Brasil: o universo do carnaval


Carnaval, Candido Portinari, 1956

"Samba mesmo é no passo curto, é drible de corpo, é 'no faz que vai, mas não vai', é no passo largo cheio de ginga, é no balançar dos braços, é no girar constante da cabeça, mostrando um sorriso contagiante, uma combinação improvisada de movimentos que ninguém do mundo consegue fazer igual ao brasileiro."
- Nei Lopes, em "O samba na realidade...".


O entrudo no Rio de Janeiro, Jean-Baptiste Debret, 1823
(Acervo Museu Chácara do Céu)
A história do carnaval no Brasil iniciou-se no período colonial. Uma das primeiras manifestações carnavalescas foi o entrudo, uma festa de origem portuguesa que na colônia era praticada pelos escravos. Depois surgiram os cordões e ranchos, as festas de salão, os corsos e as escolas de samba. Afoxés, frevos e maracatus também passaram a fazer parte da tradição cultural carnavalesca brasileira. Marchinhas, sambas e outros gêneros musicais também foram incorporados à maior manifestação cultural do Brasil.
As chamadas "tias" baianas tiveram um papel preponderante no cenário de surgimento do samba no Rio de Janeiro, no final do século XIX e início do XX. Além de transmissoras da cultura popular trazida da Bahia e sacerdotisas de cultos e ritos de tradição africana, eram grandes quituteiras e festeiras, reunindo em torno de si a comunidade que inundava de música e dança suas celebrações – as festas chegavam a durar dias seguidos. Nessa época, viviam Tia Amélia (mãe de Donga), Tia Prisciliana (mãe de João de Baiana), Tia Veridiana (mãe de Chico da Baiana) e Tia Mônica (mãe de Pendengo e Carmen do Xibuca). Mas a mais famosa de todas foi Tia Ciata, em cuja casa nasceu o samba.
Baiana, Candido Portinari,1932
Em 1935, o então prefeito do Rio, Pedro Ernesto, legalizou as escolas de samba e oficializou os desfiles de rua. Antes disso, sem horário nem percurso fixo, o indispensável era que os grupos passassem pela Praça Onze, pelas casas das “tias” baianas. Elas eram consideradas mães do samba e do carnaval dos pobres. A casa de Tia Ciata era parada obrigatória, pois era a mais famosa e muito respeitada pela comunidade. Até hoje, as tias são representadas e homenageadas nos desfiles, pela ala das baianas das escolas de samba.
:: Fonte: Brasil escola/e Antiga.acordacultura.
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Saiba mais:
:: CARNAVAL. Dicionário Cravo Albin da Música Popular Brasileira. Disponível no link. (acessado em 6.2.2015).
:: Escola de Samba Deixa FalarDisponível no link. (acessado em 19.2.215).
:: HISTORIA DO CARNAVAL (mundo). Brasil Escola. Disponível no link. (acessado em 11.2.2015).
:: HISTORIA DO CARNAVAL (Brasil). Liesa. Disponível no link. (acessado em 6.2.2015).
:: BIBLIOGRAFIA DO SAMBA. Música brasileira: o samba e os sambistas. Acesse AQUI!
:: BIBLIOGRAFIA SOBRE O FREVO. Frevo: música e dança pernambucana. Acesse AQUI!


Ó abre alas, Chiquinha Gonzaga (1899) - Banda da Casa Edison (1913)


MARCHINHAS DE CARNAVAL
Mais até do que o samba-enredo, a marcha é reconhecida como a música de carnaval no Brasil. No seu período áureo, que se estendeu dos anos 20 aos anos 60, ela foi a responsável por algumas das canções mais populares do país (até mesmo nas décadas seguintes), reunindo no seu time de compositores alguns dos mais importantes nomes da música popular. De Chiquinha Gonzaga (que escreveu para o cordão Rosa de Ouro em 1899 a marchinha inaugural, Ô Abre Alas, também a primeira música a ser feita especialmente para o carnaval) a Moraes Moreira (que fez com Fausto Nilo a Coisa Acesa, já na década de 80), passando por Noel Rosa, João de Barro, Ary Barroso, Lamartine Babo e Mário Lago, muitos foram os que se esmeraram ano após ano para serem os autores da música que o público passaria os quatro dias de folia cantando. 
Samba, por Lan
Com o compasso binário da marcha militar, andamento acelerado (mais ainda a partir da metade do século XX, por causa da influência das big bands de jazz), melodias simples e alegres (para grudar nos ouvidos com facilidade) e letras com boa dose de picardia (não raro valendo-se do duplo sentido), as marchinhas guardam um espírito tipicamente carioca, tendo funcionado muitas vezes como uma crônica musical da cidade. Até 1920, quando Sinhô chegou com O Pé de Anjo, boa parte das marchinhas era importada. Entre as mais notórias, as portuguesas Vassourinha, muito cantada no carnaval de 1912, e A Baratinha, de Mário São João Rebelo, sucesso em 1917. A produção nacional deslancharia com composições de Eduardo Souto (de Eu Quero É Beliscar, Goiabada, Só Teu Amor, Não Sei Dizê, Pai Adão), Freire Júnior (Ai, Amor) e Sinhô (Fala Baixo, Não Quero Mais, Sai da Raia). 

Época de ouro 
A marchinha reinou na música brasileira a partir da década de 30, nas vozes de Carmen Miranda, Almirante, Mário Reis, Dalva de Oliveira, Silvio Caldas, Jorge Veiga e Black-Out. Entre confete, lança-perfume e serpentina, eram eles quem entoavam as composições de João de Barro, o Braguinha (autor, junto com Alberto Ribeiro, de algumas das mais célebres marchinhas, como Chiquita Bacana, Yes! Nós Temos Bananas e Touradas em Madri), Noel Rosa (o poeta da Vila é co-autor de Pierrô Apaixonado), Ary Barroso (Eu Dei) e Lamartine Babo (Linda Morena). 
Na entrada dos anos 60, a popularização dos desfiles de carnaval marcou o início da ascensão do samba-enredo e o declínio da marchinha e dos blocos. José Roberto Kelly foi um dos últimos compositores que brilharam no gênero, com Cabeleira do Zezé e Mulata Iê-Iê-Iê. Após o AI-5, quando a censura se instalou de vez (nada contente com a malícia das letras), a marchinha passou a ser objeto de iniciativas isoladas, como as de Caetano Veloso (Samba, Suor e Cerveja) e Chico Buarque (O Boi Voador). Composição da dupla João de Barro-Alberto Ribeiro, lançada sem sucesso em 1937, Balancê tornou-se, em 1980, uma das músicas mais tocadas do ano, na voz de Gal Costa – e foi este o último suspiro da marchinha.
:: Fonte: CliqueMusic.

Patrimônio Imaterial
As marchinhas de carnaval são patrimônio imaterial do Rio de Janeiro. O Instituto Rio Patrimônio da Humanidade (IRPH). publicado, no Diário Oficial do Município da última sexta-feira (6.02.2015), decreto que reconhece o gênero musical como patrimônio da cidade por se tratar de uma manifestação tipicamente carioca, que se popularizou por todo o país. O reconhecimento destaca também o importante legado musical dos artistas que produzem as marchinhas e ajudam na construção da identidade do Rio de Janeiro.
As marchinhas são uma expressão musical que há anos anima o carnaval do Rio. Desde os primeiros ranchos, o mesmo ritmo, musicalidade e ironia estão presentes nos bailes e nas ruas da cidade.
A cidade do Rio de Janeiro conta com 56 bens imateriais chancelados pelo Município, como a Bossa Nova, as escolas de samba, os blocos carnavalescos Cordão da Bola Preta e Cacique de Ramos, a obra literária de Machado de Assis, o Centro Luiz Gonzaga de Tradições Nordestinas, os vendedores de mate e biscoitos de polvilho das praias cariocas, as festas de Iemanjá, diversos bares tradicionais da cidade, a tradicional procissão de São Sebastião e a Bênção dos Barbadinhos, entre outros.
Bens Imateriais: De acordo com a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), são considerados patrimônio imaterial práticas, representações, expressões, conhecimentos e técnicas que as comunidades, grupos e indivíduos reconhecem como parte integrante de seu patrimônio cultural.
:: Fonte: Instituto Rio Patrimônio da Humanidade (IRPH).
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Saiba mais:
:: CASTRO, Ruy. As marchinhas no carnaval carioca. in: Peregrina Cultural. Disponível no link. (acessado em 11.2.2015).
:: MARCHA CARNAVALESCA. Dicionário Cravo Albin da Música Popular Brasileira. Disponível no link. (acessado em 7.2.2015).
:: MARCHINHAS DE CARNAVAL. Samba-enredo. Disponível no link. (acessado em 7.2.2015).


Ô abre alas, música: Chiquinha Gonzaga (1899) - letra: J. Piedade e Jorge Faraj 
Interpretação: Dircinha e Linda Baptista


Marchinhas de Carnaval antigas (álbum completo)



ESCOLAS DE SAMBA
As escolas de samba nasceram entre as décadas de 20 e 30 e formaram-se com base nos Ranchos Carnavalescos, mas logo tomaram identidades próprias. As escolas de samba eram primitivas e rígidas e, ao longo do tempo, tornaram-se flexíveis, dando oportunidades para jovens e crianças.
A escola de samba tem a tranquilidade de ter entidades que as representam; nesse caso é preciso ter seus estatutos sociais registrados em cartório, possuir uma sede administrativa, quadra para ensaios, uma diretoria constituída, licença de funcionamento na polícia e ser filiada a uma dessas entidades representantes.
Desfile de Carnaval, Candido Portinari 1941
As escolas trabalham o ano inteiro para serem julgadas em uma única apresentação. Cerca de cinco mil desfilantes ensaiam nas quadras, sendo eles sambistas, passistas, mestre-sala, porta-bandeira, destaques, alas e também os participantes da orquestra e da bateria. Chegado o grande dia, tudo deve estar em perfeita ordem e harmonia. 
A apresentação segue a sequência a seguir:
• A comissão de frente cria uma certa expectativa no público por sua coreografia diferenciada e também em relação ao enredo da agremiação. É formada por, no máximo, quinze pessoas, podendo ser homens, mulheres e crianças;
• O carro abre-alas é onde tudo começa. É nele que a escola expõe seu símbolo destaque;
• As alas são grupos de mesma fantasia que ficam entre as alegorias. Nelas está o sambista que, até cruzar o fim da avenida, esbalda-se, podendo perder até dois quilos;
• As alegorias e adereços são partes importantes no desfile. Os carros alegóricos contam a maior parte do enredo. Nos chamados queijos ficam os destaques principais da agremiação;
• Os destaques desfilam isoladamente no chão ou nos carros alegóricos. Usam fantasias representando personagens do enredo;
• A ala das crianças é opcional e é formada, em média, por duzentas delas;
• O mestre-sala e a porta-bandeira levam o estandarte da escola usando fantasias luxuosas que podem pesar até quarenta quilos;
• A bateria, com cerca de 350 integrantes, é alinhada por instrumentos guiados pelo mestre. Os instrumentos usados são: tamborim, pandeiro, chocalho, reco-reco, tarol, agogô, cuíca, repinique, caixa de guerra e surdos de primeira, segunda e terceira marcação;
• Algumas escolas têm rainhas, princesas e madrinhas de bateria, que são mulheres bonitas escolhidas no meio artístico ou por concursos na comunidade;
• O intérprete oficial é responsável por cantar em média 65 vezes o samba-enredo durante o desfile. É acompanhado por cantores de apoio, mas ele é quem determina o andamento do samba;
• Os passistas são responsáveis por preencher os espaços deixados pelos bateristas. Sambam com muito charme e sensualidade;
• A ala das baianas é composta por senhoras, sendo algumas bem idosas que, apaixonadas por sua escola, sustentam o peso de, aproximadamente, quinze quilos em suas fantasias;
• A ala dos compositores é formada pelos poetas da escola que compõem os sambas até que um seja escolhido como oficial.
• A velha guarda encerra o espetáculo e é composta por integrantes que participaram da fundação da escola.
Durante a apresentação das escolas, os juízes julgam:
• A bateria, que deve estar perfeitamente entrosada;
• O samba-enredo, que deve ter a letra adequada ao enredo e melodia-samba;
• Os cantores e o intérprete, que devem estar em harmonia;
• As alas e destaques, que também devem permanecer coesos;
• O enredo, que deve estar claro durante a apresentação;
• O conjunto do desfile, que deve estar uniforme e harmonioso;
• As alegorias e adereços, que devem ser criativos e bem feitos;
• As fantasias, que devem estar adequadas ao enredo;
• A comissão de frente, que deve saudar o público e apresentar o enredo coordenamente;
• O mestre-sala e porta-bandeira, que devem estar em perfeito entrosamento e no ritmo do samba.
:: Fonte: Brasil Escola
Saiba mais:
:: Escolas de Samba - As campeãs através dos anos (Rio de Janeiro). Disponível no link. (acessado em 19.2.215).



SAMBA-ENREDO
O que é Samba-Enredo? 
O samba-enredo é um estilo musical derivado do samba e é usado nos desfiles das escolas. Esses hinos retratam algumas histórias, um passado de lutas, ou até mesmo de glórias. Os enredos falam sobre os ancestrais – alguns até homenageiam componentes notáveis, como: mestres de bateria, entidades religiosas, ícones da música, personagens históricos, entre outros.  
Carnaval, Di Cavalcanti, 1965.
Essas canções, hoje, são compostas pelas escolas de samba e apresentadas ao povo, como uma espécie de “fazer um samba do gosto popular”. Dessa forma, a comunidade participa ainda mais ativamente da preparação do espetáculo nas avenidas. Os sambas-enredo se iniciaram nos carnavais em 1930.
Nos anos que antecedem a década de 30, as escolas não eram responsáveis pela composição, mas sim, os grandes compositores da época. Antigamente, as músicas do carnaval eram conhecidas como marchinhas. Em 1899, foi criado um hino carnavalesco que marcou a história do evento. Salvo as recentes gerações, dificilmente, exista alguém que não conheça a marcha “Ô Abre Alas”, de Chiquinha Gonzaga.
A marcha foi feita para a escola Rosa de Ouro e marcou o carnaval do Rio de Janeiro. As marchinhas que fizeram sucesso, por um bom tempo nos carnavais, surgiram em Portugal. Lá, eram chamadas de marchas populares. Ainda hoje, é um costume dos lusitanos e acontecem no dia 12 de junho, desde o século XVIII e, atualmente, o casamento de Santo Antônio foi incorporado às marchas.
No Brasil, as marchinhas foram substituídas, aos poucos, pelo samba-enredo - uma vez que os compositores cobravam valores elevados por suas obras. Ora, personalidades como: a própria Chiquinha GonzagaNoel Rosa, Ary BarrosoBraguinhaLamartine Babo, entre outros, criavam as canções para as escolas. E muitos desses hinos foram cantados por Carmen MirandaEmilinha BorbaAlmirante e outros intérpretes. 
Desde então, as escolas decidiram organizar e compor os próprios hinos. Substituíram-se as marchinhas, que duraram até os anos 60, e entraram os enredos. O carnaval no Brasil cresceu, com ele, as disputas e o samba-enredo se tornou um dos critérios de avaliação nos desfiles.
Fonte: Samba-enredo.


Carnaval no Morro, Di Cavalcanti, 1963.

VELHA GUARDA
A Velha Guarda tem uma importância fundamental não somente para as Escolas de Samba, mas também para a cultura do samba como patrimônio de uma das mais tradicionais cultura genuinamente brasileira, que é o samba.
Entendo que a principal função de uma Velha Guarda é justamente manter viva as tradições, matriz fundamental que diferencia o carnaval brasileiro do restante dos carnavais que acontecem no mundo.
A Velha Guarda numa escola de samba é de extrema importância para o desenvolvimento da agremiação, uma vez que a Velha Guarda é a guardiã das tradições da escola, velando para que ela não perca a sua identidade. Ela faz parte do contexto da escola e é formada principalmente por seus fundadores e integrantes que se destacaram na agremiação como passistas, mestres salas, batuqueiros, etc., e soma-se a isso as nossas queridas Baianas que no inicio do século passado ajudaram a criar o samba no Brasil. 
:: Fonte: Butiquim do Dica.
Saiba mais:
:: Velha-Guarda da Mangueira.
:: Velha-Guarda da Portela.
:: Velha-Guarda de Bateria de Mangueira.
:: Velha-Guarda do Império Serrano.
:: Velha-Guarda do Salgueiro.
:: Velha-Guarda Musical Vila Isabel.


Documentário: Velha guarda da Portela, o mistério do samba
Sinopse: O cotidiano e as histórias da Velha Guarda da Portela, o grupo de veteranos artistas de uma das escolas de samba mais populares do Rio de Janeiro.
Ficha técnica
Ano/país: Brasil, 2008
Duração: 90 min.
Direção: Carolina Jabor, Lula Buarque de Hollanda
Produção: Conspiração Filmes

Velha guarda da Portela, o mistério do samba - 
Dir.: Carolina Jabor, Lula Buarque de Hollanda


Documentário: Velhas Guardas - os encontros
Sinopse: A partir da década de 80, compositores, antigos diretores e sambistas da velha guarda foram, aos poucos, sendo substituídos por uma geração que privilegiou o carnaval como negócio, criando uma verdadeira “indústria do carnaval”. Relegados a um segundo plano em suas escolas de samba, os representantes das velhas guardas organizaram uma Associação e em 1989 passaram a promover encontros aos domingos. Nesses encontros, mais de 80 grupos desfilam, confraternizam-se, trocam ideias e, juntos, conservam a tradição do samba do Rio de Janeiro. Velhas Guardas procura apresentar um panorama desse movimento através de entrevistas com seus principais personagens, entre eles Nelson Sargento, Dona Ivone Lara, Zuzuca, Baianinho, Noca da Portela e Monarco. Com ritmo e harmonia, os grandes nomes do samba carioca contam e cantam a história do surgimento das escolas de samba no Brasil.
Ficha Técnica
País/ano: Brasil, 2008
Duração: 70 min.
Produção Executiva: Aída Marques
Direção e Roteiro: Joatan Vilela Berbel
Assistente de Direção: Clarisse Vianna
Consultor: Alvaro Luiz Caetano
Direção de Fotografia: Antonio Luiz Mendes Soares
Montagem: Luiz Guimarães de Castro
Disponível no vímeo.

Velhas Guardas Encontros - Dir.: Joatan Berbel Vilela


Bahianas, Caninde, 2008

BAIANAS
Nada mais tradicional em uma escola de samba que sua ala das baianas. Obrigatória desde os primeiros desfiles, o rodopiar dessas velhas senhoras é sempre esperado pelo público na avenida. 
Carnaval — as baianas, Sergio Telles (s/data)
Os anos passam, o carnaval muda, mas a magia das baianas permanece. As baianas representam uma ligação entre o carnaval moderno e os tempos românticos, unindo a ingenuidade da Praça XI ao profissionalismo da Marquês de Sapucaí. São como um elo que estabelece a continuidade entre essas duas épocas, tão distantes e diferentes, provando que, apesar das transformações, o espetáculo é o mesmo.
Segundo Hiram Araújo, as baianas são originárias das "taieiras", mulatas trajadas de baianas, que formavam a guarda de honra do andor de Nossa Senhora do Rosário e na procissão de São Benedito, no Dia de Reis. Quando as escolas de samba surgiram, as baianas passaram a incorporar a nova manifestação.
A Bahia sempre foi o principal pólo difusor de cultura negra do Brasil. Negras idosas, geralmente africanas, utilizavam vestimentas rodadas com turbantes para vender doces típicos. Sabe-se que os migrantes vindos da Bahia exerceram grande influência no samba e na cultura negra, de uma maneira tal que fizeram-na fervilhar no início do século XX.
Nos primórdios das escolas, eram os homens que saíam de baianas. Isso era um fato natural, associado à falta de segurança e à violência que rondavam as manifestações carnavalescas populares. É importante lembrar que o nome de um dos blocos que originou a Portela chamava-se "Baianinhas de Oswaldo Cruz" e dele participavam, e desfilavam, nomes como Claudionor Marcelino, Ventura, Manuel Bam Bam Bam, João da Gente e outros.
Durante muito tempo, eram as próprias baianas que desenhavam suas fantasias, confeccionadas muitas vezes de pano de saco e cetim. Hoje, recebem cada vez mais atenção por parte dos carnavalescos, tornando-se um dos maiores segredos que as escolas levam para o desfile. Não são quesitos, mas são obrigatórias, sob a pena de perda de pontos.
Baianas, Nelson Sargento
Uma baiana não samba, sua evolução é diferente dos demais componentes. Sua movimentação é feita de rodopios, que podem ou não ser constantes. Não possuem posição específica dentro de um desfile, podendo aparecer em qualquer lugar, de acordo com o organograma preparado pela escola. Se as baianas acompanharam o desenvolvimento do carnaval, foi somente em 1960 que elas formaram uma ala própria, com as características de hoje, cabendo o pioneirismo à Estação Primeira de Mangueira.
Entre as primeiras baianas da Portela, destacamos Diva Caetano (esposa de Antônio Caetano), Margarida, Geralda, Hercília, Doralice (Dora), Jacira, Ninita, Vicentina, Albertina, Bernardina e Ira.
[...]
:: Fonte: PAVÃO, Fábio. Baianas - Breve Histórico. in: Portelaweb. Disponível no link. Acessado em 17.02.2015).

Bloco Carnavalesco, Candido Portinari, 1933


CARNAVAL DE RUA
Bloco de Carnaval em Ouro
Preto, Tobias Marcier, 1970
O Carnaval de rua é a maneira mais tradicional de aproveitar a folia e acontece em grande parte das cidades brasileiras. Blocos e bandas de carnaval se apresentam com seus hinos e marchinhas características nas capitais e no interior.

No Rio, alguns dos tradicionais blocos de rua são o Cordão da Bola Preta, o Suvaco de Cristo, Bafo da Onça e Cacique de Ramos. Outros exemplos são o Bloco da Lama em Paraty (RJ), com foliões que brincam lambuzados de lama e o Carnaval de São Luís do Paraitinga (SP), que preserva a competição anual de marchinhas.

Em Minas Gerais, o Carnaval de Diamantina (MG) se concentra nas ruas e becos do centro histórico da cidade. Um dos blocos que embala a folia é o Bloco Biri Biri. Ainda no estado mineiro, na cidade de Ouro Preto, o grupo estudantil universitário Bloco do Caixão agita as ladeiras da cidade.

Em Salvador são os blocos afros e afoxés, como Ilê Ayiê, Filhos de Gandhy, Olodum, Bankoma e o Muzenza, que resgatam a herança africana em seus adereços, cantorias e tambores. 
:: Fonte: Brasil/gov.


FREVO
:: Sobre o FREVO. Acesse AQUI!

Carnaval em Madureira, de Tarsila do Amaral, 1924
(Acervo Fundação José e Paulina Nemirovsky, São Paulo/SP)


ICONOGRAFIA DO CARNAVAL
Documentário: Pierre Verger carnaval Brasil - anos 40
Em 1984 , Pierre Verger - com apoio de Jose Antonio Barros Freire, Arlete Soares, Rina Angulo, Mimito Gomes e Jose Amancio - "descobriu o vídeo teipê ". 
Realizou na produtora Manduri (São Paulo) sua primeira experiência no Brasil com o vídeo: gravou em estúdio, suas fotos sobre o carnaval do Rio de Janeiro, Bahia e Pernambuco.
Duração: 10 min.


Pierre Verger carnaval Brasil - anos 40


Rio Antigo - 100 Anos de Carnaval (1912-2012)
Arquivo "100 Anos de Carnaval"
Realização: Cau Barata 
Ano: 2013
Parte I - abrange os anos de 1912 à 1929. As músicas de fundo, da primeira parte (crédito no final do vídeo), são todas da década de 30, do século XX, salvo a primeira, cuja letra consta ser do século XIX, de autoria de Chiquinha Gonzaga.
Parte II - abrange os anos de 1930 à 1939. As músicas de fundo, desta segunda parte (crédito no final do vídeo) - marchas de carnaval - foram todas lançadas entre 1930 e 1935. 
Parte III - abrange os anos de 1940 à 1949. As músicas de fundo, da terceira parte (crédito no final do vídeo), são todas da década de 40, do século XX. 
Disponível online: Parte I - Parte II - Parte III. (acessado em 8.2.2015).


O Grande Carnaval, Di Cavalcanti, 1953. 
[Acervo Banco Itaú S.A. - São Paulo, SP]


FILMOGRAFIA
Filme: Quando o carnaval chegar
Sinopse: Quando o carnaval chegar foi escrito e dirigido por Carlos Diegues em 1972, de um argumento de Carlos Diegues, Hugo Carvana e Chico Buarque.
Ficha técnica
País/ano: Brasil, 1972.
Duração: 99 min.
Direção: Cacá Diegues
Protagonizado por: Chico Buarque, Maria Bethânia e Nara Leão.



Quando o carnaval chegar - Dir.: Cacá Diegues


Documentário: Samba 
Sinopse: Um documentário sobre a dança do samba filmado com as/os passistas da Mangueira.
Ficha técnica
País/ano: Brasil, 2000
Direção: Theresa Jessouroun



Samba -  Dir.: Theresa Jessouroun 


Documentário: Lavapés, A resistência do Samba
Sinopse: A mais antiga Escola de Samba de São Paulo, a S.R.B.E. Lavapés, fundada em 1937, luta diariamente para voltar à elite do carnaval paulistano sem deixar de lado sua cultura e tradição. Lavapés -- A Resistência do Samba, retrata a força e o empenho de uma família, comandada por Rosemeire Marcondes, que batalha diariamente para manter uma agremiação sem nenhum apoio financeiro. O documentário resgata sambas-enredo da Escola e analisa a tradição e a industrialização do carnaval paulista.
Ficha técnica
País/ano: Brasil, 2012
Duração: 29 min.
Direção, roteiro e edição: Fabiano Cafure
Disponível no Vimeo: Lavapés.
Produtora: Canal Cubo.
Blog: Escola de Samba Lavapés.


Documentário; "Lavapés, A resistência do Samba".



BIBLIOGRAFIA SOBRE O CARNAVAL
SAMBA-ENREDO -  MEMÓRIA E FUNÇÃO SOCIAL - CADEIA PRODUTIVA E A ECONOMIA DO CARNAVAL 
AGOSTINHO, Zilmar Luiz dos Reis. Escolas de samba como lugares de resistência. In: XII Simpósio Nacional de Geografia Urbana, 2011, Belo Horizonte. Ciência e utopia: por uma Geografia do possível. Belo Horizonte, 2011. v. 1.
Baianas, Candido Portinari, 1956
AGOSTINHO, Zilmar Luiz dos Reis. O surgimento das escolas de samba no Rio de Janeiro sob uma perspectiva territorial. Continentes: Revista de Geografia da UFRRJ, v. 1, p. 93-112, 2014.
AGOSTINHO, Zilmar Luiz dos Reis. A roseira balançou: o surgimento dos Acadêmicos do Salgueiro no carnaval carioca. 1ª ed., Rio de Janeiro: Multifoco, 2014. v. 1. 268p.
AGOSTINHO, Zilmar Luiz dos Reis. Vamos balançar a roseira para ganhar o carnaval: o processo de institucionalização dos Acadêmicos do Salgueiro (1953-1961).. (Dissertação Mestrado em História Social). Universidade do Estado do Rio de Janeiro, UERJ, 2013.
AGUIAR, Maria Lívia de Sá Roriz. Homens Memória: A Velha Guarda e a guarda das tradições do samba carioca do Rio de Janeiro. (Dissertação Mestrado em Psicologia Social). Universidade do Estado do Rio de Janeiro, UERJ, 2013.
ALBIN, Ricardo Cravo. Escolas de samba. Textos escolhidos de cultura e arte popular, Rio de Janeiro, v. 6, n. 1, p, 249-259, 2009.
ALENCAR, Edigar de. O carnaval carioca através da música. Vol's. 2. Rio de Janeiro: Livraria Freitas Bastos, 1965.
ALMEIDA, Jorge da Paz. Campos, 50 anos de carnaval. Editora Promo, 1975; 2ª ed., Gráfica Lar Cristão, 1988.
ALMEIDA, Luiz Sávio de; CABRAL, Otávio; ARAÚJO, Zezito. O negro e a construção do carnaval no Nordeste. Maceió: Edufal, 2003.
ALMEIDA, Paula Cresciulo de. Um samba de várias notas: Estado, imprensa e carnaval no Rio de Janeiro (1932-1935).. (Dissertação Mestrado em História). Universidade Federal Fluminense, UFF, 2013.
ALMEIDA, Paula Cresciulo de. Carnaval carioca: festa nacional. In: VII Semana de História Política - Universidade Estadual do Rio de Janeiro, 2012, Rio de Janeiro. Anais UERJ 2012. Rio de Janeiro: Editora da Uerj, 2012. p. 1421-1429.
ALMEIDA, Paula Cresciulo de. A maior festa popular do mundo: o carnaval carioca nas páginas dos jornais (1932-1935). In: Jorge Ferreira. (Org.). O Rio de Janeiro nos Jornais. 1ª ed., Rio de Janeiro: 7 letras, 2014, v. 1, p. 35-53.
ALMEIDA, Paula Cresciulo de. O Carnaval de 1935: oficialização e legitimação do samba. (Monografia Graduação em História). Universidade Federal Fluminense, UFF, 2010.
ALVAREZ, Régia Barbosa. Meu samba em quatro tempos. (Dissertação Mestrado em Artes). Universidade Estadual de Campinas, UNICAMP, 2009.
ALVES, Arivaldo de Lima. O lúdico e o político no carnaval da Bahia. Tempo Presença, Rio de Janeiro, v. 306, p. 31-33, 1999.
ALVES, Diego Ramiro Araoz. Nostalgia e autenticidade: crônica carnavalesca e pensamento social brasileiro. (Tese Doutorado em Sociologia e Antropologia). Universidade Federal do Rio de Janeiro, UFRJ, 2012.
ALVES, Diego Ramiro Araoz. Entregue o samba a seus donos: imagens e significados de Bahia no Rio de Janeiro da belle époque. (Dissertação Mestrado em Sociologia e Antropologia). Universidade Federal do Rio de Janeiro, UFRJ, 2006.
ALVES, Diego Ramiro Araoz. Três bons verbos para treze carnavais. Revista Enfoques (Rio de Janeiro), v. 10, p. 145-150, 2011.
ALVES, Diego Ramiro Araoz. Notas sobre as categorias samba e carnaval na crônica de carnaval. Perspectivas: Revista de Ciências Sociais (UNESP. Araraquara. Impresso), v. 37, p. 145-162, 2010. Disponível no link. (acessado em 8.2.2015).
ALVES, Diego Ramiro Araoz. Critica cultural e processo criativo: os livros de cronistas carnavalescos. In: II Seminário Nacional Sociologia & Política, 2010, Curitiba. Tendências e Desafios Contemporâneos, 2010. v. 7. p. 1-25.
ALVES, Diego Ramiro Araoz. Uma reflexão sobre a crítica cultural na crônica de Francisco Guimarães. SINAIS - Revista Eletrônica. Ciências Sociais. Vitória: CCHN, UFES, Edição n.07, v.1, Junho. 2010. pp. 41-61.  Disponível no link. (acessado em 8.2.2015).
AMARAL, Marly Spinola do. Tijuca!!! Não é segredo eu amar você!. Editora: M Spinola do Amara, 2007.
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Ensaio nos anos 1950, quando o mundo do samba era um universo
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Baile de Gala no carnaval do Teatro Municipal do Rio de Janeiro,
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VIEIRA, Luís Fernando. Sambas da Mangueira. Rio de Janeiro: Revan, 1998. 
VILA, Martinho da.. A Rainha da Bateria. [Série Lazuli Infantil]. Rio de Janeiro: Lazuli Editora, 2009.
VIZEU, Carla Maria de Oliveira. O samba-enredo carioca e suas transformações nas décadas de 70 e 80: uma análise musical. (Dissertação Mestrado em Música). Universidade Estadual de Campinas, UNICAMP, 2004.
ZAMONER, Jorge Fernades. O que se ensina e o que se aprende em um barracão da uma Escola de Samba. (Dissertação  Mestrado em Educação). Universidade do Oeste de Santa Catarina, UNOESC, 2006.
BIBLIOGRAFIA DO SAMBA. Música brasileira: o samba e os sambistas. Acesse AQUI!
BIBLIOGRAFIA DO FREVO. Acesse AQUI!



O CARNAVAL E A DITADURA MILITAR
Croquis presentes no acervo de carnaval do Arquivo Nacional (reprodução/Agência O Globo)
Peças como croquis e letras de sambas-enredos começam a ser digitalizados pelo Arquivo Nacional.
Armazenado pelo Arquivo Nacional desde 1992, quando a instituição teve acesso às pastas do Serviço de Censura e Diversões Públicas guardadas na sede da Polícia Federal, no Rio, o arquivo, enfim, está começando a ser digitalizado, 13 anos depois. 
— São 1.117 dossiês, cada um de um bloco, uma agremiação. Um total de 8.700 páginas de documentos históricos inéditos, que jamais foram usados por pesquisadores. A maioria compreende o período de 1973 a 85.
:: Fonte: FILGUEIRAS, Maraiana. Revelados documentos inéditos do carnaval carioca retidos pela ditadura militar. O Globo, 16 de fevereiro de 2015. Disponível no link. (acessado em 17.2.2015).




Carnaval, Di Cavalcanti, 1954

Carnaval
E foi-se o Carnaval. E só ficou,
de tudo, uma lembrança dolorida
que resta desse amor que se acabou
numa alegria que redime a vida.

Da loucura da febre que passou,
a alma se sente só e consumida;
na solidão que o sonho lhe deixou
a saudade ainda vive, malsofrida.

E, tristemente, o coração recorda,
na angústia de uma louca nostalgia,
esse sonho fugaz que ele sonhou.

Carnaval de um amor que, na alma, acorda
a esperança de uma última alegria,
entre as cinzas de tudo que passou.
- Afonso Louzada, em "Noturnos", Rio de Janeiro: Imprensa Nacional, 1947, p. 38.


Carnaval, de Carybé, 1962

SITES E BLOG'S COM CONTEÚDO SOBRE CARNAVAL E SAMBA
:: Academia do Samba.
Mulato sambando, Portinari, 1933
:: Ala de Baianas
:: Baticumbum.
:: Blocos da Sebastiana.
:: Brazil Carnival.
:: Carnaval de Porto Alegre.
:: Carnaval de SP
:: Centro Cultural Cartola.
:: Galeria do Samba.
:: GRES Carnaval.
:: Leva meu samba.
:: O Filho de Jorge
:: O Samba é meu dom.
:: Papo de Samba.
:: Peregrina Cultural.
:: Sambario.
:: Setor 1.
:: Trem do Samba.
:: Vila do Samba.
:: WikiRio.


ASSOCIAÇÕES
:: FBES - Federação Brasileira de Escolas de Samba.
:: AESCRJ - Associação das Escolas de Samba da Cidade do Rio de Janeiro.
:: LIESA - Liga Independente das Escolas de Samba do Rio de Janeiro.
:: LIGA SP - Liga Independente das Escolas de Samba de São Paulo.
:: LIESF - Liga das Escolas de Samba de Florianópolis.


PRINCIPAIS ESCOLAS DE SAMBA
Carnaval, César Lacanna, 1966
Florianópolis
:: Embaixada Copa Lord.
:: Escola de Samba Dascuia.
:: Escola de Samba Unidos da Coloninha.
:: Gres Consulado
:: Os Protegidos da Princesa.


Rio de Janeiro
:: Beija-Flor de Nilópolis (Site Oficial)
:: Grande Rio (Site Oficial) 
:: Imperatriz Leopoldinense (Site Oficial).
:: Mangueira (Site Oficial)
:: Mocidade Independente (Site Oficial)
:: Portela (Site Oficial) 
:: Salgueiro (Site Oficial)
:: São Clemente (Site Oficial)
:: União da Ilha (Site Oficial) 
:: Unidos da Tijuca (Site Oficial)
:: Unidos da Vila Isabel.
:: Viradouro (Site Oficial)
:: Império Serrano.
:: Unidos do Porto da Pedra (Site Oficial).
:: Tradição
:: Caprichosos de Pilares.
:: Acadêmicos da Rocinha.
:: Santa Cruz (Site Oficial)
:: Estácio de Sá (Site Oficial).

São Paulo
:: Acadêmicos do Tatuapé.
:: Acadêmicos do Tucuruvi.
:: Águia de Ouro.
:: Camisa Verde e Branco.
:: Dragões da Real.
:: Gaviões da Fiel
:: Imperador do Ipiranga. 
:: Império da Casa Verde
:: Leandro de Itaquera. 
:: Mancha Verde.
:: Mocidade Alegre.
As baluartes na avenida, Gina Barcelos
:: Nenê de Vila Matilde.
:: Pérola Negra.
:: Rosas de Ouro.  
:: Tom Maior.
:: Unidos de Vila Maria.
:: Unidos do Peruche.
:: Vai-Vai.
:: X9 Paulistana.

Porto Alegre
:: Acadêmicos de Gravataí
:: Bambas da Orgia
:: Copacabana.
:: Embaixadores do Ritmo
:: Imperatriz Dona Leopoldina. 
:: Império da Zona Norte SBCC.
:: Imperadores do Samba.
:: Estado Maior da Restinga.
:: União da Vila do IAPI.
:: Vila Santa Isabel


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Como citar:
FENSKE, Elfi Kürten (pesquisa, seleção e organização). Brasil: o universo do carnaval. Templo Cultural Delfos, Fevereiro/2015. Disponível no link. (acessado em .../.../...).
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Um comentário:

  1. ADOREI ESTE SITE!!! Muito bom para pesquisas - e aliás, obrigada por facilitar os dados de referência. Vou apresentar o QUIXOTE AND THE BRAZILIAN CARNIVAL em um congresso na Dinamarca e citarei seu trabalho.

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