Edimilson de Almeida Pereira - memória, diálogo e saberes ancestrais

Edimilson de Almeida Pereira - foto: © Fernando Priamo

© Pesquisa, seleção, edição e organização: Elfi Kürten Fenske
Por gentileza citar conforme consta no final desse trabalho.

 

ESBOÇO BIOBIBLIOGRÁFICO DE EDIMILSON DE ALMEIDA PEREIRA

Edimilson de Almeida Pereira nasceu em Juiz de Fora, MG, em 18 de julho de 1963. É poeta, ficcionista, ensaísta, professor e pesquisador da cultura e da religiosidade afro-brasileiras.

Possui Graduação em Letras Vernáculas pela Universidade Federal de Juiz de Fora (1985), Mestrado em Literatura Portuguesa (Letras Vernáculas) pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (1990), Mestrado em Ciência da Religião pela Universidade Federal de Juiz de Fora (1996), Doutorado em Comunicação e Cultura pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (2000) e Pós-doutorado em Literatura Comparada (2002) pela Universidade de Zurique. É professor titular na Faculdade de Letras da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF). 

Tem experiência na área de Antropologia, com ênfase em cultura e identidade, atuando principalmente nos seguintes temas: literatura brasileira poesia, cultura afro-brasileira imagens/ identidades, cultura popular tradição modernidade, literatura juvenil e infanto-juvenil.

Na área de antropologia social publicou, dentre outros, os livros Mundo encaixado: significação da cultura popular (Mazza Edições, 1992) e Do presépio à balança: representações sociais da vida religiosa (Mazza Edições, 1995), A saliva da fala: notas sobre a poética banto-católica no Brasil (Azougue, 2017) e Entre Orfe(x) e Exunouveau: análise de uma epistemologia de base afrodiaspórica na Literatura Brasileira (Azougue, 2017). 

Na área de literatura infantil e infanto-juvenil editou, dentre outros, Os reizinhos de Congo (Paulinas, 2004); Poemas para ler com palmas (Mazza Edições, 2017). 

Edimilson de Almeida Pereira é uma das principais vozes da poesia brasileira contemporânea, publicou várias obras nos últimos trinta anos. Os seus livros mais recentes são: 'Relvas' (Mazza Edições, 2015),  'Maginot, o' (Mazza Edições, 2015), 'Guelras' (Mazza Edições, 2017),  'qvasi: segundo caderno' (Editora 34, 2017).  'E' (Patuá, 2017) e 'Poesia + – antologia 1985-2019' (Editora 34, 2019). 

Sua obra de ficção inclui ainda os romances publicados em 2020: O Ausente (Relicário Edições); Um corpo à deriva (Edições Macondo) e Front (Nós Editora). 


"Na obra de Edimilson de Almeida Pereira tocou-me a lâmina da poesia que reformula o universo. As estranhezas, a mágica da palavra que, reunidas, formam novas ressonâncias inesperadas; um retorno ao mais arcaico das coisas. A poesia do autor subverte a aparente ordem, estranha flores na palavra. E faz com que ela dance, cheia de sentidos. Porque os sentidos se ocultam até nos centímetros de um girassol. Valeu conhecê-la. O verso é como uma constelação. E tem algo da escrita rupestre na caverna do homem."
-  Carlos Nejar, 'Apresentação'. In: PEREIRA, Edimilson de Almeida. Corpo Vivido: reunião poética. Juiz de Fora: Edições d’Lira, 1991. 


Edimilson de Almeida Pereira - foto: © Carlos Mendonça

OBRA DE EDIMILSON DE ALMEIDA PEREIRA

Romance
:: Um corpo à deriva: dança. Edimilson de Almeida Pereira. Juiz de Fora: Edições Macondo, 2020.
:: O ausente. Edimilson de Almeida Pereira. Belo Horizonte: Relicário Edições, 2020.
:: Front. Edimilson de Almeida Pereira. São Paulo: Editora Nós, 2020.  {vencedor do Prêmio São Paulo de Literatura 2021, categoria 'Melhor Romance', concedido pela Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo}.

Poesia 
:: Dormundo. Edimilson de Almeida Pereira. Juiz de Fora/MG: Edições d'Lira, 1985.
:: Livro de falas. Edimilson de Almeida Pereira. Juiz de Fora: Edição do Autor, 1987.
:: Árvore dos Arturos & outros poemas. Edimilson de Almeida Pereira. Juiz de Fora: Edições d'Lira, 1988.
:: Corpo imprevisto & margem dos nomes. Edimilson de Almeida Pereira. [apresentação Carlos Nejar]. Juiz de Fora: Edições d'Lira, 1989.
:: Ô Lapassi & outros ritmos de ouvido. Edimilson de Almeida Pereira. Belo Horizonte: Editora UFMG, 1990.
:: Corpo vivido: reunião poética. Edimilson de Almeida Pereira. Belo Horizonte: Mazza Edições; Juiz de Fora: D’Lira, 1991.
:: O homem da orelha furada. Edimilson de Almeida Pereira. Juiz de Fora: Edições d'Lira, 1995.
:: Rebojo. Edimilson de Almeida Pereira. Juiz de Fora: Edições d'Lira, 1995.
:: Águas de Contendas. Edimilson de Almeida Pereira. Curitiba: Secretaria de Estado da Cultura, 1998.
:: Zeosório blues: obra poética I. Edimilson de Almeida Pereira. Belo Horizonte: Mazza Edições, 2002.
:: Casa da palavra: obra poética 3. Edimilson de Almeida Pereira. [prefácio Ricardo Aleixo; texto de orelha Sandro Santos Ornellas]. Belo Horizonte: Mazza Edições, 2003.
:: As coisas arcas: obra poética 4. Edimilson de Almeida Pereira. [prefácio Rita Chaves]. Belo Horizonte: Mazza Edições, 2003.
:: Signo Cimarrón. Edimilson de Almeida Pereira. [prólogo William Luis]. Edição português/espanhol. Belo Horizonte: Mazza Edições, 2005.
:: Homeless. Edimilson de Almeida Pereira. Belo Horizonte: Mazza Edições, 2010.
:: Front. Edimilson de Almeida Pereira. São Paulo: Nós Editora, 2020.
:: Lugares ares: obra poética 2. Edimilson de Almeida Pereira. Belo Horizonte: Mazza Edições, 2003.
:: Variaciones de un libro de sirenas. Edimilson de Almeida Pereira. Edição em espanhol. Belo Horizonte: Mazza Edições, 2010.
:: Maginot, o. Edimilson de Almeida Pereira. Belo Horizonte: Mazza Edições, 2015.
:: RelvaEdimilson de Almeida Pereira. Belo Horizonte: Mazza Ediçõe, 2015.
:: qvasi: segundo caderno. Edimilson de Almeida Pereira. Coleção Poesia. São Paulo: Editora 34, 2017.
:: Guelras. Edimilson de Almeida Pereira. Belo Horizonte: Mazza Edições, 2017.
:: EEdimilson de Almeida Pereira. [ilustrações Antônio Sérgio Moreira]. São Paulo: Patuá, 2017.
:: Caderno de retornoEdimilson de Almeida Pereira. 2ª ed.; Salvador: Ogum's Toques Editora, 2017.
:: Veludo azulEdimilson de Almeida Pereira. Juiz de Fora: Edições Macondo, 2018.
:: Poesia + (antologia 2015-2019). Edimilson de Almeida Pereira. [prefácio Roberto Zular]. São Paulo: Editora 34, 2019.
:: Ruídos. Edimilson de Almeida Pereira. Juiz de Fora: Edições Macondo, 2020.

Em coautoria - poesia
:: A roda do mundo. Edimilson de Almeida Pereira e Ricardo Aleixo. Belo Horizonte: Mazza Edições, 1996; 2ª ed., 2018.
:: Dançar o nome: poemas. Edimilson de Almeida Pereira, Fernando Fábio Fiorese Furtado e Iacyr Anderson de Freitas / Inclui 1 CD. [tradução Miriam Volpe e Prisca Agustoni]. Edição bilíngue português/espanhol. Juiz de Fora: Funalfa; EdUFJF, 2000.

Infanto-juvenil
:: Cada bicho em seu canto (poesia). Edimilson de Almeida Pereira. [ilustrações Hugo Almeida]. Juiz de Fora: Edições d'Lira, 1998. 
:: O menino de caracóis na cabeça (prosa). Edimilson de Almeida Pereira. [ilustrações Osório Garcia]. Belo Horizonte: Santa Clara, 2001; 2ª ed., [ilustrações Lelis]. São Paulo: Paulinas, 2012. 
:: O primeiro menino (poesia). Edimilson de Almeida Pereira. [ilustrações Édimo Pereira]. Juiz de Fora: Franco Editora, 2003; 2ª ed., [ilustrações Anabella Lopez]. Belo Horizonte: Mazza Edições, 2013.
:: Os reizinhos de Congo (prosa). Edimilson de Almeida Pereira. [ilustrações Graça Lima]. Coleção Árvore Falante. São Paulo: Editora Paulinas, 2004.  
:: Histórias trazidas por um cavalo marinho (prosa). Edimilson de Almeida Pereira. [ilustrações Denise Nascimento]. São Paulo: Paulinas, 2005.  
:: O congado para crianças (prosa)Edimilson de Almeida Pereira. [ilustrações Rubem Filho]. Coleção Olerê. Belo Horizonte: Mazza Edições, 2006.  
:: Rua Luanda (poesia)Edimilson de Almeida Pereira. [lustrações Rubem Filho]. São Paulo: Paulinas, 2007.  
:: As falas da aranha (poesia)Edimilson de Almeida Pereira. [ilustrações Rubem Filho]. Belo Horizonte: Nandyala, 2009. 
:: A nora e outros não bichos (poesia). Edimilson de Almeida Pereira. [lustrações Veruschka Guerra]. Belo Horizonte: Mazza Edições, 2013.  
::  Poemas para ler com palmas (poesia). Edimilson de Almeida Pereira. [ilustrações Maurício Negro]. Belo Horizonte: Mazza Edições, 2017.
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* imagemEdimilson de Almeida Pereira - foto: © Estadão.

Em coautoria - infanto-juvenil
:: Os comedores de palavras (prosa)Edimilson de Almeida Pereira e Rosa Margarida de Carvalho Rocha. [ilustrações Rubem Filho]. Belo Horizonte: Mazza Edições, 2004.  
- Coleção Bilbeli -
:: Filó, a formiga. Edimilson de Almeida Pereira e Prisca Agustoni. [ilustrações Sandra Guarilha]. Coleção Bilbeli. Juiz de Fora: Franco Editora, 2001.
:: Camilo, o dromedário. Edimilson de Almeida Pereira e Prisca Agustoni. [ilustrações Hugo Ribeiro de Almeida]. Coleção Bilbeli. Juiz de Fora: Franco Editora, 2001.
:: Tibor, o gatoEdimilson de Almeida Pereira e Prisca Agustoni. [ilustrações  ?]. Coleção Bilbeli. Juiz de Fora: Franco Editora, 2001.
:: Guga, o galo. Edimilson de Almeida Pereira e Prisca Agustoni. [ilustrações Jalousie Justo]. Coleção Bilbeli. Juiz de Fora: Franco Editora, 2002.
:: Zeze, o sapoEdimilson de Almeida Pereira e Prisca Agustoni. [ilustrações  ?]. Coleção Bilbeli. Juiz de Fora: Franco Editora, 2002.
:: Bia, a borboleta. Edimilson de Almeida Pereira e Prisca Agustoni. [ilustrações Jalousie Justo]. Coleção Bilbeli. Juiz de Fora: Franco Editora, 2002.
:: Roco, o caranguejo. Edimilson de Almeida Pereira e Prisca Agustoni. [ilustrações  Flavio de Souza]. Coleção Bilbeli. Juiz de Fora: Franco Editora, 2002.
:: Zefa, a girafa. Edimilson de Almeida Pereira e Prisca Agustoni. [ilustrações Hugo Ribeiro de Almeida]. Coleção Bilbeli. Juiz de Fora: Franco Editora, 2002.
:: Bilé, o pato. Edimilson de Almeida Pereira e Prisca Agustoni. [ilustrações ? ]. Coleção Bilbeli. Juiz de Fora: Franco Editora, 200?.
:: Nina, a vaca. Edimilson de Almeida Pereira e Prisca Agustoni. [ilustrações Lyra Ceres Motta]. Coleção Bilbeli. Juiz de Fora: Franco Editora, 200?.
:: Zuzi, a abelhaEdimilson de Almeida Pereira e Prisca Agustoni. [ilustrações  ?]. Coleção Bilbeli. Juiz de Fora: Franco Editora, 2003.
:: Belo, o cavalo. Edimilson de Almeida Pereira e Prisca Agustoni. [ilustrações Dayse Lamas] Coleção Bilbeli. Juiz de Fora: Franco Editora, 2003.
:: Lula, o leão. Edimilson de Almeida Pereira e Prisca Agustoni. [ilustrações Laz Muniz]. Coleção Bilbeli. Juiz de Fora: Franco Editora, 2003.
:: Carlito, o elefante. Edimilson de Almeida Pereira e Prisca Agustoni. [ilustrações Márcia Binini]. Coleção Bilbeli. Juiz de Fora: Franco Editora, 2003.

Ensaio
:: Loas a Surundunga: subsídios sobre o Congado para estudantes do ensino médio e fundamentalEdimilson de Almeida Pereira. [ilustrações Antônio Sérgio Moreira]. Juiz de Fora: Franco Editora, 2005.
:: Os tambores estão frios: herança cultura e sincretismo religioso no ritual de CandombléEdimilson de Almeida Pereira. Belo Horizonte: Mazza Edições; Juiz de Fora: Funalfa, 2005.
:: Malungos na escola: questões sobre culturas afrodescendentes e educaçãoEdimilson de Almeida Pereira. São Paulo: Paulinas, v. 1, 2007.
:: Bluenote: entrevista imaginadaEdimilson de Almeida Pereira. Belo Horizonte: Nandyala, v. 1, 2013.
:: Orfe(x)u e Exunouveau: análise de uma epistemologia de base afrodiaspórica na literatura brasileira. Edimilson de Almeida Pereira. Rio de Janeiro: Azougue, 2017.
:: A saliva da fala: notas sobre a poética banto-católica no BrasilEdimilson de Almeida Pereira. Rio de Janeiro: Azougue, 2017. 
:: Entre orfe(x)u e exunouveau. Edimilson de Almeida Pereira. Coleção Cadernos Ultramares. Lisboa: Oca Editorial, 2019.
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imagemEdimilson de Almeida Pereira - foto: © Fernando Priamo

Em coautoria - ensaio
:: Mundo encaixado: significação da cultura popularEdimilson de Almeida Pereira e Núbia Pereira Magalhães Gomes. Belo Horizonte: Mazza Edições; Juiz de Fora: UFJF, 1992.  
:: Assim se benze em Minas GeraisEdimilson de Almeida Pereira e Núbia Pereira Magalhães Gomes. Belo Horizonte: Mazza Edições, 1989; 2ª ed., 2004;  3ª ed., 2018. {Premiado no Concurso Nacional de Folclore Sílvio Romero / Funarte, 1987}.
:: Arturos: Olhos do RosárioEdimilson de Almeida Pereira e Núbia Pereira Magalhães Gomes. [fotografia Marcelo Pereira]. Belo Horizonte: Mazza Edições, 1990. 
:: Do presépio à balança: representações sociais da vida religiosaEdimilson de Almeida Pereira e Núbia Pereira Magalhães Gomes. Belo Horizonte: Mazza Edições, 1995. 
:: Negras raízes mineiras: os ArturosEdimilson de Almeida Pereira e Núbia Pereira Magalhães Gomes. 2ª ed., Belo Horizonte: Mazza Edições, 2000.  
:: Ardis da imagem: exclusão étnica e violência nos discursos da cultura brasileiraEdimilson de Almeida Pereira e Núbia Pereira Magalhães Gomes. Belo Horizonte: Mazza Edições; Editora PUC-MG, 2001;  2ª ed., Belo Horizonte: Mazza Edições, 2018.
:: Flor do não esquecimento: cultura popular e processos de transformaçãoEdimilson de Almeida Pereira e Núbia Pereira Magalhães Gomes. Belo Horizonte: Autêntica Editora, 2002.  
:: Outro Preto da Palavra: narrativa de preceito do Congado em Minas GeraisEdimilson de Almeida Pereira e Núbia Pereira Magalhães Gomes. Belo Horizonte: Mazza Edições; Editora PUC-MG, 2003. 

Organização
:: Um tigre na floresta de signos: estudos sobre poesia e demandas sociais no Brasil. [organização Edimilson de Almeida Pereira].  Belo Horizonte: Mazza Edições; Juiz da Fora: PPGLetras em Estudos Literários - FALE/UFJF, 2010.
:: Depois o Atlântico: modos de pensar, crer e narrar na diáspora africana. [organização Edimilson de Almeida Pereira e Robert Daibert Júnior]. Juiz de Fora: Editora UFJF, 2010.
:: IPOTESI : número temático dedicado às literaturas africanas. [organização Edimilson de Almeida Pereira, Prisca Rita Agustoni e  Enilce de Albergaria. Juiz de Fora: EdUFJF, 2010. {revista}.
:: No berço da noite: religião e arte em encenações de subjetividades afrodescendentes. [organização Edimilson de Almeida Pereira e Robert Daibert Júnior]. Juiz de Fora: Editora MAMM, 2012. {autores presentes: Bárbara Simões, Edimilson de Almeida Pereira, Fabrício Tavares de Moraes, Florentina Souza, Gabriela dos Reis Sampaio, Jeferson Bacelar, Luiz Mott, Patrícia Ribeiro, Regina Célia Lima Xavier, Robert Daibert Júnior e Silvia Maria Jardim Brügger}.
:: Cult - Antologia poética #4 – Sob um sol escuro também se escreve. [organização Edimilson de Almeida Pereira]. São Paulo: Editora Bregantini, 2021. {a edição traz poemas de: Adriana Lisboa, Anelite de Oliveira, Alvaro Naddeo, Auritha Tabajara, Camila do Valle, Carlos Machado, Demetrios Galvão, Denilson Baniwa, Eduardo Jorge, Fernando Fiorese, Francesca Cricelli, Iacyr Anderson Freitas, Iracema Macedo, Joselly Vianna Baptista, Jussara Salazar, Jussara Santos, Laura Assis, Leo Gonçalves, Marília Floôr Kosby, Marjô Mizumoto, Maxwell Alexandre, Mônica de Aquino, Natan Barreto, Otávio Campos, Paulo Nunes, Ramonn Vieitez, Ricardo Aleixo, Ronald Augusto, Salgado Maranhão, Stephanie Borges, Vera Lúcia de Oliveira, Waldo Motta}.

Traduções realizadas
:: Sorelle di fieno/ Irmãs de feno. Prisca Agustoni. [tradução Edimilson de Almeida Pereira]. Belo Horizonte: Mazza Edições, 2002. 

Obra traduzida - livro
:: Traduzioni / traduçõesEdimilson de Almeida Pereira. [tradução Prisca Agustoni]. Edição bilíngue português/italiano. Belo Horizonte: Mazza Edições, 1999. 
:: Livro de falas/ Book of voices. Edimilson de Almeida Pereira. [ilustrações Antônio Sérgio Moreira; tradução Steven White]. Edição bilíngue português/inglês. Juiz de Fora/MG: Funalfa; Belo Horizonte: Mazza Edições, 2008.
:: L'albero dei nomi: Antologia della poesia di Edimilson de Almeida Pereira. [tradzione e curatela Prisca Rita Agustoni]. Turim: Edizioni Torino/Marcovalerio, 2009. 

Apresentação, prefácio e posfácio 
:: Fundo falso. Mônica de Aquino [apresentação Edimilson de Almeida Pereira; texto de orelha Manuel da Costa Pinto]. Belo Horizonte: Relicário Edições, 2018.
:: Poética da relação. Édouard Glissant. [tradução Marcela Vieira e Eduardo Jorge de Oliveira; prefácio Ana Kiffer e Edimilson de Almeida Pereira]. Rio de Janeiro: Bazar do Tempo, 2021.

Em antologias, seletas, coletâneas (participação) - Brasil e exterior
::
 Seis poetas afro-americanos. [organização Ricardo Aleixo]. Belo Horizonte: Instituto Nacional da Tradição e Cultura Afro-brasileira / ICBEU / FAFI-BH, 1989.
:: Antologia da nova poesia brasileira. [organização Olga Savary]. Rio de Janeiro: Fundação Rio / Hipocampo, 1992.
:: Antologia poética de Ouro Preto. [organização Jusberto Cardoso Filho]. Ouro Preto: Edição do Autor; Instituto de Filosofia, Artes e Cultura da UFOP, 1995.
:: A poesia mineira do século XX. [Organização Assis Brasil]. Rio de Janeiro: Imago, 1998. 
:: Baú de Letras: antologia poética de Juiz de Fora. [organização José Alberto Pinho Neves]. Juiz de Fora, MG: Funalfa, 2000.
:: Antologia de la poesía brasileña. [organização Xosé Lois García]. Santiago de Compostela: Laiovento, 2001. 
:: Letras da cidade. [organização Leila Barbosa e Maria Rodrigues]. Juiz de Fora: Funalfa, 2002.
:: Poesia em movimento: antologia. [organização Jorge Sanglard]. Juiz de Fora: Editora UFJF, 2002.
:: Companhia de poetas. [organização José Alberto Pinho Neves]. Juiz de Fora/MG: Funalfa, 2003.
:: Poesia e vida: anos 70. [organização Alexandre Faria]. 1ª ed., Juiz de Fora/MG: Editora UFJF, 2007.
:: Oiro de Minas - a nova poesia das Gerais. [seleção Prisca Agustino]. Coleção Pasárgada. Porto, Portugal: Ardósia, 2007.
:: Roteiro da poesia brasileira: anos 80. [direção Edla van Steen; seleção e prefácio Ricardo Vieira de Lima]. São Paulo: Global, 2010.
:: 6 Poetas de Argentina & 6 Poetas do Brasil. [selección y prólofo Teresa Arijón y Camila do Valle; traducción Teresa Arijón]. Buenos Aires: Bajo La Luna: 2011. {presentes os poetas: (Argentina) Mariano Blatt, Oswaldo Bossi, Cucurto, Joavier Foiguet, Alejandro Rubio, José Villa | (Brasil) Edimilson, Eduardo Jorge, Guilherme Zarvos, Renato Rezende, Ricardo Aleixo, Sérgio Bazar David}.
:: Suplemento: a nova poesia brasileira vista por seus autores. [organização Maurício Marques]. Edição especial/ Suplemento Literário de Minas Gerais. Belo Horizonte: Secretaria de Estado e Cultura de Minas Gerais, maio de 2013. Disponível no link. (acessado em 25.11.2021).
:: Entrelinhas, entremontes: Versos contemporâneos mineiros [organização Marcelo Dolabela, Kaio Carmona e Vera Casa Nova]. Editora Quixote, 2020. {poetas presentes: Adriana Versiani, Adriane Garcia, Adriano Menezes, Alexandre Rodrigues da Costa, Alícia Duarte Penna, Álvaro Andrade Garcia, Ana Caetano, Ana Elisa Ribeiro, Ana Martins Marques, Angélica Amâncio, Antonio Barreto, Brenda Mar(que)s, Bruna Kalil Othero, Caio Junqueira Maciel, Camilo Lara, Carlos Augusto Novais, Carlos Ávila, Carlos Barroso, Dagmar Braga, Daniel Arelli, Djami Sezostre, Edimilson de Almeida Pereira, Elaine Oliveira, Emília Mendes, Erick Costa, Fabrício Marques, Flausina Márcia, Flávio Boave, Francesco Napoli, Gean Simões, Gilberto de Abreu, Inês Campos, José Américo Miranda, Jovino Machado, Júlio de Abreu, Kaio Carmona, Kiko Ferreira, Léo Gonçalves, Lúcia Afonso, Luciana Tonelli, Luiz Edmundo Alves, Malluh Praxedes, Maraíza Labanca, Marcelo Dolabela, Marcus Vinícius de Faria, Maria Esther Maciel, Mário Alex Rosa, Mônica de Aquino, Natália Menhem, Paula Vaz, Renato Negrão, Rodrigo Leste, Ruth Silviano Brandão, Sônia Queiroz, Sérgio Fantini, Simone de Andrade Neves, Simone Teodoro, Teodoro Rennó Assunção, Thaís Guimarães, Vera Casa Nova, Wagner}.
:: Poemas para crianças lerem para os adultos. [apresentação Alberto Pucheu; ilustrações Lissa Sakajiri; projeto gráfico Fernando Saraiva]. São Paulo: Editora Cultinha, 2021. {autores presentes: Ademir Assunçao, Danilo Dunas, Diana Junkes, Edimilson de Almeida Pereira, Heitor Ferraz Mello, Lubi Prates, Marcos Siscar, Micheliny Verunschk, Tarso de Melo, Tatiana Pequeno e Theo Verunschk}
:: Contos de Axé: 18 Histórias Inspiradas nos Arquétipos dos Orixás. [organização Marcelo Moutinho]. Rio de Janeiro: Malê Edições, 2021. {autores presentes: Itamar Vieira Junior, Eliana Alves Cruz, Aidil Araújo Lima, Carlos Eduardo Pereira, Edimilson de Almeida Pereira, Fabiana Cozza, Geovani Martins, Giovana Madalosso, Gustavo Pacheco, Jeferson Tenório, Juliana Leite, Luisa Geisler, Marcelino Freire, Miriam Alves, Nei Lopes, Paula Gicovate, Rodrigo Santos, Socorro Acioli}.
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imagemEdimilson de Almeida Pereira - foto: © Ana Martins Marques

Poemas publicados em revistas e jornais online no Brasil e exterior
POEMAS. Serie de poesía brasileña - Edimilson de Almeida Pereira. [coordinador y traducción Agustín Arosteguy]. Bilingue português/espanhol. In: Nueva York Poetry - review, 5 de março de 2021. Disponível no link. (acessado em 26.11.2021).
POEMAS. Edimilson de Almeida Pereira ::: Las patas contra el pecho, el hematoma. [tradução Salvador Biedma]. Edição bilíngue espanhol/português. In: Anten[A]rgenta - Canal de Literatura Argentina no Brasil, 4 de dezembro 2020. Disponível no link. (acessado em 26.11.2021).
POEMASMALLARSÉRIES. Mallartansvers - 11 poemes d'Edimilson de Almeida Pereira. traducció de Josep Domènech Ponsatí. Edição bilíngue português/francês. In: Mallarmargens - revista de poesia e arte contemporânea, 14 de novembro de 2020. Disponível no link. (acessado em 24.11.2021). 
POEMANa ópera de Wilfredo Lam. Edimilson de Almeida Pereira. In: Cândido - Biblioteca Pública do Paraná/BPP, 26.6.2020. Disponível no link. (acessado em 24.11.2021). 
POEMASA poesia de Edimilson de Almeida Pereira / Poetry by Edimilson de Almeida Pereira - traduzidos para o inglês por *Steven White... In: Capitolina Revista, 21 de abril de 2020. Disponível no link. (acessado em 24.11.2021).
POEMAStrês poemas de Edimilson de Almeida Pereira. In: Revista Gueto, 12 de fevereiro de 2020. Disponível no link. (acessado em 24.11.2021). 
POEMAS. Quatro poemas de Edimilson de Almeida Pereira. In: Escrita Droide, por Alberto Brasciani, 20.1.2020. Disponível no link. (acessado em 26.11.2021).
POEMAO manto tupinambá é um ninho na escuridão do mundoEdimilson de Almeida Pereira. In: Revista Piauí, edição 157, Outubro 2019. Disponível no link. (acessado em 24.11.2021).
POEMAS. Edimilson de Almeida Pereira. In: Poemargens - Poesia Brasileira do Século XXI - 14, 23 de abril de 2019. Disponível no link. (acessado em 26.11.2021).
POEMAS. cinco poemas de Edimilson de Almeida Pereira. In: Revista Gueto, 9 de abril de 2019. Disponível no link. (acessado em 25.11.2021).
POEMASEdimilson de Almeida Pereira. In: Germina - Revista de Literatura & Arte, ?. Disponível no link. (acessado em 24.11.2021).
POEMAS. Três poemas de Edimilson de Almeida Pereira. In: Specimen, 29.12.2018. Disponível no link. (acessado em 25.11.2021).
POEMASQuatro poemas de Edimilson de Almeida Pereira. In: Ruído Manifesto, 1 de agosto de 2018. Disponível no link. (acessado em 24.11.2021).
POEMAS12 + 1 poemas de Edimilson de Almeida Pereira. [curador Fabrício Marques; traducciones Prisca Agustoni, Renato Sandoval Bacigalupo y Paula Abramo]. Esdição português/italiano. In: Vallejo i Co., 28 junio 2016. Disponível no link. (acessado em 24.11.2021).
POEMASEdimilson de Almeida Pereira: desbravando sentidos para a experiência negra brasileira. In: Kukalesa, 25.4.2014. Disponível no link. (acessado em 24.11.2021).
POEMASEdimilson de Almeida. por Fernando Sabido Sánchez/ editor. In: Poetas do siglo XXI - Antologia Mundial. jueves, 28 de febrero de 2013. Disponível no link. (acessado em 24.11.2021).
POEMASEdimilson de Almeida Pereira. In: Modo de Usar & co. revista de poesia e outras textualidades conscientes, 3 de novembro de 2012. Disponível no link. (acessado em 24.11.2021).
POEMAS. Edimilson de Almeida Pereira. In: Antônio Miranda, janeiro de 2008; ampliada em outubro de 2014. Disponível no link. (acessado em 26.11.2021).
POEMASHomeless. Edimilson de Almeida Pereira. In: Callaloo - Johns Hopkins University Press, v. 30, n. 2, Spring, p. 449-459. 2007. Disponível no link. (acessado em 24.11.2021).
POEMSEdimilson de Almeida Pereira. In: Journal of Latin American Cultural Studies - Travesia (editora Taylor & Francis), v. 8, n.2, p. 165-170, 1999. Disponível no link. (acessado em 24.11.2021).
POEMASReinventing a Sacred Past in Contemporary Afro-Brazilian Poetry: Five African-Brazilian Poets from Livro de Falas [Book of Voices] / Edimilson de Almeida Pereira, tradução Steven F. White. In: Callaloo - Virginia: Johns Hopkins University Press, v.2 - n.1, p. 83-88, 1997. Disponível no link. (acessado em 24.11.2021).
POEMAAs frutas/The fruit. Edimilson de Almeida Pereira. tradução White Stephen. In: Callaloo. Organização White Stephen. Virginia: Johns Hopkins University Press v. 18, n. 4, 1995, p. 715 / Project MUSE Mission. Disponível no link. (acessado em 24.11.2021).
POEMAO passista/The dancer. Edimilson de Almeida Pereira. tradução White Stephen. In: Callaloo. Organização White Stephen. Virginia: Johns Hopkins University Press v. 18, n. 4, 1995, p. 716 / Project MUSE Mission. Disponível no link. (acessado em 24.11.2021).
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* imagemEdimilson de Almeida Pereira - foto: © Estadão.

Tese e dissertação
PEREIRA, Edimilson de Almeida. Ardis da Imagem: exclusão étnica e violência nos discursos da cultura brasileira. (Tese Doutorado em Comunicação). Universidade Federal do Rio de Janeiro, UFRJ, 2000.
PEREIRA, Edimilson de Almeida. Pássaros inexplicados: o mal-estar na ficção de Lobo Antunes. (Dissertação Mestrado em Letras/Letras Vernáculas). Universidade Federal do Rio de Janeiro, UFRJ, 1990.

Ensaio e artigos - em livros e revistas
PEREIRA, Edimilson de Almeida. Territórios cruzados: relações entre cânone literário e literatura negra e/ou afro-brasileira. In: Literafro - UFMG, 2 de julho 2021. Disponível no link. (acessado em 25.11.2021).
PEREIRA, Edimilson de Almeida. Panorama da Literatura Afro-Brasileira. In: Literafro - UFMG, 2 de julho de 2021. Disponível no link. (acessado em 24.11.2021).
PEREIRA, Edimilson de Almeida. Trocas culturais e escrita literária: apontamentos. In: Revista Diadorim, v.21, n.1 - p. 18-20, 2019. Disponível no link. (acessado em 24.11.2021).
PEREIRA, Edimilson de Almeida. Deciphered Brazil and Enigma Brazil: Notes on Social Exclusion and Violence in Contemporary Brazilian Literature. In: Vinícius Mariano de Carvalho; Nicola Gavioli. (Org.). Literature and Ethics in Contemporary Brazil. 1ª ed., London: Routledge, 2017, v. 1, p. 54-69.
PEREIRA, Edimilson de Almeida. A palavra regente: notas sobre o corpus discursivo dos devotos do Congado na obra "Afrografias da memória", de Leda Maria Martins. In: Rodrigo Vasconcelos Machado. (Org.). O ensaio negro ibero-americano em questão: apontamentos para uma possível historiografia. 1ª ed., Curitiba: UFPR, 2016, v. 1, p. 59-73.
PEREIRA, Edimilson de Almeida. O Brasil-Decifrado e o Brasil-Enigma. In: Musa Rara news, 24.5.2016. Disponível no link. (acessado em 26.11.2021).
PEREIRA, Edimilson de Almeida. O Brasil-decifrado e o Brasil-enigma: abordagem da exclusão e da violência na Literatura Negra e/ou Afro-brasileira. In: Rodrigo Vasconcelos Machado. (Org.). Panorama da Literatura Negra Ibero-americana. 1ª ed., Curitiba: Imprensa UFPR, 2015, v. 1, p. 55-78.
PEREIRA, Edimilson de Almeida. Rosário de muitas fés: mediações do sincretismo nas vivências populares em Minas Gerais. In: DAIBERT JR., Robert; FLORIANO, Maria da Graça; BERKENBROCK, Volney José. (Org.). A mão que costura o vento: mediações do sagrado nas tradições religiosas afro-brasileiras. 1ª ed., Juiz de Fora: Editora MAMM, 2015, v. 1, p. 1-292.
PEREIRA, Edimilson de Almeida. Da responsabilidade com a poesia. In: Literafro UFMG, outono de 2015. Disponível no link. (acessado em 26.11.2021).
PEREIRA, Edimilson de Almeida. O país que desejo ler para meus filhos e filhas. In: Cidinha da Silva. (Org.). Africanidades e relações raciais: insumos para políticas públicas na área do livro, leitura, literatura e bibliotecas no Brasil. 1ª ed., Brasília: Fundação Cultural Palmares, 2014, v. 1, p. 194-199.
PEREIRA, Edimilson de Almeida. São Francisco de Assis entre a autoridade e o poeta. In: Darlan de Oliveira Gusmão Lula; José Alberto Pinho Neves. (Org.). Murilo Mendes: retratos-relâmpago. 1ª ed., Juiz de fora: Editora MAMM, 2012, v. 1, p. 13-32.
PEREIRA, Edimilson de Almeida. A obra literária como pássaro ao vento. In: José Alberto Pinho Neves. (Org.). Diálogos Abertos - 2. 1ª ed., Juiz de Fora: Editora MAMM, 2012, v. 1, p. 45-85.
PEREIRA, Edimilson de Almeida; MARTINS, Leda Maria. Celebrações festivas em Minas Gerais. In: Heloisa Maria Murgel Starling; Gringo Cardia; Sandra Regina Goulart Almeida; Bruno Viveiros Martins. (Org.). Minas Gerais. 1ª ed., Belo Horizonte: Editora UFMG, 2011, v. 01, p. 190-207.
PEREIRA, Edimilson de Almeida. Poetry in the Middle of the Street, in the Middle of the Sea: Notes on Ritual and Aesthetics of the Cantopoeta in the African-Brazilian Culture. In: Antonio D. Tïllis. (Org.). (Re)Considering Blackness in Contemporary Afro-Brazilian (Con)Texts. 1ed.New York: Peter Lang Publishing, 2011, v. 1, p. 65-82.
PEREIRA, Edimilson de Almeida. Negociação e conflito na construção das poéticas brasileiras contemporâneas. In: Publication of the Afro-Latin/American Research Association, v. 13, p. 46-62, 2009. 
PEREIRA, Edimilson de Almeida. Valores culturais afrodescendentes na escola. In: Diálogo (São Paulo), v. 49, p. 8-11, 2008.
PEREIRA, Edimilson de Almeida. Negociação e conflito na construção das poéticas brasileiras contemporâneas. In: Estudos de Literatura Brasileira Contemporânea, v. 31, p. 25-52, 2008. Disponível no link. (acessado em 25.11.2021).
PEREIRA, Edimilson de Almeida. Poesia brasileira contemporânea brasileira: invenção e liberdade na tradição cultural afrobrasileira. In: Verbo de Minas, v. 10, p. 137-158, 2008. Disponível no link. (acessado em 25.11.2021).
PEREIRA, Edimilson de Almeida. A mobilidade como lugar do sentido na escrita de Clarice Lispector. In: Brasil (Porto Alegre), v. 38, p. 28-68, 2008.
PEREIRA, Edimilson de Almeida. O exílio em casa: uma leitura de Explicação dos pássaros, de António. In: Ipotesi (UFJF), v. 10, p. 109-127, 2006.
PEREIRA, Edimilson de Almeida. Pulsações da poesia brasileira contemporânea: o grupo Quilombhoje e a vertente afro-brasileira. In: Niyi Afolabi; Márcio Barbosa; Esmeralda Ribeiro. (Org.). A mente afro-brasileira: crítica literária e cultural afro-brasileira contemporânea / The afro-brazilian mind: contemporary afro-brazilian literary and cultural criticism. 1ª ed., Trenton (NJ)/ Asmara (Eritrea): Africa World Press, 2007, v. 1, p. 165-190.
PEREIRA, Edimilson de Almeida. Invenção e liberdade na tradição cultural afro-brasileira. In: Niyi Afolabi;Márcio Barbosa; Esmeralda Ribeiro. (Org.). A mente afro-brasileira: crítica literária e cultural afro-brasileira contemporânea / The afro-brazilian mind: contemporary afro-brazilian literary and cultural criticism.. 1ª ed., Trenton (NJ)/ Asmara (Eritrea): Africa World Press, 2007, v. 1, p. 191-206.
PEREIRA, Edimilson de Almeida. A poesia no meio da rua, no meio do mar: notas sobre ritualidade e estética na cultura afro-brasileira. In: Annina Clerici; Marília Mendes. (Org.). De márgenes y silencios: homenaje a Martin Lienhard. Madrid: Iberoamericana, 2006, v. , p. 127-140.
PEREIRA, Edimilson de Almeida. A poesia e seus mapas: notas sobre Círculo de luz e xisto do poeta. In: Cristina Mello; Pepe de Requeixo. (Org.). Xosé Lois García: colóquio homenaxe. Barcelona: Ajuntament de Sant Andreu de la Barca, 2006, v. 1, p. 285-295.
PEREIRA, Edimilson de Almeida. A poesia no meio da rua, no meio do mar: notas sobre ritualidade e estética na cultura afro-brasileira. In: Rita Chaves; Tânia Macêdo. (Org.). Marcas da diferença: as literaturas africanas de língua portuguesa. São Paulo: Alameda, 2006, v. 1, p. 307-317.
PEREIRA, Edimilson de Almeida. Presença africana na cultura brasileira. In: Diálogo (São Paulo), São Paulo, v. 33, p. 26-29, 2005.
PEREIRA, Edimilson de Almeida. Espaços populares de religião. In: IHU - ON-LINE, São Leopoldo, RS, v. 169, p. 79-82, 2005.
PEREIRA, Edimilson de Almeida. Elos do carnaval celebração. In: Diálogo - Revista de Ensino Religioso, n.33, p. 44-47, 2004.
PEREIRA, Edimilson de Almeida. Poesia no meio da rua, no meio do mar: notas sobre ritualidade e estética na cultura afro-brasileira. In: NASCIMENTO, Evando; OLIVEIRA, Maria Clara Castellões de; SILVA, Terezinha V. Zimbrão da. (Org.). Literatura em perspectiva. 1ª ed., Juiz de Fora: Editora da Universidade Federal de Juiz de Fora, 2003, v. 2, p. 9-32.
PEREIRA, Edimilson de Almeida; GOMES, Núbia Pereira de Magalhães. No mar com os devotos: o Congado e Candombe como pontes culturais entre Brasil e África. In: Rita Chaves; Carmen Tindó Secco; Tânica Macedo. (Org.). Brasil/ África: como se o mar fosse mentira. 1ª ed., Maputo: Imprensa Universitária - Universidade Eduardo Mondlane, 2003, v. 1, p. 299-327.
PEREIRA, Edimilson de Almeida; GOMES, Núbia Pereira de Magalhães. No mar com os devotos: o Congado e o Candombe como pontes culturais entre Brasil e África. In: Martin Lienhard. (Org.). Ritualidades latinoamericanas: un acercamiento interdisciplinario. 1ª ed., Madrid: Iberoamericana, 2003, v. 1, p. 233-254.
PEREIRA, Edimilson de Almeida. Educação em festas populares. In: Presença Pedagógica, Belo Horizonte, v. 51, p. 13-21, 2003.
PEREIRA, Edimilson de Almeida. No balanço do divino: notas sobre uma estética do sagrado. In: Revista do Iphan, Rio de Janeiro, v. 29, p. 122-143, 2001.
PEREIRA, Edimilson de Almeida; GOMES, Núbia Pereira de Magalhãe. A palavra e o mundo: eficácia da linguagem simbólica no ritual de Candombe. In: Revista da Comissão Mineira de Folclore, Belo Horizonte, MG, v. 22, p. 41-56, 2001.
PEREIRA, Edimilson de Almeida; GOMES, Núbia Pereira de Magalhães. Janelas em movimento: cultura popular e processos de transformação. In: Martin Lienhard. (Org.). La memoria popular y sus transformaciones: América Latina e países luso-africanos. 1ª ed., Madrid: Iberoamericana, 2000, v. 1, p. 53-64.
PEREIRA, Edimilson de Almeida; GOMES, Núbia Pereira de Magalhães. Inumeráves cabeças: tradições afro-brasileiras nos horizontes da contemporaneidade. In: Maria Nazareth Soares Fonseca. (Org.). Brasil Afro-brasileiro. 1ª ed., Belo Horizonte: Autêntica, 2000, v. 1, p. 41-59.
PEREIRA, Edimilson de Almeida. A cidade viaja no tempo: de Santo Antônio do Paraibuna a Juiz de Fora. In: Locus (Juiz de Fora), Juiz de Fora, v. 6, n.2, p. 172-179, 2000.
PEREIRA, Edimilson de Almeida. A ingoma e o rosário. In: Humboldt (Ed. en Español), Bonn, Alemanha, v. 80, 2000.
PEREIRA, Edimilson de Almeida. Rosário de muitas fés: mediações do sincretismo nas religiões populares. In: Rhema - Revista de Filosofia e Teologia do Instituto Arquidiocesano de Juiz de Fora, Juiz de Fora, v. 4, n.16, p. 125-156, 1998.
PEREIRA, Edimilson de Almeida. A educação pela festa. In: Dois Pontos, Belo Horizonte, v. 4, n.31, p. 21-24, 1997.
PEREIRA, Edimilson de Almeida; GOMES, Núbia Pereira de Magalhães. Painel sobre a religiosidade popular no Brasil e em Portugal. In: Pedro Pires Bessa. (Org.). Riqueza cultural iberoamericana. 1ª ed., Belo Horizonte/ Divinópolis: Fapemig/ Instituto Superior de Ensino e Pesquisa, 1996, v. 1, p. 613-616.
PEREIRA, Edimilson de Almeida. Os Arturos. In: Revue Noire: Brèsil, Paris, v. 22, p. 67-67, 1996.
PEREIRA, Edimilson de Almeida. Contemporary brazilian poetry: invention and freedom in the afro-brazilian cultural tradition. In: Journal of Latin American Cultural Studies, Londres,  v. 5, n.2, p. 139-154, 1996.
PEREIRA, Edimilson de Almeida. Panorama da literatura afro-brasileira. In: Callaloo - Revista de Artes e Letras Afro Americanas e Africanas, Virginia, Carolina do Norte, v. 18, n. 4, p. 875-880, 1995.
PEREIRA, Edimilson de Almeida. Panorama da literatura afro-brasileira. O negro na literatura brasileira: Bertoleza e o significado do suicídio. In: Revista Campus/ UFJF, ano 1, n. 1, p. 59-66, set. 1985.
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* imagem: (1Edimilson de Almeida Pereira - foto © Carlos Mendonça; (2) Edimilson de Almeida Pereira - foto: © editora Nós.


Edimilson de Almeida Pereira - foto: © Fernando Priamo


UMA PEQUENA SELETA DE POEMAS DE EDIMILSON DE ALMEIDA PEREIRA 


Cantilena
O ofício da mulher antiga
era ser avó toda manhã.
E o nosso era fingir
que não queríamos, não

sua mão em nossa cabeça.
O ofício por ser antigo,
tecia a cada manhã,
a mulher e seu vestido.

E nós, entre a nesga
da infância, ao desamparo,
cedemos aquela manhã.
No entanto, a inquice

vestida à dureza bruma,
flutua entre os cardos: nós
já nem fingimos
a fome de seu abraço.
- Edimilson de Almeida Pereira, no livro "E". [ilustrações Antônio Sérgio Moreira]. Editora Patuá, 2018.

§§

Eixo
Alguém, nessa noite, pensa em ti
com tal força que desvia o curso da flora.
Poderiam, ambos, retificar
o uso dos sistemas: letra,
número,
intenção ou gesto nessa fração noturna,
não são mais do que celas
em desalinho.
Saquem os apetrechos.
Não importa a contenda que se arma
–  às armas.
O que julga saber e os que julgam
são uma esteira, apenas,
para a mudança da flora. Nessa noite,
em que alguém
pensa forte em ti e absorves
o pensamento imenso,
nessa noite,
o que nunca pudemos ser está pronto.
- Edimilson de Almeida Pereira, no livro "Guelras". Mazza Edições, 2017.

§§

Ofício
Tatear a origem
é iludir-se. 

O escrito, à mercê
do que foi dito,
inaugura outro país. 

O que se dá nos mapas
em forma
de província, urbe
& melhorias 

não é senão um caco
de palavra. 

A origem ressona
grave,
sem nação ou pacto.
Há quem a leve 

no bolso, em crimes
que nos deserdam. 

Outros a curtem sob a
forma de bois de aluguel.
Ou a costuram em óleos
santos.
 
Mas há os ferinos e seu
humour
que tira o minério
das conchas.
Por eles a origem despista
rendas, misérias
e outros benefícios.

Pela origem
somos-não-somos.
Espécie que escreve
para esquecer.
- Edimilson de Almeida Pereira, no livro "qvasi: segundo caderno". Editora 34, 2017.

§§

Não leias como eles 
os livros de poesia, os livros sagrados que são
poesia.
Eles tiram leis e procedimentos de um bosque
somente bosque.

O bosque escuro da metáfora, quando muito
centeio,
que pão nenhum será. Eles tiram o que não
merece crédito de onde

nada se deve esperar. Não recites, nem receites
a viúva negra.
Ela, por nunca sair, alumbra
como um dardo.

Não esperes, pai, que depois da lição noturna
sejamos salvos. Não
poderíamos pedir ao jaguar que mudasse sua
costura.

Não leias como eles os livros sagrados: a poesia
cobre a última
desonra. Ela, por não sorver além de si, perdura
e morre.

Se houver tempo, devolve a poesia aos répteis.
Não leias como eles 
a escrita rupestre: começa a duvidar das leis
que civilizam o bosque.
- Edimilson de Almeida Pereira, no livro "Relvas". Mazza Edições, 2015.

§§

Nos varais
Tudo panos, úmido murcho, 
como corda antes da música. 
Tudo uma roupa vasta que
a mão separando ajunta. Fios
de uns e outros misturados,
cada um com seus nomes.
De rito e de longe, de muito
e nenhum recurso. Tudo um
risco para quem torce as costas
no tanque. Como as letras na
impressora antes dos livros.
Tudo roupas para um corpo
que se expande todo braços,
segurando as peças. A quem 
atenta são páginas de leituras.
- Edimilson de Almeida Pereira, no livro "Poesia + (antologia 2015-2019)".  Editora 34, 2019.

§§

Melancolia
Neste cruel país não evito
a árvore de fetos.
Vendo o que nela freme,
me asseguro a paz.
Sabendo como pendem seus talos,
não há cansaço
nem insônia.
Sentem igual o dirigente da comarca
e o nomeado
para sanear as vias públicas.
Vemos todos os dias a árvore de fetos.
Por que não tocamos
os seus frutos?
- Edimilson de Almeida Pereira, no livro "Poesia + (antologia 2015-2019)".  Editora 34, 2019.

§§

De Bessie a Janis
Amar a música
leva ao amor dos músicos. 

Precisei deles
para ver como os felinos
são tranquilos. 

Precisei deles
quando as férias no inferno
duravam. 

Outro remédio
é tomar o ônibus.
Dizer ao vizinho
morrer não é elegante.

Ninguém lê as tardes.
Não gostam do carmim
nas flores. 

O sangue sai uma vez
de nossa vida.
É a música ligada. 

Isso não é morrer.
É falir como as fábricas
Que deixam raiva
Nos operários. 

Eu sou uma fábrica.
Eu sou uma operária.
Sinto a necessária
raiva para viver.
- Edimilson de Almeida Pereira, no livro "Veludo azul". Edições Macondo, 2018.

§§

Candombe
Põe o ombro na lua,
Mas levanta forte
que Zambi arrepia o sol.
 
Os velhos desfiam os dedos
e o tempo se assusta: “Auê,
quem vive tanto é de mistério”.

“Não, que o quê?— respondem.
Põe o ombro aqui, candonga
mas dobra forte
que Zambi engole o sol.
 
Uê, morde por dentro
cobra dormindo faz a cova.

Uê, quem sabe desses meninos
é Zambi que engole o sol
é Zambi que mata o sol.
- Edimilson de Almeida Pereira (Corpo vivido/1991), no livro "Poesia + (antologia 2015-2019)".  Editora 34, 2019.

§§

Calunga Lungara
Vou pôr em palavras
o que não é possível.
São águas-palavras
que se dissolvem.

É de Calunga que falo.

Pode ser grande ou
pequeno depende
de quem o atravessou.

Seu nome
muda com as línguas.
Em umas mata
em outras é oceano.

Nele está viajando
quem não tem corpo.
Nós somos marujos
em terra de romaria.

Calunga anda a noite
estudando os sonhos.
Acompanha marcas
presas na poeira.

Traz medos de presente
medos de família
O maior não mostra
que até ele morreria.

Eu pus em palavras
o que não era de falar. 

O que se diz não é Calunga.
- Edimilson de Almeida Pereira (A Roda do mundo/1996), no livro "Poesia + (antologia 2015-2019)". Editora 34, 2019.

§§

Tambores
São três os tambores, como
três são os fogos: no passado
ensinam os antigos. Hoje
os meninos que ouvem. São dois
e o terceiro é o tempo mordido.
 
o santana, o santaninha e o
são três os tambores sagrados!

Ô menino, toma sentido! Se o
dia é de preceito, toma sentido!
Os antigos riscam o silêncio
e as caixás batem no escuro.
Ô, nego! A festa é dos antigos!

o santana, o santaninha e o
são três os tambores sagrados!

No Candomble furam o medo
e o chão se veste de calos.
“ô, menino, você aprende a rezar!”
Auê, nego, não perde o sentido não.
São três mil os tambores.

o santana, o santaninha e o
são três os tambores sagrados!
- Edimilson de Almeida Pereira, no livro "Poesia + (antologia 2015-2019)". Editora 34, 2019.

§§

anúncio
o lazáro se apalpa, depois de tantas mudas,
não é
a pele
que o abriga.

vindo pela rua,
distrai nossa atenção de outros cadáveres.

nessa freguesia, à margem do rio
das velhas, velhas não se querem bordados
de penélope.

aviam o que se move sob a crosta,
fortuna
e miséria
para delírio dos amordaçados.

o lázaro pertence à espécie das coisas invisíveis.

nenhum de nós o conhece sem a mácula.
— vingai a mácula e a carroceria
que a transporta.

o lázaro administra esse legado e outros
disfarçados em matrimônio.

o lázaro
apazigua os carneiros com a coragem de quem
escala o monte de vênus.

no lázaro a dor se inocenta e prova a semente
prometida.

não se humilha, o lázaro.
o que se diz sobre ele, ele mesmo no que diz,
é duplo.
se o separassem, a sombra e a moça padeceriam,
obedientes às parcas.

não se deem ao lázaro.
sua funilaria deixou de funcionar, o timbre
em suas arcadas não.
- Edimilson de Almeida Pereira, no livro "qvasi: segundo caderno". Editora 34, 2017. 

§§

Alarde
O corpo busca afago entre as coisas.
Não está a serviço de quem figura amar,
não se dá ao jogo depois de ferido.
O sangue mancha o rio, não há piso
alheio a sua rede. Quem brandiu a faca?
havia uma? Chegamos à hora íngreme
e não intuímos os meios como a ação
se desenrolou. Mas um fio de cabelo
nunca se desprende todo, como aquele
que Cortázar fingiu perder para delírio
familiar na calle Humboldt. Cresce
e se instala à espera da captura. Talvez
o nojo nos impeça de reavê-lo, talvez
a fome não aprecie luvas ante o desejo.
Ao fim, a mão afiada sai em férias,
o corpo não sabe se frutifica ou morreu.
- Edimilson de Almeida Pereira, no livro "Poesia + (antologia 2015-2019)".  Editora 34, 2019.


Edimilson de Almeida Pereira - foto: © Felipe Couri

FORTUNA CRÍTICA DE EDIMILSON DE ALMEIDA PEREIRA

AFLUENTES. A Estante do Poeta: Edimilson de Almeida Pereira / Com Paulo Sabino. In: Espaço Afluentes, 18 de maio de 2021. Disponível no link. (acessado em 25.11.2021).
ALBUQUERQUE, Severino J.; BISHOP-SANHCHEZ, Kathryn (edit). Performing Brazil: Essays on Culture, Identity, and the Performing Arts. The University of Wisconsin Press, 2015.
ALMEIDA, Samira Pinto (Org.). Arquitetura da Palavra. In: Belo Horizonte: Viva Voz - Fale/UFMG, 2010. Disponível no link. (acessado em 25.11.2021).
AFOLABI, Niyi. Afro-Brazilians: Cultural Production in a Racial Democracy. University of Rochester Press, 2009.
AGUSTONI, Prisca Rita. O Atlântico em movimento: travessia, trânsito e transferência de signos entre África e Brasil na poesia contemporânea de língua portuguesa. (Tese Doutorado em Letras e Linguística). Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais, PUC Minas, 2007. Disponível no link. (acessado em 24.11.2021).
AGUSTONI, Prisca Rita. Os sete selados na poética de Edimilson de Almeida Pereira. In: FARIA, Alexandre. (Org.). Poesia e Vida: anos 70. Juiz de Fora: Universidade Federal de Juiz de Fora, 2007, v. 1, p. 217-232.
AGUSTONI, Prisca Rita. O desejo de dizer ou a performance de Exu na poética de Ricardo Aleixo e Edimilson de Almeida Pereira. In: Terra roxa e outras terras – Revista de Estudos Literários, v. 17-A, dez. 2009. Disponível no link. (acessado em 24.11.2021).
AUTORES da literatura infantil brasileira para as crianças conhecerem. In: Dentro da História, 23 de julho de 2020. Disponível no link. (acessado em 26.11.2021).
AZARA, Michel Mingote Ferreira de.. Poética do desabrigo: poesia e filosofia em Edimilson de Almeida Pereira. In: Ázara, Michel Mingote Ferreira de; CLIMENT-ESPINO, RAfael.. (Org.). Perspectivas críticas da literatura brasileira no século XXI: prosa e outras escrituras Perspectivas. 1ª ed., São Paulo: EDUC, 2021, v. 1, p. 203-224.
BAHIA, José Aloise. Trinca entre cortes e interfaces: 13 pontos - entrevista: Edimilson de Almeida Pereira, Jovino Machado e Wilmar Silva. In: Germina - Revista de Literatura & Arte, agosto 2006. Disponível no link. (acessado em 24.11.2021).
BARBOSA, Maria José Somerlate. Recitação da passagem: a obra poética de Edimilson de Almeida Pereira. Belo Horizonte: Mazza Edições, 2009.
BARBOSA, Maria José Somerlate. Dicionário de forquilhas:1 a poesia de Edimilson de Almeida Pereira. In: Literafro, 23 agosto de 2021. Disponível no link. (acessado em 25.11.2021).
BARBOSA, Maria José Somerlate. “Dançar o nome com o braço na palavra berço”: A relação vida e obra poética de Edimilson de Almeida Pereira. In: Scripta, v. 15, n.29, p. 235-262, 2011. Disponível no link. (acessado em 24.11.2021).
BARBOSA, Maria José Somerlate. “Edimilson de Almeida Pereira: ‘Com modos e truques de ouvir’”. In: Brasil-Brazil – Revista de Literatura Basileira / A Journal of Brazilian Literature. Providence: Brown University / Porto Alegre: Mercado Aberto, n. 19, 1998.
BARREIROS, Ruth Ceccon. Literatura infantojuvenil afro-brasileira: uma leitura de Os Reizinhos de Congo. (Tese Doutorado em Letras). Universidade Federal da Bahia, UFBA, 2014. Disponível no link. (acessado em 24.11.2021).
BERND, Zilá. Vozes negras na poesia brasileira: contraponto com a poesia de língua francesa do Caribe. São Paulo: USP, 1987.
BERND, Zilá. Introdução à literatura negra. São Paulo: Brasiliense, 1988.
BRANCO, Lucia Castello. Os outros mundos do mundo: uma leitura de A roda do mundo, de Edimilson Pereira e Ricardo Aleixo. 1ª. ed., Belo Horizonte: Rede Pitágoras, 2004. v. 1.
BRITO, Maria da Conceição Evaristo de.. Poemas malungos - cânticos irmãos. (Tese Doutorado em Letras). Universidade Federal Fluminense, UFF, 2011. Disponível no link. (acessado em 24.11.2021).
BRITO, Maria da Conceição Evaristo de.. Literatura negra: uma poética de nossa afro-brasilidade. (Dissertação Mestrado em Letras). Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, PUC-Rio, 1996.
BRITTO, Paulo Fernando Henriques. Um poema de Edimilson de Almeida Pereira. In: Eutomia (Recife), v. IX, p. 13-19, 2016. Disponível no link. (acessado em 24.11.2021).
BRITTO, Paulo Henriques. Um poema de Edimilson de Almeida Pereira. In: Letras, Puc Rio, s/data. Disponível no link. (acessado em 24.11.2021).
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ZACCA, Rafael. Quase enigma - "Qvasi" e "E", de Edimilson de Almeida Pereira, carregam a força teórica do poeta e provocam reflexão. In: Rascunho, edição 217, maio de 2018. Disponível no link. (acessado em 24.11.2021).
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Edimilson de Almeida Pereira - foto: © Bruno Santos/Folhapress


Excertos do romance "Ausente"

"Nós, pessoas em carne, osso e alumbramento, vivemos daquilo que nos contam e que nos arvoramos a recontar. Por isso, esses, aí chegando – um pai, a mãe e o seu filho deles – em muita carência, mas ajustados no seu transporte, merecem que os escutemos."
- Edimilson de Almeida Pereira, no livro "O ausente". Relicário Edições, 2020.

§§

"Aqui o ar é longo, as plantas crescem com argumentos. Crescem por gentileza, às vezes penso que deveria ser por ódio contra os senhores abancados em mesas na cidade, que atiçam o fogo contra nós – rios e matas e cavernas. Mas o Ausente é uma sorte, ermo apartado fora do mapa."
- Edimilson de Almeida Pereira, no livro "O ausente". Relicário Edições, 2020.

§§

"A vontade divina consiste numa determinação que delineia o desempenho humano, evidenciando-lhe a precariedade. A religiosidade popular tem na resignação uma resposta a essa determinação, mas trata-se de uma resignação que encontra no sagrado sua justificativa. A força divina, capaz de gerar o universo, dispõe de sabedoria para também gerenciar aquilo que criou. Desse modo, resignação e fé se completam, uma vez que à aceitação segue-se a possibilidade da recompensa."
- Edimilson de Almeida Pereira, no livro "O ausente". Relicário Edições, 2020.

§§

"EcceHomo fala quando não deveria, penso. Mas dispenso logo essa ideia. Eu mesmo não vim para tirar algo dele. Vim porque a ferida era minha. Não preciso de Deus, nem do seo-sem-nome. Careço de um emplastro de alma. Se eu não me quisesse iludir, iria eu mesmo buscar o assa-peixe. Punha no pilão e macerava com sal e gordura, para dar liga. Enfiava depois, por minha conta e risco, num saco de pano virgem e tatuava sobre a minha dor. Enquanto isso, liberava deus para ir no açude, escolher um caniço e soprar sua música."
- Edimilson de Almeida Pereira, no livro "O ausente". Relicário Edições, 2020.


Edimilson de Almeida Pereira - foto: © Felipe Couri 

EDIMILSON DE ALMEIDA PEREIRA NA REDE

:: Instagram: @edimilsondealmeidapereira


Teares
O tempo de perdas toma café,
olha por distração, o coração abre
a caixa de primeiros socorros.
Insisto no amor de nomes difíceis,
na dificuldade que é o próprio amor.
O tempo gera inimigos em tudo
que consome, não chamar a chuva
mas sobrevivo dessas ausências.
O tempo não suporta os que vão
se separar e se cruzam no cinema.
Os deuses não sabem o que fazer
desse filho, nós deveríamos?
O tempo de perdas te uma 
habilidade para deixar
algo que enfim não perdemos.
- Edimilson de Almeida Pereira, no livro "Poesia +
 (antologia 2015-2019)".  Editora 34, 2019.

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COMO CITAR:
FENSKE, Elfi Kürten (pesquisa, seleção, edição e organização). Edimilson de Almeida Pereira - memória, diálogo e saberes ancestrais. In: Templo Cultural Delfos, novembro/2021. Disponível no link. (acessado em .../.../...).
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Página atualizada em 26.11.2021.





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