Raduan Nassar - tradição e vanguarda

Raduan Nassar, em 6 de maio de 2005
foto: Flavio Florido/Folhapres
“... rico só é o homem que aprendeu, piedoso e humilde, a conviver com o tempo, aproximando-se dele com ternura, não contrariando suas disposições, não se rebelando contra o seu curso, não irritando sua corrente, estando aberto para o seu fluxo, brindando-o antes com sabedoria para receber dele os favores e não a sua ira; o equilíbrio da vida depende essencialmente deste bem supremo, e quem souber com acerto a quantidade de vagar, ou a de espera, que se deve pôr nas coisas, não corre nunca o risco, ao buscar por elas, de defrontar-se com o que não é.”
- Raduan Nassar, no livro "Lavoura arcaica". Rio de Janeiro: José Olympio, 1975.




"Toda ordem traz uma semente de desordem, a clareza, uma semente de obscuridade, não é por outro motivo que falo como falo."
- Raduan Nassar, no livro "Lavoura arcaica". Rio de Janeiro: José Olympio, 1975.

Raduan Nassar nasceu em 27 de novembro de 1935, na cidade de Pindorama, interior do estado de São Paulo, filho de João Nassar e Chafika Cassis. Seus pais haviam se casado em 1919 na aldeia de Ibel-Saki, no sul do Líbano e em 1920 imigraram para o Brasil. Seu pai junta-se a parentes que já estavam aqui e se inicia no ramo do comércio, no interior do Estado do Rio de Janeiro. 
Em 1921 mudam-se para a cidade de Itajobi, no estado de São Paulo.
Mudam-se, em 1923, para Pindorama, cidade vizinha de Itajobi, e lá seu pai abre uma venda, que posteriormente seria transformada em uma loja de tecidos, a Casa Nassar.
Pelas mãos da parteira Rosa Conca, na casa da família em Pindorama (esquina da Rua 15 de Novembro com 1º de Maio), nasce Raduan, sétimo filho de João e Chafika (antes, haviam nascido Violeta, Rosa, Norma, Uydad, Raja e Rames; depois viriam Rauf, Leila e Diva — todos ainda vivos.
Em 1943 o autor inicia seus estudos no Grupo Escolar de Pindorama. Expansivo e de ótima memória, Raduan é freqüentemente chamado para recitar poesias nas datas comemorativas, mesmo com sua dificuldade em pronunciar corretamente o "r" fraco. Segundo ele, neste ano tem "uma das melhores alegrias da infância" de que se lembra, ao ganhar um casal de galinhas-de-angola do pai.
Torna-se coroinha em 1946, após dois anos do início de sua fase de fervor religioso que o levava a ir à missa todos os dias para comungar. Neste ano, sentado na varanda de sua casa, livra-se definitivamente do "trauma" do "r" fraco, ao tentar decorar o Hino à Bandeira (cantando inúmeras vezes o verso "Salve lindo pendão da esperança").
No ano seguinte inicia o curso ginasial na vizinha cidade de Catanduva e começa a trabalhar com o pai.  Para facilitar a ida dos filhos à escola, João Nassar muda-se com a família para Catanduva em 1949. Nesta época Raduan tem uma coleção de pombas — que foram citadas em seu romance Lavoura Arcaica — que acabará deixando em Pindorama quando da mudança.
Em 1950, durante uma aula na quarta série do ginásio, Raduan sofre a primeira das sete convulsões que sofreria nos dois dias seguintes. O diagnóstico alarmista e incorreto de um médico — que chegou a mandar isolar sua casa — seus pais decidem levá-lo para São Paulo em um avião-ambulância. Lá é tratado por um neurologista, tendo retornado da crise com amnésia parcial e passa a ter um comportamento introvertido. Debilitado, não consegue concluir o ano letivo.
Raduan Nassar - foto: Antonio Milena
No ano seguinte reinicia seus estudos, tendo como professora de português sua irmã Rosa. Orientado por ela, começa a ler clássicos brasileiros como parte do currículo escolar. Com sua assistência também, faz consideráveis progressos no aprendizado da língua, em âmbito familiar.
Em 1952 inicia o curso científico em Catanduva, ao mesmo tempo em que começa a criar peixes em um tanque que ele mesmo constrói no quintal de casa.
Buscando sempre facilitar a vida escolar dos filhos, João Nassar resolve transferir-se para São Paulo, em 1953. A família se instala no bairro de Pinheiros, zona oeste da capital paulista, na Rua Teodoro Sampaio, 2.173. No mesmo local, João Nassar abre um armarinho, o Bazar 13, que anos depois viria a se tornar uma empresa comercial de expressão naquela cidade. Raduan trabalha ao lado do pai durante o dia e conclui o segundo ano do científico no curso noturno do Instituto de Educação Fernão Dias Pais, situado também em Pinheiros.
No ano seguinte troca o científico pelo curso clássico, mais voltado para a área de Ciências Humanas, e conclui o colegial na mesma escola.
Em 1955 ingressa ao mesmo tempo na Faculdade de Direito do Largo de São Francisco e no curso de Letras Clássicas da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras da Universidade de São Paulo (USP). No segundo semestre abandona o curso de Letras. No curso noturno de Direito, conhece Hamilton Trevisan, procedente de Sorocaba (SP), e com aspirações literárias.
No segundo ano, Trevisan apresenta o escritor a Modesto Carone, outro sorocabano, que acabara de ingressar na Faculdade de Direito. Modesto também tinha projetos definidos no terreno da literatura. Como Raduan já começasse a manifestar suas primeiras preocupações nesta área, as conversas entre os três passam a ser dominadas por temas literários.
Em 1957 Raduan ingressa no curso de Filosofia da USP. Era o sexto entre os irmãos a frequentar a mesma faculdade. Na Faculdade de Direito conhece José Carlos Abbate, um paulistano que acabaria se tornando um de seus melhores interlocutores. Inseparável, o grupo de quatro amigos começa a se encontrar com regularidade na Biblioteca Mário de Andrade e na biblioteca da Faculdade de Direito, onde discute autores e obras e faz boa parte de suas leituras. Também se tornam comuns as noitadas em salões de snooker e bares do centro velho da cidade.
No ano de 1958 interrompe praticamente o curso de Filosofia ao restringir sua freqüência a uma disciplina (Sociologia). No ano seguinte, decidido a dedicar-se integralmente à literatura, abandona o curso de Direito (estava no último ano) e atende só com trabalhos ao curso de Estética na Faculdade de Filosofia.
Falece João Nassar, em 1960, após oito anos de enfermidade. No ano seguinte o escritor desliga-se dos negócios da família. Escreve o conto "Menina a caminho". Viaja para Matane, no Canadá francês, onde viviam duas tias, irmãs de seu pai. De lá segue como imigrante para os Estados Unidos, onde permanece por apenas dois meses.
De volta ao Brasil, em 1962, retoma o curso de Filosofia. Reaproxima-se dos irmãos, com quem passa a ter ótimo diálogo, muito embora lhes fale de seus projetos literários.
Concluído o curso de Filosofia, em 1963, no ano seguinte viaja para Lüneburg, interior da Alemanha Ocidental, a fim de estudar alemão.  Através de cartas de amigos e de familiares, toma conhecimento do golpe militar de 31 de março. Comunica ao Departamento de Pedagogia da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras da USP sua decisão de não assumir a assistência da cadeira de Psicologia Educacional no campus de São José do Rio Preto daquela instituição. Ao mesmo tempo, abandona o curso de alemão e decide voltar para o Brasil. Antes disso vai ao Líbano e conhece a aldeia de seus pais.
Começa, em 1965, na Chácara Tapiti, em Cotia, São Paulo, a se dedicar à criação de coelhos. Ernst Weber, que mais tarde se dedicaria, como ele, ao jornalismo, era seu sócio. No ano seguinte Raduan passa a presidir a Associação Brasileira de Criadores de Coelho, ocasião em que promove uma concorrida exposição de coelhos e pássaros no Parque da Água Branca. Continua, no entanto, a se encontrar com o grupo de amigos da Faculdade de Direito, na casa de Hamilton Trevisan, onde discutem política e literatura.
Em mutação constante, encerra a criação de coelhos e funda, com os irmãos, em 1967, o Jornal do Bairro, contando com a participação ativa de José Carlos Abbate, que era o redator-chefe da publicação, e de Ernst Weber, então iniciando sua carreira no jornalismo. Apesar de regional, o jornal dedicava parte de seu espaço a textos referentes à política nacional e internacional.
O escritor faz, em 1968, as primeiras anotações para o futuro romance Lavoura arcaica. Dois anos depois escreve a primeira versão da novela Um copo de cólera e os contos O ventre seco e Hoje de madrugada.
Em 1971 morre sua mãe, Chafika, segundo ele "criadora de mão cheia" de galinhas e perus.  Dela lhe veio o gosto por criação de animais.  Apesar de não ter fé religiosa, participa em 1972 da leitura comentada que a família faz do Novo Testamento. As reuniões semanais para este fim se entendem ao longo de quase todo o ano. Ao mesmo tempo, ele retoma as leituras do Velho Testamento e do Alcorão (esta iniciada em 1968). A preocupação com temas religiosos irá mais tarde se refletir de modo acentuado em Lavoura arcaica. Escreve Aí pelas três da tarde, que sai como matéria no Jornal de Bairro e anos depois aparecerá republicado como conto em outros veículos.
Em 1973 conhece a professora Heidrun Brückner, do Departamento de Línguas Germânicas da USP, que viria a se tornar sua companheira.
No ano seguinte, por discordar da mudança editorial no Jornal de Bairro, deixa em abril a direção do semanário, que tirava 160 mil exemplares por edição. Sem alternativa imediata, começa a escrever Lavoura arcaica, trabalhando dez horas por dia, até concluí-lo, em outubro. Seu irmão Raja, formado em direito e licenciado em filosofia, é o primeiro leitor dos originais. À revelia de Raduan, Raja tira duas cópias do romance e decide passá-las para amigos. Uma dessas cópias acaba chegando às mãos de Dante Moreira Leite, ex-professor de Raduan na Faculdade de Filosofia, que encaminha os originais à Livraria José Olympio Editora, do Rio de Janeiro.
Raduan Nassar - foto: (...)
Em 1975, com a ajuda financeira do autor, a José Olympio publica Lavoura arcaica.
O livro ganha, em 1976, o prêmio Coelho Neto para romance, da Academia Brasileira de Letras (ABL), cuja comissão julgadora tinha como relator o crítico e ensaísta Alceu Amoroso Lima {Tristão de Athayde}.  Recebe, ainda, o prêmio Jabuti, da Câmara Brasileira do Livro (na categoria de Revelação de Autor) e Menção Honrosa e também Revelação de Autor da Associação Paulista de Críticos de Arte — APCA.
Em 1978 a Livraria Cultura Editoria, de São Paulo, publica 'Um copo de cólera'. A novela recebe o prêmio Ficção da APCA.
Em 1982 sai a edição espanhola de Lavoura arcaica, pela editora Alfaguara, de Madri. Segunda edição do mesmo livro pela Nova Fronteira, do Rio de Janeiro.
A Editora Gallimard, da França, lança Lavoura arcaica e Um copo de cólera num só volume, em 1984. A segunda edição de Um copo de cólera é publicada em São Paulo pela Editora Brasiliense (a 3ª edição sairia em 1985 e a 4ª em 1987). Raduan compra a Fazenda Lagoa do Sino, em Buri, sudeste do Estado de São Paulo e passa a se dedicar integralmente à produção rural. Morre o amigo Hamilton Trevisan, cujo livro de contos, O bonde da filosofia, seria publicado em março de 1985 pela Global Editora, de São Paulo. Numa entrevista ao "Folhetim", suplemento do jornal Folha de São Paulo, Raduan deixa claro que abandonou a literatura: no mesmo número, o jornal publica o conto O ventre seco.
Em 1987 a editora Suhrkamp lança o livro Lateinamerikaner über Europa, uma coletânea de ensaios e depoimentos de escritores latino-americanos sobre a Europa, organizada por Curt Meyer-Clason, que inclui 'A corrente do esforço humano', de Raduan Nassar.
A revista espanhola El Paseante publica, em 1988, os contos Aí pelas três da tarde e O ventre seco (o primeiro seria publicado ainda na Folha de São Paulo em 1989 e o segundo, também neste ano no Jornal do Brasil).
 editora Companhia das Letras (São Paulo) publica a 3ª edição do romance 'Lavoura arcaica', em 1989. 
Em Frankfurt, no 1991 é publicada pela Suhrkampa edição alemã de 'Um copo de cólera' 
Sai a  edição de 'Um copo de cólera', pela Companhia das Letras (São Paulo), no ano de 1992. 
Em 1994, comemorando os 500 títulos da Companhia das Letras, publica 'Menina a caminho', uma edição não-comercial.
Em 2011, doa sua 'Fazenda Lagoa do Sino' (643 hectares altamente produtivos) para a UFSCar. A fazenda localizada no município de Buri (SP), onde a universidade instalou o Campus Lagoa do Sino, estruturado em três eixos: Desenvolvimento Sustentável Territorial (que significa, em linhas gerais, justamente o compromisso com a realidade regional); Soberania e Segurança Alimentar; e Agricultura Familiar.
Ganha o prêmio Camões 2016, pelo conjunto de sua obra. 
Fonte: Releituras – Raduan Nassar | UFSCar | publico/pt.
Informações recolhidas das seguintes obras:
CASTELO, José Castelo. Inventário das sombras. Rio de Janeiro: Editora Record, 1999.
IMS. Raduan Nassar. São Paulo: Instituto Moreira Salles, vol. 2. 1996. 
NASSAR, Raduan. Lavoura arcaica. São Paulo: Companhia das Letras, 1989.
NASSAR, Raduan. Um copo de cólera. São Paulo: Companhia das Letras, 1992.


"— Misturo coisas quando falo, não desconheço esses desvios, são as palavras que me empurram, mas estou lúcido, pai, sei onde me contradigo, piso quem sabe em falso, pode até parecer que exorbito, e se há farelo nisso tudo, posso assegurar, pai, que tem também aí muito grão inteiro. Mesmo confundindo, nunca me perco, distingo pro meu uso os fios do que estou dizendo."
- Raduan Nassar, no livro "Lavoura arcaica". 2ª ed., Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1982.

Raduan Nassar - foto: Antonio Milena

“O tempo é o maior tesouro de que um homem pode dispor; embora inconsumível, o tempo é o nosso melhor alimento; se medida que o conheça, o tempo é contudo nosso bem de maior grandeza; não tem começo, não tem fim; [...]”
- Raduan Nassar, no livro "Lavoura arcaica". 2ª ed., Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1982, p. 45.


CRONOLOGIA DE RADUAN NASSAR
1935 - Nasce em Pindorama, São Paulo, em 27 de novembro. Filho dos imigrantes libaneses João Nassar e Chafika Cassis;
1947 - Começa a trabalhar com o pai;
1949 - Muda-se com a família para Catanduva, São Paulo;
1953 - A família transfere-se para São Paulo. Seu pai abre um armarinho, onde Raduan trabalha;
1955 - Ingressa, ao mesmo tempo, na Faculdade de Direito do Largo de São Francisco e no curso de letras clássicas da Universidade de São Paulo - USP, este, abandonado no segundo semestre;
1957 - Ingressa no curso de filosofia da USP;
1959 - Deixa, no último ano, o curso de direito e resolve dedicar-se em tempo integral à literatura;
1961 - Desliga-se dos negócios da família. Viaja ao Canadá, onde tem familiares, e, aos Estados Unidos;
Raduan Nassar, por Osvalter
1962 - Volta ao Brasil e retoma o curso de filosofia, concluído no ano seguinte;
1964 - Viaja a Lünenburg, então Alemanha Ocidental, com o intuito de aprender a língua alemã. Informado do golpe militar de 31 de março, resolve retornar ao Brasil, mas antes viaja ao Líbano para conhecer a aldeia onde seus pais viviam;
1965 - Inicia uma criação de coelhos em sua chácara em Cotia, São Paulo;
1966 - Preside a Associação Brasileira de Criadores de Coelho - ABCC;
1967 - Desiste da criação de coelhos e funda, com os irmãos, o Jornal do Bairro;
1968 - Inicia a leitura do Alcorão e esboça o romance Lavoura Arcaica;
1970 - Escreve a primeira versão de Um Copo de Cólera e os contos O Ventre Seco e Hoje de Madrugada;
1973 - Deixa a direção do Jornal do Bairro;
1974 - Escreve Lavoura Arcaica. Raja, seu irmão, e primeiro leitor dos originais, tira duas cópias do romance e entrega a amigos. Uma delas chega a Dante Moreira Leite, ex-professor do escritor na Faculdade de Filosofia, que a encaminha à Livraria Editora José Olympio, no Rio de Janeiro, que publica a obra no ano seguinte;
1976 - 'Lavoura arcaica' recebe os prêmios Coelho Neto, da Academia Brasileira de Letras - ABL e Jabuti de autor revelação, além de menção honrosa e também autor revelação da Associação Paulista de Críticos de Arte - APCA;
1978 - Lança 'Um copo de cólera', que recebe o prêmio de melhor ficção da APCA;
1979 - Adquire uma fazenda em Buri, São Paulo, e passa a dedicar-se à produção de milho, arroz e feijão;
1984 - Em entrevista ao suplemento literário Folhetim, da Folha de S.Paulo, declara que está abandonando a literatura;
1998 – Recebe o Prêmio Jabuti, categoria Contos e Crônicas, para o livro: 'Menina a caminho e Outros textos';
2011 - Raduan Nassar doa sua Fazenda Lagoa do Sino para a UFSCar;
2012 - Recluso e afastado há anos da literatura, Raduan Nassar vai à Balada Literária. Nassar surpreendeu leitores na Livraria da Vila na tarde da quinta(29/11) ao aparecer acompanhando o cineasta Luiz Fernando Carvalho. O escritor foi o homenageado da edição;
2016 - (março) Raduan é indicado como um dos finalistas (com a tradução de 'Um Copo de Cólera') do prestigioso Man Booker Prize International, que destaca uma obra estrangeira traduzida e publicada no Reino Unido;
2016 - Vence o Prêmio Camões pelo conjunto da obra.


"O mundo das paixões é o mundo do desequilíbrio, é contra ele que devemos esticar o arame de nossas cercas, e com as farpas de tantas fiadas tecer um crivo estreito, e sobre este crivo emaranhar uma sebe viva, cerrada e pujante, que divida e proteja a luz calma e clara da nossa casa, que cubra e esconda dos nossos olhos as trevas que ardem do outro lado e nenhum entre nós há de transgredir esta divisa [...]"
- Raduan Nassar, no livro "Lavoura arcaica". São Paulo: Companhia das Letras, 1989, p. 56.


Raduan Nassar - foto: (...)
PRÊMIOS DE RADUAN NASSAR
1976 - Prêmio Coelho Neto para romance, da Academia Brasileira de Letras, para o livro: Lavoura Arcaica.
1976 - Prêmio Jabuti, Categoria Revelação de Autor, da Câmara Brasileira do Livro, para o livro: Lavoura Arcaica.
1976 - Menção Honrosa - Categoria Revelação de Autor, da Associação Paulista de Críticos de Arte (APCA), para o livro: Lavoura Arcaica.
1978 - Prêmio APCA, melhor ficção para o livro: Um copo de cólera.
1998 - Prêmio Jabuti, categoria Contos e Crônicas, para o livro: Menina a caminho e Outros textos.
2016 - Prêmio Camões, para conjunto da obra. 

 “[...] toda palavra, sim, é uma semente; entre as coisas humanas que podemos nos assombrar, vem a força do verbo em primeiro lugar; precedido o uso das mãos, está no fundamento de toda prática, vinga e se expande, e perpetua, desde que seja justo.”
- Raduan Nassar, no livro "Lavoura arcaica". São Paulo: Companhia das Letras, 1989, p. 160.


OBRA DE RADUAN NASSAR
Capa da 1ª edição do livro Lavoura
arcaica, de Raduan Nassar
Romance
:: Lavoura Arcaica. Rio de Janeiro: José Olympio, 1975; Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1982; São Paulo: Companhia das Letras, 1989; Lavoura Arcaica - edição comemorativa (30 anos - 1975-2005). São Paulo: Companhia das Letras, 2005.

Novela
:: Um Copo de Cólera. São Paulo: Livraria Cultura Editora, 1978; São Paulo: Editora Brasiliense, 1984; São Paulo: Companhia das Letras, 1992; Um copo de cólera - edição comemorativa: 35 anos. São Paulo: Companhia das Letras, 2013.

Conto
:: Menina a Caminho. São Paulo: Companhia da Letras, 1994. edição não-comercial.
:: Menina a caminho e Outros textos. (inclui os contos: 'Menina a caminho' - 'O ventre seco' - 'Hoje de madrugada' - 'Aí pelas três da tarde' - e 'Mãozinhas de seda').. [capa Ettore Bottini]. São Paulo: Companhia das Letras, 1997.

Obra completa
:: Raduan Nassar: Obra completa. São Paulo: Editora Companhia das Letras, 2016.

Antologia (participação)
:: Desespero e esperança, de Raduan Nassar. in: ABRAMOVICH, Fanny (org.). Ritos de passagem de nossa infância e adolescência: antologia. São Paulo: Summus Editorial, 1985. p. 141-145.
:: A corrente do esforço humano, de Raduan Nassar. in: MEYER-CLASON, Curt (org.). Lateinamerikaner über Europa. Frankfurt/Alemanha: Suhrkamp, 1987.

'Contos' em revistas e jornais 
:: Aí pelas três da tarde. in: Jornal de Bairro, São Paulo, 16 de fevereiro/1972.
:: Aí pelas três da tarde. in: El Paseante, Madri, Siruela, dezembro/1988
:: Aí pelas três da tarde. in: Folha de S.Paulo, São Paulo, 21 de janeiro/1989.
:: O ventre seco. in: Folha de S.Paulo, São Paulo, 16 de dezembro/1984.
:: O ventre seco. in: Madri, Siruela, dezembro/1988.
:: O ventre seco. in: Jornal do Brasil, Rio de Janeiro, 18 de março/1989. 

Caderno de literatura brasileira
:: Raduan Nassar. São Paulo: Instituto Moreira Salles - IMS, vol. 2. 1996. 


"O tempo, o tempo é versátil, o tempo faz diabruras, o tempo brincava comigo, o tempo se espreguiçava provocadoramente, era um tempo só de esperas, me guardando na casa velha por dias inteiros; era um tempo também de sobressaltos, me embaralhando ruídos, confundindo minhas antenas, me levando a ouvir claramente acenos imaginários, me despertando com a gravidade de um julgamento mais áspero, eu estou louco!"
- Raduan Nassar, no livro "Lavoura arcaica". Rio de Janeiro: José Olympio, 1975.


Raduan Nassar - foto: (...)
Entrevistas de Raduan Nassar
:: Raduan Nassar. [Entrevista concedida à Edla Van Steen]. in: VAN STEEN, Edla. Viver & escrever, v. 2. Porto Alegre: L&PM, 1983.
:: A paixão pela literatura. [Entrevista concedida à Augusto Massi e Mario Sabino Filho]. Folha de São Paulo, São Paulo, 16 dez. 1984.
:: Raduan Nassar. Libéracion: Speciel Salon du Livre. Paris, mar. 1985.
:: Ao vencedor o arroz e as cebolas/Uma pedra de onde não sai leite. O Globo, Rio de Janeiro, 25 jul. 1985.
:: Nassar relança ‘Um copo de cólera’. [Entrevista concedida à Marilene Felinto]. Folha de São Paulo. São Paulo, caderno ilustrada, p. 9, 19/4/1992.
:: Do culto das letras ao cultivo da lavoura. [Entrevista concedida à Liliane Heynemann]. Jornal do Brasil, Rio de Janeiro, 29 ago. 1992.
:: Le Brésil en toutes lettres. [Entrevista concedida à Line Karoubi]. Le Matin, Paris, 30 mar. 1987.
:: Raduan vive a literatura como questão pessoal. [Entrevista concedida à Elvis Cesar Bonassa]. Folha de São Paulo, São Paulo, 30 maio 1995.
:: A conversa. [Entrevista concedida à Antonio Fernando de Franceschi]. In: Cadernos de literatura brasileira: Raduan Nassar. São Paulo: Instituto Moreira Salles, 1996. p. 23-39.
:: Sou o jararaca. [Entrevista concedida à Mario Sabino]. Veja, São Paulo, 30 jul. 1997. p. 9, 12- 13. Disponível no link. (acessado em 25.5.2013). 
:: Fazer, fazer, fazer - entrevista com Raduan Nassar. [Entrevista concedida à Equipe IMS]. in: Blog IMS, Literatura, 27.11.2015.

  
"O tempo, o tempo, o tempo e suas águas inflamáveis, esse rio largo que não cansa de correr, lento e sinuoso, ele próprio conhecendo seus caminhos, recolhendo e filtrando de várias direções o caldo turvo dos afluentes e o sangue ruivo de outros canais para com eles construir a razão mística da história."
- Raduan Nassar, no livro "Lavoura arcaica". São Paulo: Companhia das Letras, 2005, p.182.


Raduan Nassar - foto: Paulo Pinto
TRADUÇÕES E EDIÇÕES ESTRANGEIRAS DA OBRA DE RADUAN NASSAR
Alemão
:: Ein Glas Wut (Um copo de cólera)de Raduan Nassar. [tradução Ray-Güde Mertin]. Frankfurt: Suhrkamp, 1991.
:: Das Brot des Patriarche (Lavoura arcaica)de Raduan Nassar. [tradução Berthold Zilly]. Frankfurt: Suhrkamp, 2004.

Espanhol
:: Labor arcaica (Lavoura arcaica). de Raduan Nassar. [tradução Mario Melino]. Madrid: Alfaguara, 1982.
:: Un vaso de cólera (Um copo de cólera). de Raduan Nassar. [tradução de Juan Pablo Villalobos]. Colección Narrativa. México: Editorial Sexto Piso, 2016.

Francês
:: Un Verre de Colère Suivi de la Maison de la Mémoire (Um copo de cólera/Lavoura arcaica). de Raduan Nassar. (tradução Alice Railard). Paris: Gallimard, 1985.
:: Chemins (Menina a caminho). de Raduan Nassar. [tradução Henri Raillard]. Paris: Gallimard, 2005.

Inglês
:: Ancient tillage (Lavoura arcaica). de Raduan Nassar. [tradução de Karen Sotelino]. Londres: Penguin Contemporary Classics, 2016.

:: A cup of rage (Um copo de cólera). de Raduan Nassar. [tradução de Stefan Tobler]. Londres: Penguin Contemporary Classics, 2016.

Italiano
:: Un Bicchiere di Rabbia (Um copo de cólera). de Raduan Nassar[tradução Amina Di Munno]. Torino: Einaudi, 2002.

Português (Portugal)
:: Um copo de cólera. Lisboa: Relógio d'Água, 1998.
:: Lavoura arcaica. Lisboa: Relógio d'Água, 1999.
:: Menina a caminho. Colecção Sabiá. Lisboa: Cotovia. 2000.


"(...) afinal, alguém precisa, pilantra - e uso aqui tua palavrinha mágica - 'assumir' o vilão tenebroso da história, alguém precisa assumi-lo pelo menos pra manter a aura lúcida, levitada sobre tua nuca; assumo pois o mal inteiro, já que há tanto de divino na maldade, quanto de divino na santidade; e depois, pilantra, se não posso ser amado, me contento fartamente em ser odiado 'sem acesso à razão, ele agora se ressuscita ridiculamente como Lúcifer'... há-há-há... (...)"
- Raduan Nassar, no livro "Um copo de cólera". Lisboa: Relógio D'Água, 1998, p.48.




"A originalidade de Raduan Nassar, com relação a outros escritores de sua geração, consiste justamente nessa opção por um engajamento político mais amplo do que o recurso direto aos temas de um momento histórico preciso. Um engajamento no combate aos abusos do poder, em defesa da liberdade individual, numa forma de linguagem em que a arte não faz concessões à ‘mensagem’. Um engajamento radicalmente literário, e por isso mais eficaz e perene."
- Leyla Perrone-Moisés, in Cadernos de Literatura Brasileira. Raduan Nassar. São Paulo: Instituto Moreira Salles, 2001, p. 69. 



“[...] a leitura que mais eu procurava fazer era a do livrão que todos temos diante dos olhos, quero dizer, a vida acontecendo fora dos livros. Dessa leitura da vida não senti exatamente orgulho, embora achasse a leitura mais importante a fazer, como escritor.”
- Raduan Nassar, 'A conversa'. (entrevista). Cadernos de Literatura Brasileira: Raduan Nassar. São Paulo: Instituto Moreira Salles, p. 23-39, 2001, p. 27.



Raduan Nassar - foto: (...)

"Até mesmo um trabalho contratado e corriqueiro, dentro de limites, é um antídoto contra o marasmo do tempo, o que gratifica e, portanto, enfraquece o seu caráter de castigo e expiação. No caso em que se é sujeito e o trabalho é uma escolha, o bom trato com o tempo seria revertido em recompensas, tematizadas, por sinal, naquele sermão."
- Raduan Nassar, 'A conversa'. (entrevista). Cadernos de Literatura Brasileira: Raduan Nassar. São Paulo: Instituto Moreira Salles, p. 23-39, 2001, p. 30.


FORTUNA CRÍTICA DE RADUAN NASSAR
[Estudos acadêmicos: teses, dissertações, monografias, livros, artigos e ensaios; artigos jornalísticos em revistas e jornais]
ABATI, Hugo Marcelo Fuzeti. Da “Lavoura arcaica”: fortuna crítica, análise e interpretação da obra de Raduan Nassar. (Dissertação Mestrado em Letras). Universidade Federal do Paraná, UFPR, 1999. Disponível no link. (acessado em 25.5.2013).
ABATI, Hugo Marcelo Fuzeti. Da lavoura Arcaica: Fortuna crítica, análise e interpretação da obra de Raduan Nassar. Curitiba: UFPR, 1999.
Capa da 2ª edição de Lavoura arcaica
e Um copo de cólera, de Raduan Nassar
ABBATE, José Carlos. Lucidez e delírio nesta bela parábola. Jornal da semana, São Paulo, 4 jan. 1976.
ABBATE, José Carlos. Verdades demais. Jornal da Tarde, São Paulo, 23 set. 1994.
AGENCIA BRASIL. Raduan Nassar é o 12º brasileiro a vencer o Prêmio Camões. in: EBC Agencia Brasil, 30.5.2016. Disponível no link. (acessado em 15.7.2016).
ALMEIDA, Fabiana Abi Rached de.. E da carne se fez verbo: um estudo sobre a obra Lavoura Arcaica, de Raduan Nassar, a partir do filme de Luiz Fernando Carvalho (2001).. (Tese Doutorado em Estudos Literários). Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho - Campus Araraquara, UNESP, 2014. 
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Raduan Nassar - foto: (...)
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ZERO HORA. Raduan Nassar vence o Prêmio Camões de Literatura de 2016. in: ZH entretenimento, 30.5.2016. Disponível no link. (acessado em 15.7.2016).


"Meu pai sempre dizia que o sofrimento melhora o homem, desenvolvendo seu espírito e aprimorando sua sensibilidade; ele dava a entender que quanto maior fosse a dor tanto ainda o sofrimento cumpria sua função mais nobre; ele parecia acreditar que a resistência de um homem era inesgotável. Do meu lado, aprendi bem cedo que é difícil determinar onde acaba nossa resistência, e também muito cedo aprendi a ver nela o traço mais forte do homem; mas eu achava que, se da corda de um alaúde - esticada até o limite - se podia tirar uma nota afinadíssima (supondo-se que não fosse mais que um arranhado melancólico e estridente) ninguém contudo conseguiria extrair nota alguma se a mesma fosse distendida até o rompimento"
- Raduan Nassar, no livro "Lavoura arcaica". Rio de Janeiro: José Olympio, 1975.


"E eu, sentado onde estava sobre uma raiz exposta, num canto do bosque mais sombrio, eu deixei que o vento que corria entre as árvores me entrasse pela camisa e me inflasse o peito, e na minha fronte eu sentia a carícia livre dos meus cabelos, e nessa postura aparentemente descontraída fiquei imaginando de longe a pele fresca do seu rosto cheirando a alfazema, a boca um doce gomo, cheia de meiguice, mistério e veneno nos olhos de tâmara, e os meus olhares não se continham, eu desamarrei os sapatos, tirei as meias e com os pés brancos e limpos fui afastando as folhas secas e alcançando abaixo delas a camada de espesso húmus, e a minha vontade incontida era de cavar o chão com as próprias unhas e nessa cova me deitar à superfície e me cobrir inteiro de terra úmida"
- Raduan Nassar, no livro "Lavoura arcaica". Rio de Janeiro: José Olympio, 1975.


“Raduan abandonou a ordem do verbo, que está sempre contaminada pelo vazio e pelo espanto, para retornar à ordem natural dos animais, que é mais silenciosa, mas também é mais previsível. [...] Seja como for, Raduan conseguiu transformar a literatura num enigma, decisão que,  contrariando os que vêem nisso um jogo de aproveitador, só o torna ainda mais apaixonante."
- José Castello, “Raduan Nassar - Atrás da Máscara”. In: Inventário das Sombras. Rio de Janeiro: Record, 1999, p.175.


Lourenço Mutarelli, Luís Fernando Carvalho e Raduan Nassar
Nov/2012 - foto: Felipe Rousselet -SPressoSP
“Primeiro eu li o Lavoura... visualizei o filme pronto, quando cheguei no final eu já sabia o filme – eu tinha visto um filme, não tinha lido um livro. Porque aquela poética é de uma riqueza visual impressionante, então eu entendi a escolha daquelas palavras que, para além de seus significados, me propiciavam um resgate, respondiam à minha necessidade de elevar a palavra a novas possibilidades, alçando novos significados, novas imagens. Tentei criar um diálogo entre as imagens das palavras com as imagens do filme. Palavras enquanto imagens.”
- Luiz Fernando Carvalho, in: Sobre o filme Lavoura arcaica. São Paulo: Ateliê Editorial., 2002, p. 35.




"E eu vi de repente seus olhos molharem, e foi então que ele me abraçou, e eu senti nos seus braços o peso dos braços encharcados da família inteira."
- Raduan Nassar, no livro "Lavoura arcaica". Rio de Janeiro: José Olympio, 1975.

Raduan Nassar - foto: (...)
ADAPTAÇÕES DA OBRA DE RADUAN NASSAR NO CINEMA
Filme: 'Um copo de cólera'
Sinopse: Nos arredores de São Paulo, um ex-ativista constrói em uma chácara um mundo à parte. Após uma noite de amor intenso com uma jornalista politizada, todo o clima desaparece quando ele tem um ataque de cólera quando nota que as saúvas fizeram um rombo na sua cerca viva. Este fato, que normalmente não teria maiores conseqüências, gera inúmeras acusações por ambas as partes.
Capa do DVD do filme "Um copo de Cólera",
de Aluízio Abranches
Ficha Técnica
Título original: Um copo de cólera
Gênero: Drama
Duração: 70 min.
Lançamento (Brasil): 1999
Distribuição: Riofilme
Direção: Aluízio Abranches
Roteiro: Aluízio Abranches e Flávio R. Tambellini, baseado em livro de Raduan Nassar
Produção: Flávio R. Tambellini
Música: André Abujamra
Fotografia: Pedro Farkas
Desenho de produção: Bernar Hamburger
Direção de arte: Emília Duncan
Figurino: Patrícia Veiga
Edição: Ide Lancreta
Elenco
Alexandre Borges
Julia Lemmertz
Ruth de Souza
Linneu Dias
Marieta Severo


“[...] a paciência é a virtude das virtudes, não é sábio quem se desespera, é insensato quem não se submete.”
- Raduan Nassar, no livro Lavoura arcaica. 2ª ed., Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1982, p. 53.


Filme: LavourArcaica
Capa do DVD do filme LavouAcaica, de
Luiz Fernando Carvalho
Sinopse: “LavourArcaica” é uma versão ao avesso da parábola do filho pródigo. André  (Selton Mello)é o filho desgarrado. Pedro (Leonardo Medeiros), seu irmão mais velho, recebeu da Mãe (Juliana Carneiro da Cunha) a missão de trazê-lo de volta ao lar. Entregue a uma enorme solidão, no pequeno quarto de uma pensão interiorana, Pedro encontra o irmão. Através das lembranças de André, conhecemos os motivos de sua fuga. Cedendo aos apelos da mãe, André retorna à casa, onde a família já preparava a festa da sua chegada. “Lavoura Arcaica”, drama lírico e trágico da eterna luta entre a tradição e a liberdade.
Ficha técnica
Direção: Luiz Fernando Carvalho
Roteiro: Luiz Fernando Carvalho e Raduan Nassar
Produtor: Luiz Fernando Carvalho
Ano: 2001
Gênero: Drama
Duração: 163’
Elenco
Selton Mello (André)
Raul Cortez (Pai)
Juliana Carneiro da Cunha (Mãe)
Simone Spoladore (Ana)
Leonardo Medeiros (Pedro)
Caio Blat (Lula)
Prêmios: 
  • Melhor contribuição artística - Festival de Montreal - Canadá - 2001;  
  • Prêmio especial de júri - Festival de Biarritz - 2001;  
  • Prêmio do público - 25ª Mostra BR de Cinema - São Paulo - 2001;  
  • Prêmio Ministério da Cultura - Festival Rio-BR 2001.




“[...] o tempo, o tempo, esse algoz às vezes suave, às vezes mais terrível, demônio absoluto conferindo qualidade a todas as coisas, é ele ainda hoje e sempre quem decide e por isso a quem me curvo cheio de medo e erguido em suspense me perguntando qual o momento preciso da transposição? Que instante, que instante terrível é esse que marca o salto? Que massa de vento, que fundo de espaço concorrem para levar ao limite?”
- Raduan Nassar, in: Lavoura arcaica. 2ª ed., Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1982 p. 85-86.




Raduan Nassar -  foto: (...)
“[…] já foi o tempo em que via a convivência como viável, só exigindo deste bem comum, piedosamente, o meu quinhão, já foi o tempo em que consentia num contrato, deixando muitas coisas de fora sem ceder contudo no que me era vital, já foi o tempo em que reconhecia a existência escandalosa de imaginados valores, coluna vertebral de toda ‘ordem’; mas não tive sequer o sopro necessário, e, negado o respiro, me foi imposto o sufoco; é esta consciência que me libera, é ela hoje que me empurra, são outras agora minhas preocupações, é hoje outro o meu universo de problemas; num mundo estapafúrdio — definitivamente fora de foco — cedo ou tarde tudo acaba se reduzindo a um ponto de vista, e você que vive paparicando as ciências humanas, nem suspeita que paparica uma piada: impossível ordenar o mundo dos valores, ninguém arruma a casa do capeta; me recuso pois a pensar naquilo em que não mais acredito, seja o amor, a amizade, a família, a igreja, a humanidade; me lixo com tudo isso! me apavora ainda a existência, mas não tenho medo de ficar sozinho, foi conscientemente que escolhi o exílio, me bastando hoje o cinismo dos grandes indiferentes […].”
- Raduan Nassar, in: Um copo de cólera. São Paulo: Companhia das Letras, 1992.


OUTRAS FONTES E REFERÊNCIAS DE PESQUISA
Editora Companhia das Letras – Raduan Nassar 


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Como citar:
FENSKE, Elfi Kürten (pesquisa, seleção e organização). Raduan Nassar - tradição e vanguarda. Templo Cultural Delfos, maio/2013. Disponível no link. (acessado em .../.../...).
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8 comentários:

  1. Obrigado por fazer a listagem de todo esse material...

    Eduardo Navarrete

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    Respostas
    1. Olá Eduardo,
      obrigada pela visita, fico feliz que tenha gostado.
      Volte sempre!
      Abraços

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  2. Olá, muito obrigada pelo trabalho maravilhoso no site, parabéns!
    Estou escrevendo um Artigo sobre Lavoura Arcaica, do ponto de vista da Análise do Discurso francesa (AD), e gostaria de enviar um exemplar para o Raduan apreciar.
    Como poderia fazer para conseguir contato com ele? Vocês sabem?

    DELBA TENORIO LIMA PATRIOTA VILLELA - Teóloga e Psicopedagoga (UNIFIL - Londrina/PR), e aluna do 4º Ano de LETRAS da UENP-PR.

    Obrigada,

    Delba

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  3. Muito bom material. Estou escrevendo uma dissertação de mestrado e o corpus é o romance lavoura arcaica. Parabéns pelo material.

    BEATRIZ PAZINI

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  4. Um rico resumo da discreta (e intensa) existência do Raduan. Muito bom! Eu estava lá, naquela surpreendente tarde de 29/nov/2012, na Balada Literária, e posso dizer que ele falou pouco, muito pouco, mas sua presença e seu olhar nos dizia tanto que era mesmo desnecessário verbalizar. :)

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  5. Maravilhoso, homens como esse, me dão entusiasmo à vida.

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  6. RADUAN NASSAR: Recluso do mundo. Presente da Literatura. Seus romances falam ao mundo o óbvio.

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  7. O gênio não fica recluso. Ele apenas dá um tempo à sua criatividade para depois voltar com força criativa. Raduan Nassar é essa força criativa na Literatura Brasileira.

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