Maria Firmina dos Reis - fragmentos de uma vida

Maria Firmina dos Reis, por (...)
Maria Firmina dos Reis (escritora e professora) nasceu na ilha de São Luís do Maranhão, em 11 de outubro de 1825. Filha de João Pedro Esteves e Leonor Felipe dos Reis. Em 1830, mudou-se para a Vila de São José de Guimarães, município de Viamão. Viveu parte de sua vida na casa de uma tia materna. Esse acolhimento teria sido crucial para a sua formação. Como parte dessa formação, foi incentivada pelo escritor e gramático Sotero dos Reis, seu primo por parte de mãe, a dedicar-se na busca pelo conhecimento.
Em 1847, concorreu à cadeira de Instrução primária no município de Viamão, sendo aprovada. Nessa região, exerceu a – profissão como professora de primeiras letras, de 1847 a 1881.
Em 1859, publicou o que é considerada sua principal obra e um dos primeiros romances abolicionistas da literatura brasileira – Úrsula. Em que narra a condição da população negra no Brasil. Obra classificada como um dos primeiros escritos de uma mulher negra brasileira e com forte imersão em elementos da tradição africana.
Maria Firmina viveu em um contexto de extrema segregação social e racial. Tendo em vista esse cenário, podemos considerar o romance Úrsula um ato de coragem. No entanto, como era comum numa época em que as mulheres viviam submetidas a inúmeras limitações e preconceitos, principalmente as mulheres negras, a educadora e escritora omite seu nome como autora, utilizando apenas a designação “Uma Maranhense”. As questões da população negra e sua condição na sociedade inquietava e mobilizava a educadora. Então, em 1887, escreveu um conto sobre o mesmo tema, “A escrava”, e, em 1871, publicou a obra de poesias Cantos à beira-mar.
Maria Firmina não tinha posses, mas não vivia na pobreza. Ocupava um lugar intermediário, porém mais próximo da pobreza do que da riqueza. Foi professora de primeiras letras e colaboradora de jornais literários, publicando poesias, ficção e crônicas. Ao se aposentar, no início da década de 1880, funda a primeira escola mista gratuita do estado do Maranhão. Essa iniciativa causou escândalo no povoado de Maçaricó, e a escola foi fechada.
Faleceu em 11 de novembro de 1917, em Guimarães, município do estado do Maranhão. Teve uma vida dedicada a ler e escrever, descortinando, assim, novos horizontes para as mulheres negras brasileiras. 
:: Fonte: Antigo - A cor da cultura 



OBRA DE MARIA FIRMINA DOS SANTOS
bibliografia da autora 
Capa do livro "Ursula", 3ª ed., 1988
:: Úrsula. (Romance). San’Luis: Typographia do Progresso, 1859; 2ª ed., Impressão fac-similar. [prólogo de Horácio de Almeida]. Rio de Janeiro: Gráfica Olímpica Editora LTDA, 1975, 198p.
:: Gupeva(Romance). 1861/1862.publicado em O jardim dos maranhenses e, em 1863, no jornal Porto Livre e no jornal Eco da Juventude, e transcrito em José Nascimento Morais Filho, Maria Firmina – Fragmentos de uma vida, Imprensa do Governo do Maranhão, 1975.
:: Poemas. em "antologia poética" Parnaso Maranhense, 1861.
:: A escrava(conto). : 1887: Revista Maranhense, nº 3. Republicada em José Nascimento Morais Filho “Maria Firmina – Fragmentos de uma vida'. Imprensa do Governo do Maranhão, 1975.
:: Cantos à beira-mar (poesia).San’Luis: Typografia do País, 1871; 2ª edição por José Nascimento Morais Filho, Rio de Janeiro, Granada, 1976.
:: Hino da libertação dos escravos, 1888.
Publicou poemas nos jornais literários: 
I. A Imprensa; II. Publicador Maranhense; III. A Verdadeira Marmota; IV. Almanaque de Lembranças Brasileiras; V. Eco da Juventude; VI. Semanário Maranhense; VII. O Jardim dos Maranhenses; VIII. Porto Livre; IX. O Domingo; X. O País; XI. A Revista Maranhense; XII. Diário do Maranhão; XIII. Pacotilha; XIV. Federalista.
Composições musicais: 
- Auto de bumba-meu-boi (letra e música); 
- Valsa (letra de Gonçalves Dias e música de Maria Firmina dos Reis); 
- Hino à mocidade (letra e música); 
- Hino à liberdade dos escravos (letra e música); 
- Rosinha, valsa (letra e música); 
- Pastor estrela do oriente (letra e música); 
- Canto de recordação (“à Praia de Cumã”; letra e música).
:: Fonte: MUZART, Zahidé Lupinacci (org.). Escritoras brasileiras do século XIX: Antologia. Florianópolis/Santa Cruz do Sul: Editora Mulheres/EDUNISC, 1999, p. 271-272. 

Edições publicadas entre às décadas de 1970 - 2010 
Romance
:: Úrsula. 2ª ed., Impressão fac-similar. [prólogo de Horácio de Almeida]. Rio de Janeiro: Gráfica Olímpica Editora LTDA, 1975, 198p.
:: Úrsula. [organização, atualização e notas por Luiza Lobo; introdução de Charles Martin]. 3ª ed., Rio de Janeiro: Presença; Brasília: INL, 1988. 
:: Úrsula. A escrava. [atualização do texto e posfácio de Eduardo de Assis Duarte]. Florianópolis: Editora Mulheres; Belo Horizonte: PUC Minas, 2004, 281p. 
:: Úrsula. (Edição comemorativa dos 150 anos do romance).. [organização Eduardo de Assis Duarte]. 5ª ed., Florianopolis; Belo Horizonte: Mulheres; PUC Minas, 2009. v. 1. 280p.
:: Gupeva: romance brasiliense. In: MORAIS FILHO, José Nascimento. Maria Firmina: fragmentos de uma vida. São Luís: Imprensa do Governo do Maranhão, 1975. p. 103-134.

Conto
:: A escrava. Revista Maranhense, Ano 1, n. 3, novembro de 1887, apud Morais Filho, Op.cit.

Poesia
:: Cantos à beira-mar. São Luis: Governo do Estado do Maranhão, 1871; São Luis: J. N. Morais Filho, 1976, 208p.
:: Hino à liberdade dos escravos. In: FARIA, Antônio Augusto Moreira de; PINTO, Rosalvo Gonçalves (Orgs.). Poemas brasileiros sobre trabalhadores: uma antologia de domínio público. Belo Horizonte: FALE/UFMG, 2011. p. 53.




POEMAS ESCOLHIDOS DE MARIA FIRMINA DOS REIS


Escultura de Maria Firmina dos Reis,
do escultor Flory Gama
Ah! não posso
Se uma frase se pudesse 
Do meu peito destacar; 
Uma frase misteriosa 
Como o gemido do mar, 
Em noite erma, e saudosa, 
De meigo, e doce luar.
Ah! se pudesse!... mas muda 
Sou, por lei, que me impõe Deus! 
Essa frase maga encerra, 
Resume os afetos meus; 
Exprime o gozo dos anjos, 
Extremos puros dos céus.

Entretanto, ela é meu sonho, 
Meu ideal inda é ela; 
Menos a vida eu amara 
Embora fosse ela bela. 
Como rubro diamante, 
Sob finíssima tela.

Se dizê-la é meu empenho, 
Reprimi-la é meu dever: 
Se se escapar dos meus lábios, 
Oh! Deus, - fazei-me morrer! 
Que eu pronunciando-a não posso 

Mais sobre a terra viver.
- Maria Firmina dos Reis, em "Cantos à beira mar". São Luís do Maranhão, 1871, p. 45-46.


Confissão
Embalde, te juro, quisera fugir-te, 
Negar-te os extremos de ardente paixão: 
Embalde, quisera dizer-te: - não sinto 
Prender-me à existência profunda afeição.
Embalde! é loucura. Se penso um momento, 
Se juro ofendida meus ferros quebrar: 
Rebelde meu peito, mais ama querer-te, 
Meu peito mais ama de amor delirar.

E as longas vigílias, - e os negros fantasmas, 
Que os sonhos povoam, se intento dormir, 
Se ameigam aos encantos, que tu me despertas, 
Se posso a teu lado venturas fruir.

E as dores no peito dormentes se acalmam. 
E eu julgo teu riso credor de um favor: 
E eu sinto minh'alma de novo exaltar-se, 
Rendida aos sublimes mistérios do amor.

Não digas, é crime - que amar-te não sei, 
Que fria te nego meus doces extremos... 
Eu amo adorar-te melhor do que a vida, 
melhor que a existência que tanto queremos.

Deixara eu de amar-te, quisera um momento, 
Que a vida eu deixara também de gozar! 
Delírio, ou loucura - sou cega em querer-te, 

Sou louca... perdida, só sei te adorar.
- Maria Firmina dos Reis, em "Cantos à beira mar". São Luís do Maranhão, 1871, p. 79-80.


Meditação
(À minha querida irmã - Amália Augusta dos Reis)
    
Vejamos pois esta deserta praia, 
Que a meiga lua a pratear começa, 
Com seu silêncio se harmoniza esta alma, 
Que verga ao peso de uma sorte avessa.
Oh! meditemos na soidão da terra, 
Nas vastas ribas deste imenso mar; 
Ao som do vento, que sussurra triste, 
Por entre os leques do gentil palmar.

O sol nas trevas se envolveu, - mistérios 
Encerra a noite, - ela compr'ende a dor; 
Talvez o manto, que estendeu no bosque, 
Encubra um peito que gemeu de amor.

E o mar na praia como liso ondeia, 
gemendo triste, sem furor - com mágoas... 
Também meditas, oh! salgado pego - 
Também partilhas desta vida as frágoas?...

E a branca lua a divagar no céu, 
Como uma virgem nas soidões da terra; 
Que doce encanto tem seu meigo aspecto, 
E tanto enlevo sua tristeza encerra!

Sim, meditemos... quem gemeu no bosque, 
Onde a florzinha a perfumar cativa? 
Seria o vento? Ele passando ergueu 
Do tronco a copa sobranceira, altiva.

Passou. E agora sufocando a custo 
Meu peito o doce palpitar do amor, 
Delícias bebe desterrando o susto, 
Que a noite incute a semear pavor.

E um deleite inda melhor que a vida, 
langor, quebranto, ou sofrimento ou dor; 
Um quê de afetos meditando eu sinto, 
Na erma noite, a me exaltar de amor.

Então a mente a divagar começa, 
Criando afouta seu sonhado amor; 
Zombando altiva de uma sorte avessa, 
Que oprime a vida com fatal rigor.

E nessa hora a gotejar meu pranto, 
Nas ermas ribas de saudoso mar, 
Vagando a mente nesse doce encanto, 
Dá vida ao ente, que criei p'ra amar.

E a doce imagem vaporosa, e bela, 
Que a mente erguera, engrinaldou de amor, 
Ergue-se vaga, melindrosa, e grata 
Como fragrância de mimosa flor.

E o peito a envolve de extremoso afeto, 
E dá-lhe a vida, que lhe dera Deus; 
Ergue-lhe altares - lhe engrinalda a fronte, 
Rende-lhe cultos, que só dera aos céus.

Colhe p'ra ela das roseiras belas, 
Que aí cultiva - a mais singela flor: 
E num suspiro vai depor-lhe as plantas, 
Como oferenda - seu mimoso amor.

Mas, ah! somente a duração dum ai 
Tem esse breve devanear da mente. 
Volve-se a vida, que é só pranto, e dor, 

E cessa o encanto do amoroso ente.
- Maria Firmina dos Reis, em "Cantos à beira mar". São Luís do Maranhão, 1871, p. 173-175.


O meu desejo
 A um jovem poeta guimaraense

Na hora em que vibrou a mais sensível 
Corda de tu'alma - a da saudade, 
Deus mandou-te, poeta, um alaúde, 
E disse: Canta amor na soledade. 
Escuta a voz do céu, - eia, cantor, 
Desfere um canto de infinito amor.

Canta os extremos duma mãe querida, 
Que te idolatra, que te adora tanto! 
Canta das meigas, das gentis irmãs, 
O ledo riso de celeste encanto; 
E ao velho pai, que tanto amor te deu, 
Grato oferece-lhe o alaúde teu.

E a liberdade, - oh! poeta, - canta, 
Que fora o mundo a continuar nas trevas? 
Sem ela as letras não teriam vida, 
menos seriam que no chão as relvas: 
Toma por timbre liberdade, e glória, 
Teu nome um dia viverá na história.

Canta, poeta, no alaúde teu, 
Ternos suspiros da chorosa amante; 
Canta teu berço de saudade infinda, 
Funda lembrança de quem está distante: 
Afina as cordas de gentis primores, 
Dá-nos teus cantos trescalando odores.

Canta do exílio com melífluo acento, 
Como Davi a recordar saudade; 
Embora ao riso se misture o pranto; 
Embora gemas em cruel soidade... 
Canta, poeta, - teu cantar assim, 
Há de ser belo enlevador enfim.

Nos teus harpejos juvenil poeta, 
Canta as grandezas que se encerram em Deus, 
Do sol o disco, - a merencória lua, 
Mimosos astros a fulgir nos céus; 
Canta o Cordeiro, que gemeu na Cruz, 
Raio infinito de esplendente luz.

Canta, poeta, teu cantar singelo, 
meigo, sereno com um riso d'anjos; 
Canta a natura, a primavera, as flores, 
Canta a mulher a semelhar arcanjos. 
Que Deus envia à desolada terra, 
Bálsamo santo, que em seu seio encerra.

Canta, poeta, a liberdade, - canta. 
Que fora o mundo sem fanal tão grato... 
Anjo baixado da celeste altura, 
Que espanca as trevas deste mundo ingrato. 
Oh! sim, poeta, liberdade, e glória 
Toma por timbre, e viverás na história.
----------------
Eu não te ordeno, te peço, 
Não é querer, é desejo; 
São estes meus votos - sim. 
Nem outra cousa eu almejo. 
E que mais posso eu querer? 
Ver-te Camões, Dante ou Milton, 
Ver-te poeta - e morrer.
- Maria Firmina dos Reis, em "Cantos à beira mar". São Luís do Maranhão, 1871, p. 33-35.


Nas praias do Cuman / Solidão
Aqui na solidão minh'alma dorme; 
Que letargo profundo!... Se no leito, 
A horas mortas me revolvo em dores, 
Nem ela acorda, nem me alenta o peito.
No matutino albor a nívea garça 
Lá vai tão branca doudejando errante; 
E o vento geme merencório - além 
Como chorosa, abandonada amante.

E lá se arqueia em ondulação fagueira 
O brando leque do gentil palmar; 
E lá nas ribas pedregosas, ermas, 
De noite - a onda vem de dor chorar.

Mas, eu não choro, lhe escutando o choro; 
Nem sinto a brisa, que na praia corre: 
Neste marasmo, neste lento sono, 
Não tenho pena; - mas, meu peito morre.

Que displicência! não desperta um'hora! 
Já não tem sonhos, nem já sofre dor... 
Quem poderia despertá-lo agora? 

Somente um ai que revelasse - amor.
- Maria Firmina dos Reis, em "Cantos à beira mar". São Luís do Maranhão, 1871, p. 177-178.


Seu nome 
Seu nome! em repeti-lo a planta, a erva, 
A fonte, a solidão, o mar, a brisa 
Meu peito se extasia! 
Seu nome é meu alento, é-me deleite; 
Seu nome, se o repito, é dúlia nota 
De infinda melodia.
Seu nome! vejo-o escrito em letras d'ouro 
No azul sideral à noite quando 
Medito à beira-mar: 
E sobre as mansas águas debruçada, 
Melancólica, e bela eu vejo a lua, 
Na praia a se mirar.

Seu nome! é minha glória, é meu porvir, 
Minha esperança, e ambição é ele, 
Meu sonho, meu amor! 
Seu nome afina as cordas de minh'harpa, 
Exalta a minha mente, e a embriaga 
De poético odor.

Seu nome! embora vague esta minha alma 
Em páramos desertos, - ou medite 
Em bronca solidão: 
Seu nome é minha idéia - em vão tentara 
Roubar-mo alguém do peito - em vão - repito, 
Seu nome é meu condão.

Quando baixar benéfico a meu leito, 
Esse anjo de deus, pálido, e triste 
Amigo derradeiro. 
No seu último arcar, no extremo alento, 
Há de seu nome pronunciar meus lábios, 
Seu nome todo inteiro!...
- Maria Firmina dos Reis, em "Cantos à beira mar". São Luís do Maranhão, 1871, p. 71-72.


Uma tarde no cuman
 Aqui minh'alma expande-se, e de amor 
Eu sinto transportado o peito meu; 
Aqui murmura o vento apaixonado, 
Ali sobre uma rocha o mar gemeu.
E sobre a branca areia - mansamente 
A onda enfraquecida exausta morre; 
Além, na linha azul dos horizontes, 
Ligeirinho baixel nas águas corre.

Quanta doce poesia, que me inspira 
O mago encanto destas praias nuas! 
Esta brisa, que afaga os meus cabelos, 
Semelha o acento dessas frases tuas.

Aqui se ameigam de meu peito as dores, 
Menos ardente me goteja o pranto; 
Aqui, na lira maviosa e doce 
Minha alma trina melodioso canto.

A mente vaga em solidões longínquas, 
Pulsa meu peito, e de paixão se exalta; 
Delírio vago, sedutor quebranto, 
Qual belo íris, meu desejo esmalta.

Vem comigo gozar destas delícias, 
Deste amor, que me inspira poesia; 
Vem provar-me a ternura de tu'alma, 
Ao som desta poética harmonia.

Sentirás ao ruído destas águas, 
Ao doce suspirar da viração, 
Quanto é grato o amor aqui jurado, 
Nas ribas deste mar, - na solidão.

Vem comigo gozar um só momento, 
Tanta beleza a me inspirar poesia! 
Ah! vem provar-me teu singelo amor 
Ao som das vagas, no cair do dia.

NB - Cuman - praias de Guimarães
- Maria Firmina dos Reis, em "Cantos à beira mar". São Luís do Maranhão, 1871, p. 25-26.




FORTUNA CRÍTICA DE MARIA FIRMINA DOS REIS
[Estudos acadêmicos - teses, dissertações, ensaios, artigos e livros]
ALÓS, Anselmo Peres. A letra, o corpo e o desejo: masculinidades subversivas no romance latinoamericano. Florianópolis: Editora Mulheres, 2013. 
ANDRETA, Bárbara Loureiro; AlÓS, Anselmo Peres. A Voz e a Memória dos Escravos: Úrsula, de Maria Firmina dos Reis. Identidade! São Leopoldo, v.18 n. 2 - p. 194-200,  jul./dez. 2013. Disponível no link. (acessado em 25.6.2015).
ASSIS, Maria do Socorro Pereira de.. O subterrâneo intimismo de Úrsula: uma análise do romance de Maria Firmina dos Reis. Letrônica, v. 2, p. 361-381, 2009.
Selo comemorativo da Academia Maranhense de Letras
ASSIS, Maria do Socorro Pereira de.; LISBOA, Ana Maria; FAEDRICH, Anna Martins. O subterrâneo intimismo de Úrsula:uma análise do romance de Maria Firmina dos Reis. Letrônica, Porto Alegre, p. 10 - 562, 30 jul. 2009.
BASTOS, Alcmeno. Introdução ao romance histórico. Rio de Janeiro: EdUERJ, 2007.
BATISTA, Conceição de Maria Moreira. A tríade escrava na obra. (Monografia Graduação em Letras). Universidade Federal do Maranhão). UFMA, 2002.
BLAKE, Augusto Victorino Sacramento. Maria Firmina dos Reis. em: _______. Diccionario Bibliographico Brazileiro. Vol. 6, p. 232.
BRANDÃO, Ruth Silviano. BRANCO, Lucia Castello. A mulher escrita. Rio de Janeiro: Lamparina editora, 2004.
CARRIZO, Silvana. Fronteiras da imaginação: os românticos brasileiros: mestiçagem e nação. Niterói: EdUFF, 2001.
CARVALHO, Claunísio Amorim.. Imagens do negro na literatura brasileira do século XIX: uma análise do romance Úrsula, de Maria Firmina dos Reis. Ciências Humanas em Revista (UFMA), v. 4, n.2, p. 53-69, 2006.
CARVALHO, Diógenes Buenos Aires de.. Literatura e Gênero: Rupturas no Romance Úrsula, de Maria Firmina dos Reis. In: Algemira de Macêdo Mendes; Jurema da Silva Araújo. (Org.). Diálogos de Gênero e Representações Literárias. 1ª ed., Teresina: EDUFPI, 2012, v. 1, p. 71-81.
CARVALHO, Wilma Avelino de.. A construção de identidades afrodescendentes em 'a escrava', de Maria Firmina dos Reis. In: Marly Gondim Cavalcanti Souza. (Org.). Literatura: rede de relações. 1ª ed., Teresina: UESPI, 2011, v. 1, p. 1-13.
CORRÊA, Dinacy Mendonça. Maria Firmina dos Reis. Cantos à Beira Mar - Encarte Cultural e Literário do UEMA Notícias, São Luís, p. 1 - 2, 3 mar. 2010.
CORREIA, Janaína Santos. Maria Firmina dos Reis, vida e obra: uma contribuição para a escrita da história das mulheres e dos afrodescendentes no Brasil. Revista Feminismos, vol. 1, nº 3, 2013. Disponível no link. (acessado em 25.6.2015).
COSTA, José Ribamar Neres. Maria Firmina: Uma Pioneira. O Estado do Maranhão, São Luís, p. 04 - 4, 2 mar. 2000.
COSTA, José Ribamar Neres. Maria Firmina: Uma Pioneira. O Estado do Maranhão, São Luís, p. 4 - 4, 4 out. 1999.
COSTA, José Ribamar Neres. Maria Firmina dos Reis: Nossa Primeira Romancista. Conhecimento Prático Literatura, p. 52 - 55, 1 fev. 2015.
CUNHA, Maria de Lourdes da Conceição. Os destinos trágicos da figura feminina no romantismo brasileiro. (Dissertação Mestrado em Literatura e Crítica Literária). Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, PUC/SP, 2004.
CUNHA, Maria de Lourdes da Conceição. Romantismo Brasileiro: Amor e Morte. 1ª ed., São Paulo: Factash, 2005. v. 1. 161p.
CUNHA, Maria de Lourdes da Conceição. Romantismo: a mulher autora e personagem. In: Angela Schaum, Esmeralda Rizzo, Maria A. M. Pascal e Rosana M.P.B. Schwartz. (Org.). Gênero, mídia e sociedade. 1ª ed., São Paulo: Expressão e Arte Editora, 2007, v. 1, p. 7-278.
DAIBERT, Barbara Ines Ribeiro Simoes. O negro samaritano e a santa virgem de Maria Firmina dos Reis: soluções para um problema existencial. In: Edimilson de Almeida Pereira; Robert Daibert Jr. (Org.). No berço da noite: religião e arte em encenações de subjetividades afrodescendentes. 1ª ed., Juiz de Fora: Selo MAMM, 2012, v. 1, p. 223-244.
DUARTE, Eduardo de Assis. Maria Firmina dos Reis. In: Eduardo de Assis Duarte. (Org.). Literatura Afro-brasileira: 100 autores do século XVIII ao XXI. 1ª ed., Rio de Janeiro: Pallas, 2014, v. 1, p. 54-58.
DUARTE, Eduardo de Assis. Maria Firmina dos Reis: a mão feminina e negra na fundação do romance brasileiro. In: Nadilza Moreira; LIane Schneider. (Org.). Mulheres no mundo: etnia, marginalidade e diáspora. 1ª ed., João Pessoa: Idéia/Editora Universitária, 2005, v. 1, p. 67-76.
DUARTE, Eduardo de Assis. Maria Firmina dos Reis e os primórdios da ficção afro-brasileira. In: Eduardo de Assis Duarte. (Org.). Úrsula. 4ª ed., Florianópolis / Belo Horizonte: Mulheres / PUC Minas, 2004, v. , p. 266-281.
FERNANDES, Maria Angélica Rocha; GARCIA, Flávio; MICHELLI, Regina silva. Maria Firmina dos Reis à autora dos seus dias - !. Caderno Seminal Digital (Rio de Janeiro), v. Nº14, p. 01-155, 2010.
FERNANDES, Maria Angélica Rocha. Maria Firmina dos Reis - a autora dos seus dias!. Fuxico, Feira de santana, p. 3 - 5, 3 abr. 2011.
FERREIRA, Isabel Cristina Rodrigues. Maria Firmina dos Reis: The Risks and the Boundaries of Cultural Markers in Úrsula. Revista Comunicaciones en Humanidades, v. 2, p. 90-101, 2013.
FRANCISCO, Carla Cristine. Le portrait en contraste: l'imaginaire dans les représentations iconographiques et littéraires de la femme noire au Brésil (XIXe).. (Dissertação Mestrado em Aire culturelle romaine). Université de Provence Aix Marseille I, Aix-Marceille I, França, 2012.
FRANCISCO, Carla Cristine. Mãe Susana, Mãe Africa - a 'invenção' da diáspora negra em Ursula (1859) de Maria Firmina dos Reis. (Dissertação Mestrado em Aire culturelle romaine). Université de Provence Aix Marseille I, Aix-Marceille I, França, 2010.
FREITAS, Anamaria Gonçalves Bueno de.. Práticas educacionais e abolicionistas: aspectos da configuração do trabalho docente através das trajetórias de Etelvina Amália de Siqueira (Sergipe, 1862-1937) e Maria Firmina dos Reis (Maranhão,1825-1917). In: V Congresso Brasileiro de História da Educação: O ensino e a pesquisa em História da Educação, 2008, Aracaju - Sergipe. Anais do V Congresso Brasileiro de História da Educação: O ensino e a pesquisa em História da Educação. São Cristóvão: Editora da UFS, 2008. v. 1. p. 1-10.
FREITAS, Mauriene Silva de.. Discurso de constituição da brasilidade linguística: colonização, literatura e língua(s) no Brasil (XVI-XIX).. (Dissertação Mestrado em Lingüística). Universidade Federal da Paraíba, UFPB, 2010.
FREITAS, Mauriene Silva de.; MENDONÇA, Wilma Martins. Abolicionismo e Pioneirismo literário: uma leitura de Maria Firmina dos Reis. In: Abralin em cena Piauí, 2008, Teresina. Abralin em cena Piauí. João Pessoa: Idéia, 2008. v. 1. p. 535-540.
LIMA, Anderlane Fernandes de; SCHNEIDER, Liane. Úrsula, de Maria Firmina dos Reis: relações de gênero e raça no final do século XIX. In: II Colóquio Nacional Representaçãoes de gênero e de sexualidades, 2006, Campina Grande. CD - II cólquio Nacional/ANAIS. Campina Grande: Universidade Estadual da Paraíba, 2006. v. 1. p. 120-127.
LOBO, Luiza Leite Bruno. Auto-retrato de uma pioneira abolicionista. In: Crítica sem juízo. Rio de Janeiro: Francisco Alves, 1993, P. 222-238. 
LOBO, Luiza Leite Bruno. A pioneira maranhense Maria Firmina dos Reis. Estudos Afro-Asiáticos (UCAM. Impresso), v. março, n.16, p. 91-102, 1989.
LOBO, Luiza Leite Bruno. Um auto-retrato de mulher: a pioneira maranhense Maria Firmina dos Reis. Liames (UNICAMP), v. ANO 7, n.2 9, 30, 31, p. 71-86, 1986.
LOBO, Luiza Leite Bruno. Maria Firmina dos Reis. In: Eduardo de Assis Duarte. (Org.). Literatura e afrodescendência no Brasil: antologia crítica.. 2ª ed., Belo Horizonte: Editora da UFMG, 2014, v. 1, p. 111-126.
LOBO, Luiza Leite Bruno. Maria Firmina dos Reis. In: Eduardo de Assis Duarte e Maria Nazareth Soares Fonseca. (Org.). Literatura e afrodescendência no Brasil: antologia crítica. 1ª ed., Belo Horizonte: UFMG, 2011, v. 1, p. 111-126.
MARTINS, Ricardo André Ferreira. ou LEÃO, Ricardo (pseudônimo literário). O trauma do colonialismo e da escravidão nas narrativas de Mia Couto e Maria Firmina dos Reis. Antares: Letras e Humanidades, v. 5, p. 230-245, 2013.
MARTINS, Ricardo André Ferreira. ou LEÃO, Ricardo (pseudônimo literário). Narrativas do trauma e da violência: colonialismo e escravidão nas obras de Mia Couto, Lima Barreto e Maria Firmina dos Reis. In: BUTTURI JÚNIOR, Atílio; GEBRA, Fernando de Moraes; CALEGARI, Lizandro Carlos; MARTINS, Ricardo André Ferreira.. (Org.). Ensaios (In) Conjuntos. 1ed.Jundiaí, SP: Paco Editorial, 2013, v. 1, p. 321-363.
MARTINS, Ricardo André Ferreira. ou LEÃO, Ricardo (pseudônimo literário). O trauma do colonialismo e da escravidão nas narrativas de Mia Couto e Maria Firmina dos Reis: um estudo comparativo. In: Congresso Internacional Comemorativo dos 25 anos da Associação Portuguesa de Literatura Comparada, 2012, Aveiro, Portugal. Pensar o comparatismo: percursos, impasses, perspectivas. Aveiro, Portugal: Associação Portuguesa de Literatura Comparada, 2012. v. 1. p. 50-51.
MENDES, Algemira de Macêdo.. Amélia Beviláqua e Maria Firmina dos Reis na história da literatura:representação, imagens e memórias nos séculos XIX e XX. (Tese Doutorado em Lingüística e Letras). Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul, PUCRS, 2006. Disponível no link. (acessado em 25.6.2015).
MENDES, Algemira de Macêdo.. O discurso antiescravagista em Úrsula, de Maria Firmina dos Reis. Revista Cerrados (Brasília. Online), v. 1, p. 77-94, 2011.
MENDES, Algemira de Macêdo..  Exclusão e inclusão das escritoras na literatura brasileira. letras em revista, v. 1, p. 59-74, 2011.
MENDES, Algemira de Macêdo.. Maria Firmina dos Reis: uma maranhense. In: Francisco Venceslau dos Santos; Maria Conceição Monteiro;. (Org.). Sobre mulheres e suas representações. 1ª ed., Rio de Janeiro: Caetés, 2005, v. 1, p. 157-167.
MENDES, Algemira de Macêdo.. Maria Firmina dos Reis: uma voz na historia da Literatura Afro-brasileira. In: Peter Petrov; Roberto Lopez-Iglesias Sarmatim; Elias J. Torres Feijó. (Org.). Avanços em Literatura e Cultura Brasileira: Séculos XV a XIX. 1ª ed., Santiago de Compostela: Através, 2012, v. 1, p. 205-222.
MENDES, Algemira de Macêdo; FUNCK, Susana Boneo. O discurso antescravagista em Úrsula de Maria Firmina dos Reis. Cerrados (UnB. Impresso), Brasilia, p. 77 - 93, 7 jul. 2011.
MENDES, Algemira de Macêdo; SOUZA, Elio Ferreira. Maria Firmina dos Reis: uma voz na História da Literatura Afrobralieira do século XIX. In: Algemira de Macedo Mendes; Elio Ferreira de ousa. (Org.). Literatura Afrodescendente:memória e construção de identidades. 1ª ed., São Paulo: Quilombhoje, 2011, v. 1, p. 23-39.
MENDES, Melissa Rosa Teixeira. Um romance feminino na História: Úrsula de Maria Firmina dos Reis. (Dissertação Mestrado em História). Universidade Federal do Maranhão, UFMA, 2013.
MENDES, Melissa Rosa Teixeira. História, literatura e gênero: possíveis usos a partir de Úrsula, de Maria Firmina dos Reis. Escritas, v. 5, p. 66-90, 2014.
MENDES, Melissa Rosa Teixeira. Maria Firmina dos Reis: mulher e escritora oitocentista. Revista do IMEA-UNILA, v. 2, p. 39-48, 2014.
MENDES, Melissa Rosa Teixeira. Maternidade e submissão, características naturais da mulher oitocentista: uma análise das personagens femininas do romance Úrsula de Maria Firmina dos Reis. In: VIII Encontro Maranhense de História da Educação, São Luís - MA, 2015.
MENDES, Melissa Rosa Teixeira. Escravidão e abolicionismo na literatura de Maria Firmina dos Reis. In: VII Encontro Maranhense de História da Educação: infância, escola e família na história da educação. São Luís: EDUFMA, 2014.
MENDES, Melissa Rosa Teixeira. Considerações sobre algumas características do romance Úrsula de Maria Firmina dos Reis. In: III Encontro de História do Império Brasileiro: cultura e poder no Oitocentos, São Luís, 2012.
MENDES, Melissa Rosa Teixeira. Gênero e intelectuais no século XIX a partir do caso de Maria Firmina dos Reis. In: V encontro maranhense de História da educação, São Luís, 2012.
MENDES, Melissa Rosa Teixeira. A História hoje: gênero, representação e literatura a partir do romance Úrsula de Maria Firmina dos Reis. In: Anais do XV encontro regional de História da ANPUH-RIO, 2012.
MENDONÇA, Wilma Martins de.. Tradição e ruptura em Maria Firmina dos Reis. In: I Seminário Internacional Mulher e Literatura, 2003, João Pessoa. Mulheres no mundo: etnia, marginalidade e diáspora. Programação e caderno de resumos - GT ANPOLL. João Pessoa: Idéia, 2003. p. 106-106.
MONTELLO, Josué. A primeira romancista brasileira. Jornal do Brasil, 11 de nov. de 1975. Republicado em Madrid, Espanha, com o título La primera novelista brasileña, Revista Cultural Brasileña, num. 41, junho de 1976. 
MORAIS FILHO, José Nascimento. Maria Firmina: fragmentos de uma vida. São Luiz: COCSN, 1975.
MOTT, Maria Lúcia de Barros. Escritoras negras resgatando a nossa história. Rio de Janeiro: CIEC, 1989. 
MUZART, Zahidé Lupinacci (Org.). Escritoras brasileiras do século XIX: Antologia. Florianópolis/Santa Cruz so Sul: Editora Mulheres/EDUNISC, 1999, p. 271-272.
NASCIMENTO, Juliano Carrupt do.. O negro e a mulher em Úrsula de Maria Firmina dos Reis. 1ª ed., Rio de Janeiro: Caetés, 2009. 130p.
NASCIMENTO, Juliano Carrupt do.. O romance Úrsula de Maria Firmina dos Reis: estética e ideologia no Romantismo brasileiro. (Dissertação Mestrado em Letras). Universidade Federal do Rio de Janeiro, UFRJ, 2009. Disponível no link. (acessado em 25.6.2015).
NASCIMENTO, Juliano Carrupt do.. As africanidades no romance Úrsula (1859): vozes destoantes do Romantismo brasileiro. In: IX Jornadas Andinas de Literatura Latinoamericana, 2010, Niterói - RJ. Anais das IX Jornadas Andinas de Literatura Latino - Americana, 2010. p. 991-994.
NASCIMENTO, Juliano Carrupt do.. Romances escritos por mulheres do passado: historiografia literária e intervenções culturais. Eutomia (Recife), Faculdade de Letras/UFPE, 29 jul. 2010.
NASCIMENTO, Juliano Carrupt do.. Las identidades culturales en Úrsula (1859): el negro y la mujer. In: 6º Foro Latinoamericano Memoria e identidad, 2010, Montevideo. En las fronteras de la realidad: identidad para la diversidad, memoria para el futuro. Montevideo: imprenta Boscana, 2010. v. 1. p. 107-108. 
NAVAS-TORIBIO, Luzia Garcia do Nascimento. O negro na literatura maranhense. São Luís: Academia Maranhense de Letras, 1990. 
OLIVEIRA, Adriana Barbosa de.. Gênero e etnicidade no romance Úrsula, de Maria Firmina dos Reis. (Dissertação em Letras: Estudos Literários). Faculdade de Letras da Universidade Federal de Minas Gerais, UFMG, 2007. Disponível no link. (acessado em 25.6.2015).
OLIVEIRA, Adriana Barbosa de.. Gênero e etnicidade no romance Úrsula, de Maria Firmina dos Reis. In: Seminário de Teses em Andamento (SETA), 2007, Campinas. Anais do Seta, 2006. v. 1.
OLIVEIRA, Adriana Barbosa de.. Uma crítica à opressão patriarcal no romance Úrsula, de Maria Firmina dos Reis. In: SEVFALE - Semana de Atividades Acadêmicas Especiais da FALE/UFMG, 2007, Belo Horizonte. VI SEVFALE. Belo Horizonte: Câmara de Pesquisa, 2006.
OLIVEIRA, Adriana Barbosa de.. Úrsula: um destaque aos excluídos pelo projeto nacionalista romântico. Em Tese, 12 dez. 2008.
PACHECO, Oneth de Jesus Alves. Maria Firmina dos Reis: trajetória e luta da romancista negra no Maranhão escravocrata do século XIX. (Monografia Graduação em História). Universidade Federal do Maranhão, São Luís, UFMA, 2005.
PALMEIRA, Francineide Santos. Vozes Afro-femininas na América Latina. (Tese Doutorado em Estudos Étnicos e Africanos). Universidade Federal da Bahia, UFBA, 2014.
PALMEIRA, Francineide Santos. Narrativas afro-brasileiras: Úrsula, de Maria Firmina dos Reis, Diário de Bitita, de Maria Carolina de Jesus, e Becos da Memória, de Conceição Evaristo. A Cor das Letras (UEFS), v. 10, p. 111-122, 2009.
PALMEIRA, Francineide Santos. Vozes Femininas Negras: Maria Firmina dos Reis, Carolina de Jesus e Conceição Evaristo. In: I Congresso Baiano de Pesquisador@as Negr@s, 2007, Salvador. Anais do I congresso baiano de pesquisadores negros. Salvado: APNB, 2007. v. I.
PEREIRA, Amalle Catarina Ribeiro. A identidade nacional em Úrsula de Maria Firmina dos Reis. IV Encontro de Linguística e Literatura III Seminário Científico de Letras da UESPI, v. IV, p. 1-12, 2009.
PEREIRA, Josenildo de Jesus. As representações da escravidão na imprensa jornalística no Maranhão na década de 1880. (Tese Doutorado em História Social).  Universidade de São Paulo, São Paulo, 2006.
PRIORE, Mary Del (Org.). História das mulheres no Brasil. São Paulo: Contexto, 1997.
RIBEIRO, Jalila Ayoub Jorge. A desagregação do sistema escravista no Maranhão (1850 -1888). São Luís: Sioge, 1990.
RIO, Ana Carla Carneiro. Autoria, devir e interdição: os entre-lugares do sujeito no romance Úrsula. (Dissertação Mestrado em Estudos da Linguagem). Universidade Federal de Goiás, UFG, 2015.
RIO, Ana Carla Carneiro. Análise histórica-literária do romance feminino Úrsula, de Maria Firmina dos Reis. (Monografia Graduação em Letras). Universidade Estadual do Maranhão, UEMA, 2009.
RIO, Ana Carla Carneiro. O discurso de mãe Susana no romance Úrsula, de Maria Firmina dos Reis. In: Anais do Enelin 2013 V Encontro de Estudos da Linguagem e IV Encontro Internacional de Estudos da Linguagem. Linguagem, Sociedade, Políticas. Pouso Alegre-MG: UNIVÁS, 2013. v. 1. p. 67-72.
RIO, Ana Carla Carneiro; FERNANDES JÚNIOR, AntônioInterdição no discurso: poder e construção do sujeito no conto 'a escrava', de Maria Firmina dos Reis. In: SILEL- XIV Simpósio Nacional de Letras E Linguística e IV Simpósio Internacional de Letras e Linguística, 2013, Uberlândia-MG. Anais do SILEL. Uberlândia-MG: EDUFU, 2013. v. 3. p. 1-12.
RIO, Ana Carla Carneiro. A heterotopia do cemitério no romance Úrsula de Maria Firmina dos Reis. In: JOPELIT- Jornada Poéticas do Espaço Literário, 2013, Catalão. Cadernos de Resumo da JOPELIT. Catalão-GO: UFG, 2013. v. 1. p. 1-6.
ROCHA, José Geraldo da; NOGUEIRA, P. L. R.; SILVA, C.C.. História literária: o olhar de Maria Firmina dos Reis, mulher e afrodescendente. Cadernos do CNLF, v. XVIII, p. 81-89, 2014.
ROCHA, José Geraldo da; NOGUEIRA, P. L. R.. Úrsula: a voz dos excluídos do século xix no romance de Maria Firmina dos Reis. Revista Mulheres e Literatura, v. 13, p. 21-29, 2014.
ROCHA, Luiz Carlos Moreira da.. Um Novo Olhar para o Afro-Brasileiro: Leitura de Úrsula de Maria Firmina dos Reis. In: Profa. Dra. Helena Parente Cunha. (Org.). Desafiando o Cânone 2. 1ª ed., Rio de Janeiro: Editora da UFRJ, 2001, v. , p. 41-53.
ROCHA, Luiz Carlos Moreira da.. Um Novo Olhar para o Afro-Brasileiro: Leitura de Úrsula de Maria Firmina dos Reis. In: Projeto Biblioteca Digital Multimídia/Convenção Fundação Biblioteca Nacional - Instituto Embratel 21, 2003, Rio de Janeiro. --, 2003.
ROCHA, Paraguassu de Fatima. A representação do Herói Marginal na Literatura Afro-Brasileira: Uma releitura dos romances Úrsula de Maria Firmina dos Reis e Ponciá Vicêncio de Conceição Evaristo. (Dissertação Mestrado em Teoria Literária). Centro Universitário Campos de Andrade, UNIANDRADE, 2008.
ROCHA, Paraguassu de Fatima. A descrição pictural da escravidão no texto de Maria Firmina dos Reis. In: II CONALI - II CONGRESSO NACIONAL DE LINGUAGENS E INTERAÇÃO, 2008, Maringá. Anais do ... Congresso Nacional de Linguagens em Interação. Maringá: Departamento de Letras, 2008. p. 1455-1461.
ROSSINI, Tayza Cristina Nogueira. Construção de Identidades na Obra de Maria Firmina dos Reis, Úrsula. In: Anais do 2º CIELLI - Colóquio Internacional de Estudos Linguísticos e Literários/ 5º CELLI - Colóquio de Estudos Linguísticos e Literários, Maringá, 2012.
Capa do livro Ursula
SANTIAGO, Luciana Ayres Coimbra. A busca pela mulher e escritora oitocentista maranhense Maria Firmina dos Reis: recuperando trajetórias de sua vida. (Monografia Graduação em História). Universidade Estadual do Maranhão, São Luís, 2006.
SANTOS, Maria Rita. Maria Firmina dos Reis e as denúncias androcráticas sobre o feminino. In: VIII Seminário Nacional Mulher e Literatura, Salvador, 1999. v. único. p. 85-86.
SILVA, Cristina da Conceição; RANGEL, P. L. N.. História Literária:o olhar de Maria firmina dos reis, Mulher e Afrodescendente. XVIII Congresso Nacional de linguistica e Filologia, v. XVIII, p. 71-72, 2014.
SILVA, Danielle de Luna e.. Maternidade e Afrodescendência em Úrsula e A Escrava, de Maria Firmina dos Reis. Cadernos Imbondeiro, v. 2, p. 1-8, 2012.
SILVA, Danielle de Luna e.. Diáspora, maternidade e afrodescendência em 'Úrsula e A Escrava', de Maria Firmina dos Reis.. In: Seminário Internacional Fazendo Genero 10, 2013, Florianópolis. Anais Eletronicos do Fazendo Genero 10.
SILVA, Danielle de Luna e.. Maternidade e Afro-descendência em Úrsula e A Escrava de Maria Firmino dos Reis. In: IV Seminário Nacional de Estudos Culturais Afro-Brasileiros, 2012, João Pessoa. Cadernos Imbondeiro, 2012. v. 2.
SILVA, Régia Agostinho da.. A escravidão no Maranhão: Maria Firmina dos Reis e as representações sobre escravidão e mulheres na segunda metade do século XIX. (Doutorado em História Econômica). Universidade de São Paulo, USP, 2013.
SILVA, Régia Agostinho da.. A mente, essa ninguém pode escravizar: Maria Firmina dos Reis e a escrita feita por mulheres no Maranhão. Leitura. Teoria & Prática, v. 56, p. 11-19, 2011. Disponível no link. (acessado em 25.6.2015).
SILVA, Régia Agostinho da.. A mente, essa ninguém pode escravizar: Maria Firmina dos Reis e a escrita feita por mulheres no MaranhãoANPUH – XXV Simpósio Nacional de História – Fortaleza, 2009. Disponível no link. (acessado em 25.6.2015).
SILVA, Régia Agostinho da.. Representações de mulheres em Maria Firmina dos Reis. In: PACHECO FILHO, Alan Kardec Gomes; CORRÊA, Helidacy Maria Muniz e PEREIRA, Josenildo de Jesus. (Org.). São Luís 400 anos: (con) tradições de uma cidade histórica. 1ª ed., São Luís: Café & Lápis; Ed. UEMA, 2014, v. , p. 233-258.
SILVA, Régia Agostinho da.. Maria Firmina dos Reis e o verbo encantado: vida e obra de uma romancista do século XIX no Maranhão. In: Costa, Yuri ; GALVES, Marcelo Cheche. (Org.). Maranhão: ensaios de biografia & história. São Luís: Café & Lápis; Editora UEMA, 2011, v., p. 319-334.



Maria Firmina dos Reis, por (...)
REFERÊNCIAS E OUTRAS FONTES DE PESQUISA


© A obra de Maria Firmina dos Reis é de domínio público

© Pesquisa, seleção e organização: Elfi Kürten Fenske


=== === ===
Trabalhos sobre o autor:
Caso, você tenha algum trabalho não citado e queira que ele seja incluído - exemplo: livro, tese, dissertação, ensaio, artigo - envie os dados para o nosso "e-mail de contato", para que possamos incluir as referências do seu trabalho nesta pagina. 

Como citar:
FENSKE, Elfi Kürten (pesquisa, seleção e organização). Maria Firmina dos Reis - fragmentos de uma vida. Templo Cultural Delfos, junho/2015. Disponível no link. (acessado em .../.../...).
____
** Página atualizada em 23.6.2015.




Licença de uso: O conteúdo deste site, vedado ao seu uso comercial, poderá ser reproduzido desde que citada a fonte, excetuando os casos especificados em contrário. 
Direitos Reservados © 2016 Templo Cultural Delfos

2 comentários:

Agradecemos a visita. Deixe seu comentário!