Manoel de Barros - fortuna crítica

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"... poesia pra mim é a loucura das palavras, é o delírio verbal, a ressonância das letras e o ilogismo.
Sempre achei que atrás da voz dos poetas moram crianças, bêbados, psicóticos. Sem eles a linguagem
seria mesmal. (...) Prefiro escrever o desanormal."
- Manoel de Barros, em "Ensaios fotográficos". 2000, p. 63.


FORTUNA CRÍTICA DE MANOEL DE BARROS
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Manoel Barros - foto: Acervo pessoal do autor

“Para entender nós temos dois caminhos:
[o da sensibilidade que é o entendimento
do corpo;
e o da inteligência que é o entendimento
do espírito.
Eu escrevo com o corpo.
Poesia não é para compreender,
[mas para incorporar.
Entender é parede; procure ser árvore.”
- Manoel de Barros, em "Gramática expositiva do chão: poesia quase toda". Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1990, p. 212.



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Como citar:
FENSKE, Elfi Kürten (pesquisa, seleção e organização). Manoel de Barros - a natureza é sua fonte de inspiração, o pantanal é a sua poesia. Templo Cultural Delfos, abril/2016. Disponível no link. (acessado em .../.../...).
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Página atualizada em 29.1.2016*.
* Fortuna crítica originalmente publicado na página: Manoel de Barros - a natureza é sua fonte de inspiração, o pantanal é a sua poesia.



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