Annita Costa Malufe - a escrita do tempo

Annita Costa Malufe
Annita Costa Malufe (poeta, tradutora, ensaísta e professora), nascida em São Paulo SP, em 1975. É formada em jornalismo pela PUC-SP e é doutora em Teoria Literária pela Unicamp, com o trabalho Poéticas da imanência: Ana Cristina Cesar e Marcos Siscar (7Letras/Fapesp, 2011). Publicou os livros de poemas Fundos para dias de chuva (7Letras, 2004), Nesta cidade e abaixo de teus olhos (7Letras, 2007) e Como se caísse devagar (Ed. 34 e Secretaria de Estado da Cultura de S, 2008) e Quando não estou por perto (2012). É também autora dos ensaios Territórios dispersos: a poética de Ana Cristina Cesar (Annablume/Fapesp, 2006) e Poéticas da imanência: Ana Cristina Cesar e Marcos Siscar. (Editora 7 Letras e FAPESP, 2011). Traduziu Os chifres da hiena e outras histórias da África Ocidental, de Mamadou Diallo (2007) e Azur & Asmar, de Michel Ocelot (2007). Publica ainda poemas em revistas literárias como Poesia Sempre e DiVersos.
:: Fonte: Editora 7 Letras/Perfil literário


OBRA POÉTICA DE ANNITA COSTA MALUFE
Poesia
:: Fundos para dia de chuva. Coleção Guizos. Rio de Janeiro: 7Letras, 2004, 54p. 
:: Nesta cidade e abaixo de teus olhos. Rio de Janeiro: 7Letras, 2007, 64p.
:: Como se caísse devagar. São Paulo: Editora 34/PAC, 2008, 152p.
capa do livro "quando não estou por perto"
:: Quando não estou por perto. 1ª ed., Rio de Janeiro: Editora 7Letras, 2012. 164p.

Ensaios
:: Territórios dispersos: a poética de Ana Cristina Cesar. 1ª ed., São Paulo: Annablume e FAPESP, 2006. 177p 
:: Poéticas da imanência: Ana Cristina Cesar e Marcos Siscar. 1ª ed., Rio de Janeiro e São Paulo: Edi.7 Letras e FAPESP, 2011. 262p.

Traduções realizadas por Annita Costa Malufe
:: Os chifres da hiena e outras histórias da África Ocidental, de Mamadou Diallo. [tradução Annita Costa Malufe]. São Paulo: Edições SM, 2007. 

:: E Azur & Asmar, de Michel Ocelot. [tradução Annita Costa Malufe]. São Paulo: Edições SM, 2007. 


Tese e dissertação
MALUFE, Annita Costa. Poéticas da imanência: Ana Cristina Cesar e Marcos Siscar. (Tese Doutorado em Teoria e História Literária). Universidade Estadual de Campinas, UNICAMP, 2008. Disponível no link. (acessado em 23.3.2016).
_______ . O texto louco de Ana C.: a poesia que a mídia não leu (Dissertação Mestrado em Comunicação e Semiótica). Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, PUC/SP, 2003.

Artigos e ensaios em capítulos de livros
Annita Costa Malufe
MALUFE, Annita Costa. Estratégias para uma escrita do segredo. In: Álvaro Faleiros; Roberto Zular; Viviana Bosi. (Org.). Sereia de papel - visões de Ana Cristina Cesar. 1ª ed., Rio de Janeiro: EdUERJ, 2015, v. , p. 55-80.
_______ .; FERRAZ, Silvio. O ritmo intensivo em Beckett e Michaux. In: SCRAMIM, S.; SISCAR, M.; PUCHEU, A.. (Org.). O duplo estado da poesia: modernidade e contemporaneidade. 1ª ed., São Paulo: Iluminuras, 2015, v. 1, p. 187-194.
_______ . Deleuze-Beckett: um encontro-leitura. In: Sandro Kobol Fornazari; Adriana Barin de Azevedo. (Org.). Deleuze hoje. 1ª ed., São Paulo: FAP-UNIFESP, 2014, v. , p. 461-478.
_______ .; BUZZO, E. A.; CASTILLO, R.; SANCHEZ, R. F. . Poesía contemporánea de Brasil y México - antologia de poesia. In: Elisa Andrade Buzzo e Rodrigo Castillo. (Org.). Poesía contemporánea de Brasil y México. 1ª ed., Mexico: Cielo Abierto, 2012, v. , p. 50-57.
_______ . Modulações. In: Cristiane Mesquita e Rosane Preciosa. (Org.). Moda em ziguezague: interfaces e expansões. São Paulo: Estação das Letras e Cores, 2011, v. , p. 23-28.
_______ .; SISCAR, Marcos. Em torno de uma poética. In: Antônio Donizeti Pires; Maria Lúcia Outeiro Fernandes. (org.). Matéria de poesia: crítica e criação. 1ª ed., Araraquara: Cultura Acadêmica (Unesp Araraquara), 2010, v. 9, p. 227-252.
_______ .; MIGUEL, A.. Traçados diversos - antologia de poesia. In: Adilson Miguel. (Org.). Traçados diversos - uma antologia de poesia contemporânea. 1ª ed., São Paulo: Scipione, 2009, v. , p. 60-72.
_______ . Roteiro da poesia brasileira - anos 2000 - antologia de poesia. In: Marco Lucchesi; Edla Van Steen. (org.). Roteiro da poesia brasileira - anos 2000. 1ª ed., São Paulo: Global Editora, 2009, v. 15, p. 25-27.
_______ . ; LINS, D.; GIL, J.. O devir-voz do poema. In: Daniel Lins e José Gil. (Org.). Nietzsche-Deleuze: jogo e música. 1ª ed., Rio de Janeiro: Forense Universitária, 2008, v. , p. 19-35.
_______ . ; LIMA, M. R.. A nossos pés - antologia de poesia. In: Manoel Ricardo de Lima. (Org.). A nossos pés. 1ª ed., Florianópolis e Rio de Janeiro: Editora da Casa e Dantes, 2008, v. , p. 14-15.
_______ .; FERRAZ, Silvio. Quarta cena de terrorismo e subtração. In: Edson Passeti; Salete Oliveira. (org.). Terrorismos. São Paulo: EDUC, 2006, v. , p. 177-186.
_______ .; ORG, R. C. G. . Vem escrever comigo - antologia de poesia. In: Regina Gulla. (org.). Vem escrever comigo. 1ª ed., São Paulo: Hedra, 1999, v. , p. 143-153.

Artigos e ensaios em revistas, periódicos e sites literários
MALUFE, Annita Costa. A poética de Christophe Tarkos: a pasta-palavra. Bakhtiniana: Revista de Estudos do Discurso, v. 10, p. 137-155, 2015. Disponível no link. (acessado em 23.3.2016).
_______ .; FERRAZ, Silvio. Música e voz para além do som. Literatura e Sociedade (USP), v. 19, p. 149-167, 2015.
_______ . Uma poética da imanência: a escrita em Deleuze. Acta Scientiarum. Language and Culture (Impresso), v. 37, p. 233-241, 2015.
Annita Costa Malufe
_______ . Ana Cristina Cesar: uma poética dos retalhos (on-line). Todas as Musas: Revista de Literatura e das Múltiplas Linguagens da Arte (Online), v. 7, p. 42-52, 2015.
_______ . Ana Cristina Cesar: uma poética dos retalhos (impresso). Todas as Musas: Revista de Literatura e das Múltiplas Linguagens da Arte (Impresso), v. 7, p. 42-52, 2015.
_______ . A invisibilidade da imagem na prosa final de Beckett. Literatura e Sociedade (USP), v. 17, p. 76-87, 2014.
_______ . O projeto do livro: Marcos Siscar, Manoel Ricardo de Lima, Sérgio Medeiros. Revista do Centro de Estudos Portugueses (UFMG), v. 34, p. 67-90, 2014.
_______ .; FERRAZ, Silvio. Poema-partitura e poéticas vocais (versão eletrônica). Outra Travessia, v. 15, p. 113-131, 2013.
_______ . A performance da escrita em Beckett e Tarkos. Expressão (Santa Maria), v. 17, p. 17-28, 2013.
_______ .; FERRAZ, Silvio. Poema-partitura e poéticas vocais (impresso). Travessia (UFSC), v. 15, p. 113-131, 2013. Disponível no link. (acessado em 23.3.2016).
_______ . O não-senso em Ana Cristina Cesar e Marcos Siscar. Texto Poético, v. 10, p. 6, 2012.
_______ . Aquém ou além das metáforas: a escrita poética na filosofia de Deleuze. Revista de Letras (UNESP. Online), v. 52, p. 11, 2012. Disponível no link. (acessado em 23.3.2016).
_______ . A poética do silêncio em Marcos Siscar. Cadernos de Letras da UFF, v. 45, p. 305-318, 2012.
_______ .; FERRAZ, Silvio. Poema-em-música ou a imersão nas palavras. Synergies Brésil, v. 9, p. 103-110, 2012.
_______ . A poesia-em-crise ou a indecisão da forma. Fronteiraz (São Paulo), v. 8, p. 02, 2012.
_______ . Marcos Siscar e o verso em crise. Guavira Letras, v. 15, p. 449-474, 2012.
_______ . O segredo literário em Ana C.. Estúdios Portugueses, v. 11, p. 85-103, 2012.
_______ . A poesia-em-crise ou a indecisão da forma (reedição). Fronteiraz (São Paulo), v. 9, p. 261-270, 2012.
_______ . Nas entrelinhas de Ana C.. Revista CeluZlose, v. 8, p. 64-71, 2011.
_______ . Deslocamentos do sentido em Deleuze: implicações para a leitura. Alegrar (Campinas), v. 8, p. 03, 2011.
_______ . Poética do silêncio. Contexto (UFES), v. 20, p. 145-165, 2011.
_______ . O não-dito e a repetição na poesia de Marcos Siscar. Cadernos de Letras da UFF, v. 40, p. 309-323, 2010. Disponível no link. (acessado em 23.3.2016).
_______ . Estilo e repetição: Deleuze e algumas poéticas contemporâneas. Cadernos de Letras (UFRJ), v. 26, p. 10, 2010.
_______ . Deleuze e o estilo. Artefilosofia (UFOP), v. 9, p. 35-48, 2010. Disponível no link. (acessado em 23.3.2016).
_______ . Passagens entre escrita e vida (online). Letras & Letras (Online), v. 26, p. 33-50, 2010.
_______ . Passagens entre escrita e vida (impresso). Letras & Letras (UFU. Impresso), v. 26, p. 33-50, 2010.
_______ . Arrancar palavras: uma poética da rasura - K. K. Jornal de Crítica, v. 21, p. 4-5, 2009.
_______ . O corte cinematográfico em Ana Cristina Cesar. Gragoatá (UFF), v. 27, p. 235-248, 2009.
_______ . Intimidade sem sujeito: Ana C. e a desmontagem do diário e da carta. Matraga (Rio de Janeiro), v. 17, p. 139-153, 2009. Disponível no link. (acessado em 23.3.2016).
_______ . O que falo nunca é o que falo. in: Revista Trópicos, 17.10.2009. Disponível no link. (acessado em 23.3.2016).
_______ . A identidade vazia ou o si-mesmo como nada (Z, personagem de um conto de J.Pessanha). Uniletras, v. 30, p. 8, 2008.
_______ . À escuta do poema. Cadernos do IL (UFRGS), v. 31, p. 251-280, 2006.
_______ . Nas entrelinhas de Ana Cristina. Crítica & Companhia, v. 1, p. 1-1, 2005.
_______ . Micro-contos ou micro-poemas?. Digestivo Cultural, 21 fev. 2005. Disponível no link. (acessado em 23.3.2016).

_______ . Ana C., a crítica por trás da poesia. Revista Letras (Curitiba), v. 62, p. 27-40, 2004. Disponível no link. (acessado em 23.3.2016).


Annita Costa Malufe
BREVE ANTOLOGIA POÉTICA DE ANNITA COSTA MALUFE

aqui estou tão longe
quase não posso me lembrar
a sonoridade o timbre apenas sei da batida
que insiste como num filme recente
nas imagens de uma cidade italiana
perdida na história
estou tão longe é como se outra vida como
se outro filme rodasse de trás
para frente
- Annita Costa Malufe, em "Quando não estou por perto". Rio de Janeiro: Editora 7Letras, 2012.

§

Já estamos todos muito velhos
As conquistas de outros tempos se acumulam
Nos caixotes de papelão e isopor
Nas malas que moram na parte de cima do armário

Vasculho papéis que perderam sua função
Fotos documentos recortes
Rostos amarelecidos em uma existência remota
Uma quase não-existência familiar
E temporal

– palavras fatos já não-meus, penso
(é preciso alçar a indiferença)
“que importa quem fala, alguém disse...”

É preciso rasgar
Estancar o sangue
Tentativa de habitar algum presente em meio ao bolor
- Annita Costa Malufe, em "Fundos para dia de chuva". Rio de Janeiro: 7Letras, 2004. 

§

Modulações
I.

enquanto escuto a rua
rarear seus ruídos
um frio percorre meu corpo
e se instala
ali onde meus pés terminam

não posso chegar até a porta
e a exata distância
que me salva da janela
extravasa um rio de memórias
escuras
onde o ar denso avoluma-se
e se mistura com o carpete

sou mais um vulto amedrontado
um amontoado de pele e peso
arrastando-se por um espaço exíguo
onde ninguém mais me vê 

II.

visto a calça
não tenho pra onde ir
as calçadas úmidas de um dia todo
de chuva e o céu
de um cinza sangrento
lamentam meu olhar sem coragem
careço de um ímpeto mínimo
que me faça mover a maçaneta
e encarar
a luz do dia
expondo o meu sem destino
e minhas noites mal dormidas  

III.

superar
a tristeza de não ter mais você
e seguir como se o rio esquecesse o leito antigo

procuro as palavras para te cobrir
mas me faltam letras
tropeço nas sílabas do teu nome
(mesmo que já não possa lembra-lo inteiro)

já vivo sem você
costuro cavalgo comungo
só não sei
como partir inteira
retomar pedaços
fatias
de um corpo que foi meu 

(as marcas da história de cada um)

as marcas da nossa história
emolduram
um jeito velho de ser
um jeito esquecido e velho
de ser mulher 

IV.

desisto de te amar
por uns instantes olho a madrugada
que colore de cinza as estradas
da minha cabeça
temos poucos anos e uma bagagem densa
onde usamos guardar álbuns, souvenirs
marcamos a terra molhada com nossas havaianas
poucos quilômetros e uma história e trajetos incompletos
curtos
paisagens sem mar
- Annita Costa Malufe, em "Fundos para dia de chuva". Rio de Janeiro: 7Letras, 2004. 

§

Nêsperas
O que foi que aconteceu conosco? 
O que é 
que agora 
tão distantes
miramos neste casto horizonte
nesperado
que montanhas foram estas que cruzamos
quais foram os andaimes
quais os versos que nos mantêm tão perto
como se os raios de sol no apogeu
pudessem ser capturados
por um instante
só por um
instante
paro
e retomo as pastas de papéis coloridos
de papéis passados 
e retomo os panos os enganos
(Poderíamos ter sido 
algo 
e não fomos? 
Poderíamos? 
O que poderíamos tanto? 
O que tanto quisemos juntas?)
Paro 
um instante
diante de teu armazém
e contemplo as rugas de um tempo
imenso
esse que nunca é nosso
e torço para que possamos sempre
nos encontrar aí
neste puro instante sem ponteiros
que tão poucos 
- tão poucos mesmo - 
sabem onde fica
- Annita Costa Malufe, em "Fundos para dia de chuva". Rio de Janeiro: 7Letras, 2004. 

§

Nos dias de chuva fina
Cabe ficar desfiando lembranças opacas
Dessas meio disformes
Com cara de ano trinta
Ficar divagando nas veias da madeira
Da velha escrivaninha do avô
E pensando se o amor
Vai além de
Nomes
Números
E essa longa espera
Insone
- Annita Costa Malufe, em "Fundos para dia de chuva". Rio de Janeiro: 7Letras, 2004. 

§

onde termina o poema onde
um ponto de suspensão apenas
o poema não termina quando
a linha roça a beira do papel
tampouco a língua roça
aquilo que ela alcança
para além da página há
o poema imaginado sempre
uma imagem de poema
desfazendo-se afundando um
navio atracando-se no espaço
um navio a cada vez refeito mas
o corpo do poema não é
imaginário tampouco a
possibilidade de um limite não
há limite apenas limitação a
folha acaba a tinta acaba a
língua é o ponto de desacordo
roçar a página ancorar mas
a cada vez apenas por um instante
este inacabado este
que nunca termina
- Annita Costa Malufe, em "Quando não estou por perto". Rio de Janeiro: Editora 7Letras, 2012.

§

Planto onomatopéias
e síncopes
no tubo de ensaio
dentre meus passatempos
cultuo
sombras e celofanes amassados
poderia contar histórias
mas prefiro solfejar
mesmo que o dia caia
antes do fim da música
prossigo senhora de meus interrogatórios
as luzes ainda apagadas
e vejo tornar-se rosa
o vitral da cozinha
- Annita Costa Malufe, em "Fundos para dia de chuva". Rio de Janeiro: 7Letras, 2004. 

§

Sigo fingindo enquanto o pavimento úmido subverte
comigo as questões mais
(trágicas, sérias, urgentes, insolúveis?)
da vida.
Prefiro cavalgar as tintas e contar histórias que façam 
meus pés adormecerem
em paz.
Prefiro as estrelas que se desfazem atrás da porta
dando a luz a vaga-lumes cegos.
- Annita Costa Malufe, em "Fundos para dia de chuva". Rio de Janeiro: 7Letras, 2004. 

§

Tumultuo a página vazia com meus traços aflitos, sem
direção. Acredito no som que me amanhece todos os dias
mas não sei como dar asas a estas abelhas que crio embaixo
da mesa. Acredito serem concretos estes números todos,
estas letras e as vozes ao telefone. Preciso acreditar na 
existência do mundo, nas ondas que circulam minha casa.
Preciso acreditar na minha casa,
ou o risco se torna maior.
- Annita Costa Malufe, em "Fundos para dia de chuva". Rio de Janeiro: 7Letras, 2004. 



Annita Costa Malufe
FORTUNA CRÍTICA DE ANNITA COSTA MALUFE
DICK, André. Invenção - Annita Costa Malufe. in: IHU on-line, nº 266, ano III, 28.7.2008. Disponível no link. (acessado em 22.3.2016).
ENTREVISTA. Annita Costa Malufe – O lentificar do tempo. in: Perfil Literário, 8 maio de 2009. Disponível no link. (acessado em 23.3.2016).
FERRAZ, Heitor. Visões do feminino. (Dossiê Poesia brasileira). Trópico, 17.10.2009. Disponível no link. (acessado em 21.3.2016).
POEMAS. Annita Costa Malufe. in: as escolhas afectivas, 13 de janeiro de 2007. Disponível no link. (acessado em 22.3.2016).
PINTO, Júlio Pimentel. Quando não estou por perto, de Annita Costa Malufe. in: Paisagens da Crítica, 18.10.2012. Disponível no link. (acessado em 23.3.2016).
STEEN, Edla Van (org.). Roteiro da poesia brasileira - anos 2000. 1ª ed., São Paulo: Global Editora, 2009.
STUDART, Júlia; LIMA, Manoel Ricardo de.. Resenha de 'quando não estou por perto', de Annita Costa Malufe. in: O Globo - Prosa, 20.10.2012. Disponível no link. (acessado em 23.3.2016).



Annita Costa Malufe
OUTRAS FONTES E REFERÊNCIAS DE PESQUISA
:: Jornal de Poesia

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Como citar:
FENSKE, Elfi Kürten (pesquisa, seleção e organização). Annita Costa Malufe - a escrita do tempo. Templo Cultural Delfos, março/2016. Disponível no link. (acessado em .../.../...).
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 Página atualizada em 23.3.2016.



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