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Júlia Lopes de Almeida - a escritora da belle époque tropical

Júlia Lopes de Almeida - foto: Paul, Rio (s/data) | Fundo Correio da Manhã/Arquivo Nacional (recorte)


© Pesquisa, seleção, edição e organização: Elfi Kürten Fenske
Por gentileza citar conforme consta no final desse trabalho. 
Página original MAIO/2014** Página revisada, ampliada e atualizada AGOSTO/2021.



Júlia Lopes de Almeida, ilustração (...)
“... Os povos mais fortes, mais práticos, mais ativos, e mais felizes são aqueles onde a mulher não figura como mero objeto de ornamento; em que são guiadas para as vicissitudes da vida com uma profissão que as ampare num dia de luta, e uma boa dose de noções e conhecimentos sólidos que lhe aperfeiçoem as qualidades morais. Uma mãe instruída, disciplinada, bem conhecedora dos seus deveres, marcará, funda, indestrutivelmente, no espírito do seu filho, o sentimento da ordem, do estudo e do trabalho, de que tanto carecemos."
- Júlia Lopes de Almeida, em "A Mensageira (rev. nº 1/1897)". São Paulo: Imesp/Daesp, 1987. v. 1. p. 3.


"Por isto: o que não quero é escrever meramente; não penso em deliciar o leitor escorrendo-lhe n’alma o mel do sentimento, nem em dar-lhe comoções de espanto e de imprevisto. Pouco me importo de florir a frase, fazê-la cantante ou rude, recortá-la a buril ou golpeá-la a machado; o que quero é achar um engaste novo onde encrave as minhas idéias, seguras e claras como diamantes: o que quero é criar todo meu livro, pensamento e forma, fazê-lo fora desta arte de escrever já tão banalizada, onde me embaraço com raiva de não saber nada de melhor. (...) Quero escrever um livro novo, arrancado do meu sangue e do meu sonho, vivo, palpitante, com todos os retalhos de céu e de inferno que sinto dentro de mim; livro rebelde sem adulações, digno de um homem."
- Júlia Lopes de Almeida, em 'Ânsia eterna'. Rio de Janeiro: H. Garnier, 1903, p. 1-2. 

ESBOÇO BIOBIBLIOGRÁFICO DE JÚLIA LOPES DE ALMEIDA

D. Júlia Lopes de Almeida - escritora, jornalista, iluminista, abolicionista, defensora da educação e dos ideias feministas. Pseudônimos: Ecila Worms, A. Julinto, João sem Telha.

Júlia Valentim da Silveira Lopes de Almeida nasceu no Rio de Janeiro, em 24 de setembro de 1862 e morreu na mesma cidade, em 30 de maio de 1934.

Filha do médico Valentim José da Silveira Lopes, mais tarde Visconde de São Valentim, e de Adelina Pereira Lopes, foi casada com o poeta português Filinto de Almeida, e mãe dos também escritores Afonso Lopes de Almeida, Albano Lopes de Almeida e Margarida Lopes de Almeida.

Viveu parte da infância em Campinas. Em 1881 publicou seus primeiros textos na Gazeta de Campinas, apesar de na época a literatura não ser vista como uma atividade própria para mulheres. Numa entrevista concedida a João do Rio entre 1904 e 1905, confessou que adorava escrever versos, mas o fazia às escondidas.

Em 28 de novembro de 1887 casou-se com Filinto de Almeida, à época diretor da revista A Semana, editada no Rio de Janeiro. Passou a ser colaboradora sistemática da publicação. Também escreveu para a revista Brasil-Portugal (1899-1914).

Pioneira da literatura infantil no Brasil, seu primeiro livro, Contos Infantis (1886), foi uma reunião de 33 textos em verso e 27 em prosa destinados às crianças, escrito em parceria com sua irmã, Adelina Lopes Vieira. Um ano depois, publicou Traços e Iluminuras, o primeiro dos seus 10 romances. Escreveu também para teatro, com dois volumes publicados e cerca de 10 textos inéditos.

Foi presidenta honorária da Legião da Mulher Brasileira, sociedade criada em 1919. Sua coletânea de contos Ânsia Eterna, 1903, sofreu influência de Guy de Maupassant e uma das suas crônicas veio a inspirar Artur Azevedo ao escrever a peça O dote. Em colaboração com o marido, escreveu, em folhetim do Jornal do Commercio, seu último romance, A Casa Verde, em 1932. Morreu dois anos depois, no Rio de Janeiro.

Júlia Lopes de Almeida integrava o grupo de escritores e intelectuais que planejou a criação da Academia Brasileira de Letras. Seu nome constava da primeira lista dos 40 "imortais" que fundariam a entidade, elaborada por Lúcio de Mendonça.

Na primeira reunião da ABL, porém, seu nome foi excluído. Os fundadores optaram por manter a Academia exclusivamente masculina, da mesma forma que a Academia Francesa, que lhes servia de modelo. No lugar de Júlia Lopes entrou justamente o seu marido, Filinto de Almeida, que chegou a ser chamado de "acadêmico consorte".

O veto à participação de mulheres só terminou em 1977, com a eleição de Rachel de Queiroz para a cadeira nº 5.
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Fonte: Academia Friburguense de Letras.

“As cenas brutas do livro, o pequeno alcoólico, foram pressentidas através do muro que dividia o meu colégio de um movimentado cortiço de S. Cristóvão. Aquele ambiente inspirou a minha sensibilidade de menina muita melancolica...”
- Júlia Lopes de Almeida, em "Memórias de Marta" (1899).Florianópolis: Editora Mulheres, 2007, p. 14.

CRONOLOGIA DE JÚLIA LOPES DE ALMEIDA

1862
– Em 24 de setembro desse ano, nasce Júlia Valentina Silveira Lopes, na Rua do Lavradio, 53, na cidade do Rio de Janeiro. Foram seus pais o Dr. Valentim José da Silveira Lopes, Visconde de São Valentim, e D. Antônia Adelina Pereira, ambos portugueses emigrados para o Brasil. Em razão de saúde frágil, a jovem filha do Dr. Valentin não frequentará escolas regulares, mas receberá os primeiros ensinamentos de sua irmã Adelina e de sua mãe; depois, completará seus estudos com o pai, dono do Colégio de Humanidades, e com alguns professores particulares de inglês e de francês.
1869 – Muda-se com a família para Campinas, São Paulo, pois seu irmão irá se dedicar a uma fazenda de vinhedos. Nessa cidade, a família residirá até 1885.
1875 – Primeira viagem com sua família a Portugal.
1881 – Por influência de seu pai, Dr. Valentin, escreve sua primeira crônica, Gemma Cuniberti, que é publicada na “Gazeta de Campinas” em 7 de dezembro.
1884 – Dá início a sua colaboração como cronista do jornal “O País”, do Rio de Janeiro.
1885 – Em uma viagem ao Rio de Janeiro para visitar a irmã Adelina, através do Diretor de "A Semana”, Valentin Magalhães, é apresentada ao poeta português Francisco Filinto de Almeida.
1886 – Acompanha a família a Portugal. De lá, envia crônicas para a Gazeta de Campinas (“Lizt”, “Lisboa na rua”). Publica, em colaboração com sua irmã Adelina, o livro Contos Infantis. Em 1891, por decisão da Inspetoria Geral da Instrução Primária e Secundária da Capital Federal, este livro será adotado para uso nas escolas primárias do Rio de Janeiro e depois para as de todo o Brasil durante mais de vinte anos.
1887 – Ainda em Portugal, publica, às suas expensas, seu primeiro livro de contos: Traços e Iluminuras. Em 28 de novembro, casa-se com Francisco Filinto de Almeida na Igreja de Santo Domingo. Passa a colaborar em diversos jornais e almanaques, tanto do Brasil quanto de Portugal.
1888 – O casal retorna ao Brasil, fixando residência no Rio de Janeiro, no casarão da rua Haddock Lobo. Logo, eles mudam-se para o Campo de São Cristóvão, onde nasce seu primeiro filho, Afonso. Publica, em folhetim, seu primeiro romance com o sobrenome de casada: Memórias de Martha.
1889 – Os Lopes de Almeida transferem a residência para a capital paulista, onde Filinto irá dirigir o jornal “A Província de São Paulo” e será eleito deputado estadual. Júlia Lopes continua sua colaboração em diversos jornais e revistas. Publica, pela Casa Durski, de Sorocaba, as Memórias de Martha.
1891 – Publica em folhetim na “Gazeta de notícias”, do Rio de Janeiro, A família Medeiros. Colabora no ”A Estação” (1888 – 1891).
1892 – Sai, em volume, A Família Medeiros. Segundo a crítica Lúcia Miguel Pereira (1950:266), essa edição esgotou-se em três meses.
1893 – Após a perda de dois dos filhos, Adriano e Valentina, nascidos em São Paulo, o casal volta a residir com o Dr. Valentim, no Rio de Janeiro. Logo, alugam uma casa na Rua Aprazível, n.7, em Santa Tereza.
1894
– Nasce seu quarto filho, Albano. Continua colaborando com a “Gazeta de Notícias”.
1895 – Em folhetim, a “Gazeta de notícias” publica A Viúva Simões.
1896 – Primeira edição do Livro das Noivas. Em abril, nasce a filha Margarida.
1897 – Publicação da obra A Viúva Simões em formato de livro pela Antonio Maria Pereira Editor, de Lisboa. 1899 – Iniciada no ano anterior, segue a publicação, no “Jornal do Comércio”, do Rio de Janeiro, do romance A casa verde, escrito em conjunto pela ficcionista e pelo marido, Filinto. Nascimento da filha caçula, Lúcia.
1901– Com uma carreira consolidada e tendo obtido sucesso e retorno financeiro, a publicista carioca lança a obra A falência que, devido ao apreço do público, tem uma segunda edição nesse mesmo ano.
1903 – Sai, pela Casa H.Garnier, seu livro de contos Ânsia eterna.
1904 – Ela e o marido dão início às obras do casarão de Santa Teresa, no Rio de Janeiro, onde residirão até 1925 e onde manterão o “Salão Verde”, local frequentado pelos artistas e intelectuais da época, tanto brasileiros quanto estrangeiros.
1905 – Publica a coletânea de algumas de suas crônicas jornalísticas: Livro das donas e donzelas. O jornal do Comércio apresenta mais um de seus enredos romanescos: o folhetim A intrusa.
1907 – Lança Histórias da nossa terra, contos infantis. Continua publicando em revistas e almanaques, no Brasil e em Portugal.
1908 – Publicação do seu romance A intrusa em forma de livro. É agraciada com o prêmio da Exposição Nacional com sua peça teatral A herança.
1910 – Compilados e publicados em um volume vários monólogos e diálogos intitulados Eles e Elas. Devido ao sucesso, há uma segunda edição nesse mesmo ano.
1911 – Publica um romance sobre a vida dos pescadores de Copacabana, Cruel Amor.
1912 – É premiada em primeiro lugar no concurso de comédias e dramas aberto pela Companhia Dramática Nacional com o drama Quem não perdoa.
1913 – Viaja com a família para Portugal e outros países europeus. É desse ano a edição de Correio da Roça.
1914 – Reverenciada, aclamada, é homenageada em Paris, na data de 14 de fevereiro, com um jantar oferecido no famoso Mac-Mahon Palace Hotel, ao qual comparecem a intelectualidade francesa e muitos brasileiros, dentre eles, Olavo Bilac e Medeiros e Albuquerque. Retorna com a família acossadosa pela guerra iminente. Ainda nesse ano é publicado o romance A Silveirinha (crônica de um verão).
1915 – Homenagem da sociedade e da intelectualidade brasileiras na passagem do aniversário da romancista, com recepção no Salão do Jornal do Comércio, no Rio de Janeiro. Afonso casa-se com Isaura Diniz Drumond.
1916 – Sempre preocupada com as crianças e a Natureza, publica o livro A Árvore, em parceria com seu filho Afonso.
1917 – Aparece o volume intitulado Teatro, contendo três peças: Quem não perdoa, Doidos de amor e Nos jardins de Saul, publicado na cidade do Porto, em Portugal. Publica Era uma vez, livro de contos.
1918 – Faz uma viagem de navio para conhecer o Sul do país. É recebida e homenageada no Rio Grande do Sul, Paraná e Santa Catarina.
1920 – Publica Jornadas no meu pais, resultado da viagem ao sul do Brasil.
1922 – Convidada a ir a Buenos Aires, profere a conferência intitulada “Brasil” diante do Consejo Nacional de Mujeres de La Argentina. No jornal “La Nación”, de Buenos Aires, sai o conto La tuerta (A caolha), em 22.10 desse ano. Publica A Isca (4 novelas). Participa do I Congresso Feminino do Brasil, realizado no Rio de Janeiro.
1923 – Sai um livreto com a conferência intitulada “Oração à Santa Dorotéia”.
1924 – A filha de Júlia, Margarida, recebe um prêmio da Escola de Belas Artes, do Rio de Janeiro, que a obriga a ficar Estudando em Paris por quatro anos. A Família resolve acompanha-la.
1925
– Primeiro partem Margarida, Lúcia e Filinto. Júlia providencia a venda do casarão de Santa Teresa, aplica o dinheiro em ações e parte com Albano e a esposa. Embarca no cais Pharoux dia 03 de setembro. A escritora passará a residir com a família em um apartamento no n.8 da Avenue de Friedland.
1928 – No passaporte há o registro da entrada na Itália em setembro e a chegada na Alemanha em 10 de outubro. Faz tratativas com Jean Duriau para a tradução de Memórias de Marta e A família Medeiros.
1929 – Continua viajando seguidamente: Oslo, Espanha, Bélgica, Alemanha. Passeios em Nice, onde se hospedam no Hotel de Londres, estações de cura em Vichy. No entanto, não pára de trabalhar. Muitos de seus contos foram traduzidos para o idioma francês e acabaram sendo publicados em jornais parisienses. Aproveita para corrigir muitos de seus textos, reedita as Memórias de Marta e escreve um novo romance, ambientado em Paris, Pássaro Tonto.
1931 – Retorno da romancista e de Filinto ao Brasil. Afonso é cônsul em Xangai e Margarida permanece na Europa realizando espetáculos. Fixam residência na Av. Nossa Senhora de Copacabana, 466. Prepara um livro intitulado Os outros, que acabou inédito.
1934 – Viaja à África para trazer de volta a filha Lúcia, que adoecera, as netas e o genro. Vitimada pela febre amarela e com complicações renais e linfáticas, vem a falecer oito dias depois de sua chegada ao Rio de Janeiro, em 30 de maio. É enterrada no cemitério São Francisco Xavier. Comparecem as maiores autoridades da terra, artistas, amigos, parentes e admiradores. Um mês após sua morte é publicado Pássaro Tonto, seu último romance.
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* Fonte: SALOMONI, Rosane Saint Denis. Cronologia de Júlia Lopes de Almeida./Editora Mulheres (acessado 6.5.2014). 
** Arte: (1) Júlia Lopes de Almeida, por Berthe Worms (1895)(2Júlia Lopes de Almeida, em pintura de Richard Hall, (Paris, 1914)(3Júlia Lopes de Almeida, por Gui Beck (@guibeck13).

JÚLIA LOPES DE ALMEIDA - COLABORAÇÃO EM JORNAIS E REVISTAS

:: Almanaque - Gazeta de Notícias
 (1897-1898)
:: Almanaque Literário de São Paulo (1884)
:: Gazeta de Campinas (18881)
:: A Bruxa (1897)
:: A Estação (1888-1891)
:: A Semana (1885-1887, 1894)
:: Correio de Campinas.
:: Diário de Campinas.
:: Estado de São Paulo.
:: Gazeta de Notícias (1888-1894)
:: Ilustrada Brasil-Portugal (1899-1914). Revista quinzenal ilustrada. Disponível na Hemeroteca Digital da BN. (acessada em 29.4.2014).
:: Jornal do Comércio.
:: Kosmos.
:: O Mundo Literário.
:: O País (1907-1912) parte dos seus textos foram destruídos devido a um incêndio, teria publicado nesse jornal por aproximadamente 30 anos, segundo depoimentos do filho Afonso Lopes de Almeida.
:: Revista Brasil.
:: Revista dos Novos, São Paulo (1895-1886)
:: Tribuna Liberal, Rio de Janeiro (1888-1889)


Colaboração em revistas femininas
:: A família, São Paulo e Rio de Janeiro (1888-1889)
:: A mensageira, São Paulo (1898-1900)
:: Nosso Jornal, Rio de Janeiro (1919-1920) -- [com Cacilda Martins]
:: Revista Feminina, São Paulo (1915-1917)


"Por que não o hei de enganar do mesmo modo? Em consciência, não há homens nem mulheres: há seres com iguais direitos naturais, mesmas fraquezas e iguais responsabilidades...Mas não há meio dos homens admitirem semelhantes verdades. Eles teceram a sociedade com malhas de dois tamanhos – grandes para eles, para que seus pecados e faltas saiam e entrem sem deixar sinais; e extremamente miudinhas para nós."
- Júlia Lopes de Almeida, em “Eles e elas”. 2ª ed., Rio de Janeiro: Francisco Alves,  1922, p. 137.


Júlia Lopes de Almeida e a filha Margarida Lopes de Almeida - foto: Paul, Rio, 1954.

OBRA DE JÚLIA LOPES DE ALMEIDA

ROMANCES
 - por título e em ordem cronológica de edição -
:: A família Medeiros. Júlia Lopes de Almeida. 1ª ed., Rio de Janeiro: Companhia Editora Fluminense, 1892. {publicado originalmente no folhetim do jornal carioca Gazeta de Notícias, entre outubro e dezembro de 1891}.
:: A família Medeiros. Júlia Lopes de Almeida. 2ª ed., (3º milheiro). São Paulo: Horácio Belfort Sabino — Editor, 1894
:: A família Medeiros. Júlia Lopes de Almeida. Rio de Janeiro: Empresa Nacional de Publicidade, 1919.
:: A família Medeiros. Júlia Lopes de Almeida.[atualização e fixação do texto por Marco Antônio Toledo Neder; introdução por Norma Telle; apontamentos biográficos, Rosane Saint-Denis Salomoni; orelhas de Luiz Ruffato]. Florianópolis: Editora Mulheres; Santa Cruz do Sul: Edunisc, 2009. 
:: A Família Medeiros. Júlia Lopes de Almeida. Coleção Grandes Obras. Rio de Janeiro: Editora Vermelho Marinho, 2019.
:: A Família Medeiros. Júlia Lopes de AlmeidaColeção Clássicos Essenciais. São José dos Pinhais/PR: Editora Estronho, 2020.
:: A Família Medeiros. Júlia Lopes de Almeida[prefácio Rafael Balseiro Zin]. Editora Carambaia, 2021. 
:: A Família Medeiros. Júlia Lopes de Almeida. [prefácio Juliana Gervason] Editora Janela Amarela, 2023. {baseada no original publicado em 1892}.
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:: Memórias de Marta. Júlia Lopes de Almeida. Sorocaba: Casa Durski, 1889.
:: Memórias de MartaJúlia Lopes de Almeida. Paris: Livraria Francesa e Estrangeira, Truchy-Leroy, 1930.
:: Memórias de Marta. Júlia Lopes de Almeida. [atualização do texto, introdução e apontamentos biográficos Rosane Saint Denis Salomoni; orelhas Eliane T. A. Campello]. Florianópolis: Editora Mulheres, 2007.
:: Memórias de Martha. Júlia Lopes de Almeida. Rio de Janeiro: Janela Amarela Editora, 2021.
:: Memorias de Martha. Julia Lopes de Almeida. Selo A+M - Editora Landmark, 2024 
:: Memórias de MartaJúlia Lopes de Almeida[introdução Anna Faedrich; estabelecimento de texto Rodrigo Jorge Neves]. São Paulo: Penguin & Companhia das Letras, 2024
:: Memórias de MartaJúlia Lopes de Almeida. Editora Principis, 2025 
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Capa da 1ª edição do livro 'A Viúva Simões',
 de Julia Lopes de Almeida
:: A viúva Simões. Júlia Lopes de Almeida.  Lisboa/Portugal: Antonio Maria Pereira, Editor, 1897. {publicado originalmente no folhetim na Gazeta de Notícias/Rio de Janeiro, 1895}.
:: A viúva Simões. Júlia Lopes de Almeida.[atualização do texto e introdução por Peggy Sharpe; orelhas de Maria Angélica Guimarães Lopes]. Florianópolis: Editora Mulheres, 1999.
:: A viúva Simões. Júlia Lopes de Almeida. Coleção Literatura e Ficção. Editora Principis, 2019. 
:: A viúva Simões. Júlia Lopes de Almeida. Coleção Grandes Obras. Rio de Janeiro: Editora Vermelho Marinho, 2019.
:: A viúva Simões. Júlia Lopes de Almeida. Coleção Grandes Mestres da Literatura Brasileira. São Paulo Editora Lafonte, 2021.
:: A viúva Simões. Júlia Lopes de Almeida.  Editora Janela Amarela, 2024 {baseada no original publicado em 1897}.
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:: A fallencia. Júlia Lopes de Almeida. 1ª ed., Rio de Janeiro, RJ: Officinas de Obras d’a Tribuna, 1901.
:: A falênciaJúlia Lopes de Almeida. São Paulo: Hucitec; Secretaria da Cultura, Ciência e Tecnologia, 1978.
:: A falênciaJúlia Lopes de Almeida. [atualização do texto, Organização e introdução por Elódia Xavier; orelhas de Norma Telles]. Florianópolis: Editora Mulheres; Santa Cruz do Sul: Edunisc, 2003. 
:: A falência. Júlia Lopes de Almeida. Coleção Clássicos Hiperliteratura Livro n. 24. Editora Obliq, 2014.
:: A falênciaJúlia Lopes de Almeida. [edição Maíra Lot Micales]. Coleção Biblioteca Luso-Brasileira, vol. 1. São Paulo: Via Leitura, 2018.
:: A falência. Júlia Lopes de Almeida. [edição comentada Regina Zilberman]. Campinas/SP: Editora Unicamp, 2018.  
:: A falência. Júlia Lopes de Almeida. Coleção A obra-prima de cada autor. São Paulo: Martin Claret, 2019.
:: A falência. Júlia Lopes de Almeida. [prefácio Luiz Ruffato]. São Paulo: Penguin - Companhia das Letras, 2019.
:: A falência. Júlia Lopes de Almeida. Coleção Literatura e Ficção. Editora Principis, 2ª ed., 2019. 
:: A falênciaJúlia Lopes de Almeida. Coleção Grandes Obras. Rio de Janeiro: Editora Vermelho Marinho, 2019.
:: A falência. Júlia Lopes de Almeida. Coleção Grandes Mestres da Literatura Brasileira. São Paulo Editora Lafonte, 2021.
:: A falência. Júlia Lopes de Almeida. [prefácio de Rafael Balseiro Zin]. São Paulo: Editora Fora do Ar, 2021.
:: A falênciaJúlia Lopes de Almeida. [Posfácio Anna Faedrich (UFF);  Ilustrações Juliana Grünhäuser]. Editora Campos, 2021.
:: A falênciaJúlia Lopes de Almeida. Tordesilhas, 2023 
:: A falênciaJúlia Lopes de Almeida. [contracapa Sérgio Rodrigues]. Coleção Folha de Clássicos da Literatura Luso-Brasileira. São Paulo: Folha de S. Paulo, 2024
- e-book -
:: A falência. Júlia Lopes de Almeida. [introdução, apresentação e notas explicativas Guilherme Purvin]. Edição revisada e anotada. Amazon Ebook, s/data.  
:: A falência. Júlia Lopes de Almeida. Edição ilustrada Coleção Clássicos da Literatura Brasileira Livro, nº 9. Amazon Ebook, s/data. 
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:: A intrusaJúlia Lopes de Almeida. Rio de Janeiro: Editora Livraria Francisco Alves, 1908. {publicado originalmente em folhetim no Jornal do Comércio/Rio de Janeiro, 1905}.
:: A intrusaJúlia Lopes de Almeida. 2ª ed., Porto/Portugal: Livraria Simões Lopes, 1935.
:: A intrusaJúlia Lopes de Almeida. [introdução e organização de Elódia Xavier].  3ª ed., Rio de Janeiro: Departamento Nacional do Livro/ Fundação da Biblioteca Nacional, 1994.
:: A intrusa. Júlia Lopes de Almeida. Vitória/ES: Editora Pedrazul, 2016.
:: A intrusa. Júlia Lopes de Almeida. Coleção Romances. Editora Principis, 2019. 
:: A intrusaJúlia Lopes de Almeida. Coleção Grandes Obras. Rio de Janeiro: Editora Vermelho Marinho, 2019.
:: A intrusaJúlia Lopes de Almeida. Coleção Grandes Clássicos da Língua Portuguesa, vol. 40. Editora Brasiliaris, 2023. 
- em e-book -
:: A  intrusa. Júlia Lopes de Almeida. Série Bons Livros Livro 21. Alves Editora Digital, 2020.
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:: Cruel amorJúlia Lopes de Almeida. Rio de Janeiro: Livraria Francisco Alves e Cia, 1911. {publicado originalmente em folhetim no Jornal do Comércio/Rio de Janeiro, 1908}.
:: Cruel amorJúlia Lopes de Almeida. Rio de Janeiro: Livraria Francisco Alves, 1921.
:: Cruel amor. Júlia Lopes de Almeida. [orelha do livro João Luso]. São Paulo: Coleção Saraiva, 1963.
:: Cruel amor: romance. Júlia Lopes de Almeida. [organização Rita T. Schmidt]. Florianópolis: Editora Mulheres, 2015.
:: Cruel amor. Júlia Lopes de AlmeidaColeção Clássicos Essenciais. São José dos Pinhais/PR: Editora Estronho, 2020.
:: Cruel amor. Júlia Lopes de AlmeidaEditora Janela Amarela, 2021
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:: Correio da roça: romance epistolarJúlia Lopes de Almeida. Rio de Janeiro: Livraria Francisco Alves e Cia, 1913. {publicado originalmente em folhetim no Jornal O País/Rio de Janeiro, de 7 de setembro de 1909 a 17 de outubro de 1910}.
:: Correio da roça: romance epistolarJúlia Lopes de Almeida. 6ª ed., São Paulo: Civilização Brasileira, 1933.
:: Correio da roça: romance epistolarJúlia Lopes de Almeida. Coleção Resgate. 7ª ed., Rio de Janeiro: INL; Presença, 1987.
:: Correio da roça: romance epistolarJúlia Lopes de Almeida. [organização Zahidé Lupinacci Muzart; introdução por Ana Helena C. Belline, apontamentos biográficos, Rosane  Saint-Denis Salomoni]. Florianópolis: Editora Mulheres, 2014. 
:: Correio da roçaJúlia Lopes de Almeida. Editora Janela Amarela, 2022
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:: A Silveirinha: crônica de um verãoJúlia Lopes de Almeida. Rio de Janeiro: Livraria Francisco Alves e Cia, 1914. {publicado originalmente em folhetim no Jornal do Comércio/Rio de Janeiro, 1913}.
:: A SilveirinhaJúlia Lopes de Almeida. [edição revista, com introdução de Sylvia Perlingeiro Paixão]. Florianópolis: Editora Mulheres, 1997.
:: A Silveirinha: crônica de um verãoJúlia Lopes de Almeida. Editora Janela Amarela, 2022.
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:: Pássaro tontoJúlia Lopes de Almeida. São Paulo: Companhia Editora Nacional, 1934.
:: Pássaro tontoJúlia Lopes de Almeida. [organização e introdução Zahidé L. Muzart; apontamentos biográficos, Rosane  Saint-Denis Salomoni; orelhas de Nadilza de Barros Moreira].  Florianópolis: Editora Mulheres, 2013.
:: Pássaro tontoJúlia Lopes de Almeida. Editora Janela Amarela, 2023. 
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:: O funil do diaboJúlia Lopes de Almeida. [organização e introdução Zahidé Lupinacci Muzart]. Edição póstuma. Florianópolis: Editora Mulheres, 2015. {inclui "Biografia de Júlia Lopes de Almeida", por Margaria Lopes de Almeida}.
:: O funil do diaboJúlia Lopes de Almeida. Editora Janela Amarela, 2024
- em parceria - romance -
:: A casa verde. Júlia Lopes de Almeida e Filinto de Almeida (sob pseudônimo comum de A. Julinto).  São Paulo: Companhia Editora Nacional, 1932. {publicado originalmente no Jornal do Comércio/Rio de Janeiro, de 18 de dezembro a 16 de março de 1898}.
:: A casa verde. Júlia Lopes de Almeida e Filinto de Almeida. Editora Janela Amarela, 2021
:: A casa verde. Júlia Lopes de Almeida e Filinto de Almeida. Editora Vermelho Marinho, 2023. 

CONTOS 
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Traços e iluminuras
Júlia Lopes de Almeida. Lisboa/Portugal: Tipografia Castro & Irmão, 1887.
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:: Ânsia eternaJúlia Lopes de Almeida. Paris; Rio de Janeiro: H. Garnier, 1903.
:: Ânsia eternaJúlia Lopes de Almeida. 2ª ed.,  (com revisão e modificações da autora). Rio de Janeiro: Editora A Noite, 1938.
:: Ânsia eterna: contos. Júlia Lopes de Almeida. [organização e introdução Zahidé Lupinacci Muzart; orelhas de Eliane Campello; bibliografia, Peggy Sharpe]. Florianópolis: Editora Mulheres, 2013.
:: Ânsia eterna. Júlia Lopes de Almeida. [organização Maria Helena de Almeida Freitas, Mônica Almeida Rizzo Soares e Cleide Lemos;  apresentação e notas Cleide Lemos; capa Rodrigo Corrêa Ribeiro; gravura: Edvard Munch, "The girls on the bridge", 1918]. 1ª ed., Coleção escritoras do Brasil, vol. 2. Brasília: Senado Federal, 2019. 
:: Ânsia eterna. Júlia Lopes de Almeida. [organização Maria Helena de Almeida Freitas, Mônica Almeida Rizzo Soares e Cleide Lemos;  apresentação e notas Cleide Lemos; capa Rodrigo Corrêa Ribeiro; gravura: Edvard Munch, "The girls on the bridge", 1918]. 2ª ed.,  revisada. Coleção escritoras do Brasil, vol. 2. Brasília: Senado Federal, 2019.  
:: Ânsia eterna. Júlia Lopes de Almeida. [apresentação Ana Cristina Rodrigues; ilustração Estevão Ribeiro]. Edição Especial. Coleção Ficção Fantástica. Rio de Janeiro: Editora Vermelho Marinho, 2020.
:: Ânsia eternaJúlia Lopes de Almeida. Editora Janela Amarela, 2022. {Baseada na publicação de 1903}
:: Ansia eterna: contos. Júlia Lopes de Almeida. [prefácio Gabriela Trevisan]. Editora Vermelho Marinho, 2023. 
- em e-book -
:: Ânsia eterna. Júlia Lopes de Almeida. Coleção Grandes Obras. Rio de Janeiro: Editora Vermelho Marinho, 2020. Ebook.
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:: A iscaJúlia Lopes de Almeida.  Rio de Janeiro: Leite Ribeiro, 1923. {quatro novelas: 'A isca', 'O homem que olhava para dentro', 'O laço azul' e 'O dedo do velho'}.
:: A isca. Júlia Lopes de Almeida. Coleção Grandes Obras. Rio de Janeiro: Editora Vermelho Marinho, 2020.
:: A isca. Júlia Lopes de Almeida. Edição comentada. Editora Clássicos Raredes, 2020.
:: A isca. Júlia Lopes de AlmeidaColeção Grandes Clássicos da Língua Portuguesa, vol. 58. Editora Brasiliaris, 2023. 
- contos - seleta -
:: Contos góticos de Júlia Lopes de Almeida. Campinas/SP: Serpentarius Editora, 2020. {contém os contos: 'Os porcos', 'Sob as estrelas', 'A casa dos mortos', 'As rosas', 'A valsa da fome'}.
:: Júlia Lopes de Almeida: 7 melhores contos. [apresentação e organização August Nemo]. Editora Tacet Books, 2020. {os contos presentes nessa obra são: 'As rosas', 'Os porcos', 'Ânsia eterna', 'O caso de Ruth', 'A caolha', 'O futuro presidente', 'A nevrose da cor' | conteúdo bônus: 'A mulher brasileira', crônica de Júlia Lopes de Almeida}.
:: Contos e novelas: obras escolhidasJúlia Lopes de Almeida[organização Rodrigo Jorge Ribeiro Neves]. Coleção Metabibliotec. Editora Hedra, 2021
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ArteJulia Lopes de Almeida, em ilustração para a exposição "As mensageiras - primeiras escritoras do Brasil" (2018).

CRÔNICAS
:: Eles e elasJúlia Lopes de Almeida. Rio de Janeiro: Editora Livraria Francisco Alves, 1910. {publicados originalmente no jornal carioca O País, de 1907 a 1909 - nas colunas: reflexões de um marido; reflexões de uma esposa; e reflexões de uma viúva}
:: Eles e elas. Júlia Lopes de Almeida. Rio de Janeiro: Janela Amarela Editora, 2021.
- crônicas - antologia -
:: Eles e elas: crônicas da Belle Èpoque Carioca de Júlia Lopes de Almeida (1862-1934).. [organização Nadilza Martins de Barros Moreira]. João Pessoa/PB: Editora UFPB, 2015.
:: Dois dedos de prosa: o cotidiano carioca por Júlia Lopes de Almeida. [organização Angela di Stasio, Anna Faedrich e Marcus Venicio Ribeiro]. Cadernos da Biblioteca Nacional, n. 16. Rio de Janeiro: Biblioteca Nacional, 2016. {Este volume reúne 40 crônicas da autora, publicadas, entre 1908 e 1912, em sua coluna Dois Dedos de Prosa, no jornal O Paiz¸ um dos mais importantes na época}.
:: Julia do rio: crônicas da belle époque carioca. Julia Lopes de Almeida [organização Anna Faedrich]. Bazar do Tempo, 2024 {reúne cinquenta textos publicados no jornal O Paiz, no período de 1908 a 1912}.
- crônicas em periódicos -
:: A cara dela: as rosas. Júlia Lopes de Almeida. Rio de Janeiro, RJ: Gazeta de Notícias, 1898.

INFANTO-JUVENIL
Caricatura Julia Lopes de Almeida,
 por Carlo Bim, (s.d)
:: História da nossa terraJúlia Lopes de Almeida(contos infantis). Rio de Janeiro: Livraria Francisco Alves, 1907.
:: História da nossa terraJúlia Lopes de Almeida. (contos infantis). 6ª ed., revista e aumentada. Rio de Janeiro: Livraria Francisco Alves; Paris/Lisboa: Alves Aillaud & cia 1911.
:: História da nossa terraJúlia Lopes de Almeida.(contos infantis). 21ª ed., Rio de Janeiro: Livraria Francisco Alves, 1930.
:: História da nossa terraJúlia Lopes de Almeida(contos infantis). Rio de Janeiro: Janela Amarela Editora, 2021.
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:: Era uma vez... Júlia Lopes de Almeida(conto infantil). Rio de Janeiro: Editora Jacinto Ribeiro dos Santos, 1917.
:: Era uma vez. Júlia Lopes de Almeida(conto infantil). Coleção Grandes Obras. Rio de Janeiro: Editora Vermelho Marinho, 2020.
:: Era uma vez. Júlia Lopes de Almeida(conto infantil). Coleção Clássicos Essenciais. São José dos Pinhais/PR: Editora Estronho, 2020.
:: Era uma vez... Júlia Lopes de Almeida.  Editora Janela Amarela, 2022  
:: Era uma vez... Júlia Lopes de Almeida. Editora Serena, 2022
::  Era uma vez. Júlia Lopes de Almeida. Coleção Grandes Clássicos da Língua Portuguesa, vol. 65. Editora Brasiliaris, 2023.
infanto-juvenil - em parceria -
:: Contos infantis: em verso e prosa. Júlia Lopes de Almeida e Adelina Lopes VieiraLisboa/Portugal: Companhia Editora, 1896. {A obra em verso e prosa por Adelina Lopes Vieira e Júlia Lopes de Almeida; adotada nas escolas primárias brasileiras, esta coletânea teve 17 edições sendo a última em 1927}.
:: Contos infantis: em verso e prosa. Júlia Lopes de Almeida e Adelina Lopes VieiraRio de Janeiro; São Paulo: Laemmert & C.ª, Editores, 1910. 
:: Contos infantis: em verso e prosaJúlia Lopes de Almeida e Adelina Lopes Vieira.  17ª ed., Rio de Janeiro: Editora Livraria Francisco Alves, 1927.
.
:: A árvore. Júlia Lopes de Almeida e Afonso Lopes de Almeida. (Coletânea de crônicas e poemas).  Editora Livraria Francisco Alves, 1916.
:: A árvore. Júlia Lopes de Almeida e Afonso Lopes de AlmeidaColeção Grandes Obras. Rio de Janeiro: Editora Vermelho Mundo, 2019.
:: A árvore. Júlia Lopes de Almeida e Afonso Lopes de AlmeidaColeção Clássicos Essenciais. São José dos Pinhais/PR: Editora Estronho, 2020.

TEATRO
:: A herança: peça em um ato. Júlia Lopes de Almeida. Editora Typ. do Jornal do Commercio, 1909.
:: Teatro. Júlia Lopes de Almeida. Porto/Portugal: Editora Renascença, 1917. {três peças: Quem não perdoa (três atos); Doidos de amor (um ato); e Nos jardins de Saul (um ato)}. 
:: A invisibilidade de um legado: seleta de textos dramáticos inéditos de Júlia Lopes de Almeida. [organizado pela pesquisadora Michele Asmar Fanini]. Edição póstuma. São Paulo: Editora Intermeios, 2017.
:: Quem não perdoa: peça em três atos. Júlia Lopes de Almeida. Coleção Grandes Clássicos da Língua Portuguesa, vol. 33. Editora Brasiliaris, 2023. 
- teatro - em periódicos -
:: A herança. Júlia Lopes de Almeida. Rio de Janeiro, RJ: Tipografia do Jornal do Comércio, 1909 {Peça em um ato representada em 4 de setembro de 1908 no Teatro da Exposição Nacional Comemorativa do Centenário de Abertura dos Portos na cidade do Rio de Janeiro}.
:: A herança + Nos jardins de saul + Doidos de amorJúlia Lopes de AlmeidaColeção Grandes Clássicos da Língua Portuguesa. Brasiliaris, 2023
- manuscritos (teatro) -
:: O Caminho do Bem. Júlia Lopes de Almeida. Manuscrito autógrafo inédito. Campinas, 1883.
:: A Última EntrevistaJúlia Lopes de AlmeidaManuscrito autógrafo inédito. [s.d.].
- seleta - teatro -
:: A (in)visibilidade de um legado: seleta de textos dramatúrgicos inéditos de Júlia Lopes de Almeida. [autora Michele Asmar Fanini]. São Paulo: Intermeios; Fapesp, 2016.


MANAUAIS DE COMPORTAMENTO
Capa 'O Livro das Noivas', Julia Lopes Almeida
edição SP: Castorino Mendes Editor 1929
:: Livro das noivas de receitas e conselhos domésticosJúlia Lopes de Almeida. Rio de Janeiro: Editora Typ. da Companhia nacional editora, 1896.
:: Livro das noivas de receitas e conselhos domésticosJúlia Lopes de Almeida[ilustrações Enrique Casanova]. 2ª ed., Rio de Janeiro: Livraria Francisco Alves, 1905.
:: Livro das noivas de receitas e conselhos domésticosJúlia Lopes de Almeida[ilustrações Enrique Casanova]. 4ª ed., Rio de Janeiro: Livraria Francisco Alves, 1926.
:: Livro das noivas de receitas e conselhos domésticosJúlia Lopes de AlmeidaSão Paulo: Castorino Mendes Editor, 1929.
:: Livro das noivasJúlia Lopes de Almeida. Hardpress Publishing, 2013.
:: Livro das noivasJúlia Lopes de Almeida. Editora Janela Amarela, 2023
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:: Livro das donas e donzelasJúlia Lopes de Almeida. Rio de Janeiro: Editora Livraria Francisco Alves e Cia, 1906.
:: Livro das donas e donzelas. Júlia Lopes de Almeida. Coleção Grandes Obras. Rio de Janeiro: Editora Vermelho Marinho, 2019.

OUTROS ESCRITOS
:: Jardim florido: jardinagem. (livro sobre jardinagem). Júlia Lopes de Almeida. [capa Albano Lopes de Almeida]. Rio de Janeiro: Leite Ribeiro, 1922.
:: Jornada no meu país - 'relato de uma viagem ao sul do Brasil em 1918'. Júlia Lopes de Almeida. [ilustrações de Albano Lopes de Almeida]. Rio de Janeiro: Livraria Francisco Alves, 1920.

ENSAIOS E CONFERÊNCIAS
:: Brasil. Conferência pronunciada por la autora em la Biblioteca Del Consejo Nacional de Mujeres de la. Júlia Lopes de Almeida Argentina. Buenos Aires, 1922.
:: Cenas e paisagens do Espírito Santo. Júlia Lopes de Almeida. Rio de Janeiro, RJ: Revista do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro, Tomo 75, 2ª. parte. pp. 177-217.  s/data. {Trata-se de uma monografia descritiva de uma viagem feita a Espírito Santo em 1911}.
:: Maternidade. (obra pacifista). Júlia Lopes de AlmeidaRio de Janeiro: Olívia Herdy e Cabral Peixoto, 1925. {publicada originalmente no Jornal do Comércio/Rio de Janeiro, entre agosto de 1924 a agosto de 1925}. 
:: Oração a Santa Dorotéia. Júlia Lopes de Almeida(Conferência proferida para celebrar as atividades literárias patrocinadas pela Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro, no auditório do Instituto Nacional de Música, no início do século XX). Rio de Janeiro: Livraria Francisco Alves, 1923.
:: CorimboJúlia Lopes de AlmeidaRio Grande do Sul, nº 113, 31 jul. 1918. p. 1-3.

LIVRO DIDÁTICO
:: Latinidade, livro completo para a terceira série ginasial. Júlia Lopes de Almeida. 4ª ed., São Paulo: Companhia Editora Nacional, 1951.
:: Latinidade: livro completo para a primeira serie ginasialJúlia Lopes de AlmeidaSão Paulo: Companhia Editora Nacional, 1952.

COLETÂNEA E SELETAS
:: Obras essenciais de Júlia Lopes de Almeida. Coleção Clássicos de Ficção. Editora Principis, 2020.
:: Júlia Lopes de Almeida. [apresentação e organização August Nemo]. Coleção Romancistas essenciais. Tacet Books, 2020. {Incluí os romances: 'A viúva Simões' e 'A falência'}. E-book.

EDIÇÃO ESPECIAL
:: Box Julia 160 anos: box Julinto [coordenador Tomaz Adour; apresentação Anna Faedrich]. Vermelho Marinho, 2022. {ver detalhes aqui}.

Ilustração Júlia Lopes de Almeida,
por Alberto Lima
EM ANTOLOGIAS (PARTICIPAÇÃO) 
:: Os cem melhores contos brasileiros do século. [organização e seleção Ítalo Moriconi]. Rio de Janeiro: Editora Objetiva, 2000. {autores presentes: Rubem Fonseca, Otto Lara Resende, Clarice Lispector, Osman Lins, Rubem Braga, Sérgio Sant'Anna, Machado de Assis, Lygia Fagundes Telles, Nélida Piñon, Roberto Drummond, Moacyr Scliar, Graciliano Ramos, Silviano Santiago, Orígenes Lessa, Caio Fernando Abreu, Ivan Ângelo, Hilda Hilst, Luis Fernando Verissimo, Lima Barreto, João Ubaldo Ribeiro, Mário de Andrade, Fernando Sabino, Carlos Drummond de Andrade, Samuel Rawet, José J. Veiga, Erico Verissimo, Ana Cristina Cesar, Raduan Nassar, Adélia Prado, Carlos Heitor Cony, Dalton Trevisan, João do Rio, Júlia Lopes de Almeida, João Simões Lopes Neto, Monteiro Lobato, João Alphonsus, Antônio de Alcântara Machado, Marques Rebelo, Aníbal Machado, Bernardo Élis, Murilo Rubião, Rachel de Queiroz, Dinah Silveira de Queiroz, Haroldo Maranhão, Luiz Vilela, Eric Nepomuceno, José Cândido de Carvalho, Domingos Pellegrini, Wander Piroli, Tânia Jamardo Faillace, Victor Giudice, João Antônio, Márcia Denser, João Gilberto Noll, Sérgio Faraco, Edla Van Steen, Sônia Coutinho, Olga Savary, Maria Amélia Mello, Ignácio de Loyola Brandão, Zulmira Ribeiro Tavares, Edilberto Coutinho, Autran Dourado, Rubens Figueiredo, Carlos Sussekind, Myriam Campello, Marina Colasanti, Antonio Carlos Viana, Valêncio Xavier, João Silvério Trevisan, Antônio Torres, Márcio Barbosa, Bernardo Carvalho, André Sant'Anna e Fernando Bonassi}.. (contém de: Júlia Lopes de Almeida, o conto "A caolha").
:: O esplendor da comédia e o esboço das ideias: dramaturgia brasileira dos anos 1910 a 1930. (Antologia / teatro). [organização Sérgio Fonta]. Rio de Janeiro: Funarte, 2010. {contém: Júlia Lopes de Almeida - "Quem não perdoa"}.
:: Medo imortal. 'Antologia'. [organização Romeu Martins; ilustrações Lula Palomanes]. Coleção Medo Clássicos. Cajamar/SP: DarkSide Books, 2019. {autores presentes: Afonso Arinos, Afonso Celso, Aluisio de Azevedo, Álvares de Azevedo, Bernardo Guimarães, Coelho Neto, Fagundes Varela, Humberto de Campos, Inglês de Sousa, João do Rio, Julia Lopes de Almeida, Machado de Assis e Medeiros e Albuquerque}.
:: Mulheres brasileiras: contos clássicos. Editora Raio/ Ebook - Amazon, 2020. {autoras presentes: Maria Firmina dos Reis, Carmen Dolores, Júlia Lopes de Almeida, Emília Freitas, Delminda Silveira de Sousa e Maria Benedita Câmara Bormann}.
:: As mulheres poetas: na literatura brasileira. [organização, capa e projeto gráfico Rubens Jardim]. São Paulo: Arribaçã Editora, 2021. {a antologia reúne 328 poetas de todo o Brasil, de épocas, estilos e estados diferentes, confira no link as poetas presentes na coletânea}.
:: 7 Melhores contos - Escritoras brasileiras e portuguesas. [editor August Nemo]. Tacet Books, 2021. {autores presentes: Júlia Lopes de Almeida, Maria Firmina dos Reis, Florbela Espanca, Ana de Castro Osório, Maria Amália Vaz de Carvalho, Délia e Carmen Dolores}.
:: Tênebra: narrativas brasileiras de horror, 1839-1899. [organização Júlio França e Oscar Nestarez]. Editora Fósforo, 2022. {autores presentes: Afonso Celso, Aluísio Azevedo, Américo Lobo, Antônio Joaquim da Rosa, Bernardo Guimarães, Bruno Seabra, Cícero Pontes, Corina Coaracy, Couto de Magalhães, Cruz e Sousa, Emanuel Karnero, Fagundes Varella, Francisco Bernardino de Souza, Franklin Távora, Inglês de Sousa, José Ferreira de Menezes, Joaquim Manuel de Macedo, Júlia Lopes de Almeida, Juvenal Galeno, Lima e Silva, Machado de Assis, Maciel da Costa, Manuel de Oliveira Paiva, Maria Benedita Bormann, Olavo Bilac, Rodolfo Teófilo}. 


OUTROS
:: Dona JúliaFrancisco Filinto de Almeida. Rio de Janeiro: Tipografia do Jornal do Comércio, 1938.
:: Júlia Lopes de Almeida: cordel. Severino Honorato. Rio de Janeiro: RPC Editora Gráfica, s/data.

HISTÓRIA EM QUADRINHO - HQ
:: Ânsia eterna. Baseado nos contos de Júlia Lopes de Almeida. [adaptação e ilustrações Verônica Berta] São Paulo: SESI SP Editora, 2018. {contos'Ânsia Eterna', 'Os porcos' e 'A caolha' }.

OUTROS - EDUCAÇÂO
:: Júlia presente: contos para leitura de educadores de criança. [organização Graça Paulino, Carmem Lucia Eiterer, Marcelo Chiaretto, Marcos Rogério Cordeiro, Hércules Toledo Corrêa, Elaine Maria da Cunha Morais, Juliana Valéria de Abreu]. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2009. 

CATALAGO
:: As mensageiras - primeiras escritoras do Brasil. Série "Histórias não contadas". 'Catálogo exposição' [curadora da exposição Maria Amélia Elói]. Brasília: Câmara dos Deputados - Secretaria de Comunicação Social, 2018. Brasília: Centro Cultural Câmara dos Deputados, 2018. Disponível no link. (acessado em 3.8.2021). {Obs.O catalogo contém um erro, a escritora Nísia Floresta está erroneamente retratada. O retrato na verdade é da sua conterânea, a historiadora Isabel Gondim (1839-1933). Nascida em Vila Imperial de Papari, atual cidade de Nísia Floresta/RN.


Júlia Lopes de Almeida, por W.

OBRA TRADUZIDA DE JÚLIA LOPES DE ALMEIDA

ESPANHOL
:: Ellas y ellos. Júlia Lopes de Almeida. [prólogo Nadilza de Barros Moreira ; traducción Amalia Sato]. Buenos Aires, Argentina: Leviatán, 2012.
- em antologias -
:: Primera antología de cuentos brasileños. [selección, notas y traducción Braulio Sánchez Sáez]. Colección Austral, 596. Buenos Aires, Argentina: Espasa-Calpe, 1946. {Contém: 'La tuerta' (A caolha). Júlia Lopes de Almeida}.
:: Vereda tropical: antologia del cuento brasileño. [selección Maria Antonieta Pereira]. Buenos Aires: Corregidor, 2005. {Contém: 'La tuerta' (A caolha). Júlia Lopes de Almeida/ tradução Florencia Garramuño}.
- em periódicos - 
:: La tuerta (A caolha). Júlia Lopes de Almeida. (conto) In: jornal La Nación, de Buenos Aires, em 22 de outubro de 1922.

FRANCÊS
- em antologias - 
:: Anthologie des poètes brésiliens [traduction par Hippolyte Pujol; préface de Manoel de Oliveira Lima]. São Paulo: Corbeil Imprimerie Crete, 1912. {Contient des poèmes de: Alvarenga Peixoto, Thomas Antonio Gonzaga, Gonçalves Dias, Gonçalves de Magalhaes, Laurindo Rabello, Aureliano Lessa, Bruno Seabra, Alvares de Azevedo, Luiz Delfino, Pedro Luiz de Souza, Machado de Assis, Gonçalves Crespo, Fagundes Varella, Luiz Guimaraes,  Castro Alves, Theophilo Dias, Raul Pompeia, José Bonifacio, Lucio de Mendonça, Mello Moraes Filho, Damasceno Vieira, Guimaraes Passos, Fontoura Xavier, Raymundo Correa, Wenceslao de Queiroz, Valentim Magalhaes, Carlos de Laet, H. Vioti, Vicente de Carvalho, Julia Lopes de Almeida, Alberto de Oliveira, Olavo Bilac, Affonso Celso, Coelho Netto, Presciliana de Almeida, Tobias Barreto, Filinto de Almeida, Medeiros e Albuquerque, Augusto de Lima, Freitas Guimaraes e Amadeo Amaral}.. [contém os poemas "Regrets", "Les roses", de Júlia Lopes, p. 146-150]. 
:: Anthologie de quelques conteurs brésilins: établie par l'Académie brésilienne des lettres.  [établie par Celso Vieira et Mucio Leão; préface de Cláudio de Souza; traduction par Luiz Annibal Falcão; avec la collaboration de Manoel Gahisto]. Paris: Éditions du Sagittaire, 1939. {contient des textes de: Júlia Lopes de Almeida, Machado de Assis, António Austregesilo, Carlos Magalhães de Azeredo, Aluisio Azevedo, Paulo Barreto, Gustavo Barroso, Olavo Bilac, Humberto de  Campos, Affonso Celso, Henrique Maximiano Coelho Netto, Viriato Corrêa, Levi Carneiro, Vicente de Carvalho, Ribeiro Couto, Luiz Guimarães Filho, Múcio Leão, Alceu Amoroso Lima, Alcides Maia,  Alcântara Machado, Xavier Marques, José Joaquim Medeiros e Albuquerque, Rodrigo Octávio, Oswaldo Orico, Roquette Pinto, João Ribeiro, Paulo Setúbal, Barbosa Lima Sobrinho, Cláudio de Souza, Adelmar Tavares e Celso Vieira}.. [Contém o conto: "Le lot 587" (O lote 587). Julia Lopes de Almeida].  
- em periódicos -
:: Les roses (As rosas). Júlia Lopes de Almeida. (conto) In: Paris Journal de 16 de fevereiro de
1914.
:: Les roses (As rosas). Júlia Lopes de Almeida. (conto) In: Deux nouvelles brésiliennes. [traduction Jean Duriau]. Dunkerque: Impr. du commerce G; Guilbert, 1928.
:: Les porcs (Os porcos). Júlia Lopes de Almeida. (conto) In: Tomo XVII, nº 87 da Revue de L’Amérique Latine, Paris, Mars 1929.

INGLÊS
:: He and She / Eles e elas  (fragments). Júlia Lopes de Almeida. translated Darlene Sadlier. In: One Hundred Years after Tomorrow: Brazilian Women's Fiction in the Twentieth Century. Bloomington: Indiana University Press, 1992.


“O livro é um amigo; nelle temos exemplos e conselhos, nelle um espelho onde tanto as nossas virtudes como os nossos erros reflectem. Repudial-o seria loucura; escolhel-o é sensato."
- Julia Lopes de Almeida, em "Livro das noivas". Rio de Janeiro: Francisco Alves, 4ª ed., 1926, p.38. (grafia original)


Júlia Lopes de Almeida, em aquarela de Rodolfo Amoedo (s.data) | Acervo Claudio Lopes de Almeida 

JÚLIA LOPES DE ALMEIDA - OBRA DISPONÍVEL ONLINE

- primeiras edições - por obra
:: Memórias de Marta. Júlia Lopes de Almeida. Sorocaba: Casa Durski, 1889  Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin - USP. Disponível no link. (acessado em 12.8.2021). 
:: Memórias de MartaJúlia Lopes de Almeida. Paris: Livraria Francesa e Estrangeira, Truchy-Leroy, 1930  / BLPL - Literatura Brasileira / UFSC. Disponível no link. (acessado em 13.8.2021).  
:: A família Medeiros. Júlia Lopes de Almeida. Rio de Janeiro: Companhia Editora Fluminense, 1892 /  Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin - USP. Disponível no link. (acessado em 12.8.2021). {Publicado originalmente em folhetins na Gazeta de Notícias, Rio de Janeiro, de 16 de outubro a 17 de dezembro de 1891}.
:: A família Medeiros. Júlia Lopes de Almeida. Rio de Janeiro: Companhia Editora Fluminense, 1892 / BLPL - Literatura Brasileira / UFSC. Disponível no link. (acessado em 12.8.2021). {Publicado originalmente em folhetins na Gazeta de Notícias, Rio de Janeiro, de 16 de outubro a 17 de dezembro de 1891}.
:: A família Medeiros. Júlia Lopes de Almeida. 2ª ed., (3º milheiro). São Paulo: Horácio Belfort Sabino — Editor, 1894 / BLPL - Literatura Brasileira / UFSC. Disponível no link. (acessado em 12.8.2021). {Publicado originalmente em folhetins na Gazeta de Notícias, Rio de Janeiro, de 16 de outubro a 17 de dezembro de 1891}.
:: A viúva Simões. Júlia Lopes de Almeida. Lisboa/Portugal: Antonio Maria Pereira, Editor, 1897  Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin - USP. Disponível no link. (acessado em 12.8.2021).
:: A viúva Simões. Júlia Lopes de Almeida. Lisboa/Portugal: Antonio Maria Pereira, Editor, 1897 / BLPL - Literatura Brasileira / UFSC. Disponível no link. (acessado em 13.8.2021). 
:: A casa verde. Júlia Lopes de Almeida e Filinto de Almeida [com o pseudônimo comum A. Julinto]. Rio de Janeiro, RJ: Jornal do Comércio, 1898. / BLPL - Literatura Brasileira / UFSC. Disponível no link. (acessado em 12.8.2021).. {Publicado em folhetins de 18 de dezembro e 1898 a 16 de março de 1899. Outra edição: São Paulo: Companhia Editora Nacional, 1932}.
:: A fallencia. Júlia Lopes de Almeida. (romance/novela). 1ª ed., Rio de Janeiro: Tipografia A Tribuna, 1902 / Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin - USP. Disponível no link. (acessado em 12.8.2021). 
:: A fallencia. Júlia Lopes de Almeida. (romance/novela). 1ª ed., Rio de Janeiro, RJ: Officinas de Obras d’a Tribuna, 1901 / BLPL - Literatura Brasileira / UFSC. Disponível no link. (acessado em 12.8.2021). 
:: A fallencia. Júlia Lopes de Almeida. (romance/novela). 2ª ed., Rio de Janeiro, RJ: Officinas de Obras d’a Tribuna, 1901 / BLPL - Literatura Brasileira / UFSC. Disponível no link. (acessado em 12.8.2021). 
:: Ancia eterna. Júlia Lopes de Almeida. Paris; Rio de Janeiro: Garnier, 1903 / Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin - USP. Disponível no link. (acessado em 12.8.2021). 
:: Ânsia eterna. Júlia Lopes de Almeida. Rio de Janeiro: Livraria Garnier, 1903 / BLPL - Literatura Brasileira / UFSC. Disponível no link. (acessado em 13.8.2021). 
:: A intrusa. Júlia Lopes de Almeida. Rio de Janeiro: Livraria Francisco Alves, 1908 / Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin - USP. Disponível no link. (acessado em 12.8.2021). 
:: A intrusa. Júlia Lopes de Almeida. Rio de Janeiro: Francisco Alves, 1908 / BLPL - Literatura Brasileira / UFSC. Disponível no link. (acessado em 13.8.2021). 
:: Elles e ellas. Júlia Lopes de Almeida. Rio de Janeiro: Francisco Alves, 1910 / Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin - USP. Disponível no link. (acessado em 12.8.2021).
:: Contos infantis: em verso e prosa. Júlia Lopes de Almeida e Adelina Lopes VieiraRio de Janeiro; São Paulo: Laemmert & C.ª, Editores, 1910 / Biblioteca digital Luso-Brasileira - BN Digital do Brasil. Disponível no link. (acessado em 14.8.2021).
:: História da nossa terra. (contos infantis). 6ª ed., revista e aumentada. Rio de Janeiro: Livraria Francisco Alves; Paris/Lisboa: Alves Aillaud & cia 1911 / Biblioteca digital Luso-Brasileira - BN Digital do Brasil. Disponível no link. (acessado em 14.8.2021).
:: Cruel amor. Júlia Lopes de Almeida. Rio de Janeiro: Francisco Alves, Aillaud, 1911 / Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin - USP. Disponível no link. (acessado em 12.8.2021). 
:: Cruel amor. Júlia Lopes de Almeida. (Romance epistolar). Rio de Janeiro: Francisco Alves, 1911 / BLPL - Literatura Brasileira / UFSC. Disponível no link. (acessado em 13.8.2021). 
:: Correio da roça. Júlia Lopes de Almeida. Rio de Janeiro: Francisco Alves, 1913 / Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin - USP. Disponível no link. (acessado em 12.8.2021). 
:: Correio da roça. Júlia Lopes de Almeida. (Romance epistolar). Rio de Janeiro: Francisco Alves, 1913 / BLPL - Literatura Brasileira / UFSC. Disponível no link. (acessado em 13.8.2021). 
:: A Silveirinha: crônica de um verão. Rio de Janeiro: Francisco Alves, 1914 / Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin - USP. Disponível no link. (acessado em 12.8.2021). 
:: A Silveirinha: crônica de um verão. Rio de Janeiro:  Rio de Janeiro: Francisco Alves, 1914 / BLPL - Literatura Brasileira / UFSC. Disponível no link. (acessado em 13.8.2021).  
:: A árvore. Júlia Lopes de Almeida e Afonso Lopes de Almeida. São Paulo: Livraria F. Alves, 1916 / Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin - USP. Disponível no link. (acessado em 12.8.2021). 
:: A árvoreJúlia Lopes de Almeida e Afonso Lopes de AlmeidaRio de Janeiro, RJ: Livraria Francisco Alves, 1916. / BLPL - Literatura Brasileira / UFSC. Disponível no link. (acessado em 12.8.2021). 
:: Era uma vez... Júlia Lopes de Almeida. Rio de Janeiro: Jacinto Ribeiro dos Santos, 1917 / Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin - USP. Disponível no link. (acessado em 12.8.2021). 
:: Teatro – Quem não perdoa, Doidos de amor, Nos jardins de Saul. Júlia Lopes de Almeida. Porto: Renascença Portuguesa, 7 de maio de 1917 / Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin - USP. Disponível no link. (acessado em 12.8.2021). 
:: Jornadas no meu país. Júlia Lopes de Almeida. Rio de Janeiro: Francisco Alves, 1920 / Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin - USP. Disponível no link. (acessado em 12.8.2021). 
:: A isca. Júlia Lopes de Almeida. Rio de Janeiro: Livraria Leite Ribeiro, 1923 / Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin - USP. Disponível no link. (acessado em 12.8.2021). 
:: A isca. Júlia Lopes de Almeida. Rio de Janeiro: Leite Ribeiro, 1923 / BLPL - Literatura Brasileira / UFSC. Disponível no link. (acessado em 13.8.2021).  
:: Oração a Santa Dorotea. Júlia Lopes de Almeida. Rio de Janeiro: Livraria Leite Ribeiro, 1923 / Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin - USP. Disponível no link. (acessado em 12.8.2021).
:: Maternidade. Júlia Lopes de Almeida. Rio de Janeiro: Olivia Herdy de Cabral Peixoto, 19?? / Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin - USP. Disponível no link. (acessado em 12.8.2021). 

- em periódicos -
:: A nevrose da cor. Júlia Lopes de Almeida. (conto). Rio de Janeiro, RJ: Gazeta de Notícias, p.2, 7 de junho 1889 / BLPL - Literatura Brasileira / UFSC. Disponível no link. (acessado em 13.8.2021). 
:: A alma das flores. Júlia Lopes de Almeida. (conto). Rio de Janeiro, RJ: Gazeta de Notícias,  p. 1, 24 de fevereiro,1890 / BLPL - Literatura Brasileira / UFSC. Disponível no link. (acessado em 12.8.2021).
:: A casa dos mortos. Júlia Lopes de Almeida. (conto). Recife, PE: Jornal do Recife: Gazeta diária, seção 'Variedades', p. 2, 30 de agosto, 1893. / BLPL - Literatura Brasileira / UFSC. Disponível no link. (acessado em 12.8.2021). 

- em antologias -
:: Anthologie des poètes brésiliens [traductions par Hippolyte Pujol; préface de Manoel de Oliveira Lima]. São Paulo: Corbeil Imprimerie Crete, 1912 {contém os poemas: "Regrets", "Les roses", de Júlia Lopes, p. 146-150}Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin - USP. Disponível no link. (acessado em 16.8.2021).. 

- edições atualizadas online - 
:: A falência. Júlia Lopes de Almeida. (romance/novela). Edição atualizada. São Paulo: HUCITEC; Secretaria da Cultura, Ciência e Tecnologia, em 1978 / UFSC. Disponível no link. (acessado em 12.8.2021).
:: A falência. Júlia Lopes de Almeida. [edição comentada Regina Zilberman]. Campinas/SP: Editora Unicamp, 2018. Disponível no link. (acessado em 14.8.2021).
:: A intrusa. Júlia Lopes de Almeida. In: BLPL - Literatura Brasileira / UFSC, s/data. Disponível no link. (acessado em 13.8.2021). 
:: A intrusa. Júlia Lopes de Almeida. In: BDLB - Biblioteca digital Luso-Brasileira - BN Digital do Brasil, S/data. Disponível no link. (acessado em 14.8.2021).
:: A viúva Simões. Júlia Lopes de Almeida. In: BLPL - Literatura Brasileira / UFSC s/data. Disponível no link. (acessado em 13.8.2021). 
:: Ânsia eterna. Júlia Lopes de Almeida. [organização Maria Helena de Almeida Freitas, Mônica Almeida Rizzo Soares e Cleide Lemos;  apresentação e notas Cleide Lemos; capa Rodrigo Corrêa Ribeiro; gravura: Edvard Munch, "The girls on the bridge", 1918]. 2ª ed.,  revisada. Coleção escritoras do Brasil, vol. 2. Brasília: Senado Federal, 2019. Disponível no link. (acessado em 13.8.2021).
:: ALMEIDA, Júlia Lopes de. (Obras). Domínio Público - MEC (acessado em 13.8.2021).
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:: BLPL - Literatura Brasileira / UFSC(acessado em 12.8.2021).


TEATRO - ESPETÁCULO


Espetáculo A herança
Autoria: Júlia Lopes de Almeida
Em cartaz: Teatro da Exposição Nacional
Estreia: 1908

***

Espetáculo Quem não perdoa 
Autora: Júlia Lopes de Almeida
Direção: Eduardo Vitorino
Música original: Alberto Nepomuceno
Realização: Companhia Nacional 
Em cartaz: Theatro Municipal do Rio de Janeiro | Rio de Janeiro
Estreia: em 1 de outubro de 1912.
- referências de pesquisa -
ALMEIDA, Júlia Lopes de.. Quem não perdoa. In: O País. Rio de Janeiro, p. 1-2, 2 out. 1912.
NUNES, Mario. 40 anos de teatro. Rio de Janeiro: Serviço Nacional de Teatro, 1956.
PRIORE, Mary Del (org); BASSANEZI, ‎Carla Beozzo (coord. de textos). História das mulheres no Brasil. São Paulo: Editora Contexto, 1997; 8ª ed., 2006.
TODO Teatro Carioca (acessado em 13.8.2021).
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** Arte: Júlia Lopes de Almeida, por Raul Filinto de Almeida.

“Não podemos afirmar se têm razão os que declaram que Júlia Lopes de Almeida foi nossa George Sand. Parece-nos mesmo, que não há motivos para, nesse terreno, se fazer comparações e traçar paralelos. Júlia Lopes de Almeida dispunha de personalidade própria, virtude que se evidencia principalmente nos seus contos e novelas curtas. Sua obra reflete com brilho e colorido uma época da vida da burguesia rica do Brasil, sem preocupação de crítica social, é verdade, mas com profundo sentimento e compreensão dos nossos costumes, preconceitos e falhas.”
- José Veríssimo, em "Letras e literatos". Rio de Janeiro: José Olympio, 1936.

Júlia Lopes de Almeida | foto: Richard Hall/Acervo Claudio Lopes de Almeida.


"A mulher brasileira conhece que pode querer mais, do que até aqui tem querido; que pode fazer mais, do que até aqui tem feito. Precisamos compreender antes de tudo e afirmar aos outros, atados por preconceitos e que julgam toda a liberdade de ação prejudicial à mulher na família, principalmente dela, que necessitamos de desenvolvimento intelectual e do apoio seguro de uma educação bem feita."
 - Júlia Lopes de Almeida, em “A viúva Simões” 1ª ed., 1897, p. 3.


POEMAS DEDICADOS A JÚLIA LOPES DE ALMEIDA


Funesta
Se passas junto a mim, eu sinto as vagas
Do fundo oceano da paixão, rolando,
Quebrarem-se em meu peito, como quando
Rebentam as do Mar nas duras fragas.

Da luz do teu olhar sereno e brando
Toda a minh’alma docemente alagas;
Se por acaso ris-te e se me afagas,
Semiânime julgo-me tombando!

Tens sobre mim a ação misteriosa
Que sobre o aço tem o imã! Cismo
Que já me empolga a força deliciosa!

Sou presa desse eterno magnetismo!
E quando tu me fitas silenciosa,
Sinto que vou rolar num fundo abismo!
- Filinto de Almeida, no livro "Lírica". Typ. Moreira Maximino, 1887.

§§

O lago
[A Julia Lopes de Almeida]

Um pouco d’água só, e, ao fundo, areia ou lama.
Um pouco d’água em que, no entanto, se retrata
O pássaro que o voo aos ares arrebata,
E o rubro e infindo céu do crepúsculo em chama.

Água que se transmuda em reluzente prata,
Quando, do bosque em flor, que as brisas embalsama,
A lua, como uma áurea e finíssima trama,
Pelos ombros da Noite a sua luz desata.

Poeta, como esse lago adormecido e mudo,
Onde não há, sequer, um frêmito de vida,
Onde tudo é ilusório e passageiro é tudo,

Existem, sobre um fundo, ou de lama ou de areia,
Almas em que tu vês apenas refletida
A tua alma, onde o sonho astros de oiro semeia.
- Júlia Cortines, no livro "Vibrações”. Laemmert & C. – Editores, 1905.


Júlia Lopes de Almeida  em seu escritório - sala de leitura, s/data | foto: Acervo Claudio Lopes de Almeida

FORTUNA CRÍTICA DE JÚLIA LOPES DE ALMEIDA

[Júlia Lopes de Almeida teses e dissertações;  livros, ensaios e artigos]

ACERVO Júlia Lopes / Acervo da família Júlia Lopes e Filinto de Almeida doado a Yasmin Nadaf em janeiro/2006. In: Yasmin Nadaf (site), s/data. Disponível no link. (acessado em 19.8.2021).
ALMEIDA, Francisco Filinto de. Dona Júlia. Rio de Janeiro: Tipografia do Jornal do Comércio, 1938.
ALMEIDA, Francisco Filinto de. Lyrica. Rio de Janeiro: Typ. Maximino & Cia, 1887.
ALMEIDA, Presciliana Duarte de. (Diretora). A Mensageira: revista literária dedicada à mulher brazileira. Edição fac-similar. [Reprodução em livro, dois volumes, da Revista Literária publicada de 1897 a 1900, na cidade de São Paulo]. São Paulo: Imprensa Oficial do Estado/Secretaria de Estado da Cultura, 1987.
ANDRADE, Valéria. Índice de dramaturgas brasileiras do século XIX. Florianópolis: Editora Mulheres, 1996.  
ALÓS, Anselmo Peres. Um passo além: o resgate de escritoras brasileiras do século XIX. Revista Estudos Feministas, vol.16, nº 2, Florianópolis Mai/Ago. 2008. Disponível no link. (acessado 1.5.2014).
ALVES, Maria Angélica. A educação feminina no Brasil do entre-séculos (XIX e XX) imagens da mulher intelectual. UERJ, SBHE. Disponível no link. (acessado 1.5.2014).
ALVES, Paula Rúbia Oliveira do Vale. Julia Lopes de Almeida: o lugar da mulher na literatura brasileira na virada entre os séculos XIX e XX. XVII CNLF, ?. Disponível no link. (acessado 1.5.2014).
AMADO, Gilberto. A chave de Salomão e outros escritos. Rio de Janeiro: Francisco Alves, 1914.
AMED, Jussara Parada. Escrita e experiência na obra de Júlia Lopes de Almeida (1862-1934). (Tese Doutorado em História Social). Universidade de São Paulo, USP, São Paulo, 2010. Disponível no link. (acessado 29.4.2014).
AMED, Jussara Parada. Recepção das obras de Júlia Lopes de Almeida (1862-1934) na primeira República. In: Veredas , v. 2, p. 17-33, 2019.
AMED, Jussara Parada. Júlia Lopes de Almeida (1862-1934). Um novo ambiente para as mulheres: descubrindo-se escritora no Brasil. In: Projeto História, São Paulo,n.57, p.234-251,Set.-Dez. 2016.. Disponível no link. (acessado em 19.8.2021).
AMED, Jussara Parada. Escrita e experiência na obra de Júlia Lopes de Almeida (1862-1934). Anais do XXVI Simpósio Nacional de História – ANPUH • São Paulo, julho 2011. Disponível no link. (acessado em 29.4.2014).
ARSENAULT, Natalie. Family upheaval in selecter works by Júlia Lopes de Almeida. (Thesis presnted to the graduate school of the degree of master of arts). University of Florida, 2002.Disponível no link. (acessado 1.5.2014).
AUSTREGÉSILO, Antônio. Perfil da mulher brasileira: esboço acerca do feminismo no Brasil. Rio de Janeiro: Francisco Alves, 1923.
Júlia Lopes de Almeida
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BERNARDES, Maria Thereza Caiuby Crescenti. Mulheres de ontem? Rio de Janeiro – século XIX. São Paulo: T. A. Queiroz, 1989.
BERNARDES, Maria Thereza Caiuby Crescente. Mulheres Educadas: Rio de Janeiro do Século XIX (1840-1890).. (Tese Doutoramento em Ciências Sociais). Universidade de São Paulo, USP, São Paulo, 1983. 231p.
BERTA, Verônica. Ânsia eterna. Baseado nos contos de Júlia Lopes de Almeida. São Paulo: SESI SP Editora, 2018.
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EISENHART, Vanina Lasseron. Primeira-Dama Tropical: A cidade e o corpo feminino na ficção de Júlia Lopes de Almeida. University of Califórnia, Los Angeles, Mester, v. 35, p. 46-63, 2006. Disponível no link. (acessado 1.5.2014).
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SILVA, Marcelo Medeiros da. Do mercado matrimonial à sagrada família: apontamentos sobre Júlia Lopes de Almeida e José de Alencar. In: Antonio de Pádua Dias da Silva. (Org.). Sexualidade, Identidade e Gênero em Debate. Recife: Realize Editora, 2009, v., p. -.
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SOIHET, Rachel. Comparando escritos: Júlia Lopes de Almeida e Carmen Dolores. Caderno Espaço Feminino (UFU), Univ Federal de Uberlândia, v. 9, n.Nº 10/11, p. 85-107, 2002.
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SOUZA, Samantha Valério Parente. Memórias de Marta: Júlia Lopes de Almeida, educação e ficção no romance. (Dissertação Mestrado em História Social da Cultura). Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, PUC/Rio, 2012. Disponível no link. (acessado 1.5.2014).
SOUZA, Samantha. Memórias de Marta. Uma narrativa ficcional de Júlia Lopes de Almeida. In: Anais do XXVI Simpósio Nacional de História – ANPUH, São Paulo, julho 2011. Disponível no link. (acessado em 13.8.2021). 
SPERB, Paula. Excluída da ABL, Júlia Lopes de Almeida escreveu livro sobre família burguesa. In: Ilustrada, Folha de S. Paulo, 11.8.2023. Disponível no link. (acessado em 25.7.2024)
STANISLAVSKI, Cleila de Fátima Siqueira. Uma leitura de Contos Infantis (1886) de Adelina Lopes Vieira e Julia Lopes de Almeida. Leitura. Teoria & Prática (Campinas), Porto Alegre: Mercado Aberto;, v. n. 40,, p. 15-27, 2003.
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UM ASPECTO inédito da personalidade de D. Júlia Lopes de Almeida. A Gazeta, São Paulo, 9 de junho, 1939.
VAI ser paga uma dívida da inteligência brasileira. In: O Globo, Rio de Janeiro, 3 de mar. 1939.
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VERÍSSIMO, José. A educação nacional. Rio de Janeiro: Francisco Alves, 1906.
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VIDAL
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VIEIRA, Marly Jean de Araújo Pereira. Do privado ao público - Júlia Lopes e a educação da mulher. (Dissertação Mestrado em Literatura). Universidade de Brasília, UNB, 2003.
VIEIRA, Marly Jean de Araújo Pereira. Memórias de Marta, de Júlia Lopes de Almeida: um exemplo de bildungsroman feminino no século XIX. In: XI Seminário Nacional e II Seminário Internacional Mulher e Literatura, 2005, Rio de Janeiro. Entre o estético e o político: a mulher nas literaturas clássicas e vernáculas. Florianópolis: Editora Mulheres, 2005. p. 193-203.
VILLAFAÑE SANTOS, Sabrina Duque. O século XIX do Português ao Espanhol: a viúva Simões, de Júlia Lopes de Almeida, traduzida e comentada. (Dissertação Mestrado em Estudos da Tradução). Universidade de Brasília, UnB, Brasília, 2016. Disponível no link. (acessado em 13.8.2021). 
WELS, Erica Schlude. O olhar visionário e conservador de Júlia Lopes de Almeida. Água Viva (UNB), v. 1, p. 87-96, 2002.
WELS, Erica Schlude. O olhar visionário e o olhar conservador: a crítica social nos romances de Júlia Lopes de Almeida. (Dissertação Mestrado em Letras). Universidade Federal do Rio de Janeiro, UFRJ, 1999.
XAVIER, Elódia. Declínio do patriarcado: a família no imaginário feminino. Rio de Janeiro: Editora Rosa dos tempos, 1998.
XAVIER, Elodia Carvalho de Formiga. A mulher no banco dos réus. In: ALMEIDA, J. Lopes de. A intrusa. Rio de Janeiro: Departamento Nacional do Livro/Fundação Biblioteca Nacional, 1994.
XAVIER, Elódia Carvalho de Formiga. Júlia Lopes de Almeida: da Monarquia à República. In: Luis Manoel Cavalcante Gazzaneo et alii. (Org.). 1808-1889 Reflexões sobre as artes e as ciências. Rio de Janeiro: Booklink: Pro Arq., 2001, v. 2, p. 195-198.
XAVIER, Elódia Carvalho de Formiga. Júlia Lopes de Almeida: o discurso do outro. In: Travessia - Mulheres século XIX, n. 23, p. 178-184, 1992.
XIMENES, Sérgio Barcellos. Cronologia atualizada da ficção colaborativa brasileira: 1858–1962. In: Medium, 2 fevereiro de 2020. Disponível no link. (acessado em 12.8.2021).
ZANCHET, Maria Beatriz. Tradição e vanguarda na escritura de Júlia Lopes de Almeida. In: Revista Trama (Cascavel), v. 2, n.4, p. 143-154, 2006.
ZILBERMAN, Regina; LAJOLO, Marisa. Literatura infantil brasileira: histórias & histórias. São Paulo: Ática, 1984.
ZIN, Rafael Balseiro. Escritoras abolicionistas no Brasil-Império: Maria Firmina dos Reis e Júlia Lopes de Almeida na luta contra a escravidão. (Tese Doutorado em Ciências Sociais). Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, PUC SP, 2022.  Disponível no link. (acessado em 8.10.2022). 

"Nos tempos antigos, a mulher era calma, submissa, pacífica e retraída; mas seria tudo isso por ter mais bom senso, mais felicidade e menos ambição? Não me parece. O motivo devia ser outro; o motivo devia de estar na atmosfera que a envolvia e em que não existia nenhum elemento agitador. Não somos nós que mudamos os dias, são os dias que nos mudam a nós.  Tudo se transforma, tudo acaba, tudo recomeça, criado pelo mesmo princípio, destinado para o mesmo fim. Nascemos, morremos e no intervalo de uma outra ação, vivemos a vida que nosso tempo nos impõe. 
O que ele impõe hodiernamente à mulher é o desprendimento dos preconceitos, a luta, sempre dolorosa, pela existência, o assalto às culminâncias em que os homens dominam e de onde a repelem.  Mas, seja qual for a guerra que lhe façam, o feminismo vencerá, por que não nasceu da vaidade, mas da necessidade que obriga a triunfar."
- Júlia Lopes de Almeida, em “Livro das donas e donzelas”. Rio de Janeiro: Francisco Alves, 1906, p.72-73.

Júlia Lopes de Almeida em imagens


Júlia Lopes de Almeida e Filinto de Almeida, em Paris . s/data | foto: Acervo Claudio Lopes de Almeida


Júlia Lopes de Almeida com seus filhos, Afonso e Margarida (sentados), Albano e  Lúcia (em pé). s/data 
| foto: Acervo Claudio Lopes de Almeida

Júlia Lopes de Almeida - I Congresso Feminista do Brasil (1922) | Da esquerda para a direita, Júlia Lopes de 
Almeida é a primeira que se encontra sentada | foto: Fundo PBPF/Arquivo Nacional.

Júlia Lopes de Almeida - II Congresso Feminista do Brasil (1931) | Da esquerda para a direita, Júlia Lopes de Almeida
 é a terceira que se encontra sentada | foto: Fundo PBPF/Arquivo Nacional


"A estante de uma mulher de espírito e de coração, isto é, de uma mulher habilitada a aprender e conservar o que ler; que souber que isso a instrui, a forma apta para dirigir a educação dos filhos, dando-lhe superioridade e largueza de vistas; a estante de uma mulher inteligente e cuidadosa, que ama seus livros, não são como um mero adorno de gabinete, mas como a uns mestres sempre consoladores e sempre justos, essa estante é um altar onde o seu pensamento vai, cheio de fé, pedir amparo numa hora de desalento, e conselho num momento de dúvida. [...] Aprender para ensinar! Eis a missão sagrada da mulher. É preciso para isso que a leitura seja sã, bem feita. O gosto bem educado transmitir-se-á sem mácula e sem esforço aos filhos. Convençamo-nos de que de que o espírito, para dominar, deve ter sido dominado pela força suprema e bendita dos que são mais fortes ou trabalham mais."
- Julia Lopes de Almeida, em "Livro das noivas". 3ª ed., Rio de Janeiro: Francisco Alves, 1914. p. 37-39.

Júlia Lopes de Almeida, em caricatura de Raul Filinto de Almeida


“Pois eu em moça fazia versos. Ah! Não imagina com que encanto. Era como um prazer proibido! Sentia ao mesmo tempo a delícia de os compor e o medo de que acabassem por descobri-los. Fechava-me no quarto, bem fechada, abria a secretária, estendia pela alvura do papel uma porção de rimas... De repente, um susto. Alguém batia à porta. E eu, com a voz embargada, dando voltas à chave da secretária: já vai! A mim sempre me parecia que se viessem a saber desses versos, viria o mundo abaixo. Um dia, porém, eu estava muito entretida na composição de uma história, uma história em verso, com descrições e diálogo, quando ouvi por trás de mim uma voz alegre: – Peguei-te menina! Estremeci, pus as duas mãos em cima do papel, no arranco de defesa, mas não me foi possível. Minha irmã, adejando triunfalmente a folha e rindo a erder, bradava: – Então a menina faz versos? Vou mostrá-los ao papá!”
- Júlia Lopes de Almeida, em “João do Rio. O momento literário”. Rio de Janeiro: Fundação Biblioteca Nacional, Depto. Nacional do Livro, 1994, p. 28.


Escultura Júlia Lopes de Almeida (bronze),
por Margarida Lopes de Almeida (1953)
ESCULTURA DE JÚLIA LOPES DE ALMEIDA
Escritora brasileira nascida em 1862, no Rio de Janeiro, considerada, à época, a maior figura literária feminina do seu país. A sua obra é variada, integrando romances, contos e peças de teatro. O monumento, obra de Margarida Lopes de Almeida, composto de busto em bronze sobre pedestal de pedra, foi oferecido pelas mulheres brasileiras às mulheres portuguesas. O busto, executado em 1939, só viria a ser inaugurado, no Jardim Gomes de Amorim, localizado na Praceta da Av. António José de Almeida - Lisboa/Portugal, em 28 de Março de 1953.
Escultora: Margarida Lopes de Almeida (filha de D. Júlia Lopes de Almeida). Data - 1953. Material - Bronze. Estilo - Figurativo. 
___


“Depois da morte de Taunay, Machado de Assis e de Aluísio de Azevedo, o romance no Brasil conta apenas com dois autores de obra considerável e de nomeada nacional – D. Júlia Lopes de Almeida e o Sr. Coelho Neto, eu, como romancista, lhe (sic) prefiro de muito D. Júlia Lopes. “
- José Verissimo, Letras e literatos. Rio de Janeiro: José Olympio, 1936, p.15.


ACERVO DE JÚLIA LOPES DE ALMEIDA
Acervo doado para Academia Brasileira de Letras ABL em 2010, por Claudio Lopes de Almeida.

“(...) foi mestra na acepção mais elevada da palavra, o que quer dizer propiciadora de nobres ensinamentos, modelo de raras virtudes, irradiadora de salutar influência. Mestra de língua e mestra de vida, quer pela excelência de sua produção literária, quer pela pureza sem jaça de sua existência. “
- Affonso Celso, em “Homenagem à D. Júlia Lopes de Almeida”. Revista Academia Brasileira de Letras, v.48, 1935, p. 259.


Capas de livros de Júlia Lopes de Almeida



"Não há em língua humana palavra que, como o beijo, exprima, por mais silencioso que ele seja, a ternura e o amor. (...) A vida sem beijos! A vida sem beijos é como um jardim sem flores, um pomar sem frutos, ou (que escorregue ainda mais esta velha comparação) um deserto sem oásis."
- Júlia Lopes de Almeida, em “Livro das donas e donzelas”. Rio de Janeiro: Francisco Alves, 1906, p. 118.


“Aqui, a locomotiva rasga a terra, fura os montes, leva para diante a civilização que tudo aperfeiçoa... Além, lá no horizonte, que já não é misterioso, um transatlântico arfa em demanda do nosso porto.”
- Júlia Lopes de Almeida, 1907.


OUTRAS FONTES DE PESQUISA


Algumas das imagens de Júlia Lopes de Almeida nesta página foram extraídas dos seguintes trabalhos:

:: COSTRUBA, Deivid Aparecido. Para além do sufragismo: a contribuição de Júlia Lopes de Almeida à história do feminismo no Brasil (1892-1934).. (Tese Doutorado em História). Universidade Estadual Paulista, UNESP, Assis/SP, 2017. Disponível no link. (acessado em 13.8.2021).
:: MANCHOPE, Elenita Conegero Pastor. Memória e imagem na escritura de Julia Lopes de Almeida: cenários e retornos. (Tese Doutorado em Linguagem e Sociedade). Universidade Estadual do Oeste do Parana, Unioeste, Cascavel, 2016. Disponível no link. (acessado em 13.8.2021).

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Arte: Júlia Lopes de Almeida, em ilustração de Lula Palomanes.

© A obra de Júlia Lopes de Almeida, é de domínio público

© Pesquisa, seleção, edição e organização: Elfi Kürten Fenske


=== === ===
Trabalhos sobre o autor:
Caso, você tenha algum trabalho não citado e queira que ele seja incluído - exemplo: livro, tese, dissertação, ensaio, artigo - envie os dados para o nosso "e-mail de contato", para que possamos incluir as referências do seu trabalho nesta pagina. 

COMO CITAR:
FENSKE, Elfi Kürten (pesquisa, seleção, edição e organização). Júlia Lopes de Almeida - a escritora a belle époque tropical. Templo Cultural Delfos, março/2025. Disponível no link. (acessado em .../.../...).
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* Página atualizada em 10.3.2025.
** Página original de MAIO/2014.




Direitos Reservados © 2025 Templo Cultural Delfos

Bibliotecas e acervos digitais

(*) Kansas City Public Library (Missouri, USA)

"Uma biblioteca é uma das mais belas paisagens do mundo."
- Jacques Sternberg (1923-2006)


"Não é possível refazer este país, democratizá-lo, humanizá-lo, torná-lo sério, com adolescentes brincando de matar gente, ofendendo a vida, destruindo o sonho, inviabilizando o amor. Se a educação sozinha não transformar a sociedade, sem ela tampouco a sociedade muda."
- Paulo Freire


Conheça aqui acervos e bibliotecas digitais no Brasil e no Mundo

BIBLIOTECAS DIGITAIS E ACERVOS ONLINE NO BRASIL
Biblioteca Digital Brasil - Fundação Biblioteca Nacional - abrange projetos específicos: Rede da Memória Virtual Brasileira (sobre as expressões culturais das artes, música, literatura e história do país e de suas regiões); A França no Brasil (portal digital entre as Bibliotecas Nacionais do Brasil e da França); Periódicos & LiteraturaGuerra do ParaguaiColeção Thereza Christina (coleção de fotografias do Imperador D. Pedro II); Hemeroteca Digital Brasileira (acervo de periódicos – jornais, revistas, anuários, boletins etc. – e de publicações seriadas). Entre outros.

Domínio Público (Biblioteca digital) - desenvolvida pelo Ministério da Educação (MEC), que disponibiliza gratuitamente textos, imagens, vídeos, áudios que estão livres de direitos autorais. Além de livros de autores da literatura brasileira e portuguesa, o sistema recupera publicações científicas da base de teses e dissertações da CAPES.

Biblioteca Nacional Sem Fronteiras - programa desenvolvido pela Biblioteca Nacional que visa democratizar o acesso da instituição. É composta por coleções digitais temáticas, refletindo todas as áreas da instituição em em especial os tesouros da Biblioteca Nacional. Seu acervo é dividido em manuscritos e obras raras. Em português.

Biblioteca Digital do Museu Nacional - disponibiliza itens do acervo de obras raras da Biblioteca do Museu Nacional da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Essas coleções formam um patrimônio de referência nas áreas de ciências naturais e antropológicas. Os arquivos podem ser baixados através desta página e suas versões em altíssima resolução estão disponíveis para acesso em terminais da instituição.

Biblioteca Virtual da América Latina - desenvolvida pela Fundação Memorial da América Latina, localizada na cidade de São Paulo, com apoios da FAPESP, tem como objetivo disseminar informação e conhecimento sobre a América Latina, nos aspectos das humanidades, ciências e artes produzidos pelo Memorial da América Latina.

CPDOC/FGV - é desenvolvido pela Escola de Ciências Sociais e História da Fundação Getúlio Vargas - FGV. Apresenta uma série de conteúdos, tais como os dossiês sobre a história do Brasil (50 anos de Brasília, anos JK, Jango e Era Vargas); entrevistas de história oral (a maior parte voltada para o estudo da trajetória e desempenho das elites brasileiras desde os anos de 1930).

Biblioteca Digital do Senado Federal - o acervo digital é variado, dividindo-se entre livros, obras raras, artigos de revista, notícias de jornal, produção intelectual de senadores e servidores do Senado Federal, legislação em texto e áudio, entre outros documentos. As obras são de domínio público ou possuem direitos autorais cedidos pelos proprietários, possibilitando acesso e download gratuitos das obras.

Brasiliana USP - esta biblioteca digital é fruto da doação do acervo pessoal do bibliógrafo José Mindlin e sua esposa Guita para a Universidade de São Paulo, que também está sendo materializado na forma de uma biblioteca localizada no campus da USP. Há livros, mapas e imagens em domínio público. 

Biblioteca Digital de Obras Raras - reúne e disponibiliza a íntegra digitalizada de livros considerados raros (levando em conta o valor histórico, a antiguidade e a não existência de outras impressões ou edições), e que estão localizados nas unidades da Universidade de São Paulo.

Banco de textos Raros da Literatura Brasileira - PUC/RS - recuperação de fontes, preservação de documentos e consulta informatizada.

Biblioteca Virtual de Literatura - a  Biblioteca Virtual de Literatura é um veículo de divulgação e informação destinado a especialistas e pesquisadores, alunos e professores das diversas literaturas e também a leitores e usuários da rede em geral. Com especial atenção à Literatura Brasileira, a BVL ocupa-se ainda das demais literaturas em língua portuguesa e das literaturas latino-americanas e abrange todas as outras literaturas. A literatura dramática está incluída, vinculada às atividades que a levam à cena.

Literatura Digital UFSC - biblioteca de literaturas da língua portuguesa (fonte primária e gratuita de textos literários do Brasil e Portugal em versão integral). 

Livros Raros do Mosteiro de São Bento da Bahia - projeto de restauração de livros raros dos séculos XVI, XVII, XVIII e XI digitalizados e disponibilizados. 

Acervo Digital das Obras de Machado de Assis - UFSC - obra revisada disponibilizada integralmente ao público.

Arquivo Público do Estado de São Paulo (Memória pública) - o Departamento de Preservação e Difusão de Acervo é responsável pela custódia da documentação permanente depositada no Arquivo Público do Estado. É sua responsabilidade preservar todos os documentos que estão sob sua guarda, constituindo-se como um serviço público aos cidadãos e fomentando o acesso aos documentos que integram uma parte da memória da sociedade sob responsabilidade do Estado.  A este programa de ação permanente do Departamento denominamos Memória Pública. O Arquivo Público do Estado de São Paulo-APESP disponibiliza em seu Acervo Digitalizado manuscritos, álbuns, fotografias, periódicos, livros, jornais, revistas, mapas, entre outros. No caso de obras que não sejam de domínio público, a utilização é de responsabilidade exclusiva do usuário e depende da autorização expressa dos detentores dos direitos, ou na forma da Lei de Direito Autoral (Lei 9.610 de 16 de fevereiro de 1998).

Revistas Acadêmicas - o site Letras Partilhadas disponibiliza uma ampla lista, incluindo links de acesso de Revistas acadêmicas das diferentes áreas do conhecimento. 

Biblioteca Digital Brasileira de Teses e Dissertações (BDTD) - desenvolvida pelo IBICT - Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia, objetiva integrar os sistemas de informação de teses e dissertações existentes no país, assim como disponibilizar gradativamente para consulta ou download, a produção nacional de teses e dissertações.

Banco de Teses da CAPES - visa facilitar o acesso a informações sobre teses e dissertações defendidas junto a programas de pós-graduação do país. Ele não dá acesso direto ao texto das monografias, mas apenas às informações sobre eles e a instituição de ensino onde estão depositadas. Mas acaba sendo uma mão na roda para encontrar dados sobre teses do país todo. Desenvolvido pela CAPES - Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior.

Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP - base de teses e dissertações da USP (Universidade de São Paulo), onde os textos podem ser acessados em texto integral. Ressalta-se que nem todas as teses e dissertações defendidas nas unidades das USP estão contidas neste banco, pois ele está sendo alimentado ao longo do tempo.

Biblioteca Digital da UNICAMP - disponibiliza milhares de documentos para download livre, entre teses, dissertações, artigos, entre outros tipos de trabalhos produzidos pelos alunos e pesquisadores da Unicamp.

Biblioteca Digital de Ciências da Unicamp - disponibiliza livremente softwares, imagens, teses, monografias e apostilas voltadas ao ensino de qualquer disciplina da área biológica. Também disponibiliza artigos publicados pela Revista Brasileira de Ensino de Bioquímica e Biologia Molecular. É desenvolvido pelo Laboratório de Tecnologia Educacional do Instituto de Biologia, da Universidade Estadual de Campinas - Unicamp. Em português.

Biblioteca Digital da UNESP – acervo digital de teses, dissertações, artigos, livros e outros documentos publicados

Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFMG - disponibilização digital de teses, dissertações e textos acadêmicos. 

Biblioteca Digital de Teses e Dissertações Eletrônicas da UERJ - disponibiliza teses e dissertações, em texto completo, produzidas pelos mestrandos e doutorandos.

LUME - Repositório Digital, UFRGS - é o portal de acesso às coleções digitais produzidas no âmbito da Universidade e de outros documentos que, por sua área de abrangência e/ou pelo seu caráter histórico, é de interesse da Instituição centralizar sua preservação e difusão.

Biblioteca Digital da Escola de Música da UFRJ - obras raras dos séculos XVI ao XVIII, manuscritos autografados de alguns dos principais compositores brasileiros, documentos históricos, periódicos e iconografia.

Mnemocine - o site Mnemocine disponibiliza em seu banco de dados: teses, dissertações, artigos e ensaios sobre Cinema Brasileiro. 

Cinema Libre - filmes em domínio público disponíveis online em versões completas e legendadas. 

Museu da Música de Mariana - o museu vem desenvolvendo projetos de conservação e difusão de seu acervo, reeditando obras raras de música religiosa dos séculos XVIII ao XX, além de outras ações na musicologia brasileira. 

Biblioteca Virtual do Estudante Brasileiro - especializada em literatura em língua portuguesa.

Biblioteca Mário de Andrade - tesouros da Cidade de São Paulo. 

Arquivo Publico do Estado de Minas Gerais - Sistema Integrado de Acesso do Arquivo Público Mineiro (SIAAPM) - no SIAAPM já estão disponíveis, para consulta, instrumentos de pesquisa, milhares de documentos (manuscritos, iconográficos, cartográficos, filmográficos), a coleção da centenária Revista do Arquivo Público Mineiro e milhares de fichas catalográficas dentro da Plataforma Hélio Gravatá, entre outros. Atualmente, cerca de 5,0% do acervo do APM está disponibilizado integralmente no SIAAPM.  

Arquivo Público do Estado de São Paulo: Acervo Digitalizado - o Arquivo Público do Estado de São Paulo-APESP disponibiliza em seu Acervo Digitalizado manuscritos, álbuns, fotografias, periódicos, livros, jornais, revistas, mapas, entre outros.  Veja também: O Guia do Acervo representa o mais abrangente instrumento de pesquisa da documentação do Arquivo Público do Estado. 

O Latin American Microform Project (LAMP) do Center for Research Libraries (CRL) -digitalizou publicações emitidas pelo Poder Executivo do Governo do Brasil entre 1821 e 1993, e as mais antigas remetem até o fim do Império em 1889.

Arquivo Geral da Cidade do Rio de Janeiro (AGCRJ): Acervo-online - o acervo do AGCRJ é formado por documentos, catálogos, manuscritos, fotografias, gravuras, áudio, vídeo, livros, periódicos e afins. Disponíveis para pesquisa online.

Biblioteca Virtual de Direitos Humanos da USP - criada pela Comissão de Direitos Humanos da Universidade de São Paulo. Oferece acesso a materiais relativos à defesa e à promoção dos Direitos Humanos no Brasil. São abrangidos textos de Direitos Humanos elaborados, aprovados e proclamados pelos organismos internacionais e ratificados pelo governo brasileiro, todos em português.

Memória e resistência - o PROIN: Projeto Integrado Arquivo do Estado/ Universidade de São Paulo, uma extraordinária experiência pedagógica e científica que conseguiu conjugar dois objetivos: o resgate da memória política nacional e a formação de pesquisadores em nível de excelência. FUNDO DEOPS (Inventário do DEOPS). 

Arquivos da Ditadura - durante os últimos trinta anos, Elio Gaspari reuniu documentos que serviram de base para a edição e a reedição de seus livros sobre o governo militar no Brasil. Entre bilhetes, despachos, discursos, manuscritos, diários de conversas travadas pela cúpula e telegramas do governo americano, seu arquivo pessoal reúne mais de 15 mil itens sobre a ditadura. São registros que se iniciam nos anos anteriores ao golpe de 1964 e seguem até os estertores do regime. Entre eles, há 10 mil provenientes do arquivo do general Golbery do Couto e Silva, como suas apreciações e análises conjunturais redigidas em três momentos distintos, de 1960 a 1968. Este site disponibiliza uma seleção desse rico material, parte dela presente também na versão em e-book dos quatro volumes da série sobre os “anos de chumbo. É a primeira vez que esses documentos ficam disponíveis para consulta na internet.

Documentos Revelados - espaço de referência histórica com disponibilização de acervos documentais do período da Ditadura.

Acervo Digital do Museu da Imigração do Estado de São Paulo - o projeto memória da Imigração integra, por meio de um banco de dados online, o acervo digital do Museu da Imigração e documentos pertencentes ao Arquivo Público do Estado de São Paulo. No total são mais de 250 mil imagens disponíveis para consulta e download gratuito, em uma ferramenta que revoluciona o acesso a fragmentos da história paulista e brasileira.

Portal do Professor - o portal, lançado em 2008 pelo Ministério da Educação em parceria com o Ministério da Ciência e Tecnologia, tem como objetivo apoiar os processos de formação dos professores brasileiros e enriquecer a sua prática pedagógica. É um espaço público e pode ser acessado por todos os interessados.

Biblioteca Digital Paulo Freire - a biblioteca digital Paulo Freire (BDPF) tem por objetivo principal “disponibilizar pressupostos filosóficos, sociológicos e pedagógicos do pensamento freireano, para suportar ações educativas coletivas facilitadoras da inclusão dos sujeitos educacionais na sociedade da informação”.

Acervo Paulo Freire - além da biblioteca, o Centro de Referência Paulo Freire democratiza o seu arquivo ao acesso do público, composto por escritos de Paulo Freire, como artigos, palestras, entrevistas, áudios e vídeos, bem como as produções de terceiros sobre a sua vida e obra, com acesso aberto e gratuito, sendo permitida a cópia de todos os documentos. 

Dicionário Cravo Albin da Música Popular Brasileira - o Dicionário Cravo Albin é dedicado à música popular do Brasil, desenvolvido inicialmente pela PUC-RJ e depois pelo Ministério da Cultura, através da Biblioteca Nacional. Apresenta como verbetes nomes de cantores, nomes de grupos e bandas, gêneros musicais e seus respectivos históricos, biografias e obras.

Biblioteca Digital das Artes do Espetáculo - Revistas “A Scena Muda” e “Cinearte” - disponibiliza a coleção digitalizada completa das duas primeiras revistas brasileiras dedicadas ao cinema: “A Scena Muda” e “Cinearte”, editadas na primeira metade do século 20. Projeto desenvolvido pela Biblioteca Jenny Klabin Segall do Museu Lasar Segall, em São Paulo.

Projeto Eliseu Visconti - o projeto Iniciou em 2005 com a construção do site oficial do pintor. O objetivo de preservar e divulgar a memória da vida e da obra do pintor Eliseu Visconti, além de organizar todo acervo documental sobre sua obra.

Radamés Gnattali sítio oficial de Radamés Gnattali - tem por objetivo: a) servir de ponto de partida para estudos sobre a vida e a obra do pianista, compositor e arranjador, maestro Radamés Gnattali; b) divulgar a sua obra, nos planos nacional e internacional, através, principalmente, do catálogo digital de obras, ampliando o diálogo entre o público usuário e a administração do acervo do compositor.

Projeto Ernesto Nazareth 150 anos - disponibiliza todo o acervo digital da obra e vida de Ernesto Nazareth  - Realização Instituto Moreira Salles (IMS).

Acervo Digital Tom Jobim - o acervo de Tom Jobim foi organizado e digitalizado em 2001 com a criação do Instituto Antonio Carlos Jobim e conta com mais de 9.000 itens catalogados. É possível ouvir músicas, ver suas partituras, fotos, documentos, áudios e vídeos; além de textos sobre momentos marcantes de sua vida e frases de sua autoria.

Projeto Livro Falado - proporciona o acesso às obras por pessoas com deficiência visual. O acervo conta com livros em formato de áudio do Ziraldo, João Cabral de Melo Neto, Jorge Amado, Pedro Bandeira, Sylvia Orthof, Sonia Junqueira e outros autores.

Biblioteca Virtual em Saúde Fiocruz - disponibiliza literatura Científica; bases bibliográficas sobre (aleitamento materno, bioética e diplomacia em saúde, doenças infecciosas e parasitárias, educação profissional em saúde, história e patrimônio cultural da saúde, integralidade em saúde, saúde pública, Sergio Arouca, violência e saúde); Teses e Dissertações em Saúde Pública; Teses Fiocruz; Acervos Bibliográficos (Aggeu Magalhães, Saúde Pública, Casa de Oswaldo Cruz, Centro de Estudos da Saúde do Trabalhador e Ecologia Humana, Centro Latino-Americano de Estudos de Violência e Saúde Jorge Careli, Centro de Pesquisas René Rachou, Farmanguinhos, Gonçalo Moniz); Catálogo de Revistas (saúde pública, Aggeu Magalhães, casa de Oswaldo Cruz, Gonçalo Moniz).

Biblioteca Virtual em Saúde - Saúde Pública Brasil - a BVS-SP Brasil inclui, além dos serviços tradicionais de acesso à literatura científica, listas de discussão, acesso à legislação estadual e municipal, modelos de ação, notícias e promoção de participação da comunidade. Também é o espaço para o desenvolvimento de um programa de capacitação de produtores, intermediários e usuários na operação da BVS-SP Brasil por meio de cursos presenciais ou conduzidos à distância pela Internet.

Biblioteca do IBGE - a  Biblioteca do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE possui um vasto acervo de monografias, mapas, publicações, fotografias, cartazes e demais conteúdos relacionados à documentação territorial do Brasil, assim como a própria produção da instituição.

Biblioteca On Line do SEBRAE - espaço aberto à construção e compartilhamento do conhecimento, que visa contribuir para o contínuo aprendizado do empreendedorismo, auxiliando o desenvolvimento e o fortalecimento dos pequenos negócios. Desenvolvido pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas. Há muitos textos e cartilhas que explicam detalhes dos vários tipos de negócios e fornecem dicas importantes para o empreendedor.

Banco de Imagens do Estado de São Paulo - banco de fotos, em alta resolução, dos municípios paulistas que tem o objetivo de facilitar a pesquisa sobre os pontos turísticos do Estado. São mais de 3 mil fotos gratuitas de mais de 300 municípios. Foi idealizada pela Federação de Convention & Vistitors Bureaux do Estado de São Paulo, em conjunto com o Governo do Estado de São Paulo e a EMBRATUR. Também está disponível em inglês, espanhol e francês.

Biblioteca Virtual do Estado de São Paulo - a Biblioteca Virtual disponibiliza a base de dados programas e projetos sociais. Nessa base, você pode fazer uma busca pelas informações referentes às ações e programas sociais mantidos pelas Secretarias e outros órgãos vinculados diretamente ao Governo do Estado de São Paulo.


LP´s Brasil: acervo de vinis - o Blog é dedicado à divulgação da Música Brasileira Bossa Nova, MPB e Rock.


BIBLIOTECAS E ACERVOS DIGITAIS PELO MUNDO
Europeana - o Europeana é uma biblioteca digital desenvolvida pelos países da União Europeia. Seu objetivo é tornar acessível o imenso patrimônio cultural de todos os acervos nacionais do continente, que incluem: livros raros, antigos ou cujas edições se esgotaram; pinturas, fotografias, mapas, jornais, manuscritos, documentos, sons e vídeos (incluindo filmes e programas de TV). Utiliza uma plataforma multilíngue, em que pode ser acessado em diversas línguas, como o português.

Biblioteca Digital do Congresso dos EUA - Library of Congress - a Biblioteca do Congresso dos EUA disponibiliza através da sua biblioteca digital uma infinidade de recursos que podem ser consultados gratuitamente: documentos, livros, jornais, mapas, fotografias, ilustrações, coleções diversas, etc.

World Digital Library (Biblioteca Digital Mundial) - o projeto é fruto da colaboração entre a Biblioteca do Congresso dos EUA, a UNESCO e parceiros por todo o mundo. Foi lançado em 2009 e visa incluir acervos de todo o mundo. Podem ser incluídos, manuscritos, mapas, livros raros, partituras, gravações, filmes, gravuras, fotografias e desenhos arquitetônicos, entre outros. Há documentos, por exemplo, que datam de séculos a.C. Pode-se fazer uma pesquisa por período, lugar, tema, tipo de item e instituição contribuinte. Qualquer biblioteca, museu, arquivo ou outra instituição cultural que tenha conteúdo histórico e cultural interessante poderá participar. Utiliza plataforma em diversos idiomas. 

Biblioteca Digital Camões - desenvolvida pelo Instituto Camões de Portugal, disponibiliza textos literários portugueses (romances, contos e poesia), textos acadêmicos (teses e dissertações apresentadas em universidades estrangeiras no âmbito dos estudos portugueses), textos sobre arte, ensaios de temas diversos, revistas, etc.

Biblioteca Digital Gallica - biblioteca digital da Biblioteca Nacional da França, tem um acervo de mais de 1 milhão de documentos, incluindo livros, manuscritos, cartas, imagens, revistas e jornais, partituras, músicas e letras de músicas. 

Biblioteca Britânica - colocou na internet mais de um quarto dos seus manuscritos gregos, totalizando 280 volumes, em mais um passo rumo à digitalização completa desses importantes documentos antigos.  

Biblioteca Virtual Miguel de Cervantes - é possível encontrar informações e acesso a conteúdos sobre literatura espanhola, língua espanhola e literatura infantil e juvenil. Em espanhol.

Biblioteca Nacional de Portugal - reúne textos e outros tipos de documentos (ilustrações, mapas, partituras e periódicos) representativos da história e da cultura de Portugal. Publica em seções específicas os Espólios sobre os mais importantes autores portugueses: Camilo Pessanha, Antero Quental, José Saramago, Rómulo de Carvalho, Fernando Pessoa, Florbela Espanca, Eça de Queiroz, Vitorino Nemésio e Almeida Garret. Mostra documentos e manuscritos dos autores (incluindo fotografias). Em português.

Projeto Gutemberg - é a mais antiga biblioteca digital do mundo, tendo sido criada em 1971 por um estudante da Universidade de Illinois (EUA). Trata-se de um projeto colaborativo, desenvolvido com a ajuda de voluntários em todo o mundo, que reúne obras em domínio público digitalizadas, para serem “baixadas” gratuitamente. A maior parte do acervo é composta por livros de literatura, mas outros tipos de obras também estão presentes (como livros de referência e periódicos). Há obras em diversas línguas, inclusive o português. Há também uma versão da página em português. 

Scielo - Scientifil Electronic Library online biblioteca digital de artigos de periódicos científicos da América Latina e Caribe, onde há acesso livre ao texto integral (em português, espanhol e inglês). Resultado de um projeto de pesquisa da FAPESP - Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo, em parceria com a BIREME - Centro Latino-Americano e do Caribe de Informação em Ciências da Saúde. A partir de 2002, o Projeto conta com o apoio do CNPq - Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico.

International Music Score Library Projecto (IMSLP) - neste site só é possível ter acesso a partituras e não a arquivos de músicas. Porém é considerada a maior biblioteca online de partituras do mundo. Também é totalmente colaborativo, e as contribuições são muito bem vindas. Além de todas as obras de domínio público o site oferece músicas de compositores que estejam dispostos a compartilhar seu trabalho com o mundo gratuitamente. Em inglês.

Coleção do arquivo cinematográfico British Pathé - 85 mil registros históricos, disponíveis oficialmente no YouTube, em alta resolução, os vídeos abrangem os anos de 1896-1976. É uma extensa e valiosa coletânea de imagens e filmes sobre cultura, moda, viagens, esportes e guerras pode ser conferida gratuitamente na web. Visite a coleção completa no canal do British Pathé no YouTube.

Cinemateca virtual do Chile - liberan 150 películas chilenas de 1910 a la actualidad para ver de manera gratuita. Fonte: El Dínamo.

Black and White Movies - possui uma grande coleção de filmes antigos, em branco e preto (como diz o nome do site), que podem ser baixados ou só assistidos. São organizados por ano, categoria e por ordem alfabética. Estão todas em domínio público, porém não há legendas. Em inglês.

Emol - seu acervo oferece centenas de filmes e cartoons de forma livre e legal, incluindo aqueles que já caíram em domínio público e foram bastante populares durante o século 20. Não é necessário nenhum software específico para baixar ou para assistir os filmes. Em inglês.

Universidade do Minho (repositorium) - acervo de teses e dissertações produzidas na universidade.

Biblioteca Digital IPB - reúne a produção científica do Instituto Politécnico de Bragança/Portugal.

Bartleby.com - importantes textos, como os 70 volumes da "Harvard Classics" e a obra completa de Shakespeare.

Acervo de Fotografias da Revista Life - a Revista Life, em parceria com o Google, disponibilizou 30% de seu acervo fotográfico neste site, para visualização. Muitas dessas fotos constituem imagens históricas e representativas do período compreendido entre 1860 a 1970. Em inglês.

The Digital Comic Museum - considerado o maior museu online de histórias em quadrinhos do mundo. Apresenta HQs de domínio público ou que tiveram os direitos cedidos para download. Há edições de 1920 a 1970. Em inglês.

Biblioteca Nazionale Centrale di Roma - expõe detalhes de obras antigas de seu catálogo.

Computers Museum - museu virtual alemão dedicado à preservação de jogos de computador.

Digitaal Erfgoed Nederland - órgão holandês dedicado à preservação do patrimônio cultural.

Wikimedia Fundation - instituição que luta pelo acesso ao conhecimento e compartilhamento de informações pela rede.


SITES E BLOGS SOBRE BIBLIOTECAS, ACERVOS E AFINS
Stanford Copyright e Fair Use Center - projeto da universidade de Stanford sobre direito autoral. 

Open Access and Institutional Repositories with EPrints - software para criar repositório online de informações, com acervo de textos de diversos países do mundo. 

Cibertecário 0.2 - blog sobre bibliotecas, informação e tecnologias, acesso livre do português Eloy Rodrigues, Diretor dos Serviços de Documentação de Universidade do Minho.

Letras Partilhadas - o site 'letras partilhadas' foi criado para dividir informações para quem estuda ou se interessa pela área de letras e seus arredores. Aqui partilha-se notícias sobre eventos, revistas acadêmicas, cursos, filmes, música e tudo o que possa ser pertinente.

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(*) Kansas City Public Library (Missouri, USA)
O prédio da Biblioteca Pública de Kansas City, no Estado norte-americano de Missouri, foi inaugurado em 2004 e custou 50 milhões de dólares. A fachada é composta por uma imitação de 22 lombadas gigantes de livros, que medem 7,5m de altura por 2,70m de largura, representando títulos significativos de diferentes áreas da literatura. Fundada em 1873, a biblioteca é um dos principais centros de entretenimento da cidade americana.

Hoje, o edifício conta com cinco andares e diversas salas de conferência, de grupos e também, é claro, reservadas para a leitura. No primeiro andar, há um café muito aconchegante. Há um espaço reservado para pesquisas no quinto andar, chamado de Missouri Valley Room, que conta com um grande acervo sobre a história local. Há, também um estacionamento, aberto todos os dias (a primeira hora é grátis!). No terceiro andar, o H&R Block Business & Career Center é um centro de serviços dedicado a ajudar seus clientes a se tornarem empresários de sucesso, encontrando bons empregos, preenchendo sua carreira profissional e organizando suas finanças pessoais, sem fins lucrativos.

Em toda a extensão do prédio, há conexão Wi-Fi gratuita, além de 66 computadores e 12 laptops, para uso da população. Também, existem seis espaços de eventos, que podem ser alugados, além de quatro salas de reuniões, área exclusiva para crianças e sala para exibição de filmes. Toda a remodelação do prédio custou aproximadamente 50 milhões de dólares, tirados dos cofres municipal, estadual e federal. A biblioteca não abrange apenas um grande acervo de livros, como também de audiobooks e filmes. Há várias filiais dela espalhadas pela cidade (inclusive uma de língua latina, onde todos os funcionários são bilíngues), mas é, sem dúvida, esta, a Biblioteca Central, a que mais chama atenção, pela exclusiva arquitetura.
Confira a lista de livros representados na fachada da biblioteca:
- Histórias da Cidade de Kansas, de vários autores;
Ardil 22, de Joseph Heller;
Histórias de Crianças, de vários autores;
A Primavera Silenciosa, de Rachel Carson;
O Pioneers!, de Willa Cather;
Cem Anos de Solidão, de Gabriel García Márquez;
Seus Olhos Viam Deus, de Zora Neale Hurston;
Fahrenheit 451, de Ray Bradbury;
A República, de Platão;
As Aventuras de Huckleberry Finn, de Mark Twain;
Tao Te Ching, de Lao Tzu;
The Collected Poems of Langston Hughes, de Langston Hughes;
Black Elk Speaks: Being the Life Story of a Holy Man of the Oglala Sioux, de Black Elk;
Por Favor Não Matem a Cotovia, de Harper Lee;
Homem Invisível, de Ralph Ellison;
Journals of the Expedition, de Meriwheter Lewis e William Clark;
Undaunted Courage, de Stephen Ambrose;
O Senhor dos Anéis, de J. R. R. Tolkien;
A Tale of Two Cities, de Charles Dickens;
Charlote’s Web, de E. B. White;
Romeu e Julieta, de William Shakespeare;
Truman, de David McCullough G.

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© Pesquisa, seleção e organização: Elfi Kürten Fenske
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Página atualizada em 6.2.2015.



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