Émile Zola - o mestre da literatura naturalista

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"O sol surgia no horizonte glorioso, era um despertar de regozijo por tôda a extensão do campo. Uma vaga de ouro rolava do oriente ao ocidente, sôbre a imensa planície. Êsse calor de vida avançava, estendia-se num estremecer de juventude, e nêle vibravam os suspiros da terra, o canto dos pássaros, todos os murmúrios das águas e dos bosques. Era bom estar vivo, o velho mundo queria viver mais uma primavera."
- Émile Zola, em "Germinal". [tradução Francisco Bittencourt]. Rio de Janeiro: Editorial Bruguera, 1969, p. 606. 


Émile Zola nasceu em 10 de abril de 1840, em Paris, filho de François Zola, um engenheiro italiano, e da francesa Émilie Aubert. Em 1843, a família se mudou para Aix-en-Provence, no sul da França, onde o futuro escritor conheceu Paul Cézanne, de quem se tornaria grande amigo. Quando Zola tinha sete anos, seu pai morreu, deixando a família em dificuldades financeiras. Em 1858, ele se mudou com a mãe para Paris, onde passou a juventude, e começou a escrever sob a influência do romantismo. A mãe de Zola queria que o filho estudasse Direito, mas ele fracassou no exame de conclusão da escola.
Antes de se dedicar unicamente à ficção, Zola trabalhou na editora Hachette e escreveu colunas literárias, crônicas e crítica de arte para jornais. Nos textos sobre política, não escondia sua antipatia por Napoleão III. Durante os anos de formação, escreveu uma série de histórias curtas e ensaios, além de peças e novelas. Um dos seus primeiros livros foi Les contes à Ninon, publicado em 1864. Quando o sórdido romance autobiográfico La Confession de Claude foi publicado, em 1865, o autor atraiu a atenção da polícia e da opinião pública. Nessa época conheceu Manet, Pissarro, Flaubert e os irmãos Goncourt e, em 1870, casou-se com Alexandrine Meley, mas foi com a amante, Jeanne Rozerot, que teve dois filhos.
Depois do primeiro romance de sucesso, Thérèse Raquin (1867), Zola começou a longa série chamada Les Rougon Macquart (1871-1893), uma história social de uma família no Segundo Império, que chegou a vinte volumes, mostrando o mundo dos camponeses e trabalhadores. O resultado foi uma combinação de precisão histórica, riqueza dramática e um retrato acurado dos personagens.
A publicação de L’Assommoir (1877), uma descrição profunda do alcoolismo e da pobreza na classe trabalhadora parisiense, fez de Zola um dos mais conhecidos escritores na França. O tratado Le roman expérimental (1880) manifestou a crença do autor na ciência e na aceitação do determinismo científico.
Em 1885, Zola publicou uma de suas principais obras, Germinal, retratando uma greve dos trabalhadores das minas de carvão. O livro foi atacado pela direita como sendo um chamado para a revolução. Nana (1880), outro famoso trabalho do autor, leva o leitor ao mundo da exploração sexual. Les quatre Evangiles, tetralogia iniciada com Fécondité (1899), foi deixada inacabada.
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Zola arriscou a carreira – e a vida – ao publicar J’accuse, uma carta aberta ao presidente da República francesa, editada na primeira página do jornal L’Aurore, na qual defendia a inocência de Alfred Dreyfus e criticava a postura antissemita e autoritária do alto escalão do exército francês. Em função disso, Zola foi condenado à prisão e expulso da Legião da Honra em 1898. Conseguiu escapar para a Inglaterra, onde permaneceu até 1899. Nesse mesmo ano, Dreyfus – após o perdão presidencial – foi solto, mas somente em 1906 o Estado reconheceu a injustiça cometida.
Em 29 de setembro de 1902, sob misteriosas circunstâncias, Zola morreu asfixiado por monóxido de carbono enquanto dormia. De acordo com algumas especulações – inclusive do filho de Zola, Jacques-Émile –, os seus inimigos teriam bloqueado a chaminé do seu apartamento para matá-lo. Em 1908, os seus restos mortais foram transferidos para o Panteão de Paris.


"Os governos suspeitam da literatura porque é uma força que lhes escapa."
"Les gouvernements suspectent la littérature parce qu’elle est une force qui leur échappe."
- Èmile Zola, in: "La république et la littérature". G. Charpentier, 1879, p. 24.



OBRA DE ÉMILE ZOLA
Romans et nouvelles (Romances e novelas)
Emile Zola - foto: Giacomo Brogi  (1900)
:: Contes à Ninon. Paris: J. Hetzel et A. Lacroix, Verboeckhoven et Cie, 1864.
:: La confession de Claude. Paris: A. Lacroix, Verboeckhoven et Cie, 1865.
:: L'Attaque du Moulin. 1880.
:: Le vœu d'une morte. Paris: A. Faure, 1866.
:: Les mystères de Marseille. Paris: A. Lacroix, Verboeckhoven et Cie, 1867.
:: Thérèse Raquin. Paris: A. Lacroix, Verboeckhoven et Cie, 1867.
:: Madeleine Férat. Paris: A. Lacroix, Verboeckhoven et Cie, 1868.
:: Nouveaux contes à Ninon. 1874.
:: Les soirées de Médan. [em colaboração com Maupassant, Huysmans, Léon Hennique, Henri Céard e Paul Alexis]. Paris: Charpentier, 1880.
:: Madame Sourdis. 1880.
:: Le capitaine Burle. (nouvelles). Paris: Charpentier, 1882.
:: Naïs Micoulin. (nouvelles). Paris: Charpentier, 1884.
:: La Mort d'Olivier Bécaille. 1884.


La série des Rougon-Macquart (A saga dos Rougon-Macquart)
:: La fortune des Rougon (A fortuna dos Rougon). Paris: A. Lacroix, Verboeckhoven et Cie, 1870.
:: La Curée (O regabofe). Paris: A. Lacroix, Verboeckhoven et Cie, 1871.
::  Le ventre de Paris (O ventre de Paris). Paris: Charpentier, 1873.
::  La conquête de Plassans (A conquista de Plassans). Paris: Charpentier, 1874.
::  La faute de l'abbé Mouret (O crime do padre Mouret). Paris: Charpentier, 1875.
::  Son excellence Eugène Rougon (O senhor ministro). Paris: Charpentier, 1876.
::  L'assommoir (A taberna). Paris: Charpentier, 1876.
::  Une page d'amour (Uma página de amor). Paris: Charpentier, 1878.
:: Nana. Paris: Charpentier, 1879.
:: Pot-Bouille (A roupa suja). Paris: Charpentier, 1882.
::  Au bonheur des dames (O paraíso das damas). Paris: Charpentier, 1883.
:: La joie de vivre (A alegria de viver). Paris: Charpentier, 1884.
:: Germinal . 1885.
:: L'ouvre (A obra). Paris: Charpentier, 1886.
:: La Terre (A Terra). Paris: Charpentier, 1887.
:: Le revê (O sonho). Paris: Charpentier, 1888.
:: La bête humaine (A besta humana). Paris: Charpentier, 1890.
:: L'argent (O dinheiro). Paris: Charpentier, 1891.
:: La débâcle (A derrocada). Paris: Charpentier et Fasquelle, 1892.
:: Le docteur Pascal (O doutor Pascal). Paris: Charpentier et Fasquelle, 1893.


Émile Zola, caricature de C. Léandre vers (1898)
La série des Trois Villes (A série das três cidades)
:: Lourdes. Paris: Charpentier et Fasquelle, 1894.
:: Rome. Paris: Charpentier et Fasquelle, 1896.
:: Paris. Paris: Charpentier et Fasquelle, 1898.


La série des quatre Évangiles (A série dos quatro Evangelhos)
:: Fécondité. Paris: Fasquelle, 1899.
:: Travail. Paris: Fasquelle, 1901.
:: Vérité. Paris: Fasquelle, 1903. Publicação póstuma.


Pièces de theater (Teatro )
:: Perrette. 1861.
:: Thérèse Raquin. Paris: Charpentier, 1873.
:: Les héritiers Rabourdin. Paris: Charpentier, 1874.
:: Le bouton de rose. 1878.
:: Renée. (adaptation théâtrale de La Curée). 1887.
:: Madeleine. (écrit en 1865). 1889.
:: Théâtre. Paris: Charpentier, 1878.


Poèmes lyriques (Poemas líricos)
:: Messidor. Paris: Fasquelle, 1898.
:: L'Ouragan.  Paris: Fasquelle, 1901.


Œuvres critiques (Obra crítica)
Emile Zola, por Paul Cezanne (1864)
:: Mes haines, causeries littéraires et artistiques. Paris: A. Faure, 1866.
:: Mon Salon. Paris: Librairie centrale, 1866.
:: Édouard Manet, étude biographique et critique. Paris: E. Dentu, 1867.
:: La république et la littérature. Paris: Charpentier, 1879.
:: Le roman experimental. Paris: Charpentier, 1880.
:: Une champagne - 1880-1881. Paris: Charpentier, 1882.
:: Nos auteurs dramatiques. Paris: Charpentier, 1881.
:: Les romanciers naturalistes. Paris: Charpentier, 1881.
:: Le naturalisme au theater, les théories et les exemples. Paris: Charpentier, 1881
:: Documents littéraires. Paris: Charpentier, 1881.
:: Nouvelle champagne. Paris: Fasquelle, 1896.
:: Humanité, vérité, justice. L'affaire Dreyfus. Lettre à la jeunesse. Paris: Fasquelle, 1897.
:: Les Quatre Évangiles. Paris: Fasquelle, 1899.
:: L'Affaire Dreyfus, la vérité en marche. Paris: Fasquelle, 1901.

Œuvres complètes (Obras completas)
:: Contes et Nouvelles. [Les Rougon-Macquart, édition établie par Henri Mitterand]. Bibliothèque de La Pléiade/ Gallimard.
:: Œuvres complètes. [édition établie par Henri Mitterand] Cercle du Livre Précieux.
:: Les Rougon-Macquart. [édition établie par Colette Becker]. Bouquins/Robert Laffont.
:: Œuvres complètes. [sous la direction de Henri Mitterand]. Nouveau Monde Éditions.

 
Émile Zola à son cabinet de travail

"Foi num sábado, às seis horas da manhã, que morri, após três dias de enfermidade. Minha mulher remexia há alguns instantes na mala, procurando roupa de cama. Quando se endireitou e me viu rígido, os olhos abertos, sem respirar, acorreu, achando que se tratava de um desmaio, tocando-me as mãos, inclinando-se sobre meu rosto. Em seguida foi tomada pelo terror; e, transtornada, gaguejou, explodindo em lágrimas:
- Meu Deus! Meu Deus! Ele está morto!
Eu ouvia tudo, mas os sons esmaecidos pareciam vir de muito longe. Só meu olho esquerdo ainda enxergava um clarão confuso, uma luz esbranquiçada onde os objetos se fundiam; o olho direito encontrava-se completamente paralisado. Acontecera uma síncope de todo o meu ser, como que um raio me aniquilara. Minha vontade morrera, nem uma fibra de minha carne obedecia-me. E, nesse vazio, acima de meus membros inertes, apenas o pensamento permanecia, lento e preguiçoso, mas com perfeita nitidez.”
- Émile Zola, trecho de "A morte de Olivier Bécaille". [tradução de Marina Appenzeller]. Porto Alegre:  L&PM Editores, 1997.


OBRA DE ÉMILE ZOLA PUBLICADA NO BRASIL
Émile Zola, por (...)
:: Accuso! (J’accuse)Émile Zola. [tradução Elias Davidovitch]. 1ª ed., 1933; 2ª ed., Rio de Janeiro: Editora Calvino Filho, 1934.
:: Acuso! - o julgamento do cap. dreyfus. [tradução Orlando f. da silva]. São Paulo: Edições e Publicações Brasil, s/d, c. 1935.
:: Acuso!: (O caso Dreyfus). Rio de Janeiro: Edições Atlanta, c.1948.
:: Eu acuso! O processo do Capitão Dreyfus, de Émile Zola, Rui Barbosa e Ricardo Lísias. [Organização e tradução Ricardo Lísias]. São Paulo: Hedra, 2007, 112p.
:: J'accuse! (Eu acuso!.) - verdade em marcha. [tradução Paulo Neves. Porto Alegre:L&PM, 2009, 175p. 
:: Germinal. Émile Zola. [tradução Beldemonio]. Lisboa: Empreza litteraria luso-brazileira, 1885.
:: Germinal. Émile Zola. [trad. Bandeira Duarte]. Rio de Janeiro: Flores e Mano, 2ª ed., 1935;
Vecchi, 1943 e 1946.
:: Germinal. Émile Zola.  [sem referência ao tradutor...]. Cia. Brasil 1956.
:: Germinal. Émile Zola. [tradução Francisco Bittencourt]. Rio de Janeiro: Editorial Bruguera, 1969; Abril Cultural 1972, 1979, e 1981; Circulo do Livro, s/d.; Martin Claret, 2006.
:: Germinal. Émile Zola. [tradução Eduardo Nunes Fonseca]. São Paulo: Hemus, 1982; Ediouro, 1986; e Nova Cultural, 1996.
:: Germinal. Émile Zola. [tradução Mauro Pinheiro]. São Paulo: Editora Estação liberdade, 2012, 560p.
:: Germinal. Émile Zola. [adaptação e tradução Silvana Salerno; ilustrações Odilon Moraes; e capa Paula Astiz] São Paulo: Companhia das Letras, 2000, 256p.
:: O romance experimental e o naturalismo no teatro. Émile Zola. [tradução Ítalo Caroni e Céllia Berrettini]. São Paulo: Editora Perspectiva S.A. 1979.
:: Do romanceÉmile Zola.[tradução de Plínio Augusto Coelho]. São Paulo: Edusp, 1995. 
:: O paraíso das damas. Émile Zola. [tradução Joana Canêdo]. São Paulo: Editora Estação liberdade, 2008, 504p.
:: Thèrèse raquin. Émile Zola. [tradução Joaquim Pereira Neto]. São Paulo: Editora Estação liberdade, 1992; (2ª edição revista), 2001, 240p.
:: A morte de Olivier Bécaille. seguido de Nantas e A inundação. Émile Zola. [tradução de Marina Appenzeller]. Coleção L&PM Pocket. Porto Alegre:  L&PM Editores, 1997; 2012, 182p.

Sobre as traduções ler:
BOTTMANN, Denise. não gosto de plágio: zola, germinal (acessado em 11.8.2014).
BOTTMANN, Denise. não gosto de plágio: zola. j'accuse(acessado em 14.6.2015).
GOMES, Mônica dos Santos. As traduções e recepção de Germinal, de Émile Zola, no Brasil. (Dissertação Mestrado em Literatura). Universidade de Brasília, UNB, 2013.  Disponível no link(acessado em 11.8.2014).
PONCIONI, Claudia. As traduções de Zola em Português, um estudo das traduções de Germinal. São Paulo: Editora Annablume, 1999. 147p. Disponível no link. (acessado em 5.8.2014).

 
Portrait of Emile Zola, Edouard Manet, 1867-68
(Musée d'Orsay)
“Em Thérèse Raquin, eu quis estudar temperamentos e não caracteres. Aí está todo o livro. Escolhi personagens soberanamente dominados pelos nervos e pelo sangue, desprovidos de livre arbítrio, arrastados em cada ato de suas vidas pelas fatalidades da própria carne. Thérèse e Laurent são animais humanos, nada mais. Procurei acompanhar nesses animais o trabalho surdo das paixões, as violências do instinto, os desequilíbrios cerebrais ocorridos na seqüência de uma crise nervosa. (…) A alma está absolutamente ausente, concordo perfeitamente, uma vez que eu quis assim.
[...]
“Começa-se, espero, a compreender que o meu objetivo foi um objetivo científico antes de tudo. (…) Que se leia o romance com cuidado e ver-se-á que cada capítulo constitui o estudo de um caso curioso de fisiologia. Numa palavra, não tive senão um desejo: considerando um homem vigoroso e uma mulher insaciada, procurar neles o animal, e mesmo ver unicamente o animal, lançá-los num drama violento, e observar escrupulosamente as sensações e os atos desses seres. Eu simplesmente fiz com dois seres vivos o trabalho que os cirurgiões fazem com cadáveres.”
- Émile Zola, no prefácio de "Thérèse Raquin". [tradução Joaquim Pereira Neto]. Editora Estação liberdade, (2ª edição revista), 2013.


TRADUÇÕES PORTUGUESAS
Émile Zola, por (...)
:: Germinal. Émile Zola. [tradução Beldemónio]. Empreza litteraria luso-brazileira, 1885.
:: A Fortuna dos Rougons. (La Fortune des Rougon - 1871). Émile Zola. [tradução Beldemónio]. Lisboa & Cª, 1881.
:: A Taberna (L´Assommoir - 1877). Émile Zola. [tradução Beldemónio]. Guimarães Editores, 1957.
:: O fuzilado. Émile Zola. [tradução Beldemónio]. Tip. Eduardo Rosa, 1887.
:: O paraíso das Damas (Au Bonheur des Dames - 1883). Émile Zola. [tradução Beldemónio]. Guimarães & Cª., 1918.
:: O romance da moda. Émile Zola. [tradução Beldemónio]. Empreza Literária Luso-Brasileira
Editora, 2vls. 1883.
:: O Sr. Ministro (Son Excellence Eugène Rougon- 1876).. [tradução Beldemónio].  Guimarães & Cª., s/data.
  

“Homens brotavam, um exército negro, vingador, que germinava lentamente nos sulcos da terra, crescendo para as colheitas do século futuro, e cuja germinação não tardaria em fazer rebentar a terra.”
- Émile Zola, em "Germinal". [tradução Francisco Bittencourt]. Rio de Janeiro: Editorial Bruguera, 1969, p. 610.

Zola au Figaro, caricature de Hix, dans Le Grelot du 10 janvier 1881.


"Uma obra de arte é um canto da criação visto através de um temperamento."
- Une œuvre d'art est un coin de la création vu à travers un tempérament.
- Èmile Zola, in: "Mes haines"(O meu ódio). 1866. Ed. Charpentier, 1879.



FORTUNA CRÍTICA DE ÉMILE ZOLA
[bibliografia e estudos acadêmicos sobre Émile Zola: livros, teses, dissertações, monografias, artigos e ensaios]
Émile Zola, por Nadar
ABRAHÃO, Miguel M.. A Pele do Ogro. Edições Shekinah, 1996, 273p.
ALEXIS, Paul. Emile Zola: notes d’un ami. Paris, Charpentier, 1882.
ARAÚJO, Izabela Viana de. Monsters and Monstrosities in nineteenth-century European Literature: an analysis of Oscar Wlide's The Picture of Dorian Gray, Émile Zola's Germinal, and Camilo Castelo Branco's Amor de Perdição. (Dissertação Mestrado em Crossways in European Humanities). University of Sheffield, SHEFFIELD, Inglaterra, 2008.
AUERBACH, Erich. Germinie Lacerteux. In: Mimesis: a representação da realidade na literatura ocidental. São Paulo: Editora Perspectiva S.A. p. 443, 2ª ed. 1946.
BECKER, Colette. Emile Zola. coleção Portraits littéraires. Paris: Hachette, 1993.
BITTENCOURT, Gilda Neves da Silva; MASINA, Léa dos Santos. Émile Zola. In: Léa Masina. (Org.). Guia de Leitura: 100 autores que você precisa ler. Porto Alegre: L&PM, 2007, v. , p. 68-69.
BITTENCOURT, Icaro. 'The life of Émile Zola' (1937): justiça e consciência humana no entre-guerras [NO PRELO]. In: FERREIRA, Alexandre Maccari; KONRAD, Diorge Alceno; KOFF, Rogério Ferrer. (Org.). Uma história a cada filme: ciclos de cinema histórico. 1ª ed., Santa Maria (RS): FACOS-UFSM, 2014, v. 4, p. 300-307.
BLOND, Maurice le (notes et commentaires). Émile Zola Correspondance (1872 – 1902). Paris: Typographie François Bernouard, 1973.
BRUNETIÈRE, Ferdinand. Le roman naturaliste. Paris: Éditeurs Calmann-Lévy, 1896.
CAMARANI, Ana Luiza Silva. Les passions chez Zola. Revista de Letras (São Paulo), São Paulo: UNESP, v. 30, p. 183-191, 1990.
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COIMET, Yaracylda Oliveira Farias. Cézanne dans L'Oeuvre de Zola: l'histoire d'une rupture. In: Yaracylda Coimet. (Org.). La francophonie: un espace de confluences artistiques et littéraires. 1ª ed., Recife: Editora universitária da UFPE, 2006, v. 1, p. 67-70.
COLIN, René-Pierre. Zola renégats et alliés: La République naturaliste. Lyon: Presses Universitaires de Lyon, 1988
Émile Zola - foto: (...)
CORRÊA, Patrícia Alves Carvalho. O Naturalismo em perspectiva comparada: de Émile Zola a Aluísio Azevedo. (Tese Doutorado em Letras). Universidade do Estado do Rio de Janeiro, UERJ, 2011.
COUTO, Maria de Fátima Morethy. Émile Zola, o Impressionismo e a pintura de Paul Cézanne. Concinnitas (UERJ), Rio de Janeiro, v. 1, p. 139-153, 2005.
DANTAS, Luiz Carlos da Silva. Mémoire sur les dossiers préparatoires de Lourdes d´Émile Zola. (Dissertação Mestrado em Lettres Modernes). Université d Aix Marseille I, UA-MI, França, 1976.
DEZALAY, Auguste. Lectures de Zola.  Paris: Librairie Armand Colin, 1973.
Disponível no link. (acessado em 11.8.2014).
DOURADO, Ana Cristina Dubeux. Machado de Assis e Émile Zola - Comparações em torno das teses evolucionistas, sua transposição ao terreno social e sua expressão literária. (Tese Doutorado em Letras). Universidade Federal de Pernambuco, UFPE, 2007.
DOURADO, Ana Cristina Dubeux. Representações da Infância nas Obras de Emile Zola e Machado de Assis: uma analise comparativa. In: JOACHIM, Sébastien. (Org.). O Espaço-Tempo em Literatura & Ciências Humanas. Recife: Universidade Federal de Pernambuco, 2003, v. , p. 53-61.
DOURADO, Ana Cristina Dubeux. Representations de l'enfance chez Émile Zola et Machado de Assis. (Dissertação Mestrado em Diplôme D'Études Approfondies - Master's Degree). Université Blaise Pascal - Clermont-Ferrand, UBP, França, 2004.
DREHER, Luís Henrique. Naturalismo e religião: O Germinal de Émile Zola. In: Eduardo Gross. (Org.). Manifestações literárias do sagrado. 1ª ed., Juiz de Fora: EDUFJF, 2002, v. 1, p. 31-48.
ERRE, Michel. Germinal Émile Zola. Collection profil littéraire. Paris: Hatier, 1991.
FABIANO, A. P. M.; GONÇALVES, Luciano de Jesus; MELO, Samuel Carlos. As configurações do espaço em Germinal, romance de Émile Zola. Revista do SELL, v. 2, p. 107-131, 2011.
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FARIA, Antônio Augusto Moreira de. Sobre Germinal - interdiscurso, intradiscurso e leitura. (Tese Doutorado em Lingüística). Universidade de São Paulo, USP, 1999.
FARIA, João Roberto Faria. Zola et le naturalisme théâtral au Brésil. Excavatio (San Rafael), Edmonton (Alberta, Canadá), v. 20, n.1-2, p. 258-273, 2005.
Émile Zola - foto: (...)
FARIA, Zênia de. De Zola à Azevedo: jeux intertextuels. In: XIIICongrès International Zola et le Naturalisme, 2005, Rio de Janeiro / RJ. Annales du 13ème Colloque International Emile Zola et le Naturalisme (AIZEN), 2005. p. 149-164.
FARIA, Zênia de. Une lecture analogique: L'Assommoir, Germinal/ O cortiço. (Dissertação Mestrado em Lettres Modernes Français). Université de Limoges, 1975.
FERNANDES, Pádua. Eu acuso! O processo do Capitão Dreyfus, de Émile Zola, Rui Barbosa e Ricardo Lísias. (Organização e tradução Ricardo Lísias). São Paulo: Hedra, 2007, 112p. Prísma Jurídico, São Paulo, v. 7, nº 1 - p. 211-214, jan./jun/ 2008. Disponível no link. (acessado em 10.8.2014).
GALVÃO, Ronaldo Guimarães. Relações culturais Brasil-França nas crônicas de Brito Broca: a entrevista com Émile Zola, 1898. Estação Literária, v. 11, p. 342-354, 2013.
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GARCIA, Frédéric Robert. A Interdiscursividade do campo cientifico no discurso literário em Germinal de Émile Zola. (Dissertação Mestrado em Letras e Lingüística). Universidade Federal da Bahia, UFBA, 2005.
GENBEMBRE, Gérard. Germinal d´Émile Zola. Collection foliothèque. Paris: Gallimard, 2004.
GERMANI, Marcelo Barroso; KÜMMEL, Marcelo Barroso. Direito do trabalho e literatura: o princípio protetivo como forma de equilíbrio nas relações de trabalho, a partir da análise do romance Germinal de Émile Zola. In: Marcelo Campos Galuppo; Ivan Aparecido Ruiz. (Org.). Direito, arte e literatura. 1ª ed., Florianópolis: FUNJAB, 2013, v. 22, p. 198-226.
GILBERTO, Irene Jeanete Lemos. Zola e o cinema. Leopoldinaum - Revista de Estudos e Comunicações da Universidade Católica de Santos, Santos, v. 21, p. 40-55, 1981.
GOMES, Mônica dos Santos. As traduções e recepção de Germinal, de Émile Zola, no Brasil. (Dissertação Mestrado em Literatura). Universidade de Brasília, UNB, 2013.
Émile Zola - foto: (...) 1890
GOMES, Mônica dos Santos. Émile Zola: Traduções de l´Assommoir e Germinal no Brasil. Belas Infiéis, v. 1, p. 165-171, 2012.
GONÇALVES, Renata Braz. Livros e leitura na cidade de Pelotas–RS no final do século xix:  um estudo através dos jornais pelotenses (1875-1900).. (Tese Doutorado em Educação). Universidade Federal de Pelotas, UFPEL, 2010. Disponível no link. (acessado em 11.8.2014).
HERVOT, Brigitte Monique. Maupassant: um amigo e um crítico de Zola. Patrimônio e Memória (UNESP), v. 3, p. 1-16, 2007.
JOSEPHSON, Mathew. Zola e seu tempo. 2ªed., São Paulo: Cia. Ed. Nacional, 1958.
LANOUX, Armand. Bonjour monsieur Zola. Paris: Grasset, 1978.
LAPP, John C.. Les racines du naturalisme: Zola avant les Rougon-Macquart. Paris – Bruxellas – Montréal: Bordas, 1972.
LATTRE, Alain de. Le réalismo selon Zola. Paris: PUF, 1975.
LINHARES, Silvana Valdomiro. Germinal e Cacau: uma reflexão estética sobre o real. (Dissertação Mestrado em Letras). Universidade Presbiteriana Mackenzie, MACKENZIE, 2004.
LINS, Vera Lúcia de Oliveira. Zola e Gonzaga Duque: o artista e a cidade na virada do século. Candelária (Rio de Janeiro), v. 10, p. 55-67, 2009.
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FILMOGRAFIA
:: GERMINAL. Direção: Claude Berri. Bélgica, França e Itália: AMLF, 1993. 1 filme (160 min), son., color. 
:: THE LIFE OF ÉMILE ZOLA. Direção: William Dieterle. Estados Unidos: Warner Bros., 1937. 1 filme (116 min), son., preto e branco.


ICONOGRAFIA E IMAGENS
 
Représentant Zola en écrivain muni d'une loupe et de
pincettes - caricature Andre Gill (1876)

Caricature Gill pour un hommage de Zola à Balzac vers 1880.

Caricature politique de Zola par Lepetit dans
Le Contemporain (1887)

J'accuse, famoso artigo (jornalismo) escrito por Émile Zola

Journal la Petite Lune d'avril 1879. La critique du Romantisme
 par Zola attire les caricaturistes.

Le daguerréotype représentant François Zola et son fils, 
posé contre des exemplaires des Rougon-Macquart traduits en 
différentes langues. Photographie d'Émile Zola

Paul Alexis lit des Zola Émile avant II, par Paul Cézanne

Émile zola e a família

Émile Zola en compagnie de Jeanne Rozerot
et leurs deux enfants, Denise et Jacques.

FANPAGE DEDICADO A LITERATURA FRANCESA (BILÍNGUE)
:: Literatura francesa / Littérature française


Emile Zola - foto: ... (ca. 1900)
FONTES E REFERÊNCIAS DE PESQUISA


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© Pesquisa, seleção e organização: Elfi Kürten Fenske

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Trabalhos sobre o autor:
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Como citar:
FENSKE, Elfi Kürten (pesquisa, seleção e organização). Émile Zola - o mestre da literatura naturalista. Templo Cultural Delfos, agosto/2014. Disponível no link. (acessado em .../.../...).
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Página atualizada: 14.6.2015.


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Um comentário:

  1. contribuição para as traduções de j'accuse: http://naogostodeplagio.blogspot.com.br/2013/04/jaccuse.html

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