Umberto Eco - o mestre


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Umberto Eco (filósofo, semiólogo, linguista, historiador e escritor) nasceu em Alessandria, Piemonte, Itália, no dia 5 de janeiro de 1932 - faleceu em Milão Itália, no dia 19 de fevereiro de 2016. Filho de Giulio Eco e Giovanna Eco.
Considerado um dos maiores estudiosos da ciência da comunicação, Umberto Eco iniciou a carreira acadêmica na Universidade de Turim, onde cursou filosofia medieval e literatura. Embora tenha recebido uma educação salesiana durante a adolescência, cuja ordem religiosa se refere em muitos de seus textos e entrevistas, o escritor abandona completamente a religião católica nessa fase de  estudos universitários.
No ano em que se forma em Filosofia, 1954, ingressa na rede de televisão estatal italiana RAI, em Milão, onde trabalha durante cinco anos como editor cultural. Nesse período, aproxima-se da vanguarda artística italiana, tornando-se amigo de pintores, músicos e escritores que posteriormente influenciarão de maneira decisiva a carreira literária do escritor.
Esse grupo constituiria alguns anos mais tarde o movimento que ficou conhecido por Gruppo 63, em alusão ao ano em que foi fundado por Umberto Eco, o poeta marxista Edoardo Sanguineti e o crítico literário Giorgio Manganelli, entre outros intelectuais, e que questionava o consumismo difundido pelos meios de comunicação de massa e criticava a sociedade capitalista contemporânea.
Após a publicação de seu primeiro livro, "Il Problema Estetico in San Tommaso" (1956, não editado no Brasil), uma ampliação de sua tese de doutorado, aprofunda seus estudos de estética na Idade Média por meio da obra "Arte e Beleza na Estética Medieval" (1959). Nessa época, trabalha como editor sênior de não-ficção na editora Bompiani, também em Milão, onde permanece  até 1975. Paralelamente, desenvolve durante quase 15 anos a função de professor assistente nas Universidades de Turim, Florença e Milão, tornando-se em seguida professor titular de Semiótica na Universidade de Bolonha, cargo que ocupou durante mais de trinta anos.

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Desde a década de 1960, tem atuado também como professor visitante de renomadas universidades estrangeiras, tais como New York University, Columbia, Yale, Cambridge, Oxford, Universidade de Toronto e Harvard, dentre outras, tendo recebido o título de Doutor Honoris Causa de mais de 30 universidades. É também colunista de diversos jornais italianos, tais como Il Giorno, Corriere della Sera e L'Espresso.
Os estudos do italiano foram divulgados inicialmente no Brasil por meio dos concretistas Haroldo de Campos, Augusto de Campos e Décio Pignatari. Um de seus livros mais conhecidos é "Obra Aberta" (1962), uma coletânea de ensaios que abordam a multiplicidade de interpretações possíveis às poéticas artísticas contemporâneas, tanto no campo da literatura quanto no da música e das artes plásticas. O ensaísta dedica-se também à problemática dos meios de comunicação de massa, tópica discutida em alguns artigos de "Diário Mínimo" (1963), e no livro "Apocalípticos e Integrados" (1964), cuja temática foi abordada durante o curso “Problemas de Comunicação de Massas”, ministrado pelo escritor no Brasil, em 1966.
Possui grande parte de sua obra dedicada ao estudo dos signos comunicativos, tais como em "Semiótica & Filosofia da Linguagem" (1984) e em "Os Limites da Interpretação" (1994), uma reflexão do mundo contemporâneo sob um viés semiológico, entre outros. Publica diversos livros e coletâneas de ensaios durante a década de 70, tais como "Viagem na Irrealidade Cotidiana" (1977) e "Como se Faz uma Tese" (1977), antes de começar a escrever romances.
Seu primeiro livro de ficção, "O Nome da Rosa" (1980), ambientado na primeira metade do século XIV,  é um romance histórico que se funde com a narrativa policial e desenvolve uma série de apontamentos teológicos e filosóficos, fruto da inegável erudição de seu autor. A obra tornou-se rapidamente um best-seller, tendo sido adaptada para o cinema pelo cineasta francês Jean-Jacques Arnaud. Além deste, publicou também os romances "O Pêndulo de Foucault" (1988), "A Ilha do Dia Anterior" (1994), "Baudolino" (2000), "A Misteriosa Chama da Rainha Loana" (2004) , "O Cemitério de Praga" (2010) e “Número zero” (2015).
:: Fonte: Acervo/Estadão. (acessado em 21.2.2016).

Umberto Eco - foto: Cristobal Manuel
OBRA DE UMBERTO ECO PUBLICADA NO BRASIL
Romance
:: O nome da Rosa (Il nome della rosa).. [tradução de Aurora Fornoni Bernardini e Homero Freitas de Andrade]. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1983; reedição 2ª ed., Rio de Janeiro: Editora Record, 2010, 574p. 
 :: O pêndulo de Foucault. [tradução Ivo Barroso]. Rio de Janeiro: Editora Record, 1989; 2004; 7ª ed., 2015, 624p.
:: A ilha do dia anterior (L'isola de giorno prima).. [tradução Marco Lucchesi]. Rio de Janeiro: Editora Record, 1995, 496p.
:: Baudolino. [tradução Marco Lucchesi]. Rio de Janeiro: Editora Record, 2001, 461p.
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:: A misteriosa chama da rainha Loana (la misteriosa fiamma della regina Loana).. [tradução Eliana Aguiar]. Rio de Janeiro: Editora Record, 2005, 456p.
:: O cemitério de Praga (Il cimitero di Praga).. [tradução Joana Angélica d'Ávila]. Rio de Janeiro: Editora Record, 2011, 480p.
:: Número zéro. [tradução Ivone Benedetti]. Rio de Janeiro: Editora Record, 2015, 208p.

Edições de bolso (romances)
:: Baudolino. [tradução Marco Lucchesi]. Edições Bestbolso. Rio de Janeiro: Editora Record, 2012, 602p.
:: O nome da Rosa (Il nome della rosa).. [tradução de Aurora Fornoni Bernardini e Homero Freitas de Andrade]. Edição revista pelo autor. Edições BestBolso. Rio de Janeiro: Editora Record, 2012.
:: O pêndulo de Foucault. [tradução Ivo Barroso]. Edições Bestbolso. Rio de Janeiro: Editora Record, 686p.
:: A ilha do dia anterior (L'isola de giorno prima).. [tradução Marco Lucchesi]. Edições Bestbolso. Rio de Janeiro: Editora Record, 2007, 434p.
 
Contos e crônicas

:: Segundo diário mínimo (Il secondo diario minimo).. [tradução Sérgio Flaksman]. Rio de Janeiro: Record, 1994, 284p.
:: Diário mínimo. inclui o Segundo diário mínimo [tradução Joana Angélica d'Ávila]. Rio de Janeiro: Editora Record, 2012, 406p.

Correspondência
:: Em que creem os não creem? (In cosa crede chi non crede?).. {autores Carlo Maria Martini e Umberto Eco}.. [tradução Eliana Aguiar]. São Paulo: Editora Record, 160p.


Ensaios de filosofia, literatura, linguística, comunicação, semiótica, arte e estética
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:: Obra aberta: forma e indeterminação nas poéticas contemporâneas.. [tradução Giovanni Cutolo]. Coleção Debates nº 4. São Paulo: Editora Perspectiva, 1962; 1968; revista e ampliada. 10ª ed., 2015. 
:: A estrutura ausente. [tradução Pérola de Carvalho]. Coleção estudos, nº 6. São Paulo: Perspectiva, 1968; 7ª ed., 2013, 456p.
:: Apocalípticos e integrados (Apocalittici e integrati).. [tradução Pérola de Carvalho]. Coleção Debates, 19. São Paulo: Perspectiva, 1964; 1970; 7ª ed., 2015, 390p.
:: As formas do conteúdo. [tradução Pérola de Carvalho]. São Paulo: Perspectiva, 1971; 1974; 3ª ed., 2010, 192p. 
:: A definição da arte (La definizione dellarte).. [tradução José  Mendes  Ferreira]. Rio de Janeiro: Elfos; Lisboa: Edições 70, 1968; São Paulo: Martins Fontes, 1972; 1981. 
:: Como se faz uma tese (Come si fa una tesi di laurea).. [tradução Gilson Cesar Cardoso de Souza]. Coleção estudos, nº 85. São Paulo: Editora Perspectiva, 1977; 25ª ed., 2014, 232p.  
:: Tratado geral de semiótica. [tradução Antonio de Padua Danesi e Gilson Cesar Cardoso de Souza]. Coleção estudos, nº 73. São Paulo: Editora Perspectiva, 1975; 1980; 5ª ed., 2012, 304p.
:: Viagem na irrealidade cotidiana. [tradução de Aurora Fornoni Bernardini e Homero Freitas de Andrade]. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2ª ed., 1984.
:: Conceito de texto. [tradução T. A. Queiroz]. São Paulo: Edusp, 1984, 213p. 
:: Pós-escrito a O nome da Rosa: as origens e o processo de criação do livro. [tradução Letizia Zini Antunes e Álvaro Lorencini]. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 4ª ed., 1985.
:: Sobre os espelhos e Outros ensaios. [tradução Beatriz Borges]. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1989, 345p.
:: Arte e beleza na estética medieval (Art and beauty in the middle ages).. São Paulo: Editora Globo, 1989, 224p.; reedição [tradução Mario Sabino]. Rio de Janeiro: Record, 2010, 368p.
:: Os limites da interpretação. [tradução Pérola de Carvalho]. Coleção estudos, nº 135. São Paulo: Editora Perspectiva, 1990; 2ª ed., 2012, 320p.  
:: O super-homem de massas. [tradução Pérola de Carvalho]. Coleção Debates, 238. 1ª ed., São Paulo: Editora Perspectiva, 1991, 192p.
:: Semiótica e filosofia da linguagem. [tradução Mariarosaria Fabris e José Luiz Fiorin]. Série Fundamentos. São Paulo: Editora Ática, 1991, 304p. 
:: Interpretação e superinterpretação. [tradução Mônica Stahel]. São Paulo: Martins Fontes, 1993, 184p.
:: Seis passeios pelos bosques da ficção. (conferências).. [tradução Hildegard Feist].  São Paulo: Companhia das Letras, 1994, 160p.
:: Cinco escritos morais (Cinque scritti morali).. [tradução Eliana Aguiar]. Rio de Janeiro: Editora Record, 1997, 128p.; 7ª ed., 2006.
:: Kant e o ornitorrinco (Kant e l’ornitorinco).. [tradução Ana Thereza B. Vieira]. Rio de Janeiro: Editora Record, 1998, 431p. 
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:: A busca da língua perfeita. [tradução Antonio Angones]. Bauru: Edusc, 2001, 458p. 
:: História da beleza (Storria della bellezza).. [tradução Eliana Aguiar]. São Paulo: Editora Record, 2004, 440p.; 2ª ed., 2015.
:: Entre a mentira e a ironia (Tra menzogna e ironia).. [tradução Eliana Aguiar]. Rio de Janeiro: Editora Record, 2006, 128p. 
:: Quase a mesma coisa. [tradução Eliana Aguiar; revisão técnica Raffaella de Fillipis Quental]. Rio de Janeiro: Editora Record, 2007, 492p.
:: História da feiura (Storria della brutezza).. [tradução Eliana Aguiar]. São Paulo: Editora Record, 2007, 454p. 
:: O signo de três: Dupin, Holmes, Peirce {organização Umberto Eco e Thomas A. Sebeok}.. [tradução Silvana Garcia]. São Paulo: Editora Perspectiva, 2008, 280p. 
:: A vertigem das listas (Vertigine della lista).. [tradução Eliana Aguiar]. Rio de Janeiro: Editora Record, 2010, 408p. 
:: Não contem com o fim do livro {autores Jean-Claude Carrière e Umberto Eco}.. [tradução Andre Telles]. Rio de Janeiro: Editora Record, 2010, 272p. 
:: A memória vegetal: e outros escritos de bibliofilia (La memoria vegetable). [tradução Joana Angélica d'Ávila]. Rio de Janeiro: Editora Record, 2010, 272p.; 2014.  
:: Lector in fabula: A cooperação interpretativa nos textos narrativos.. [tradução Attilio Cancian]. Coleção estudos, nº 89. São Paulo: Editora Perspectiva, 2011, 236p.
:: Confissões de um jovem romancista. [tradução Marcelo Pen]. 1ª ed., São Paulo: Cosac Naify, 2013, 192p.
:: Da árvore ao labirinto. [tradução Maurício Santana Dias]. Rio de Janeiro: Editora Record, 2013, 608p.
:: História das terras e lugares lendários
[tradução Eliana Aguiar]. Rio de Janeiro: Record, 2013, 480p.
:: A definição da arte. (La definizione dell arte).. [tradução Eliane Aguiar]. Rio de Janeiro: Record, 2015, 280p.

Infanto-juvenil

Umberto Eco - foto: AFP
:: A história de Os noivos. coleção Save the story. [tradução Eliana Aguiar; ilustrações Marco Lorenzetti]. São Paulo: Galera Record, 2012, 104p.

Entrevistas
BÉDARIDA, Catherine. Umberto Eco rememora a vida sob o fascismo. (entrevista).. [tradução Jean-Yves de Neufville]. in: Le Monde/Uol - Itália Oggi. Disponível no link. (Acessado em 25.2.2016).
CÉU E SILVA, João. Releia a última entrevista de Umberto Eco ao DN. in: DN, 19 de dezembro de 2015. Disponível no link. (acessado em 25.2.2016). 
CRUZ, Juan. Umberto Eco: “A Internet pode tomar o lugar do mau jornalismo”. El País/Brasil, 26.3.2015. Disponível no link. (acessado em 21.2.2016).
EXPRESSO. Umberto Eco - migração e refugiados (entrevista). Disponível no link. (acessado em 25.2.2016).
GIRON, Luis Antônio. Umberto Eco: "O excesso de informação provoca amnésia". Revista Época, 30.12.2011. Disponível no link. (acessado em 21.2.2016).
SALORT, Daniel López. Umberto Eco: Sobre Semiótica y Pragmatismo. (entrevista/tradução). Revista Observaciones Filosóficas. Disponível no link. (acessado em 22.2.2016). 

Umberto Eco en la Biblioteca del Monasterio de Silos - foto: Cristobal Manuel

AFORISMOS E CITAÇÕES DO LIVRO "O NOME DA ROSA" DE UMBERTO ECO

 "[...] pensara que todo livro falasse das coisas, humanas ou divinas, que estão fora dos livros. Percebia agora que não raro os livros falam de livros, ou seja, é como se falassem entre si. À luz dessa reflexão, a biblioteca pareceu-me ainda mais inquietante. Era então o lugar de um longo e secular sussurro, de um diálogo imperceptível entre pergaminho e pergaminho, uma coisa viva, um receptáculo de forças não domáveis por uma mente humana, tesouro de segredos emanados de muitas mentes, e sobrevividos à morte daqueles que os produziram, ou os tinham utilizado."
- Umberto Eco, em "O nome da Rosa". [tradução de Aurora Fornoni Bernardini e Homero Freitas de Andrade]. 2ª ed., Rio de Janeiro: Editora Record, 2010.



"[...] nem todas as verdades são para todos os ouvidos, nem todas as mentiras podem ser reconhecidas como tais por uma alma piedosa."
- Umberto Eco, em "O nome da Rosa". [tradução de Aurora Fornoni Bernardini e Homero Freitas de Andrade]. 2ª ed., Rio de Janeiro: Editora Record, 2010.



“Labirinto espiritual, é também labirinto terreno. Poderíeis entrar e poderíeis não sair.”  

- Umberto Eco, em "O nome da Rosa". [tradução de Aurora Fornoni Bernardini e Homero Freitas de Andrade]. 2ª ed., Rio de Janeiro: Editora Record, 2010.


“Não sei de nada. Não há nada que eu saiba. Porém certas coisas se sentem com o coração. Deixa falar o teu coração, interroga os rostos, não escutes as línguas..."
- Umberto Eco, em "O nome da Rosa". [tradução de Aurora Fornoni Bernardini e Homero Freitas de Andrade]. 2ª ed., Rio de Janeiro: Editora Record, 2010.



“A biblioteca defende-se por si, insondável como a verdade que abriga, enganadora como a mentira que guarda”
- Umberto Eco, em "O nome da Rosa". [tradução de Aurora Fornoni Bernardini e Homero Freitas de Andrade]. 2ª ed., Rio de Janeiro: Editora Record, 2010.


"O bem de um livro está em ser lido. Um livro é feito de signos que falam de outros signos, os quais por sua vez falam das coisas. Sem um olho que o leia, um livro traz signos que não produzem conceitos, e portanto é mudo. Esta biblioteca talvez tenha nascido para salvar os livros que contém, mas agora vive para sepultá-los. Por isso tornou-se fonte de impiedade."
- Umberto Eco, em "O nome da Rosa". [tradução de Aurora Fornoni Bernardini e Homero Freitas de Andrade]. 2ª ed., Rio de Janeiro: Editora Record, 2010.


“Os monstros existem porque fazem parte do desígnio divino e nas mesmas horríveis feições dos monstros revela-se a potência do Criador. Assim existem por desígnio divino também os livros dos magos, as cabalas dos judeus, as fábulas dos poetas pagãos, as mentiras dos infiéis." 
- Umberto Eco, em "O nome da Rosa". [tradução de Aurora Fornoni Bernardini e Homero Freitas de Andrade]. 2ª ed., Rio de Janeiro: Editora Record, 2010.



“o livro é criatura frágil, sofre a usura do tempo, teme os roedores, as intempéries, as mãos inábeis. Se por séculos e séculos cada um tivesse podido tocar livremente os nossos códices, a maior parte deles não existiria mais. O bibliotecário portanto defende-os não só dos homens, mas também da natureza, e dedica sua vida a esta guerra contra as forças do olvido, inimigo da verdade.”
- Umberto Eco, em "O nome da Rosa". [tradução de Aurora Fornoni Bernardini e Homero Freitas de Andrade]. 2ª ed., Rio de Janeiro: Editora Record, 2010.



“Pode-se pecar por excesso de loquacidade e por excesso de reticência. Eu não queria dizer que é necessário esconder as fontes da ciência. Isso me parece antes um grande mal. Queria dizer que, tratando-se de arcanos dos quais pode nascer tanto o bem como o mal, o sábio tem o direito e o dever de usar uma linguagem obscura, compreensível somente a seus pares. O caminho da ciência é difícil e é difícil distinguir nele o bem do mal. E freqüentemente os sábios dos novos tempos são apenas anões em cima dos ombros de anões.” 
- Umberto Eco, em "O nome da Rosa". [tradução de Aurora Fornoni Bernardini e Homero Freitas de Andrade]. 2ª ed., Rio de Janeiro: Editora Record, 2010.


Umberto Eco - foto: (...)
“Mas deves aprender a distinguir o fogo do amor sobrenatural do delíquio dos sentidos. É difícil mesmo para os santos.” 
- Umberto Eco, em "O nome da Rosa". [tradução de Aurora Fornoni Bernardini e Homero Freitas de Andrade]. 2ª ed., Rio de Janeiro: Editora Record, 2010.


“O que é o amor? Não existe nada no mundo, nem homem, nem diabo, nem qualquer coisa, que eu considere tão suspeito como o amor, pois este penetra mais a alma que outra coisa qualquer. Não há nada que ocupe tanto e amarre o coração como o amor. Por isso, a menos que não tenha as almas que a governam, a alma cai, pelo amor, numa imensa ruína [...]"

- Umberto Eco, em "O nome da Rosa". [tradução de Aurora Fornoni Bernardini e Homero Freitas de Andrade]. 2ª ed., Rio de Janeiro: Editora Record, 2010.


 

"Oh, o amor possui diversas propriedades, de início a alma se enternece por ele, depois cai enferma... Mas em seguida percebe o calor verdadeiro do amor divino e grita, e se lamenta, e faz-se pedra posta na fogueira para desfazer-se em cal, e crepita, lambida pela chama...” 
- Umberto Eco, em "O nome da Rosa". [tradução de Aurora Fornoni Bernardini e Homero Freitas de Andrade]. 2ª ed., Rio de Janeiro: Editora Record, 2010.


"[...] ela me beijou com os beijos de sua boca, e os seus amores foram mais deliciosos do que o vinho e ao olfato eram deliciosos os seus perfumes, e era belo o seu pescoço entre as pérolas e suas faces entre os pingentes, como és bela amada minha, como és bela, os teus olhos são pombas (eu dizia), e deixa-me ver a tua face, deixa-me ouvir a tua voz, pois a tua voz é harmoniosa e a tua face encantadora, deixaste-me louco de amor , minha irmã, deixaste-me louco com um olhar teu, com um único adereço de teu pescoço, favo gotejante são os teus lábios, leite e mel são a tua língua, o perfume do teu hálito é como o dos pomos, os teus seios em cachos, os teus seios como cachos de uva, o teu palato um vinho precioso que atinge diretamente o meu amor e flui nos lábios e nos dentes... Fonte do jardim, nardo e açafrão, canela e cinamomo, mirra e aloé, eu comia o meu favo e o meu mel, bebia o meu vinho e o meu leite, quem era ela que se erguia como a aurora, bela como a lua, fúlgida como o sol, terrível como colunas vexilárias?"
- Umberto Eco, em "O nome da Rosa". [tradução de Aurora Fornoni Bernardini e Homero Freitas de Andrade]. 2ª ed., Rio de Janeiro: Editora Record, 2010.


"E tudo foi escrito, sabeis? Foi escrito que muitas seriam as agitações nas castas, nos povos e nas igrejas; que se levantarão pastores iníquos, perversos, depreciadores, ávidos, desejosos de prazeres, amantes do lucro, prenhes de palavras vãs, jactanciosos, soberbos, gulosos, protervos, imersos em libidinagem, sequiosos da vanglória, inimigos do evangelho, prontos a repudiar a porta estreita, a desprezar a palavra verdadeira, e odiarão qualquer caminho de piedade, não se arrependerão de seu pecado, e por isso em meio aos povos espalhar-se-ão a incredubilidade, o ódio fraterno, a perversidade, a dureza, a inveja, a indiferença, o latrocínio, a embriaguez, a intemperança, a lascívia, o prazer carnal, a fornicação e todos os demais vícios."
- Umberto Eco, em "O nome da Rosa". [tradução de Aurora Fornoni Bernardini e Homero Freitas de Andrade]. 2ª ed., Rio de Janeiro: Editora Record, 2010.


"Do único amor terreno de minha vida não sabia, e nunca soube, o nome."
- Umberto Eco, em "O nome da Rosa". [tradução de Aurora Fornoni Bernardini e Homero Freitas de Andrade]. 2ª ed., Rio de Janeiro: Editora Record, 2010.


“Tu estás dizendo que entre desejar o bem e desejar o mal não há senão um passo, porque se trata sempre de dirigir a própria vontade. Isto é verdade. Mas a diferença está no objeto, e o objeto é reconhecível claramente. Aqui Deus, lá o diabo.” 

 - Umberto Eco, em "O nome da Rosa". [tradução de Aurora Fornoni Bernardini e Homero Freitas de Andrade]. 2ª ed., Rio de Janeiro: Editora Record, 2010.


Umberto Eco, en su casa en París en 2001.
“Porque eu me ocupo de retórica e leio muitos poetas e sei... ou melhor, creio que através da palavra deles são transmitidas também verdades naturaliter cristãs..."
 - Umberto Eco, em "O nome da Rosa". [tradução de Aurora Fornoni Bernardini e Homero Freitas de Andrade]. 2ª ed., Rio de Janeiro: Editora Record, 2010.


“Nós vivemos para os livros. Doce missão neste mundo dominado pela desordem e pela decadência. [...]."

 - Umberto Eco, em "O nome da Rosa". [tradução de Aurora Fornoni Bernardini e Homero Freitas de Andrade]. 2ª ed., Rio de Janeiro: Editora Record, 2010.


"O riso é a fraqueza, a corrupção, a insipidez de nossa carne. É o folguedo para o camponês, a licença para o embriagado, mesmo a igreja em sua sabedoria concedeu o momento da festa, do carnaval, da feira, essa ejaculação diurna que descarrega os humores e retém de outros desejos e de outras ambições... Mas desse modo o riso permanece coisa vil, defesa para os simples, mistério dessacralizado para a plebe."
 - Umberto Eco, em "O nome da Rosa". [tradução de Aurora Fornoni Bernardini e Homero Freitas de Andrade]. 2ª ed., Rio de Janeiro: Editora Record, 2010.



"O riso libera o aldeão do medo do diabo, porque na festa dos tolos também o diabo aparece pobre e tolo, portanto controlável. Mas este livro poderia ensinar que se libertar do medo do diabo é sabedoria. Quando ri, enquanto o vinho borbulha em sua garganta, o aldeão sente-se patrão, porque inverteu as relações de senhoria: mas este livro poderia ensinar aos doutos os artifícios argutos, e desde então ilustres, com que legitimar a inversão. Então seria transformado em operação do intelecto aquilo que no gesto irrefletido do aldeão é ainda e afortunadamente operação do ventre. Que o riso é próprio do homem é sinal do nosso limite de pecadores."
 - Umberto Eco, em "O nome da Rosa". [tradução de Aurora Fornoni Bernardini e Homero Freitas de Andrade]. 2ª ed., Rio de Janeiro: Editora Record, 2010.



"O riso distrai, por alguns instantes, o aldeão do medo. Mas a lei é imposta pelo medo, cujo nome verdadeiro é temor a Deus."
 - Umberto Eco, em "O nome da Rosa". [tradução de Aurora Fornoni Bernardini e Homero Freitas de Andrade]. 2ª ed., Rio de Janeiro: Editora Record, 2010.


 "E o que seremos nós, criaturas pecadoras, sem o medo, talvez o mais benéfico e afetuoso dos dons divinos? Durante séculos os doutores e os padres secretaram perfumadas essências de santo saber para redimir, através do pensamento daquilo que é elevado, a miséria e a tentação daquilo que é baixo."
 - Umberto Eco, em "O nome da Rosa". [tradução de Aurora Fornoni Bernardini e Homero Freitas de Andrade]. 2ª ed., Rio de Janeiro: Editora Record, 2010.


"A prudência de nossos pais fez sua escolha: se o riso é o deleite da plebe, que a licença da plebe seja refreada e humilhada, e amedrontada com a severidade. E a plebe não tem armas para afiar o seu riso até fazê-lo tornar-se instrumento contra a seriedade dos pastores que devem conduzi-la à vida eterna e subtraí-la às seduções do ventre, das pudendas, da comida, de seus sórdidos desejos."
 - Umberto Eco, em "O nome da Rosa". [tradução de Aurora Fornoni Bernardini e Homero Freitas de Andrade]. 2ª ed., Rio de Janeiro: Editora Record, 2010.

 
AFORISMOS E CITAÇÕES DE OUTRAS OBRAS DE UMBERTO ECO


Umberto Eco - foto: (...)

"Porque é verdade. Mas não penses que te censuro. Se queres transformar-te num homem de letras, e quem sabe um dia escrever Histórias, deves também mentir, e inventar histórias, pois senão a tua História ficaria monótona. Mas terás que fazê-lo com moderação. O mundo condena os mentirosos que só sabem mentir, até mesmo sobre coisas mínimas, e premia os poetas que mentem apenas sobre coisas grandiosas." 
- Umberto Eco, em "Baudolino". [tradução Marco Lucchesi]. Rio de Janeiro: Editora Record, 2001.


“O sequioso que ao dar com uma fonte precipita-se para beber não lhe contempla a Beleza. Poderá fazê-lo depois, uma vez satisfeito o seu desejo.”
- Umberto Eco, em "História da beleza". [tradução Eliana Aguiar]. São Paulo: Editora Record, 2004. 



"(...) chega a um momento em que a vanguarda (o moderno) não pode ir mais além, porque já produziu uma  metalinguagem que fala de seus textos impossíveis (a arte conceptual).  A  resposta  pós-moderna  ao  moderno  consiste  em  reconhecer  que  o passado, já que não pode ser destruído porque sua destruição leva ao silêncio, deve ser revisitado: com ironia, de maneira não inocente."
 - Umberto Eco, em "Pós-escrito a O nome da Rosa". [tradução Letizia Zini Antunes e Álvaro Lorencini]. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1985, p. 56-57.


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FORTUNA CRÍTICA DE UMBERTO ECO
ALVAREZ, Beethoven Barreto. As estruturas do pensamento latino: sob o ponto de vista de Umberto Eco. in: Anais do II Congresso Internacional de Letras Clássicas e Orientias - IL/UERJ, 2006. 
ANDRADE, Cátia Inês Negrão Berlini de.. Recortes do Medioevo em O nome da rosa de Umberto Eco. In: II Jornada de Estudos Antigos e Medievais: Transformação Social e Educação, 2002, Maringá/PR. II Jornada de Estudos Antigos e Medievais: Transformação Social e Educação. Maringá/PR: UEM, 2002. v. 1. p. 75-77. 
Umberto Eco - foto: Francois Guillot - AFP
ANTONINI, Eliana Pibernat. Da ampliação do modelo semiótico textual à lá Umberto Eco. INTERCOM – Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação, Salvador BA, 1 a 5 set./2002. Disponível no link. (acessado em 22.2.2016).
ARAUJO, Vinicius Cesar Dreger de.. Honor Imperii: A legitimidade política e militar no reinado de Frederico I Barbarossa. (Tese Doutorado em História Social). Universidade de São Paulo, USP, 2011.
ARAUJO, Vinicius Cesar Dreger de.. Gesta baudolini - Umberto Eco, cultura erudita e cultura cavaleiresca na corte imperial de Frederico I Barbarossa. Caderno de Letras (UFPEL), v. 1, p. 129-151, 2014. 
ARIAS, Juan. “Não sabe, senhorita, que os ginecologistas também se apaixonam?”. in: El País, 22 de fevereiro de 2016. Disponível no link. (acessado em 25.2.2016).
ASEFF, Marlova. 'Resenha'. Eco, Umberto. A busca da língua perfeita. Tradução de Antonio Angonese. Bauru: Edusc, 2001. in: Cadernos de tradução - UFSC, v. 2, nº 12, 2003. Disponível no link. (acessado em 22.2.2016).
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Umberto Eco em sua biblioteca - foto: Roberto Magliozzi

Umberto Eco e José Saramago, em Madrid


"Mas quando o escritor planeja o novo, e projeta um leitor diferente, não quer ser um analista de mercado que faz a lista dos pedidos expressos, mas sim um filósofo que intui as intrigas do Zeitgeist. Quer relevar o leitor a si próprio."
- Umberto Eco, em "Pós-escrito a O nome da Rosa". [tradução Letizia Zini Antunes e Álvaro Lorencini]. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1985. 


DOCUMENTÁRIO/CONVERSAÇÕES

 Umberto Eco, Sulla memoria: una conversazione - 2015. 
em três partes. Parte 02 - Parte 3. Regia di Davide Ferrario 
Idioma: Italiano - legendas em inglês



“Como é belo um livro, que foi pensado para ser tomado nas mãos, até na cama, até num barco, até onde não existam tomadas elétricas, até onde e quando qualquer bateria se descarregou. Suporta marcadores e cantos dobrados, e pode ser derrubado no chão ou abandonado sobre peito ou joelhos quando caímos no sono.”
- Umberto Eco, em "A memória vegetal: e outros escritos de bibliofilia". [tradução Joana Angélica d'Ávila]. São Paulo: Editora Record, 2011.


Umberto Eco  e a esposa Renate Range - foto: Leemage (2007)


Emanuele Eco - foto: Cezaro de Luca
Emanuele Eco, neto de Umberto Eco agradece avô por suas histórias
O neto de Umberto Eco, Emanuele, fez um discurso emocionado durante o velório do avô e afirmou estar "orgulhoso" pelo escritor. "Querido avô, queria fazer uma lista com todas as coisas que fizemos juntos nestes 15 anos, mas ela seria muito longa. Estou orgulhoso de você e é uma grande coisa ter um avô assim.   
Obrigado por suas histórias"
, disse o jovem. Ele ainda afirmou que "desde pequeno, lembro de seu afeto, de sua generosidade e de sua sabedoria e vi crescer sua inteligência e ironia - que nunca faltavam. Depois pelas músicas que vocês me fez escutar e por todas as coisas que você me transmitiu". Além de arrancar muitos aplausos pela emoção, a referência de Emanuele tem a ver com uma carta publicada por Umberto Eco no jornal "L'Espresso', há alguns anos, em que o avô pedia para ele "estudar a memória".
:: Fonte: JB Online/Agência ANSA. (acessado em 25.2.2016).



“[…] Dizem que os gatos, quando caem da janela e batem o nariz, não sentem mais os cheiros e, como vivem do olfato, não conseguem mais reconhecer as coisas. Eu sou um gato que bateu o nariz. Vejo coisas, entendo com certeza do que se trata, lá embaixo as lojas, aqui uma bicicleta que passa, lá as árvores, mas não… não os sinto em meu corpo, é como se tentasse enfiar o paletó de um outro.”
- Umberto Eco, em "A misteriosa chama da rainha Loana". [tradução Eliana Aguiar]. Rio de Janeiro: Editora Record, 2005.


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Umberto Eco - foto: mindpress


"Moral: existem ideias obsessivas, nunca pessoais, os livros se falam entre si, e uma verdadeira investigação policial deve provar que os culpados somos nós" 
- Umberto Eco, em "Pós-escrito a O nome da Rosa". [tradução Letizia Zini Antunes e Álvaro Lorencini]. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1985. 


Umberto Eco, by David Levine

"As ilusões caem uma após outra, como as cascas de uma fruta, e a fruta é a experiência."
- Umberto Eco, em "Seis passeios pelos bosques da ficção". [tradução Hildegard Feist]. São Paulo: Companhia das Letras, 1994, p. 20.



Umberto Eco - foto: divulgação
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Como citar:
FENSKE, Elfi Kürten (pesquisa, seleção e organização). Umberto Eco - o mestre. Templo Cultural Delfos, fevereiro/2016. Disponível no link. (acessado em .../.../...). 
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** Página atualizada em 1.4.2016.



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