Ivan Junqueira - da poesia à arte da tradução

Ivan Junqueira - foto: Ana Carolina Fernandes/ Folhapress
Ivan Junqueira nasceu no Rio de Janeiro (RJ) em 3 de novembro de 1934. Aqui realizou seus primeiros estudos, ingressando em seguida nas faculdades de Medicina e de Filosofia da Universidade do Brasil, cujos cursos, porém, não chegou a concluir. Iniciou-se no jornalismo em 1963, como redator da Tribuna da Imprensa, tendo atuado depois no Correio da Manhã, Jornal do Brasil e O Globo, nos quais foi redator e sub-editor até 1987. Assessor de imprensa e depois diretor do Centro de Informações das Nações Unidas no Rio de Janeiro entre 1970 e 1977, tornou-se mais tarde supervisor editorial da Editora Expressão e Cultura e diretor do Núcleo Editorial da UERJ, além de colaborador da Enciclopédia Barsa, Encyclopaedia Britannica, Enciclopédia Delta Larousse, Enciclopédia do Século XX, Enciclopédia Mirador Internacional e Dicionário Histórico-Biográfico Brasileiro, este último editado pelo CPDOC, da Fundação Getulio Vargas. Foi também assessor de Rubem Fonseca na Fundação Rio.
Como crítico literário e ensaísta, tem colaborado em todos os grandes jornais e revistas do Rio de Janeiro, São Paulo e Minas Gerais, bem como em publicações especializadas nacionais e estrangeiras, entre elas Colóquio Letras, Revista do Brasil, Senhor, Leitura e Iberomania. Em 1984 foi escolhido como a “Personalidade do Ano” pela UBE. Assessor da Fundação Nacional de Artes Cênicas (Fundacen) de 1987 a 1990, no ano seguinte transferiu-se para a Fundação Nacional de Arte (Funarte), onde foi editor da revista Piracema e chefe da Divisão de Texto da Coordenação de Edições, tendo se aposentado do serviço público em 1997. Foi ainda editor adjunto e depois editor executivo da revista Poesia Sempre, da Fundação Biblioteca Nacional (1993-2002).
Conferencista, realizou palestras no Rio de Janeiro, São Paulo, Belo Horizonte, Salvador, Fortaleza, Manaus, São Luís, Brasília, Recife, Porto Alegre, Passo Fundo, Florianópolis, Petrópolis, Buenos Aires, Santiago do Chile, Santiago de Compostela, Madri Roma, Póvoa de Varzim e Lisboa, onde, em 1994, abriu o Projeto Camões, patrocinado pelo Instituto Camões e a Fundação das Casas de Fronteira e Alorna, ocasião em que ministrou, na Biblioteca Nacional da capital portuguesa, o curso “A Rainha Arcaica: uma interpretação mítico-metafórica”, além de realizar recitais de poesia na Casa de Fernando Pessoa e no Palácio da Fronteira. No ano seguinte voltou a participar do Projeto Camões, tendo proferido conferências em Coimbra, Porto, Vila Real, Lisboa e Ponte de Sor. De 1995 a 1997 tomou parte no Projeto Ponte Poética Rio–São Paulo, de que constavam leituras comentadas de poemas de sua autoria e palestras. Ainda em 1995 recebeu da UFRJ, por unanimidade de votos, o diploma de “Notório Saber”, tendo ali participado também do ciclo de palestras “Os Poetas”. De 1996 a 1997 participou, como poeta e ensaísta, das “Rodas de Leitura” do CCBB e organizou, naquele último ano, com Moacyr Félix e Leonardo Fróes, as “Quintas de Poesia”, sob o patrocínio da Funarte. Em 1998 foi curador do Programa de Co-Edições da Fundação Biblioteca Nacional, que possibilitou a publicação de 35 títulos de autores das regiões Norte, Nordeste e Sudeste, onde, entre 2000 e 2003, realizou diversas conferências. Foi Tesoureiro (2001), Secretário-Geral (2002-3 e 2008-9) e Presidente da ABL (2004-5).
Membro titular do PEN Club do Brasil e da Academia Brasileira de Filosofia. É sócio do Sindicato dos Escritores do Rio de Janeiro e do Sindicato dos Jornalistas do Rio de Janeiro, além de sócio de honra da Academia Norte-Rio-Grandense de Letras, membro do Conselho Estadual de Cultura e Grande Benemérito do Real Gabinete Português de Leitura. Recebeu vários prêmios literários: Prêmio Nacional de Poesia, do INL (1981); Prêmio Assis Chateaubriand, da ABL (1985); Prêmio Nacional de Ensaísmo Literário, do INL (1985); Prêmio da Associação Paulista de Críticos de Arte (1991); Prêmio da Biblioteca Nacional (1992); Prêmio José Sarney de poesia inédita, do Memorial José Sarney (1994); Prêmio Jabuti, da Câmara Brasileira do Livro (1995, 2005, 2008 e 2010); Prêmio Luísa Cláudio de Sousa, do Pen Club do Brasil (1995); Prêmio Oliveira Lima, da UBE (1999); Prêmio Jorge de Lima, da UBE (2000); e Troféu Aimberê (Personalidade Intelectual do Ano), do Sindicato dos Escritores do Rio de Janeiro (2004); Prêmio Categoria Internacional da UBE (2006).  Em 1998 recebeu a Medalha Cruz e Souza, da municipalidade de Florianópolis, e, em 1999, a Medalha Paul Claudel, da UBE. Em 2002 foi o patrono do IV Concurso Nacional de Poesia Viva, patrocinado pelo jornal Poesia Viva. Recebeu ainda, em 2005, a Medalha Manuel Bandeira, da UBE (Seção de Pernambuco). Menção Honrosa do Prêmio Alceu Amoroso Lima (2010).
Ivan Junqueira - foto: (...)
Em 23 de junho de 2005 participou em Paris da sessão conjunta da Academia Brasileira de Letras e da Académie Française, ocasião em que lhe foi concedida a Medalha de Richelieu, a mais alta condecoração daquela instituição. Representou o Brasil no Festival Mundial de Poesia, realizado em Santiago do Chile entre 18 e 24 de outubro de 2005. Ainda neste último ano, foram-lhe outorgados a Medalha do Pacificador Sergio Vieira de Mello, do Parlamento Mundial para a Segurança e a Paz, e o Colar do Mérito Judiciário, do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro.
Em 2006 e 2009 participou do Colóquio Internacional Correntes d´Escrita, em Póvoa de Varzim, Portugal.
Em 2007 foi conferencista na Feira do Livro de Santiago do Chile e jurado do Prêmio Casa de Las Américas, em Havana, Cuba. Em 2009 pronunciou conferência no Seminário “Machado de Assis e Guimarães Rosa: um século de história”, realizado em Roma. Foi ainda agraciado com a Medalha Machado de Assis (ABL, 2008), Medalha Euclides da Cunha (ABL, 2009), Medalha Santos Dumont (Governo do Estado de Minas Gerais, 2009), Medalha da Cidade de Ponte de Sor (Portugal, 2007), Medalha Fernando Pessoa (Portugal, 2008), Medalha Gonçalves Dias (2008), Medalha do Centenário da Academia Mineira de Letras (2009) e Medalha do Centenário da Academia Maranhense de Letras (2009); Medalha do Inconfidente do Governo do Estado de Minas Gerais (2010).
Em 2010 participou do encontro anual entre a ABL e a Academia de Ciências de Lisboa, ocasião em que proferiu a conferência “Gilberto Freyre e o colonizador português”.
Sua poesia já foi traduzida para o espanhol, alemão, francês, inglês, italiano, dinamarquês, russo e chinês.
Sexto ocupante da Cadeira nº 37, eleito em 30 de março de 2000, na sucessão de João Cabral de Melo Neto e recebido em 7 de julho de 2000 pelo Acadêmico Eduardo Portella. Recebeu o Acadêmico Antonio Carlos Secchin. 
Faleceu no dia 3 de julho de 2014, no Rio de Janeiro, aos 79 anos.
:: Fonte: ABL


Ivan Junqueira - foto: (...)
PRÊMIOS 
1965Menção honrosa no Concurso Jorge de Lima, pelo livro "Os mortos".
1981 - Prêmio Nacional de Poesia, do Instituto Nacional do Livro, pelo livro "A rainha arcaica".
1985 Prêmio Assis Chateaubriand, da Academia Brasileira de Letras, pelo livro "À sombra de orfeu".
1985 Prêmio Nacional de Ensaísmo Literário, do Instituto Nacional do Livro, pelo livro "O encantador de serpentes".
1988Menção honrosa do Prêmio Jabuti, da Câmara Brasileira do Livro, pelo livro "O grifo".
1990Menção honrosa do Prêmio Jabutida Câmara Brasileira do Livro, pela tradução do livro "Ensaios, de T.S. Eliot".
1991Prêmio da Associação Paulista de Críticos de Arte, pela tradução do livro "Poemas reunidos 1934-1953, de Dylan Thomas".
1992 - Prêmio da Biblioteca Nacional, pela tradução do livro "Poemas reunidos 1934-1953, de Dylan Thomas".
1994Prêmio José Sarney de poesia inédita, do Memorial José Sarney.
1995 Prêmio Jabuti, da Câmara Brasileira do Livro, pelo livro "A sagração dos ossos".
1995Prêmio Luísa Cláudio de Sousa, do PEN Club do Brasil, pelo livro "A sagração dos ossos".
1999Prêmio Oliveira Lima, da UBE, 1999, pelo livro "O fio de dédalo".
2000 Prêmio Jorge de Lima, da UBE,  pelo livro "Poemas reunidos".
Ivan Junqueira, por Robson Vilalba
2005 -  Prêmio Jabuti, da Câmara Brasileira do Livro, pela tradução do livro "Poesia completa, de T.S. Eliot".
2008Prêmio Jabuti, da Câmara Brasileira do Livro,  pelo livro "O outro lado".
2010 Prêmio Jabuti, da Câmara Brasileira do Livro,  pelo livro "Cinzas do espólio".

Medalhas e condecorações
1999 - Medalha Cruz e Sousa, da municipalidade de Florianópolis SC.
1999 - Medalha Paul Claudel, da UBE.
2004 - Troféu Aimberê - Personalidade Intelectual do Ano, do Sindicato dos Escritores do Rio de Janeiro. 
2005 - Medalha Manuel Bandeira, da UBE (Seção de Pernambuco).
2005 - Medalha de Richelieu, da Académie Française - Paris/França
2005 - Medalha do Pacificador Sergio Vieira de Mello, do Parlamento Mundial para a Segurança e a Paz.
2005 - Colar do Mérito Judiciário, do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro.
2007 - Prêmio Casa de Las Américas, em Havana, Cuba
2007 Medalha da Cidade de Ponte de Sor - Portugal. 
2008 Medalha Machado de Assis, da Academia Brasileira de Letras (ABL). 
2008 Medalha Fernando Pessoa - Portugal.
2008 Medalha Gonçalves Dias.
2009 Medalha Euclides da Cunha, da Academia Brasileira de Letras (ABL). 
2009 Medalha Santos Dumont, Governo do Estado de Minas Gerais - Minas Gerais (MG).
2009 - Medalha do Centenário da Academia Mineira de Letras - Minas Gerais.
2009 - Medalha do Centenário da Academia Maranhense de Letras - Maranhão(MA).
2010 - Medalha do Inconfidente do Governo do Estado de Minas Gerais - Minas Gerais (MG).


Ivan Junqueira - foto: (...)
OBRA DE IVAN JUNQUEIRA
Poesia
:: Os mortos. Rio de Janeiro: Atelier de Arte, 1964. 
:: Opus descontínuo. 1969-1975
:: Três meditações na corda lírica. Rio de Janeiro: Lós, 1977.
:: A rainha arcaica. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1980; Lisboa: Fundação das Casas de Fronteira e Alorna, 1994.
:: Cinco movimentos. Rio de Janeiro: Gastão de Holanda Editor, 1982. 
:: O grifo. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1987.  Trad. dinamarquesa, Griffen. Copenhague: Husets Forlag, 1994.
:: A sagração dos ossos. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1994.
capa do livro "Essa Música", de Ivan Junqueira
:: O outro lado. Rio de Janeiro: Record, 2007. 
:: Essa música  2009-2013. ['Orelha' do livro por Marco Lucchesi]. Rio de Janeiro: Rocco, 2014.

Antologia, obra reunida e seleta (poesia)
:: Poemas reunidos. Rio de Janeiro: Record, 1999.
:: Os melhores poemas de Ivan Junqueira. [organização e introdução de Ricardo Luiz de Souza Thomé]. São Paulo: Global, 2003.
:: Poesia reunida. São Paulo: A Girafa, 2005.
:: O tempo além do tempo: antologia. [organização Arnaldo Saraiva]. Vila Nova de Falamicão: Edições Quase, 2007, 169p.

Ensaios e organização de antologias
:: Testamento de Pasárgada (antologia crítica da poesia de Manuel Bandeira). Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1980; 2ª ed., revista. Rio de Janeiro: Nova Fronteira/ABL, 2003.
:: Dias idos e vividos (antologia crítica da prosa de não-ficção de José Lins do Rego). Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1981.
:: À sombra de Orfeu. Rio de Janeiro: Nórdica / INL, 1984. 
:: O encantador de serpentes. Rio de Janeiro: Alhambra, 1987. 
:: Prosa dispersa. Rio de Janeiro: Topbooks, 1991.
:: O signo e a Sibila. Rio de Janeiro: Topbooks, 1993.
:: O fio de dédalo. Rio de Janeiro: Record, 1998. 
:: Baudelaire, Eliot, Dylan Thomas: três visões da modernidade. Rio de Janeiro: Record, 2000.
:: Escolas literárias no Brasil (coordenação). Coleção Autregésilo de Athayde, 2t., Rio de Janeiro: ABL, 2004.
:: Ensaios escolhidos – volume 1: de poesia e poetas. São Paulo: A Girafa, 2005.
:: Ensaios escolhidos – volume 2: da prosa de ficção, do ensaísmo e da crítica literária. São Paulo: A Girafa, 2005. 
:: Roteiro da poesia brasileira: anos 30. (seleção e prefácio). São Paulo: Global Editora, 2008.
:: Cinzas do espólio: ensaios. Rio de Janeiro: Record, 2009. 
:: João Cabral de Melo NetoSérie Essencial. Rio de Janeiro: ABL, 2010.

Antologia (participação)
Ivan Junqueira - foto: Miro de Souza/Agencia RBS
:: A novíssima poesia brasileira II[organização Walmir Ayala]. Rio de Janeiro: Cadernos Brasileiros, 1965.
:: Antologia da poesia brasileira contemporânea[organização Carlos Nejar]. Coleção escritores dos países de língua portuguesa, nº 6., Lisboa: Imprensa Nacional; Casa da Moeda, 1986.
:: Palavra de poeta[organização Denira Rozário]. Rio de Janeiro: José Olympio, 1989.
:: Antologia da poesia brasileira[organização Antônio Carlos Secchin; tradução Zhao Reming]. Pequim: Embaixada do Brasil; Fundação Biblioteca Nacional, 1994.
:: Sincretismo: a poesia da geração 60. [introdução e antologia de Pedra Lyra]. Rio de Janeiro: Topbooks/Fundação Cultural de Fortaleza/Fundação RioArte, 1995.
:: Modernismo brasileiro und die Brasilianische Lyric Gegenwart[organização e tradução Curt Meyer-Clason]. Berlim: Druckhaus Galrev, 1997.
:: Poesia fluminense do século XX[organização Francisco Assis Brasil]. Rio de Janeiro: Imago / Fundação Biblioteca Nacional / Universidade de Mogi das Cruzes, 1998.
:: 41 poetas do Rio[organização Moacyr Félix]. Rio de Janeiro: Funarte, 1998.
:: Os melhores poemas de Dante Milano. [organização, introdução e biografia Ivan Junqueira]. São Paulo: Global Editora, 1998, 174p.
:: Antologia de poetas brasileiros[organização Mariazinha Congílio]. Lisboa: Universitária Editora, 2000.
:: Literatura portuguesa e brasileira[organização João Almino e Arnaldo Saraiva]. Porto: Fundação Calouste Gulbenkian, 2000.
:: Antologia da poesia brasileira contemporânea[organização Álvaro Alves de Faria]. Coimbra: Alma Azul, 2000.
:: Santa poesia[organização Cleide Barcelar]. Rio de Janeiro: Casarão Hermê / MM Rio, 2001.
:: Poesia brasileira[organização Floriano Martins; tradução Eduardo Langagne]. Cidade do México: Alforja, XIX, Invierno, 2001.
:: Os cem melhores poemas brasileiros do século[organização Ítalo Moriconi]. Rio de Janeiro: Objetiva, 2001.
:: Os cem melhores poetas brasileiros do século[organização José Nêumanne Pinto]. São Paulo: Geração Editorial, 2001.
:: Cem anos de poesia[organização Claufe Rodrigues e Alexandra Maia]. 2 vols., Rio de Janeiro: O Verso Edições, 2001.
:: Poesia brasileira do século XX: dos modernos à actualidade. [organização Jorge Henrique Bastos]. Lisboa: Antígona, 2002.
:: Scrittori Brasiliani. [a cura di Giovanni Ricciardi]. Napoli: Tullio Pironti Editore, 2003.
:: Perfil da Grécia em poetas do Brasil. [seleção de Stella Leonardos; organização e notas bibliográficas de Teresa Cristina Meireles]. Rio de Janeiro: Consulado Geral da Grécia; Francisco Alves, 2004.
:: Pescando peixes graúdos em águas brasileiras. [organização Geraldo Pereira]. Goiânia: s/ed., 2004.
:: Poesia viva em  Revista. Rio de Janeiro: Uapê, 2008.


TRADUÇÕES REALIZADAS POR IVAN JUNQUEIRA
Ivan Junqueira - foto (...)
BAUDELAIRE, Charles. As flores do mal[tradução, introdução e notas de Ivan Junqueira]. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 10ª ed., 1985.
BORGES, Jorge Luis. Prólogos. Com um prólogo dos prólogos. [tradução Ivan Junqueira]. Rio de Janeiro: Rocco, 1985.
CHESTERTON, G.K.. Doze tipos. [tradução, introdução e notas de Ivan Junqueira]. Rio de Janeiro: Topbooks, 1993.
ELIOT, T. S.. Quatro quartetos. [tradução, introdução e notas de Ivan Junqueira]. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1967.
ELIOT, T. S.. Poesia [tradução, introdução e notas de Ivan Junqueira]. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 8ª ed., 1981. 
ELIOT, T. S.. Ensaios[tradução, introdução e notas de Ivan Junqueira]. São Paulo: Art Editora, 1989. Menção honrosa do Prêmio Jabuti, 1990.
ELIOT, T. S.. De poesia e poetas[tradução, introdução e notas de Ivan Junqueira]. São Paulo: Brasiliense, 1991.
ELIOT, T. S.. Poesia completa[tradução, introdução e notas de Ivan Junqueira].. Ed. bilíngüe. São Paulo: Arx, 2004. 
PROUST, Marcel. Albertina desaparecida[tradução Ivan Junqueira]. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1988.
THOMAS, Dylan. Poemas reunidos 1934-1953[tradução, introdução e notas de Ivan Junqueira]. Rio de Janeiro: José Olympio, 1991; 2ª ed., revista, Rio de Janeiro: José Olympio, 2003.
YOUCENARMarguerite. A obra em negro. [tradução Ivan Junqueira]. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 6ª ed., 1981. 
YOUCENARMarguerite. Como água que corre. [tradução Ivan Junqueira]. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1982.

Ivan Junqueira traduziu ainda, para o teatro
SHAKESPEARE, William. A tempestade. [tradução Ivan Junqueira e Tite de Lemos]. Informações disponíveis no link(acessado em 3.7.2015).
CAMUS, Albert. Os justos. [tradução Ivan Junqueira e Yan Michalski]. Informações disponíveis no link e link. (acessado em 3.7.2015).

Traduções realizadas por Ivan Junqueira, incluídas em antologias e obra reunida 
BAUDELAIRE, Charles. Obras reunidas. (traduções de poemas). Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 1995.
LEOPARDIobras reunidas.  (traduções de poemas). Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 1996.

CD - Poemas musicados
:: Cinco movimentos & um soneto, de Denise Emmer. [poemas musicados do livro "Cinco movimentos, de Ivan Junqueira]. Rio de Janeiro: Leblon Records, 1997.


Ivan Junqueira - foto: Tasso
POEMAS ESCOLHIDOS DE IVAN JUNQUEIRA

Cinco movimentos - I
Que amor é esse que, desperto, dorme
e quando acorda faz-se ambíguo sonho,
transfigurando o belo no medonho
e em noite espessa a vida multiforme?
Então amor é só o que suponho,
o que não digo por ser tão informe
que fôrma alguma lhe é jamais conforme
como este molde em que teimoso o ponho?
Será amor o que se esquiva à fala
ou à linguagem que o pretende claro?
E o que seria esse tremor mais raro
que ao aflorar parece que se cala?
Amor oblíquo que olha de soslaio,
mas que ilumina e queima como raio...
- Ivan Junqueira, em "Cinco movimentos". Rio de Janeiro: Gastão de Holanda Editor, 1982.


Elegia Íntima
Minha mãe chorando no fundo da noite
rachou o silêncio do quarto adormecido.
Meu pai olhava o escuro e não dizia nada,
Um relógio preto gotejava barulho.
Lá fora o vento lambia as espáduas do céu.
Minha mãe chorando no fundo da noite
Apunhalou o sono de Deus.
- Ivan Junqueira, em "Os mortos". Rio de Janeiro: Atelier de Arte, 1964. 


Esse punhado de ossos
   a Moacyr Felix

Esse punhado de ossos que, na areia,
alveja e estala à luz do sol a pino
moveu-se outrora, esguio e bailarino,
como se move o sangue numa veia.
Moveu-se em vão, talvez, porque o destino
lhe foi hostil e, astuto, em sua teia
bebeu-lhe o vinho e devorou-lhe à ceia
o que havia de raro e de mais fino.
Foram damas tais ossos, foram reis,
e príncipes e bispos e donzelas,
mas de todos a morte apenas fez
a tábua rasa do asco e das mazelas.
E ai, na areia anônima, eles moram.
Ninguém os escuta. Os ossos choram.
- Ivan Junqueira,  em "Poemas Reunidos". Rio de Janeiro: Record, 1999. 



Flor Amarela
Atrás daquela montanha
tem uma flor amarela;
dentro da flor amarela,
o menino que você era.

Porém, se atrás daquela
montanha não houver
a tal flor amarela,
o importante é acreditar
que atrás de outra montanha
tenha uma flor amarela
com o menino que você era
guardado dentro dela.
- Ivan Junqueira, em "Poesia reunida". São Paulo: Girafa Editora, 2005.


Hoje
A sensação oca de que tudo acabou
o pânico impresso na face dos nervos
o solitário inverno da carne
a lágrima, a doce lágrima impossível...
e a chuva soluçando devagar
sobre o esqueleto tortuoso das árvores
- Ivan Junqueira, em Os mortos". Rio de Janeiro: Atelier de Arte, 1964. 


Morrer
Pois morrer é apenas isto:
cerrar os olhos vazios
e esquecer o que foi visto; 

é não supor-se infinito,
mas antes fáustico e ambíguo,
jogral entre a história e o mito; 

é despedir-se em surdina, 
sem epitáfio melífluo 
ou testamento sovina; 

é talvez como despir 
o que em vida não vestia 
e agora é inútil vestir; 

é nada deixar aqui: 
memória, pecúlio, estirpe, 
sequer um traço de si; 

é findar-se como um círio 
em cuja luz tudo expira 
sem êxtase nem martírio.
- Ivan Junqueira, em "O grifo". Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1987.


No leito fundo
No leito fundo em que descansas,
em meio às larvas e aos livores,
Capa do livro 'A sagração dos ossos',
de Ivan Junqueira
longe do mundo e dos terrores
que te infundia o aço das lanças;

longe dos reis e dos senhores
que te esqueceram nas andanças,
longe das taças e das danças,
e dos feéricos rumores;

longe das cálidas crianças
que ateavam fogo aos corredores
e se expandiam, quais vapores,
entre as alfaias e as faianças

de tua herdade, cujas flores
eram fatídicas e mansas,
mas que se abriam, fluidas tranças,
quando as tangiam teus pastores;

longe do fel, do horror, das dores,
é que recolho essas lembranças
e as deito agora, já sem cores,
no leito fundo em que descansas.
- Ivan Junqueira, em "A sagração dos ossos".  Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1994. 


Ó deâmbula alma inquieta
Animula vagula, blandula,
Hospes comesque corporis (...)
Publius Aelius Hadrianus

Ó deâmbula alma inquieta,
por que te moves às cegas
nesse ermo que se enovela
entre o que és e o que pareces?
Por que te pões tão secreta,
se debaixo de teus véus
todos logo te percebem
nos mil papéis que interpretas?
Por que temes, alma inquieta,
esse dia em que, perplexa,
souberes que não te hospedam
o paraíso ou o inferno?
Não te basta o que é terrestre
e se dá à flor da pele?
Por que buscas o mistério
no abismo que desconheces?
É por angústia que o anelas
ou só por gula das trevas
que, profundas, te apetecem
como as carcaças ao verme?
É pela luz que, feérica,
confias ver entre as vértebras
da solidão que te cerca
desde que ao mundo vieste?
- Ivan Junqueira, em "Essa música". Rio de Janeiro: Rocco, 2014


Ó memória insepulta
Ó memória insepulta nas areias
da praia a que regresso, mas não ouço
ali a voz dos ventos, o balouço
da espuma nas espáduas das sereias.
Ó memória da infância sob as teias
que as aranhas teceram rente ao poço
do jardim: ervas, lodo, o calabouço
onde se afiam os punhais, as meias
palavras, as intrigas cujas veias
vertem ódios tão duros quanto um osso
e tudo o que separa, fundo fosso,
as coisas puras das mais vis e feias.
Ó memória que augura: ainda és moço,
e a velhice é tão só outro alvoroço.
- Ivan Junqueira, em "Essa música". Rio de Janeiro: Rocco, 2014, p. 47.


O poema
Não sou eu que escrevo o meu poema:
ele é que se escreve e que se pensa,
como um polvo a distender-se, lento,
no fundo das águas, entre anêmonas
que nos abismos do mar despencam.

Ele é que se escreve com a pena
da memória, do amor, do tormento,
de tudo o que aos poucos se relembra:
um rosto, uma paisagem, a intensa
pulsação da luz manhã adentro.

Ela se escreve vindo do centro
de si mesmo, sempre se contendo.
É medido, estrito, minudente,
música sem clave ou instrumentos
que se escuta entre o som e o silêncio.

As palavras com que em vão ao invento
não são mais que ociosos ornamentos,
e nenhuma gala lhe acrescentam.
Seja belo ou, ao invés, horrendo,
a ele é que cabe todo engenho,

não a mim, que apenas o contemplo
como um sonho que se sustenta
sobre o nada, quando o mito e a lenda
eram as vísceras de que o poema
se servia para ir-se escrevendo.
- Ivan Junqueira, em "Essa música". Rio de Janeiro: Rocco, 2014.


Quase uma sonata
É música o rigor com que te moves
à fluida superfície do mistério,
os pés quase suspensos, a aérea
partitura do corpo, seus acordes. 

Espaço e tempo são teu solo. E colhem,
não tanto a luz que entornas, mas o pólen
com que ela cinge e arroja as coisas mortas
além da espessa morte que as enrola.

E música o silêncio que te cobre
quando lampeja à noite tua nudez,
em franjas derramada sobre o leito

das águas, onde as algas te incendeiam
porque semelhas, mais que o mar profundo,
o intemporal princípio e fim de tudo.
- Ivan Junqueira, em "Opus descontínuo”. 1969-1975.


Relâmpago
A navalha de luz do relâmpago
rasga a carne da escuridão
com um estrondo que reboa
mais alto que as trombetas do Juízo.
Será assim o clarão que nos cega
quando a alma, extenuada,
galga os degraus da imortalidade?
- Ivan Junqueira, em "Essa música". Rio de Janeiro: Rocco, 2014.



Ritual
Fecho as janelas desta casa
(seus corredores, seus fantasmas
sua aérea arquitetura de pássaro)
fecho a insônia que inundava
meu quarto debruçado sobre o nada
fecho as cortinas onde a larva
do tempo tece agora sua praga
fecho a clara algazarra plácida
das vozes sangüíneas da alvorada
fecho o trecho taciturno da tocata
a chuva percutindo as teclas do telhado
as sombras navegando pelo pátio
                                               e o bambuzal

Fecho as torneiras da memória

Fecho também a tumultuosa torrente de vida 
que poderia ter rompido o cerco das paredes 
e feito explodir a argamassa de calcário e solidão

Fecho ainda as lentas pálpebras da amada 
o mofo acumulado entre seus lábios 
o limo que vestiu sua carne desolada

Fecho tudo e depois me fecho

Estou cansado
                 estou triste
                                     estou só
- Ivan Junqueira, em "Os mortos". Rio de Janeiro: Atelier de Arte, 1964. 


Talvez o vento saiba 
Talvez o vento saiba dos meus passos,
das sendas que os meus pés já não abordam,
das ondas cujas cristas não transbordam
senão o sal que escorre dos meus braços.
As sereias que ouvi não mais acordam
à cálida pressão dos meus abraços,
e o que a infância teceu entre sargaços
as agulhas do tempo já não bordam.
Só vejo sobre a areia vagos traços
de tudo o que meus olhos mal recordam
e os dentes, por inúteis, não concordam
sequer em mastigar como bagaços.
Talvez se lembre o vento desses laços
que a dura mão de Deus fez em pedaços.
- Ivan Junqueira, em "Poemas reunidos". Rio de Janeiro: Record, 1999.


Testamento
Sem trilhas no labirinto,
solitário, a passo lento,
leio o infausto testamento
de um infante agora extinto.

O que ensina esse lamento
a quem o escuta e, faminto,
só o aprende à luz do instinto,
e nunca à do entendimento?

Não será acaso o vento
o que nas vértebras sinto?
Ou será que apenas minto,
e mente-me o pensamento?

Não há dor nem sofrimento
no que leio, mas consinto
em que ali tudo está tinto
do mais fáustico argumento:

não o aroma do jacinto
nem a paz do esquecimento,
mas o grifo que, violento,
verte o verde do absinto.
- Ivan Junqueira, em "A sagração dos ossos".  Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1994. 


Tristeza
Esta noite eu durmo de tristeza.
(O sono que eu tinha morreu ontem
queimado pelo fogo de meu bem.)
O que há em mim é só tristeza,
uma tristeza úmida, que se infiltra
pelas paredes de meu corpo
e depois fica pingando devagar
como lágrima de olho escondido.
(Ali, no canto apagado da sala,
meu sorriso é apenas um brinquedo
que a mãozinha da criança quebrou.)
E o resto é mesmo tristeza.
- Ivan Junqueira, em Os mortos". Rio de Janeiro: Atelier de Arte, 1964.


Vai tudo em mim
Vai tudo em mim, enfim, se despedindo
neste pomar sem ramos ou maçãs,
sem sol, sem hera ou relva, sem manhãs
que me recordem o que foi e é findo.

Tudo se faz sombrio, e as sombras vãs
do que eu não fui agora vão cobrindo
os ermos epitáfios, indo e vindo
entre as hermas e as lápides mais chãs.

Tudo se esvai num remoinho infindo
de atávicas moléculas malsãs:
essas do avô, do pai e das irmãs
que o sangue foi à alma transmitindo.

Tudo o que eu fui em mim de mim fugindo
em meu encalço vem me perseguindo.
- Ivan Junqueira, em “O outro lado". Rio de Janeiro: Record, 2007. 

Ivan Junqueira - foto (...)
FORTUNA CRÍTICA DE IVAN JUNQUEIRA
[Estudos acadêmicos - teses, dissertações, ensaios, artigos, livros e artigos jornalísticos]
ACÁCIO, Fernando. A poesia de T.S. Eliot em português. em Correio do Povo, Porto Alegre, 19.5.1981.
AGUIAR, Cláudio. Ivan Junqueira: a poesia brasileira de hoje é muito superior à que se escreve em outras línguas. (entrevista), em O Pão, ano VI, n.o 41, Fortaleza, 31.5.1997.
AIRES, Aidenor. Ivan Junqueira em Goiânia. em Diário da Manhã, Goiânia, 31.7.2009.
AIZANHA, Ana. “Os caminhos do verso”, em Época, n.o 377, Rio de Janeiro, 8.7.2005.
ALBUQUERQUE, Paulo Medeiros e.. A Rainha Arcaica. em Suplemento Literário, O Popular, Goiânia, 27.12.1980.
Ivan Junqueira - foto (...)
ALBUQUERQUE, Paulo Medeiros e.. Testamento de Pasárgada. em Suplemento Literário, O Popular, Goiânia,  21.2.1981.
ALENCAR E SILVA, Joaquim. Ivan Junqueira: A sagração dos ossos. em Cultura, Diário do Nordeste, Fortaleza, 11.4.1999.
ALMEIDA, Anylton de.. Manuel Bandeira, com afeto. em Fim de Semana, São Paulo, 23.1.1981.
ALMEIDA, Anylton de.. Testamento de Pasárgadaem Fim de Semana, São Paulo, 21.2.1981.
ALMEIDA, Anylton de.. O poeta do século. em Caderno Dois, A Gazeta, São Paulo, 31.5.1981.
ALMEIDA, Anylton de.. Eliot, enfim, no Brasil. em Livros, A Gazeta, Vitória, 13.5.1981.
ALMEIDA FISCHER, Osvaldo. Apuro artesanal. em Jornal de Letras, ano XXXII, n.o 364, Rio de Janeiro, set. 1981.
ALMEIDA FISCHER, Osvaldo. Três valores da poesia de agora. em Correio Braziliense, Brasília, 19.2.1982.
ALVAREZ, Reynaldo Valinho. O Grifo. em Jornal de Letras, Rio de Janeiro, maio 1987.
ALVIM, Marco Paulo. A Tinta das Letras, II. Rio de Janeiro: Fundação Casa de Rui Barbosa, 1988.
AMÂNCIO, Moacir. A volta de Proust em nova versão. em Caderno 2, O Estado de S. Paulo, 20.8.1988.
AMÂNCIO, Moacir. Junqueira resgata a resenha. em Caderno 2, O Estado de S. Paulo, 25.7.1991.
AMÂNCIO, Moacir. Crítica, críticos e contendas literárias. (entrevista), em Caderno de Sábado, Jornal da Tarde, São Paulo, 29.1.1994.
AMÂNCIO, Moacir. Versos clássicos, emoção nova. em Caderno de Sábado, Jornal da Tarde, São Paulo, 17.12.1994.
ANDRADA, Fábio de Souza. Dylan Thomas: o vigor poético de um galês beberrão. em Cultura, ano VIII, nº 593, O Estado de S. Paulo, 21.12.1991.
ANDRADE, Isadora. Ivan Junqueira busca inspiração na mitologia. em A Gazeta, Cuiabá, 17.1.1999.
ANJOS, Márvio dos. Ivan Junqueira: diálogo com a tradição. em Folha Ilustrada, Folha de S. Paulo, São Paulo, 8.11.2003.
ANTÔNIO, João. Um mestre da santa irreverência. em Tribuna Bis, Tribuna da Imprensa, Rio de Janeiro, 7.3.1994.
ARAÚJO, Celso. As flores modernas de Baudelaire. em Diário de Pernambuco, Recife, 18.12.1985.
ARAÚJO, Felipe. Ivan, o terrível. (entrevista), em Sábado, O Povo, Fortaleza, 31.5.1997. 
ARAÚJO, Felipe. Rimbaud, um outro. em Sábado, O Povo, Fortaleza, 18.4.1998.
ARAÚJO, Felipe. Testamento resgatado. em Sábado, O Povo, Fortaleza, 21.10.2003.
ARAUJO, Rodrigo Michell dos Santos. Um grito de desespero: diálogos para uma filosofia da morte em Ivan Junqueira e Emil Cioran. Estação Literária, v. 9, p. 81-94, 2012.
ARCANJO, Clauder. O outro lado. em Gazeta do Oeste, Mossoró, 8.6.2008.
ARCANJO, Clauder. Ivan Junqueira: poeta a rigor (entrevista), in Papangu, ano 5, nº 53, Mossoró, jun. 2008.
ARIAS, Juan. Ivan Junqueira.. (entrevista), em Babelia, El Pais, Madrid, 2.11.1002.
ASCHER, Nelson. Duas boas traduções trazem poesia e ensaios de Eliot. em Letras, Folha de S. Paulo,  2.11.1991.
AYALA, WaImir. Estréia poética: Ivan Junqueira. em Jornal do Commercio, Rio de Janeiro, 23.6.1964.
AZEREDO, Ecila de.. A intensa luminosidade das flores de Baudelaire. em Livros, Folha de S. Paulo, 8.12.1985.
BÁRBARA, Danúsia. Gordos e magros: os outros caminhos de José Lins do Rego. em Suplemento do Livro, Jornal do Brasil, 30.5.1981.
BARBOSA FILHO, Hildeberto. A Sagração dos Ossos, em Literatura, O Norte, João Pessoa, 10.1.1999.
BARBOSA FILHO, Hildeberto. Poemas reunidos, de Ivan Junqueira. em O Norte, João Pessoa, 7.11.1999.
BARBOSA FILHO, Hildeberto. Verdade e beleza na poesia de Ivan Junqueira. em Correio das Artes, A União, João Pessoa, dez. 2007.
BARILE, João Pombo. Ivan Junqueira (entrevista), em Suplemento Literário do Minas Gerais, ano 38, n.o 1273. Belo Horizonte, out. 2004.
BARILE, João Pombo. Em bom português. em O Tempo, Belo Horizonte, 30.10.2004.
BARROS, André Luís de. O poeta que veio de Gales. em Veja Rio, Rio de Janeiro, 13.12.1991.
BARROSO, Ivo. Um guia no labirinto de literatura. em Idéias / Livros, Jornal do Brasil, 4.12.1993.
BARSETTI, Sílvio. Poesia além das fronteiras. em Caderno B, Jornal do Brasil, 13.2.1994.
BASÍLIO, Astier. Toda poesia de Ivan Junqueira. em A União, João Pessoa, 13.1.2006.
BASÍLIO, Astier. Ivan Junqueira, poeta maior. em Jornal da Paraíba, João Pessoa, 17.11.2006.
BASTOS, Augusto Sérgio. O enorme poeta ‘menor’ senhor de seus recursos e extremamente culto. em Prosa & Verso, O Globo, Rio de Janeiro, 30.8.2003.
BERG, Stephen. A metafísica tardia do mito Dylan Thomas. em Ideias / Livros, nº 280, Jornal do Brasil,  Rio de Janeiro, 8.2.1992.
BERG, Stephen. O poeta como leitorem Ideias / Livros, nº 312, 19.7.1992.
BERNARDINI, Aurora F.. Inês de Castro além da redoma do mito. em Folha de S. Paulo, 12.10.1980.
BERNARDINI, Aurora F.. A Rainha Arcaica. em Folha de S. Paulo, 24.10.1980.
BERNARDINI, Aurora F.. A essência do homem na poesia de Eliot. em Folha de S. Paulo, 19.6.1981. 
BERNARDINI, Aurora F.. Dias idos e vividosem Folha de S. Paulo, 10.7.1981.
BERNARDINI, Aurora F.. Marguerite Yourcenar volta com novo livroem Folha de S. Paulo, 25.9.1981.
Ivan Junqueira - foto (...)
BERNARDINI, Aurora F.. Devastação passa pela críticaem Folha de S. Paulo, 7.7.1987.
BERNARDO, Júlio. Delicioso perfeccionista. em Livros, O Globo, Rio de Janeiro, 14.5.1989.
BESSA, Pedro Pires. Ivan Junqueira. Jornal Agora, Divinópolis, MG, BRASIL, p. 2-A - 2-A, 10 jul. 2013.
BINS, Patrícia. Revisitando Eliot. em Correio do Povo, Porto Alegre, 8.7.1981.
BIONDO, Sônia. A Rainha Arcaica: a poesia da maturidade no momento certo. em Segundo Caderno, O Globo, Rio de Janeiro, 22.10.1980.
BIONDO, Sônia. Ivan Junqueira e a arte de traduzir poetasem Segundo Caderno, O Globo, Rio de Janeiro, 10.6.1986.
BORGES, Rogério. A poesia sempre será para poucos. (entrevista), em Magazine, O Popular, Goiânia, 28.7.2005.
BORGES, Rogério. Antes de tudo, um poeta. (entrevista). em Magazine, O Popular, Goiânia, 30.7.2009.
BORK, Connie. Faderlaengsel. em Politiken, Copenhague, 27.6.1994.
BRAGA, Rubem. Agora é a vez de Baudelaire. em Revista Nacional, nº 373, Rio de Janeiro, dez. 1985.
BRANCO, Aloísio G.. Luz reveladora sobre poetas e poesia. em Livros, O Globo, Rio de Janeiro, 22.7.1984.
BRASIL, Lena. Servidor público na Academia (entrevista), em O Público, Rio de Janeiro, abr. 2000.
BRASILEIRO, Antônio. “O luminoso outro lado do poeta Ivan Junqueira”, in Cultural, A Tarde, Salvador, 07.06.2008.
BREGANTINI,  Daisy. O lirismo negro de Baudelaire (entrevista), em Cult, ano VI, n.o 73, São Paulo, set. 2003.
BRIGUET, Paulo. Sabedoria em voz e verso (entrevista), em Jornal de Londrina, Londrina, 26.10.2008.
BUENO, Alexei. A Sagração dos Ossos. em Poesia Sempre, ano 3, nº 5, Rio de Janeiro: Fundação Biblioteca Nacional / Departamento Nacional do Livro, fev. 1995.
BUENO, Alexei. A terra, os homens, o tempo. em Bravo!, ano 8, São Paulo, nov. 2004.
BUENO, Alexei. Dissoluções e derivações do Modernismo e Tradução de poesia. em Uma História da Poesia Brasileira. Rio de Janeiro: G. Ermakoff, 2007, p. 14, 378, 384-86 e 431-33.
BUENO, Alexei. Cinzas do espólio. em Cinzas do espólio. Rio de Janeiro: Record, 2009.
BUENO, Wilson. “Ivan Junqueira, o poeta do pensamento”, em O Estado de S. Paulo, 10.7.1999.
CABRITA, Antônio. Olhar de frente o poema (entrevista), em Expresso, Lisboa, 8.12.2000.
CALÁBRIA, Daniela. Os herdeiros do Modernismo. em Segundo Caderno, O Globo, Rio de Janeiro, 7.10.1989.
CALDAS, Dorian Gray. Ivan Junqueira. A música audível. em Revista do Conselho Estadual de Cultura do Rio Grande do Norte, ano I, nº 1, Natal, 2005.
CALLADO, Antônio. Vou-me embora pra Pasárgada. em IstoÉ, ano 5, nº 214, São Paulo, 28.1.1981.
CALMON FILHO, Milton. Um paladino da tradição poética. em Livros, O Globo, Rio de Janeiro, 30.10.1994.
CAMPOMIZZI FILHO, Aluízio. A Rainha Arcaica. em Estado de Minas, Belo Horizonte, 16.4.1981.
CAMPOMIZZI FILHO, Aluízio. Uma luz na distânciaem Estado de Minas, Belo Horizonte, 22.7.1981.
CAMPOMIZZI FILHO, Aluízio. Dias idos e vividos. em Folha do Povo, Ubá, 26.6.1982.
CAMPOMIZZI FILHO, Aluízio. Noite de saudade. em Sabiá, ano II, n.o 17, Casa do Brasil de Lisboa, nov. 1993.
CAMPOS, Geir. Um poema de Eliot em português. em Ideias / Livros, Jornal do Brasil, Rio de Janeiro, 16.7.1988.
CAMPOS, Paulo Mendes. Treze pontos. em Leia Livros, ano IV, n.o 37, São Paulo, 15 jul.-14 ago. 1981.
CARONI, Ítalo. Um monumento ao grande maldito. em Leia, ano VII, n.o 8, São Paulo, fev. 1986.
CARPEAUX, Otto Maria. Eliot em quatro tempos. em Suplemento do Livro, Jornal do Brasil, Rio de Janeiro, 20.5.1967.
CARPEGGIANI, Schneider. Autores modernos fundamentais são compilados pelo poeta Ivan Junqueira. em Jornal do Commercio, Recife, 15.10.2000.
CARPINEJAR, Fabrício. O encantador de serpentes. em Ideias / Livros, Jornal do Brasil, Rio de Janeiro, 30.7.2005.
CARVALHO, Francisco. A poesia radical de Ivan Junqueira. em Cultura, Diário do Nordeste, Fortaleza, 15.12.2007.
CASARI, Regina. Vinte faces do poeta Bandeira. em Jornal de Hoje, Campinas, 15.2.1981.
CASOTTI, Bruno. Livro revela ensaios esquecidos de Chesterton. em Segundo Caderno, O Globo, Rio de Janeiro, 17.1.1994.
CASSAS, Luís Augusto. Poesia maior do que a morte. em O Estado do Maranhão, São Luís, 22.7.1999.
CASTELLANO, Mayka. Ivan Junqueira reunido. em Tribuna Bis, Tribuna da Imprensa, Rio de Janeiro, 2-3.7.2005.
CASTELLO, José. Ivan Junqueira lança sua última coletânea de ensaios. (análise e entrevista), em Caderno 2, O Estado de S. Paulo, 9.1.1999.
CASTELLO, José. Versos úteis para a vida. em Época, São Paulo, 17.11.2003.
CASTRO, Sílvio. A poesia de Ivan Junqueira e Apêndices 1 e 2. em Modernização Modernidade: 7 Poetas Contemporâneos da Academia Brasileira de Letras. Rio de Janeiro: Galo Branco, 2006.
CAVALCANTE, Ana Mary C.. Academia das vaidades. em O Povo, Fortaleza, 29.3.2000.
CAVALHEIRO, Célia Regina. A crítica devassada. em Leia, São Paulo, dez. 1989.
CECÍLIA, Cláudia. Seleção poética. em Caderno D, O Dia, Rio de Janeiro, 28.7.1999.
CHOMSKY, Fernando Daniel. Dylan Thomas: uma poesia à luz da morte. em Tribuna Bis, Tribuna da Imprensa, Rio de Janeiro, 9-10.11.1991.
COELHO, Marcelo. Dylan Thomas faz síntese de poesia e retórica. em Folha Ilustrada, Folha de S. Paulo, 1.1.1992.
COELHO, Marcelo. Chesterton suspende a crença na sanidade. em Folha Ilustrada, Folha de S. Paulo, 26.1.1994.
COELHO, Teixeira. As lições simples de um generoso T.S. Eliot. em Caderno 2, O Estado de S. Paulo,  28.1.1990.
CONDE, Miguel. O espólio literário de Ivan Junqueira. em Prosa on line, Rio de Janeiro, 4.5.2009.
CONTI, Mário Sérgio. A reaparecida. em Livros, Veja, São Paulo, 7.6.1989.
CORREA, Alamir Aquino. Meditações da Finitude em Ivan Junqueira. Texto Poético, v. 5, p. 1-8, 2008.
CORREIA, Carlos Augusto. As lições poéticas de T.S. Eliot. em Cultura, O Estado de S. Paulo, 17.3.1989.
CORTEZ, António Carlos. Sagração da palavra. em Jornal de Letras, Ano XXVII, nº 969, Lisboa, 21.11 a 4.12.2007.
COSTA, Caio Túlio. O mago metafísico. em Livros, Veja, nº 638, São Paulo, 23.11.1980.
COSTA, Caio Túlio. Música de ideias. em Livros, Veja, nº 664, 27.5.1981.
COUTINHO, Afrânio; SOUSA, J. Galante de.. Enciclopédia da Literatura Brasileira. v. II. São Paulo: Global / Fundação Biblioteca Nacional /Academia Brasileira de Letras, 2ª ed., revista e atualizada, 2001, p. 891
COUTINHO, Edilberto. Ivan Junqueira: a criação a partir da prática da reflexão. em Fatos & Fotos, Rio de Janeiro, 29.10.1984.
COUTINHO, Sônia. T. S. Eliot: em tradução, a fragmentada poesia do isolamento humano. em Segundo Caderno, O Globo, Rio de Janeiro, 11.5.1981.
COUTINHO, Wilson. Três gigantes da poesia moderna na arte da decifração de Ivan Junqueira. em Prosa & Verso, O Globo, Rio de Janeiro, 4.11.2000.
CRUZ, Arlete Nogueira da. Sensibilidade e poesia. em O Estado do Maranhão, 30.10.1998.
CUNHA, Alécio. Poesia é fio condutor dos ensaios do crítico. em Cultura, Hoje em Dia, Belo Horizonte, 6.1.1999.
CUNHA, Alécio. Itinerário lírico de Bandeira em Testamento de Pasárgadaem Cultura, Hoje em Dia, Belo Horizonte, 14.9.2003.
CUNHA, Alécio. Anos 30 reúne poemas com os inevitáveis efeitos do Modernismo. em Hoje em Dia, Belo Horizonte, 26.7.2008.
CUNHA, Alécio. Ivan Junqueira analisa legado de Alphonsus. em Cultura, Hoje em Dia, Belo Horizonte, 15.5.2009.
CUNHA, Fausto. A Rainha Arcaica. em Livros, Status, nº 73, Rio de Janeiro, jan. 1981.
CUNHA, Fausto. Poesia. T.S. Eliot. em Livros, Status, nº 73, Rio de Janeiro, nº 85, ago. 1981.
CUNHA, Helena Parente. Jeremias, a Palavra Poética. Rio de Janeiro: José Olympio, 1979.
Ivan Junqueira - foto (...)
DALEFI, Roberto. Junqueira escorrega nas citações. em Livros, Folha de S. Paulo, 7.6.1987.
DAMULAKIS, Gerana. No dédalo da poesia. em A Tarde, Salvador, 29.2.2000.
ERTHAL, Márcia. Tempo como estratagema. em Artes, Jornal do Commercio, Rio de Janeiro, 31.8 e 1-2.9.2007.
ERTHAL, Márcia. Novas poesia de Ivan Junqueira. em Artes, Jornal do Commercio, Rio de Janeiro, 25-26-27.1.2008.
ESPINHEIRA FILHO, Ruy. Animal efêmero. em A Tarde, Salvador, 18.3.1995.
ESPINHEIRA FILHO, Ruy. Clássico e poderoso. em A Tarde, Salvador, 29.1.2000.
ESPINHEIRA FILHO, Ruy. Forma e essência. em Cultural, A Tarde, Salvador, 27.12.2003.
FAGUNDES, Igor. Além da morte. em Rascunho, Ano 9, nº 100, Curitiba, ag. 2008.
FARIA, Álvaro Alves de.. Várias vozes de uma só poesia. em Caderno de Sábado, Jornal da Tarde, São Paulo, 4.1.1992.
FARIA, Álvaro Alves de.. Muito além de ossos e destroços (entrevista), em Rascunho, ano IV, n.o 46, Curitiba, fev. 2004.
FARIAS, Elisângela. Obras trazem transições da poesia brasileira. em Arte e Vida, Jornal do Tocantins, Palmas, 26.7.2008.
FELINTO, Marilene. O processo de criação de Eliot revela sua disciplina. em Livros, Folha de S. Paulo, 24.2.1990.
FÉLIX, Moacyr. Apresentação. em A Sagração dos Ossos. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1994.
FERRAZ, A.G.. Biografia de Bandeira pela própria poesia. em Livros, Folha de S. Paulo, 23.9.1991.
FERRAZ, Heitor. Bilhete de suicida. em Jornal de Resenhas, UNESP, São Paulo, 8.8.1998.
FERREIRA, Izacyl Guimarães. Uma poesia além das circunstâncias. em Coluna do Editor, Portal UBE, ag. 2008.
FIORILLO, Marília Pacheco. No Renascimento. em Livros, Veja, nº 680, São Paulo, 16.9.1981.
FISCHER, Luís Augusto. Cérebro e coração. em Rascunho, ano IV, nº 42, Curitiba, out. 2003.
FISCHER, Luís Augusto. O poeta que combinou o cotidiano com o melhor da tradição. em Folha de S. Paulo, 10.11.2003.
FONSECA, Aleílton. Da penumbra ao pedestal. em Rascunho, nº 64, Curitiba, ago. 2005.
FONSECA, Aleílton. Héritages du romantisme dans la littérature brésilienne contemporaine. in Les Langues néo-latines, nº 336, Tours, Association des Enseignements de Langues Vivantes Romaines, mars 2006.
FONSECA, Celso. Encontrando um Proust perdido. em Jornal da Tarde, São Paulo, 29.4.1989.
FONTELA, Orides. Junqueira e o excesso do verbo. em Caderno 2, ano II, n.o 343, O Estado de S. Paulo, 17.5.1987.
FORMENTI, Antônio Augusto. Ivan Junqueira, recriando a vida. em O Estado de S. Paulo, 25.4.1987.
FRAGA, Myriam. Testamento de Pasárgada. em A Tarde, Salvador, 5.10.2003.
FRAGA, Rosidelma Pereira. Seis poetas contemporâneos: memória e tradição (Leituras sobre Murilo Mendes, Antonio Cicero, Secchin, Ivan Junqueira, Manoel de Barros e Hardi Filho).. Coluna Poiesis - Entretextos, Teresina PI, p. 1 - 8, 24 nov. 2011.
FRANCIS, Paulo. Diário da corte. em Caderno 2, O Estado de S. Paulo, 15.12.1991.
FRÓES, Leonardo. Poesia intempestiva e viva. em Prosa & Verso, O Globo, Rio de Janeiro, 11.12.2004.
GAMA, Mauro. Entre as capas e os livros de verdade. em Ele & Ela, Rio de Janeiro, dez. 1980.
GAMA, Mauro. De Drummond a Stendhal, viva a leituraem Ele & Ela, Rio de Janeiro, mar. 1981.
GAMA, Mauro. Poesia de Eliot e romancesem Ele & Ela, Rio de Janeiro, jul. 1981.
GAMA, Mauro. À sombra de Orfeuem Ele & Ela, Rio de Janeiro, 1984.
GAMA, Mauro. Baudelaire em português: luxo e rigor. em Livros, O Globo, Rio de Janeiro, 15.12.1985.
GAMA, Mauro. Poemas reunidos 1934-1953, de Dylan Thomas. em Poesia Sempre, ano 1, n.o 1, Rio de Janeiro, Fundação Biblioteca Nacional / Departamento Nacional do Livro, jan. 1993.
GAMA, Mauro. Poeta de ossos e remorsos. em Prosa & Verso, O Globo, Rio de Janeiro, 15.10.2005.
GARCIA, Irineu. Doze anos para traduzir Eliot. em Zona Tórrida, Lisboa, 15.6.1981.
GARCÍA, Xosé Lois. Poesia completa de Lêdo Ivo. em Opinión, Galicia Hoxe, Santiago de Compostela, 7.12.2004.
GOMES, Duílio. Testamento de Pasárgada. em Autores & Livros, Estado de Minas, 18.1.1981.
GOMES, Frederico. O sagrado ofício dos poetas. em Ideias / Livros, Jornal do Brasil, Rio de Janeiro, 19.11.1994.
GOMES, Frederico. The Consecration of Bones. in The Brazilian Book Magazine, ano V, n.o 10. Rio de Janeiro: Fundação Biblioteca Nacional, August 1995.
GOMES, Frederico. O poeta do pensamento. em Artes, Jornal do Commercio. Rio de Janeiro, 19-20 e 21.10.2007.
GOMES, Frederico. Da sombra da morte à luz da poesia: poeta do pensamento. em Revista Brasileira, Ano XIII, Fase VII, nº 53, Rio de Janeiro, Academia Brasileira de Letras, out.-dez. 2007.
GOMES, Frederico. O outro lado das coisas. em Poesia Sempre, Ano 15, nº 28, Rio de Janeiro, Fundação Biblioteca Nacional, 2008.
GONÇALVES, Adelto. Caminho para Pasárgada. em Cultural, A Tarde, Salvador, 27.12.2003.
GONÇALVES, Magaly Trindade; AQUINO, Zélia Thomas de; BELODI, Zina C. (org.). Antologia Comentada da Literatura Brasileira. Poesia e Prosa. Petrópolis: Vozes, 2006.
GONÇALVES FILHO, Antônio. T.S. Eliot revisto, ampliado e claro. em Caderno 2/Cultura, O Estado de S. Paulo, 14.11.2004.
GRÜNEWALD, José Lino. Razões da invenção poética. em Livros, O Globo, Rio de Janeiro, 14.11.1993.
GUIMARÃES, Torrieri. Poesia fluente e bela em justo equilíbrio. em Folha de S. Paulo, 22.10.1980.
GUIMARÃES, Torrieri. Manuel Bandeira em estudo importanteem Folha de S. Paulo, 27.3.1981.
Ivan Junqueira - foto (...)
HÉLIO, Mário. Na concha do vazio. em Boletim do Real Gabinete Português de Leitura, nº 98, Recife, set. 2000.
HENNENBERG, Jens. Dyrets stille latter. in Aalborg Stifstiderde, Copenhague, 14.6.1994.
HOJHOLT, Per. Brasilianske digte i flot oversaettelse. in Mogenavisen Jyllards Posten, Copenhague, 7.6.1994.
HOLANDA, Gastão de. Poesia sensorial entre o corpo e a torturada mente. em Livros, O Globo, Rio de Janeiro, 24.5.1981.
HOLANDA, Gastão de. Antologia de T.S. Eliot em tradução cuidadaem Livros, O Globo, Rio de Janeiro, 7.6.1981.
HORTA, Anderson Braga. Três vezes poeta e Arquitetura da poesia. em Testemunho & Participação, Brasília: Thesaurus, 2005.
HORTA, Luiz Paulo. Perfis literários de Chesterton. em Livros, O Globo, Rio de Janeiro, 30.1.1994.
HOUAISS, Antônio. "Prefácio”, em Quatro Quartetos. [tradução de Ivan Junqueira]. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1967.
IVO, Lêdo. Ivan Junqueira fala sobre Os mortos. em Leitura, n.o 81-82, Rio de Janeiro, abr.-maio 1964.
IVO, Lêdo. Os delfins da poesia brasileira. Manchete, Rio de Janeiro, 15.10.1964.
IVO, Lêdo. O Tempo além do Tempo, de Ivan Junqueira. Anais da Academia Brasileira de Letras, vol. 193, Rio de Janeiro, 2008.
IVO, Lêdo. O caminho de Ivan Junqueira. em Revista Brasileira, ano XIV, nº 56, ABL, jul.-set. 2008; 
IVO, Lêdo. O caminho de Ivan Junqueira. em O  Ajudante de Mentiroso. Rio de Janeiro: Educam/ABL, 2009.
JARDIM, Paulo de Tarso. Poesia passada e poesia presente. em Revista de Poesia e Crítica, ano V, n.o 7, São Paulo / Rio de Janeiro, maio 1981.
JOHNS, Per. A vida, a morte, quase em surdina. em Livros, O Globo, Rio de Janeiro, 7.9.1980.
JOHNS, Per. Uma seleção dos escritos esparsos de Lins do Regoem Livros, O Globo, Rio de Janeiro, 21.6.1981.
JOHNS, Per. O poeta do prosaico e da desolação. em Suplemento do Livro, Jornal do Brasil, Rio de Janeiro, 9.5.1981.
JOHNS, Per. A crítica como processo de vivência. em Cultura, ano IV, n.o 220, O Estado de S. Paulo, 26.8.1984.
JOHNS, Per. Supremo rebelde. em Livro, Jornal do Brasil, Rio de Janeiro, 8.12.1985.
JOHNS, Per. Modern brasiliansk litteratur. in Litteratur i Latinamerika, rediget af Uffe Harder, Copenhague, s. n., 1985.
JOHNS, Per. Dédalo de arcaicas escrituras (prefácio a O Grifo). Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1987.
JOHNS, Per. Nogle ‘hints’ in den brasiliansk poesi”, em Litteraturen pa acenen, Arhus, 8.13.1989.
JOHNS, Per. Forord. in Griffen, oversat af Peter Poulsen, Copenhague Husets Forlag, 1994.
JOHNS, Per. Da magia de um pequeno unicórnio na treva a todos os rios do mundo. em Prosa & Verso, O Globo, Rio de Janeiro, 20.12.2003.
JOHNS, Per. Da magia de um pequeno unicórnio na treva a todos os rios do mundo. Revista Brasileira, Fase VII, ano X, n.o 39, ABL, Rio de Janeiro, abr.-maio-jun. 2004.
JOHNS, Per. Dédalo de arcaicas escrituras. em Dioniso Crucificado. Rio de Janeiro: Topbooks, 2005.
JORDANA, Mayara. Goianos mais próximos dos imortais. (entrevista), in Diário da Manhã, Goiânia, 4.8.2009.
JORDÃO, Yolanda. Na poesia, o mistério. em Jornal de Letras, ano XXXII, n.o 356, Rio de Janeiro, jan. 1981.
JOZEF, Bella. Testamento de Pasárgada. em Colóquio Letras, n.o 64, Rio de Janeiro, nov. 1981.
KAPLAN, Sheila. Ivan: anos de corpo a corpo com as flores de Baudelaire. em Segundo Caderno, O Globo, Rio de Janeiro, 4.12.1985.
KONDER, Leandro. Só se destrói o que se substitui. em Nas Bancas, Rio de Janeiro, 9-15.1.1986.
KONDER, Leandro. A dialética radical do poeta Ivan Junqueira. em Caderno B, Jornal do Brasil, Rio de Janeiro, 3.1.2004.
KRAPP, Juliana. O espólio crítico de um poeta primordial. em Caderno B, Jornal do Brasil¸ Rio de Janeiro, 5.5.2009.
KRAUSZ, Luís S. Ensaio geral: em prosa, o pensamento crítico do poeta Eliot. em IstoÉ / Senhor, n.o 1.071, São Paulo, 28.3.1990.
LAGO, Ana Maria. As armadilhas da tradução. em Senhor, n.o 114, Rio de Janeiro, 25.5.1993.
LAGO JÚNIOR, Sylvio. Sondagens da memória, Parte VI, “O ensaísmo brasileiro”. Rio de Janeiro: Lotus Blossom, 2003.
LAMEGO, Augusto. A eterna Pasárgada de Manuel Bandeira. em O Fluminense, Niterói, 9.9.2003.
LEAL, César. Poemas reunidos. em Diário de Pernambuco, Recife, 21.8.1999.
LEAL, César. Poemas reunidos: Ivan Junqueira. em Dimensões Temporais na Poesia e outros Ensaios, vol. II. Rio de Janeiro: Imago / Brasília: Infraero, 2005.
LEAL, Cláudio Murilo. A vertente elegíaca na poesia de Ivan Junqueira. Palestra em homenagem ao autor realizada na sede do Pen Club do Brasil em 14.05.2008.
LEÃO, Rodrigo de Souza. Todo mundo imita todo mundo. (entrevista), em Rascunho, Curitiba, mar. 2001.
LEITE, Sílvia. O poeta do universal. (entrevista), em Cultura, Diário do Nordeste, Fortaleza, 5.7.1998. 
LEMOS, Tite de.. Os mortos. em Cadernos Brasileiros, ano VI, n.o 3, Rio de Janeiro, maio-jun. 1964.
LEMOS, Tite de.. Ode à poesia. em Suplemento do Livro, Jornal do Brasil, Rio de Janeiro, 27.9.1980.
LENCASTRE, Carla. Palavra de poeta, uma homenagem aos marginais. em Segundo Caderno, O Globo, Rio de Janeiro, 3.12.1989.
LENTZ, Gleiton da Silva; GUERINI, A.. Dicionário de tradutores literários: Ivan Junqueira. Florianópolis: NUPLITT, 2005 (Verbete).
LEONARDOS, Stella. Poesia com raízes na tradição (entrevista), em Jornal de Letras, ano XXXII, n.o 365, Rio de Janeiro, out. 1981.
LIMA, Abdias. Testamento de Pasárgada. em Tribuna do Ceará, Fortaleza, 6.2.1981.
LIMA, Abdias. Poesia de T. S. Eliot. em Tribuna do Ceará, Fortaleza,12.7.1981.
LIMA, Abdias. À sombra de Orfeu. em Tribuna do Ceará, Fortaleza, 26.7.1984.
LIMA, Ricardo Vieira. Revelações do poeta da morte. em Tribuna Bis, Tribuna da Imprensa, 13.12.1994.
LIMA, Ricardo Vieira. Ivan Junqueira percorre com saber de Dédalo os labirintos da criação poética. em Prosa & Verso, O Globo, Rio de Janeiro, 9.1.1999.
LIMA, Ricardo Vieira. Versos para exorcizar a morte. (entrevista), em Tribuna Bis, Tribuna da Imprensa, Rio de Janeiro, 28.7.1999.
LIMA, Ricardo Vieira. Versos para exorcizar a morte. em A Tarde, Salvador, 10.7.1999.
LIMA, Ricardo Vieira. O nervo do conflito. em Revista Brasileira, fase VII, ano XII, n.o 47, abr.-mai.-jun. 2006.
LIMA, Ricardo Vieira. Despedida sem partida. em Prosa & Verso, O Globo, Rio de Janeiro, 22.12.2007.
LIMA, Ricardo Vieira. O nervo do conflito: fenecimento e vitalidade na poesia de Ivan Junqueira. Revista Brasileira (Rio de Janeiro. 1941), v. 67, p. 129-151, 2011.
LIMA, Ricardo Vieira. O nervo do conflito. Fenescimento e vitalidade na poesia de Ivan Junqueira. Conferência no PEN Clube do Brasil, Rio de Janeiro, 13/10/2010.
LOPES, Carlos Herculano. Poesia em tríplice estado. (entrevista), em Cultura, Estado de Minas, Belo Horizonte, 18.1.2004.
LOUZEIRO, José. Ivan Junqueira: a poesia começa com Os mortos. (entrevista), em Correio da Manhã, Rio de Janeiro, 22.2.1964.
LUCAS, Fábio. Poetas associados. em Revista Brasileira, Fase VII, Ano XI, nº 44, Rio de Janeiro, Academia Brasileira de Letras, jul.-set. 2005.
LUCCHESI, Marco. A poesia é maior que a morte. em Poemas Reunidos. Rio de Janeiro: Record, 1999.
LYRA, Pedro. O projeto estético de Ivan Junqueira. em Caderno de Sábado, Jornal da Tarde, São Paulo, 4.10.1999.
MACHADO, Cassiano. Ivan Junqueira assume ABL ‘musculosa’. (entrevista), em Folha Ilustrada, Folha de S. Paulo, 3.3.2004.
MAIA, Adinoel Mota. Poesia. T. S. Eliot. em Jornal da Bahia, Salvador, 30.5.1981.
MARANHÃO, Emerson. Poeta do pensamento. (entrevista), em O Povo, Fortaleza, 31.10.2003.
MARIANO, Osvaldo. Jeremias recriado. em Estudos sobre a poética de Cassiano Ricardo, ed., comemorativa. São Paulo: Secretaria de Cultura do Estado de São Paulo, 1965.
MARINHEIRO, Elizabeth. Saudação a Ivan Junqueira. em Discursos Acadêmicos. João Pessoa: Fundação José Américo de Almeida /Academia Paraibana de Letras, set. 2007.
MARQUES, Fabrício. Junqueira propõe decifrar os labirintos da criação. em Magazine, Belo Horizonte, 12.12.1998.
Ivan Junqueira - foto (...)
MARQUES, Osvaldino. Episódio de uma comédia de Terêncio. em Suplemento Literário, Minas Gerais, ano XIV, n.o 774, Belo Horizonte, 1.8.1981.
MARQUES, Osvaldino. Uma contravenção contra a poesia. em Jornal da Tarde, São Paulo, 8.8.1981.
MARQUES, Osvaldino. Tradução de T. S. Eliot: contravenção contra a poesia. em Correio Brazilieme, Brasília, 4.9.1981.
MARTINS, Floriano. Ivan Junqueira. (entrevista), em Sábado, O Povo, Fortaleza, 20.8.1994. 
MARTINS, Floriano. Dois poetas desafiam a mesmice em Sábado, O Povo, Fortaleza, 17.6.1995.
MARTINS, Floriano. Tradução também tem sua ética em Sábado, O Povo, Fortaleza, 1.7.1995.
MARTINS, Floriano. Um exercício de perplexidade. em Vida & Arte, O Povo, Fortaleza, 15.3.1998.
MARTINS, Floriano. O outro Dante. em Sábado, O Povo, Fortaleza, 13.6.1998.
MARTINS, Floriano. Escritura Conquistada: diálogos com poetas latino-americanos. Fortaleza: Letra e Música / Fundação Biblioteca Nacional / Universidade de Mogi das Cruzes, 1998.
MARTINS, Floriano. Ivan Junqueira: poesia e memória, muito além da retórica. em Fogo nas Cartas (no prelo).
MARTINS, Floriano. Por um fio de Dédalo. em Vida & Arte, O Povo, Fortaleza, 20.1.1999.
MARTINS, Floriano. A contribuição crítica de Ivan Junqueira. em Sábado, Jornal da Tarde, São Paulo, 30.1.1999.
MARTINS, Floriano. Três momentos decisivos na poesia do Ocidente. em Sábado, Jornal da Tarde, São Paulo, 16.12.2000.
MARTINS, Wilson. Crítica maior. em Suplemento Literário, Jornal do Brasil, Rio de Janeiro, 22.9.1984.
MARTINS, Wilson. Textos e contextos (II)em Suplemento Literário, Jornal do Brasil, 3.8.1986.
MARTINS, Wilson. Sobre Manuel Bandeira (I). em Caderno B Especial, Jornal do Brasil, Rio de Janeiro, 28.9.1986.
MARTINS, Wilson. Ensaios críticos. em Ideias / Livros, nº 395, Jornal do Brasil, Rio de Janeiro, 23.4.1994.
MARTINS, Wilson. A parábola poéticaem Ideias / Livros, nº 441, Jornal do Brasil, Rio de Janeiro, 11.3.1995.
MARTINS, Wilson. Índoles poéticas. em Prosa & Verso, O Globo, Rio de Janeiro, 1.8.1998.
MARTINS, Wilson. Continente de poetasem Prosa & Verso, O Globo, Rio de Janeiro, 29.8.1998.
MARTINS, Wilson. Poeta e crítico. em Gazeta do Povo, Curitiba, 22.2.1999.
MARTINS, Wilson. Poeta e crítico. em Prosa & Verso, O Globo, Rio de Janeiro, 27.2.1999.
MARTINS, Wilson. Modernosem Prosa & Verso, O Globo, Rio de Janeiro, 2.12.2000.
MARTINS, Wilson. Nova história literáriaem Prosa & Verso, O Globo, Rio de Janeiro, 19.1.2002.
MARTINS, Wilson. A condição humanaem Prosa & Verso, O Globo, Rio de Janeiro, 2.3.2002.
MARTINS, Wilson. Ubi sunt?em Prosa & Verso, O Globo, Rio de Janeiro, 18.10.2003.
MARTINS, Wilson. Enfim nele mesmoem Prosa & Verso, O Globo, Rio de Janeiro, 27.12.2003.
MARTINS, Wilson. Caminhos poéticosem Prosa & Verso, O Globo, Rio de Janeiro, 13.11.2004.
MARTINS, Wilson. Modernos e Diplomatas. em O Ano Literário: 2000-2001. Rio de Janeiro: Topbooks / Imprensa Oficial do Paraná, 2005.
MARTINS, Wilson. Nova história literária. em O Ano Literário: 2002-2003. Rio de Janeiro: Topbooks, 2007.
MARTINS, Wilson. A condição humanaem O Ano Literário: 2002-2003. Rio de Janeiro: Topbooks, 2007.
MARTINS, Wilson. Ubi sunt?em O Ano Literário: 2002-2003. Rio de Janeiro: Topbooks, 2007.
MARTINS, Wilson. Enfim nele mesmo.em O Ano Literário: 2002-2003. Rio de Janeiro: Topbooks, 2007.
MARTINS, Wilson. Decênios literários. em Ideias & Livros, Jornal do Brasil, Rio de Janeiro, 6.9.2008.
MÁS, Daniel. Ivan Junqueira: A Rainha Arcaica. em Vogue, n.o 66, São Paulo, dez. 1980.
MAUAD, Isabel Cristina. Ensaios a favor da tradição. (entrevista), em Livros, O Globo, Rio de Janeiro, 23.6.1991.
MAUAD, Isabel Cristina. Mar de rosas pelo avesso. em Segundo Caderno, O Globo, Rio de Janeiro, 19.6.1993.
MEDINA, João. Português de Portugal e do Brasil. (entrevista), em Jornal de Letras, Lisboa, 12.4.1995.
MEIRELES, Fernando. Nos tempos do alquimista Zênon. em O Estado de S. Paulo, 13.3.1981.
MENDES, Álvaro. Um poema longo para ser lido e discutido. em Livros, O Globo, Rio de Janeiro, 29.5.1977.
MENDES, Álvaro. Generosidade, mas com rigor. em Livros, Jornal do Brasil, Rio de Janeiro, 23.6.1984.
MENDES, Álvaro. Um poeta também na crítica. em Livros, O Globo, Rio de Janeiro, 23.6.1991.
MENDES, Oscar. Um poeta neoclássico. em Alma dos Livros, Estado de Minas, 22.11.1980.
MENDONÇA, Stella Maria Carmeño. Leitura: a maior das aventuras do espírito humano. (entrevista), em Condomínio & etc. Rio de Janeiro, abr.-jun. 2005.
MENESES, Carlos. Mistério, morte, mito e desejos recônditos em A Rainha Arcaica. em Livros, O Globo, Rio de Janeiro, 5.9.1980.
MENESES, Carlos. Antologia quebra o silêncio sobre Manuel Bandeira e sua poesia. em Livros, O Globo, Rio de Janeiro,  21.1.1981.
MENESES, Carlos. Quase toda a poesia de Eliot em tradução de Ivan Junqueira. em Livros, O Globo, Rio de Janeiro, 11.5.1981.
MENESES, Carlos. Dias idos e vividos redescobre outras faces do romancista José Lins do Rego. em Livros, O Globo, Rio de Janeiro, 10.6.1981.
MENESES, Carlos. Depois de Adriano, o novo herói de Marguerite Yourcenar é Zênonem Livros, O Globo, Rio de Janeiro, 16.9.1981.
MENESES, Carlos. Em À sombra de Orfeu poeta Ivan Junqueira faz a crítica virar ensaio. em Livros, O Globo, Rio de Janeiro, 2.7.1984.
MENESES, Carlos. Dois livros do crítico poetaem Livros, O Globo, Rio de Janeiro, 7.5.1987.
MENESES, Carlos. Crítica literáriaem Livros, O Globo, Rio de Janeiro, 17.6.1991.
MENESES, Carlos. Coletâneas do ‘poeta do amor’em Livros, O Globo, Rio de Janeiro, 23.11.1993.
MENGOZZI, Federico. Agora em Pasárgada. em Época, n.o 275, São Paulo, 25.8.2003.
MERQUIOR, José Guilherme. Eliot e nós. em O Elixir do Apocalipse. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1983.
MIGUEL, Salim. Testamento de Pasárgada. em O Estado, Florianópolis, 8.2.1981.
MIGUEL, Salim. Poesia. T. S. Eliot em O Estado, Florianópolis, 7.6.1981.
MIGUEL, Salim. Um estudo da obra bandeiriana. em Diário Catarinense, Florianópolis, 27.8.2003.
MILLARCH, Aramis. A visita de Geraldo e a poesia de Eliot. em O Estado do Paraná, Curitiba, 3.6.1981.
MILLEN, Mànya. Um labirinto de idéias unidas pela poesia. em Segundo Caderno, O Globo, Rio de Janeiro, 19.11.1998.
MOREIRA, Lino Raposo. Ivan Junqueira na AML. em Opinião, O Estado do Maranhão, São Luís, 2.11.2008.
MOREIRA, Lino Raposo. Academias são pólos de cultura. (entrevista). em Opinião, O Estado do Maranhão, São Luís,7.11.2008.
MOREIRA, Lino Raposo. Ivan Junqueira e suas observações sobre o poeta Gonçalves Diasem Opinião, O Estado do Maranhão, São Luís,16.11.2008.
Ivan Junqueira - foto (...)
MOURA, Flávio. Poesia brasileira olha para sua criação. em Jornal da Tarde, São Paulo, 7.3.2000.
MOUSSE, Simone. Poeta conquista a imortalidade. em Jornal de Bairros, nº 944, O Globo, Rio de Janeiro, 29.6.2000.
MOTA, Leda Tenório. O estado último de um texto. em Livros, Folha de S. Paulo, São Paulo, 3.6.1989.
MOUTINHO, José Geraldo Nogueira. Ivan Junqueira renova o mito de Inês de Castro. em Livros, Folha de S. Paulo, 4.10.1981.
MOUTINHO, José Geraldo Nogueira. A tradução de Eliot, um poeta para poetas – 1em Livros, Folha de S. Paulo, 19.7.1981.
MOUTINHO, José Geraldo Nogueira. A tradução de Eliot, um poeta para poetas – 2em Livros, Folha de S. Paulo, 26.7.1981.
MOUTINHO, José Geraldo Nogueira. Reflexões críticas de um poetaem Livros, Folha de S. Paulo, 5.8.1984.
NASCENTE, Gabriel. Os ossos da sagração. em O Popular, Goiânia, 24.9.2003.
NASCENTE, Gabriel. A visita do Ivan, o imortal. em Magazine O Popular, Goiânia, 18.7.2009.
NASCENTE, Gabriel. Um registro apenas. em Magazine, O Popular, Goiânia, 4.8.2009.
NEJAR, Carlos. História da Literatura Brasileira. Rio de Janeiro: Relume Dumará/Copesul, 2007, pp. 109, 203 e 235.
NEPOMUCENO, Rosa. Entre a caneta e o pincel. em Segundo Caderno, O Globo, Rio de Janeiro, 13.8.1988.
NÊUMANNE, José. Poesia e crítica unem-se em novo livro de Ivan Junqueira. em Caderno 2/Cultura, O Estado de S. Paulo, 31.1.1999.
NÊUMANNE, José. Uma crítica definitiva sobre Manuel Bandeiraem Caderno 2/Cultura, O Estado de S. Paulo, 14.9.2003.
NÊUMANNE, José. Ivan Junqueira, clássico e moderno sem contradiçãoem Caderno 2/Cultura, O Estado de S. Paulo, 9.11.2003.
NINA, Marcelo Della. Traduzir é preciso. em Ideias / Livros, Jornal do Brasil, Rio de Janeiro, 23.11.1991.
NOGUEIRA, Érico. Bodas de alabastro. em Portal Terra Magazine, São Paulo, 23.7.2009.
NUNES, Henrique. A fugacidade do tempo. (entrevista), em Caderno 3, Diário do Nordeste, Fortaleza, 5.11.2009.
OLINTO, Antonio. Os mortos. em Porta de Livraria, O Globo, Rio de Janeiro, 8.7.1964.
OLINTO, Antonio. A exegese da poesia. em Tribuna Bis, Tribuna da Imprensa, Rio de Janeiro, 23.9.2003.
OLINTO, Antonio. A exegese da poesia. em Jornal de Letras, nº 62, Rio de Janeiro, out. 2003.
OLINTO, Antonio. A força de Eliot em português. em Tribuna Bis, Tribuna da Imprensa, Rio de Janeiro, 22.3.2005.
OLINTO, Antonio. O poema além do poema. em Tribuna Bis, Tribuna da Imprensa, Rio de Janeiro, 31.7.2007.
OLINTO, Antonio. Poetas de Trintaem Tribuna Bis, Tribuna da Imprensa, Rio de Janeiro, 4.11.2008.
OLINTO, Antonio. Coletânea de poemas. em Jornal de Letras, nº 123, Nov. 2008.
OLIVEIRA, Fabrício Marques de.. Ivan Junqueira propõe decifrar os labirintos da criação. O Tempo/Magazine, Belo Horizonte, p. 3 - 3, 12 dez. 1998.
OLIVEIRA, Franklin de.. O itinerário lírico de um poeta menor. em IstoÉ, ano 5, nº 216, São Paulo, 11.2.1981.
OLIVEIRA, Franklin de.. O melhor da poesia de Eliotem IstoÉ, nº 230, 20.5.1981.
OLIVEIRA, Franklin de.. Crítica humanística. em UH Revista, Última Hora, Rio de Janeiro, 22.6.1991.
OLIVEIRA, Sérgio da Costa. Palavra e Tempo: A tradição e o dever do artista. Entrevista com o escritor e ensaísta Ivan Junqueira.. Saúde, Sexo e Educação, v. 17, n.abr a jun, p. 60-64, 1999.
ORICCHIO, Luiz Zenin. Carpeaux, fenômeno intelectual. em Caderno 2, O Estado de S. Paulo, São Paulo, 8.1.2006.
PAIVA, José Rodrigues de.. Recensão crítica a "O grifo", de Ivan Junqueira. Colóquio. Letras, v. 100, p. 190-191, 1987.
PASCHE, Marcos Estevão Gomes. À maneira de poemas. em Rascunho, n.119. Curitiba, mar. 2010.
PASCHE, Marcos Estevão Gomes. A improvável encruzilhada: neoclassicismo e modernidade em Alexei Buenos, Glauco Mattoso e Ivan Junqueira. (Tese Doutorado em Letras (Letras Vernáculas). Universidade Federal do Rio de Janeiro, UFRJ, 2014. Disponível no link. (acessado em 3.7.2015).
PATRIOTA, Nelson. A poesia será sempre para poucos. (entrevista), em Diário de Natal, Natal, 15.9.2005.
PAUVOLID, Elaine. Baudelaire, Eliot e Dylan Thomas por Ivan Junqueira. em Jornal do Commercio, Rio de Janeiro, 29/30.10.2000.
PEN, Marcelo. Antologia recupera e favorece primeiras obras de Bandeira. em Folha Ilustrada, Folha de São Paulo, 6.9.2003.
PEN, Marcelo. A divina comédia de Eliot. em Folha Ilustrada, Folha de São Paulo, 29.9.2004.
PICCHIO, Luciana Stegagno. 1964-1966: dos anos do golpe ao fim do século. em História da literatura brasileira, Rio de Janeiro, Nova Aguilar, 1997. 2ª ed., revista e aumentada. Rio de Janeiro: Lacerda Editores/ABL, 2004.
Ivan Junqueira - foto (...)
PINTO, José Alcides. Ivan Junqueira volta à poesia. em Vida & Arte, O Povo, Fortaleza, 18.11.1995.
PINTO, José Alcides. O poeta modelo. em Cultura, Diário do Nordeste, Fortaleza, 18.5.1997.
PINTO, José Alcides. Do ensaio crítico à arte tradutóriaem Cultura, Diário do Nordeste, Fortaleza, 2.5.1999.
PINTO, José Alcides. Ivan e seus mortos inquilinosem Cultura, Diário do Nordeste, Fortaleza, 12.10.1999.
PINTO, Sérgio Castro. A Rainha Arcaica. em Correio das Artes, João Pessoa, 2.11.1980.
PINTO, Sérgio Castro. À sombra de Orfeuem Correio das Artes, João Pessoa, 8.8.1984.
PINTO, Sérgio Castro. Testamento de Pasárgada. em Jornal da Paraíba, João Pessoa, 7.9.2003.
PINTO, Sérgio Castro. A poesia de Ivan Junqueira. em Jornal da Paraíba, João Pessoa, 28.12.2003.
PIRES, Ézio. A Bíblia e as diluições na poesia de Eliot. em Correio Braziliense, Brasília, 27.5.1981.
PIZA, Daniel. Ensaios de Chesterton saem em português. em Folha Ilustrada, Folha de S. Paulo, 19.1.1994.
POERNER, Arthur (e outros). Ivan Junqueira e Alberto da Costa e Silva: Academia em dose dupla (entrevista), em O Pasquim, n.o 115, Rio de Janeiro, jun. 2004.
PONTES, Mário. Os deuses, a rainha e o operário. em Livros & Autores, Jornal do Brasil, 4.9.1981.
PONTES, Mário. As vinte faces de Bandeira. em Suplemento do Livro, Jornal do Brasil, 17.1.1981.
PONTES, Mário. Eliot essencialem Suplemento do Livro, Jornal do Brasil, 9.5.1981.
PONTES, Mário. Yourcenarem Suplemento do Livro, Jornal do Brasil, 5.9.1981.
PONTES, Mário. Retrato do artista quando crítico. em Ideias / Livros, Jornal do Brasil, 27.1.1990.
PONTES, Mário. Mais Eliotem Ideias / Livros, Jornal do Brasil, nº 175, 3.2.1990.
PONTES, Mário. Prosa dispersaem Ideias / Livros, Jornal do Brasil, nº 246, 15.6.1991.
PONTES, Mário. DT em grande estiloem Ideias / Livros, Jornal do Brasil, 3.8.1991.
PONTES, Mário. De poesia e poetasem Ideias / Livros, Jornal do Brasil, nº 271, 7.12.1991.
PORTELLA, Eduardo. Ivan Junqueira e os nomes do tempo. em Poesia Sempre, ano 8, n.o 13, Fundação Biblioteca Nacional, dez. 2000.
PORTELLA, Eduardo. O legado do poeta. em O Outro Lado, Rio de Janeiro, Record, 2007.
PUGA, Antônio. Sagração dos ossos: a poesia de Ivan Junqueira. em Diário Popular, São Paulo, 1.1.1995.
PY, Fernando. Os mortos: boa estréia. em Leitura, Rio de Janeiro, jun.-jul. 1964.
PY, Fernando. Bons poetas. Mas furtivos, arredios, exigentes. em Jornal da Tarde, São Paulo, 29.11.1980.
PY, Fernando. Uma tradução de Eliot. em Livros e Cultura, Jornal de Petrópolis, 11.10.1981.
PY, Fernando. A obra em negroem Livros e Cultura, Jornal de Petrópolis, 11.10.1981.
PY, Fernando. Olha o que um bom poeta faz com a solidão, a culpa, o banal. em Jornal da Tarde, São Paulo, 26.12.1981.
PY, Fernando. À sombra de Orfeu. em Livros e Cultura, Jornal de Petrópolis, 22.7.1984.
PY, Fernando. As flores do malem Livros e Cultura, Jornal de Petrópolis, 19-23.3.1986.
PY, Fernando. Ivan Junqueira, poeta e crítico. em Diário de Petrópolis, 15.12.1987.
PY, Fernando. Os ensaios de T. S. Eliot. em Estado de Minas, Belo Horizonte, 31.10.1990.
PY, Fernando. Prosa dispersa. em Diário de Petrópolis, 7.9.1991.
PY, Fernando. O Signo e a Sibilaem Diário de Petrópolis,3.4.1994.
PY, Fernando. A Sagração dos Ossos. em Diário II, Diário de Petrópolis, 23.4.1995.
PY, Fernando. A poesia de Ivan Junqueira. em Tribuna de Petrópolis, ano XCVIII, n.o 132, Petrópolis, 19.3.2000.
PY, Fernando. Três momentos da poesia ocidental. em Jornal Popular da Baixada Fluminense, ano VII, n.o 200, Rio de Janeiro, 15/21.2.2001.
PY, Fernando. Testamento de Pasárgada. em Poiésis, n.o 90, Petrópolis, set. 2003.
PY, Fernando. Melhores poemas. em Tribuna de Petrópolis, Petrópolis, 2.11.2003.
PY, Fernando. Fênix e harpia: faces míticas da poesia e da poética de Ivan Junqueira. em Tribuna de Petrópolis, Petrópolis, 7.1.2007.
PY, Fernando. Dois livros de Ivan JunqueiraTribuna de Petrópolis, Petrópolis, 7.11.2008.
PY, Fernando. Poesia brasileira: um roteiro. em Poiésis, Petrópolis, jun.- jul. 2009.
PY, Fernando. Espólio valioso. em Tribuna de Petrópolis, Petrópolis, 4.12.2009.
QUEIROZ, Dinah Silveira de.. A Rainha Arcaica. em Correio Braziliense, Brasília, 19.12.1980.
RAMALHO, Christina. Fênix e Harpia: faces míticas da poesia e da poética de Ivan Junqueira. Rio de Janeiro: ABL, 2005.
RAMALHO, Christina. Dois ensaios sobre poesia: Fênix e harpia: Faces míticas da poesia e da poética de Ivan Junqueira; Desejo de tulipas: O eu em expansão na poesia de Helena Parente Cunha.  Santa Cruz do Sul, RS: EDUNISC, 2007, 136p. 
REBELO, Gilson. Para rever toda a poesia de Bandeira. em O Estado de S. Paulo, 8.2.1981.
REBELO, Gilson. No mundo de Eliotem O Estado de S. Paulo, 17.5.1981.
REBELO, Gilson. O outro José Lins do Regoem O Estado de S. Paulo, 2.6.1981.
RÉGIS, Sônia. A obra em negro. em Cultura, ano II, n.o 75, O Estado de S. Paulo, 15.11.1981.
REIS, Ney. Questão de gosto. em Ideias / Livros, n.o 254, Jornal do Brasil, Rio de Janeiro, 10.8.1991.
RIBEIRO, Carlos. Melhor poesia está no Nordeste. (entrevista), em Caderno 2, A Tarde, Salvador, 22.9.2004.
RIBEIRO, Leo Gilson. Uma viagem ao reino da dor, do amor, do poder e da morte. em Jornal da Tarde, São Paulo, 26.9.1981.
RIBEIRO, Leo Gilson. Baudelaire. em Jornal da Tarde, São Paulo, 7.12.1985.
RIBEIRO, Rodrigo Petronio. Ivan Junqueira revê os Poetas Modernos. O Estado de São Paulo, São Paulo, 17 jul. 2005.
Ivan Junqueira - foto (...)
ROBSON, Ronald. Ivan Junqueira & Gonçalves Dias. (entrevista), em O Imparcial, São Luís, 7.11.2008.
RODRIGUES, Henrique. Um rigor que transcende. em Ideias & Livros, Jornal do Brasil, Rio de Janeiro, 1.12.2007.
ROLLEMBERG, Marcello. Sobre versos e miados. em Livros, IstoÉ / Senhor, n.o 1.155, São Paulo, 13.11.1991.
ROZÁRIO, Denira. Ivan Junqueira: poeta não se faz. (entrevista), em Tribuna Bis, Tribuna da Imprensa, 13.7.1987.
ROZÁRIO, Denira. Palavra de poeta. Rio de Janeiro: José Olympio, 1989.
SALEMA, Mário. Melhores poemas de Ivan Junqueira. em Litero Cultural, Porto Velho, 21.11.2003.
SALES, David. A Rainha Arcaica. em Crítica de Rodapé, A Tarde, Salvador, 27.12.1980.
SAMYN, Henrique Marques. O outro lado. em Speculum (internet), Rio de Janeiro, 14.12.2007.
SAMYN, Henrique Marques. Diante do ser: metafísica e finitude em Ivan Junqueira e Alexei Bueno. Estação Literária, v. 3, p. 55-63, 2009.
SAMYN, Henrique Marques. No ensaio, a concisão e a precisão da poesia [resenha de Cinzas do espólio, de Ivan Junqueira (ed. Record)]. Jornal do Brasil, Rio de Janeiro, p. 6 - 6, 23 maio 2009.
SANCHES NETO, Miguel. Guardião do fogo. em Caderno G, Gazeta do Povo, Curitiba, 18.1.1999.
SANCHES NETO, Miguel. Poesia óssea. em Caderno G, Gazeta do Povo, Curitiba, 22.11.1999.
SANCHES NETO, Miguel. O artesão iluminadoem Caderno G, Gazeta do Povo, Curitiba,8.1.2001.
SANCHES NETO, Miguel. Mestres contemporâneosem Caderno G, Gazeta do Povo, Curitiba, 12.1.2004.
SANCHEZ, Bernardo. Do imortal ao eterno. em O Estado do Paraná, Curitiba, 19.8.2003.
SANDRONI, Cícero. Ivan Junqueira na cadeira de João Cabral. em Jornal do Commercio, Rio de Janeiro: 2/3.4.2000.
SANTHIAGO, Juha. Será a poesia do Rio ou o Rio da poesia?. (entrevista), em Carioquice, ano V, nº 20, Rio de Janeiro, jan.-mar. 2009.
SANTOS, Luciano Rosa da Cruz. Poesia reunida, de Ivan Junqueira. Metamorfoses. Revista da Cátedra Jorge de Sena da Faculdade de Letras da UFRJ, v. 7, p. 379-381, 2006.
SARAIVA, Arnaldo. Melhores poemas. em Terceira Margem, revista do Centro de Estudos Brasileiros, n.o 4, Faculdade de Letras do Porto, Porto, 2003.
SARAIVA, Arnaldo. Prefácio à antologia O Tempo além do Tempo. Vila Nova de Famalicão: Edições Quasi, 2007.
SAVARY, Olga. Um animal com vísceras. em Leia Livros, ano III, nº 31, São Paulo, 15.12.1980-14.2.1981.
SCALZO, Nilo. Poesia: Prévert, Lorca, Baudelaire... em O Estado de S. Paulo, 18.12.1985.
SCHILD, Suzana. Homenagem a Dylan Thomas. em Caderno B, Jornal do Brasil, Rio de Janeiro, 27.9.1991.
SCHÜLLER, Donald. As angústias do tempo na voz do poeta Eliot. em O Estado de S. Paulo, 1.5.1982.
SECCHIN, Antonio Carlos. O exato exaspero. (prefácio a A Sagração dos Ossos). Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1994.
SECCHIN, Antonio Carlos. Odes à morte para consagrar a vida. em Prosa & Verso, O Globo, Rio de Janeiro, 31.7.1999.
SECCHIN, Antonio Carlos. A consagração da vida. em Escritos sobre poesia & alguma ficção. Rio de Janeiro: Ed. UERJ, 2003.
SECCHIN, Antonio Carlos. Muito além de ossos e destroços. em Rascunho, ano IV, n.o 46, Curitiba, fev. 2004.
SEFFRIN, André. Exatidão transbordante. em Veredas, CCBB, Rio de Janeiro, set. 1999.
SEGAL, Danielle. Embaixadores de obra alheia. em Tribuna Bis, Tribuna da Imprensa, 6.2.1995.
SELJAN, Zora. Ivan Junqueira e a função da poesia. (entrevista), em Jornal de Letras, n.o 67, Rio de Janeiro, mar. 2004.
SENA, André de.. As afinidades de Ivan Junqueira. (entrevista), em Vida e Arte, Jornal da Paraíba, João Pessoa, 8.2.2004.
SILVA, Elaine Cristina Nascimento da.. Inês de Castro em Ivan Junqueira, Jorge de Lima e Mário Faustino.. In: Lucila Nogueira. (Org.). Saudade de Inês de Castro. 1ed.Recife: Bagaço, 2005, v. 1, p. 223-228.
SILVA, Geysa. A poesia de Ivan Junqueira e o mito de Inês. In: IX Congresso Internacional da ABRALIC, 2008, São Paulo. Anais do IX Congresso Internacional da ABRALIC, 2008.
SILVA, Yuno. Cavaleiro inspirador. em Tribuna da Noite, Natal, 15.9.2005.
SIQUEIRA, Maria Cristina. Por que a poesia em tempos de indigência?. (entrevista), Folha Dirigida, Rio de Janeiro, 25/31.3.2004.
SKYUM-NIELSEN, Erik. I griffens kloer. in Information, Copenhague, 25.6.1994.
, Pedro. O poeta galês das trevas. em Segundo Caderno, O Globo, Rio de Janeiro, 9.11.1991.
SOUSA, Jenifer Maria Miranda de.. O mito português de Inês de Castro na visão de três poetas brasileiros. em Saudade de Inês de Castro (organização Lucila Nogueira). Recife: Bagaço, 2005.
SOUZA, Nelson Melo e.. Discurso de recepção na Academia Brasileira de Filosofia. Rio de Janeiro, 2010.
SPITZ, Eva. Tributo ao poeta da paixão e das trevas. em Caderno B, Jornal do Brasil, Rio de Janeiro, 27.10.1991.
STANGERUP, Henrik. Baudelaire som hvid neger. em Politiken, Copenhague, 18.5.1986.
STANGERUP, Henrik. Baudelaire som hvid negerem Den kvarte sandhed. Fra et tiar, Lindhart og Ringhof, Copenhague, s. n., 1989.
Maria Cecilia Costa Junqueira e Ivan Junqueira  em Veneza Italia, jan 2009
TARDIN, Neyla. Bandeira da simplicidade. em A Gazeta, Vitória, 14.9.2003.
TAVARES, Ildásio. Mais um poeta na Academia. em Tribuna da Bahia, Salvador, 3/5.8.2000.
TAVARES, Ildásio. A voz do poeta. em Tribuna da Bahia, Salvador, 16/17.2.2002.
TAVARES, Ildásio. Viajar é precisoem Tribuna da Bahia, Salvador, 1/2.11.2003.
TAVARES, Ildásio. Os melhores poemas de Ivan Junqueiraem Tribuna da Bahia, Salvador, 5/6,12.2003.
TÁVOLA, Artur da. Cony e Ivan na ABL. em O Dia, Rio de Janeiro, 11.4.2000.
TEIXEIRA, Jerônimo. O reverso de Eliot. em Veja, ano 37, n.o 42, São Paulo, 20.10.2004.
TELES, Gilberto Mendonça. Camões e a poesia brasileira. IV – O sistema brasileiro, 2. A variante lírica, D – No Modernismo. 3ª ed., revisada. Rio de Janeiro, Livros Técnicos e Científicos, 1979.
TELES, Gilberto Mendonça. As duas vozes do poeta. (prefácio a A Rainha Arcaica). Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1980.
TELES, Gilberto Mendonça. As duas vozes do poeta. (excerto), em Jornal de Letras, ano XXXI, n.o 353, Rio de Janeiro, out. 1980.
TELES, Gilberto Mendonça. As duas vozes do poeta. em Estudos de Poesia Brasileira, II – A brecha inútil. Coimbra: Almedina, 1985.
TELES, Gilberto Mendonça. As duas vozes do poeta: A Rainha Arcaica. em Discursos paralelos. A crítica dos prefácios, II – Livros de Poesia. Goiânia: Instituto Casa Brasil de Cultura, 2010.
THEODOR, Erwin. A poesia de T.S. Eliot. em Cultura, ano II, n.o 55, O Estado de S. Paulo, 28.6.1981.
THOME, Ricardo Luiz de Souza. Uma poesia com vísceras: o palimpsesto poético de Ivan Junqueira. (Dissertação Mestrado em Letras). Universidade Federal do Rio de Janeiro, UFRJ, 1994. 
THOME, Ricardo Luiz de Souza. A busca incansável de uma resposta. em Livros, O Globo, 30.10.1994.
THOME, Ricardo Luiz de Souza. Ivan Junqueira: a poesia do palimpsesto. (prefácio a Os melhores poemas de Ivan Junqueira). São Paulo: Global, 2003.
TORRES, Antônio. A terra desolada. em Ideias / Livros, Jornal do Brasil, Rio de Janeiro, 12.9.1992.
TOZZI, César. Pasárgada revisitada. em Livros, O Globo, Rio de Janeiro, 8.2.1981.
TRIGO, Luciano. Memórias da humanidade. em Bravo!, São Paulo, nov. 2003.
VALLE, Gerson. Escolas literárias no Brasil. em Poeiésis, n.o 110. Petrópolis, maio 2005.
VASCONCELOS, José Carlos de. Uma voz do Brasil: poemas inéditos de Ivan Junqueira. em Jornal de Letras, ano XXIII, n.o 867, Lisboa, 24.12.2003/6.1.2004.
VASCONCELOS, José Carlos de. A poesia como destino. em Jornal de Letras, Ano XXVI, nº 933, Lisboa, 21.6/4.7.2006.
VASCONCELOS, José Carlos de. Herdeiro da (melhor) tradiçãoem Jornal de Letras, Ano XXVII, nº 956, Lisboa, 23.5/ 5.6.2007.
VASCONCELOS, Paulo. Cheiro de barbada na Academia. em Caderno B, Jornal do Brasil, Rio de Janeiro, 30.3.2000.
VASCONCELOS, Paulo. Poeta ocupa cadeira de poeta. em Jornal do Brasil, Rio de Janeiro, 31.3.2000.
VEIGA, Elisabeth. Gigantesco painel de um mundo em transição. em Livros, O Globo, Rio de Janeiro, 4.10.1981.
VEIGA, Elisabeth. O Grifo: agônico e iluminado. em Suplemento Literário, n.o 1.073, Estado de Minas, Belo Horizonte, 16.5.1987.
VEIGA, Elisabeth. Uma mostra do pensamento de Eliot. em Caderno de Sábado, Jornal da Tarde, São Paulo, 6.1.1990.
VEIGA, Elisabeth. Na busca das palavras, a beleza necessária em Caderno de Sábado, Jornal da Tarde, São Paulo, 18.4.1992.
VEIGA, Elisabeth. Ruptura na tradição. em Rio Artes, n.o 17, Rio de Janeiro, fev. 1995.
VENTURA, Mauro Souza. A crítica ligeira e metódica de Otto Maria Carpeaux. in Jornal do Commercio, Rio de Janeiro, 14-15.1.2006.
Mauro Salles, Arnaldo Niskier, Ivan Junqueira e Antonio Olinto
VIANA, Carlos Augusto. O discurso poético de Ivan Junqueira. em Cultura, Diário do Nordeste, 25.7.1999.
VIANA, Carlos Augusto. O lirismo de Ivan Junqueiraem Cultura, Diário do Nordeste, 26.10.2003.
VIANA, Carlos Augusto. Leitura de quatro sonetos de Ivan Junqueira. em Literapia, n.o 11, Fortaleza, dez. 2004.
VIANA, Carlos Augusto. Ivan Junqueira: exercícios de leitura. em Cultura, Diário do Nordeste, Fortaleza, 28.8.2005.
VIANA, Carlos Augusto. O discurso lírico de Ivan Junqueira. in Psicanálise: Teoria, Clínica e Conexões (org. Laércia Fontenelle). Fortaleza: Edições Livro Técnico, 2006.
VILAR, Bluma. Poesia e poetas segundo Eliot. em Livros, O Globo, Rio de Janeiro, 5.1.1992.
VILLAS-BÔAS, Luciana. Apuro formal. em Ideias / Livros, Jornal do Brasil, Rio de Janeiro, 18.5.1987.
VINICIUS, Marcus. Ivan Junqueira: uma lição de poesia. (entrevista), em Panorama, ano II, n.o 11, Rio de Janeiro, maio-jun., 2000.
XIMENES, João. O Grifo chega à Dinamarca. em Livros, O Globo, Rio de Janeiro, 6.3.1994.


Tertúlia: Tradutores: Baudelaire por Ivan Junqueira

DOCUMENTÁRIO
Filme: Ivan Junqueira, apenas um poeta
Sinopse: Poeta, ensaísta, crítico e tradutor, Ivan Junqueira fala da ambiência cultural que influenciou sua trajetória literária e de alguns acontecimentos que marcaram a história do país. Nascido em Ipanema, em 1934, Ivan relembra o menino amedrontado pela Grande Guerra, os amigos de praia e livros, a desistência do curso de Medicina e o encontro iniciático com Aníbal Machado. Em diálogos com Alexei Bueno, Antônio Carlos Secchin e Ferreira Gullar, debate questões sobre o fazer poético e a gênese da poesia moderna. "Depoimentos de outros poetas e escritores contemporâneos colaboram na feitura desse breve perfil de quem se define como ‘apenas um poeta a quem Deus deu voz e verso’, mas que confirmam sua condição de um dos mais importantes poetas brasileiros contemporâneos”, afirma André Andries. Os responsáveis por esses depoimentos são os Acadêmicos Alberto da Costa e Silva, Carlos Nejar, Lêdo Ivo, Luiz Paulo Horta e Antonio Carlos Secchin.
Ficha técnica
Ano: 2012
Duração: 39'13
Direção: André Andries
Finalização: Yanko Del Pino
Edição: Thiago Andries
Equipe Técnica da Academia Brasileira de Letras
Coordenador – Marcio Castorino; Câmera – Michael Felix; Assistente técnico – José Nilson; Edição de fotos – Fabio Passos.
Realização: Academia Brasileira de Letras e Teorema Produções Culturais e Rodando Filmes
Música – 3º Movimento, de Denise Emmer e Ivan Junqueira / CD Cinco movimentos & um soneto Denise Emmer, cantos e vocais / Alain Pierre, teclado e alaúde / Jacques Morelenbaum, violoncelo / Alexandre Caldi, flauta e sax.

Ivan Junqueira, apenas um poeta



Programa: Ivan Junqueira: A Solaridade do fim
Sinopse: Autor de poemas que questionam os dramas humanos como a morte e a solidão, Ivan Junqueira consegue manter em seu trabalho intensa clareza e uma visão natural para estes questionamentos. Tradutor, trabalhou a obra de importantes poetas, como T.S. Eliot e Charles Baudelaire.
Realização: TV Senado
Série: História de Acadêmicos (ABL)
Exibido: 12.4.2013
Duração: 58'27
Outros vídeos/programas Aqui!
Histórias de Acadêmicos - Ivan Junqueira: A Solaridade do Fim - Bloco 1


"O poeta Ivan Junqueira parece mobilizar, com um sentido e todos os sentidos, a sua elegia à vida e o seu hino à morte. Superiormente."
- Eduardo Portella


REFERÊNCIAS E OUTRAS FONTES DE PESQUISA
:: Academia Brasileira de Letras - ABL
:: Releituras

Ivan Junqueira - foto (...)
© Direitos reservados ao autor/e ou ao seus herdeiros

© Pesquisa, seleção e organização: Elfi Kürten Fenske


=== === ===
Trabalhos sobre o autor:
Caso, você tenha algum trabalho não citado e queira que ele seja incluído - exemplo: livro, tese, dissertação, ensaio, artigo - envie os dados para o nosso "e-mail de contato", para que possamos incluir as referências do seu trabalho nesta pagina. 

Como citar:
FENSKE, Elfi Kürten (pesquisa, seleção e organização). Ivan Junqueira - da poesia à arte da tradução. Templo Cultural Delfos, julho/2015. Disponível no link. (acessado em .../.../...).
____
** Página atualizada em 3.7.2015.




Licença de uso: O conteúdo deste site, vedado ao seu uso comercial, poderá ser reproduzido desde que citada a fonte, excetuando os casos especificados em contrário. 
Direitos Reservados © 2016 Templo Cultural Delfos

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Agradecemos a visita. Deixe seu comentário!