João Guimarães Rosa: Fortuna Crítica VII - Estas Estórias e Ave - Palavra

João Guimarães Rosa, no seu cavalo pelo Sertão Mineiro em 1952.
“Toda língua são rastros de velho mistério.”



ESTAS ESTÓRIAS
Capa da 1ª Edição
ESTAS ESTÓRIAS, livro de contos publicado postumamente em 1969. Reunião de contos em que Guimarães Rosa desvenda o grande sertão.

BIBLIOGRAFIA SOBRE O LIVRO "ESTAS ESTÓRIAS", DE JOÃO GUIMARÃES ROSA

PÁGINA DE SAUDADE
[...]

A SIMPLES EXATA HISTÓRIA DO BURRINHO COMANDANTE
[...]

OS CHAPÉUS TRANSEUNTES
[...]

ENTREMEIO: COM O VAQUEIRO MARIANO
GOTHCHALK, Joana D’Arc Mendes. Narrativas Híbridas. (Dissertação Mestrado Letras). Campo Grande: Universidade Federal de Mato Grosso do Sul, 2007.
TOLLENDAL, Eduardo José. Entremeio metapoético com o vaqueiro Mariano. In: SEMINÁRIO INTERNACIONAL GUIMARÃES ROSA, 1998, Belo Horizonte. Veredas de Rosa, Belo Horizonte: PUC Minas; CESPUC, 2000, p. 211-219.

A ESTÓRIA DO HOMEM DO PINGUELO
CÉZAR, Adelaide Caramuru. Identidade/ alteridade em “a estória do homem do Pinguelo”, de Guimarães Rosa. Terra roxa e outras terras – Revista de Estudos Literários – V. 2, 2002. Disponível no link. (acessado 21.12.2011).
MENESES, Adélia Bezerra de. O Homem do Pinguelo: uma leitura aristotélico-psicanalítica. In: Congresso Guimarães Rosa: O Olhar da Psicanálise sobre a obra de G. Rosa, 1998, Belo Horizonte. Scripta. Belo Horizonte - MG: Editora PUC - MG, 1998. v. 2. p. 14-24.
MENESES, Adélia Toledo Bezerra de. Identidade e Alteridade / Identidade e Destino - `O Homem do Pinguelo', de Guimarães Rosa. In: Plínio Martins Filho; Waldecy Tenório. (Org.). João Alexandre Barbosa: o leitor insone. 1 ed. São Paulo: Edusp, 2007, v. , p. 199-214.
SCHÄFER, Sophie. O Mesmo e o Outro O Jogo das Alteridades em João Guimarães Rosa: A Estória do Homem do Pinguelo. Disponível no link. (acessado 21.12.2011).
SILVA, Alexandre Vilas Boas da; LIMA, Débora Domke Ribeiro. O narrador no conto "A estória do homem do pinguelo", de João Guimarães Rosa. In: XVI Seminário do Centro de Estudos Lingüísticos e literários do Paraná (CELLIP), 2004, Londrina - PR. Anais do XVI Seminário do CELLIP, 2003. v. 1.

MEU TIO O IAUARETÊ
“Lutar com palavras
é a luta mais vã.
Entanto lutamos.
Mal rompe a manhã.Iauaretê.”
- Carlos Drummond de Andrade.

ARAÚJO, Adriana de Fátima Barbosa. Uma pesquisa sobre "Meu tio o iauaretê" de Guimarães Rosa: passos iniciais. Revista de Letras da Universidade Católia de Brasília, v. 1, nº 2 p. 3, 2008. Disponível no link. (acessado 15.12.2011).
BASTOS, Hermenegildo José de Menezes. As artes da ameaça: um percurso de Vidas secas a Meu tio o Iauaretê. Cultura crítica, v. 8, p. 46-51, 2009.
CAMPOS, Haroldo de. A linguagem do Iauaretê. In: ______. Metalinguagem: ensaios de teoria e crítica literária. Petrópolis, Vozes, 1967. p. 47-53. (Nosso tempo, 5).
CAMPOS, Haroldo de. A linguagem do Iauaretê. In: COUTINHO, Eduardo F. (org.). Fortuna crítica de Guimarães Rosa. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira; [Brasília]: INL, 1983.
CAMPOS, Haroldo. A linguagem do Iauaretê. In: Obra Completa. Volume I. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 2009.
CORGOZINHO FILHO, Jair Alves. A tela gotejante do Iauaretê. In: Seminário Internacional Guimarães Rosa (1998: Belo Horizonte). Veredas de Rosa. – Belo Horizonte: PUC Minas, CESPUC, 1998-2000. p. 289-294.
ESCALLÓN, Bairon Oswaldo Vélez. Meu tio o Yavaratê à margem da estória. Revista Literatura: teoría, historia, crítica, v. 16, p. 131-164, 2014.
GUIMARÃES, Rodrigo. Zagaia na orla das identidades: Mímesis e desconstrução em “Meu Tio o Iauaretê”. Disponível no link. (acessado 21.12.2011).
LINO, Joselita Bezerra da Silva. A Alegoria no Iauaretê. (Dissertação Mestrado Literatura). Universidade Federal da Paraíba, UFPB, 1996.
LOPES, Carlos Alberto Gonçalves. Estilística da Repetição no Iauaretê (II). Disponível no link. (acessado 14.12.2011).
MIRANDA, José Américo. A técnica narrativa de “Meu tio o Iauaretê”, de Guimarães Rosa, e os procedimentos pictóricos do expressionismo abstrato de Jackson Pollock – um estudo comparado. In: Estação imagem: desafios. (Org.) Paulo Roberto Vaz e Vera Casanova. Belo Horizonte: UFMG, 2002. p. 115-123.
PERINI, Ruy. A fala do Iauaretê. A oralidade na escrita de Guimarães Rosa. Espéculo - Revista de estudios literarios. Universidad Complutense de Madrid, 2005. Disponível no link. (acessado 14.12.2011).
PERRONE, Charles A. Notas para facilitar a leitura de 'Meu tio o iauaretê'. Hispania 91.4, 2008, 766-74.
RAMOS, Jacqueline. O estranho cômico em Tutaméia. Revista Anpoll, v. 2, nº 24, 2008. Disponível no link(acessado 17.12.2011).
TAIT, Thais Calvi. O jogo entre interpretação e performance em "Meu tio o Iauaretê", de Guimarães Rosa. (Dissertação Mestrado Letras) São Paulo: PUC SP, 2007. Disponível no link. (acessado 14.12.2011).
AGUSTINI, Lúcia H.; RODRIGUES, Eduardo Alves. A relação entre o verbal e o não-verbal em Guimarães Rosa: Um gesto de leitura sobre "substância". Revista Anpoll, v. 2, nº 24, 2008. Disponível em: (acessado 17.12.2011).

BICHO MAU
CAVALCANTE, Maria Neuma Barreto. Bicho Mau: a gênese de um conto de Guimarães Rosa. (Tese Doutorado em Literatura Brasileira). Universidade de São Paulo, USP, Brasil, 1992. 


PÁRAMO
ESCALLÓN, Bairon Oswaldo Vélez. Intrusões: Guimarães Rosa-Bogotá: Notas para uma tradução de Páramo.. Tusaaji: a translation review, v. 1, p. 58-73, 2012.
ESCALLÓN, Bairon Oswaldo Vélez. O Páramo é do tamanho do mundo: Guimarães Rosa, Bogotá, Iauaretê. (Tese Doutorado em Literatura). Universidade Federal de Santa Catarina, UFSC, 2014.
PEREIRA, Maria Luiza Scher. O exílio em Páramo de Guimarães Rosa- dilaceramento e superação. Disponível no link(acessado 17.12.2011).
GALAVIZ, Hector Raul Olea. Intertexto de Rosa: reconstrução do processo de composição empregado por Guimarães Rosa pela interpretação de um texto (Paramo, estas estorias). (Dissertação de Mestrado). Campinas: UNICAMP, 1987. Disponível no link. (acessado 17.12.2011)

RETÁBULO DE SÃO NUNCA
[...]

O DAR DAS PEDRAS BRILHANTES
[...]

João Guimarães Rosa, no Sertão de Minas Gerais em 1952.

AVE, PALAVRA
AVE, PALAVRA é uma obra póstuma, e aos textos que o autor já havia deixado prontos foram acrescentados, pelo organizador da edição Paulo Rónai, outros que Guimarães Rosa havia começado a rever e refundir para o livro, sendo que quatro deles eram totalmente inéditos. Ave, palavra é composto de 54 pequenas crônicas, ficções, anotações sobre zoológicos, poemas, fragmentos de diários e oratórios.
A melhor definição de Ave, Palavra é de João Guimarães Rosa: trata-se, disse ele, de uma “miscelânia”. Com isso, quis caracterizar a variedade formal e temática deste livro, fruto de uma colaboração de cerca de vinte anos em revistas e jornais brasileiros, durante o período de 1947 a 1967. Reunindo contos, poesias, notas de viagem, trechos de diários, reportagens poéticas, meditações, e ainda poemas dramáticos e reflexões filosóficas, este volume nos dá bem a medida da versatilidade do escritor Guimarães Rosa.
Recebeu o Prêmio Jabuti de Produção Gráfica (menção honrosa) em 2002.

"Se todo animal inspira ternura, o que houve, então, com os homens?"
- João Guimarães Rosa, em conto "Zoo" - do livro 'Ave, Palavra'. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1985, p. 122. 


BIBLIOGRAFIA SOBRE O LIVRO "AVE, PALAVRA", DE JOÃO GUIMARÃES ROSA
OLIVEIRA, Luiz Claudio Vieira de. Ave, Palavra. Caligrama (UFMG), v. 13, p. 139-153, 2008. Disponível no link. (acessado 21.12.2011).
ROSSI, Erica Alves. As poesias de Guimarães Rosa em Ave, Palavra: um caminho de leitura. (Dissertação Mestrado Estudos Literários) UNESP/Araraquara, 2007. Disponível no link. (acessado 18.12.2011).
SILVA, Elizabeth Sandra da. Os animais em Ave, palavra, de Guimarães Rosa, em Poliedro, de Murilo Mendes e em outros zootextos. (Dissertação Mestrado em Letras). Centro de Ensino Superior de Juiz de Fora, Juiz de Fora/MG, 2013. Disponível no link. (acessado em 5.5.2014).
SOUZA, Eneida Maria de. De animais e de literatura: Rosa, Kafka  Coetzee. Aletria, nº 3, v. 21, set.-dez/2011, p. 83-90. Disponível no link. (acessado em 5.5.2014).
VEJMELKA, Marcel. "Homem desregulado" – João Guimarães Rosas "deutsche Erzählungen" in Ave, palavra. Jahrbuch. Institut Martius-Staden, São Paulo, n.55, p.97-124, 2008.

HISTÓRIAS DE FADAS
[...]
SANGA PUYTÃ
[...]

O GRANDE SAMBA DIPERSO
[...]

EVANIRA
FREITAS E SOUZA, Enivalda Nunes. Introdução ao imaginário de “Evanira!”, de Guimarães Rosa. Disponível no link. (acessado 9.12.2011).
LINS, Antônio Eduardo Leitão Navarro. Do Evanescente a Evanira: um confronto de soluções narrativas. Anuário de Literatura, 1996, p.47-63. Disponível no link. (acessado em 18.1.2015).

"Devo adquirir mais silêncio,
mais espera,
mais brancura."
- João Guimarães Rosa, do conto "Evanira".

"Em nosso jardim há florestas e pausas."
- João Guimarães Rosa, do conto "Evanira".

"Vejo-te, meu íntimo é solúvel em ti."
- João Guimarães Rosa, do conto "Evanira".


UNS INHOS ENGENHEIROS
[...]
OS ABISMOS E OS ASTROS
[...]
O HOMEM DE SANTAHELENA
[...]
O PORCO E SEU ESPÍRITO
[...]
NOVAS COISAS DE POESIA
[...]
ZOO RIO QUINTA DA BOA VISTA
[...]
TEATRINHO
[...]
SEMPRE COISAS DE POESIA
[...]
ZOO HAGENBECKTIERPARK HAMBURGOSTELLINGEN
[...]
SEM TANGENCIA
[...]
EMCIDADE
[...]
GRANDE LOUVAÇÃO PASTORIL À LINDA LYGIA MARIA
[...]
QUEMADMODUM
[...]
AO PANTANAL
[...]
A CAÇA À LUA
[...]

O BURRO E O BOI NO PRESÉPIO
BARCELOS, Waldir Batista Pinheiro de; CAVALCANTI, M. G. O burro e o boi no presépio: o museu poético de João Guimarães Rosa. In: Marly Gondim Cavalcanti Souza. (Org.). Diálogo entre Literatura e outras Artes. João Pessoa: Editora Universitária da UFPB, 2008, v. 1, p. 185-200.
BARCELOS, Waldir Batista Pinheiro de. O burro e o boi no presépio: o museu poético de João Guimarães Rosa. XI Congresso Internacional da ABRALIC - Tessituras, Interações, Convergências - 13 a 17 de julho de 2008. USP – São Paulo. Disponível no link. (acessado 27.12.2011).

REBOLDRA
[...]
ZOO JARDIN DES PLANTES
[...]
ALÉM DA AMENDOEIRA
[...]
HOMEM INTENTADA VIAGEM
[...]
FANTASMAS DOS VIVOS
[...]
CARTAS NA MESA
[...]
DOIS SOLDADINHOS MINEIROS
[...]
CIRCO DO MIUDINHO
[...]
JARDIM FECHADO
[...]
RECADOS DO SIRIMIM
[...]
AS GARÇAS 270
[...]

FITA VERDE NO CABELO: NOVA VELHA ESTÓRIA
CAETANO, Érica Antonia. Diálogo entre textos: uma leitura recepcional de Fita verde no cabelo: nova velha estória , de João Guimarães Rosa. In: XX Seminário do CELLIP, 2011, Londrina. Anais do XX Seminário (CELLIP), 2011. p. 1-12.


***
SEM CLASSIFICAÇÃO, ...
JARDINS E RIACHINHOS
SANTIAGO SOBRINHO, João Batista. Riachinho: águas fadadas. In: III Semiário Guimarães Rosa, 2005. Seminário Internacional Guimarães Rosa. Belo Horizonte: Cespuc, 2005. v. 1. p. 13-797.
SANTIAGO SOBRINHO, João Batista. Riachinho: águas fadadas. In: Seminário Internacional Guimarães Rosa, 2007, Belo Horizonte. Veredas de Rosa III. Belo Horizonte: O Lutador, 2004. v. 1. p. 13-779.
STOPA, Carla Maria Ferreira. Jardins e Riachinhos: figuração imaginária das vidas de Rosa. (Dissertação Mestrado Letras). Universidade Federal de Uberlândia, UFU, 2008. Disponível  no link. (acessado 17.12.2011).



ADAPTAÇÕES DA OBRA DE GUIMARÃES ROSA PARA O TEATRO
Nome do Espetáculo: Meu Tio, O Iauretê
Texto: Espetáculo conduzido por intensa pesquisa de linguagem teatral sobre a prosa poética de Guimarães Rosa. “A luta do Bem e do Mal, um dos motivos axiais da criação de Guimarães Rosa, é a mola-mestra do Iauretê, e sua magistral ambigüidade ganha no palco uma versão digna, trabalhada com intensidade".
Grupo de Teatro: Teatro Paiol – São Paulo/SP
Adaptação: Walter George Dürst
Autoria: Guimarães Rosa
Cenografia: Márcio Medina
Direção: Roberto Lage
Direção musical: André Geraissati
Elenco/Personagem: - Cacá Carvalho (Beró); - Paulo Gorgulho (Interlocutor).
Figurino: Márcio Medina
Iluminação: Fernando Jacon e Roberto Lage
Produção: Teatro Paiol
Prêmios:
- Prêmio Molière
- Prêmios Mambembe Governador do Estado de São Paulo
Ano: 1986-1988
Notícias:
CACÁ, Carvalho. vai apresentar seu Iauaretê na Itália. Folha de S.Paulo, São Paulo, p. A-33., 5 jul. 1988.
GUZIK, Alberto. A prosa de Guimarães Rosa: melódica, visual. E no palco. Jornal da Tarde, São Paulo, 5 ago. 1986.
LANDO, Viven. Guimarães Rosa despido de energia e grunidos. O Estado de S. Paulo, São Paulo, p. 5, 4 out. 1986.



Nome do Espetáculo: Meu Tio, O Iauaretê
Obra Adaptada: A peça “Meu Tio, O Iauaretê", baseada em conto do escritor João Guimarães Rosa. A peça conta a história de Macuncoso, personagem que é enviado por um fazendeiro para acabar com as onças do sertão. No entanto, ao invés de matá-las, ele as protege, pois acaba se identificando com os felinos.
Grupo de Teatro: Companhia dos Jovens Atores de Mauá – Diadema SP
Direção e Adaptação: Euzébio Jr.
Assistente de Direção: Ademir Antunes
Sonoplastia: Euzébio Jr.
Iluminação: Willian Figueiredo
Maquiagem: Rogério Maldonado
Cenário: Ademir Antunes e Euzébio Jr.
Figurino: Ademir Antunes e José Faustino
Operador de Som e Luz: Jovens Atores
Produção: Ademir Antunes; Euzébio Jr. e José Faustino
Elenco: Ademir Antunes (Viajante); Edson Cardoso (Seo Rioporo); e José Faustino (Macuncoso)
Ano: 2008
Localidade: Diadema SP.



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REFERÊNCIAS E OUTRAS FONTES DE PESQUISA
UNESP – Banco de Teses e Dissertações

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Página atualizada em 10.7.2014.



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