulto chega para visitar sua idosa mãe. A casa continua a mesma, porém degradada pelo tempo, degradação essa que se estende ao corpo da velha senhora. A mãe vive só acompanhada apenas de uma cadela, igualmente combalida pela idade, chamada Linda. Filho e mãe conversam, e nas entrelinhas de seu diálogo superficialmente banal descobrimos uma série de fatores que o filho se esquiva de revelar e que a mãe prefere não conhecer
Curta-metragem/ficção
Formato: 35mm, cor
Ano: 2013 (em finalização)
Duração: 20 min.
Local: Porto Alegre/RS - Brasil
Ficha técnica
Direção e roteiro: Bruno Gularte Barreto
Realização: Besouro Filmes
Site da Produtora: Besouro Filmes 


"Amanhã à meia-noite volto a nascer. Você também. Que seja suave, perfumado nosso parto entre ervas na manjedoura. Que sejamos doces com nossa mãe Gaia, que anda morrendo de morte matada por nós. Façamos um brinde a todas as coisas que o Senhor pôs na Terra para nosso deleite e terror. Brindemos à Vida - talvez seja esse o nome daquele cara, e não o que você imaginou. Embora sejam iguais. Sinônimos, indissociáveis. Feliz, feliz Natal. Merecemos."
- Caio Fernando Abreu, em "Pequenas Epifanias". Rio de Janeiro: Agir, 2006, p. 201.

Caio F. na comemoração do seu aniversário (...), na redação do jornal
O Estado de São Paulo com seus colegas - Foto: (...)
TELEVISÃO
Título/Episódio: A visita
 [Série Escritores Gaúchos]
Sinopse: o episódio é baseado na obra de Caio Fernando Abreu, reúne temas de contos do livro os dragões não conhecem o paraíso. a visita, dirigido pro Gilberto perin, é baseado na obra do escritor nascido em Santiago (RS). o especial foi livremente adaptado por Angel Palomero, a partir de sete contos de Caio Fernando Abreu. Caio F. como gostava de assinar-se mergulha fundo no lado mais obscuro do ser humano. conforme a escritora Tânia Carvalhal, há em sua obra a dimensão do universal mesmo quando ele explora o rés-do-chão do cotidiano, real e rotineiro. esse cotidiano se traduz em a visita no retorno de um homem a sua cidade de origem e o encontro dele com sua mãe. ela está velha, ele começa a envelhecer e está doente. mãe e filho tentam se reconstruir através da memória afetiva, das recordações de outros tempos. uma relação deste homem, na adolescência, com uma menina e com um primo trazem à tona afetos e uma sexualidade não resolvida, completamente. o homem também vem rever amigos, saber de outros que desapareceram e se vê mergulhando numa situação que pode ser delírio, sonho ou até a realidade.
Curta-metragem
Ano: 2007
Ficha técnica
Direção: Gilberto Perin
Elenco: Marcos Verza, Sandra Dani, Larissa Maciel, Antonio Carlos Falcão, Dedy Ricardo, Fábio Rangel, Naiara Harry, Pedro Tergolina, Bruno Weigert, Vitória Golin e Maurício de Paula.
Roteiro: Angel Palomero
Fotografia: Pablo Chasseraux
Arte: Bernardo Zortéa
Figurino: Coca Serpa
Som: Cristiano Scherer
Montagem: Alfredo Barros
Música original: Jean Presser
Produção: Beto Picasso
Coordenação de produção: Zanza Pereira.
Produção e realização: RBS TV


"Nostálgio – Ilusão. Para continuar existindo, isso é tudo que o ser humano necessita. Humano? Quero dizer, esse escombro que restou, e que só por falta de outra palavra ainda insistimos em chamar de “humano”. Tão insensato, tão irracional na sua fantasia desenfreada que chega a inventar nomes próprios e lugares geográficos imaginários para a própria ilusão. Nomes mágicos, sonoros, cheios de sugestões que incendeiam a mente dos pobres coitados. Shangri-Lá, Eldorado, Atlântida, o Jardim das Hespérides, Lemúria. Mu, Getsemâni, Rosebud, Pasárgada. (Recitando Manuel Bandeira.) “E quando estiver cansado / Mando chamar a mãe d’água / Pra me contar as histórias / Que no tempo de eu menino / Rosa vinha me contar.” Utopias, continentes perdidos, terras do eterno prazer. Paraísos obsessivos, úteros perdidos a serem recuperados de alguma forma, mesmo que apenas na fantasia. Na mente, no sonho. Essas coisas em que não se pode jamais tocar, e que têm apenas um nome. Ilusão, eu já dizia cá com os meus botões, ilusão é tudo que o humano, esse escombro patético – necessita para continuar existindo. (Sai.)"
- Caio Fernando Abreu, extraído do livro "Teatro Completo", (Organização Marcos Breda e Luiz Arthur Nunes). Editora: Agir, 1997.


"Caio sempre foi extremamente perfeccionista com sua obra. Revisou quase todos os seus escritos, pouco antes de sua partida. Inclusive alguns textos inéditos, engavetados, reunidos no livro Ovelhas negras. Ele mesmo dizia: ‘Não quero que abram meu baú, após minha morte, e publiquem porcarias.’ Caio antecipou-se, revisando e lapidando seus
guardados, publicando-os e, posteriormente, dando fim ao escritos que – segundo sua opinião
– não tinham valor literário.
Eu e Luis Artur Nunes partimos para uma busca paciente e minuciosa e, ao cabo de alguns meses, conseguimos reunir e organizar toda a sua dramaturgia. É um livro destinado aos inúmeros apreciadores da obra de Caio e, principalmente, um livro para os amantes de teatro. De ótimo teatro, bem entendido.“
- Marcos Breda, "contracapa" do livro “Teatro Completo - Caio Fernando Abreu”, (Organização Marcos Breda e Luiz Arthur Nunes). Editora: Agir, 1997.


Marcos Breda e Caio F. - Foto: (...)

TEATRO
Peça: Sarau das nove às onze
Texto: Caio Fernando Abreu e Luiz Arthur Nunes
Ano: 1976
Local: Porto Alegre/RS - Teatro de Câmara
Direção: Luiz Arthur Nunes
Grupo de Teatro Província


Peça: A Comunidade do Arco-Íris
Ano: 1979
Local: Porto Alegre/RS - Teatro Renascença
Direção: Suzana Saldanha


Peça: Pode Ser que Seja só o Leiteiro lá Fora
Ano: 1983
Local: Porto Alegre/RS
Ficha técnica
Texto: Caio Fernando Abreu
Direção: Luciano Alabarse
Elenco: Gilberto Gawronski (Baby), Mauro Soares (Alice Cooper), Ivan Mattos (Leo), Eliane "Gorda" Steinmetz (Rosinha), Clélia Admar (Mona e Carlinha Baixo Astral), Haroldo Aro (João) e Java Bonamigo (Angel).
Trilha sonora: Meredith Monk


Peça: Morangos Mofados
Ano: 1983
Local: São Paulo, Centro Cultural
Direção: Paulo Yutaka


Peça: Reunião de Família
Adaptação do romance de Lya Luft, por Caio Fernando Abreu.
Ano: 1984
Local: Porto Alegre/RS, Teatro Clube de Cultura.
Ficha técnica
Direção: Luciano Alarbase


Peça: Morangos Mofados
Ano: 1985
Local: Porto Alegre/RS, Teatro Clube de Cultura.
Direção: Luciano Alabarse


Peça: Maldição do Vale Negro
Texto: Caio Fernando Abreu e Luiz Arthur Nunes
Ano: 1986
Local: Porto Alegre/RS, Teatro do Clube de Cultura e Teatro São Pedro.
Ficha técnica
Direção: Luiz Arthur Nunes


Peça: Maldição do Vale Negro
Texto: Caio Fernando Abreu e Luiz Arthur Nunes
Ano: 1988
Local: Porto Alegre/RS
Ficha técnica
Direção: Luiz Arthur Nunes


Peça: Dama da Noite (Belle de Nuit)
Ano: 1989
Ficha técnica
Texto: Caio Fernando Abreu
Direção: Gilberto Gawronski
Prêmio
- Sharp de melhor direção em 1998


Peça: Uma história de borboletas
Ano: 1990
Local: Rio de Janeiro/RJ, Mercado das Artes
Ficha técnica
Texto: Caio Fernando Abreu
Direção: Gilberto Gawronski
Elenco: Ricardo Blat e Gilberto Gawronski
Prêmio
- Prêmio Shell de melhor ator, para Ricardo Blat


Peça: Solo Mio
Texto: Caio Fernando Abreu e Murilo Rubião
Ano: 1992
Direção: Eliana Fonseca
Elenco: Elias Andreato (...)


Peça: Zona contaminada
Ano: 1993
Rio de Janeiro/RJ, Kitinette
Direção: Gilberto Gawronski


Peça: À Beira do Mar Aberto
Ano: 1995
Local: Rio de Janeiro/RJ, Casa Lauro Alvim
Ficha técnica
Texto: Caio Fernando Abreu
Direção: Gilberto Gawronski


Peça: O Homem e a Mancha
Texto: Caio Fernando Abreu
Ano: 1997
Local: Rio de Janeiro/RJ
Ficha técnica
Direção: Luiz Arthur Nunes


Peça: Do Outro Lado da Tarde
Texto: a partir de dois contos de Caio Fernando Abreu.
Ano: 1998
Local: Rio de Janeiro/RJ
Ficha técnica
Texto: Caio Fernando Abreu
Direção: Gilberto Gawronski


Peça: B - Encontros com Caio Fernando Abreu
Ano:
Local: São Paulo/SP, Teatro Popular do SESI.
Direção: Francisco Medeiros
Elenco: Alex Gruli ...


Peça: Maldição do Vale Negro
Texto: Caio Fernando Abreu e Luiz Arthur Nunes
Ano: 2004
Local: Porto Alegre/RS
Ficha técnica
Direção: Luiz Arthur Nunes


Peça: Sobre o amor e a amizade
Texto de Caio Fernando Abreu
Ano: 2002
Local: São Paulo/SP
Ficha técnica
Direção: William Pereira


Peça: Holocausto
Texto: baseado na história homônima de Caio Fernando Abreu
Ano: 2006
Ficha técnica
Realização: Cia dos Outros


Peça: Pode Ser Que Seja Só o Leitero Lá Fora
(nos dez anos de morte de Caio Fernando Abreu)
Ano: 2006
Local: Rio de janeiro/RJ
Ficha técnica
Direção: Gilberto Gawronski


Peça: Zona Contaminada
Texto de Caio Fernando Abreu
Ano: 2006/2007
Local: Porto Alegre/RS, Teatro do Sesc.
Ficha técnica
Direção: Fernando Kike Barbosa e Sérgio Etchichury
Elenco: Daniel Terra, Duda Cardoso, Loivo de Castro, Luciana Gransotto, Rodrigo Shalako e Talita Corrêa.
Trilha sonora original: Paulo Arenhart


Peça: Zona Contaminada
Texto de Caio Fernando Abreu
Ano: 2007
Local: Salvador/BA
Ficha técnica
Direção: Antonio Marques


Peça: A Maldição do Vale Negro
Texto de Luiz Arthur Nunes e Caio Fernando Abreu
Ano: 2007
Local: Uberlândia/MG, Festival da Associação de Teatro de Uberlândia no Teatro Rondon Pacheco.
Direção e Cenografia: Paulo Merisio
Realização: Trupe de Truões
Elenco: Getúlio Góis, Amanda Alves, Ricardo Oliveira, Maria De Maria Quialheiro, Juliana Nazar, Marcelo Briotto.
Ator convidado: Alysson Assis.
Figurinos: Getúlio Góis, Marcelo Briotto e Alysson Assis
Iluminação: Marcos Prado
Sonoplastia: Paulo Merisio e Getúlio Góis
Direção de produção: Maria de Maria Quialheiro e Juliana Nazar


Peça: Lixo e Purpurina
Texto de Caio Fernando Abreu
Sinopse: A peça é uma coletânea de dois textos de Caio Fernando (Anotações Sobre o Amor Urbano e o conto homônimo ao espetáculo) e relata as aventuras de um rapaz auto-exilado na Inglaterra dos anos19 70. Com dificuldade financeira, mas vivendo a efervescência cultural da época, ele vive em constante transformação emocional, do deslumbramento e euforia pelo novo, à solidão e depressão por estar longe da família, dos amigos e do país, que naquele momento estava na mais obscura e violenta ditadura  militar.
Ano: 2011
Local: São Paulo/SP, Espaço Cênico do SESC Pompeia
Ficha técnica
Adaptação e Dramaturgia: Kiko Rieser
Direção: Chico Ribas
Elenco: Davi Kinski
Assistente de Direção: Rodrigo Ferraz
Iluminação: Roberto Bueno Mendes
Trilha Sonora: Chico Ribas
Figurino: Rafael Caetano.
Cenário: David Cejkinski e Chico Ribas.
Cenotécnico: Albino Ribas
Fotografia: Raquel Espírito Santo.


Peça: Dama da noite
Texto: Caio Fernando Abreu – (Monólogo)
Ano: 2011
Local: Santos/SP, Espaço Teatro Aberto 
Ficha técnica
Direção: André Leahun
Cenografia e direção de arte: Daniela Bevervanso
Elenco: Luiz Fernando Almeida
Prêmio
- Premio Nacional de Teatro de Mogi das Cruzes
- citado entre os 10 melhores espetáculos do Estado de São Paulo na lista do crítico Rodolfo Lima (Mix Brasil). 


Peça: Pode ser que seja só o leiteiro lá fora
Ano: 2011
Local: Porto Alegre/RS
Ficha técnica
Texto: Caio Fernando Abreu
Direção: Eduardo Kramer
Elenco: Andryos Montanari (Alice Cooper), Diego Dornelles (Leo), Maiquel Klein (Babe), Moni Lannes (Rosinha), Pingo Alabarce (Alejandro/Angel) e Rejane Meneghetti (Mona).
Figurinos: Ana Hoffmann
Maquiagem: Luana Zinn
Cenografia: O Grupo e Alexandre Moreira
Realização: Usina das Artes e Teatrofídico


Peça: A maldição do Vale Negro
Adaptação do texto de Caio F. Abreu e Luiz Arthur Nunes.
Ano: 2012
Local: Rio Grande do Sul
Ficha técnica
Direção: Ângela Maria Genro
Elenco: Ilma Bernardi; Thaíse Fraga; Márcio Brasil; e Thiago Fiorenza
Realização: Dom de Semblantes Cia. Theatral (projeto Caio para todos)


Peça: Homens
Texto: baseada em obra do poeta Caio Fernando Abreu
Ano: 2012
Local: Rio de Janeiro/RJ, Teatro do Leblon, Sala Fernanda Montenegro.
Ficha técnica
Dramaturgia e Direção: Delson Antunes
Cenografia: Teca Fichinski
Direção de movimento: Ana Beviláqua
Trilha sonora: Pedro Veríssimo
Iluminação: Luiz Paulo Nenen
Figurino: Nello Marrese
Elenco, Danilo Sacramento, Thiago Chagas, Carlo Porto, Yuri Gofman, Igor Vogas, Vinícius Cristovão, Hilton Vasconcellos, e Iuri Saraiva.
Assessoria de imprensa: Ana Clara Machado
Direção de produção: Thiago Chagas
Supervisão de produção: Claudia Charmillot
Produção executiva: Gisa Gonsioroski


Peça: Amores Urbanos
Sinopse: O espetáculo é composto pela adaptação de três contos do autor gaúcho, que são ‘Os Sobreviventes’, ‘A Dama da Noite’ e ‘Caixinha de Música’. As três obras representam os três fragmentos, nos quais a peça teatral será dividida. Baseada nas obras do escritor Caio Fernando Abreu.
Ano: 2012
Local: Manuas/Brasil
Direção: Wallace Abreu
Realização: Grupo Beija-Fulô
Elenco: Eduardo Gomes e Tharcila Martins
Trilha sonora: Angela Ro Ro


Peça: Aqueles Dois
Sinopse: Da rotina de uma “repartição” – metáfora para qualquer ambiente inóspito e burocrático de trabalho, revela-se o desenvolvimento de laços de cumplicidade entre dois de seus novos funcionários, Raul e Saul. É que “num deserto de almas também desertas, uma alma especial reconhece de imediato a outra”. No entanto, essa relação acaba gerando incômodo nos demais colegas de profissão. O espetáculo Aqueles Dois foi criado a partir do conto homônimo do escritor gaúcho Caio Fernando Abreu (1948-1996).
Ano: 2012/ 2013
Ficha Técnica
Texto: Caio Fernando Abreu
Diretores/Criadores: Cláudio Dias, Marcelo Souza e Silva, Odilon Esteves, Rômulo Braga e Zé Walter Albinati
Concepção: Cia. Luna Lunera
Em cena: Cláudio Dias, Marcelo Souza e Silva, Odilon Esteves e Guilherme Théo
Atores stand-by: Fábio Dias, Frederico Bottrel, Rômulo Braga
Relator do Processo: Zé Walter Albinati
Workshop de Ações Vocais: Odilon Esteves
Workshop de Contato Improvisação: Cláudio Dias
Workshop de Voz e Arranjo Vocal: Zé Walter Albinati
Cenário e Figurino: Núcleo de criadores do espetáculo
Consultoria de Figurino: Carla Mendonça
Iluminação: Felipe Cosse e Juliano Coelho
Criação Gráfica: Frederico Bottrel
Produção: Cia. Luna Lunera
Prêmios
- 21º Prêmio Shell de teatro de SP (2009) - Melhor iluminação.
- 5º Prêmio Usiminas-Sinparc - Melhor Espetáculo, Melhor Direção (Cláudio Dias, José Walter Albinati, Marcelo Souza e Silva, Odilon Esteves e Rômulo Braga) e Melhor Ator (Rômulo Braga)
- 13º Prêmio Sesc-Sated - Melhor Espetáculo, Melhor Direção (Cláudio Dias, José Walter Albinati, Marcelo Souza e Silva, Odilon Esteves e Rômulo Braga).
Site Oficial da Cia


Peça: Os dragões não conhecem o paraíso
Sinopse: Adaptação do conto de Caio Fernando Abreu “Os dragões não conhecem o paraíso”, é o primeiro espetáculo assinado pela Companhia de Teatro Íntimo, que comemora 7 anos. Personagem embriagada de memórias, desencadeia pensamentos que temperam o ambiente de cheiros, cores, sabores e poesia, embalada na dança da quimera. Na pesquisa de uma linguagem teatral delicada, a cena se aproxima da plateia, revelando uma atmosfera intimista. A trilha sonora original é também elemento essencial, criada pelo baterista e produtor musical Pupillo, integrante da banda Nação Zumbi.
Ano: 2013
Local: Rio de Janeiro/Brasil
Ficha técnica
Texto: Caio Fernando Abreu
Adaptação: Fernanda Boechat e Renato Farias
Direção: Renato Farias
Elenco: Fernanda Boechat
Direção de arte: Melissa Paro
Produção de arte: Flávia Ribeiro e Thiago Mendonça
Figurino: Tânia Oliveira
Trilha sonora original: Pupillo
Imagens: Cafi
Iluminação: Paulo César Medeiros
Visagismo: Ton Hill
Preparação vocal: Jorge Luís Cardoso
Projeto gráfico: Sergio Campante
Produção gráfica: Marcus Handofsky
Fotos divulgação: Carol Beiriz
Produção assistente: Bellatrix
Realização: Companhia de Teatro Íntimo


Peça: Sem Ana, Blues
Texto: Caio Fernando Abreu
Ano: 2013
Direção: Renato Farias
Elenco: Jean Beppe
Adaptação: Renato Farias e Jean Beppe
Direção de Arte: Thiago Mendonça
Iluminação e assistente de direção: Rafael Sieg
Programação Visual: Tarcísio Lara Puiati
Produção: Monique Sobre
Realização: Grupo 4Pontas


Peça: Pode ser que seja só o leiteiro lá fora
Sinopse: O texto de Caio Fernando Abreu expõe a fragmentação das relações amorosas, o fim das utopias e a impossibilidade do amor. A peça também aborda temas como a solidão desenfreada, os vícios cotidianos, a homossexualidade, o misticismo, a religiosidade, além da relação dos personagens com as flores e com o HIV.
Ano: 2013
Local: São Paulo/SP
Direção: Néia Barbosa
Elenco: BrunnoSilotto, Carlos Rosis , Fábio da Luz , Igor Goldstein, Isa Takata , Miguel Giansante , Sebastian M. Kapelius, Tiê Higashi
Figurinos e Visagismo: Márcio Rodriguez
Cenografia: Viviane Simões
Sonoplastia: Pedro Bastos
Realização: Pró-reitoria de Cultura e Extensão Universitária da USP / Grupo de Teatro da Poli – GTP / Grêmio Politécnico


Peça: Os Sobreviventes
Sinopse: “Os Sobreviventes” é uma reavaliação, no presente, desse passado traumático e da morte dos sonhos daquele tempo. Não deixa de ser, segundo a direção, também uma forma de procurar compreender melhor o próprio presente e de procurar saídas para esse presente, já que suas expectativas de juventude fracassaram.
Ano: 2013
Local: Teresina/PI
Texto: Caio Fernando Abreu
Adaptação, Direção e Elenco: Kaio Rodrigues e Ronyere Ferreira


Peça: Mulheres de Caio
Baseado nos contos "O príncipe sapo", "Creme de alface", "Os sobreviventes" e "Dama da noite", de Caio Fernando Abreu.
Ano: 2013
Adaptação e Direção: Delson Antunes
Elenco: Bruna Spinola, Carol Fazu, Larissa Sarmento, Linn Jardim, Patrícia Elizardo, Paula Guimarães, Rhavine Chrispim e Vanessa Bueno (stand in).
Figurino: Teca Fichinski
Iluminação: Luiz Paulo Nennén
Direção musical: Gomus Coletivo
Direção de movimento: Ana Bevilaqua.


Peça: Os dragões conhecem o paraíso
Direção: Kalluh Araújo
Realização: Grupo Deu Pala


Peça: Pela noite
Realização: Trupe de Juiz de Fora
Local: Juiz de Fora/MG


“Como se, sabendo da proximidade da morte, tentasse provocar a vida.”
- Lygia Fagundes Telles, em “Doente buscava a vida cuidando de rosas”.
O Estado de São Paulo. São Paulo, 26 Fev. 1996.

  
DANÇA
Espetáculo: Rua das flores
Sinopse: O espetáculo Rua das Flores foi inspirado no conto "Réquiem por um fugitivo", de Caio Fernando Abreu, publicado no livro O ovo apunhalado. 
Ano: 2000
Direção: Tarcísio Ramos Homem
Elenco: Ana Virgínia Guimarães e Gabriela Christófaro

Cena de Rua das flores: obra transcrita pela dança

Espetáculo: Uma história de borboletas
O espetáculo adaptado do conto “Uma história de borboletas”, de Caio Fernando Abreu.
Ano: 2013
Local: Feira de Santana
Direção: Paula Lice
Elenco: dançarinos Lucas Valentime e Thulio Guzman
Realização: Núcleo Vagapara
Parceria: CAPS de Pojuca

 Exposição "Doces Memórias", na Usina do Gasômetro - POA/RS,
 em set. 2012. 
[Acervo Caio F./Delfos - PUC/RS]
EXPOSIÇÕES
:: Caio Fernando Abreu: O que ele escreveu. E o que escreveram deleExposição no Museu de Comunicação Social Hipólito José da Costa - Porto Alegre/RS, Março/Abril/e Maio de 2006.
:: Uma vida, uma obra. Exposição na Biblioteca Central da PUC/RS, Agosto/Setembro de 2011.
:: Doces memórias.  Exposição na Usina do Gasômetro - Porto Alegre/RS, Agosto/Setembro de 2012.


"[...] do ponto de vista histórico, a obra de Caio Fernando Abreu faz a ponte entre as instigações pop-contraculturais e “malditas” ou “marginais” dos anos 70 e a pasteurização juvenil e mística dos 90, passando pela disseminação (banalização?) nos 80 dos modelos baseados na literatura policial. Caio enfrentou tais fantasmas da única maneira que o artista competente e antenado com seu tempo pode fazer: incorporando-os e transcendendo-os em seu próprio texto. A formação pop-contracultural está em todos os seus livros."
- Ítalo Moriconi, “Introdução", in: "Caio Fernando Abreu: cartas" (org.), Italo Moriconi, 2002, p. 11.


CAIO FERNANDO ABREU ONLINE
Cartas – Caio Fernando Abreu. (organização Ítalo Moriconi).  Rio de Janeiro: Aeroplano, 2002. Disponível online. (acessado 3.8.2013).
Caio F. Abreu - Foto: (...)
Limite Branco. [Romance]. Rio de Janeiro: Agir Editora, 2007. Disponível online. (acessado 29.7.2013).
Mel e girassóis [contos]. (seleção de Regina Zilberman). Porto Alegre: Mercado Aberto, 1988. 136 p. Disponível online. (acessado 29.7.2013).
Melhores Contos de Caio Fernando Abreu (seleção e prefácio Marcelo Secron Bessa - com direção de Edla Van Steen). São Paulo: Global, 2006. Disponível online. (acessado 28.7.2013).
Teatro Completo.  (Org. Marcos Breda e Luiz Arthur Nunes). Editora: Agir, 1997. Disponível online. (acessado 29.7.2013).
Caio 3D: O essencial da década de 70. [Contos e Crônicas]. . (seleção de Valéria Sanalios e apresentação de Maria Adelaide Amaral). Editora: Agir, 2005, 285 p. Disponível online. (acessado 3.8.2013).


"Vai passar, tu sabes que vai passar. Talvez não amanhã, mas dentro de uma semana, um mês ou dois, quem sabe? O verão está aí, haverá sol quase todos os dias, e sempre resta essa coisa chamada 'impulso vital'. Pois esse impulso ás vezes cruel, porque não permite que nenhuma dor insista por muito tempo, te empurrará quem sabe para o sol, para o mar, para uma nova estrada qualquer e, de repente, no meio de uma frase ou de um movimento te surpreenderás pensando algo assim como 'estou contente outra vez'."
- Caio Fernando Abreu, fragmento de “Metâmeros”, em: Caio 3D: O essencial da década de 80.. (seleção de Valéria Sanalios e apresentação de Márcia Denser). Editora: Agir, 2005.



ACERVO CAIO F. ABREU
Cadernos com Manuscritos de Caio F. Abreu
- Foto: Exposição  
"Doces Memórias", na 
Usina do Gasômetro - POA/RS.
[Acervo Caio F./Delfos - PUC/RS]
O acervo de Caio Fernando Abreu está sob cuidados do DELFOS - Espaço de Documentação e Memória Cultural da PUC/RS.
Acervo: Os documentos que compõem o Acervo Caio Fernando Abreu pertenciam ao próprio Caio Fernando Abreu. Por ocasião do falecimento do escritor, sua família deu a posse desses documentos a Luciano Alabarse, grande amigo de Caio, o qual, por sua vez, repassou a PUC. O Acervo consta de originais dos textos publicados, cadernos, livros, cartas, artigos jornalísticos, teatro, memórias, fotos, objetos pessoais (por exemplo, as Frangas do seu livro infantil), livros de sua autoria e também de sua biblioteca pessoal, alguns troféus, convites para lançamentos de livros e espetáculos teatrais.
Gestor: Delfos - Espaço de Documentação e Memória Cultural da Pontifícia Universidade do Rio Grande do Sul (PUCRS).
Catalogo do Acervo – Disponível no link

Caio Fernando Abreu - Foto: (...)


"[...] Por trás da porta, vinha a música familiar. Não apenas familiar. Havia nela, ou na sensação estranha que me provocava, algo mais perturbador. Tentei ouvir melhor, não era exatamente aquilo, embora o que eu não identificava que fosse, e quase lembrava, também estivesse lá, dentro da música ou de mim. Dava saudade, desgosto. E outra coisa mais sombria, medo ou pena. Na minha cabeça cruzavam figuras desfocadas, fugidias como as de uma tevê mal sintonizada, com fundidas como se dois ou três projetores jogassem ao mesmo tempo imagens diversas sobre uma tela. Fusão, pensei: sentimento. E revi uma sala escura muito alta, luz do dia vedada pelas cortinas, um cinzeiro antigo em forma de caixinha redonda, desses que as mulheres dos filmes preto e branco dos anos 40 carregam nas bolsas, o fio de pérolas no colo alvo de uma mulher. Não fazia sentido [...]"
- Caio Fernando Abreu, em “Onde andará Dulce Veiga?: um romance B”, Editora Agir,, 1997, p.24.

Caio F. Abreu - Foto: (...)

ASSOCIAÇÃO DE  AMIGOS DO CAIO F. ABREU
A AACF - Associação de Amigos do Caio Fernando Abreu surgiu em 2010, com o Fórum da Cidade de Porto Alegre. O objetivo principal é preservar, organizar e divulgar a obra e biografia do escritor gaúcho. Leitores, amigos e familiares estão juntos para homenageá-lo em um grande projeto que dará direito às pessoas conhecerem um pouco mais sobre a vida e obra de CaioF.
Mais informações no Blog: Associação Amigos do Caio Fernando Abreu – AACF
Site Oficial do Autor: Caio Fernando Abreu
Redes Sociais
Caio Fernando Abreu - Foto: (...)

EDITORA
Nova Fronteira - Catalogo do escritor Caio Fernando Abreu
Coleção L&PM POCKET - livros de Caio Fernando Abreu 

"Minha vida está nos meus livros. Não há na minha história muitos fatos externos à obra que escrevi, porque o ponto de partida de tudo sempre foi pessoal demais."
- Caio Fernando Abreu


REFERÊNCIAS E OUTRAS FONTES DE PESQUISA
Caio F., em frente à casa em que 
morou na Rua Oscar Bittencourt,
 no bairro Menino Deus, em 
Porto Alegre/RS (1994) - 
Foto: Adriana Franciosi/ ZH 

** Fotos e imagens: Acervo pessoal; jornais e internet.

*** Colaboração Lara Souto Santana

© Direitos reservados ao autor/e ou ao seus herdeiros

© Pesquisa, seleção e organização: Elfi Kürten Fenske


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Trabalhos sobre o autor:
Caso, você tenha algum trabalho não citado e queira que ele seja incluído - exemplo: livro, tese, dissertação, ensaio, artigo - envie os dados para o nosso "e-mail de contato", para que possamos incluir as referências do seu trabalho nesta pagina. 

Como citar:
FENSKE, Elfi Kürten (pesquisa, seleção e organização). Caio Fernando Abreu - retratos da subjetividade e a pós-modernidade. Templo Cultural Delfos, agosto/2013. Disponível no link. (acessado em .../.../...).
____
Página atualizada em 20.1.2016.



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7 comentários:

  1. Gostaria de sugerir ainda duas publicações para a fortuna crítica:
    BARBOSA, Nelson Luís. “Depois daquela carta”:
    Ficção e autoficção em Caio Fernando Abreu. In: XI Congresso Internacional da ABRALIC Tessituras, Interações, Convergências. 13 a 17 de julho de 2008. Universidade de São Paulo (USP)– São Paulo, Brasil.
    BARBOSA, Nelson Luís. "Caio Fernando Abreu, um autor sem fronteiras". In: X Congresso Internacional da ABRALIC. Lugares dos Discursos. julho de 2006. Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ) - Rio de Janeiro, Brasil.

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    1. Olá,
      já incluímos as publicações sugeridas.
      Obrigada pela visita, abraços

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  2. Enviei um e-mail via "contato" sobre o post e até hoje não recebi resposta.
    Lamentável.

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    1. Elfi,
      Sem querer, meu comentário apareceu como "anônimo".
      Enviei mensagens pra vocês e até o momento não recebi resposta.
      Tenho algumas sugestões e correções para o post.
      Aguardo contato de vocês, caso estejam interessados.
      Grata.

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    2. Olá Lara! não recebemos nenhum email seu, por favor envie para (elfifenske@gmail.com) todos os emails são respondidos, tanto que algumas correções já foram feitas, a partir de msgs recebidas. abs, Elfi

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    3. Este comentário foi removido pelo autor.

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  3. GOSTEI MUITO NOVAS INFORMAÇÕES DO MEU GRANDE ÍDOLO OBG

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