Júlia Lopes de Almeida - a escritora da belle époque tropical

Júlia Lopes de Almeida - foto: Paul, Rio (s/data) | Fundo Correio da Manhã/Arquivo Nacional (recorte)


© Pesquisa, seleção, edição e organização: Elfi Kürten Fenske
Por gentileza citar conforme consta no final desse trabalho. 
Página original MAIO/2014** Página revisada, ampliada e atualizada AGOSTO/2021.



Júlia Lopes de Almeida, ilustração (...)
“... Os povos mais fortes, mais práticos, mais ativos, e mais felizes são aqueles onde a mulher não figura como mero objeto de ornamento; em que são guiadas para as vicissitudes da vida com uma profissão que as ampare num dia de luta, e uma boa dose de noções e conhecimentos sólidos que lhe aperfeiçoem as qualidades morais. Uma mãe instruída, disciplinada, bem conhecedora dos seus deveres, marcará, funda, indestrutivelmente, no espírito do seu filho, o sentimento da ordem, do estudo e do trabalho, de que tanto carecemos."
- Júlia Lopes de Almeida, em "A Mensageira (rev. nº 1/1897)". São Paulo: Imesp/Daesp, 1987. v. 1. p. 3.


"Por isto: o que não quero é escrever meramente; não penso em deliciar o leitor escorrendo-lhe n’alma o mel do sentimento, nem em dar-lhe comoções de espanto e de imprevisto. Pouco me importo de florir a frase, fazê-la cantante ou rude, recortá-la a buril ou golpeá-la a machado; o que quero é achar um engaste novo onde encrave as minhas idéias, seguras e claras como diamantes: o que quero é criar todo meu livro, pensamento e forma, fazê-lo fora desta arte de escrever já tão banalizada, onde me embaraço com raiva de não saber nada de melhor. (...) Quero escrever um livro novo, arrancado do meu sangue e do meu sonho, vivo, palpitante, com todos os retalhos de céu e de inferno que sinto dentro de mim; livro rebelde sem adulações, digno de um homem."
- Júlia Lopes de Almeida, em 'Ânsia eterna'. Rio de Janeiro: H. Garnier, 1903, p. 1-2. 

ESBOÇO BIOBIBLIOGRÁFICO DE JÚLIA LOPES DE ALMEIDA

D. Júlia Lopes de Almeida - escritora, jornalista, iluminista, abolicionista, defensora da educação e dos ideias feministas. Pseudônimos: Ecila Worms, A. Julinto, João sem Telha.

Júlia Valentim da Silveira Lopes de Almeida nasceu no Rio de Janeiro, em 24 de setembro de 1862 e morreu na mesma cidade, em 30 de maio de 1934.

Filha do médico Valentim José da Silveira Lopes, mais tarde Visconde de São Valentim, e de Adelina Pereira Lopes, foi casada com o poeta português Filinto de Almeida, e mãe dos também escritores Afonso Lopes de Almeida, Albano Lopes de Almeida e Margarida Lopes de Almeida.

Viveu parte da infância em Campinas. Em 1881 publicou seus primeiros textos na Gazeta de Campinas, apesar de na época a literatura não ser vista como uma atividade própria para mulheres. Numa entrevista concedida a João do Rio entre 1904 e 1905, confessou que adorava escrever versos, mas o fazia às escondidas.

Em 28 de novembro de 1887 casou-se com Filinto de Almeida, à época diretor da revista A Semana, editada no Rio de Janeiro. Passou a ser colaboradora sistemática da publicação. Também escreveu para a revista Brasil-Portugal (1899-1914).

Pioneira da literatura infantil no Brasil, seu primeiro livro, Contos Infantis (1886), foi uma reunião de 33 textos em verso e 27 em prosa destinados às crianças, escrito em parceria com sua irmã, Adelina Lopes Vieira. Um ano depois, publicou Traços e Iluminuras, o primeiro dos seus 10 romances. Escreveu também para teatro, com dois volumes publicados e cerca de 10 textos inéditos.

Foi presidenta honorária da Legião da Mulher Brasileira, sociedade criada em 1919. Sua coletânea de contos Ânsia Eterna, 1903, sofreu influência de Guy de Maupassant e uma das suas crônicas veio a inspirar Artur Azevedo ao escrever a peça O dote. Em colaboração com o marido, escreveu, em folhetim do Jornal do Commercio, seu último romance, A Casa Verde, em 1932. Morreu dois anos depois, no Rio de Janeiro.

Júlia Lopes de Almeida integrava o grupo de escritores e intelectuais que planejou a criação da Academia Brasileira de Letras. Seu nome constava da primeira lista dos 40 "imortais" que fundariam a entidade, elaborada por Lúcio de Mendonça.

Na primeira reunião da ABL, porém, seu nome foi excluído. Os fundadores optaram por manter a Academia exclusivamente masculina, da mesma forma que a Academia Francesa, que lhes servia de modelo. No lugar de Júlia Lopes entrou justamente o seu marido, Filinto de Almeida, que chegou a ser chamado de "acadêmico consorte".

O veto à participação de mulheres só terminou em 1977, com a eleição de Rachel de Queiroz para a cadeira nº 5.
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Fonte: Academia Friburguense de Letras.

“As cenas brutas do livro, o pequeno alcoólico, foram pressentidas através do muro que dividia o meu colégio de um movimentado cortiço de S. Cristóvão. Aquele ambiente inspirou a minha sensibilidade de menina muita melancolica...”
- Júlia Lopes de Almeida, em "Memórias de Marta" (1899).Florianópolis: Editora Mulheres, 2007, p. 14.

CRONOLOGIA DE JÚLIA LOPES DE ALMEIDA

1862
– Em 24 de setembro desse ano, nasce Júlia Valentina Silveira Lopes, na Rua do Lavradio, 53, na cidade do Rio de Janeiro. Foram seus pais o Dr. Valentim José da Silveira Lopes, Visconde de São Valentim, e D. Antônia Adelina Pereira, ambos portugueses emigrados para o Brasil. Em razão de saúde frágil, a jovem filha do Dr. Valentin não frequentará escolas regulares, mas receberá os primeiros ensinamentos de sua irmã Adelina e de sua mãe; depois, completará seus estudos com o pai, dono do Colégio de Humanidades, e com alguns professores particulares de inglês e de francês.
1869 – Muda-se com a família para Campinas, São Paulo, pois seu irmão irá se dedicar a uma fazenda de vinhedos. Nessa cidade, a família residirá até 1885.
1875 – Primeira viagem com sua família a Portugal.
1881 – Por influência de seu pai, Dr. Valentin, escreve sua primeira crônica, Gemma Cuniberti, que é publicada na “Gazeta de Campinas” em 7 de dezembro.
1884 – Dá início a sua colaboração como cronista do jornal “O País”, do Rio de Janeiro.
1885 – Em uma viagem ao Rio de Janeiro para visitar a irmã Adelina, através do Diretor de "A Semana”, Valentin Magalhães, é apresentada ao poeta português Francisco Filinto de Almeida.
1886 – Acompanha a família a Portugal. De lá, envia crônicas para a Gazeta de Campinas (“Lizt”, “Lisboa na rua”). Publica, em colaboração com sua irmã Adelina, o livro Contos Infantis. Em 1891, por decisão da Inspetoria Geral da Instrução Primária e Secundária da Capital Federal, este livro será adotado para uso nas escolas primárias do Rio de Janeiro e depois para as de todo o Brasil durante mais de vinte anos.
1887 – Ainda em Portugal, publica, às suas expensas, seu primeiro livro de contos: Traços e Iluminuras. Em 28 de novembro, casa-se com Francisco Filinto de Almeida na Igreja de Santo Domingo. Passa a colaborar em diversos jornais e almanaques, tanto do Brasil quanto de Portugal.
1888 – O casal retorna ao Brasil, fixando residência no Rio de Janeiro, no casarão da rua Haddock Lobo. Logo, eles mudam-se para o Campo de São Cristóvão, onde nasce seu primeiro filho, Afonso. Publica, em folhetim, seu primeiro romance com o sobrenome de casada: Memórias de Martha.
1889 – Os Lopes de Almeida transferem a residência para a capital paulista, onde Filinto irá dirigir o jornal “A Província de São Paulo” e será eleito deputado estadual. Júlia Lopes continua sua colaboração em diversos jornais e revistas. Publica, pela Casa Durski, de Sorocaba, as Memórias de Martha.
1891 – Publica em folhetim na “Gazeta de notícias”, do Rio de Janeiro, A família Medeiros. Colabora no ”A Estação” (1888 – 1891).
1892 – Sai, em volume, A Família Medeiros. Segundo a crítica Lúcia Miguel Pereira (1950:266), essa edição esgotou-se em três meses.
1893 – Após a perda de dois dos filhos, Adriano e Valentina, nascidos em São Paulo, o casal volta a residir com o Dr. Valentim, no Rio de Janeiro. Logo, alugam uma casa na Rua Aprazível, n.7, em Santa Tereza.
1894
– Nasce seu quarto filho, Albano. Continua colaborando com a “Gazeta de Notícias”.
1895 – Em folhetim, a “Gazeta de notícias” publica A Viúva Simões.
1896 – Primeira edição do Livro das Noivas. Em abril, nasce a filha Margarida.
1897 – Publicação da obra A Viúva Simões em formato de livro pela Antonio Maria Pereira Editor, de Lisboa. 1899 – Iniciada no ano anterior, segue a publicação, no “Jornal do Comércio”, do Rio de Janeiro, do romance A casa verde, escrito em conjunto pela ficcionista e pelo marido, Filinto. Nascimento da filha caçula, Lúcia.
1901– Com uma carreira consolidada e tendo obtido sucesso e retorno financeiro, a publicista carioca lança a obra A falência que, devido ao apreço do público, tem uma segunda edição nesse mesmo ano.
1903 – Sai, pela Casa H.Garnier, seu livro de contos Ânsia eterna.
1904 – Ela e o marido dão início às obras do casarão de Santa Teresa, no Rio de Janeiro, onde residirão até 1925 e onde manterão o “Salão Verde”, local frequentado pelos artistas e intelectuais da época, tanto brasileiros quanto estrangeiros.
1905 – Publica a coletânea de algumas de suas crônicas jornalísticas: Livro das donas e donzelas. O jornal do Comércio apresenta mais um de seus enredos romanescos: o folhetim A intrusa.
1907 – Lança Histórias da nossa terra, contos infantis. Continua publicando em revistas e almanaques, no Brasil e em Portugal.
1908 – Publicação do seu romance A intrusa em forma de livro. É agraciada com o prêmio da Exposição Nacional com sua peça teatral A herança.
1910 – Compilados e publicados em um volume vários monólogos e diálogos intitulados Eles e Elas. Devido ao sucesso, há uma segunda edição nesse mesmo ano.
1911 – Publica um romance sobre a vida dos pescadores de Copacabana, Cruel Amor.
1912 – É premiada em primeiro lugar no concurso de comédias e dramas aberto pela Companhia Dramática Nacional com o drama Quem não perdoa.
1913 – Viaja com a família para Portugal e outros países europeus. É desse ano a edição de Correio da Roça.
1914 – Reverenciada, aclamada, é homenageada em Paris, na data de 14 de fevereiro, com um jantar oferecido no famoso Mac-Mahon Palace Hotel, ao qual comparecem a intelectualidade francesa e muitos brasileiros, dentre eles, Olavo Bilac e Medeiros e Albuquerque. Retorna com a família acossadosa pela guerra iminente. Ainda nesse ano é publicado o romance A Silveirinha (crônica de um verão).
1915 – Homenagem da sociedade e da intelectualidade brasileiras na passagem do aniversário da romancista, com recepção no Salão do Jornal do Comércio, no Rio de Janeiro. Afonso casa-se com Isaura Diniz Drumond.
1916 – Sempre preocupada com as crianças e a Natureza, publica o livro A Árvore, em parceria com seu filho Afonso.
1917 – Aparece o volume intitulado Teatro, contendo três peças: Quem não perdoa, Doidos de amor e Nos jardins de Saul, publicado na cidade do Porto, em Portugal. Publica Era uma vez, livro de contos.
1918 – Faz uma viagem de navio para conhecer o Sul do país. É recebida e homenageada no Rio Grande do Sul, Paraná e Santa Catarina.
1920 – Publica Jornadas no meu pais, resultado da viagem ao sul do Brasil.
1922 – Convidada a ir a Buenos Aires, profere a conferência intitulada “Brasil” diante do Consejo Nacional de Mujeres de La Argentina. No jornal “La Nación”, de Buenos Aires, sai o conto La tuerta (A caolha), em 22.10 desse ano. Publica A Isca (4 novelas). Participa do I Congresso Feminino do Brasil, realizado no Rio de Janeiro.
1923 – Sai um livreto com a conferência intitulada “Oração à Santa Dorotéia”.
1924 – A filha de Júlia, Margarida, recebe um prêmio da Escola de Belas Artes, do Rio de Janeiro, que a obriga a ficar Estudando em Paris por quatro anos. A Família resolve acompanha-la.
1925
– Primeiro partem Margarida, Lúcia e Filinto. Júlia providencia a venda do casarão de Santa Teresa, aplica o dinheiro em ações e parte com Albano e a esposa. Embarca no cais Pharoux dia 03 de setembro. A escritora passará a residir com a família em um apartamento no n.8 da Avenue de Friedland.
1928 – No passaporte há o registro da entrada na Itália em setembro e a chegada na Alemanha em 10 de outubro. Faz tratativas com Jean Duriau para a tradução de Memórias de Marta e A família Medeiros.
1929 – Continua viajando seguidamente: Oslo, Espanha, Bélgica, Alemanha. Passeios em Nice, onde se hospedam no Hotel de Londres, estações de cura em Vichy. No entanto, não pára de trabalhar. Muitos de seus contos foram traduzidos para o idioma francês e acabaram sendo publicados em jornais parisienses. Aproveita para corrigir muitos de seus textos, reedita as Memórias de Marta e escreve um novo romance, ambientado em Paris, Pássaro Tonto.
1931 – Retorno da romancista e de Filinto ao Brasil. Afonso é cônsul em Xangai e Margarida permanece na Europa realizando espetáculos. Fixam residência na Av. Nossa Senhora de Copacabana, 466. Prepara um livro intitulado Os outros, que acabou inédito.
1934 – Viaja à África para trazer de volta a filha Lúcia, que adoecera, as netas e o genro. Vitimada pela febre amarela e com complicações renais e linfáticas, vem a falecer oito dias depois de sua chegada ao Rio de Janeiro, em 30 de maio. É enterrada no cemitério São Francisco Xavier. Comparecem as maiores autoridades da terra, artistas, amigos, parentes e admiradores. Um mês após sua morte é publicado Pássaro Tonto, seu último romance.
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* Fonte: SALOMONI, Rosane Saint Denis. Cronologia de Júlia Lopes de Almeida./Editora Mulheres (acessado 6.5.2014). 
** Arte: (1) Júlia Lopes de Almeida, por Berthe Worms (1895)(2Júlia Lopes de Almeida, em pintura de Richard Hall, (Paris, 1914)(3Júlia Lopes de Almeida, por Gui Beck (@guibeck13).

JÚLIA LOPES DE ALMEIDA - COLABORAÇÃO EM JORNAIS E REVISTAS

:: Almanaque - Gazeta de Notícias
 (1897-1898)
:: Almanaque Literário de São Paulo (1884)
:: Gazeta de Campinas (18881)
:: A Bruxa (1897)
:: A Estação (1888-1891)
:: A Semana (1885-1887, 1894)
:: Correio de Campinas.
:: Diário de Campinas.
:: Estado de São Paulo.
:: Gazeta de Notícias (1888-1894)
:: Ilustrada Brasil-Portugal (1899-1914). Revista quinzenal ilustrada. Disponível na Hemeroteca Digital da BN. (acessada em 29.4.2014).
:: Jornal do Comércio.
:: Kosmos.
:: O Mundo Literário.
:: O País (1907-1912) parte dos seus textos foram destruídos devido a um incêndio, teria publicado nesse jornal por aproximadamente 30 anos, segundo depoimentos do filho Afonso Lopes de Almeida.
:: Revista Brasil.
:: Revista dos Novos, São Paulo (1895-1886)
:: Tribuna Liberal, Rio de Janeiro (1888-1889)


Colaboração em revistas femininas
:: A família, São Paulo e Rio de Janeiro (1888-1889)
:: A mensageira, São Paulo (1898-1900)
:: Nosso Jornal, Rio de Janeiro (1919-1920) -- [com Cacilda Martins]
:: Revista Feminina, São Paulo (1915-1917)


"Por que não o hei de enganar do mesmo modo? Em consciência, não há homens nem mulheres: há seres com iguais direitos naturais, mesmas fraquezas e iguais responsabilidades...Mas não há meio dos homens admitirem semelhantes verdades. Eles teceram a sociedade com malhas de dois tamanhos – grandes para eles, para que seus pecados e faltas saiam e entrem sem deixar sinais; e extremamente miudinhas para nós."
- Júlia Lopes de Almeida, em “Eles e elas”. 2ª ed., Rio de Janeiro: Francisco Alves,  1922, p. 137.


Júlia Lopes de Almeida e a filha Margarida Lopes de Almeida - foto: Paul, Rio, 1954.

OBRA DE JÚLIA LOPES DE ALMEIDA

ROMANCES
 - por título e em ordem cronológica de edição -
:: A família Medeiros. Júlia Lopes de Almeida. 1ª ed., Rio de Janeiro: Companhia Editora Fluminense, 1892. {publicado originalmente no folhetim do jornal carioca Gazeta de Notícias, entre outubro e dezembro de 1891}.
:: A família Medeiros. Júlia Lopes de Almeida. 2ª ed., (3º milheiro). São Paulo: Horácio Belfort Sabino — Editor, 1894
:: A família Medeiros. Júlia Lopes de Almeida. Rio de Janeiro: Empresa Nacional de Publicidade, 1919.
:: A família Medeiros. Júlia Lopes de Almeida.[atualização e fixação do texto por Marco Antônio Toledo Neder; introdução por Norma Telle; apontamentos biográficos, Rosane Saint-Denis Salomoni; orelhas de Luiz Ruffato]. Florianópolis: Editora Mulheres; Santa Cruz do Sul: Edunisc, 2009. 
:: A Família Medeiros. Júlia Lopes de Almeida. Coleção Grandes Obras. Rio de Janeiro: Editora Vermelho Marinho, 2019.
:: A Família Medeiros. Júlia Lopes de AlmeidaColeção Clássicos Essenciais. São José dos Pinhais/PR: Editora Estronho, 2020.
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:: Memórias de Marta. Júlia Lopes de Almeida. Sorocaba: Casa Durski, 1889.
:: Memórias de MartaJúlia Lopes de Almeida. Paris: Livraria Francesa e Estrangeira, Truchy-Leroy, 1930.
:: Memórias de Marta. Júlia Lopes de Almeida. [atualização do texto, introdução e apontamentos biográficos Rosane Saint Denis Salomoni; orelhas Eliane T. A. Campello]. Florianópolis: Editora Mulheres, 2007.
:: Memórias de Martha. Júlia Lopes de Almeida. Rio de Janeiro: Janela Amarela Editora, 2021.
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Capa da 1ª edição do livro 'A Viúva Simões',
 de Julia Lopes de Almeida
:: A viúva Simões. Júlia Lopes de Almeida.  Lisboa/Portugal: Antonio Maria Pereira, Editor, 1897. {publicado originalmente no folhetim na Gazeta de Notícias/Rio de Janeiro, 1895}.
:: A viúva Simões. Júlia Lopes de Almeida.[atualização do texto e introdução por Peggy Sharpe; orelhas de Maria Angélica Guimarães Lopes]. Florianópolis: Editora Mulheres, 1999.
:: A viúva Simões. Júlia Lopes de Almeida. Coleção Literatura e Ficção. Editora Principis, 2019. 
:: A viúva Simões. Júlia Lopes de Almeida. Coleção Grandes Obras. Rio de Janeiro: Editora Vermelho Marinho, 2019.
:: A viúva Simões. Júlia Lopes de Almeida. Coleção Grandes Mestres da Literatura Brasileira. São Paulo Editora Lafonte, 2021.
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:: A fallencia. Júlia Lopes de Almeida. 1ª ed., Rio de Janeiro, RJ: Officinas de Obras d’a Tribuna, 1901.
:: A falênciaJúlia Lopes de Almeida. São Paulo: Hucitec; Secretaria da Cultura, Ciência e Tecnologia, 1978.
:: A falênciaJúlia Lopes de Almeida. [atualização do texto, Organização e introdução por Elódia Xavier; orelhas de Norma Telles]. Florianópolis: Editora Mulheres; Santa Cruz do Sul: Edunisc, 2003. 
:: A falência. Júlia Lopes de Almeida. Coleção Clássicos Hiperliteratura Livro n. 24. Editora Obliq, 2014.
:: A falênciaJúlia Lopes de Almeida. [edição Maíra Lot Micales]. Coleção Biblioteca Luso-Brasileira, vol. 1. São Paulo: Via Leitura, 2018.
:: A falência. Júlia Lopes de Almeida. [edição comentada Regina Zilberman]. Campinas/SP: Editora Unicamp, 2018.  
:: A falência. Júlia Lopes de Almeida. Coleção A obra-prima de cada autor. São Paulo: Martin Claret, 2019.
:: A falência. Júlia Lopes de Almeida. [prefácio Luiz Ruffato]. São Paulo: Penguin - Companhia das Letras, 2019.
:: A falência. Júlia Lopes de Almeida. Coleção Literatura e Ficção. Editora Principis, 2ª ed., 2019. 
:: A falênciaJúlia Lopes de Almeida. Coleção Grandes Obras. Rio de Janeiro: Editora Vermelho Marinho, 2019.
:: A falência. Júlia Lopes de Almeida. Coleção Grandes Mestres da Literatura Brasileira. São Paulo Editora Lafonte, 2021.
:: A falência. Júlia Lopes de Almeida. [prefácio de Rafael Balseiro Zin]. São Paulo: Editora Fora do Ar, 2021.
- e-book -
:: A falência. Júlia Lopes de Almeida. [introdução, apresentação e notas explicativas Guilherme Purvin]. Edição revisada e anotada. Amazon Ebook, s/data.  
:: A falência. Júlia Lopes de Almeida. Edição ilustrada Coleção Clássicos da Literatura Brasileira Livro, nº 9. Amazon Ebook, s/data. 
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:: A intrusaJúlia Lopes de Almeida. Rio de Janeiro: Editora Livraria Francisco Alves, 1908. {publicado originalmente em folhetim no Jornal do Comércio/Rio de Janeiro, 1905}.
:: A intrusaJúlia Lopes de Almeida. 2ª ed., Porto/Portugal: Livraria Simões Lopes, 1935.
:: A intrusaJúlia Lopes de Almeida. [introdução e organização de Elódia Xavier].  3ª ed., Rio de Janeiro: Departamento Nacional do Livro/ Fundação da Biblioteca Nacional, 1994.
:: A intrusa. Júlia Lopes de Almeida. Vitória/ES: Editora Pedrazul, 2016.
:: A intrusa. Júlia Lopes de Almeida. Coleção Romances. Editora Principis, 2019. 
:: A intrusaJúlia Lopes de Almeida. Coleção Grandes Obras. Rio de Janeiro: Editora Vermelho Marinho, 2019.
- em e-book -
:: A  intrusa. Júlia Lopes de Almeida. Série Bons Livros Livro 21. Alves Editora Digital, 2020.
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:: Cruel amorJúlia Lopes de Almeida. Rio de Janeiro: Livraria Francisco Alves e Cia, 1911. {publicado originalmente em folhetim no Jornal do Comércio/Rio de Janeiro, 1908}.
:: Cruel amorJúlia Lopes de Almeida. Rio de Janeiro: Livraria Francisco Alves, 1921.
:: Cruel amor. Júlia Lopes de Almeida. [orelha do livro João Luso]. São Paulo: Coleção Saraiva, 1963.
:: Cruel amor: romance. Júlia Lopes de Almeida. [organização Rita T. Schmidt]. Florianópolis: Editora Mulheres, 2015.
:: Cruel amor. Júlia Lopes de AlmeidaColeção Clássicos Essenciais. São José dos Pinhais/PR: Editora Estronho, 2020.
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:: Correio da roça: romance epistolarJúlia Lopes de Almeida. Rio de Janeiro: Livraria Francisco Alves e Cia, 1913. {publicado originalmente em folhetim no Jornal O País/Rio de Janeiro, de 7 de setembro de 1909 a 17 de outubro de 1910}.
:: Correio da roça: romance epistolarJúlia Lopes de Almeida. 6ª ed., São Paulo: Civilização Brasileira, 1933.
:: Correio da roça: romance epistolarJúlia Lopes de Almeida. Coleção Resgate. 7ª ed., Rio de Janeiro: INL; Presença, 1987.
:: Correio da roça: romance epistolarJúlia Lopes de Almeida. [organização Zahidé Lupinacci Muzart; introdução por Ana Helena C. Belline, apontamentos biográficos, Rosane  Saint-Denis Salomoni]. Florianópolis: Editora Mulheres, 2014. 
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:: A Silveirinha: crônica de um verãoJúlia Lopes de Almeida. Rio de Janeiro: Livraria Francisco Alves e Cia, 1914. {publicado originalmente em folhetim no Jornal do Comércio/Rio de Janeiro, 1913}.
:: A SilveirinhaJúlia Lopes de Almeida. [edição revista, com introdução de Sylvia Perlingeiro Paixão]. Florianópolis: Editora Mulheres, 1997.
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:: Pássaro tontoJúlia Lopes de Almeida. São Paulo: Companhia Editora Nacional, 1934.
:: Pássaro tontoJúlia Lopes de Almeida. [organização e introdução Zahidé L. Muzart; apontamentos biográficos, Rosane  Saint-Denis Salomoni; orelhas de Nadilza de Barros Moreira].  Florianópolis: Editora Mulheres, 2013.
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:: O funil do diaboJúlia Lopes de Almeida. [organização e introdução Zahidé Lupinacci Muzart]. Edição póstuma. Florianópolis: Editora Mulheres, 2015. {inclui "Biografia de Júlia Lopes de Almeida", por Margaria Lopes de Almeida}.
- em parceria - romance -
:: A casa verde. Júlia Lopes de Almeida e Filinto de Almeida (sob pseudônimo comum de A. Julinto).  São Paulo: Companhia Editora Nacional, 1932. {publicado originalmente no Jornal do Comércio/Rio de Janeiro, de 18 de dezembro a 16 de março de 1898}.

CONTOS 
::
Traços e iluminuras
Júlia Lopes de Almeida. Lisboa/Portugal: Tipografia Castro & Irmão, 1887.
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:: Ânsia eternaJúlia Lopes de Almeida. Paris; Rio de Janeiro: H. Garnier, 1903.
:: Ânsia eternaJúlia Lopes de Almeida. 2ª ed.,  (com revisão e modificações da autora). Rio de Janeiro: Editora A Noite, 1938.
:: Ânsia eterna: contos. Júlia Lopes de Almeida. [organização e introdução Zahidé Lupinacci Muzart; orelhas de Eliane Campello; bibliografia, Peggy Sharpe]. Florianópolis: Editora Mulheres, 2013.
:: Ânsia eterna. Júlia Lopes de Almeida. [organização Maria Helena de Almeida Freitas, Mônica Almeida Rizzo Soares e Cleide Lemos;  apresentação e notas Cleide Lemos; capa Rodrigo Corrêa Ribeiro; gravura: Edvard Munch, "The girls on the bridge", 1918]. 1ª ed., Coleção escritoras do Brasil, vol. 2. Brasília: Senado Federal, 2019. 
:: Ânsia eterna. Júlia Lopes de Almeida. [organização Maria Helena de Almeida Freitas, Mônica Almeida Rizzo Soares e Cleide Lemos;  apresentação e notas Cleide Lemos; capa Rodrigo Corrêa Ribeiro; gravura: Edvard Munch, "The girls on the bridge", 1918]. 2ª ed.,  revisada. Coleção escritoras do Brasil, vol. 2. Brasília: Senado Federal, 2019.  
:: Ânsia eterna. Júlia Lopes de Almeida. [apresentação Ana Cristina Rodrigues; ilustração Estevão Ribeiro]. Edição Especial. Coleção Ficção Fantástica. Rio de Janeiro: Editora Vermelho Marinho, 2020. 
- em e-book -
:: Ânsia eterna. Júlia Lopes de Almeida. Coleção Grandes Obras. Rio de Janeiro: Editora Vermelho Marinho, 2020. Ebook.
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:: A iscaJúlia Lopes de Almeida.  Rio de Janeiro: Leite Ribeiro, 1923. {quatro novelas: 'A isca', 'O homem que olhava para dentro', 'O laço azul' e 'O dedo do velho'}.
:: A isca. Júlia Lopes de Almeida. Coleção Grandes Obras. Rio de Janeiro: Editora Vermelho Marinho, 2020.
:: A isca. Júlia Lopes de Almeida. Edição comentada. Editora Clássicos Raredes, 2020.
- contos - seleta -
:: Contos góticos de Júlia Lopes de Almeida. Campinas/SP: Serpentarius Editora, 2020. {contém os contos: 'Os porcos', 'Sob as estrelas', 'A casa dos mortos', 'As rosas', 'A valsa da fome'}.
:: Júlia Lopes de Almeida: 7 melhores contos. [apresentação e organização August Nemo]. Editora Tacet Books, 2020. {os contos presentes nessa obra são: 'As rosas', 'Os porcos', 'Ânsia eterna', 'O caso de Ruth', 'A caolha', 'O futuro presidente', 'A nevrose da cor' | conteúdo bônus: 'A mulher brasileira', crônica de Júlia Lopes de Almeida}.
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ArteJulia Lopes de Almeida, em ilustração para a exposição "As mensageiras - primeiras escritoras do Brasil" (2018).

CRÔNICAS
:: Eles e elasJúlia Lopes de Almeida. Rio de Janeiro: Editora Livraria Francisco Alves, 1910. {publicados originalmente no jornal carioca O País, de 1907 a 1909 - nas colunas: reflexões de um marido; reflexões de uma esposa; e reflexões de uma viúva}
:: Eles e elas. Júlia Lopes de Almeida. Rio de Janeiro: Janela Amarela Editora, 2021.
- crônicas - antologia -
:: Eles e elas: crônicas da Belle Èpoque Carioca de Júlia Lopes de Almeida (1862-1934).. [organização Nadilza Martins de Barros Moreira]. João Pessoa/PB: Editora UFPB, 2015.
:: Dois dedos de prosa: o cotidiano carioca por Júlia Lopes de Almeida. [organização Angela di Stasio, Anna Faedrich e Marcus Venicio Ribeiro]. Cadernos da Biblioteca Nacional, n. 16. Rio de Janeiro: Biblioteca Nacional, 2016. {Este volume reúne 40 crônicas da autora, publicadas, entre 1908 e 1912, em sua coluna Dois Dedos de Prosa, no jornal O Paiz¸ um dos mais importantes na época}.
- crônicas em periódicos -
:: A cara dela: as rosas. Júlia Lopes de Almeida. Rio de Janeiro, RJ: Gazeta de Notícias, 1898.

INFANTO-JUVENIL
Caricatura Julia Lopes de Almeida,
 por Carlo Bim, (s.d)
:: História da nossa terraJúlia Lopes de Almeida(contos infantis). Rio de Janeiro: Livraria Francisco Alves, 1907.
:: História da nossa terraJúlia Lopes de Almeida. (contos infantis). 6ª ed., revista e aumentada. Rio de Janeiro: Livraria Francisco Alves; Paris/Lisboa: Alves Aillaud & cia 1911.
:: História da nossa terraJúlia Lopes de Almeida.(contos infantis). 21ª ed., Rio de Janeiro: Livraria Francisco Alves, 1930.
:: História da nossa terraJúlia Lopes de Almeida(contos infantis). Rio de Janeiro: Janela Amarela Editora, 2021.
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:: Era uma vez... Júlia Lopes de Almeida(conto infantil). Rio de Janeiro: Editora Jacinto Ribeiro dos Santos, 1917.
:: Era uma vez. Júlia Lopes de Almeida(conto infantil). Coleção Grandes Obras. Rio de Janeiro: Editora Vermelho Marinho, 2020.
:: Era uma vez. Júlia Lopes de Almeida(conto infantil). Coleção Clássicos Essenciais. São José dos Pinhais/PR: Editora Estronho, 2020.
infanto-juvenil - em parceria -
:: Contos infantis: em verso e prosa. Júlia Lopes de Almeida e Adelina Lopes VieiraLisboa/Portugal: Companhia Editora, 1896. {A obra em verso e prosa por Adelina Lopes Vieira e Júlia Lopes de Almeida; adotada nas escolas primárias brasileiras, esta coletânea teve 17 edições sendo a última em 1927}.
:: Contos infantis: em verso e prosa. Júlia Lopes de Almeida e Adelina Lopes VieiraRio de Janeiro; São Paulo: Laemmert & C.ª, Editores, 1910. 
:: Contos infantis: em verso e prosaJúlia Lopes de Almeida e Adelina Lopes Vieira.  17ª ed., Rio de Janeiro: Editora Livraria Francisco Alves, 1927.
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:: A árvore. Júlia Lopes de Almeida e Afonso Lopes de Almeida. (Coletânea de crônicas e poemas).  Editora Livraria Francisco Alves, 1916.
:: A árvore. Júlia Lopes de Almeida e Afonso Lopes de AlmeidaColeção Grandes Obras. Rio de Janeiro: Editora Vermelho Mundo, 2019.
:: A árvore. Júlia Lopes de Almeida e Afonso Lopes de AlmeidaColeção Clássicos Essenciais. São José dos Pinhais/PR: Editora Estronho, 2020.

TEATRO
:: A herança: peça em um ato. Júlia Lopes de Almeida. Editora Typ. do Jornal do Commercio, 1909.
:: Teatro. Júlia Lopes de Almeida. Porto/Portugal: Editora Renascença, 1917. {três peças: Quem não perdoa (três atos); Doidos de amor (um ato); e Nos jardins de Saul (um ato)}. 
:: A invisibilidade de um legado: seleta de textos dramáticos inéditos de Júlia Lopes de Almeida. [organizado pela pesquisadora Michele Asmar Fanini]. Edição póstuma. São Paulo: Editora Intermeios, 2017.
- teatro - em periódicos -
:: A herança. Júlia Lopes de Almeida. Rio de Janeiro, RJ: Tipografia do Jornal do Comércio, 1909 {Peça em um ato representada em 4 de setembro de 1908 no Teatro da Exposição Nacional Comemorativa do Centenário de Abertura dos Portos na cidade do Rio de Janeiro}.
- manuscritos (teatro) -
:: O Caminho do Bem. Júlia Lopes de Almeida. Manuscrito autógrafo inédito. Campinas, 1883.
:: A Última EntrevistaJúlia Lopes de AlmeidaManuscrito autógrafo inédito. [s.d.].
- seleta - teatro -
:: A (in)visibilidade de um legado: seleta de textos dramatúrgicos inéditos de Júlia Lopes de Almeida. [autora Michele Asmar Fanini]. São Paulo: Intermeios; Fapesp, 2016.

MANAUAIS DE COMPORTAMENTO
Capa 'O Livro das Noivas', Julia Lopes Almeida
edição SP: Castorino Mendes Editor 1929
:: Livro das noivas de receitas e conselhos domésticosJúlia Lopes de Almeida. Rio de Janeiro: Editora Typ. da Companhia nacional editora, 1896.
:: Livro das noivas de receitas e conselhos domésticosJúlia Lopes de Almeida[ilustrações Enrique Casanova]. 2ª ed., Rio de Janeiro: Livraria Francisco Alves, 1905.
:: Livro das noivas de receitas e conselhos domésticosJúlia Lopes de Almeida[ilustrações Enrique Casanova]. 4ª ed., Rio de Janeiro: Livraria Francisco Alves, 1926.
:: Livro das noivas de receitas e conselhos domésticosJúlia Lopes de AlmeidaSão Paulo: Castorino Mendes Editor, 1929.
:: Livro das noivasJúlia Lopes de Almeida. Hardpress Publishing, 2013.
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:: Livro das donas e donzelasJúlia Lopes de Almeida. Rio de Janeiro: Editora Livraria Francisco Alves e Cia, 1906.
:: Livro das donas e donzelas. Júlia Lopes de Almeida. Coleção Grandes Obras. Rio de Janeiro: Editora Vermelho Marinho, 2019.

OUTROS ESCRITOS
:: Jardim florido: jardinagem. (livro sobre jardinagem). Júlia Lopes de Almeida. [capa Albano Lopes de Almeida]. Rio de Janeiro: Leite Ribeiro, 1922.
:: Jornada no meu país - 'relato de uma viagem ao sul do Brasil em 1918'. Júlia Lopes de Almeida. [ilustrações de Albano Lopes de Almeida]. Rio de Janeiro: Livraria Francisco Alves, 1920.

ENSAIOS E CONFERÊNCIAS
:: Brasil. Conferência pronunciada por la autora em la Biblioteca Del Consejo Nacional de Mujeres de la. Júlia Lopes de Almeida Argentina. Buenos Aires, 1922.
:: Cenas e paisagens do Espírito Santo. Júlia Lopes de Almeida. Rio de Janeiro, RJ: Revista do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro, Tomo 75, 2ª. parte. pp. 177-217.  s/data. {Trata-se de uma monografia descritiva de uma viagem feita a Espírito Santo em 1911}.
:: Maternidade. (obra pacifista). Júlia Lopes de AlmeidaRio de Janeiro: Olívia Herdy e Cabral Peixoto, 1925. {publicada originalmente no Jornal do Comércio/Rio de Janeiro, entre agosto de 1924 a agosto de 1925}. 
:: Oração a Santa Dorotéia. Júlia Lopes de Almeida(Conferência proferida para celebrar as atividades literárias patrocinadas pela Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro, no auditório do Instituto Nacional de Música, no início do século XX). Rio de Janeiro: Livraria Francisco Alves, 1923.
:: CorimboJúlia Lopes de AlmeidaRio Grande do Sul, nº 113, 31 jul. 1918. p. 1-3.

LIVRO DIDÁTICO
:: Latinidade, livro completo para a terceira série ginasial. Júlia Lopes de Almeida. 4ª ed., São Paulo: Companhia Editora Nacional, 1951.
:: Latinidade: livro completo para a primeira serie ginasialJúlia Lopes de AlmeidaSão Paulo: Companhia Editora Nacional, 1952.

COLETÂNEA E SELETAS
:: Obras essenciais de Júlia Lopes de Almeida. Coleção Clássicos de Ficção. Editora Principis, 2020.
:: Júlia Lopes de Almeida. [apresentação e organização August Nemo]. Coleção Romancistas essenciais. Tacet Books, 2020. {Incluí os romances: 'A viúva Simões' e 'A falência'}. E-book.

Ilustração Júlia Lopes de Almeida,
por Alberto Lima
EM ANTOLOGIAS (PARTICIPAÇÃO) 
:: Os cem melhores contos brasileiros do século. [organização e seleção Ítalo Moriconi]. Rio de Janeiro: Editora Objetiva, 2000. {autores presentes: Rubem Fonseca, Otto Lara Resende, Clarice Lispector, Osman Lins, Rubem Braga, Sérgio Sant'Anna, Machado de Assis, Lygia Fagundes Telles, Nélida Piñon, Roberto Drummond, Moacyr Scliar, Graciliano Ramos, Silviano Santiago, Orígenes Lessa, Caio Fernando Abreu, Ivan Ângelo, Hilda Hilst, Luis Fernando Verissimo, Lima Barreto, João Ubaldo Ribeiro, Mário de Andrade, Fernando Sabino, Carlos Drummond de Andrade, Samuel Rawet, José J. Veiga, Erico Verissimo, Ana Cristina Cesar, Raduan Nassar, Adélia Prado, Carlos Heitor Cony, Dalton Trevisan, João do Rio, Júlia Lopes de Almeida, João Simões Lopes Neto, Monteiro Lobato, João Alphonsus, Antônio de Alcântara Machado, Marques Rebelo, Aníbal Machado, Bernardo Élis, Murilo Rubião, Rachel de Queiroz, Dinah Silveira de Queiroz, Haroldo Maranhão, Luiz Vilela, Eric Nepomuceno, José Cândido de Carvalho, Domingos Pellegrini, Wander Piroli, Tânia Jamardo Faillace, Victor Giudice, João Antônio, Márcia Denser, João Gilberto Noll, Sérgio Faraco, Edla Van Steen, Sônia Coutinho, Olga Savary, Maria Amélia Mello, Ignácio de Loyola Brandão, Zulmira Ribeiro Tavares, Edilberto Coutinho, Autran Dourado, Rubens Figueiredo, Carlos Sussekind, Myriam Campello, Marina Colasanti, Antonio Carlos Viana, Valêncio Xavier, João Silvério Trevisan, Antônio Torres, Márcio Barbosa, Bernardo Carvalho, André Sant'Anna e Fernando Bonassi}.. (contém de: Júlia Lopes de Almeida, o conto "A caolha").
:: O esplendor da comédia e o esboço das ideias: dramaturgia brasileira dos anos 1910 a 1930. (Antologia / teatro). [organização Sérgio Fonta]. Rio de Janeiro: Funarte, 2010. {contém: Júlia Lopes de Almeida - "Quem não perdoa"}.
:: Medo imortal. 'Antologia'. [organização Romeu Martins; ilustrações Lula Palomanes]. Coleção Medo Clássicos. Cajamar/SP: DarkSide Books, 2019. {autores presentes: Afonso Arinos, Afonso Celso, Aluisio de Azevedo, Álvares de Azevedo, Bernardo Guimarães, Coelho Neto, Fagundes Varela, Humberto de Campos, Inglês de Sousa, João do Rio, Julia Lopes de Almeida, Machado de Assis e Medeiros e Albuquerque}.
:: Mulheres brasileiras: contos clássicos. Editora Raio/ Ebook - Amazon, 2020. {autoras presentes: Maria Firmina dos Reis, Carmen Dolores, Júlia Lopes de Almeida, Emília Freitas, Delminda Silveira de Sousa e Maria Benedita Câmara Bormann}.
:: As mulheres poetas: na literatura brasileira. [organização, capa e projeto gráfico Rubens Jardim]. São Paulo: Arribaçã Editora, 2021. {a antologia reúne 328 poetas de todo o Brasil, de épocas, estilos e estados diferentes, confira no link as poetas presentes na coletânea}.

OUTROS
:: Dona JúliaFrancisco Filinto de Almeida. Rio de Janeiro: Tipografia do Jornal do Comércio, 1938.
:: Júlia Lopes de Almeida: cordel. Severino Honorato. Rio de Janeiro: RPC Editora Gráfica, s/data.

HISTÓRIA EM QUADRINHO - HQ
:: Ânsia eterna. Baseado nos contos de Júlia Lopes de Almeida. [adaptação e ilustrações Verônica Berta] São Paulo: SESI SP Editora, 2018. {contos'Ânsia Eterna', 'Os porcos' e 'A caolha' }.

OUTROS - EDUCAÇÂO
:: Júlia presente: contos para leitura de educadores de criança. [organização Graça Paulino, Carmem Lucia Eiterer, Marcelo Chiaretto, Marcos Rogério Cordeiro, Hércules Toledo Corrêa, Elaine Maria da Cunha Morais, Juliana Valéria de Abreu]. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2009. 

CATALAGO
:: As mensageiras - primeiras escritoras do Brasil. Série "Histórias não contadas". 'Catálogo exposição' [curadora da exposição Maria Amélia Elói]. Brasília: Câmara dos Deputados - Secretaria de Comunicação Social, 2018. Brasília: Centro Cultural Câmara dos Deputados, 2018. Disponível no link. (acessado em 3.8.2021). {Obs.O catalogo contém um erro, a escritora Nísia Floresta está erroneamente retratada. O retrato na verdade é da sua conterânea, a historiadora Isabel Gondim (1839-1933). Nascida em Vila Imperial de Papari, atual cidade de Nísia Floresta/RN.


Júlia Lopes de Almeida, por W.

OBRA TRADUZIDA DE JÚLIA LOPES DE ALMEIDA

ESPANHOL
:: Ellas y ellos. Júlia Lopes de Almeida. [prólogo Nadilza de Barros Moreira ; traducción Amalia Sato]. Buenos Aires, Argentina: Leviatán, 2012.
- em antologias -
:: Primera antología de cuentos brasileños. [selección, notas y traducción Braulio Sánchez Sáez]. Colección Austral, 596. Buenos Aires, Argentina: Espasa-Calpe, 1946. {Contém: 'La tuerta' (A caolha). Júlia Lopes de Almeida}.
:: Vereda tropical: antologia del cuento brasileño. [selección Maria Antonieta Pereira]. Buenos Aires: Corregidor, 2005. {Contém: 'La tuerta' (A caolha). Júlia Lopes de Almeida/ tradução Florencia Garramuño}.
- em periódicos - 
:: La tuerta (A caolha). Júlia Lopes de Almeida. (conto) In: jornal La Nación, de Buenos Aires, em 22 de outubro de 1922.

FRANCÊS
- em antologias - 
:: Anthologie des poètes brésiliens [traduction par Hippolyte Pujol; préface de Manoel de Oliveira Lima]. São Paulo: Corbeil Imprimerie Crete, 1912. {Contient des poèmes de: Alvarenga Peixoto, Thomas Antonio Gonzaga, Gonçalves Dias, Gonçalves de Magalhaes, Laurindo Rabello, Aureliano Lessa, Bruno Seabra, Alvares de Azevedo, Luiz Delfino, Pedro Luiz de Souza, Machado de Assis, Gonçalves Crespo, Fagundes Varella, Luiz Guimaraes,  Castro Alves, Theophilo Dias, Raul Pompeia, José Bonifacio, Lucio de Mendonça, Mello Moraes Filho, Damasceno Vieira, Guimaraes Passos, Fontoura Xavier, Raymundo Correa, Wenceslao de Queiroz, Valentim Magalhaes, Carlos de Laet, H. Vioti, Vicente de Carvalho, Julia Lopes de Almeida, Alberto de Oliveira, Olavo Bilac, Affonso Celso, Coelho Netto, Presciliana de Almeida, Tobias Barreto, Filinto de Almeida, Medeiros e Albuquerque, Augusto de Lima, Freitas Guimaraes e Amadeo Amaral}.. [contém os poemas "Regrets", "Les roses", de Júlia Lopes, p. 146-150]. 
:: Anthologie de quelques conteurs brésilins: établie par l'Académie brésilienne des lettres.  [établie par Celso Vieira et Mucio Leão; préface de Cláudio de Souza; traduction par Luiz Annibal Falcão; avec la collaboration de Manoel Gahisto]. Paris: Éditions du Sagittaire, 1939. {contient des textes de: Júlia Lopes de Almeida, Machado de Assis, António Austregesilo, Carlos Magalhães de Azeredo, Aluisio Azevedo, Paulo Barreto, Gustavo Barroso, Olavo Bilac, Humberto de  Campos, Affonso Celso, Henrique Maximiano Coelho Netto, Viriato Corrêa, Levi Carneiro, Vicente de Carvalho, Ribeiro Couto, Luiz Guimarães Filho, Múcio Leão, Alceu Amoroso Lima, Alcides Maia,  Alcântara Machado, Xavier Marques, José Joaquim Medeiros e Albuquerque, Rodrigo Octávio, Oswaldo Orico, Roquette Pinto, João Ribeiro, Paulo Setúbal, Barbosa Lima Sobrinho, Cláudio de Souza, Adelmar Tavares e Celso Vieira}.. [Contém o conto: "Le lot 587" (O lote 587). Julia Lopes de Almeida].  
- em periódicos -
:: Les roses (As rosas). Júlia Lopes de Almeida. (conto) In: Paris Journal de 16 de fevereiro de
1914.
:: Les roses (As rosas). Júlia Lopes de Almeida. (conto) In: Deux nouvelles brésiliennes. [traduction Jean Duriau]. Dunkerque: Impr. du commerce G; Guilbert, 1928.
:: Les porcs (Os porcos). Júlia Lopes de Almeida. (conto) In: Tomo XVII, nº 87 da Revue de L’Amérique Latine, Paris, Mars 1929.

INGLÊS
:: He and She / Eles e elas  (fragments). Júlia Lopes de Almeida. translated Darlene Sadlier. In: One Hundred Years after Tomorrow: Brazilian Women's Fiction in the Twentieth Century. Bloomington: Indiana University Press, 1992.


“O livro é um amigo; nelle temos exemplos e conselhos, nelle um espelho onde tanto as nossas virtudes como os nossos erros reflectem. Repudial-o seria loucura; escolhel-o é sensato."
- Julia Lopes de Almeida, em "Livro das noivas". Rio de Janeiro: Francisco Alves, 4ª ed., 1926, p.38. (grafia original)


Júlia Lopes de Almeida, em aquarela de Rodolfo Amoedo (s.data) | Acervo Claudio Lopes de Almeida 

JÚLIA LOPES DE ALMEIDA - OBRA DISPONÍVEL ONLINE

- primeiras edições - por obra
:: Memórias de Marta. Júlia Lopes de Almeida. Sorocaba: Casa Durski, 1889  Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin - USP. Disponível no link. (acessado em 12.8.2021). 
:: Memórias de MartaJúlia Lopes de Almeida. Paris: Livraria Francesa e Estrangeira, Truchy-Leroy, 1930  / BLPL - Literatura Brasileira / UFSC. Disponível no link. (acessado em 13.8.2021).  
:: A família Medeiros. Júlia Lopes de Almeida. Rio de Janeiro: Companhia Editora Fluminense, 1892 /  Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin - USP. Disponível no link. (acessado em 12.8.2021). {Publicado originalmente em folhetins na Gazeta de Notícias, Rio de Janeiro, de 16 de outubro a 17 de dezembro de 1891}.
:: A família Medeiros. Júlia Lopes de Almeida. Rio de Janeiro: Companhia Editora Fluminense, 1892 / BLPL - Literatura Brasileira / UFSC. Disponível no link. (acessado em 12.8.2021). {Publicado originalmente em folhetins na Gazeta de Notícias, Rio de Janeiro, de 16 de outubro a 17 de dezembro de 1891}.
:: A família Medeiros. Júlia Lopes de Almeida. 2ª ed., (3º milheiro). São Paulo: Horácio Belfort Sabino — Editor, 1894 / BLPL - Literatura Brasileira / UFSC. Disponível no link. (acessado em 12.8.2021). {Publicado originalmente em folhetins na Gazeta de Notícias, Rio de Janeiro, de 16 de outubro a 17 de dezembro de 1891}.
:: A viúva Simões. Júlia Lopes de Almeida. Lisboa/Portugal: Antonio Maria Pereira, Editor, 1897  Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin - USP. Disponível no link. (acessado em 12.8.2021).
:: A viúva Simões. Júlia Lopes de Almeida. Lisboa/Portugal: Antonio Maria Pereira, Editor, 1897 / BLPL - Literatura Brasileira / UFSC. Disponível no link. (acessado em 13.8.2021). 
:: A casa verde. Júlia Lopes de Almeida e Filinto de Almeida [com o pseudônimo comum A. Julinto]. Rio de Janeiro, RJ: Jornal do Comércio, 1898. / BLPL - Literatura Brasileira / UFSC. Disponível no link. (acessado em 12.8.2021).. {Publicado em folhetins de 18 de dezembro e 1898 a 16 de março de 1899. Outra edição: São Paulo: Companhia Editora Nacional, 1932}.
:: A fallencia. Júlia Lopes de Almeida. (romance/novela). 1ª ed., Rio de Janeiro: Tipografia A Tribuna, 1902 / Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin - USP. Disponível no link. (acessado em 12.8.2021). 
:: A fallencia. Júlia Lopes de Almeida. (romance/novela). 1ª ed., Rio de Janeiro, RJ: Officinas de Obras d’a Tribuna, 1901 / BLPL - Literatura Brasileira / UFSC. Disponível no link. (acessado em 12.8.2021). 
:: A fallencia. Júlia Lopes de Almeida. (romance/novela). 2ª ed., Rio de Janeiro, RJ: Officinas de Obras d’a Tribuna, 1901 / BLPL - Literatura Brasileira / UFSC. Disponível no link. (acessado em 12.8.2021). 
:: Ancia eterna. Júlia Lopes de Almeida. Paris; Rio de Janeiro: Garnier, 1903 / Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin - USP. Disponível no link. (acessado em 12.8.2021). 
:: Ânsia eterna. Júlia Lopes de Almeida. Rio de Janeiro: Livraria Garnier, 1903 / BLPL - Literatura Brasileira / UFSC. Disponível no link. (acessado em 13.8.2021). 
:: A intrusa. Júlia Lopes de Almeida. Rio de Janeiro: Livraria Francisco Alves, 1908 / Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin - USP. Disponível no link. (acessado em 12.8.2021). 
:: A intrusa. Júlia Lopes de Almeida. Rio de Janeiro: Francisco Alves, 1908 / BLPL - Literatura Brasileira / UFSC. Disponível no link. (acessado em 13.8.2021). 
:: Elles e ellas. Júlia Lopes de Almeida. Rio de Janeiro: Francisco Alves, 1910 / Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin - USP. Disponível no link. (acessado em 12.8.2021).
:: Contos infantis: em verso e prosa. Júlia Lopes de Almeida e Adelina Lopes VieiraRio de Janeiro; São Paulo: Laemmert & C.ª, Editores, 1910 / Biblioteca digital Luso-Brasileira - BN Digital do Brasil. Disponível no link. (acessado em 14.8.2021).
:: História da nossa terra. (contos infantis). 6ª ed., revista e aumentada. Rio de Janeiro: Livraria Francisco Alves; Paris/Lisboa: Alves Aillaud & cia 1911 / Biblioteca digital Luso-Brasileira - BN Digital do Brasil. Disponível no link. (acessado em 14.8.2021).
:: Cruel amor. Júlia Lopes de Almeida. Rio de Janeiro: Francisco Alves, Aillaud, 1911 / Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin - USP. Disponível no link. (acessado em 12.8.2021). 
:: Cruel amor. Júlia Lopes de Almeida. (Romance epistolar). Rio de Janeiro: Francisco Alves, 1911 / BLPL - Literatura Brasileira / UFSC. Disponível no link. (acessado em 13.8.2021). 
:: Correio da roça. Júlia Lopes de Almeida. Rio de Janeiro: Francisco Alves, 1913 / Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin - USP. Disponível no link. (acessado em 12.8.2021). 
:: Correio da roça. Júlia Lopes de Almeida. (Romance epistolar). Rio de Janeiro: Francisco Alves, 1913 / BLPL - Literatura Brasileira / UFSC. Disponível no link. (acessado em 13.8.2021). 
:: A Silveirinha: crônica de um verão. Rio de Janeiro: Francisco Alves, 1914 / Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin - USP. Disponível no link. (acessado em 12.8.2021). 
:: A Silveirinha: crônica de um verão. Rio de Janeiro:  Rio de Janeiro: Francisco Alves, 1914 / BLPL - Literatura Brasileira / UFSC. Disponível no link. (acessado em 13.8.2021).  
:: A árvore. Júlia Lopes de Almeida e Afonso Lopes de Almeida. São Paulo: Livraria F. Alves, 1916 / Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin - USP. Disponível no link. (acessado em 12.8.2021). 
:: A árvoreJúlia Lopes de Almeida e Afonso Lopes de AlmeidaRio de Janeiro, RJ: Livraria Francisco Alves, 1916. / BLPL - Literatura Brasileira / UFSC. Disponível no link. (acessado em 12.8.2021). 
:: Era uma vez... Júlia Lopes de Almeida. Rio de Janeiro: Jacinto Ribeiro dos Santos, 1917 / Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin - USP. Disponível no link. (acessado em 12.8.2021). 
:: Teatro – Quem não perdoa, Doidos de amor, Nos jardins de Saul. Júlia Lopes de Almeida. Porto: Renascença Portuguesa, 7 de maio de 1917 / Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin - USP. Disponível no link. (acessado em 12.8.2021). 
:: Jornadas no meu país. Júlia Lopes de Almeida. Rio de Janeiro: Francisco Alves, 1920 / Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin - USP. Disponível no link. (acessado em 12.8.2021). 
:: A isca. Júlia Lopes de Almeida. Rio de Janeiro: Livraria Leite Ribeiro, 1923 / Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin - USP. Disponível no link. (acessado em 12.8.2021). 
:: A isca. Júlia Lopes de Almeida. Rio de Janeiro: Leite Ribeiro, 1923 / BLPL - Literatura Brasileira / UFSC. Disponível no link. (acessado em 13.8.2021).  
:: Oração a Santa Dorotea. Júlia Lopes de Almeida. Rio de Janeiro: Livraria Leite Ribeiro, 1923 / Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin - USP. Disponível no link. (acessado em 12.8.2021).
:: Maternidade. Júlia Lopes de Almeida. Rio de Janeiro: Olivia Herdy de Cabral Peixoto, 19?? / Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin - USP. Disponível no link. (acessado em 12.8.2021). 

- em periódicos -
:: A nevrose da cor. Júlia Lopes de Almeida. (conto). Rio de Janeiro, RJ: Gazeta de Notícias, p.2, 7 de junho 1889 / BLPL - Literatura Brasileira / UFSC. Disponível no link. (acessado em 13.8.2021). 
:: A alma das flores. Júlia Lopes de Almeida. (conto). Rio de Janeiro, RJ: Gazeta de Notícias,  p. 1, 24 de fevereiro,1890 / BLPL - Literatura Brasileira / UFSC. Disponível no link. (acessado em 12.8.2021).
:: A casa dos mortos. Júlia Lopes de Almeida. (conto). Recife, PE: Jornal do Recife: Gazeta diária, seção 'Variedades', p. 2, 30 de agosto, 1893. / BLPL - Literatura Brasileira / UFSC. Disponível no link. (acessado em 12.8.2021). 

- em antologias -
:: Anthologie des poètes brésiliens [traductions par Hippolyte Pujol; préface de Manoel de Oliveira Lima]. São Paulo: Corbeil Imprimerie Crete, 1912 {contém os poemas: "Regrets", "Les roses", de Júlia Lopes, p. 146-150}Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin - USP. Disponível no link. (acessado em 16.8.2021).. 

- edições atualizadas online - 
:: A falência. Júlia Lopes de Almeida. (romance/novela). Edição atualizada. São Paulo: HUCITEC; Secretaria da Cultura, Ciência e Tecnologia, em 1978 / UFSC. Disponível no link. (acessado em 12.8.2021).
:: A falência. Júlia Lopes de Almeida. [edição comentada Regina Zilberman]. Campinas/SP: Editora Unicamp, 2018. Disponível no link. (acessado em 14.8.2021).
:: A intrusa. Júlia Lopes de Almeida. In: BLPL - Literatura Brasileira / UFSC, s/data. Disponível no link. (acessado em 13.8.2021). 
:: A intrusa. Júlia Lopes de Almeida. In: BDLB - Biblioteca digital Luso-Brasileira - BN Digital do Brasil, S/data. Disponível no link. (acessado em 14.8.2021).
:: A viúva Simões. Júlia Lopes de Almeida. In: BLPL - Literatura Brasileira / UFSC s/data. Disponível no link. (acessado em 13.8.2021). 
:: Ânsia eterna. Júlia Lopes de Almeida. [organização Maria Helena de Almeida Freitas, Mônica Almeida Rizzo Soares e Cleide Lemos;  apresentação e notas Cleide Lemos; capa Rodrigo Corrêa Ribeiro; gravura: Edvard Munch, "The girls on the bridge", 1918]. 2ª ed.,  revisada. Coleção escritoras do Brasil, vol. 2. Brasília: Senado Federal, 2019. Disponível no link. (acessado em 13.8.2021).
:: ALMEIDA, Júlia Lopes de. (Obras). Domínio Público - MEC (acessado em 13.8.2021).
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:: BLPL - Literatura Brasileira / UFSC(acessado em 12.8.2021).


TEATRO - ESPETÁCULO


Espetáculo A herança
Autoria: Júlia Lopes de Almeida
Em cartaz: Teatro da Exposição Nacional
Estreia: 1908

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Espetáculo Quem não perdoa 
Autora: Júlia Lopes de Almeida
Direção: Eduardo Vitorino
Música original: Alberto Nepomuceno
Realização: Companhia Nacional 
Em cartaz: Theatro Municipal do Rio de Janeiro | Rio de Janeiro
Estreia: em 1 de outubro de 1912.
- referências de pesquisa -
ALMEIDA, Júlia Lopes de.. Quem não perdoa. In: O País. Rio de Janeiro, p. 1-2, 2 out. 1912.
NUNES, Mario. 40 anos de teatro. Rio de Janeiro: Serviço Nacional de Teatro, 1956.
PRIORE, Mary Del (org); BASSANEZI, ‎Carla Beozzo (coord. de textos). História das mulheres no Brasil. São Paulo: Editora Contexto, 1997; 8ª ed., 2006.
TODO Teatro Carioca (acessado em 13.8.2021).
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** Arte: Júlia Lopes de Almeida, por Raul Filinto de Almeida.

“Não podemos afirmar se têm razão os que declaram que Júlia Lopes de Almeida foi nossa George Sand. Parece-nos mesmo, que não há motivos para, nesse terreno, se fazer comparações e traçar paralelos. Júlia Lopes de Almeida dispunha de personalidade própria, virtude que se evidencia principalmente nos seus contos e novelas curtas. Sua obra reflete com brilho e colorido uma época da vida da burguesia rica do Brasil, sem preocupação de crítica social, é verdade, mas com profundo sentimento e compreensão dos nossos costumes, preconceitos e falhas.”
- José Veríssimo, em "Letras e literatos". Rio de Janeiro: José Olympio, 1936.

Júlia Lopes de Almeida | foto: Richard Hall/Acervo Claudio Lopes de Almeida.


"A mulher brasileira conhece que pode querer mais, do que até aqui tem querido; que pode fazer mais, do que até aqui tem feito. Precisamos compreender antes de tudo e afirmar aos outros, atados por preconceitos e que julgam toda a liberdade de ação prejudicial à mulher na família, principalmente dela, que necessitamos de desenvolvimento intelectual e do apoio seguro de uma educação bem feita."
 - Júlia Lopes de Almeida, em “A viúva Simões” 1ª ed., 1897, p. 3.


POEMAS DEDICADOS A JÚLIA LOPES DE ALMEIDA


Funesta
Se passas junto a mim, eu sinto as vagas
Do fundo oceano da paixão, rolando,
Quebrarem-se em meu peito, como quando
Rebentam as do Mar nas duras fragas.

Da luz do teu olhar sereno e brando
Toda a minh’alma docemente alagas;
Se por acaso ris-te e se me afagas,
Semiânime julgo-me tombando!

Tens sobre mim a ação misteriosa
Que sobre o aço tem o imã! Cismo
Que já me empolga a força deliciosa!

Sou presa desse eterno magnetismo!
E quando tu me fitas silenciosa,
Sinto que vou rolar num fundo abismo!
- Filinto de Almeida, no livro "Lírica". Typ. Moreira Maximino, 1887.

§§

O lago
[A Julia Lopes de Almeida]

Um pouco d’água só, e, ao fundo, areia ou lama.
Um pouco d’água em que, no entanto, se retrata
O pássaro que o voo aos ares arrebata,
E o rubro e infindo céu do crepúsculo em chama.

Água que se transmuda em reluzente prata,
Quando, do bosque em flor, que as brisas embalsama,
A lua, como uma áurea e finíssima trama,
Pelos ombros da Noite a sua luz desata.

Poeta, como esse lago adormecido e mudo,
Onde não há, sequer, um frêmito de vida,
Onde tudo é ilusório e passageiro é tudo,

Existem, sobre um fundo, ou de lama ou de areia,
Almas em que tu vês apenas refletida
A tua alma, onde o sonho astros de oiro semeia.
- Júlia Cortines, no livro "Vibrações”. Laemmert & C. – Editores, 1905.


Júlia Lopes de Almeida  em seu escritório - sala de leitura, s/data | foto: Acervo Claudio Lopes de Almeida

FORTUNA CRÍTICA DE JÚLIA LOPES DE ALMEIDA

[Júlia Lopes de Almeida teses e dissertações;  livros, ensaios e artigos]

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ALMEIDA, Francisco Filinto de. Lyrica. Rio de Janeiro: Typ. Maximino & Cia, 1887.
ALMEIDA, Presciliana Duarte de. (Diretora). A Mensageira: revista literária dedicada à mulher brazileira. Edição fac-similar. [Reprodução em livro, dois volumes, da Revista Literária publicada de 1897 a 1900, na cidade de São Paulo]. São Paulo: Imprensa Oficial do Estado/Secretaria de Estado da Cultura, 1987.
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Júlia Lopes de Almeida
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WELS, Erica Schlude. O olhar visionário e o olhar conservador: a crítica social nos romances de Júlia Lopes de Almeida. (Dissertação Mestrado em Letras). Universidade Federal do Rio de Janeiro, UFRJ, 1999.
XAVIER, Elódia. Declínio do patriarcado: a família no imaginário feminino. Rio de Janeiro: Editora Rosa dos tempos, 1998.
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XAVIER, Elódia Carvalho de Formiga. Júlia Lopes de Almeida: da Monarquia à República. In: Luis Manoel Cavalcante Gazzaneo et alii. (Org.). 1808-1889 Reflexões sobre as artes e as ciências. Rio de Janeiro: Booklink: Pro Arq., 2001, v. 2, p. 195-198.
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ZILBERMAN, Regina; LAJOLO, Marisa. Literatura infantil brasileira: histórias & histórias. São Paulo: Ática, 1984.

"Nos tempos antigos, a mulher era calma, submissa, pacífica e retraída; mas seria tudo isso por ter mais bom senso, mais felicidade e menos ambição? Não me parece. O motivo devia ser outro; o motivo devia de estar na atmosfera que a envolvia e em que não existia nenhum elemento agitador. Não somos nós que mudamos os dias, são os dias que nos mudam a nós.  Tudo se transforma, tudo acaba, tudo recomeça, criado pelo mesmo princípio, destinado para o mesmo fim. Nascemos, morremos e no intervalo de uma outra ação, vivemos a vida que nosso tempo nos impõe. 
O que ele impõe hodiernamente à mulher é o desprendimento dos preconceitos, a luta, sempre dolorosa, pela existência, o assalto às culminâncias em que os homens dominam e de onde a repelem.  Mas, seja qual for a guerra que lhe façam, o feminismo vencerá, por que não nasceu da vaidade, mas da necessidade que obriga a triunfar."
- Júlia Lopes de Almeida, em “Livro das donas e donzelas”. Rio de Janeiro: Francisco Alves, 1906, p.72-73.

Júlia Lopes de Almeida em imagens


Júlia Lopes de Almeida e Filinto de Almeida, em Paris . s/data | foto: Acervo Claudio Lopes de Almeida


Júlia Lopes de Almeida com seus filhos, Afonso e Margarida (sentados), Albano e  Lúcia (em pé). s/data 
| foto: Acervo Claudio Lopes de Almeida

Júlia Lopes de Almeida - I Congresso Feminista do Brasil (1922) | Da esquerda para a direita, Júlia Lopes de 
Almeida é a primeira que se encontra sentada | foto: Fundo PBPF/Arquivo Nacional.

Júlia Lopes de Almeida - II Congresso Feminista do Brasil (1931) | Da esquerda para a direita, Júlia Lopes de Almeida
 é a terceira que se encontra sentada | foto: Fundo PBPF/Arquivo Nacional


"A estante de uma mulher de espírito e de coração, isto é, de uma mulher habilitada a aprender e conservar o que ler; que souber que isso a instrui, a forma apta para dirigir a educação dos filhos, dando-lhe superioridade e largueza de vistas; a estante de uma mulher inteligente e cuidadosa, que ama seus livros, não são como um mero adorno de gabinete, mas como a uns mestres sempre consoladores e sempre justos, essa estante é um altar onde o seu pensamento vai, cheio de fé, pedir amparo numa hora de desalento, e conselho num momento de dúvida. [...] Aprender para ensinar! Eis a missão sagrada da mulher. É preciso para isso que a leitura seja sã, bem feita. O gosto bem educado transmitir-se-á sem mácula e sem esforço aos filhos. Convençamo-nos de que de que o espírito, para dominar, deve ter sido dominado pela força suprema e bendita dos que são mais fortes ou trabalham mais."
- Julia Lopes de Almeida, em "Livro das noivas". 3ª ed., Rio de Janeiro: Francisco Alves, 1914. p. 37-39.

Júlia Lopes de Almeida, em caricatura de Raul Filinto de Almeida


“Pois eu em moça fazia versos. Ah! Não imagina com que encanto. Era como um prazer proibido! Sentia ao mesmo tempo a delícia de os compor e o medo de que acabassem por descobri-los. Fechava-me no quarto, bem fechada, abria a secretária, estendia pela alvura do papel uma porção de rimas... De repente, um susto. Alguém batia à porta. E eu, com a voz embargada, dando voltas à chave da secretária: já vai! A mim sempre me parecia que se viessem a saber desses versos, viria o mundo abaixo. Um dia, porém, eu estava muito entretida na composição de uma história, uma história em verso, com descrições e diálogo, quando ouvi por trás de mim uma voz alegre: – Peguei-te menina! Estremeci, pus as duas mãos em cima do papel, no arranco de defesa, mas não me foi possível. Minha irmã, adejando triunfalmente a folha e rindo a erder, bradava: – Então a menina faz versos? Vou mostrá-los ao papá!”
- Júlia Lopes de Almeida, em “João do Rio. O momento literário”. Rio de Janeiro: Fundação Biblioteca Nacional, Depto. Nacional do Livro, 1994, p. 28.


Escultura Júlia Lopes de Almeida (bronze),
por Margarida Lopes de Almeida (1953)
ESCULTURA DE JÚLIA LOPES DE ALMEIDA
Escritora brasileira nascida em 1862, no Rio de Janeiro, considerada, à época, a maior figura literária feminina do seu país. A sua obra é variada, integrando romances, contos e peças de teatro. O monumento, obra de Margarida Lopes de Almeida, composto de busto em bronze sobre pedestal de pedra, foi oferecido pelas mulheres brasileiras às mulheres portuguesas. O busto, executado em 1939, só viria a ser inaugurado, no Jardim Gomes de Amorim, localizado na Praceta da Av. António José de Almeida - Lisboa/Portugal, em 28 de Março de 1953.
Escultora: Margarida Lopes de Almeida (filha de D. Júlia Lopes de Almeida). Data - 1953. Material - Bronze. Estilo - Figurativo. 
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“Depois da morte de Taunay, Machado de Assis e de Aluísio de Azevedo, o romance no Brasil conta apenas com dois autores de obra considerável e de nomeada nacional – D. Júlia Lopes de Almeida e o Sr. Coelho Neto, eu, como romancista, lhe (sic) prefiro de muito D. Júlia Lopes. “
- José Verissimo, Letras e literatos. Rio de Janeiro: José Olympio, 1936, p.15.


ACERVO DE JÚLIA LOPES DE ALMEIDA
Acervo doado para Academia Brasileira de Letras ABL em 2010, por Claudio Lopes de Almeida.

“(...) foi mestra na acepção mais elevada da palavra, o que quer dizer propiciadora de nobres ensinamentos, modelo de raras virtudes, irradiadora de salutar influência. Mestra de língua e mestra de vida, quer pela excelência de sua produção literária, quer pela pureza sem jaça de sua existência. “
- Affonso Celso, em “Homenagem à D. Júlia Lopes de Almeida”. Revista Academia Brasileira de Letras, v.48, 1935, p. 259.


Capas de livros de Júlia Lopes de Almeida



"Não há em língua humana palavra que, como o beijo, exprima, por mais silencioso que ele seja, a ternura e o amor. (...) A vida sem beijos! A vida sem beijos é como um jardim sem flores, um pomar sem frutos, ou (que escorregue ainda mais esta velha comparação) um deserto sem oásis."
- Júlia Lopes de Almeida, em “Livro das donas e donzelas”. Rio de Janeiro: Francisco Alves, 1906, p. 118.


“Aqui, a locomotiva rasga a terra, fura os montes, leva para diante a civilização que tudo aperfeiçoa... Além, lá no horizonte, que já não é misterioso, um transatlântico arfa em demanda do nosso porto.”
- Júlia Lopes de Almeida, 1907.


OUTRAS FONTES DE PESQUISA


Algumas das imagens de Júlia Lopes de Almeida nesta página foram extraídas dos seguintes trabalhos:

:: COSTRUBA, Deivid Aparecido. Para além do sufragismo: a contribuição de Júlia Lopes de Almeida à história do feminismo no Brasil (1892-1934).. (Tese Doutorado em História). Universidade Estadual Paulista, UNESP, Assis/SP, 2017. Disponível no link. (acessado em 13.8.2021).
:: MANCHOPE, Elenita Conegero Pastor. Memória e imagem na escritura de Julia Lopes de Almeida: cenários e retornos. (Tese Doutorado em Linguagem e Sociedade). Universidade Estadual do Oeste do Parana, Unioeste, Cascavel, 2016. Disponível no link. (acessado em 13.8.2021).

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Arte: Júlia Lopes de Almeida, em ilustração de Lula Palomanes.

© A obra de Júlia Lopes de Almeida, é de domínio público

© Pesquisa, seleção, edição e organização: Elfi Kürten Fenske


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Trabalhos sobre o autor:
Caso, você tenha algum trabalho não citado e queira que ele seja incluído - exemplo: livro, tese, dissertação, ensaio, artigo - envie os dados para o nosso "e-mail de contato", para que possamos incluir as referências do seu trabalho nesta pagina. 

COMO CITAR:
FENSKE, Elfi Kürten (pesquisa, seleção, edição e organização). Júlia Lopes de Almeida - a escritora a belle époque tropical. Templo Cultural Delfos, agosto/2021. Disponível no link. (acessado em .../.../...).
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* Página atualizada em 23.8.2021.
** Página original de MAIO/2014.



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3 comentários:

  1. Perfeito!!! Estava pesquisando sobre essa maravilhosa escritora e aqui me deparei com tudo sobre a vida dela. Valeu!!!

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  2. Graandeee mulher!!!! Amei conhece-lá!!!

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  3. Um ótimo achado para meu trabalho sobre representividade feminina na literatura. Obrigado!

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