© Pesquisa, seleção, edição e organização: Elfi Kürten Fenske
Em memória - dedicado ao meu amigo
José Alexandre da Silva
ODYSSÉAS ELYTIS
PRÊMIO NOBEL DA LITERATURA 1979
Odysséas Elytis - poeta grego, nasceu em Creta no ano de 1911. Estudou em Atenas e aí concluiu o ensino secundário, findo o qual ingressou na Escola de Direito da Universidade de Atenas.
Os seus poemas foram publicados pela primeira vez em 1935, na revista Nea Grammata (Nova Cultura), um importante órgão de reforma da escrita poética grega, cujo início se deu perto da II Guerra Mundial. Durante a ocupação da Grécia, no contexto da Guerra Mundial, Elytis integrou as forças militares; terminado esse período, retomou ativamente a publicação de poesia e também de ensaios (que se debruçavam maioritariamente sobre poesia contemporânea e questões artísticas).
Desempenhou cargos de administração e direção em prestigiados organismos e organizações como a Fundação Nacional de Rádio, o Serviço de Rádio e Televisão e a Organização Nacional de Turismo do Festival de Atenas.
Entre 1948 e 1952 e 1969 e 1972, o escritor viveu em Paris, onde aprofundou conhecimentos de Filologia e Literatura, na Sorbonne, e contactou com os pais dos movimentos vanguardistas (Breton, Picasso, Matisse e Chagall, entre outros). Durante essas temporadas aproveitou também para viajar, tendo visitado Inglaterra, Suíça, Itália e Espanha, países onde frequentemente representou a Grécia em festivais culturais.
A sua poesia, muito divulgada, caracteriza-se pela devoção ao Helenismo e à reconstrução da antiga cultura grega, procurando uma expressão clara. Em 1979 foi distinguido com o Prémio Nobel de Literatura. Faleceu em Atenas, em 1996.
Fonte: Assírio & Alvim
No fundo, o mundo material é um puro amontoado de matéria. A construção final depende da nossa qualidade de arquitectos. O paraíso ou o inferno. Se a poesia contém uma garantia e isto nestes tempos sombrios, é precisamente esta: que o nosso destino, apesar de tudo, está nas nossas mãos.
- Odysséas Elytis, em "Louvada Seja". Odysséas Elytis. [tradução e posfácio de Manuel Resende]. Coleção Documenta Poetica. Lisboa: Assírio & Alvim, 2004. / In Posfácio a Áxion Estí de Manuel Resende.
Odysséas Elytis - foto: Culture Ministry
OBRA DE ODYSSEÁS ELYTIS EM PORTUGUÊS
Em antologias
:: Poesia Moderna da Grécia. [seleção, tradução direta do grego, prefácio, textos críticos e notas de José Paulo Paes]. Rio de Janeiro: Guanabara, 1986.
:: O Monograma. Odysséas Elytis / tradução Théo de Borba Moosburger / poema edição bilíngue. In: (n.t.) - Revista Literária de Tradução - ano 6, 11, 3 vol, 2015. revista bilíngue semestral - Brasil. Disponível no link. (acessado em 30.1.2026).
Em Portugal
:: Dezasseis poemas de Odysseus Elytis. [tradução Mário Cláudio; ilustrações / desenhos de Rui Aguiar]. Porto: O Oiro do Dia, 1980
:: Louvada Seja / Áxion Estí. Odysséas Elytis. tradução e posfácio de Manuel Resende. Coleção Documenta Poetica. Lisboa: Assírio & Alvim, 2004.
:: O Monograma. Odysséas Elytis. tradução Tatiana Faia. Lisboa, Enfermaria, s/data, 28p.
Odysséas Elytis - poeta grego
SELETA DE POEMAS DO POETA GREGO ODYSSEÁS ELYTIS
O tempo é a sombra célere dos pássaros
O tempo é a sombra célere dos pássaros
Meus olhos escancarados em meio às suas imagens
Por sobre o verde ditoso das folhas
As borboletas vivem grandes peripécias
Entrementes a inocência
Despe sua última mentira
Doce doce peripécia
A Vida.
- Odysséas Elytis [tradução José Paulo Paes]. In: Poesia Moderna da Grécia. [seleção, tradução direta do grego, prefácio, textos críticos e notas de José Paulo Paes]. Rio de Janeiro: Guanabara, 1986.
§§
Marinha das rochas
Tens um gosto de tormenta nos lábios — Mas por onde
andaste
O dia todo em duro devaneio a pedra e mar
Um vento portador de águias descalvou as colinas
Raspou até o osso teu desejo
E as meninas dos teus olhos tomaram o bastão à Quimera
Pautando com espumas a memória!
Onde a ladeira familiar de um breve setembro
De rubra terra em que a brincar olhavas lá embaixo
Os densos ramalhetes de outras moças
As quinas onde os teus amigos depunham braçadas de
abrótano.
— Mas por onde andaste
A noite toda em duro devaneio a pedra e mar
Eu te dizia que contasses dentro da água despida seus
dias luminosos
Que de costas gozasses a alvorada das coisas
Ou que voltasses a correr campos de jalde
Com uma luz trifoliada em teu peito de iâmbica heroína.
Tens um gosto de tormenta nos lábios
E uma veste vermelha como sangue
Bem fundo no ouro do verão
E aroma de jacintos — Mas por onde andaste
Ao desceres às praias às baías com seu chão de calhaus
Havia ali algas marinhas frias e salinas
Porém mais fundo ainda um sentimento humano que
sangrava
E com surpresa abriste os braços dizendo o nome teu
Enquanto ascendias ligeira até a limpidez do fundo
Onde brilhava a tua estrela do mar.
Ouve, a palavra é a prudência dos últimos
E o tempo frenético escultor dos homens
E alto paira o sol fero da esperança
E tu mais perto dele estreitas um amor
Que tem nos lábios um gosto amargo de tormenta.
Não há por que contares, azul até o osso, com outro verão
Com os rios mudarem de curso
E levar-te à mãe deles
Para que possas outra vez beijar as cerejeiras
Ou cavalgar o vento noroeste
De pé nas rochas sem amanhã nem ontem
Sobre o perigo das rochas cabelos na tormenta
Irás dizer adeus ao teu enigma.
- Odysséas Elytis [tradução José Paulo Paes]. In: Poesia Moderna da Grécia. [seleção, tradução direta do grego, prefácio, textos críticos e notas de José Paulo Paes]. Rio de Janeiro: Guanabara, 1986.
§§
Já não conheço a noite
Já não conheço a noite, terrível anonimato da morte
No porto de minha alma ancora uma frota de astros.
Estrela da tarde, sentinela a refulgir na brisa
Celeste de uma ilha que me sonha
A proclamar de seus altos rochedos a alvorada
Meus dois olhos num abraço te acolhem com ó astro
Do meu vero coração: Já não conheço a noite.
Já não conheço os nomes de um mundo que me nega
Leio as conchas, as folhas, os astros com clareza
Meu ódio é supérfluo nos caminhos do céu
A menos seja o sonho vendo-me cruzar de novo
com lágrimas o mar da imortalidade
Estrela do mar, sob o arco dourado de teus fogos
Já não conheço a noite que é só noite.
- Odysséas Elytis [tradução José Paulo Paes]. In: Poesia Moderna da Grécia. [seleção, tradução direta do grego, prefácio, textos críticos e notas de José Paulo Paes]. Rio de Janeiro: Guanabara, 1986.
§§
Do Egeu
O amor
O arquipélago
E o arco de suas espumas
E as gaivotas de seus sonhos
No mastro mais alto o marinheiro acena
Uma canção
O amor
Sua canção
E os horizontes de sua viagem
E o eco de nostalgia
Em sua mais úmida rocha a espera prometida
Um barco
O amor
Seu barco
E o desprezo por seus mistrais
E o braço de sua esperança
Em seu mais rápido ondear uma ilha embala
A chegada
**
Του Αιγαίου
Ο έρωτας
Το αρχιπέλαγος
Κι η πρώρα των αφρών του
Κι οι γλάροι των ονείρων του
Στο πιο ψηλό κατάρτι του ο ναύτης ανεμίζει
Ένα τραγούδι
Ο έρωτας
Το τραγούδι του
Κι οι ορίζοντες του ταξιδιού του
Κι ηχώ της νοσταλγίας του
Στον πιο βρεμένο βράκο της ή αρραβωνιαστικιά προσμένει
Ένα καράβι
Ο έρωτας
Το καράβι του
Κι η αμεριμνησία των μελτεμιών του
Κι ο φλόκος της ελπίδας του
Στον πιο ελαφρό κυματισμό του ένα νησί λικνίζει
Τον ερχομό.
.
(ELÝTES, Odysséas. "Tou Αιγαίου". In:_____. Poíese. Atenas: Ícaro, 2002)
- Odysséas Elýtis [tradução Adriano Nunes]. In: Acontecimentos / Antonio Cícero, novembro 2016.
§§
Helena
A primeira gota de chuva assassinou o verão.
Molharam-se as palavras que engendraram claridades de estrelas.
Todas as palavras unicamente dedicadas a Ti!
Onde deixaremos os olhos se os últimos olhares se perderam nas nuvens,
E estamos – como se a névoa passasse entre nós –
Terrivelmente sós, rodeados por tuas imagens mortas.
Contra o cristal velamos o novo sofrimento.
Não é a morte que nos renderá posto que Tu existes,
Posto que existe noutro lugar um vento para viver-te eternamente,
Para vestir-te de perto como te vestes distante nossa esperança.
Visto que existe noutro lugar
Uma verde planície que se estende de teu sorriso ao sol,
Dizendo-lhe em confiança que voltaremos a nos encontrar.
Mas uma pequena gota de chuva outonal,
Um confuso sentimento,
O aroma de terra úmida em nossas almas que tanto se separam.
Embora não esteja tua mão em nossas mãos,
Embora não esteja nosso sangue nas veias de teus sonhos,
A luz no céu imaculado
E a música invisível dentro de nós, oh, melancólica
Passageira de quanto nos retém ainda no mundo.
É úmido o ar, a hora do outono, a separação,
O apoio amargo do cotovelo na lembrança
Que aparece quando a noite nos separa da luz,
Pela janela retangular que olha a tristeza,
Que não vê nada,
Porque se fez música invisível, chama na chaminé,
Acerto o grande relógio na parede.
Porque se fez
Poema verso a verso, exalação paralela à chuva, às lágrimas, às palavras.
Palavras não como as outras mas unicamente dedicadas a Ti.
**
- Odysseás Elýtis [tradução Pedro Fernandes de O. Neto]. In: Revista 7faces, 4 de fevereiro de 2017.
Odysséas Elytis - foto: Imago Images / Zuma, Keystone
POEMAS - TRADUÇÕES PORTUGUESAS DO POETA ODYSSEÁS ELYTIS
Bebendo o Sol de Corinto
Bebendo o Sol de Corinto
Lendo as ruínas de mármore
Percorrendo vinhedos e mares
Divisando adiante do arpão
Um peixe votivo que se escapa
Encontrei as folhas que o salmo do sol recorda
A terra viva que a paixão rejubila em abrir.
Bebo água, corto frutos,
Faço avançar minha mão pela folhagem do vento
Os limoeiros diluem o pólen de estio
As aves verdes dilaceram meus sonhos
Parto com um olhar
Um grande olhar em que o mundo se recria
Bebo desde o princípio até às dimensões do coração!
- Dezasseis poemas de Odysseus Elytis. [tradução Mário Cláudio / com desenhos de Rui Aguiar]. Porto: O Oiro do Dia, 1980
§§
Clima da ausência
I
Todas as nuvens da terra se confessam
E um penar meu ocupou-lhes o lugar
E quando nos cabelos entristeceu
Impenitente a mão
Atei¬ me num nó de dor.
II
A hora entardeceu esquecida
Sem memória
Com a sua árvore muda
Para os lados do mar
Entardeceu esquecida
Sem bater de asas
Com a face imóvel
Para os lados do mar
Entardeceu
Sem amor
A boca inflexível
Para os lados do mar
E eu - mergulhado na Serenidade que seduzi.
III
Tarde
E a sua imperial solidão
E a ternura dos seus ventos
E o seu arriscado esplendor
Nada que chegue Nada
Que parta
Todas as faces nuas
E por sentimento um cristal.
.
(De Orientações)
- Odysséas Elytis [tradução Manuel Resende*]. In: Efermaria 6, s/data.
* Manuel Resende (1948-2020)
§§
Do Egeu
I
O amor
O arquipélago
E a proa da sua espuma
E as gaivotas dos seus sonhos
No seu mais alto mastro o marinheiro drapeja
Uma canção
O amor
A sua canção
E os horizontes da sua viagem
E o eco da sua saudade
No seu mais húmido rochedo a noiva espera
Um barco
O amor
O seu barco
E a despreocupação dos seus ventos de Agosto
E o estai da sua esperança
No seu mais leve ondular uma ilha embala
A chegada.
.
(De Orientações)
**
LOUVADA SEJA / ÁXION ESTÍ. ODYSSÉAS ELYTIS
Áxion Estí, publicado em 1959, é um poema nacional no qual o poeta, inspirado na tradição, revê a história da Grécia com todas as suas vicissitudes e anseia por um renascimento. E, como ele disse no Discurso do Prémio Nobel:
"No fundo, o mundo material é um puro amontoado de matéria. A construção final depende da nossa qualidade de arquitectos. O paraíso ou o inferno. Se a poesia contém uma garantia e isto nestes tempos sombrios, é precisamente esta: que o nosso destino, apesar de tudo, está nas nossas mãos." In Posfácio a Áxion Estí de Manuel Resende.
EXCERTOS
Abro a minha boca...
Abro a minha boca e o mar se regozija
E leva as minhas palavras a suas escuras grutas
E às suas focas pequenas as murmura
Nas noites em que choram os tormentos do homem.
Abro as minhas veias e enrubram-se os meus sonhos
Transformam-se em arcos para os bairros dos meninos
E em lençóis para as raparigas que velam
Para ouvir às ocultas os prodígios do amor.
Aturde-me a madressilva e desço ao meu jardim
E enterro os cadáveres dos meus mortos secretos
E às estrelas traídas que eram suas
Corto o cordão dourado pra caírem no abismo
O ferro enferruja e eu castigo o seu século
Eu que já experimentei a dor de mil pontas
Com violetas e narcisos a nova
Faca vou preparar que convém aos Heróis.
Desnudo o meu peito e os ventos se desatam
E vão varrer as ruínas e as almas destruídas
Das espessas nuvens limpam a terra
Pra que surjam à luz os Prados encantados.
**
- Odysséas Elytis, em "Louvada Seja". Odysséas Elytis. [tradução e posfácio de Manuel Resende]. Coleção Documenta Poetica. Lisboa: Assírio & Alvim, 2004.
§§
Vieram
com os galões dourados
os galos do Norte e as feras do Levante.
E tendo repartido em duas a minha carne
acabaram por se disputar pelo meu fígado
e foram-se.
"Para eles", disseram, "o fumo do sacrifício,
para nós os fumos da glória,
amén."
E o som enviado do passado
todos o ouvimos e conhecemos.
Conhecemos o som e de novo
de voz apertada cantámos:
para nós, para nós o ferro ensanguentado
e a traição triplamente urdida.
Para nós a madrugada na caldeira
e os dentes cerrados até à hora derradeira,
e o dolo e a rede invisível.
Para nós o rastejar na terra,
a jura escondida na escuridão
dos olhos, a crueldade,
sem nenhuma, nunca nenhuma Contrapartida.
Irmãos enganaram-nos!
"Para eles", disseram, "o fumo do sacrifício,
para nós os fumos da glória,
amén."
Mas tu na nossa mão a candeia das estrelas
com a tua fala acendeste, boca do inocente,
porta do Paraíso!
A vigência do fumo no futuro vemos
o jogo da tua respiração
e seu poder e reinado!
**
- Odysséas Elytis, em "Louvada Seja". Odysséas Elytis. [tradução e posfácio de Manuel Resende]. Coleção Documenta Poetica. Lisboa: Assírio & Alvim, 2004.
§§
XIII
................. Minhas mãos manchadas de iniquidades,
como abri-las?
Meus olhos cheios de carcereiros, como olhar com eles?
................. Filhos dos homens, que hei-de dizer?
A terra suporta horrores e a alma ainda mais.
................. Bravo, primeira juventude minha e lábio
indómito
que ensinaste o seixo da tormenta
................. e replicaste ao raio entre as tempestades!
Bravo, primeira juventude minha!
................. Tanta serra me lançaste às raízes que o meu pensamento verdejou.
Tanta luz no sangue que meu amor adquiriu
................. o poder e o sentido do céu.
Puro estou de extremo a extremo,
................. utensílio imprestável às mãos da morte,
má presa nas unhas nas unhas dos grosseiros.
................. Filhos dos homens, que hei-de tremer?
Tirai-me minhas entranhas, que eu já cantei!
................. Tirai-me o mar com os brancos ventos
a enorme janela cheia de limoeiros,
................. os abundantes trinos e aquela rapariga
cuja alegria me contentou com só tocá-la,
................. tirai-me, que já cantei!
Tirai-me os sonhos, como os lereis?
................. Tirai-me o pensamento, onde ireis dizê-lo?
Puro estou de extremo a extremo.
................. Beijando com a minha boca alegrei o corpo
virgem.
Soprando com a minha boca colori a pele do mar.
................. Converti em ilhas todas as minhas ideias.
Exprimi um limão na minha consciência.
**
- Odysséas Elytis, em "Louvada Seja". Odysséas Elytis. [tradução e posfácio de Manuel Resende]. Coleção Documenta Poetica. Lisboa: Assírio & Alvim, 2004.
§§
FORTUNA CRÍTICA DE ODYSSÉAS ELYTIS
ASCHER, Nelson. Livros em Portugal. In: Folha de S. Paulo, Ilustrada, 21 de janeiro 2008. Disponível no link. (acessado em 20.3.2024)
ODYSSÉAS Elytis. In: Gárgula - Revista de Literatura. n. 1 - Brasília, 1997. Instituto Camões; Thesaurus Editora. 1997
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COMO CITAR:
FENSKE, Elfi Kürten. (pesquisa, seleção, edição e organização). Odysséas Elytis . In: Templo Cultural Delfos, março/2024. Disponível no link. (acessado em .../.../...).
FENSKE, Elfi Kürten. (pesquisa, seleção, edição e organização). Odysséas Elytis . In: Templo Cultural Delfos, março/2024. Disponível no link. (acessado em .../.../...).
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:: Página atualizada em 28.1.2026.





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