Anita Malfatti - precursora do movimento modernista brasileiro

Anita Malfatti, em 1955 - foto: Guilherme Malfatti
"Os objetos se acusam só quando saem da sombra, isto é, quando envolvidos na luz." 




Anita Catarina Malfatti (São Paulo SP 1889 - idem 1964). Pintora, desenhista, gravadora, ilustradora e professora. Inicia seu aprendizado artístico com a mãe, Bety Malfatti (1866 - 1952). Devido a uma atrofia congênita no braço e na mão direita, utiliza a esquerda para pintar. No ano de 1909, pinta algumas obras, entre elas a chamada Primeira Tela de Anita Malfatti. Reside na Alemanha entre 1910 e 1914, onde tem contato com a arte dos museus, freqüenta por um ano a Academia Imperial de Belas Artes, em Berlim, e posteriormente estuda com Fritz Burger-Mühlfeld (1867 - 1927), Lovis Corinth (1858 - 1925) e Ernst Bischoff-Culm. Nesse período também se dedica ao estudo da gravura. De 1915 a 1916 reside em Nova York e tem aulas com George Brant Bridgman (1864 - 1943), Dimitri Romanoffsky (s.d. - 1971) e Dodge, na Arts Students League of New York, e com Homer Boss (1882 - 1956), na Independent School of Art. Sua primeira individual acontece em São Paulo, em 1914, no Mappin Stores, mas é a partir de 1917 que se torna conhecida quando em uma exposição protagonizada pela artista - em que também expunham artistas norte-americanos - recebe críticas de Monteiro Lobato (1882 - 1948) no artigo A Propósito da Exposição Malfatti, mais tarde transcrito em livro com o título Paranóia ou Mistificação? Em sua defesa, Oswald de Andrade (1890 - 1954) publica, em 1918, artigo no Jornal do Comércio. Estuda pintura com Pedro Alexandrino (1856 - 1942) e com Georg Elpons (1865 - 1939) exercita-se no modelo nu. Em 1922, participa da Semana de Arte Moderna expondo 20 trabalhos, entre eles O Homem Amarelo (1915/1916) e integra, ao lado de Tarsila do Amaral (1886 - 1973), Mário de Andrade (1893 - 1945), Oswald de Andrade (1890 - 1954) e Menotti Del Pichia (1892 - 1988), o Grupo dos Cinco. No ano seguinte, recebe bolsa de estudo do Pensionato Artístico do Estado de São Paulo e parte para Paris, onde é aluna de Maurice Denis (1870 - 1943), freqüenta cursos livres de arte e mantém contatos com Fernand Léger (1881 - 1955), Henri Matisse (1869 - 1954) e Tsugouharu Foujita (1886 - 1968). Retorna ao Brasil em 1928 e leciona desenho e pintura no Mackenzie College, na Escola Normal Americana, na Associação Cívica Feminina e em seu ateliê. Na década de 1930, em São Paulo, integra a Sociedade Pró-Arte Moderna - SPAM, a Família Artística Paulista - FAP e participa do Salão Revolucionário. A primeira retrospectiva acontece em 1949, no Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand - Masp. Em 1951, participa do 1º Salão Paulista de Arte Moderna e da 1ª Bienal Internacional de São Paulo.

Auto-Retrato, de Anita Malfatti 1922
[Coleção de Artes Visuais do IEB/USP, SP]
"Quando cheguei à Europa, vi pela primeira vez a pintura. Quando visitei os museus fiquei tonta. Comecei a querer descobrir no que os grandes santos das escolas italianas eram diferentes dos santinhos dos colégios. Tanto me encantavam uns quanto os outros. Fiquei infeliz porque a emoção não era de deslumbramento, mas de perturbação e de infinito cansaço diante do desconhecido. Assim passei semanas voltando diariamente ao Museu de Dresde. Em Berlim continuei a busca e comecei a desenhar. Desenhei seis meses dia e noite. Um belo dia fui com uma colega ver uma grande exposição de pintura moderna. Eram quadros grandes. Havia emprego de quilos de tinta e de todas as cores. Um jogo formidável. Uma confusão, um arrebatamento, cada acidente de forma pintado com todas as cores.  O artista não havia tomado tempo para misturar as cores, o que para mim foi uma revelação e minha primeira descoberta. Pensei, o artista está certo. A luz do sol é composta de três cores primárias e quatro derivadas. Os objetos se acusam só quando saem da sombra, isto é, quando envolvidos na luz. Tudo é resultado da luz que os acusa, participando de todas as cores. Comecei a ver tudo acusado por todas as cores. Nada nesse mundo é incolor ou sem luz. Procurei o homem de todas as cores, Lovis Corinth, e dentro de uma semana comecei a trabalhar na aula desse professor. Comprei incontinente uma porção de tintas, e a festa começou. Continuava a ter medo da grande pintura como se tem medo de um cálculo integral."
- Anita Malfatti, em BATISTA, Marta Rossetti (Org.); LOPEZ, Telé Ancona (Org.); LIMA, Yvone Soares de (Org.). Brasil: 1º tempo modernista 1917/25: documentação. São Paulo: IEB: USP, 1972, p. 41.


CRONOGRAMA VIDA E OBRA
INICIO
Anita Malfatti
1889 – Nasce em São Paulo. Filha do engenheiro italiano Samuel Malfatti e Eleonora Elizabeth Krug, norte-americana descendente de alemães. Recebe o nome de Annita Catharina Malfatti. A família já tinha um filho: Alexandre, nascido quando a família ainda morava em Campinas no interior do Estado.  Samuel estava no Brasil trabalhando na construção de ferrovias e o avô Guilherme trabalhava como empreiteiro com o escritório de Ramos de Azevedo.
1889 – Samuel é naturalizado por decreto do Governo Republicano Provisório.
1892 – Samuel é eleito deputado estadual representando a colônia italiana.
1892 – A família viaja para a Itália onde Anita é operada para corrigir uma atrofia congênita no braço e mão direita. Nasce o irmão Guilherme.
1894 – Volta para o Brasil. O defeito foi apenas parcialmente corrigido e a partir de então Anita recebe cuidados especiais para desenvolver habilidades com a mão esquerda. Nasce Georgina.
1901(?) – Morre o pai Samuel e a família vai morar com os avôs maternos: Guilherme e Catarina Krug
1904/06 – Estuda no Mackenzie College. Ao se formar, começa lecionar.
1906/10 – Inicia o aprendizado artístico com a mãe, Bety  que dava aulas de pintura e línguas no Macksenzie.
1907 – Morre o avô Guilherme.
1909 – Pinta o Burrinho Correndo que assina como Babynha. Este é considerado seu primeiro quadro e é uma cópia da capa de uma revista popular na época.


Fazendo pão (cozinha de roça), de Anita Malfatti
 sem data - [Coleção Particular]
ALEMANHA - A FESTA DA COR
1910 – Viaja para Alemanha, onde estuda com vários professores, dentre os quais: Lovis Corinth (1858–1925), que na época mantinha uma escola para mulheres e desfrutava de muito prestígio como pintor, tendo sido presidente da Secessão de Berlim, grupo de artistas que se insurgiram contra os parâmetros estéticos e regras das academias e salões oficiais.   
1912 – Visita a grande exposição Sonderbund em Colônia, na Alemanha, que apresentou de forma didática mais de 600 obras: El Greco, Delacroix, Cézanne, Gauguin, Bonnard, Vuillard, Matisse, Picasso, Braque, Munch, Nolde e Van Gogh, dentre outros.
1914 – Com a ameaça da guerra na Europa, volta para o Brasil. Faz sua primeira individual em uma sala da loja Casa Mappin Stores, sem repercussão.


EUA
1915 – A família entendendo que Anita ainda não “estava pronta” e resolve mandá-la para Nova Iorque para completar seus estudos. Neste mesmo ano, provavelmente,  faz algumas ilustrações para as revistas Vogue e Vanity Fair.
A Ventania, de Anita Malfatti, 1915-17.
[Coleção Palácio dos Bandeirantes, SP]
1915 – Em Nova Iorque, depois de muita procura ingressa na Independent School of Art, cujo professor era o “artista-filósofo” Homer Boss (1882–1956).
 “[...] achei a escola que tanto desejava encontrar na vida. A Ele (Boss) achava que a arte era a pura filosofia da vida.”
Participa de excursões à ilha de Monhegan, onde, sob orientação de Boss, pinta as mais importantes obras de sua vida.
“Sempre pintávamos ao ar livre, no meio do vento, envoltos em neblina, no sol, na chuvarada, sem poder perceber se meio metro adiante havia algum despenhadeiro terrível. Trabalhávamos nessa ilha quase inacessível, rodeada de penhascos (...)” 
“Eu estava em pleno idílio pictórico. Vivia calma e feliz em meu trabalho.”


EXPOSIÇÃO DE 17
1916 – Volta para São Paulo e recebe severas críticas de seu tio e padrinho Jorge Krug, que fica enraivecido ao ver as pinturas da sobrinha, quase todas expressionistas e em seu entendimento “dantescas”.  “Não foi para isto que paguei seus estudos”.
1917 – Estimulada por Di Cavalcanti (1897-1976) e Menotti Del Picchia (1892 - 1988) monta exposição, em um salão alugado na Rua Líbero Badaró, 111, em São Paulo, com obras que havia trazido dos EUA e também algumas de colegas da Independent  School.
1917 – Publicada  a crítica de Monteiro Lobato (1882-1948) no jornal O Estado de S. Paulo, que mais tarde foi transcrita no livro Urupês com o título de “Paranóia ou mistificação”.
Homem amarelo, de Anita Malfatti, 1915-16.
 [Coleção Mário de Andrade, IEB/USP, SP]
“Essa artista possui um talento vigoroso, fora do comum. Poucas vezes, através de uma obra torcida em má direção, se notam tantas e tão preciosas qualidades latentes. Percebe-se, de qualquer daqueles quadrinhos, como a sua autora é independente, como é original, como é inventiva, em que alto grau possui umas tantas qualidades inatas, das mais fecundas na construção duma sólida individualidade artística.
Entretanto, seduzida pelas teorias do que ela chama arte moderna, penetrou nos domínios de um impressionismo discutibilíssimo, e pôs todo o seu talento a serviço duma nova espécie de caricatura.
Sejamos sinceros: futurismo, cubismo, impressionismo e tutti quanti não passam de outros ramos da arte caricatural.
(...)
A pintura da sra. Malfatti não é futurista, de modo que estas palavras não se lhe endereçam em linha reta; mas como agregou à sua exposição uma cubice, queremos crer que tende para isso como para um ideal supremo.
(...)
Não fosse profunda a simpatia que nos inspira o belo talento da sra. Malfatti, e não viríamos aqui com esta série de considerações desagradáveis. Como já deve ter ouvido numerosos elogios à sua nova atitude estética, há de irritá-la como descortês impertinência a voz sincera que vem quebrar a harmonia do coro de lisonjas.
Entretanto, se refletir um bocado verá que a lisonja mata e a sinceridade salva.”
1918 – Oswald de Andrade escreve uma critica para o Jornal do Comércio defendendo Anita das criticas de Lobato. 


SEMANA DE 22 – GRUPO DOS CINCO
As margaridas de Mário, de Anita Malfatti 1922 
[Coleção de Artes Visuais do IEB/USP].
1919 – Estuda pintura no ateliê de Pedro Alexandrino (1856–1942), onde conhece Tarsila do Amaral (1886 - 1973) e tornam-se amigas.
1920/21 – Tem aulas de modelo vivo com Georg Elpons (1865–1939).
1921/23 – É professora de desenho na Escola Americana e na Universidade Presbiteriana Mackenzie.
1922 - Faz parte do grupo que organiza a Semana de Arte Moderna, ao lado de Di Cavalcanti, Oswald de Andrade e Mário de Andrade (1893 - 1945), dentre outros.
1922 - Com a volta de Tarsila do Amaral ao Brasil forma o que chamaram de “Grupo dos Cinco” ao lado de Mário de Andrade, Oswald de Andrade e Menotti Del Pichia, . em alusão ao grupo “Os seis” formado por alguns músicos, como Satie, Milhaud, Honegger, Auric e Poulenc.


RETORNO A ORDEM – PARIS
1923 – Ganha uma bolsa de estudo do Pensionato Artístico do Estado de São Paulo e vai para Paris onde encontra alguns amigos modernistas: Di Cavalcanti e Brecheret.
Arvoredo, de Anita Malfatti, s/data 
[Coleção Particular - São Paulo]
1924 – Visita Veneza, Lucca, Roma e Nápoles. Encontra-se com Yan de Almeida Prado e Zina Aita, companheiros da Semana de 22. Expõe Canal de Veneza e Interior de Igreja no Salão de Outono, em Paris.
1925 – Vai para Mônaco. Chegam a mãe, o primo Arthur Krug, a irmã Georgina e a prima Evangelina.
1926 – Expõe no Salão da Sociedade dos Artistas Independentes, o Interior de Mônaco. Viaja para os Pirineus, Cauterets e Lourdes.
1928 – Expõe no Salão de Outono e no Salão dos Independentes. Volta para São Paulo.


FLORES E RETRATOS
1929 – Mostra individual em São Paulo. Mário de Andrade e amigos se surpreendem com a grande diversidade das obras apresentadas.
“Agora uma mulher sozinha, sem capital e com honestidade não pode fazer fortuna, disso já me convenci, por isso me contento em ser uma artista sem popularidade nem dinheiro, no vernáculo piedoso dos que me querem bem, ‘incompreendida’!  — Pois vá lá, chaqu 'un son choix!
1930 – Professora de desenho no Mackenzie até 1932.
Vaso de Flores (Copos de Leite), de Anita Malfatti.
sem data, [Coleção Simão Mendel Guss – SP]
1931 – Participa da Comissão Organizadora do Salão Revolucionário onde também expõe.
1931 – Em artigo sobre o salão, publicado no jornal Diário Nacional, de 11 de setembro, Mário de Andrade lamenta: “O que a artista está fazendo de novo me inquieta [...].”
1932/34 – Em São Paulo integra a Sociedade Pró-Arte Moderna (SPAM).
1933 – Participa da decoração do baile “Carnaval na cidade de SPAM”. Leciona na Associação Cívica Feminina. Muda-se para a Rua Ceará onde instala seu ateliê e começa a dar aulas. Sophia Tassinari (1927 - 2005), Oswald de Andrade Filho - Nonê  (1914 - 1972) e Flávio Motta (1916)  foram, entre outros, seus alunos.
1934 - Participa do I Salão de Belas Artes.
1935 – Mostra individual em São Paulo que mais uma vez decepciona os amigos.      
1936 – Conferencia na Associação Paulista de Medicina – “A arte moderna”.
1937 – Exposição individual no Rio de Janeiro. Participa da fundação  do Sindicato dos Artistas Plásticos de São Paulo.
1937 – Participa da 1ª Exposição da Família Artística Paulista, ao lado de Bonadei, Volpi, Graciano, dentre outros.
1939 – Expõe em vários salões (Maio, Sindicato e Família Artística Paulista). Publica o artigo “1917” na Revista Anual do Salão de Maio (RASM).
1940 – Seu quadro Época de Colonização é recusado no Salão Oficial de Belas Artes do Rio de Janeiro e Anita, através de uma carta, rompe com Mário de Andrade, atribuindo-lhe a recusa.
1941 – É presidente do Sindicato dos Artistas Plásticos de São Paulo. Ilustra o livro Iracema de José de Alencar.


TOMEI A LIBERDADE DE PINTAR A MEU MODO
1944 – Viaja para Minas Gerais e além de Belo Horizonte visita as cidades históricas de Ouro Preto, Mariana e Congonhas.
“Hoje faço pura e simplesmente arte popular brasileira. È preciso não confundir: arte popular com folclore [...] A diferença é muito clara: eu pinto aspectos da vida brasileira, aspectos da vida do povo. Procuro retratar os seus costumes, os seus usos, o seu ambiente. Procuro transportá-los vivos para minhas telas. Interpretar a alma popular. Fazer folclore é com meu amigo Cássio M’Boy. Ele procura lendas, historias, crenças e então retrata-as. Essa diferença. Importante, portanto, não confundir: eu não pinto nem folclore, nem faço primitivismo. Faço arte popular brasileira”
Entre morros e roda d'água, de Anita Malfatti, déc. 1950
 [Coleção particular São Paulo/SP]
1945 – Morre Mário de Andrade o que a deixa profundamente abalada. Mostra individual em São Paulo com algumas obras nitidamente impressionistas.
1949 – Primeira retrospectiva no MASP. Doa o quadro A Estudante para o MASP.
1951 – Concorre e expõe na 1ª Bienal e também no 1º Salão Paulista de Arte Moderna.
1952 – Morre dona Bety, mãe de Anita. A casa da Rua Ceará é vendida. Com a irmã Georgina, passa a viver entre uma pequena chácara em Diadema e o apartamento da Alameda Eduardo Prado, na Barra Funda.
1955 – Carta póstuma a Mário de Andrade.
“Tenho medo de ter desapontado a Você. Quando se espera tanto de um amigo, este fica assustado, pois sabe que por nós mesmos nada podemos fazer e ficamos querendo, querendo ser grandes artistas e tristes de ficarmos aquém da expectativa. Procurei todas as técnicas e voltei à simplicidade, diretamente, não sou mais moderna nem antiga, mas escrevo e pinto, o que me encanta. Escrevo, pois, para Você, grande e querido amigo, ai se eu pudesse consolá-lo, quanta felicidade para todos nós.”
1955 – Publica contos em jornal alemão publicado em São Paulo. Realiza uma exposição individual no MASP que recebe o nome de : Tomei a liberdade de pintar a meu modo, organizada por Pietro Maria Bardi.
1957 – Viaja para o Rio de Janeiro. Expõe desenhos no Clubinho. Algumas experiências abstratas. Começa pintar a serie “As bem aventuranças”.
1961 – Os críticos pedem que ela seja homenageada na Bienal.
1962 – Participa das comemorações dos 40 anos da Semana de 22 na Petite Galerie.
1963 – Exposição individual na Casa do Artista Plástico e, finalmente, uma sala especial na 7ª Bienal.
1964 – Falece em São Paulo, na Santa Casa de Misericórdia, em 6 de novembro.


Mário de Andrade (sentado), Anita Malfatti (sentada, 
ao centro) e Zina Aita (à esq. de Anita), em 1922.
[Foto Arquivo Mario de Andrade do IEB/USP]


"O nome de Anita Malfatti já está definitivamente ligado à história das artes brasileiras pelo papel que a pintora representou no início do movimento renovador contemporâneo. Dotada duma inteligência cultivada e duma sensibilidade vasta, ela foi a primeira entre nós a sentir a precisão de buscar os caminhos mais contemporâneos de expressão artística, de que vivíamos totalmente divorciados, banzando num tradicionalismo acadêmico que já não correspondia mais a nenhuma realidade brasileira nem internacional."
- Mario de Andrade


ACERVOS
Acervo Artístico-Cultural dos Palácios do Governo do Estado de São Paulo. - São Paulo SP.
Acervo Banco Itaú S.A. - São Paulo SP.
Acervo Pinacoteca do Estado de São Paulo/Brasil. - São Paulo SP.
Casa Guilherme de Almeida - São Paulo SP.
Coleção de Artes Visuais do Instituto de Estudos Brasileiros - IEB/USP - São Paulo SP.
Coleção Gilberto Chateaubriand - MAM/RJ - Rio de Janeiro RJ.
Coleção Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo - MAC/USP - SP.
Coleção Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro - MAM/RJ - Rio de Janeiro RJ.
Museu de Arte Brasileira - MAB/Faap - São Paulo SP.
Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand - Masp - São Paulo SP.
Museu Nacional de Belas Artes - MNBA - Rio de Janeiro RJ.

Lavadeiras (Aquarela s/ papel), de Anita Malfatti, sem data 
[Coleção Particular – Rio de Janeiro RJ]

"O ponto de vista do pintor é diferente; nós calculamos em espaço, luz e sombra. O quadro para o artista é a resolução de um problema. Para os intelectuais é a ilustração de uma idéia."
- Anita Malfatti, 1931.

EXPOSIÇÕES
Exposições Individuais
1914 - São Paulo SP - Primeira Individual, no Mappin Stores.
1917 - São Paulo SP - Exposição de Pintura Moderna Anita Malfatti, na Rua Líbero Badaró nº 111.
1920 - São Paulo SP - Individual, no Clube Comercial.
1921 - Santos SP - Individual, no Vestíbulo do Politeama Rio Branco.
A boba, de Anita Malfatti,  1915-16.
 [Coleção Museu de Arte Contemporânea da USP, SP].
1926 - Paris (França) - Individual, na Galerie André.
1929 - São Paulo SP - Individual, na Rua Líbero Badaró nº 20 – sobreloja.
1935 - São Paulo SP - Individual, no Palácio das Arcadas.
1937 - Rio de Janeiro RJ - Individual, no Palace Hotel.
1938 - São Paulo SP - Individual, na Exposição de Arte e Decoração.
1938 - São Paulo SP - Individual, na Rua Ceará, 219 (Atelier da Artista).
1945 - São Paulo SP - Individual, no IAB/SP.
1949 - São Paulo SP - Anita Malfatti: retrospectiva, no Masp.
1950 - São Paulo SP - Individual,na Rua Ceará, 219 (Atelier da Artista).
1955 - São Paulo SP - Individual, no Masp.
1957 - São Paulo SP - Exposição Comemorativa do Quadragésimo Aniversário da Exposição de 1917, no Clubinho.
1963 - São Paulo SP - Individual, na Casa do Artista Plástico.

"(...) E se um artista é verdadeiramente artista, quero dizer, está consciente do seu destino e da missão que se deu para cumprir no mundo, ele chegará fatalmente àquela verdade de que, em arte, o que existe de principal é a obra de arte."
- Mário de Andrade, in “O artista e o artesão”.


Exposições Coletivas
1917 - Rio de Janeiro RJ - 24ª Exposição Geral de Belas Artes, na Enba.
1917 - São Paulo SP - Exposição do Saci, na Rua Líbero Badaró nº 111.
1918 - Rio de Janeiro RJ - 25ª Exposição Geral de Belas Artes, na Enba.
1919 - Rio de Janeiro RJ - 26ª Exposição Geral de Belas Artes, na Enba.
1922 - Rio de Janeiro RJ - 29ª Exposição Geral de Belas Artes, na Enba.
1922 - São Paulo SP - 1ª Exposição Geral de Belas Artes, no Palácio das Indústrias.
1922 - São Paulo SP - Semana de Arte Moderna, no Theatro Municipal.
1923 - Paris (França) - Exposição de Artistas Brasileiros, na Maison de L'Amérique Latine.
1924 - Paris (França) - 17º Salão de Outono, no Grand Palais.
1924 - Paris (França) - Exposition d'Art Latin Américain, no Musée Galleria.
1925 - Paris (França) - 18º Salão de Outono, no Grand Palais.
1926 - Paris (França) - 19º Salão de Outono, no Palais de Bois.
1926 - Paris (França) - 37ª Exposition Societé des Artistes Indépendants, no Palais de Bois.
1926 - Paris (França) - Salon du Franc, no Musée Galliera.
A estudante russa, de Anita Malfatti,1915
[Coleção Mário de Andrade, IEB/USP, SP]
1927 - Paris (França) - 20º Salão de Outono, no Grand Palais.
1927 - Paris (França) - 38ª Exposition Societé des Artistes Indépendants, no Grand Palais.
1927 - Paris (França) - 5º Salon des Tuileries, no Palais de Bois.
1928 - Paris (França) - 39ª Exposition Societé des Artistes Indépendants, no Grand Palais.
1930 - Nova York (Estados Unidos) - International Art Center, no Nicholas Roerich Museum.
1930 - Nova York (Estados Unidos) - The First Representative Collection of Paintings by Brazilian Artists, no Nicholas Roerich Museum.
1930 - São Paulo SP - Exposição de uma Casa Modernista.
1931 - Rio de Janeiro RJ - Exposição na Primeira Casa Modernista do Rio de Janeiro, na Rua Toneleros.
1931 - Rio de Janeiro RJ - Salão Revolucionário, na Enba.1933 - São Paulo SP - 1ª Exposição de Arte Moderna da SPAM, no Palacete Campinas.
1934 - São Paulo SP - 1º Salão Paulista de Belas Artes, na Rua 11 de Agosto.
1935 - São Paulo SP - 2º Salão Paulista de Belas Artes.
1935 - São Paulo SP - 3º Salão Paulista de Belas Artes.
1936 - São Paulo SP - 4º Salão Paulista de Belas Artes.
1937 - São Paulo SP - 1º Salão da Família Artística Paulista, no Esplanada Hotel de São Paulo.
1938 - São Paulo SP - 4º Salão do Sindicato dos Artistas Plásticos, na Galeria Prestes Maia.
1939 - São Paulo SP - 2º Salão da Família Artística Paulista, no Automóvel Clube.
1939 - São Paulo SP - 3º Salão de Maio, na Galeria Itá.
1939 - São Paulo SP - 5º Salão do Sindicato dos Artistas Plásticos, na Galeria Prestes Maia.
1940 - Rio de Janeiro RJ - 3º Salão da Família Artística Paulista, no Palace Hotel.
1941 - São Paulo SP - 6º Salão do Sindicato dos Artistas Plásticos, na Galeria Prestes Maia.
1941 - São Paulo SP - 1º Salão de Arte da Feira Nacional de Indústrias, no Parque da Água Branca.
1943 - Rio de Janeiro RJ - Exposição Anti-Eixo, no Museu Histórico e Diplomático. Palácio Itamaraty.
1943 - São Paulo SP - 8º Salão do Sindicato dos Artistas Plásticos, na Galeria Prestes Maia.
1944 - Belo Horizonte MG - Exposição de Arte Moderna, no Edifício Mariana.
1944 - Rio de Janeiro RJ - Exposição de Artes Plásticas, no ABI.
1944 - São Paulo SP - 9º Salão do Sindicato dos Artistas Plásticos, na Galeria Prestes Maia.
1944 - São Paulo SP - Anita Malfati, Clóvis Graciano, Hilde Weber, Nelson Nóbrega, Francisco Rebolo, na Galeria Jaraguá.
1944 - São Paulo SP - Exposição de Pintura Moderna Brasileira-Norte-Americana, na Galeria Prestes Maia.
1945 - São Paulo SP - Anita Malfati, Virgínia Artigas, Clóvis Graciano, Mick Carnicelli, Oswald de Andrade Filho, José Pancetti, Carlos Prado, Francisco Rebolo, Quirino da Silva, Alfredo Volpi, Mario Zanini, na Galeria Itapetininga.
1946 - São Paulo SP - 10º Salão do Sindicato dos Artistas Plásticos, na Galeria Prestes Maia.
1946 - São Paulo SP - 12º Salão Paulista de Belas Artes, na Galeria Prestes Maia.
1946 - São Paulo SP - Homenagem Póstuma a Mário de Andrade, na Galeria Itá.
1948 - São Paulo SP - Exposição de Artes Plásticas de Pintoras e Escultoras de São Paulo, no Theatro Municipal.
1949 - Salvador BA - 1º Salão Baiano de Belas Artes, no Hotel Bahia.
Tropical, de Anita Malfatti, 1917
[Acervo Pinacoteca do Estado de São Paulo] 
1951 - São Paulo SP - 1ª Bienal Internacional de São Paulo, no Pavilhão do Trianon.
1951 - São Paulo SP - 1º Salão Paulista de Arte Moderna, na Galeria Prestes Maia.
1952 - Santiago (Chile) - Exposición de Pintura, Dibujos y Grabados Contemporáneos del Brasil, na Universidad de Chile. Museo de Arte Contemporáneo.
1952 - São Paulo SP - Exposição Comemorativa da Semana de Arte Moderna de 22, no MAM/SP.
1954 - São Paulo SP - Arte Contemporânea: exposição do acervo do Museu de Arte Moderna de São Paulo, no MAM/SP.
1955 - Atibaia SP - 1ª Exposição Oficial de Pintura, no Clube Recreativo Atibaiense.
1955 - São Paulo SP - 4º Salão Paulista de Arte Moderna, na Galeria Prestes Maia.
1957 - Buenos Aires (Argentina) - Arte Moderna no Brasil, no Museo de Arte Moderno.
1957 - Lima (Peru) - Arte Moderna no Brasil, no Museo de Arte de Lima.
1957 - Rosario (Argentina) - Arte Moderna no Brasil, no Museo Municipal de Bellas Artes Juan B. Castagnino.
1957 - Santiago (Chile) - Arte Moderna no Brasil, no Museo de Arte Contemporáneo.
1960 - São Paulo SP - Contribuição da Mulher às Artes Plásticas do País, no MAM/SP.
1962 - São Paulo SP - Exposição Comemorativa da Semana de Arte Moderna de 22, na Petite Galerie.
1962 - São Paulo SP - Seleção de Obras de Arte Brasileira da Coleção Ernesto Wolf, no MAM/SP.
1963 - Campinas SP - Pintura e Escultura Contemporâneas, no Museu Carlos Gomes.
1963 - São Paulo SP - 7ª Bienal Internacional de São Paulo, na Fundação Bienal.
1964 - Rio de Janeiro RJ - O Nu na Arte Contemporânea, na Galeria Ibeu Copacabana.



"A exposição de Anita Malfatti em 1917 foi a revelação de algo mais novo do que o impressionismo, mas Anita vinha de fora, seu modernismo, como o de Brecheret e Lasar Segall, tinha o selo da convivência com Paris, Roma e Berlim. Meu modernismo coloria-se do anarquismo cultural brasileiro e, se ainda claudicava, possuía o Dom de nascer com os erros, a inexperiência e o lirismo brasileiros."
- Di Cavalcanti


Exposições Póstumas
1965 - São Paulo SP - 14º Salão Paulista de Arte Moderna, na Galeria Prestes Maia - homenagem póstuma.
1966 - Austin (Estados Unidos) - Art of Latin America since Independence, na The University of Texas at Austin. Archer M. Huntington Art Gallery.
A mulher de cabelos verdes, de Anita Malfatti,
1915-16. [Coleção Ernesto Wolf, SP]
1966 - São Paulo SP - Meio Século de Arte Nova, no MAC/USP.
1971 - São Paulo SP - 11ª Bienal Internacional de São Paulo, na Fundação Bienal.
1971 - São Paulo SP - Anita Malfatti: retrospectiva, no MAB-Faap.
1972 - Rio de Janeiro RJ - 50 Anos de Arte Brasileira: Coleção Gilberto Chateaubriand, na Galeria Ibeu Copacabana.
1972 - São Paulo SP - Anita Malfatti: retrospectiva, no Centro de Artes Novo Mundo.
1972 - São Paulo SP - Semana de 22: antecedentes e conseqüências, no Masp.
1973 - São Paulo SP - Retrospectiva, no MAC/USP.
1974 - São Paulo SP - Retrospectiva, no Masp.
1974 - São Paulo SP - Tempo dos Modernistas, no Masp.
1975 - São Paulo SP - 13ª Bienal Internacional de São Paulo, na Fundação Bienal.
1975 - São Paulo SP - O Modernismo de 1917 a 1930, no Museu Lasar Segall.
1975 - São Paulo SP - O Tema é Mulher, na Azulão Galeria.
1975 - São Paulo SP - SPAM e CAM, no Museu Lasar Segall.
1976 - Paris (França) - Brasil: artistas do século XX, na Artcurial.
1976 - São Paulo SP - Arte Brasileira no Século XX: caminhos e tendências, na Galeria Arte Global.
1976 - São Paulo SP - Os Salões: da Família Artística Paulista, de Maio e do Sindicato dos Artistas Plásticos de São Paulo, no Museu Lasar Segall.
1977 - São Paulo SP - Anita Malfatti: retrospectiva, no MAC/USP.
1978 - São Paulo SP - Retrospectiva, na Paulo Figueiredo Galeria de Arte.
1980 - Buenos Aires (Argentina) - Ochenta Años de Arte Brasileño, no Banco Itaú.
1980 - Santiago (Chile) - 20 Pintores Brasileños, na Academia Chilena de Bellas Artes.
1982 - Bauru SP - 80 Anos de Arte Brasileira.
1982 - Lisboa (Portugal) - Brasil 60 Anos de Arte Moderna: Coleção Gilberto Chateaubriand, no Centro de Arte Moderna José de Azeredo Perdigão.
1982 - Londres (Inglaterra) - Brasil 60 Anos de Arte Moderna: Coleção Gilberto Chateaubriand, na Barbican Art Gallery.
1982 - Marília SP - 80 Anos de Arte Brasileira.
1982 - São Paulo SP - 80 Anos de Arte Brasileira, no MAB-Faap.
1982 - São Paulo SP - Do Modernismo à Bienal, no MAM/SP.
1983 - Belo Horizonte MG - 80 Anos de Arte Brasileira, na Fundação Clóvis Salgado. Palácio das Artes.
1983 - Campinas SP - 80 Anos de Arte Brasileira, no MACC.
1983 - Curitiba PR - 80 Anos de Arte Brasileira, no MAC/PR.
1983 - Ribeirão Preto SP - 80 Anos de Arte Brasileira.
1983 - Santo André SP - 80 Anos de Arte Brasileira, na Prefeitura Municipal de Santo André.
1984 - Fortaleza CE - 7º Salão Nacional de Artes Plásticas.
1984 - Rio de Janeiro RJ - Salão de 31, na Funarte.
1984 - São Paulo SP - Coleção Gilberto Chateaubriand: retrato e auto-retrato da arte brasileira, no MAM/SP.
Gladíolos (Palmas de Santa Rita), de Anita Malfatti,
sem data [Coleção Particular – São Paulo]
1984 - São Paulo SP - Tradição e Ruptura: síntese de arte e cultura brasileiras, na Fundação Bienal.
1985 - Rio de Janeiro RJ - Retrato do Colecionador na sua Coleção, na Galeria de Arte Banerj.
1985 - Rio de Janeiro RJ - Seis Décadas de Arte Moderna na Coleção Roberto Marinho, no Paço Imperial.
1985 - São Paulo SP - 100 Obras Itaú, no Masp.
1985 - São Paulo SP - 18ª Bienal Internacional de São Paulo, na Fundação Bienal.
1985 - São Paulo SP - SPAM: a história de um sonho, no Museu Lasar Segall.
1985 - São Paulo SP - Tendências do Livro de Artista no Brasil, no CCSP.
1986 - Rio de Janeiro RJ - Sete Décadas da Presença Italiana na Arte Brasileira, no Paço Imperial.
1986 - São Paulo SP - Anita Malfatti: retrospectiva, no Renato Magalhães Gouvêa Escritório de Arte.
1986 - São Paulo SP - Seis Tempos: 80 anos, na Pinacoteca do Estado.
1987 - Paris (França) - Modernidade: arte brasileira do século XX, no Musée d'Art Moderne de la Ville de Paris.
1987 - São Paulo SP - O Brasil Pintado por Mestres Nacionais e Estrangeiros: séculos XVIII - XX, no Masp.
1988 - São Paulo SP - Brasiliana: o homem e a terra, na Pinacoteca do Estado.
1988 - São Paulo SP - MAC 25 anos: destaques da coleção inicial, no MAC/USP.
1988 - São Paulo SP - Modernidade: arte brasileira do século XX, no MAM/SP.
1989 - Lisboa (Portugal) - Seis Décadas de Arte Moderna Brasileira: Coleção Roberto Marinho, no Centro de Arte Moderna José de Azeredo Perdigão.
1989 - São Paulo SP - Anita Malfatti: retrospectiva, no MAC/USP.
1989 - São Paulo SP - Pintura Brasil Século XIX e XX: obras do acervo do Banco Itaú, na Itaugaleria.
1989 - São Paulo SP - Retrospectiva em comemoração do centenário de nascimento da artista, no IEB/USP.
1990 - São Paulo SP - A Coleção de Arte do Município de São Paulo, no Masp.
1990 - São Paulo SP - Anita e Oswald de Volta ao Parque, na Associação Pró Parque Modernista.
1991 - São Paulo SP - O Desejo na Academia: 1847-1916, na Pinacoteca do Estado.
1991 - São Paulo SP - Retrospectiva, no Espaço de Arte José Duarte Aguiar e Ricardo Camargo.
1992 - Poços de Caldas MG - Arte Moderna Brasileira: acervo do Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo, na Casa da Cultura.
1992 - Rio de Janeiro RJ - Natureza: quatro séculos de arte no Brasil, no CCBB.
1992 - São Paulo SP - O Olhar de Sérgio sobre a Arte Brasileira: desenhos e pinturas, na Biblioteca Municipal Mário de Andrade.
Menino napolitano, de Anita Malfatti,
c. 1912 /1913 [Coleção Orandi Momesso]
1992 - Zurique (Suíça) - Brasilien: entdeckung und selbstentdeckung, no Kunsthaus Zürich.
1993 - Poços de Caldas MG - Coleção Mário de Andrade: o modernismo em 50 obras sobre papel, na Casa de Cultura.
1993 - Rio de Janeiro RJ - Brasil: 100 Anos de Arte Moderna, no MNBA.
1993 - Rio de Janeiro RJ - Emblemas do Corpo: o nu na arte moderna brasileira, no CCBB.
1993 - São Paulo SP - 100 Obras-Primas da Coleção Mário de Andrade: pintura e escultura, no IEB/USP.
1993 - São Paulo SP - O Desenho Moderno no Brasil: Coleção Gilberto Chateaubriand, na Galeria de Arte do Sesi.
1993 - São Paulo SP - O Modernismo no Museu de Arte Brasileira: pintura, no MAB-Faap.
1994 - Poços de Caldas MG - Coleção Unibanco: exposição comemorativa dos 70 anos de Unibanco, na Casa da Cultura.
1994 - Rio de Janeiro RJ - O Desenho Moderno no Brasil: Coleção Gilberto Chateubriand, no MAM/RJ.
1994 - São Paulo SP - Arte Moderna Brasileira: uma seleção da Coleção Roberto Marinho, no Masp.
1994 - São Paulo SP - Bienal Brasil Século XX, na Fundação Bienal.
1994 - São Paulo SP - Poética da Resistência: aspectos da gravura brasileira, na Galeria de Arte do Sesi.
1995 - São Paulo SP - Modernismo Paris Anos 20: vivências e convivências, no MAC/USP.
1995 - São Paulo SP - Nús: desenhos de Anita Malfatti, na Galeria Sinduscon.
1996 - Rio de Janeiro RJ - Anita Malfatti e Seu Tempo, no CCBB.
1996 - São Paulo SP - Arte Brasileira: 50 anos de história no acervo MAC/USP: 1920 - 1970, no MAC/USP.
1996 - São Paulo SP - Mulheres Artistas no Acervo do MAC, no MAC/USP.
1997 - Porto Alegre RS - Exposição do Acervo da Caixa, no Conjunto Cultural da Caixa.
1997 - Porto Alegre RS - Exposição Paralela, no Museu da Caixa Econômica Federal.
1997 - São Paulo SP - Exposição do Acervo da Caixa, no Conjunto Cultural da Caixa.
1997 - São Paulo SP - Grandes Nomes da Pintura Brasileira, na Jo Slaviero Galeria de Arte.
1997 - São Paulo SP - Mário de Andrade e o Grupo Modernista, no Centro Cultural e de Estudos Aúthos Paganos.
1997 - São Paulo SP - Mestres do Expressionismo no Brasil, no Masp.
1997 - São Paulo SP - O Toque Revelador: retratos e auto-retratos, no MAC/USP.
1998 - Brasília DF - Brasileiro que nem Eu, que nem Quem?, no Ministério das Relações Exteriores.
1998 - Curitiba PR - Exposição do Acervo da Caixa, no Conjunto Cultural da Caixa.
1998 - Rio de Janeiro RJ - Exposição do Acervo da Caixa, no Conjunto Cultural da Caixa.
1998 - Rio de Janeiro RJ - Imagens Negociadas: retratos da elite brasileira, no CCBB.
1998 - São Paulo SP - 24ª Bienal Internacional de São Paulo, na Fundação Bienal.
1998 - São Paulo SP - Destaques da Coleção Unibanco, no Instituto Moreira Salles.
1998 - São Paulo SP - O Colecionador, no MAM/SP.
1998 - São Paulo SP - O Moderno e o Contemporâneo na Arte Brasileira: Coleção Gilberto Chateaubriand - MAM/RJ, no Masp.
1999 - Salvador BA - 60 Anos de Arte Brasileira, no Espaço Cultural da Caixa Econômica Federal.
Nu feminino (aquarela s/papel), de Anita Malfatti
1915-16, [Coleção Hecilda e Sérgio Fadel, RJ]
1999 - São Paulo SP - A Figura Feminina no Acervo do MAB, no MAB-Faap.
1999 - São Paulo SP - Brasileiro que nem Eu, que nem Quem?, no MAB-Faap. Salão Cultural.
1999 - São Paulo SP - O Brasil no Século da Arte, na Galeria de Arte do Sesi.
1999 - São Paulo SP - Sobre Papel, Grafite e Nanquim, no Banco Cidade
2000 - Belém PA - Arte Pará 2000, no Museu de Arte Sacra.
2000 - Brasília DF - Exposição Brasil Europa: encontros no século XX, no Conjunto Cultural da Caixa.
2000 - Lisboa (Portugal) - Brasil-brasis: cousas notaveis e espantosas. Olhares Modernistas, no Museu do Chiado.
2000 - Lisboa (Portugal) - Século 20: arte do Brasil, no Centro de Arte Moderna José de Azeredo Perdigão.
2000 - Rio de Janeiro RJ - Quando o Brasil era Moderno: artes plásticas no Rio de Janeiro de 1905 a 1960, no Paço Imperial.
2000 - São Paulo SP - 7º Salão de Arte e Antiguidades, na A Hebraica.
2000 - São Paulo SP - A Figura Feminina no Acervo do MAB, no MAB-Faap.
2000 - São Paulo SP - Ars Erótica: sexo e erotismo na arte brasileira, no MAM/SP.
2000 - São Paulo SP - Brasil + 500 Mostra do Redescobrimento, na Fundação Bienal.
2000 - São Paulo SP - Investigações. A Gravura Brasileira, no Itaú Cultural.
2000 - São Paulo SP - O Papel da Arte, no Galeria de Arte do Sesi.
2000 - São Paulo SP - Um Certo Ponto de Vista: Pietro Maria Bardi 100 anos, na Pinacoteca do Estado.
2000 - Valência (Espanha) - De la Antropofagia a Brasilía: Brasil 1920-1950, no IVAM. Centre Julio Gonzáles.
2001 - Nova York (Estados Unidos) - Brazil: body and soul, no Solomon R. Guggenheim Museum.
2001 - Penápolis SP - Investigações. A Gravura Brasileira, na Galeria Itaú Cultural.
2001 - Brasília DF - Investigações. A Gravura Brasileira, na Galeria Itaú Cultural.
2001 - Rio de Janeiro RJ - Aquarela Brasileira, no Centro Cultural Light.
2001 - Rio de Janeiro RJ - Coleções do Moderno: Hecilda e Sergio Fadel na Chácara do Céu, nos Museus Castro Maya. Museu da Chácara do Céu.
2001 - São Paulo SP - 30 Mestres da Pintura no Brasil, no Masp.
2001 - São Paulo SP - Auto-Retrato o Espelho do Artista, na Galeria de Arte do Sesi.
2001 - São Paulo SP - Coleção Aldo Franco, na Pinacoteca do Estado.
2001 - São Paulo SP - Museu de Arte Brasileira: 40 anos, no MAB-Faap.
2001 - São Paulo SP - Trajetória da Luz na Arte Brasileira, no Itaú Cultural.
2001 - São Paulo SP - Uma viagem com Anita. A festa da forma e da cor, no MAB-Faap.
2002 - Brasília DF - JK - Uma Aventura Estética, no Centro Cultural da Caixa.
2002 - Niterói RJ - Arte Brasileira sobre Papel: séculos XIX e XX, no Solar do Jambeiro.
2002 - Rio de Janeiro RJ - Arquipélagos: o universo plural do MAM, no MAM/RJ.
2002 - Rio de Janeiro RJ - Arte Brasileira na Coleção Fadel: da inquietação do moderno à autonomia da linguagem, no CCBB.
2002 - São Paulo SP - 22 e a Idéia do Moderno, no MAC/USP.
2002 - São Paulo SP - Arte Brasileira na Coleção Fadel: da inquietação do moderno à autonomia da linguagem, no CCBB.
2002 - São Paulo SP - Da Antropofagia a Brasília: Brasil 1920-1950, no MAB-Faap.
2002 - São Paulo SP - Modernismo: da Semana de 22 à seção de arte de Sérgio Milliet, no CCSP.
A Japonesa, de Anita Malfatti 1924
[Coleção Gilberto Chateaubriand - MAM/RJ]
2003 - Brasília DF - Arte Brasileira na Coleção Fadel: da inquietação do moderno à autonomia da linguagem, no CCBB.
2003 - Rio de Janeiro RJ - Autonomia do Desenho, no MAM/RJ.
2003 - Rio de Janeiro RJ - Tesouros da Caixa: arte moderna brasileira no acervo da Caixa, no Conjunto Cultural da Caixa.
2003 - São Paulo SP - Arteconhecimento: 70 anos USP, no MAC/USP.
2003 - São Paulo SP - MAC USP 40 Anos: interfaces contemporâneas, no MAC/USP.
2003 - São Paulo SP - Pintores do Litoral Paulista, na Sociarte.
2003 - São Paulo SP - Retratos, no MAB-Faap.
2004 - Madri (Espanha) - Arco/2004, no Parque Ferial Juan Carlos I.
2004 - São Paulo SP - Individual, no Conjunto Cultural da Caixa.
2004 - São Paulo SP - Gabinete de Papel, no CCSP.
2004 - São Paulo SP - Mulheres Pintoras, na Pinacoteca do Estado.
2004 - São Paulo SP - O Preço da Sedução: do espartilho ao silicone, no Itaú Cultural.
2004 - São Paulo SP - Obras-Primas de Anita Malfatti, no Espaço Cultural BMeF.
2005 - Fortaleza CE - Arte Brasileira: nas coleções públicas e privadas do Ceará, no Espaço Cultural Unifor.
2005 - Rio de Janeiro RJ - Obras-primas da Arte Brasileira, no Centro de Exposições do Rio Design Barra.
2005 - São Paulo SP - Anita Malfatti Gravadora - Uma Recuperação, no IE/USP.
2005 - São Paulo SP - Erotica: os sentidos na arte, no Centro Cultural Banco do Brasil.
2005 - São Paulo SP - Faces de Mário, no IEB/USP.
2006 - Rio de Janeiro RJ - Erotica: os sentidos na arte, no Centro Cultural Banco do Brasil.
2006 - Rio de Janeiro RJ - O Desenho Moderno Brasileiro 1917-1950, no Museu de Arte Moderna.
2006 - Rio de Janeiro RJ - Um Século de Arte Brasileira - Coleção Gilberto Chateaubriand, no Museu de Arte Moderna.
2006 - São Paulo SP - Brasiliana Masp: moderna contemporânea, no Museu de Arte de São Paulo.
2006 - São Paulo SP - Manobras Radicais, no Centro Cultural Banco do Brasil.
2006 - São Paulo SP - Um Século de Arte Brasileira - Coleção Gilberto Chateaubriand, na Pinacoteca do Estado.
2007 - Salvador BA - Um Século de Arte Brasileira - Coleção Gilberto Chateaubriand, no Museu de Arte Moderna da Bahia.
2007 - São Paulo SP - Anita Malfatti Gravadora - Uma Recuperação, na Casa de Dona Yayá.
2007 - São Paulo SP - Brasil, Várias Vezes Moderno, no Espaço Arte MorumbiShopping.
O Poeta, de Anita Malfatti, ca. 1943 - 1945
 [Coleção Particular]
2008 - São Paulo SP - Estratégias para Entrar e Sair da Modernidade na Coleção Itaú Moderno, no Museu de Arte de São Paulo.
2009 - São Paulo SP - A Arte Sacra de Anita Malfatti, no Museu de Arte Sacra.
2009 - Rio de Janeiro RJ - Brasil Brasileiro, Centro Cultural Banco do Brasil.
2009 - São Paulo SP - Recentes na Coleção, Museu de Arte Brasileira
2009 - São Paulo SP - Nus, Galeria Fortes Vilaça.
2009 - São Paulo SP - Arte na França 1860-1960: o Realismo, Museu de Arte de São Paulo.
2009 - São Paulo SP - Olhar da Crítica: Arte Premiada da ABCA e o Acervo Artístico dos Palácios, Palácio dos Bandeirantes.
2009 - São Paulo SP - Tesouros da Coleção Roberto Marinho, Espaço Cultural BMeFBovespa.
2010 - São Paulo SP - Genealogias do Contemporâneo, Museu de Arte Moderna.
2010 - São Paulo SP - 6ª sp-arte, Fundação Bienal.
2010 - Brasília DF - Anita Malfatti: 120 anos de nascimento, Centro Cultural Banco do Brasil.
2010 - Rio de Janeiro RJ - Anita Malfatti: 120 anos de nascimento, Centro Cultural Banco do Brasil.
2010 - São Paulo SP - Memórias Reveladas, Museu de Arte Brasileira.
2010 - São Paulo SP - Brasilidade e Modernismo, Dan Galeria.
2011 - Brasília DF - Mulheres Artistas e Brasileiras - Produção do Século 20, Palácio do Planalto.

Anita Malfatti e Tarsila do Amaral,
 em sua Exposição, em 1955 no MASP/SP.

"Possuidora de uma alta consciência do que faz, levada por um notával instinto para a apaixonada eleição dos seus assuntos e da sua maneira, a vibrante artista não temeu levantar com os seus cinqüenta trabalhos as mais irritadas opiniões e as mais contrariantes hostilidades. Era natural que elas surgissem no acanhamento da nossa vida artística. A impressão inicial que produzem os seus quadros é de originalidade e de diferente visão. As suas telas chocam o preconceito fotográfico que geralmente se leva no espírito para as nossas exposições de pintura. A sua arte é a negação da cópia, a ojeriza da oleografia."
- Oswald de Andrade, in “A Exposição Anita Malfatti”, Jornal do Commércio, em 11.01.1918.


FORTUNA CRÍTICA DE ANITA MALFATTI
Anita Malfatti 
ALMEIDA, Guilherme de. Você: cancioneiro (desenhos de Anita Malfatti). Cia. Ed. Nacional, São Paulo, MCMXXX1.
ALMEIDA, Paulo Mendes de. De Anita ao museu. São Paulo: Perspectiva/Diâmetro Empreendimentos, 1976.
ALMEIDA, Paulo Mendes. De Anita ao Museu. São Paulo: Ed. Perspectiva, 1976.
AMARAL, Aracy (Org.). Artes plásticas na Semana de 22. São Paulo: Perspectiva, 1970.
AMARAL, Ligia Assumpcao. Discapacidad y Arte: revisitando Anita Malfatti y Frida Kahlo.. In: I Coloquio Discapacidad, Educación y Cultura., 2001, México. Memórias del Primer Coloquio Discapacidad, Educación y Cultura., 2001. p. 97-115.
ANDRADE, Mário de. Anita Malfatti. Jornal de Debates, 1921.
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Anita Malfatti em Veneza - Itália.
Foto do acervo MAC-USP.
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D'ELBOUX, Sonia Maria. A exposição de pintura moderna Anita Malfatti (1917-8) no contexto sócio-cultural paulistano. (Dissertação Mestrado em Educação, Arte e História da Cultura). Universidade Presbiteriana Mackenzie, MACKENZIE, Brasil, 1998.
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FABRIS, Annateresa. Modernidade e Modernismo no Brasil. Campinas, SP: Mercado de Letras, 1994.
Anita Malfatti
GRAVURA: arte brasileira do século XX. [Apresentação Ricardo Ribenboim; texto Leon Kossovitch; Mayra Laudanna; Ricardo Resende; fotografia da capa Romulo Fialdini]. São Paulo: Itaú Cultural: Cosac & Naïfy, 2000.
GREGGIO, Luzia Portinari (curadora). Catalogo da Exposição: "Anita Malfatti - 120 anos de nascimento. CCBB de Brasilia, 2010. 160 pg. 120 ilustrações.
GREGGIO, Luzia Portinari. Anita Malfatti – Tomei a liberdade de pintar a meu modo. São Paulo: Magma Cultural Ed. , 2007, 150 ilustrações.
HERKENHOFF, Paulo. Arte brasileira na coleção Fadel: da inquietação do moderno à autonomia da linguagem. Pesquisa Ileana Pradilla, Inés Katzenstein. Rio de Janeiro: Andrea Jakobsson Estúdio, 2002.
HILL, Marcos César de Senna. Quem são os mulatos? Sua imagem na pintura modernista brasileira entre 1916 e 1934. (Tese Doutorado em Artes) Universidade Federal de Minas Gerais, UFMG, 2008. Disponível no link. (acessado em 11.5.2013).
IONTA, Marilda Aparecida.  A escultura de si nas cartas de Anita Malfatti, Oneyda Alvarenga e Henriqueta Lisboa. Revista do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro, v. 165, p. 1-10, 2004.
IONTA, Marilda Aparecida.  As Cores da Amizade na Escrita Epistolar de Anita Malfatti, Oneyda Alvarenga, Henriqueta Lisboa e Mário de Andrade. (Tese Doutorado em História). Universidade Estadual de Campinas, UNICAMP, Brasil, 2004.
IONTA, Marilda Aparecida.  As cores da amizade: cartas de Anita Malfatti, Oneyda Alvarenga, Henriqueta Lisboa e Mário de Andrade. 1ª  ed., São Paulo: Annablume/FAPESP, 2007. v. 1. 236p.
IONTA, Marilda Aparecida. A escultura de si nas cartas de Anita Malfatti, Oneyda Alvarenga e Henriqueta Lisboa. História Oral (Rio de Janeiro), v. 8, p. 145-168, 2005.
IONTA, Marilda Aparecida. Cartas de Pijama: amizade e relações de gênero na corrrespondência de Mário de Andrade e Anita Malfatti. In: BASTOS, Maria Helena Câmara; CUNHA, Maria Teresa Santos; MIGNOT, Ana Chrystina Venâncio. (Org.). Destino das letras: história, educação e escrita epistolar. Passo Fundo-RS: UPF, 2002, v., p. 243-263.
IONTA, Marilda Aparecida. Cartas de Pijama: relações de gênero na amizade e na escrita epistolar de Mário de Andrade e Anita Malfatti. In:  Actas del VI Congreso Internacional de Historia de La Cultura Escrita. Madrid: Calambur, 2002. v. 1. p. 505-517.
LEITE, José Roberto Teixeira. 500 anos da pintura brasileira. [s.l.]: Log On Informática, 1999. 1 CD-ROM Multimídia.
LEITE, José Roberto Teixeira. Dicionário crítico da pintura no Brasil. Rio de Janeiro: Artlivre, 1989.
LIMA, Ana Paula Felicissimo de Camargo; SIMIONI, Ana Paula Cavalcanti; ELLUF, Lygia.. Anita Malfatti - Coleção Cadernos de Desenho. 1ª ed., Campinas/ São Paulo: Editora da UNICAMP/ Imprensa Oficial do Estado de São Paulo, 2011. v. 01. 192p.
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LOBATO, Monteiro. Paranoia ou mistificação?. In: Ideias de Jeca Tatu, São Paulo: Monteiro Lobato & Cia., 3ª edição,1922.
Anita Malfatti, c. 1930
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MALFATTI, Anita. Anita Malfatti. São Paulo: Paulo Figueiredo Galeria de Arte, s.d.
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MICELI, Sergio. Nacional estrangeiro: história social e cultural do modernismo artístico em São Paulo. Companhia das Letras, 2003.
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TELES, Gilberto Mendonça. Vanguarda européia e Modernismo brasileiro. Vozes: Rio de Janeiro, 2005.
ZANINI, Walter (Org. ). História geral da arte no Brasil. São Paulo: Instituto Walther Moreira Salles: Fundação Djalma Guimarães, 1983. 2 v.


"Parece absurdo, mas aqueles quadros foram a revelação. E ilhados na enchente que tomara conta da cidade, nós, três ou quatro, delirávamos de êxtase diante de obras que se chamavam O homem amarelo, A mulher de cabelos verdes."
- Mário de Andrade


Da esquerda para a direita: Patrícia Galvão (a Pagú), Anita Malfatti, Benjamin Peret, 
Tarsila do Amaral, Oswald de Andrade, Elsie Houston, Álvaro Moreyra, Eugênia Moreira 
e Maximilien Gauthier - foto: Estação Central do Brasil - durante a exposição de Tarsila do 
Amaral no Rio de Janeiro, em 1929 (Amaral, Aracy. Tarsila sua obra seu tempo, vol. I. 
São Paulo: Perspectiva, Edusp, 1975, p. 280).

"Resultado de um fenômeno mais comum do que ainda hoje se imagina no Brasil, a partir da eclosão da I Guerra Mundial vários artistas da vanguarda internacional passaram por um processo de recuperação dos valores da arte anteriores às experimentações estéticas dos primeiros anos do século XX. Alguns, como Picasso e Matisse, enveredaram pela grande tradição da arte européia, sem esquecerem os ensinamentos basilares de Cézanne. Outros, como Derain e Severini, investiram fundo nessa 'implosão', recuperando uma visualidade que às vezes resvalou para um naturalismo de qualidade discutível. Mario Sironi e Carlo Carrà - igualmente sem esquecer Cézanne - preferiram resgatar valores estéticos do primeiro Renascimento. Se Nestor Pestana tivesse visto os desenhos que Malfatti produziu em Paris nos anos 20 - alguns dos quais presentes nessa exposição -, sem dúvida acreditaria que a artista, na encruzilhada percebida em Tropical, havia optado pela senda dos 'abacaxis tão bem acabados'. Logicamente, nesses desenhos não se percebe de forma alguma a artista presa a qualquer surto naturalista radical. Mas, indubitavelmente, ali a linha já não configura mais a forma através de frêmitos expressivos, registros nervosos da ação da artista sobre a matéria do mundo. Anita Malfatti, em seu longo processo de retorno a uma suposta ordem perene da arte, tem nesses desenhos um dos pontos mais altos de sua obra. Neles, a nobre simplicidade e a grandeza serena requeridas por Winckelmann para a obra de arte (e reclamadas por Pestana, Lobato e outros críticos paulistanos) são recuperadas por um traço ainda sensível, porém disciplinado pela observação do caráter linear das obras de artistas como Ingres. Como Picasso e Matisse, Malfatti soube captar na produção daquele mestre francês do século XIX a sensualidade sutil da linha, construindo a forma sem sobressaltos, com absoluta objetividade e requinte. Soube plasmar à expressão interior os códigos da linguagem gráfica mais pura, obtendo não mais registros de uma ação circunstancial, cheia de drama, mas formas que aspiram à eternidade ideal."
- Tadeu Chiarelli, in CHIARELLI, Tadeu. Arte internacional brasileira. São Paulo: Lemos, 1999. p. 165-167.


OBRAS ESCOLHIDAS

O Barco, de Anita Malfatti, 1915. 
[Coleção Raul Sousa Dantas Forbes, SP]

Mulher Lendo de costas, de Anita Malfatti 
(AM-CD-...) - IEB/USP

La Rentrée, de Anita Malfatti, ca. 1927
 [Coleção Particular] 

(...), de Anita Malfatti (AM-CD-0017_34v) IEB/USP.


A Onda, de Anita Malfatti 1915-17
[Coleção Paulo Prado Neto, SP]


(...), de Anita Malfatti (AM-CD-0001_06f) IEB/USP


Paisagem de Ouro Preto, de Anita Malfatti, 1948
[Coleção Museu Nacional de Belas Artes, IPHAN/Minc, RJ].

Bem-aventurança (Os pacificadores), de Anita Malfatti, 1954-55
[Coleção Particular - Campinas, SP]

Veneza, Canaleto, de Anita Malfatti, 1924
[Museu de Arte Brasileira - Faap, São Paulo, SP]

Paisagem de Santo Amaro, de Anita Malfatti, déc. 20.

Cambuquira, de Anita Malfatti 1945
[Coleção Museu de Arte Contemporânea da USP, SP]

Anita Malfatti, (AM-CD-0001_05f) IEB/USP

Colheita de algodão, de Anita Malfatti, déc.  1940-41 
[Coleção Maria Lucia Veríssimo – São Paulo]

Paisagem, de Anita Malfatti, déc. 1940 
[Coleção Banco Itaú, São Paulo – SP]


Torrando Café, de Anita Malfatti, s/data
 [Coleção Lucia e Roberto Pinto de Souza - São Paulo]

O Farol, de Anita Malfatti, 1915.
[Coleção Chateaubriand Bandeira de Mello, RJ]


Festa de São João, de Anita Malfatti, s/data 
[Coleção Particular - São Paulo]


O bom pastor, de Anita Malfatti, 1955 c. 
[Coleção paticular - São Paulo]


Chanson de Montmartre, de Anita Malfatti, 1926
 [Coleção Lucia e Roberto Pinto de Souza - São Paulo]


Anita Malfatti

Vaso de Flores, Anita Malfatti

(...), Anita Malfatti (AM-CD-0017_32f) IEB/USP


A estudante, de Anita Malfatti 1915-16. 
[Coleção Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand, SP

O Toureiro, de Anita Malfatti, 1921

Nu com jarro II, de Anita Malfatti, anos 20
[Coleção Reinaldo Marques - São Paulo]


O Japonês, de Anita Malfatti 1915-16
 [Coleção Mário de Andrade - IEB/USP, SP]

Queimada, de Anita Malfatti, dec. 1910
[Coleção Particular - Rio de Janeiro]

Torso / Ritmo, de Anita Malfatti 1915-16
[Coleção Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo]



Nu Cubista Nº 1, de Anita Malfatti,
1915-16 [Coleção Particular]


Mulher de vestido vermelho, de Anita Malfatti,
s/data [Coleção Particular – São Paulo]


Boneca japonesa (Gravura em metal), de Anita Malfatti,
s/data [Coleção Isa Pini – São Paulo]

Nu feminino sentado, 1915-16
[Coleção Desembargador Geraldo Roberto de Sousa - SP]


Georgina, de Anita Malfatti 1914
[Coleção Particular]

Mário de Andrade I, de Anita Malfatti, 1921-22
 [Coleção Particular]

"Assisti bem de perto essa luta sagrada e palavra que considero a vida artística de Anita Malfatti um desses dramas pesados que o isolamento dos indivíduos apaga para sempre feito segredo mortal.O povo passa, povo olha o quadro e tudo neste mostra vontade e calma bem definidas.O povo segue seu caminho depois de ter aplaudido a obra boa sem saber que poder de miserinhas cotidianas maiores que o Pão de Açúcar aquela artista bebeu diariamente com o café da manhã"
- Mário de Andrade



FUNDO ANITA MALFATTI - IEB/USP
(...), de Anita Malfatti
(AM-CD-0001_16f) - IEB/USP
A coleção - atualmente sob responsabilidade do Instituto de Estudos Brasileiros da Universidade de São Paulo (IEB/USP)- de 2.000 documentos pessoais que pertenceram a Anita Malfatti, a artista cuja obra é considerada o estopim do modernismo. São documentos doados pela família Malfatti em dezembro de 1989. Destaca-se ainda sua correspondência com Mário de Andrade, Tarsila do Amaral, Manuel Bandeira, Ribeiro Couto e colegas alemãs e norte-americanas.
O período coberto pela documentação vai de 1889 a 1964.
A coleção está disponível para consulta no arquivo do IEB, sob o código "BR USP/IEB AM" e constitui-se de:
- 38 documentos pessoais: 6 de identificação, 8 de relações pessoais e 24 de relações profissionais
- 43 manuscritos: 14 biográficos/artísticos, 13 sobre arte/conferências, 6 relações de obras e 10 de ensino
- 2 ilustrações
- 121 correspondências: 4 ativas, 109 passivas de Mário de Andrade e terceiros, 3 cartões e 5 envelopes avulsos
- 4 cadernos: 2 listas de assinaturas de exposições, 1 de recortes e 1 de ensino
- 78 catálogos e convites de exposições: 17 individuais, 48 coletivas e 13 de terceiros
- 381 recortes: 9 textos de autoria de Anita, 23 depoimentos e entrevistas, 306 sobre a artista, 43 sobre terceiros
- 54 periódicos avulsos: 43 jornais, 11 revistas
- 11 documentos sobre ciência cristã
- 277 fotos: 77 pessoais, 12 reproduções do acervo, 63 obras da artista, 19 obras de arte brasileira, 106 obras de arte estrangeira.
- Dossiê Georgina (documentação a partir de 06/11/1964)
- documentação complementar com livro, folder e medalhas.
IEB/USP - Instituto de Estudos Brasileiros - Site Oficial

Anêmonas, de Anita Malfatti, s/data
[Coleção David Shamamas - São Paulo]

INSTITUTO ANITA MALFATTI
O Instituto Anita Malfatti, criado pela família  e um grupo de colecionadores e pesquisadores de arte,  tem como objetivo principal  divulgar e cuidar da obra da artista. 
Site Oficial: IAM 



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Como citar:
FENSKE, Elfi Kürten (pesquisa, seleção e organização). Anita Malfatti - precursora do movimento modernista brasileiro. Templo Cultural Delfos, maio/2013. Disponível no link. (acessado em .../.../...).
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Página atualizada em 27.2.2016



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