Monteiro Lobato - o herói civil da literatura brasileira

Monteiro Lobato e as Crianças.
"Um país se faz com homens e livros."
- Monteiro Lobato, em América, 1929.


"No fundo não sou literato, sou pintor. Nasci pintor, mas como nunca peguei nos pincéis a sério arranjei, sem nenhuma premeditação, este derivativo de literatura, e nada mais tenho feito senão pintar com as palavras.”
- Monteiro Lobato, em carta a Godofredo Rangel, Areias, 6.7.1909.


"Nada de imitar seja lá quem for. (...) Temos de ser nós mesmos (...) Ser núcleo de cometa, não cauda. Puxar a fila, não seguir."
- Monteiro Lobato, em carta a Godofredo Rangel, São Paulo, 15.11.1904.


"Escrever para crianças é semear em terra roxa virgem - e não praguejada. Cérebro de adulto é solo já praguejado."
- Monteiro Lobato, em Carta a Otaviano Alves de Lima, 13 de agosto de 1946.


"As fábulas em português (...) são pequenas moitas de amora do mato, espinhentas e impenetráveis. Um fabulário nosso, com bichos daqui em vez de exóticos, se feito com arte e talento, darã coisa preciosa."
- Monteiro Lobato, em carta a Godofredo Rangel, Fazenda, 8.9.1916.


Monteiro Lobato [retrato]. 1916,
Wasth Rodrigues. O Estado de São Paulo,
São Paulo, 26 dez. 1971.
(Coleção Biblioteca Lobatiana-CEDAE).
José Renato Monteiro Lobato (Taubaté SP 1882 - São Paulo SP 1948). Autor de literatura infantil e juvenil, contista, jornalista e editor. Filho do fazendeiro José Bento Marcondes Lobato e Olímpia Monteiro Lobato, que é filha de José Francisco Monteiro, visconde de Tremembé. Inicia os estudos em sua cidade-natal. Aos 11 anos, por causa das iniciais gravadas no castão da bengala do pai, J.B.M.L., muda seu nome para José Bento. Entre 1900 e 1904 estuda na Faculdade de Direito do Largo de São Francisco. Formado, volta para Taubaté, onde é nomeado promotor público interino, transferido, em 1907, para Areias, São Paulo. De lá, envia artigos para o jornal A Tribuna, de Santos, São Paulo, traduções para o jornal O Estado de S. Paulo, e caricaturas para a revista Fon-Fon!, do Rio de Janeiro. Em 1911 herda, com as duas irmãs, a fazenda do avô que, somada às terras do pai, ultrapassa 2 mil alqueires. Escreve, em 1914, dois artigos, Velha Praga e Urupês, em O Estado de S. Paulo, criando o personagem-símbolo de sua obra, o Jeca Tatu. Vende a fazenda em 1917 e muda-se para São Paulo. No mesmo ano, publica em O Estado de S. Paulo o artigo A Propósito da Exposição de Malfatti (republicado
Monteiro Lobato, por Baptistão.
em 1919 na coletânea Idéias de Jeca Tatu, com o título Paranóia ou Mistificação?), que, criticando a arte moderna abre polêmica com poetas e escritores - como Mário de Andrade (1893 - 1945), Oswald de Andrade (1890 - 1954) e Menotti del Picchia (1892 - 1988), grupo que realiza a Semana de Arte Moderna em 1922. Em 1918, estréia com o livro de contos Urupês, e compra a Revista do Brasil, iniciando paralelamente uma carreira que revoluciona a produção editorial do Brasil. Com A Menina do Narizinho Arrebitado, publicado em 1920, torna-se o criador da literatura brasileira dedicada às crianças e pioneiro na literatura paradidática, ao incluir em seus livros conceitos sobre história, geografia e matemática. Assume o posto de adido comercial em Nova York, de 1927 até 1930, e volta ao Brasil com idéias para exploração de ferro e petróleo. Sua oposição, em artigos e entrevistas, ao governo de Getúlio Vargas leva-o à prisão por seis meses, em 1941, mas é indultado após cumprir metade da pena. Em 1944, recusa indicação para a Academia Brasileira de Letras - ABL.
Monteiro Lobato, Di Cavalcanti.
"...para crianças, um livro é todo o mundo. Lembro-me de como vivi dentro do Robinson Crusoé do Laemmert. Ainda acabo fazendo livros onde as nossas crianças possam morar. Não ler e jogar fora; sim morar, como morei no Robinson e n’Os filhos do capitão Grant."
- Monteiro Lobato, em "A barca de Gleyre II", p. 293. Apud AZEVEDO, Carmen Lúcia de: Monteiro Lobato: furacão na Botocúndia. São Paulo, Ed. SENAC, 1997, p. 167.


Monteiro Lobato, por Bertoni.

“Conheceis, por ventura, o Jeca Tatu, dos Urupês, do Monteiro Lobato, o admirável escritor paulista? Tivestes, algum dia, ocasião de ver surgir, debaixo desse pincel de uma arte rara, na sua rudeza, aquele tipo de uma raça, que, "entre as formaduras da nossa nacionalidade", se perpetua, "a vegetar, de cócoras, incapaz de evolução e impenetrável ao progresso"?!”
- Rui Barbosa, em 20 de março de 1919, durante a conferência sobre a ‘Questão Social e Política no Brasil’.


CRONOLOGIA
Monteiro Lobato - bebê.
1882 - Nasce em Taubaté, São Paulo. Filho do fazendeiro José Bento Marcondes Lobato e Olímpia Monteiro Lobato, e neto de José Francisco Monteiro, visconde de Tremembé. É batizado com o nome de José Renato Monteiro Lobato.
1893 - Por causa das iniciais gravadas no castão da bengala do pai, J.B.M.L., muda seu nome para José Bento Monteiro Lobato.
1896 - Estuda no curso preparatório para a Faculdade de Direito do Largo de São Francisco, em São Paulo.
1898 - Morre seu pai.
1899 - Morre sua mãe, e o avô materno, o visconde de Tremembé, torna-se tutor de Lobato e suas irmãs.
1900 - Ingressa na Faculdade de Direito do Largo de São Francisco.
1901 - Preside a Arcádia, sociedade literária dos segundanistas da faculdade. Escreve crônicas e crítica teatral no jornal da entidade.
1902 - Com um grupo de amigos, entre eles o escritor Godofredo Rangel (1884 - 1951), forma o grupo literário Cenáculo, que passa a reunir-se na república estudantil do Minarete.
1904 - Com o conto Gens Ennuveux, ganha o 1º lugar no concurso literário promovido pelo Centro Acadêmico XI de Agosto. Forma-se em direito
O menino Monteiro Lobato.
1905 - Retorna a Taubaté e publica artigos de crítica de arte no Jornal de Taubaté. Tenciona abrir uma fábrica de geléias em vidro.
1906 - Nomeado promotor público interino em Taubaté.
1907 - Nomeado promotor público em Areias, São Paulo.
1908 - Traduz artigos do Weekly Times, de Londres, para o jornal O Estado de S.Paulo; escreve artigos para A Tribuna, de Santos, e colabora com caricaturas na revista Fon-Fon, do Rio de Janeiro.
1910 - Recebe uma concessão da Câmara Municipal de Taubaté para a construção de uma linha férrea ligando Taubaté a Tremembé.
1911 - Com a morte do visconde de Tremembé, Lobato e suas duas irmãs herdam a fazenda do avô que, somada às terras do pai, ultrapassa 2 mil alqueires.
1913 - Em março apresenta na Câmara Municipal de São Paulo proposta para a construção - no lugar do viaduto do Chá - de uma passagem coberta com dois pavimentos, abrigando lojas e áreas de convivência, mirantes para o vale do Anhangabaú, cortada por linhas de bondes elétricos.
1914 - Escreve, em O Estado de S.Paulo, os artigos Uma Velha Praga e Urupês, embriões do que viria a ser o Jeca Tatu, personagem-símbolo de sua obra.
1916 - Publica o conto A Vingança da Peroba na Revista do Brasil.
1917 - Em O Estado de S. Paulo defende, no artigo A Criação do Estilo, o uso de elementos do folclore brasileiro nos cursos de arte; inicia uma pesquisa de opinião pública a respeito do saci (com as respostas dos leitores e textos de sua autoria, organiza o livro O Saci-Pererê: Resultado de um Inquérito, publicado no ano seguinte) e faz critica a arte moderna no artigo À Propósito da Exposição Anita Malfatti.
O Jovem Monteiro Lobato.
1918 - Publica seu primeiro livro de contos Urupês. Compra a Revista do Brasil e inicia uma revolução na produção editorial brasileira.
1920 - Funda a editora Monteiro Lobato & Cia.
1921 - Recusa-se a editar Paulicéia Desvairada, do escritor Mário de Andrade (1893 - 1945).
1922 - Publica os romances Os Condenados, de Oswald de Andrade (1890 - 1954), e O Homem e a Morte, de Menotti del Picchia (1892 - 1988), ambos com capa de Anita Malfatti (1889 - 1964). Pleiteia uma cadeira na Academia Brasileira de Letras, mas desiste no meio do caminho
1924 - Sua editora - com capital ampliado e nova denominação, Companhia Gráfico-Editora Monteiro Lobato - monta o maior parque gráfico da América Latina.
1925 - Enfrentando dificuldades financeiras, vende a Revista do Brasil e liquida a editora. Muda-se para o Rio de Janeiro e funda a Companhia Editora Nacional.
1926 - Concorre a uma cadeira na Academia Brasileira de Letras e perde a eleição. Publica em folhetim o romance O Choque das Raças, no jornal A Manhã, do Rio de Janeiro, depois editado em livro.
1927 - Publica, em folhetins e em O Jornal, do Rio de Janeiro, Mister Slang e o Brasil - colóquios com o inglês da Tijuca, lançado também em livro no mesmo ano. Nomeado pelo presidente Washington Luís, embarca para Nova York como adido comercial.
Monteiro Lobato
1928 - Visita as fábricas da Ford e da General Motors, em Detroit.
1930 - Com a revolução liderada pelo presidente Getúlio Vargas (1882 - 1954), é dispensado do cargo de adido comercial em Nova York.
1931 - Retorna ao Brasil e volta a morar em São Paulo.
1932 - A Companhia Petróleo Nacional, na qual tem participação, é autorizada a fazer prospecções em Riacho Doce, Alagoas, e Araquá (atual Águas de São Pedro), São Paulo. Participa ativamente da Revolução Constitucionalista.
1934 - Recusa oferta de Vargas para dirigir o Departamento de Propaganda e Difusão Cultural.
1936 - É eleito por unanimidade para a cadeira 39 da Academia Paulista de Letras.
1938 - Em carta a Vargas, Lobato conclama o presidente à defesa da soberania brasileira na questão do petróleo e faz graves denúncias contra o Departamento Nacional de Produção Mineral. Sua empresa incorpora a Companhia Mato Grossense de Petróleo.
1939 - Oficialmente é descoberto petróleo no Brasil, num poço coincidentemente chamdo Lobato, atualmente localizado no subúrbio de Salvador.
1940 - Envia carta a Vargas, acusando o Conselho Nacional do Petróleo de agir em favor de interesses de empresas norte-americanas. Concede longa entrevista à Rádio BBC, de Londres, criticando Vargas e o Estado Novo.
Monteiro Lobato
1941 - O Tribunal de Segurança Nacional abre inquérito policial contra Lobato; é interrogado e transferido para a Casa de Detenção (Presídio Tiradentes). Enquadrado por injúria ao poder público, é condenado a seis meses de prisão, mas ganha indulto após cumprir metade da pena.
1944 - Recusa indicação para a Academia Brasileira de Letras – ABL.
1945 - Funda e torna-se diretor do Instituto Cultural Brasil - União das Repúblicas Socialistas Soviéticas. Recusa convite para participar de chapa encabeçada pelo Partido Comunista Brasileiro – PCB.
1946 - Torna-se sócio da Editora Brasiliense. Embarca para a Argentina e funda em Buenos Aires a Editorial Acteon.
1947 - Retorna a São Paulo.
1948 - Morre em São Paulo. Dois dias após conceder a Murilo Antunes Alves, da Rádio Record, a sua última entrevista, na qual defendeu a Campanha de O Petróleo é Nosso, Monteiro Lobato sofreu um segundo espasmo cerebral e falece às 4 horas da madrugada, no dia 4 de julho de 1948, aos 66 anos de idade. Sob forte comoção nacional, seu corpo foi velado na Biblioteca Municipal de São Paulo e o sepultamento realizado no Cemitério da Consolação. O Repórter Esso, na voz de Heron Domingues, assim anunciou sua morte, depois de um pequeno silêncio:
"E agora uma notícia que entristece a todos: Acaba de falecer o grande escritor patrício Monteiro Lobato!"
- Monteiro Lobato


Monteiro Lobato, 1926.
Solidão mental... Sinto-a completamente aqui. O cérebro embolora. Só resta a natureza. Abre a janela. Que paisagem! Céu, serra e vale. Céu - gaze de puríssimo azul translúcido. Serra - a Mantiqueira, rude muralha de safira. Vale - o do Paraíba, tapête sem ondulações que lhe enruguem o plaino. Ao longo do vale singra uma pinta branca, vôo de giz e vôo da garça em manhã assim! Neve sôbre azul!... Súbito... - o bando. Vinham em bando alongado, ora a erguer-se uma, ora a baixar-se outras, estas ganhando a dianteira, aquelas atrasando-se. Passam a quilómetro da minha janela, tão nítidas que lhe percebo o aflar das asas. Mas... Outro bando! E outro, atrás! E outro bem longe!... Jamais vi tantas, e em tão formoso quadro. Subiam rio acima. Emigravam. Passavam. Passaram. E deixaram-me com a alma tonta de beleza, e a sonhar mil coisas..."
- Monteiro Lobato, em seu "diário".


"Dá-me prazer e traz-me compensações, coisas que jamais senti e tive escrevendo para marmanjos. Prazer... Será que a criança subsiste sempre no adulto? Hum...Vem daí a sabedoria popular dizer que a velhice é um retorno à puerilidade. [...] O gosto que sinto em escrever histórias que irão dar prazer às crianças, prova que estou chegando à idade mental delas. A criança que mais se diverte com as minhas histórias é a que subsiste ou está renascendo dentro de mim. Eis tudo... Velhice."
- Monteiro Lobato, in: Apud MATTOS, Ilmar Rohloff de: "No sítio de José Bento". Relatório do Projeto Integrado de Pesquisa Modernos descobrimentos do Brasil. CNPq, 1997, p,22.

OBRA DE MONTEIRO LOBATO – PRIMEIRAS EDIÇÕES
Monteiro Lobato, por Rita Foelker.
Infantil e juvenil


1920 - A Menina do Narizinho Arrebitado.
1921 - O Saci.
1921 - Fábulas de Narizinho.
1922 – Fábulas. [edição aumentada de Fábulas de Narizinho].
1922 - O Marquês de Rabicó.
1924 - A Caçada da Onça: Novas Aventuras de Narizinho, Rabicó e demais Companheiros.
1924 - Jeca Tatuzinho.
1925 - O Garimpeiro do Rio das Garças.
1927 - Aventuras de Hans Staden, o Homem que Naufragou nas Costas do Brasil, Narradas por Dona Benta aos Seus Netos.
1928 - O Noivado de Narizinho.
1928 - O Gato Félix.
1928 - Aventuras do Príncipe.
1928 - Cara de Coruja.
1929 - O Irmão de Pinocchio.
1929 - O Circo de Escavalinho.
1930 - Peter Pan, a História do Menino que Não Queria Crescer, Contada por Dona Benta.
1930 - A Pena de Papagaio.
1930 - O Pó de Pirlimpimpim.
1931 - Reinações de Narizinho.
1932 - Novas Reinações de Narizinho.
1932 - Viagem ao Céu.
1933 - História do Mundo para Crianças. [adaptado da obra de Virgil M. Hillyer].
1933 - Caçadas de Pedrinho.
1933 - Emília no País da Gramática.
1935 - História das Invenções. [adaptado da obra de Hendrick Van Loon
Aritmética da Emília].
1935 - Geografia de Dona Benta. [adaptado da obra de Hendrik Van Loon].
1936 - O Poço do Visconde: Geologia para crianças.
1936 - D. Quixote das Crianças: Contado por D. Benta.
1937 - Serões de Dona Benta: Ciências Físicas e Naturais Ensinadas a Seus Netinhos.
1937 - Histórias de Tia Nastácia.
Visconde de Sabugosa Emília, Lobato, o Saci e Narizinho
1939 - O Picapau Amarelo.
1939 - O Minotauro: Maravilhosas Aventuras dos Netos de Dona Benta na Grécia Antiga.
1939 - Memórias da Emília.
1941 - O Espanto das Gentes.
1941 - A Reforma da Natureza.
1942 - A Chave do Tamanho.
1944 - Os Doze Trabalhos de Hércules.
1947 - A Casa de Emília.
1947 - O Centaurinho.
1947 - A Contagem dos Sacis.
1947 - Uma Fada Moderna.
1947 - A Lampreia.
1947 - No Tempo de Nero.
1947 - Narizinho Arrebitado.

Conto
1918 – Urupês.
1919 - Cidades Mortas.
1956 – Negrinha.

Romance
Saci Perere [nanquim] s/d., de Monteiro Lobato.
1926- O Presidente Negro. [1ª edição com o título de O Choque das Raças].

Artigo
1918- O Saci Pererê: Resultado de um Inquérito.
1919 - Idéias de Jeca Tatu.
1921 - Onda Verde.
1927 - Mr. Slang e o Brasil e Problema Vital.
1932 - América.
1933 - Na Antevéspera.
1931 - O Ferro.
1936 - O Escândalo do Petróleo.
1947 - Zé Brasil.
1948 - Georgismo e Comunismo - O Imposto Único.

Diário/Correspondência/Conferência
1923 - Mundo da Lua.
1943 - A Barca de Gleyre: Quarenta Anos de Correspondência Literária entre Monteiro Lobato e Godofredo Rangel.
1956 - Prefácios e Entrevistas.
1959 - Conferências, Artigos e Crônicas.
1969 - Cartas Escolhidas.
*As obras de Lobato caem em domínio público em 2018, quando completará 70 anos da sua morte.



Jeca Tatu [charge], por Belmonte.
“A Verdade nua manda dizer que entre as raças de variado matiz, formadoras da nacionalidade e metidas entre o estrangeiro recente e o aborígine de tabuinha em beiço, uma existe a vegetar de cócoras, incapaz de evolução, impenetrável ao progresso. Feia e sorna, nada a põe de pé. Pobre Jeca Tatu! Como é bonito no romance e feio na realidade! Jeca Tatu é um Piraquara do Paraíba, maravilhoso epitome de carne onde se resumem todas as características da espécie. O fato mais importante da vida do Jeca é votar no governo. A modinha, como as demais manifestações de arte popular existente no país, é obra do mulato, em cujas veias o sangue recente do europeu, rico de ativismos estéticos, borbulha d´envolta com o sangue selvagem, alegre e são do negro. O caboclo é soturno. Não canta senão rezas lúgubres. Não dança senão o cateretê aladainhado. O caboclo é o sombrio Urupê de pau podre a modorrar silencioso no recesso das grotas. Bem ponderado, a causa principal da lombeira do caboclo reside nas benemerências sem conta da mandioca. Talvez sem ela se pusesse de pé e andasse. Mas enquanto dispuser de uma pão cujo preparo se resume no plantar, colher e lançar sobre brasas, Jeca não mudará de vida. O vigor das raças humanas está na razão direta da hostilidade ambiente. Se a poder de estacas e diques o holandês extraiu de um brejo salgado a Holanda, essa joia de esforço, é que ali nada o favorecia.!”
- Monteiro Lobato, em o conto "Urupês".

Monteiro Lobato

TRADUÇÕES E EDIÇÕES ESTRANGEIRAS DA OBRA DE MONTEIRO LOBATO
Alemão
Monteiro Lobato
LOBATO, Monteiro. Totes Land. [Cidades Mortas]. Tradução Clemans Brandemburger. São Leopoldo: Editora Rotermund & Cio; Instituto Martius Staden, 1917.
____. Die alte Fazenda. São Paulo: Editora O Livro Verde, 1932.
Unter dem Kreuz des Südens [O Comprador de Fazendas]. Tradutor: Gerda Theile-Bruhns. Organizador Albert Theile. Suíça: Editora Manesse; Conzett & Huber, 1956.
____. Erzähler Der Welt.Tradução Alle Rechte. Alemanha: Verlag Herder KG Freiiburg im Breisgau, 1972.

Espanhol
____. Urupes. [Urupês] Tradução Benjamin de Garay. Buenos Aires: Editorial Patria, 1921.
____. El Comprador de Haciendas. [Coletânea de Contos] Tradução Benjamin de Garay. Espanha: Núñez; Ed. Cervantes, 1923.
____. Los Ojos que Sangran. [Coletânea de Contos]. Tradução B.Sanchez. Buenos Aires: Editorial Tor, 1924.
____. Don Quijote de los Niños. [D.Quixote das Crianças]. Tradução: Benjamín de Garay. Buenos Aires: Editorial Claridad, 1938.
____. El Pais de la Gramatica. [Emília no País da Gramática]. Tradução [atribuída] Monteiro Lobato e Núñez. Buenos Aires: Editorial Americalee, 1943.
____. Las Travesuras de Naricita. [Reinações de Narizinho]. Tradução Ramón Prieto. Buenos Aires: Editorial Americalee, 1944.
____. Las Nuevas Travesuras de Naricita. [Novas reinações de Narizinho]. Tradução Ramón Prieto. Buenos Aires: Editorial Americalee, 1944.
____. Viaje al Cielo. [Viagem ao Céu]. Tradução Ramón Prieto. Buenos Aires: Editorial Americalee, 1944.
____. Aventuras de Hans Staden. Tradução M. J. de Sosa. Buenos Aires: Editorial Americalee, 1945.
____. El Jabali de Erimanto. [O Javali de Erimanto]. Tradução Ramón Prieto. Buenos Aires: Editorial Acteon, 1945.
____. El Leon de Nemea. [O Leão de Neméia]. Tradução Ramón Prieto. Buenos Aires: Editorial Acteon, 1945.
____. El Quijote de los Ninos. [D. Quixote das Crianças]. Tradução M. J. de Sosa. Buenos Aires: Editorial Americalee, 1945.
____. La Corza de los Pies de Bronce. [A Corça de Pés de Bronze]. Tradução Ramón Pietro. Buenos Aires: Editorial Acteon, 1945.
____. La Hidra de Lerna. [A Hidra de Lerna]. Tradução Ramón Pietro. Buenos Aires: Editorial Acteon, 1945.
____. Cacerias de Perucho. [Caçadas de Pedrinho]. Tradução J. M. Soza. Buenos Aires: Editorial Americalee, 1945.
____. Peter Pan Peter Pan: el Niño que no Quiso Crecer. Tradução J. M. Soza. Buenos Aires: Editorial Americalee, 1945.
Monteiro Lobato [Auto retrato no espelho com Rolleyflex].
____. Las 12 Hazañas de Hercules. [Os doze trabalhos de Hércules]. Buenos Aires: Edi. Acteón, 1946.
____. Urupes - Cuentos Brasileros. [Urupês]. Buenos Aires: El Ateneo, s.d.
____. El Burlón Arrepentido/La Colcha de Retazos. [O Engraçado Arrependido/A Colcha de Retalhos]. Tradução Cecilia Birnbaum. Buenos Aires: Centro de Estudios Brasileños; Sector Cultural de la Embajada Del Brasil, 1982.
____. Las Travesuras de Naricita. [Reinações de Narizinho]. Traducão Ramón Prieto. Buenos Aires: Editorial Losada, 2010.

Francês
____. Les Gardiens de phare. [Os Faroleiros]. Tradução Jean Duriau. [S.l], 1935.
____. La Vengeance de L'arbre et Autres Contes. [Urupês, Negrinha e Outros Contos]. Tradução Georgette Tavares Bastos. Paris: Editions Universitaires, 1967.

Georgiano
____. Orden Zeltogo djatla. Tbilisi: Nakaduli, 1979. 335 p. ill. Portugués

Hebraico
____. abburat ha-qen ha-kaol. Tradução Yehudit Gurvitz e Zali Gurvit. Tel Aviv: Amichai, 1979.

Inglês
____. Brazilian Short Stories. [Coletânea de Contos]. Kansas: Haldeman-Julius, 1925.
____. A World of Great Stories. [O Engraçado Arrependido]. Tradução Harry Kurz. Edição Hiram Haydn e John Cournos. New York: Gramercy Books (Random House), 1947.

Italiano
____. Nasino. Itália: Eclettica, 1945.

Monteiro Lobato
Japonês
____. Kobito no Saci. [O Saci]. Tradução Mitiyo Goto. Tókio: s.e., 1979.
____. Negrinha. [Negrinha]. (Bilingüe) Tradução Takahashi Kunihiko. Tóquio: Daigaku Shorin, 1989.

Lituano
____. Geltonojo Genio ordinas. Tradução Rūta Zita Saukienė. Vilnius: Valstybinis leidybos centras, 1995.

Russo
____. Орден Желтого Дятла. [Narizinho arrebitado] Tradução Inna Tynjanova. Moscou, 1961.
____. Сказки тетушки Настасии. [Histórias de Tia Nastácia]. Мoscou, 1958.
_____

"Tudo é loucura ou sonho no começo. Nada do que o homem fez no mundo teve início de outra maneira - mas já tantos sonhos se realizaram que não temos o direito de duvidar de nenhum."
- Monteiro Lobato, em "Mundo da Lua", 1923.


MONTEIRO LOBATO - PINTOR E DESENHISTA
Monteiro Lobato desenhando.
Monteiro Lobato jamais escondeu sua paixão pela pintura e gostaria de ter cursado uma escola de Belas Artes. Por imposição do avô, seu tutor após a morte dos pais, acabou entrando para a Faculdade de Direito. Desistiu das artes plásticas e se fez escritor, numa transposição vocacional com reflexos em toda sua obra. Mas nunca se conformou com isso: "No fundo não sou literato, sou pintor. Nasci pintor, mas como nunca peguei nos pincéis a sério (...) arranjei este derivativo de literatura, e nada mais tenho feito senão pintar com palavras". Em 1909 chegou a participar de um concurso de cartazes no Rio de Janeiro, colaborando com desenhos para revistas como Fon-Fon e Vida Moderna, além de ilustrar a primeira edição do livro Urupês. Na década de 1910 tornou-se um dos mais importantes críticos de arte na cidade de São Paulo. Pintou até os últimos dias de vida, e nos legou histórias cheias de cores e de formas como se fossem quadros.


Aquarela dedicada a Purezinha - 1944, de Monteiro Lobato

"A lição maior de Lobato é a sua própria e tumultuosa riqueza humana. Creio mesmo que dentro de vinte anos ele estará incluído nos manuais de história e cultuado na memória do povo, como uma espécie de herói civil da literatura."
- Carlos Drummond de Andrade

O roto e o esfarrapado [nanquim aquarelado], publicado em FonFon, no
11 set. 1909, de Monteiro Lobato.

"A criança é um ser onde a imaginação predomina em absoluto. O meio de interessá-la é falar-lhe à imaginação."
- Monteiro Lobato, em "Conferências, artigos e crônicas".

Primeiro desenho 1892, de Monteiro Lobato.
"O estilo é a fisionomia da obra de arte. Produto conjugado do homem, do meio e do momento, é pelo estilo que ela adquire caracter."
- Monteiro Lobato


MONTEIRO LOBATO - FOTOGRAFO
Purezinha - Fazendado Buquira -1912,
foto: Monteiro Lobato.
Escritor e criador do livro paradidático, enxadrista, industrial do petróleo, pintor, pai da boneca mais ilustre do país. Estas facetas de Monteiro Lobato a maioria dos seus fãs conhece. Mas poucos sabem que ele foi fotógrafo. E dos melhores. Primeiro, registrou instantâneos da família com uma câmara Kodak ganha de presente. Depois, com sua Rolleyflex a tiracolo, passava horas seguidas capturando com sua lente perspicaz trechos de paisagens e fragmentos do cotidiano. Também documentou as excursões que fez pelo país durante a campanha do petróleo.
Quando tudo caminhava bem, Lobato fotografava. Quando as coisas iam mal e enfrentava problemas, preferia pintar aquarelas para relaxar. Adorava tirar fotografias quando saía com os filhos e a neta para pescar ou caçar borboletas. Às vezes ele mesmo produzia as fotos. Mandava as meninas se fantasiarem de ciganas ou de espanholas e criava um ambiente especial para compor a cena. O que mais gostava mesmo, era dos flagrantes e por isso não desgrudava da máquina. Assim, se aparecesse uma pessoa interessante ou ocorresse algo diferente, Lobato estava pronto para dar o clique que, às vezes, vinha ilustrar um artigo de jornal escrito por ele.

Taubate- s/d, foto: Monteiro Lobato.

"Porque para o homem o clima 'certo' é um só: o da liberdade. Só neste clima o homem se sente feliz e prospera harmoniosamente. Quando muda o clima e a liberdade desaparece, vem à tristeza, a aflição, o desespero e a decadência."
- Monteiro Lobato, em "O minotauro", 1939.

Viagem ao nordeste I - 1937, foto: Monteiro Lobato.

"O estudo das crendices(...) revela o povo em sua íntima textura física. Até hoje seguimos a senda oposta. Para fazer um fato novo tomamos a medida de um habitante da lua. Nunca nos vemos a nós e todos os nossos males embicam neste erro."
- Monteiro Lobato, em “O saci-pererê: resultado de um inquérito”. p. 283 Apud AZEVEDO, Carmen Lúcia de: Monteiro Lobato: furacão na Botocúndia. São Paulo, Ed. SENAC, 1997, p. 68.


Viagem ao nordeste I - 1937, foto: Monteiro Lobato.

"O que não somos nunca é ovelha - fiel ovelha do Santo Padre, de sua Majestade o Rei, do Partido, da Convenção Social, dos Códigos da Moral Absoluta, do Batalhão, de tudo que mata a personalidade das criaturas."
- Monteiro Lobato, em carta a Godofredo Rangel, Fazenda, 7.6.1914.

Colonos e casa de pau-a-pique - Fazenda Buquira - 1913, foto: Monteiro Lobato.

Os filhos Marta, Edgard e Guilherme - Fazenda do Buquira,1914.
foto: Monteiro Lobato.

"O que a sua cabeça pensou ninguém o saberá jamais. Têm as idéias para escondê-las a caixa craniana, o couro cabeludo, a grenha: isso por cima; pela frente têm a mentira do olhar e a hipocrisia da boca. Assim entrincheiradas, elas, já de si imateriais, ficam inexpugnáveis à argúcia alheia. E vai nisso a pouca felicidade existente neste mundo sublunar. Fosse possível ler nos cérebros claros como se lê no papel e a humanidade crispar-se-ia de horror ante si própria..."
- Monteiro Lobato, em conto "Pollice verso", livro Urupês, 1918.
Charge de Belmonte, na qual Monteiro Lobato
faz uma Campanha pelo petróleo no Brasil.


MONTEIRO LOBATO - CARICATURAS E CHARGES
Com sobrancelhas grossas e ar sisudo, Monteiro Lobato foi apanhado pelo traço irreverente dos caricaturistas de seu tempo. As primeiras charges do pai da boneca Emília datam da década de 1910 e são de autoria de Voltolino, pseudônimo de João Paulo Lemmo Lemmi (1884-1926). Desde então, diversos artistas gráficos como Guevara, Théo e Belmonte, entre tantos outros, procuraram realçar, cada qual a seu modo, a personalidade e os aspectos físicos do criador do Sítio do Picapau Amarelo. Aqui está uma pequena amostra dessa produção. Divirta-se!

Monteiro Lobato

"Dizem que o Brasil não lê! Uma ova! A questão é saber levar a edição até o nariz do leitor, aqui ou em Mato Grosso, no Rio Grande do Sul, no Acre, na Paraíba, onde quer que ele esteja, sequioso por leituras... Livro cheirado é livro comprado, e quem compra, lê. Se o Brasil não lia é porque os velhos editores, na maior parte da santa terrinha, limitavam-se a inumar os volumes nas poeirentas prateleiras das suas próprias livrarias, e quem quiser que tome o trem, ou o navio, e vá ao Rio comprá-los. Umas bestas! O Brasil está é louco por leituras. Só os editores é que não sabiam disso!"
- Monteiro Lobato, in: MATTOS, Ilmar Rohloff de: "No sítio de José Bento". Relatório do Projeto Integrado de Pesquisa Modernos descobrimentos do Brasil. CNPq, 1997, p, 17.

Monteiro Lobato (1926), por Guevara.

"as fábulas constituem um alimento espiritual correspondente ao leite na primeira infância. Por intermédio delas a moral, que não é outra coisa mais que a própria sabedoria da vida acumulada na consciência da humanidade, penetra na alma infante, conduzida pela loquacidade inventiva da imaginação. Esta boa fada mobiliza a natureza, dá fala aos animais, às árvores, às águas e tece com esses elementos pequeninas tragédias donde resulte a ‘moralidade’, isto é, a lição da vida. O maravilhoso é o açúcar que disfarça o medicamento amargo e torna agradável a sua ingestão."
- Monteiro Lobato, em Fábulas, 1918.

Monteiro Lobato, por A Manhã.

"Esta minha saída serviu para me revelar uma coisa: o que é a pátria. Pátria é a língua, nada mais. O sair fora da língua nos deixa aleijados - "despatriados"- expatriados. Viver é sobretudo conversar, e como conversar em pátria estranha, isto é, em língua estranha? A grande coisa que há no Brasil para os brasileiros não é o Duque de Caxias, nem o general Dutra - é a língua."
- Monteiro Lobato

Monteiro Lobato (1939).

"O chamado progresso não passa de uma escravização cada vez mais apertada, que as massas consentem e aplaudem e, portanto, impõem à minoria individualista (...) Ignoro se é para o bem ou para o mal nosso que progredimos em corporatividade e diminuímos em indivíduo. Vamos tendendo para a vida da colméia, onde o indivíduo não conta. A marcha para a frente é dirigida, mais e mais, por fatores corporados, com rumo a um ideal coletivo. O motor e a eletricidade, como os temos agora, a imiscuírem-se em quase todos os atos da nossa vida diária, nos gregarizam mil vezes mais do que no tempo de Thoreau."
- Monteiro Lobato, em América, p. 265. Apud AZEVEDO, Carmen Lúcia de: Monteiro Lobato: furacão na Botocúndia. São Paulo, Ed. SENAC, 1997, p. 249.


Monteiro Lobato (1953), por Alvaro Moya.
"Há dois modos de escrever. Um, é escrever com a idéia de não desagradar ou chocar ninguém (...) Outro modo é dizer desassombradamente o que pensa, dê onde der, haja o que houver - cadeia, força, exílio."
- Monteiro Lobato, em carta a João Palma Neto, São Paulo, 24.01.1948.


Monteiro Lobato e Emilia.

MONTEIRO LOBATO – JORNALISTA E EDITOR
Monteiro Lobato, por Campos.
Monteiro Lobato vivia permanentemente preocupado com revelar um Brasil desconhecido a que os intelectuais brasileiros davam as costas. Essa preocupação aliada à necessidade compulsiva de se comunicar - comunicar-se com o próximo, comunicar-se com o mundo - levaram-no ao jornalismo. Seu espírito empreendedor e a necessidade de liberdade absoluta para se expressar transformou o jornalista no empresário editor que revolucionou o mercado de livros no Brasil.
"O escritor confundia-se com o jornalista, o homem de imprensa virava publicista e ambos lançavam mão dos meios de comunicação da época - o livro, jornal e a revista - para tentar despertar a consciência social e criar novos padrões de comportamento coletivo."

Seus primeiros artigos na grande imprensa saíram na Tribuna de Santos, em 1909 e no Correio Paulistano. A partir de 1913 já integrava a equipe do O Estado de São Paulo e, em 1916, torna-se colaborador assíduo da Revista do Brasil e escreve para outras publicações importantes como Vida Moderna, O Queixoso, Parafuso, A Cigarra e o Pirralho.
Seu estilo, simples e direto, repleto de ironia, cativava os leitores. Era um polemista contumaz. Instigava os leitores a participar de suas discussões. Em janeiro de 1917 o jornal O Estado de São Paulo anuncia que no suplemento Estadinho se inaugura um inquérito (pesquisa) sobre o Saci, personagem símbolo da mitologia cabocla. É Lobato que quer saber os conceitos de cada leitor sobre o saci, onde aprendeu, qual a forma atual da crendice, casos vividos ou ouvidos.

Compilado em livro foi também sua primeira experiência como editor: O Sacy-Perêrê: Resultado de um inquérito. O sucesso anima Lobato a lançar Urupês que repete o sucesso com quatro edições sucessivas.

Monteiro Labato, por Alvarus.
A Revista do Brasil, dedicada a resgatar os valores da cultura nacional e discutir os principais problemas do País, era um espelho do pensamento de Lobato. Em 1918 ele compra a revista. Assume uma empresa deficitária, desenvolve uma estratégia de marketing, multiplica a venda de assinaturas e consegue publicidade para mantê-la viva.

A sede da revista, na rua Boa Vista esquina com a ladeira Porto Geral, no centro velho da capital paulista, era ponto de encontro dos intelectuais da época. O aumento no volume de negócios leva Lobato e seu colaborador na revista, Octalles Marcondes Ferreira, a criarem, em 1920, a Monteiro Lobato e Cia. cuja característica era ter um corpo de vendedores espalhados por todo o País.
Com vistas a incrementar ainda mais os negócios, entra no circuito de livros didáticos e lança Narizinho Arrebitado, que logo foi adotado pelas escolas públicas, alcançando, em 1921, tiragem de 50 mil exemplares.

Os livros editados por Lobato são bem elaborados, com programação visual, tipografia elegante, capas chamativas e desenhadas. Em 1922 publica autores modernistas Oswald de Andrade e Menotti del Picchia, este com capa de Anita Malfati.
A necessidade de crescer o leva a comprar poderosas máquinas impressoras. Para obter recursos para essa nova aventura, abre o capital da empresa, atraindo 60 novos sócios, entre os quais Gofredo da Silva Telles, Alceu de Amoroso Lima. É quando surge, em 1924, a Companhia Gráfico Editora Monteiro Lobato.


Monteiro Lobato, por Theo.
Em pouco tempo a editora já era o mais importante fato cultural do País, publicando obras de Oswald de Andrade, Ribeiro Couto, Lima Barreto, Menotti del Picchia, Guilherme de Almeida, Oliveira Viana e Amadeu Amaral, entre muitos outros.

Nesse auge, as atividades da editora são interrompidas pela Revolução dos tenentes em São Paulo, liderada por Isidoro Dias Lopes. Apesar disso, relatório apresentado aos acionistas em maio de 1925 informava "foram editadas ou impressas 142 obras e essa produção atingiu a quase 258 mil volumes; se calcularmos (...) 130 dias de trabalho efetivo, significa isso uma produção de cerca de 250 livros por hora."

Com o agravamento da crise e o corte no fornecimento de energia elétrica pela Light, Lobato, ainda em 1925, pede falência da empresa e, bem no seu estilo, logo em seguida, em setembro, junto com Octalles Marcondes funda a Cia Editora Nacional com matriz na Senador Dantas, no Rio de Janeiro, e filial na rua dos Gusmões, em São Paulo.

Monteiro Lobato e Quimzinho Corrêa.
A linha da nova casa editora continua sendo a de Lobato. Basta ver o primeiro livro editado: Meu cativeiro entre os selvagens do Brasil, de Hans Staden, com três mil exemplares que se esgotaram num instante. Seguindo essa linha, mantendo o requinte na preparação dos livros, a Editora Nacional lança um sucesso após outro e logo se firma como a mais importante do País.

Em 1945, Lobato organiza sua Obra Completa para a Editora Brasiliense, fundada, dois anos antes, por Caio da Silva Prado, Leandro Dupré, Hermes Lima, Artur Neves e Caio Prado Júnior. No ano seguinte, torna-se um de seus sócios.

Em vida, Lobato esteve todo o tempo ligado, direta ou indiretamente ao que houve de mais importante e de maior repercussão no universo editorial brasileiro, seja como jornalista, seja como editor e principalmente como escritor.
____



"No Brasil subtrai-se; somar, ninguém soma."
- Monteiro Lobato, em conto Velha praga, no livro Urupês, 1918.


"Uma coisa que sempre me horrorizou foi ver o descaso do brasileiro pela criança, isto é, por si mesmo, visto como a criança não passa da nossa projeção para o futuro."
- Monteiro Lobato, em Carta a Vicente Guimarães.


FORTUNA CRÍTICA DE MONTEIRO LOBATO
(Bibliografia sobre Monteiro Lobato)
Monteiro Lobato
ABREU, Tâmara Maria Costa e Silva N de. Entre Guerras, Ciências e Reformas: Emília consertando a natureza. In: Marisa Lajolo; João Luís Ceccantini. (Org.). Monteiro Lobato (infantil) livro a livro. 1 ed. São Paulo: Ed. UNESP/Imprensa Oficial do Estado de São Paulo, 2008, v., p. 439-451.
ABREU, Tâmara Maria Costa e Silva N de. Monteiro Lobato e Paul Faucher: uma história comparada do livro infantil. Investigações (Recife), v. 20, p. 37-53, 2007.
ABREU, Tâmara Maria Costa e Silva N de. O livro para crianças em tempos de Escola Nova: Monteiro Lobato & Paul Faucher. (Tese Doutorado em Teoria e História Literária). Universidade Estadual de Campinas, UNICAMP, 2010.
ABREU, Tâmara Maria Costa e Silva N de. Um Lobato Educador: Sob o Prisma da Fecundidade da Obra Infantil Lobatiana. (Dissertação Mestrado Letras). Universidade Federal de Pernambuco, UFPE, 2004.
AGUIAR, Maria Helena Farage Ferreira. O Maravilhoso na Literatura Infantil de Monteiro Lobato na obra A chave do Tamanho. (Dissertação Mestrado em Letras). Centro de Ensino Superior de Juiz de Fora, 2010.
ALBANO, Neide Munhoz. A Exclusão Social da Personagem Jeca Tatu de Monteiro Lobato. In: IV Selisigno, 2004, Londrina. Anais do IV Selisigno. Londrina: EDUEL, 2004.
ALBANO, Neide Munhoz. Análise Lingüístico-Estilística das Cartas de Monteiro Lobato. (Dissertação Mestrado em Estudos da Linguagem). Universidade Estadual de Londrina, UEL, 2004.
ALBANO, Neide Munhoz. Os Neologismos Nas Cartas de Monteiro Lobato: Uma Contribuição Aos Estudos Filológicos. Entretextos (UEL), v. 8, p. 177-188, 2008.
ALBANO, Neide Munhoz. Os Neologismos nas Cartas Lobatianas. In: V SELISIGNO e VI simpósio de leitura da UEL, 2006, Londrina. V SELISIGNO e VI simpósio de leitura da UEL. Londrina: EDUEL, 2006.
ALBIERI, Thaís de Mattos. A Gramática da Emília: a língua do país de Lobato. In: LAJOLO, Marisa; CECCANTINI, João Luís. (Org.). Monteiro Lobato livro a livro (obra infantil). 1ª ed. , São Paulo: Editora da Unesp; Imprensa Oficial, 2008, v. 1, p. 255-270.
ALBIERI, Thaís de Mattos. Lobato: a cultura gramatical em Emília no país da Gramática. (Dissertação Mestrado em Teoria e História Literária). Universidade Estadual de Campinas, UNICAMP, 2005.
ALBIERI, Thaís de Mattos. Monteiro Lobato entre práticas e representações. In: Congresso Internacional ABRALIC, 2008, São Paulo. Anais do XI Congresso Internacional Da Associação Brasileira de Literatura Comparada. São Paulo: ABRALIC, 2008, e-book, 2008. p. 1-8.
ALBIERI, Thaís de Mattos. Monteiro Lobato: um homem de editoras, de livros e da escola. SINPRO CULTURAL, Campinas, p. 14 – 18, 18 abr. 2005.
ALBIERI, Thaís de Mattos. São Paulo - Buenos Aires: a trajetória de Monteiro Lobato na Argentina. (Tese Doutorado em Teoria e História Literária). Campinas: Universidade Estadual de Campinas, UNICAMP, 2009.
ALBIERI, Thaís de Mattos; LAJOLO, Marisa. Lobato: a cultura gramatical em Emília no país da Gramática. Sínteses, v. 11, p. 11-25, 2006.
ALBINO, Lia Cupertino Duarte. Homo risibilis: ensaio sobre o processo de construção do humor nas obras infantis de Monteiro Lobato. (Tese Doutorado em Letras). Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, UNESP, 2004.
ALBINO, Lia Cupertino Duarte. O processo de construção do humor nas narrativas infantis lobatianas: personagens. In: 15º Congresso de Leitura do Brasil, 2005, Campinas. Anais do 15º Congresso de Leitura do Brasil. Campinas: Graf. FÉ; ALB, 2005. v. 1.
ALCANFOR, Lucilene Rezende. Produção e circulação das obras didáticas de Monteiro Lobato. (Dissertação Mestrado em Educação: História, Política, Sociedade). Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, PUC/SP, 2010.
ALCANFOR, Lucilene Rezende. Produção, circulação e usos das obras didáticas de Monteiro Lobato. In: IX Congresso Iberoamericano de História da Educação, 2009, Rio de Janeiro. Educação, autonomia e identidade na América Latina, 2009. p. 1-14.
Monteiro Lobato (...)
ALCANFOR, Lucilene Rezende; MUNAKATA, K. Produção e circulação das obras didáticas de Monteiro Lobato: controvérsias de um debate. Cadernos de Pesquisa em Educação PPGE-UFES, v. 17, p. 329-355, 2011.
ALMEIDA, João Gabriel Rosa de. O ingrato promotor de Itaoca: a memória de Monteiro Lobato. Confraria (Rio de Janeiro), v. 1, p. 2-5, 2005.
ALMEIDA, João Gabriel Rosa de. O Ingrato Promotor de Oblivion: a memória da cidade de Areias acerca de Monteiro Lobato. (Dissertação Mestrado em História). Universidade do Estado do Rio de Janeiro, UERJ, 2005.
ALMEIDA, Paulo Roberto de. Monteiro Lobato e a emergência da política do petróleo no Brasil. Brasília, 14 de setembro de 2008. Disponível no link. (acessado 29.2.2012).
ALMEIDA, Simão Farias. Monteiro Lobato e a problemática da nação em “A chave do tamanho”. (Dissertação Mestrado). Universidade Federal da Paraíba, UFPB, João Pessoa/PB, 2003.
ALVAREZ, Reynaldo Valinho. Monteiro Lobato, escritor e pedagogo. Rio de Janeiro: Edições Antares; Brasília: INL, 1982.
ALVES FILHO, Aluizio. As metamorfoses do Jeca Tatu: a questão da identidade do brasileiro em Monteiro Lobato. Rio de Janeiro: Inverta, 2003.
AMOROSO LIMA, Alceu. Estudos literários. Rio de Janeiro, Nova Aguillar, 1966, v.1.
ANASTÁCIO, Elismar Bertoluci de Araújo. O Poço do Visconde: recepção e crítica. (Dissertação Mestrado). Universidade Federal de Mato Grosso do Sul, UFMS, Três Lagoas/ MS, 2005.
ANDRADE, Ana Elis Nogueira de Magalhães. Persuasão pela simplicidade: a estilística da palavra em Jéca Tatuzinho. (Dissertação Mestrado). Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, Universidade de São Paulo, USP, 2005.
ANDRADE, Maria Cláudia Ribeiro de. Argumentação na crítica de arte de Monteiro Lobato. (Dissertação Mestrado). Universidade Federal Fluminense, UFF, Niterói/RJ, 2003.
ANDRADE, Mário de. Aspectos da literatura brasileira. São Paulo, Martins, 1972.
ANDRADE, Mário de. Cartas de Mário de Andrade a Luís da Câmara Cascudo. Belo Horizonte, Villa Rica, 1991.
ANDRADE, Mário de. Cartas de Mário de Andrade a Prudente de Morais, neto: 1924/36. Rio de Janeiro, Nova Fronteira, 1985.
ANDRADE, Oswald. Ponta de lança. Rio de Janeiro, Civilização Brasileira, 1971.
ANKERKRONE, Elmo Francfort. Um 'Sítio' de muitas histórias. Sampa Online, 12 out. 2001. Disponível no link. (acessado 2.3.2012).
ARARPIRACA, Mary de Andrade. Prólogo de uma paidéia lobatiana fundada no fazer especulativo: A chave do tamanho. (Tese Doutorado). Universidade Federal da Bahia, UFBA, Salvador/BA, 1996.
ATHANÁZIO, Enéas. 3 Dimensões de Lobato. São Paulo: Editora do Escritor, 1975.
ATHANÁZIO, Enéas. Meu amigo Hélio Bruma. São Paulo: Editora do Escritor, 1987.
ATHANÁZIO, Enéas. As antecipações de Lobato: e outros escritos. [S.l.]: Minarete, 2002.
ATHAYDE, Tristão de. Contribuição à história do modernismo. Rio de Janeiro, José Olympio, 1939.
AZEVEDO, Carmen Lucia de. Monteiro Lobato: um moderno não modernista. (Dissertação Mestrado em História Social da Cultura). Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, PUC-Rio, 2002.
AZEVEDO, Carmen Lúcia de; CAMARGOS, Márcia; SACCHETTA, Vladimir. Monteiro Lobato: furacão na Botocúndia. São Paulo: SENAC, 1997. 392 p.
BARBOSA, Alaor. Monteiro Lobato das crianças. Goiânia: Oriente, 3ª ed., rev. aum. atual., 1975.
BARBOSA, Alaor. O ficcionista Monteiro Lobato. São Paulo: Brasiliense, 1996.
BARBOSA, Alaor. Um Cenáculo na Paulicéia: um estudo sobre Monteiro Lobato, Godofredo Rangel, José Antônio Nogueira, Ricardo Gonçalves, Raul de Freitas e Albino de Camargo. Brasília: Projecto Editorial, 2002.
BARROSO, Haydée M. Jofre. Monteiro Lobato: un escritor, un país. Buenos Aires: Galerna, 2000.
BASTOS, Glaucia Soares. Jeca Tatuzinho: patriotismo e propaganda. In: Lajolo, Marisa; Ceccantini, João Luís. (Org.). Monteiro Lobato, livro a livro: Obra infantil. São Paulo: UNESP/ Imprensa Oficial do Estado de São Paulo, 2008, v., p. 139-147.
BASTOS, Glaucia Soares. Monteiro Lobato: a máquina em andamento. Matraga (Rio de Janeiro), v. 14, p. 104-115, 2007.
BASTOS, Glaucia Soares. Monteiro Lobato: perfis biográficos. In: Sentidos dos Lugares - X Encontro Regional da ABRALIC, 2005, Rio de Janeiro. Anais do X Encontro Regional da ABRALIC, 2005.
BASTOS, Glaucia Soares. Monteiro Lobato: perfis e versões. (Tese Doutorado em Letras). Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, PUC/RJ, 2007.
Monteiro Lobato
BECKER, Elizamari Rodrigues. Forças motrizes de uma contística pré-modernista: o papel da tradução na obra ficcional de Monteiro Lobato. (Tese Doutorado em Letras). Universidade Federal do Rio Grande do Sul, UFRGS, 2006.
BECKER, Elizamari Rodrigues. Tradução e impregnação: exemplo em Monteiro Lobato. In: Tania Franco Carvalhal; Lúcia Sá Rebello; Eliane Fernanda Cunha Ferreira. (Org.). Transcriações: teoria e práticas.. 1 ed. Porto Alegre: Evangraf, 2004, v. , p. 205-213.
BEDA, Ephraim de Figueredo Octalles Marcondes Ferreira. Formação e atuação do editor. São Paulo, ECA/USP, 1987.
BEDÊ, Ana Luiza Reis. A presença francesa em A barca de Gleyre. (Dissertação Mestrado em Letras). Universidade de São Paulo, USP, 2002.
BEDÊ, Ana Luiza Reis. Monteiro Lobato e a presença francesa em A Barca de Gleyre. 1. ed. São Paulo: FAPESP/Annablume, 2007. v. 500. 176 p.
BEDÊ, Ana Luiza Reis. Os intermúndios literários de Monteiro Lobato e Godofredo Rangel em A Barca de Gleyre. Teresa (USP), v. 8/9, p. 130-140, 2008.
BERSANETTI, Antonia Maria. A imagem de Jeca Tatu, de Monteiro Lobato. (Dissertação Mestrado). Universidade Estadual Paulista, UNESP, Araraquara/SP, 2001.
BERTOLUCCI, Denise Maria de Paiva. A composição do livro Reinações de Narizinho de Monteiro Lobato: consciência de construção literária e aprimoramento da linguagem narrativa. (Tese Doutorado). Assis, SP: Faculdade de Ciências e Letras de Assis, Universidade Estadual Paulista, 2005.
BERTOZZO, Sandra Maria Giovanetti. Revendo "Monteiro Lobato: Vida e Obra" de Edgard Cavalheiro - Uma leitura de Monteiro Lobato. (Dissertação Mestrado em Letras). Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, UNESP, 1997.
BIGNOTTO, Cilza Carla. Duas leituras da infância segundo Monteiro Lobato. Horizontes (EDUSF), v. 15, p. 271-279, 1997.
BIGNOTTO, Cilza Carla. Anísio Teixeira e a Escola Nova na obra de Monteiro Lobato. Presença Pedagógica, Belo Horizonte, v. 6, n. 35, p. 18-27, 2000.
BIGNOTTO, Cilza Carla. Monteiro Lobato e a edição de "Mistério". In: Antonio Adami; Barbara Heller; Haydée Dourado de Faria Cardoso. (Org.). Mídia, Cultura, Comunicação. 2. 1 ed. São Paulo: Arte & Ciência, 2004, v. , p. 303-311.
BIGNOTTO, Cilza Carla. Monteiro Lobato educador. Presença Pedagógica, v. 14, p. 12-18, 2008.
BIGNOTTO, Cilza Carla. Monteiro Lobato: editor revolucionário?. In: ABREU, Márcia; BRAGANÇA, Aníbal. (Org.). Impresso no Brasil: dois séculos de livros brasileiros. 1 ed. São Paulo: Unesp, 2010, v. , p. 121-137.
BIGNOTTO, Cilza Carla. Novas perspectivas sobre as práticas editoriais de Monteiro Lobato (1918-1925). (Tese Doutorado em Teoria e História Literária). Universidade Estadual de Campinas, UNICAMP, 2007.
BIGNOTTO, Cilza Carla. O Outro Sítio do Picapau Amarelo. Presença Pedagógica, Belo Horizonte, v. 4, n. 23, p. 33-41, 1998.
BIGNOTTO, Cilza Carla. Personagens infantis da obra para crianças e da obra para adultos de Monteiro Lobato: convergências e divergências. (Dissertação Mestrado em Teoria e História Literária). Universidade Estadual de Campinas, UNICAMP, 1999.
BLONSKI, Míriam Stella. A representação do Saci na cultura popular e em Monteiro Lobato. (Dissertação Mestrado). Faculdade de Letras, Universidade Federal de Minas Gerais, UFMG, Belo Horizonte/MG, 2003.
BÖHN, Gabriela Cassilda Hardtke. Peter pan para crianças brasileiras: adaptação de Monteiro Lobato para a obra de James Barrie. (Dissertação Mestrado). Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul, PUC/RS, Porto Alegre, 2001.
BRANCO, Carlos Heitor Castelo. Monteiro Lobato e a parapsicologia. São Paulo: Quatro Artes Editora, 1972.
BRASIL, Padre Sales. A literatura infantil de Monteiro Lobato ou comunismo para crianças. São Paulo: Editora Livraria Progresso, 1957.
BRATSIOTIS, Ericka Sophie. A retomada da mitologia grega através da obra O Minotauro de Monteiro Lobato. (Dissertação Mestrado em Letras). Universidade Presbiteriana Mackenzie, MACKENZIE, 2005.
BRERO, Caroline Elizabeth. A recepção crítica das obras “A Menina do Narizinho Arrebitado” (1920) e “Narizinho Arrebitado” (1921). (Dissertação Mestrado). Faculdade de Ciências e Letras de Assis, Universidade Estadual Paulista, UNESP, Assis/SP, 2003.
BRITO, Mário da Silva. Antecedentes da Semana de Arte Moderna. Rio de Janeiro, Civilização Brasileira, 1964.
BROCA, Brito. A vida literária no Brasil. Rio de Janeiro, José Olympio, 1975.
BRUNO, Neila Brasil. Fingimentos e Invencionices: Memórias da Emília e as estratégias ficcionais de Monteiro Lobato para envolver o leitor. (Dissertação Mestrado em Linguagens e Representações). Universidade Estadual de Santa Cruz, UESC, 2011.
BRUNO, Neila Brasil. Um encontro com a literatura: Conhecendo a vida e obra de Monteiro Lobato. In: Anais do III Workshop Lobato: 125 anos de história e reinvenção, 2010, Jequié. Anais do III Worshop Lobato: 125 anos de história e reinvenção, 2008.
CAGNETI, Sueli de Souza. A inventividade e a transgressão nas obras de Lobato e Lygia: confronto. (Dissertação Mestrado). Universidade Federal de Santa Catarina, UFSC, Florianópolis/SC, 1988.
CAMARGO, Evandro do Carmo. Algumas notas sobre a trajetória editorial de Monteiro Lobato. In: LAJOLO, Marisa Philbert; CECCANTINI, João Luís C. T.. (Org.). Monteiro Lobato de livro a livro (LAJOLO, Marisa; CECCANTINI, João Luís C. T. org.). 1 ed. São Paulo: Unesp, 2008, v. , p. 85-99.
CAMARGO, Evandro do Carmo. Um estudo comparativo entre "O Saci-Pererê: resultado de um inquérito (1918) e "O Saci" (1921), de Monteiro Lobato. (Dissertação Mestrado em Letras). Universidade Estadual Paulista Julio de Mesquita Filho – UNESP, 2006.
CAMENIETZKI, Carlos Ziller. O saber impotente. Estudo da noção de ciência na obra infantil de Monteiro Lobato. Rio de Janeiro: Fundação Getúlio Vargas, 1988.
CAMPOS, André Luiz Vieira de. A república do picapau amarelo: uma leitura de Monteiro Lobato. São Paulo: Martins Fontes, 1986.
CAMPOS, Maria Inês Batista. Identidade em construção: presenças francesa, brasileira e paulista em crônicas de cultura da Revista do Brasil (1922-1925). (Tese Doutorado). Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, PUC, 2002.
CAMPOS, Raymundo Carlos Bandeira. Retrato do Brasil e sonho americano: idéias de progresso na obra de Monteiro Lobato. (Dissertação Mestrado). Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, PUC, 1992.
Monteiro Lobato
CARDOSO, Nilza Aparecida Alves. As criações neológicas em Monteiro Lobato. (Dissertação Mestrado em Lingüística). Universidade Federal de Uberlândia, UFU, 2006.
CARVALHO, Fabiana Aparecida de. Outros... com textos e passagens: traços biológicos em obras de Monteiro Lobato. (Dissertação Mestrado). Universidade Estadual de Campinas, Faculdade de Educação, UNICAMP, 1999.
CARVALHO, Flávia Paula. A representação da natureza no regionalismo pré-modernista. (Dissertação Mestrado). Universidade de São Paulo, USP, 1994.
CARVALHO, Lilian Escorel de. Edição lobatiana das Memórias de um Sargento de Milícias: um caso de co-autoria na história do livro e da literatura no Brasil. (Dissertação Mestrado). Universidade de São Paulo, USP, 2002.
CARVALHO, Reginaldo Pinto. A estilística da indignação – A sátira nos contos de Monteiro Lobato. (Dissertação Mestrado). Universidade de São Paulo, USP, 1993.
CARTER, Rosemary de Paula Leite. Little Blue Books nº 733 - A Relação entre o escritor Brasileiro Monteiro Lobato e o Norte-americano Isaac Goldberg. In: XII Congresso Internacional ABRALIC: Centro, Centros; Ética e Estética, 2011, Curitiba, PR. Anais do XII Congresso Internacional da Associação Brasileira de Literatura Comparada, 2011.
CASSAL, Sueli Aparecida Tomazini Barros. Amigos escritos: correspondência entre Monteiro Lobato e Godofredo Rangel. São Paulo: Imprensa Oficial do Estado/Oficina do Livro Rubens Borba de Moraes, 2002. v. 1. 246 p.
CASSAL, Sueli Aparecida Tomazini Barros. Amigos escritos: Quarenta e cinco anos de correspondência literária entre Monteiro Lobato e Godofredo Rangel. (Dissertação Mestrado em Letras). Universidade Federal do Rio Grande do Sul, UFRGS, 1999.
CASSAL, Sueli Aparecida Tomazini Barros. Machado de Assis e Monteiro Lobato: modos de contar. In: Regina Zilberman. (Org.). Machado de Assis e Guimarães Rosa: da criação artística à interpretação literária. Erechim: Edelbra, 2008, v. , p. 100-122.
CASSAL, Sueli Aparecida Tomazini Barros. Monteiro Lobato: O Brasil visto verticalmente. (Tese Doutorado em Letras). Universidade Federal do Rio Grande do Sul, UFRGS, 2003.
CASSAL, Sueli Aparecida Tomazini Barros. Monteiro Lobato: um utopista na Jecatatuásia. Ciências e Letras (Porto Alegre), Porto Alegre, v. 28, p. 209-236, 2000.
CASSAL, Sueli Aparecida Tomazini Barros. Monteiro Lobato: un utopiste en pays Jeca. Quadrant (Montpellier), v. 22, p. 127-152, 2005.
CASTELLO BRANCO, Carlos Heitor. Monteiro Lobato & a Parapsicologia. São Paulo: Quatro Artes, 1982.
CASTRO, Angelina Maria Ferreira de. Educação, ética e estética na obra infantil de Monteiro Lobato. Belo Horizonte: Tradição Planalto Editora, 2010. 80 p.
CASTRO, Angelina Maria Ferreira de. Sítio do Picapau Amarelo: uma leitura hipertextual. Presença Pedagógica, v. 15, p. 23-29, 2009.
CASTRO, Angelina Maria Ferreira de. Convite aos educadores: um passeio pelas páginas do Picapau Amarelo. Belo Horizonte: Faculdade de Letras da UFMG, 2008. v. 1. 144 p.
CAVALCANTE, Rodolfo Coelho. A vida e centenário de Monteiro Lobato. Núcleo de Pesquisa e Cultura da Literatura de Cordel, Coordenação de Bibliotecas, Fundação Cultural do Estado da Bahia, 1982.
CAVALHEIRO, Edgard. Monteiro Lobato - Vida e obra. São Paulo: Companhia Editora Nacional, 2 vols., 1955.
CAVALHEIRO, Edgard. A correspondência entre Monteiro Lobato e Lima Barreto. Rio de Janeiro: Ministério da Educação e Cultura, 1955.
CECCANTINI, João Luís Cardoso Tápias (Org.); MARTHA, A. Á. P. (Org.). Monteiro Lobato e o leitor de hoje. 1. ed. São Paulo; Assis: Cultura Acadêmica; ANEP, 2008. v. 1. 256 p.
CECCANTINI, João Luís Cardoso Tápias. De raro poder fecundante: Lobato editor. In: LAJOLO, Marisa; CECCANTINI, João Luís. (Org.). Monteiro Lobato, livro a livro. 1 ed. São Paulo: Ed. UNESP; Imprensa Oficial, 2008, v. 1, p. 67-84.
CECCANTINI, João Luís Cardoso Tápias. Leituras de Lobato à moda lobatiana: A chave do Tamanho lida por crianças do 5.o ano do Ensino Fundamental. In: CECCANTINI, João Luís; MARTHA, Alice Áurea Penteado. (Org.). Monteiro Lobato e o leitor de hoje. 1 ed. São Paulo: Cultura Acadêmica, 2008, v. 1, p. 11-26.
CECCANTINI, João Luís Cardoso Tápias. Para fora da canastra: Monteiro Lobato na formação de (bons) leitores. In: Ieda de Oliveira. (Org.). O que é qualidade em literatura infantil e juvenil: com a palavra o educador. 1 ed. São Paulo: DCL, 2011, v. 1, p. 151-167.
CECCANTINI, João Luís Cardoso Tápias. Monteiro Lobato, um clássico para crianças. In: Tania M. K. Rösing; Fabiane Verardi Burlamaque. (Org.). Atualizando a tradição: cânone e literatura para leitores de hoje. 1 ed. Passo Fundo (RS): UPF, 2011, v. 1, p. 310-329.
CECCANTINI, João Luís; VALENTE, Thiago Alves; SANTOS, Geovana Gentili. Entre fadas e sacis: a literatura infantil brasileira e a tradição oral. In: Blanca-Ana Roig Rechou; Isabel Soto López; Marta Neira Rodríguez. (Org.). Reescrituras do conto popular (2000-2009). 1 ed. Vigo: Editora Xerais, 2010, v., p. 189-209.
CHIARADIA, Katia Nelsina Pereira. Ao amigo Frankie, do seu Lobato. (Dissertação Mestrado em Teoria e História Literária). Universidade Estadual de Campinas, UNICAMP, 2008.
CHIARELLI, Domingos Tadeu. Um Jeca nos vernissages: Monteiro Lobato e o desejo de uma arte nacional no Brasil (1850-1919). (Dissertação Mestrado). São Paulo: Escola de Comunicações e Artes, Universidade de São Paulo, USP, 1989.
CHIARELLI, Domingos Tadeu. Um Jeca nos vernissages. São Paulo: Edusp, 1995.
CONTE, Alberto. Monteiro Lobato: o homem e a obra. São Paulo: Brasiliense, 1948.
COSTA, Bianca Campello Rodrigues. Monteiro Lobato, um modernista desprezado.(Dissertação Mestrado em Letras). Universidade Federal de Pernambuco, UFPE, 2013.
COSTA, Maria Celina Furtado Bezerra e. Paradigmas das ciências em Monteiro Lobato. In: 3º Congresso Internacional transdicisplinariedade, Complexidade e Ecoformação, 2008, Brasília - DF. Fundamentos, pesquisas e práticas - desenvolvimento humano para uma consciência planetária, 2008.
COSTA, Maria Celina Furtado Bezerra e. A contribuição de Monteiro Lobato para a (re) construção de concepções e praticas de Educação Ambiental das professoras de Educação Infantil. (Tese Doutorado em Educação). Universidade Federal do Ceará, UFC, 2008.
COSTA, Maria Celina Furtado Bezerra e. Monteiro Lobato: um sujeito ecológico em construção. Presente!, v. 1, p. 25-100, 2007.
COSTA, Maria Celina Furtado Bezerra e. Uma leitura de educação ambiental na literatura infantil de Monteiro Lobato. In: XVIII EPENN, 2007, Alagoas. XVIII EPENN. Alagoas: XVIII EPENN, 2007. v. 1.
COUTINHO, Thaís Souza. A Representação do caipira em Monteiro Lobato. In: Colóquio em História Agrária, 2005, Niterói. CD-Room dos trabalhos apresentados no Colóquio de História Agrária. Niterói: UFF, 2005. v. único.
CRESPO, Regina Aída. Messianismos culturais: Monteiro Lobato, José Vasconcelos e seus projetos para a Nação. (Tese Doutorado). Universidade de São Paulo, USP, 1997.
DANIEL, Eliane Aparecida de Lucas. Crítica da voz discursiva: a interface dialógica da literatura de Monteiro Lobato. (Dissertação Mestrado em Literatura e Crítica Literária). Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, PUC/SP, 2008.
DANTAS, Paulo (org.). Vozes do tempo de Lobato. São Paulo: Traço, 1982.
DANTAS, Paulo. Presença de Lobato. São Paulo: Editora do Escritor, 1973.
DANTAS, Robson Norberto. A Revista do Brasil (1916-1925) e os homens-bandeiras construindo a unidade lingüística nacional. (Dissertação Mestrado). Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, PUC/SP, 1997.
DANTON, Gian. Monteiro Lobato - vida e obra. [virtual books]. Editora Virtual Books Online M&M Editores Ltda, 2000. Disponível no link(acessado 29.1.2012).
Monteiro Lobato
DEBUS, Eliane Santana Dias. Memórias de Emília, de Monteiro Lobato: uma reflexão sobre a linguagem. In: GREGORIN FILHO, José Nicolau (Org.) ; PINA, Patrícia K. da C. (Org.); MICHELLI, Regina. (Org.). (Org.). A literatura infantil e juvenil hoje: múltiplos olhares, diversas leituras. 1 ed. Rio de Janeiro: Dialogarts, 2011, v. 1, p. 90-119.
DEBUS, Eliane Santana Dias. A imagem do feminino na literatura infantil de Monteiro Lobato. Literatura Infantil e juvenil: leituras, análises e reflexões. 1 ed. Palhoça: Editora da Unisul, 2010, v. 1, p. 62-72.
DEBUS, Eliane Santana Dias. Caça as bruxas: Lobato na mira da censura. Letras de Hoje, Porto Alegre, v. 32, n. 2, p. 145-151, 2001.
DEBUS, Eliane Santana Dias. Caçadas de Pedrinho, de monteiro Lobato e o parecer do CNE: reflexões. In: XII Congresso Internacional ABRALIC - Centro, centros: ética e estética, 2011, Curitiba. Anais do XII Congresso Internacional da Associação Brasileira de Literatura Comparada, 2011. Curitiba: Abralic, 2011. v. 1. p. 1-6.
DEBUS, Eliane Santana Dias. De volta ao remetente: a correspondência entre Monteiro Lobato e o menino Gilson. O Caracol do Ouvido Caminhos da Arte Educação, On-line, 2001.
DEBUS, Eliane Santana Dias. Entre fios, meadas e tramas : Emília des(a)fia a palavra escrita e tece suas memórias. Revista em Literacia e bem estar da criança, v. 1, p. 1-15, 2007.
DEBUS, Eliane Santana Dias. Monteiro Lobato e o leitor, esse conhecido. Itajaí/Florianópolis: Editora Univali e Editora UFSC, 2004. v. 1. 264 p.
DEBUS, Eliane Santana Dias. O feminino na literatura infantil de Monteiro Lobato. CASEPEL - Cadernos do Semina'rio permanente de estudos literários, v. 5, p. 28-36, 2008.
DEBUS, Eliane Santana Dias. O leitor, esse conhecido: Monteiro Lobato e a formação de leitores. (Tese Doutorado em Lingüística e Letras). Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul, PUCRS, 2001.
DEBUS, Eliane Santana Dias; GUOLLO, Fernanda Maccari. O ensino da Língua Portuguesa e o incentivo à leitura literária nas linhas e entrelinhas do universo literário de Monteiro Lobato. Leia Escola (UFPB), v. 1, p. 83-96, 2010.
DEZOTTI, Magda. O professor: um mediador na leitura de Monteiro Lobato? (Dissertação Mestrado). Universidade Estadual de Maringá, UEL, Maringá/ PR, 2004.
DIAS, Jóe José. Das páginas literárias ao cinema: a caricatura do Jeca na expressão de Lobato e Mazzaropi. In: I Semana de Letras da UFSC, 2007, Florianópolis. Semana de Letras da UFSC, 2007.
DIAS, Jóe José. De Lobato e Mazzaropi... todo caipira tem um pouco. 1. ed. Novo Hamburgo: Nova Harmonia, 2010. v. 1. 253 p.
DIAS, Jóe José. Expandindo o Olhar: das páginas literárias ao cinema - a caricatura do caipira na Expressão de Lobato e Mazzaropi. (Dissertação Mestrado em Literatura Brasileira). Universidade Federal de Santa Catarina, UFSC, 2007.
DIAS, Maicon Alves. A representação da realidade em O Presidente Negro, de Monteiro Lobato. Miscelânea Revista de Pós-Graduação em Letras UNESP - Campus de Assis, v. 6, p. 75-85, 2009.
DIAS, Maicon Alves. Das utopias e distopias - Uma leitura de O presidente negro de Monteiro Lobato. (Dissertação Mestrado em Letras). Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, UNESP, 2010.
DINIZ, Dilma Castelo Branco. A escrita e a oralidade em Monteiro Lobato. In: Eliana Amarante de Mendonça Mendes; Paulo Motta Oliveira; Veronika Benn-Ibler. (Org.). O novo milênio: interfaces lingüísticas e literárias. Belo Horizonte: FALE/UFMG, 2001, v., p. 301-307.
DINIZ, Dilma Castelo Branco. A figura do caboclo e o escritor Monteiro Lobato. Vertentes (São João Del-Rei), v. 28, p. 130-137, 2006.
DINIZ, Dilma Castelo Branco. As utopias de Oswald de Andrade e de Monteiro Lobato. Quadrant, Montpellier, Univ Paul Valéry, v. 16, p. 23-33, 1999.
DINIZ, Dilma Castelo Branco. Diálogo truncado: a correspondência entre Mário de Andrade e Monteiro Lobato. Revista do Centro de Estudos Portugueses da Faculdade de Filosofia Ciências e Letras da Usp, São Paulo, v. 1, p. 97-106, 1998.
DINIZ, Dilma Castelo Branco. Le discours latino-américain: un conte de Monteiro Lobato. In: Pierre Teisserenc; Nilton Milanez; Sônia B. Magalhães. (Org.). Le Brésil à l'épreuve de la modernité: discours, savoir et pouvoir. Paris: L'Harmattan, 2007, v. 1, p. 23-28.
DINIZ, Dilma Castelo Branco. Monteiro Lobato e os modernistas: a vanguarda estética e a vanguarda política no modernismo brasileiro. Boletim. Centro de Estudos Portugueses, Faculdade de Letras da UFMG, Belo Horizonte, v. 23, p. 253-261, 1998.
DINIZ, Dilma Castelo Branco. Monteiro Lobato e os modernistas: Oswald e Mário de Andrade. In: Eliana Amarante de Mendonça Mendes; Veronika Benn-Ibler; Paulo Motta Oliveira. (Org.). Revisitações. Edição comemorativa 30 anos da Faculdade de Letras. Belo Horizonte: Faculdade de Letras, 1999, v., p. 183-200.
DINIZ, Dilma Castelo Branco. Monteiro Lobato: o perfil de um intelectual moderno. (Tese Doutorado em Estudos Literários). Universidade Federal de Minas Gerais, UFMG, 1997.
DINIZ, Dilma Castelo Branco. Monteiro Lobato: o perfil de um intelectual moderno. Revista Em Tese, Belo Horizonte, p. 30-35, 1998.
DINIZ, Dilma Castelo Branco. O bacilus vírgula no Brasil; Monteiro Lobato, os russos e a liberação da mulher. A Mulher na Literatura ANPOLL Vitae UFMG, Belo Horizonte, v. III, p. 149-156, 1990.
DINIZ, Dilma Castelo Branco. O Édipo sertanejo de Monteiro Lobato. Revista de Letras (São Paulo), Fortaleza, v. 1/2, n. 23, p. 15-18, 2001.
DINIZ, Dilma Castelo Branco. Três cartas inéditas de Oswald de Andrade para Monteiro Lobato. In: Walnice Nogueira Galvão; Nádia Battella Gotlib. (Org.). Prezado Senhor, Prezada Senhora: estudos sobre cartas. São Paulo: Companhia das Letras, 2000, v., p. 219-226.
DINIZ, Dilma Castelo Branco. Urupês, de Monteiro Lobato: uma obra de transição. (Dissertação Mestrado em Estudos Literários). Universidade Federal de Minas Gerais, UFMG, 1990.
EDREIRA, Marco Antonio Branco. À caça do sentido: práticas de leitura de leitores de Monteiro Lobato - um estudo de cartas infantis (1926-1946). (Dissertação Mestrado). Universidade de São Paulo, USP, 2003.
EDREIRA, Marco Antonio Branco. Monteiro Lobato e seus leitores: livros para ensinar, ler para aprender. Revista Brasileira de História da Educação, v. 7, p. 9-41, 2004.
FANTINATTI, Maria Silvia. A criança do “Sítio” na TV. (Dissertação Mestrado). São Paulo: Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, 2003.
FELGUEIRAS, Carmen Lucia Tavares. O Futuro e suas Ilusões. Os Estados Unidos de Monteiro Lobato e Eduardo Prado. (Tese Doutorado). Rio de Janeiro: Instituto Universitário de Pesquisa do Rio de Janeiro, IUPERJ, 1999.
FENSTERSEIFER, Cristiane. Lições de natureza no Sítio do Picapau Amarelo. (Dissertação Mestrado em Educação). Universidade Federal do Rio Grande do Sul, UFRGS, Porto Alegre, 2005. Disponível no link. (acessado 3.3.2012).
FERRAZ, Geraldo. Depois de tudo. Rio de Janeiro/São Paulo; Paz e Terra, Secretaria Municipal de Cultura, 1983.
FERREIRA, André Nóbrega Dias. Jeca Tatu: de Lobato a Mazzaropi. Dissertação Mestrado Comunicação e Semiótica). Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, PUC/SP, 2001.
Monteiro Lobato e Tia Nastácia (montagem).
FERREIRA MARQUES, Lucia Morales. A voz e a vez das mulheres nos contos de Negrinha de Monteiro Lobato. (Dissertação Mestrado em Letras). Universidade Federal de Mato Grosso do Sul, UFMS, 2005.
FERREIRA MARQUES, Lucia Morales. O desabrochar de Eros na personagem "RUBIS" de Monteiro Lobato. GT DE Literatura comparada da AMPOLL/ Colóquio Divergências e Convergências em Literatura Comparada, 2003.
FRANCO, Sandra Coelho. O Biografema na Biodiagramação da Obra Literária e Epistolar de Monteiro Lobato. (Dissertação Mestrado em Literatura e Crítica Literária). Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, PUC/SP, 2007.
FREITAS, Affonso A. de. A imprensa periódica de São Paulo desde seus primórdios em 1823 até 1914. São Paulo, Diário Oficial, 1915.
FRIAS FILHO, Otávio; CHAGA, Marco Antonio. Monteiro Lobato. Chapecó: Grifos, 1999.
GALHEGO, Vilma Aparecida. O Sítio em Sambizanga: mitos e tradições entre Monteiro Lobato e Luandino Vieira. (Dissertação Mestrado em Literatura e Crítica Literária). Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, PUC/SP, 2009.
GIBELLO, Alessandra Aparecida de Souza. Monteiro Lobato, o 'sítio-mundo' e as identidades da criança letrada: memórias de leitura. In: 16ª COLE - Congresso de Leitura do Brasil, 2007, Campinas. Anais eletronico, 2007.
GIBELLO, Alessandra Aparecida de Souza. A infância sob o olhar lobatiano: as representações da criança no contexto social brasileiro. In: 13º Congresso de Leitura do Brasil - COLE -com todas as letras para todos os nomes, 2001, Campinas. 13º Congresso de Leitura do Brasil - COLE - Anais, 2001.
GIBELLO, Alessandra Aparecida de Souza. Criança e literatura: a infância sob o olhar lobatiano. Claretiano (Batatais), Batatais, v. 2, p. 26-33, 2002.
GIBELLO, Alessandra Aparecida de Souza. Descubriendo el Sítio do Picapau Amarelo. La literatura infantil de Monteiro Lobato y su universo mágico. Cuadernos Literarios, v. 6, p. 145-167, 2006.
GIBELLO, Alessandra Aparecida de Souza. Leituras e (re) leituras de Monteiro Lobato: lembranças e representações dos tempos de infância. In: 17º COLE - Congresso de Literatura do Brasil, 2009, Campinas. Anais do 17º COLE. Campinas, 2009. p. 1-8.
GIBELLO, Alessandra Aparecida de Souza. Monteiro Lobato, o "Sítio-Mundo" e as identidades da criança letrada: memórias de leitura. (Dissertação Mestrado em Educação Escolar). Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, UNESP, 2004.
GIBELLO, Alessandra Aparecida de Souza. O conhecimento, a educação e a infância sob o olhar de Monteiro Lobato: subsídios para a compreensão do alcance pedagógico de sua obra infantl. In: Congresso Internacional em Educação Escolar, 2006, Araraquara. Anais do Congresso Internacional em Educação Escolar. Araraquara, 2006. v. 1. p. 1-9.
GIBELLO, Alessandra Aparecida de Souza. Puede un libro participar de la vida escolar? La experiencia pedagógica a través de la obra de Monteiro Lobato. Riesgo de educar, v. 1, p. 77-88, 2006.
GIORDANO, Cláudio. Monteiro Lobato: editor. São Paulo: Editora Giordano, Associação Brasileira de Encadernação e Restauro, 1996.
GODOY, Arnaldo Sampaio de Moraes. Literatura e Direito.Anatomia de um Desencanto: desilusão jurídica em Monteiro Lobato. (Dissertação Mestrado). Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, PUC/SP, 2000.
GOH, Simone Strelciunas. Metalinguagem e Oralidade em Monteiro Lobato. (Dissertação Mestrado em Língua Portuguesa e Filologia). Fac. de Filosofia, Letras e Ciências Humanas - USP, FFLCH - USP, 2004.
GOMES, Arthur Parreiras. O infantil na literatura e na psicanálise: Monteiro Lobato e a constituição psíquica do sujeito. (Dissertação Mestrado). Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais, PUC, Belo Horizonte/MG, 2002.
GOUVÊA, Luzimar Goulart. Jeca: da literatura ao cinema. Boletim da Abralin, v. 1, p. 672-674, 2001.
GOUVÊA, Luzimar Goulart. Lobato e Mazzaropi: um confronto. Ângulo (Lorena), p. 70-77, 2000.
GOUVÊA, Luzimar Goulart. O homem caipira nas obras de Lobato e de Mazzaropi: a construção de um imaginário. (Dissertação Mestrado em Teoria e História Literária). Universidade Estadual de Campinas, UNICAMP, 2001.
GUIMARÃES, Wladimir. Monteiro Lobato na Bahia. Bahia: Imprensa Glória, 1948.
GUOLLO, Fernanda Maccari. A recepção leitora de Dom Quixote das crianças: da prosa às histórias em quadrinhos. (Dissertação Mestrado em Ciências da Linguagem). Universidade do Sul de Santa Catarina, UNISUL, 2010.
GUOLLO, Fernanda Maccari. Adaptação de Dom Quixote das crianças na contemporaneidade: da prosa lobatiana às HQs. In: IX CELSUL - Círculo de Estudos Linguísticos do Sul, 2010, Palhoça. IX Encontro do Círculo de Estudos Linguísticos do Sul - CELSUL. Palhoça: Editora UNISUL, 2010. v. 9. p. 1-11.
Monteiro Lobato
GUOLLO, Fernanda Maccari. Dom Quixote das Crianças, de Monteiro Lobato: um projeto de leitura da prosa às histórias em quadrinhos. Revista Querubim, v. 12, p. 56-63, 2010.
GUOLLO, Fernanda Maccari. Releitura das memórias de Monteiro Lobato: uso da arte cênica no Ensino Médio para o incentivo à leitura do Ensino Fundamental II. In: Seminário de Literatura Infantil e Juvenil de Santa Catarina, 2009, Palhoça. Anais do 4º. SLIJSC Seminário de literatura Infantil e Juvenil de Santa Catarina. Palhoça: Editora UNISUL, 2009.
HABIB, Paula Arantes Botelho Briglia. Eis o mundo encantado que Monteiro Lobato criou: raça, eugenia e nação. (Dissertação Mestrado). Campinas, SP: Instituto de Filosofia e Ciências Humanas, Universidade Estadual de Campinas, 2003.
HALLEWELL, Laurence. O livro no Brasil: sua história. São Paulo, T. A Queiroz/ EDUSP, 1985.
HAYDEN, Rose Lee. The children's literature of José Bento Monteiro Lobato of Brazil: a pedagogy for progress. Michigan, Michigan State University/College of Education, 1974.
HELENA, Raimundo Santa. Monteiro Lobato. [Literatura de Cordel]. Folheto 40ZN94-193 – Rio, Brasil, 18 de abril de 1982.
HIROTAKI, Patrícia Sanae. O sentido das metáforas concretas em quatro contos de Urupês, de Monteiro Lobato. (Dissertação Mestrado). Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, Universidade de São Paulo, USP, 2003.
HINTERLANG, Cristina. Influências da Literatura de Monteiro Lobato: Um estudo sobre a formação de leitores na perspectiva de docentes do Ensino Fundamental, anos iniciais, da Região Sudoeste do Paraná. (Dissertação Mestrado em Letras -Linguagem e Sociedade). Universidade Estadual do Oeste do Paraná, UNIOESTE, 2012.
HINTERLANG, Cristina; Lottermann, C.. Influências da Literatura de Monteiro Lobato: Um Estudo sobre a Formação de Leitores na Perspectiva de Docentes do Ensino Fundamental da Região Sudoeste do Paraná. In: I Seminário de Grupos de Pesquisa sobre Leitura e Literatura Infantil e Juvenil, 2011, Cornélio Procópio. Anais I Seminário de Grupos de Pesquisa sobre Leitura e Literatura Infantil e Juvenil, 2011.
IKEDA, Marilda A. Balieiro. Revista do Brasil, 2a fase: contribuição para o estudo do modernismo brasileiro. São Paulo, FFLCH/USP, 1975.
JUSTO, Rosa Maria Oliveira. Os moinhos de vento no Brasil: Uma leitura da adaptação de Dom Quixote das crianças de Monteiro Lobato. (Dissertação Mestrado em Lteras). Universidade de São Paulo, USP, 2007.
KLINKE, Karina. Meninas em estado de sítio. (Dissertação Mestrado). Universidade Federal de Minas Gerais, UFMG, Belo Horizonte/MG, 1998.
KOSHIYAMA, Alice Mitika. Monteiro Lobato: intelectual, empresário, editor. São Paulo: Queiroz, 1982.
KUPSTAS, Márcia. Monteiro Lobato. São Paulo: Editora Ática, 1988.
LACERDA, Vitor Amaro. Monteiro Lobato e a mitologia grega. Aletria (UFMG), v. 20, p. 265-273, 2009.
LACERDA, Vitor Amaro. Um mergulho na Hélade: mitologia e civilização grega na literatura infantil de Monteiro Lobato. (Dissertação Mestrado em Letas). Universidade Federal de Minas Gerais, UFMG, 2008.
LAJOLO, Marisa (org.). Monteiro Lobato - literatura comentada. São Paulo: Abril Cultural, 1981.
LAJOLO, Marisa (Org.). Monteiro Lobato. São Paulo: Nova Cultural, 1981. 138 p.
LAJOLO, Marisa (Org.). Monteiro Lobato: contos escolhidos. 1. ed. São Paulo: Brasiliense, 1989; e 3ª ed. 2002.
LAJOLO, Marisa. Emília, a boneca atrevida. In: Abdala Jr, Benjamin; Mota Loutenço Dantas. (Org.). Personae. 1ª ed. São Paulo: Editora Senac, 2001, v. , p. 119-137.
LAJOLO, Marisa. Jeca Tatu em três tempos. In: Roberto Schwarz. (Org.). Os pobres na literatura brasileira. São Paulo: Brasiliense, 1983, v. 1, p. -.
LAJOLO, Marisa. Linguagens "da" e na" literatura infantil de Monteiro Lobato. In: Marisa Lajolo; João LÇuis Ceccantini. (Org.). Monteiro Lobato livro a livro (obra infantil). 1ª ed. São Paulo: São Paulo, 2008, v. , p. 15-29.
LAJOLO, Marisa. Monteiro Lobato y Don Quijote: nuestros caminos de lectura en Àmerica. In: Frieda Liliana Morales Barco. (Org.). En los colores de la voz ( literatura infanto-juvenil de America Latina). Ciudad de Guatemala: Armar Editores, 2005, v., p. 11-21.
LAJOLO, Marisa. Monteiro Lobato, o mal amado do Modernismo brasileiro. Monteiro Lobato: Contos escolhidos. 1989, v. , p. 7-12.
LAJOLO, Marisa. A Brazilian writer (Monteiro Lobato) in New York. Brasil (Porto Alegre), v. 34, p. 17-31, 2006.
LAJOLO, Marisa. A figura do negro em Monteiro Lobato. Presença Pedagógica, Belo Horizonte, v. 4, n. 23, p. 21-31, 1998.
LAJOLO, Marisa. A modernidade em Monteiro Lobato. Letras de Hoje, v. 15, p. 15-22, 1982.
LAJOLO, Marisa. Alguns editoriais, 7 anúncios e 74 cartas de leitores: a arquitetura jornalística do primeiro livro de Monteiro Lobato. In: Isabel Lustosa. (Org.). Imprensa, história e Literatura. Rio de Janeiro: Edições Casa de Rui Barbosa, 2008, v., p. 151-163.
LAJOLO, Marisa. Mário de Andrade e Monteiro Lobato: um diálogo modernista em três tempos. Teresa (USP), v. 8-9, p. 141-160, 2008.
LAJOLO, Marisa. Monteiro Lobato, um correspondente muito especial. In: Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil. (Org.). Nos caminhos da literatura. São Paulo: Peirópolis, 2008, v. , p. -.
LAJOLO, Marisa. Monteiro Lobato: a modernidade do contra. São Paulo: Brasiliense, 1985; e São Paulo: Moderna, 2000.
LAJOLO, Marisa. Monteiro Lobato: um brasileiro em trânsito. Ilha do Desterro (UFSC), v. 57, p. 37-57, 2009.
LAJOLO, Marisa. Monteiro Lobato: um brasileiro sob medida. São Paulo: Editora Moderna, 2000. v. 1. 99 p.
LAJOLO, Marisa. Quando o carteiro chegou: Cartões-postais a Purezinha: Monteiro Lobato. São Paulo, Moderna, 2006.
LAJOLO, Marisa. Uma história mestiça: “Marabá" de Monteiro Lobato. In: Souza, Roberto Acízelo; Holanda, Sílvio A. de Olikveira; Augusti, Valéria. (Org.). Narrativa e recepção: séculos XIX e XX. Rio de Janeiroi- Niterói: De Letras; EdUFF, 2009, v. , p. 107-120.
LAJOLO, Marisa; AUTORES, V. Negros e negras em Monteiro Lobato. In: Eliane Marta Teixeira Lopes; Maria Cristina Soares de Gouvêa. (Org.). Lendo e escrevendo Lobato. 1 ed. Belo Horizonte: Autêntica, 1999, v. 1, p. 65-83.
LAJOLO, Marisa; CECCANTINI, João Luís; MANFIO, Mariana de Gênova. Monteiro Lobato livro a livro. São Paulo: Edunesp, 2009.
LANDERS, Vasda Bonafini. De Jeca a Macunaíma: Monteiro Lobato e o Modernismo. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1988.
LAS CASAS, Sarah de. Recherche sur la littérature enfantine de Monteiro Lobato. (Thèse de 3e cycle). Paris: Université Paris III, Sorbonne Nouvelle, UER d’Etudes Ibériques, 1980.
LEITE, Carmem Silva Martins. Análise da Narrativa Carnalizada a Chave do Tamanho, de Monteiro Lobato. (Dissertação Mestrado em Teoria da Literatura). Universidade Federal de Juiz de Fora, UFJF, 1998.
LEME, Maria Antonia de Abreu Sampaio. Projeto Brasil: 1914-1941 – os 12 trabalhos de Lobato. (Dissertação Mestrado). Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, PUC, São Paulo, 2000.
LIGNANI, Ângela Maria de Oliveira. J. K. Rowling: diálogo literário e cultural com Monteiro Lobato e Isabel Allende. (Tese Doutorado em Estudos Literários). Universidade Federal de Minas Gerais, UFMG, 2007.
LIMA, Maria Antonieta de Almeida. Contos lobatianos: obra de carpintaria. (Dissertação Mestrado). Universidade Federal do Rio de Janeiro, UFRJ, 1979.
LIMA, Sandra Araújo de. Mulheres em Lobato: uma leitura feminista das obras Reinações de Narizinho e Chave do tamanho. (Dissertação Mestrado). Universidade de Brasília, UnB, Brasília/DF, 2002.
LIMA, Vilanova Renata. Eu vi Lobato por Emilia. (Dissertação Mestrado em Design). Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, PUC-Rio, 2005.
Monteiro Lobato
LOPES, Cecilia Reggiani. Os ilustradores de Monteiro Lobato. In: Cecilia Reggiani Lopes. (Org.). Obra completa de Monteiro Lobato - Edição comemorativa do centenário do autor. São Paulo: Editora Brasiliense, 1982, v. , p. -.
LOPES, Eliane Maria Teixeira et al. Lendo e escrevendo Lobato. Belo Horizonte: Autêntica, 1999.
LOPES, Grasielly. Fábulas (1921) de Monteiro Lobato: um percurso fabuloso. (Dissertação Mestrado em Letras). Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, UNESP, 2006.
LOPES, Grasielly. Machado de Assis e Monteiro Lobato: dos contos morais às fábulas. In: CELLIP - Centro de Estudos Lingüísticos e literários do Paraná, 2003, Londrina. Anais do XVI Seminário do Cellip, 2003.
LOPES, Grasielly. "Fábulas" de Monteiro Lobato: a renovação da literatura infantil. In: IX Congresso Internacional ABRALIC 2004, Porto Alegre, Travessias, 2004.
LOYOLA, Leônidas de. Urupês e o sertanejo brasileiro. Paraná: República, 1919.
LUCA, Tania Regina de. A Revista do Brasil: um diagnóstico para a (N)ação. São Paulo: UNESP, 1999.
LUCA, Tania Regina de. A Revista do Brasil: um diagnóstico para a (N)ação. São Paulo, FFLCH/USP, 1996.
LUCENA, Raquel Brito de. Monteiro Lobato: da criança ao adulto. (Dissertação Mestrado em Linguagem e Ensino). Universidade Federal de Campina Grande, UFCG, 2007.
LUÍZ, Fernando Teixeira. Monteiro Lobato e o Folclore Brasileiro: Uma Leitura Semiótica da Ilustração de "O Saci".. In: Berta Lúcia Tagliari Feba, Edvaldo Correia Sottana e Marta Broietti Henrique. (Org.). Caminhos da Pesquisa Científica: Considerações Teóricas e Práticas. São Paulo: Editora Azimute, 2008, v. , p. 25-30.
LUÍZ, Fernando Teixeira. Olavo Bilac, Monteiro Lobato e Ana Maria Machado: três discursos sobre literatura infanto-juvenil?. In: Colóquio de Estudos Linguísticos e Literários, 2010, Maringá. CIELLI- Colóquio de Estudos Linguísticos e Literários. Maringá: Editora da UEM, 2010. v. 1. p. 300-314.
LUÍZ, Fernando Teixeira. A História do Ensino de Literatura Infantil no Brasil: Um Estudo sobre a Trajetória da Obra de Monteiro Lobato na Escola. Nuances (Presidente Prudente), v. XI, p. 21-31, 2006.
LUÍZ, Fernando Teixeira. A Poética do Jeca: Monteiro Lobato e sua Fantástica Teoria da Arte. Conhecimento Prático: Literatura., v. 36, p. 30-37, 2011.
LUIZ, Fernando Teixeira. A produção de Monteiro Lobato: contribuições para a formação de professores a partir de uma leitura semiótica da ilustração d'o saci. (Dissertação Mestrado em Educação). Presidente Prudente: Universidade Estadual Paulista, UNESP, 2003. Disponível no link. (acessado 20.2.2012).
LUÍZ, Fernando Teixeira. Reinações na Jecatatuásia: aspectos estético-sociológicos da arte segundo Monteiro Lobato. (Tese Doutorado em Literatura e Vida Social). Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, UNESP, 2009.
LUNA, Cícera Gilvaní de. Metamorfoses lobatianas: um olhar sobre a proposta sócio-pedagógica da literatura infantil de Monteiro Lobato. (Dissertação Mestrado em Letras). Universidade Federal do Ceará, UFC, 2007.
MACEDO, Flavia Mara de. A retomada do "cânone" para crianças brasileiras: tradução, transcriação ou adaptação do Outro nas Fábulas de Monteiro Lobato?. Revista Brasileira de Literatura Comparada, v. 13, p. 10-30, 2009.
MACEDO, Flavia Mara de. Antropologia cultural e literatura comparada: uma conexão relevante aos estudos relativos à obra infantil de Monteiro Lobato. Caderno de Letras (UFPEL), v. 14, p. 152-168, 2008.
MACEDO, Flavia Mara de. Charles Perrault e Monteiro Lobato: Contos de formação, contos de transformação, mistificação e violência entre literaturas infantis. Anuário de Literatura (UFSC), 2011.
MACEDO, Flavia Mara de. Monteiro Lobato e a ficção científica: a "irradiação" da obra de Jules no romance Choque das raças ou O Presidente negro. Revista Eletrônica Espaço Acadêmico, v. 89, p. 1-10, 2008.
MACEDO, Flavia Mara de. Monteiro Lobato et la formation de la littérature enfantine et de jeunesse au Brésil: de Sacy à Hercule, en quête de légende et de mythe revécu. (Tese Doutorado em literatura comparada). Universite de Paris III (Sorbonne-Nouvelle), U.P. III, França, 2007.
MACEDO, Flavia Mara de. O humor revelador da presença do "estrangeiro" na obra infantil de Monteiro Lobato. Revista Eletrônica Espaço Acadêmico, v. 83, p. 1-8, 2008.
MACEDO, Flavia Mara de. Une lecture du Don Quichotte par Monteiro Lobato: le Don Quichote des enfants brésiliens. Revue de Littérature Comparée, 2009.
MACEDO, Vera Lúcia Viana de. O faz de conta de Jean Piaget na Literatura de Monteiro Lobato. (Dissertação Mestrado em Educação Avaliação). Universidade Federal do Rio de Janeiro, UFRJ, 1991.
MACEDO, Vera Lúcia Viana de. O faz de contas de Jean Piaget na Literatura de Monteiro Lobato. Belo Horizonte: Editora Cuatiara, 1996.
MACHADO, Maria Cristina Gomes. Reinações de um escritor: Monteiro Lobato. Dissertação Mestrado). Universidade Estadual de Maringá, 1993.
MANFIO, Mariana de Gênova. As terras novas do sítio: uma nova leitura da obra O Picapau Amarelo. (Dissertação Mestrado em Teoria e História Literária). Universidade Estadual de Campinas, UNICAMP, 2006.
MANO, Eliane Euzébio Rodrigues. Tradução e identidade política: as adaptações de Monteiro Lobato e o Júlio César de Carlos Lacerda. Tradução em Revista (Online), v. 1, p. 81-100, 2004.
MARÇOLLA, Rosangela. Monteiro Lobato: a arte de contar e recontar histórias – uma abordagem folkmidiática. (Dissertação Mestrado). Universidade
Metodista de São Paulo, São Paulo, 2002.
MARINHO, João Carlos. Conversando de Monteiro Lobato. São Paulo: Obelisco, 1978.
MARINI FILHO, Humberto. O estranho caso de Monteiro Lobato com a identidade nacional: estudo da obra adulta. (Tese Doutorado). Universidade Federal do Rio de Janeiro, UFRJ, 2000.
MARQUES, Lúcia Morales. A voz e a vez das mulheres nos Contos de Negrinha, de Monteiro Lobato. (Dissertação Mestrado). Universidade Federal de Mato Grosso do Sul, Três Lagoas/MS, 2005.
MARSHALL, Ana Maria Dischinger. Relendo Monteiro Lobato: representações de linguagem em cenários da lingüística, da literatura e do ensino. (Dissertação Mestrado). Porto Alegre: UFRGS, Núcleo de Estudos sobre Currículo, Cultura e Sociedade – Faculdade de Educação, 2000.
MARTINEZ, Sabrina Lopes. Monteiro Lobato: tradutor ou adaptador?. Tradução em Revista (Online), v. 4, p. 1-17, 2007.
MARTINS, Milena Ribeiro. A crítica literária e o mercado editorial dos anos 20: discursos sobre livro e leitura na Revista do Brasil. MOARA, Belém-PA, v. 21, p. 115-127, 2004.
MARTINS, Milena Ribeiro. E era a máquina e de pijamas que Lobato escrevia. In: Eliane Marta Teixeira Lopes; Maria Cristina Soares Gouvêa. (Org.). Lendo e Escrevendo Lobato. 1a ed. Belo Horizonte: Autêntica, 1999, v. , p. 31-44.
MARTINS, Milena Ribeiro. Literatura e Cinema na obra de Monteiro Lobato. In: III Seminário de Literatura Infantil e Juvenil, 2002, Florianópolis, SC. Entre o Ler e o Ser, construindo a cidadania. Florianópolis, SC, 2002.
MARTINS, Milena Ribeiro. Lobato edita Lobato: história das edições dos contos lobatianos. (Tese Doutorado em Teoria e História Literária). Universidade Estadual de Campinas, UNICAMP, 2003.
MARTINS, Milena Ribeiro. Monteiro Lobato e Mister Slang, leitores do The New York Times. In: IX Congresso Jornadas Andinas de Literatura Latino-Americana (JALLA), 2010, Niterói, RJ. Anais do IX Jalla. Niterói, RJ, 2010.
(...) e Monteiro Lobato.
MARTINS, Milena Ribeiro. O Brasil na América: imagens do Brasil e dos Estados Unidos na obra de Monteiro Lobato. Brasil (Porto Alegre), v. 37, p. 59-71, 2008.
MARTINS, Milena Ribeiro. O Brasil na América: Imagens do Brasil e dos Estados Unidos na obra de Monteiro Lobato. In: Brasa IX, 2008, New Orleans - USA. Brasa IX, 2008.
MARTINS, Milena Ribeiro. Quem conta um conto... aumenta, diminui, modifica: O processo de escrita do conto lobatiano. (Dissertação Mestrado em Letras). Universidade Estadual de Campinas, UNICAMP, 1998.
MARTINS, Nilce Sant’Anna. Língua portuguesa nas obras infantis de Monteiro Lobato. (Tese Doutorado). Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, Universidade de São Paulo, USP, 1972.
MARTINS, Rosângela Alves de Lima. A desmitificação dos mitos gregos e a mitificação das personagens de Monteiro Lobato. (Dissertação Mestrado em Literatura Brasileira). Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, UNESP, 1995.
MARTINS, Wilson. História da Inteligência Brasileira. Vol. VI. São Paulo, Editora Cultrix, 1978.
MATTAR, Sérgio. De menino telespectador a diretor do Sítio do Picapau Amarelo. 30 mai. 2011. Disponível no link. (acessado 3.3.2012).
MÁXIMO, Gustavo. Duas personagens em uma Emília nas traduções de Monteiro Lobato. (Dissertação Mestrado). Universidade Estadual de Campinas, Instituto de Estudos da Linguagem, 2004.
MELLONI, Rosa Maria. Monteiro Lobato: a saga imaginária de uma vida. São Paulo: Plêiade, 1998.
MELLONI, Rosa Maria. O imaginário e o ideário de Monteiro Lobato: um estudo antropológico. São Paulo, FE/USP, 1995.
MENDES, Denise Rezende. Monteiro Lobato, As múltiplas faces do idealista: editor, tradutor e autor de obras infanto-juvenis. (Dissertação Mestrado em Letras). Centro de Ensino Superior de Juiz de Fora, 2005.
MENDES, Denise Rezende. Monteiro Lobato e a sua intenção de formar cidadãos pensantes. In: II Congresso de Letras do CES/JF, 2008, Juiz de Fora, MG. Relaçõs Linguísticas e representações Literárias na Contemporaneidade. Juiz de Fora, MG: Congregação Verbo Divino, 2008.
MENDES, Emilia Raquel. Os narradores híbridos de Memórias da Emília de Monteiro Lobato. (Dissertação Mestrado em Teoria e História Literária). Universidade Estadual de Campinas, UNICAMP, 2008.
MENDES, Emilia Raquel; CECCANTINI, João Luís Cardoso Tápias. Memórias da Emília de Monteiro Lobato: um estudo introdutório. In: XII Seminário de Iniciação Científica da Universidade Federal de Ouro Preto, Revista da Pesquisa & Pós-Graduação, v. 5, p. 49-51, 2005.
MENDES, Maria de Fátima do Céu. Estruturação da frase do português brasileiro em Monteiro Lobato e Ruth Rocha: um estudo historiográfico. (Dissertação Mestrado em Língua Portuguesa). Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, PUC/SP, 2004.
MENDES, Maria dos Prazeres Santos. Monteiro Lobato, Clarice Lispector, Lygia Bojunga Nunes: o estético em diálogo na literatura infanto juvenil. (Tese Doutorado). Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, PUC/SP,1994.
MENEZES, Edna Pereira Silva de. A recepção crítica do livro Histórias de Tia Nastácia de Monteiro Lobato. (Dissertação Mestrado em Letras). Universidade Federal de Mato Grosso do Sul, UFMS, 2005.
MERZ, Hilda Junqueira Villela et al. Histórico e resenhas da obra infantil de Monteiro Lobato. São Paulo: Brasiliense, 1996.
MERZ, Hilda Junqueira Villela. Lobateana: idéias, pensamentos e fotos de Monteiro Lobato. Departamento de Bibliotecas Infanto-Juvenis, Prefeitura do Município de São Paulo, 1985.
MERZ, Hilda Junqueira Villela. Lobatiana: Monteiro Lobato - meio ambiente. São Paulo: Brasiliense, 1994.
MICELI, Sérgio. Intelectuais e classe dirigente no Brasil (1920-1945). Rio de Janeiro, DIFEL, 1979.
MILTON, John; MANO, Eliane Euzébio Rodrigues. The Political Translation of Monteiro Lobato and Carlos Lacerda. Meta (Montréal), v. 49, p. 481-497, 2004.
MIRANDA NETO, Oliveira. Um cocre, uma gramática e um chapéu de palha: as reinações da ironia em Monteiro Lobato. (Dissertação Mestrado). Universidade Federal de Uberlândia, UFU, 2003.
MONTEIRO LOBATO 1882-1918: CATÁLOGO DA EXPOSIÇÃO, organizado pela Seção de Promoções Culturais. Rio de Janeiro: Biblioteca Nacional, 1982.
MOREIRA, Fabio Martins. O cânone literário brasileiro: preconceito e eugenia em "O presidente negro", de Monteiro Lobato. (Dissertação Mestrado em Letras). Universidade Regional Integrada do Alto Uruguai e das Missões, URI, 2010.
MOREIRA, Fabio Martins. O Presidente Negro de Monteiro Lobato: Um reflexo do pensamento racista do século XX. In: Novos Olhares, 2010, Frederico Westphalen - RS. Seminário Literaturas Africanas: Leituras e releituras. Frederico Westphalen - RS: Editora URI, 2010. v. 1. p. 107-132.
MOREIRA, José Carlos Barbosa (org.). Monteiro Lobato: textos escolhidos. Rio de Janeiro: Agir, 1962.
MOTA, Danyllo Di Giorgio M. da. A República de Mr. Slang: Opinião Pública e discurso político nas crônicas de Monteiro Lobato. In: XXVI Simpósio Nacional de História - ANPUH: 50 Anos, 2011, São Paulo. Anais do XXVI simpósio nacional da ANPUH - Associação Nacional de História. São Paulo: ANPUH-SP, 2011. p. 1-13.
MOTA, Danyllo Di Giorgio M. da. Entre o Homem e o Espaço: o regionalismo de Monteiro Lobato. In: XXIV Simpósio Nacional de História da ANPUH - História e Multidisciplinaridade: territórios e deslocamentos, 2007, São Leopoldo - RS. Anais do XXIV Simpósio Nacional de História da ANPUH - História e Multidisciplinaridade: territórios e deslocamentos. São Leopoldo: UNISINOS, 2007. v. I.
MOTA, Danyllo Di Giorgio M. da. Mapeando o Conceito de Paulistanidade: caminhos possíveis para pensar a obra e a atuação intelectual de Monteiro Lobato. In: XIX Encontro Regional de História da ANPUH-SP: Poder, violência e exclusão, 2008, São Paulo. Anais do XIX Encontro Regional de História: Poder, Violência e Exclusão. ANPUH/SP USP. São Paulo: USP, 2008. v. I.
Monteiro Lobato
MOTA, Danyllo Di Giorgio M. da. Monteiro Lobato: diálogos intelectuais, modernidade e Paulistnaidade. In: II Seminário de Pesquisa da Pós-Graduação em História - UFG/UCG, 2009, Goiânia. Anais Eletrônicos do II Seminário de Pesquisa da Pós-Graduação em História - UFG/UCG, 2009.
MOTA, Danyllo Di Giorgio M. da. O Brasil de Mr. Slang: a República nas crônicas de Monteiro Lobato (1926 - 1927). (Dissertação Mestrado em História). Universidade Federal de Goiás, UFG, 2010.
MOTA, Danyllo Di Giorgio M. da. Região e Identidade:a obra de Monteiro Lobato no interior do Regionalismo paulista. In: XVI Encontro Regional de História - ANPUH-MG, 2008, Belo Horizonte. Anais Eletrônicos do XVI Encontro Regional de História - ANPUH-MG. Belo Horizonte: UFMG, 2008. v. I.
MOTA, Danyllo Di Giorgio M. da. Reivindicação Política e Conhecimento Científico: Monteiro Lobato e os discursos intelectuais da década de 1910. In: XIV Encontro Regional da ANPUH-Rio: Memória e Patrimônio, 2010, Rio de Janeiro. Anais do XIV Encontro Regional da ANPUH-Rio: Memória e Patrimônio. Rio de Janeiro: NUMEM, 2010.
MOTA, Sônia Maria Rodrigues. Monteiro Lobato para crianças: recepção e carnaval. (Dissertação Mestrado). Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, PUC/Rio, 1993.
MOTA, Stella Maris Souza da Mota. O Reino das Águas Claras: uma possibilidade de ressignificação edípica. (Dissertação Mestrado). Universidade Federal de Alagoas, UFAL, Maceió/AL, 2001.
MOURA, André Muniz de. Monteiro Lobato: um leitor de Nietzsche. Dissertação de Mestrado). Faculdade de Letras, Universidade Federal do Rio de Janeiro, UFRJ, 2000.
MURALHA, Sidônio. Um personagem chamado Pedrinho: a vida de Monteiro Lobato para os alunos lerem e os professores também. São Paulo: Brasiliense, 1970.
NASCIMENTO, Veronica Suhett do. Monteiro Lobato: um recorte na tradução de literatura infanto-juvenil. intersignos, v. 1, p. 63-72, 2009.
NETTO, José Apóstolo. Monteiro Lobato: A recriação do livro no Brasil. Revista Eletrônica Espaço Acadêmico, v. 28, p. 1-16, 2003.
NETTO, José Apóstolo. Monteiro Lobato: entre risos e gargalhadas. Revista Eletrônica Espaço Acadêmico, v. 34, p. 1-16, 2004.
NETTO, José Apóstolo. O Discurso Cientificísta no Livro "A Chave do Tamanho" de Monteiro Lobato. Revista Digital Art&, v. 1, p. 1-16, 2004.
NETTO, José Apóstolo. O Discurso Cientificísta no Livro "A Chave do Tamanho" de Monteiro Lobato. Pós-História, v. 4, p. 45-66, 1996.
NETTO, José Apóstolo. O Jeca Tatu e o Mundo que Ele Criou: o problema da originalidade cultural em Velha Praga e Urupês. (Dissertação Mestrado em História). Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, UNESP, 1998.
NEVES, Angela das. A volta do Horla: a recepção de Guy de Maupassant no Brasil. (Dissertação Mestrado em Letras). Universidade de São Paulo, USP, 2007.
NUNES, Cassiano (org.). Monteiro Lobato e Anísio Teixeira: o sonho da educação no Brasil. São Paulo: s/ed., 1986.
NUNES, Cassiano. (org.). Monteiro Lobato Vivo. Rio de Janeiro: MPM Propaganda/Record, 1986.
NUNES, Cassiano. A atualidade de Monteiro Lobato. Brasília: Thesaurus, 1985.
NUNES, Cassiano. A correspondência de Monteiro Lobato. Brasília: Roberval, 1998.
NUNES, Cassiano. Cartas de Monteiro Lobato a uma senhora amiga. São Paulo: s/ed., 1983.
NUNES, Cassiano. Monteiro Lobato e Fortunato Bulcão: o sonho do aço brasileiro. Brasília, Thesaurus, 1985.
NUNES, Cassiano. Monteiro Lobato: o editor do Brasil. Rio de Janeiro: Contraponto: PETROBRÁS, 2000.
NUNES, Cassiano. Novos estudos sobre Monteiro Lobato. Brasília: UNB, 1998.
NUNES, Cassiano. O patriotismo difícil: a correspondência entre Monteiro Lobato e Artur Neiva. São Paulo: Copidart, 1981.
NUNES, Cassiano. O sonho brasileiro de Lobato. Brasília: s/ed., Rio de Janeiro: Gráfica Olímpica, 1979.
NUNES, Cassiano. O último sonho de Monteiro Lobato: o georgismo. São Paulo: Copidart, 1983.
NUNES, Luciana Aparecida. A literatura infantil de Monteiro Lobato e a filosofia para crianças: possibilidades de um encontro. (Dissertação Mestrado em Educação). Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, UNESP, 2006.
NUNES, Luciana Aparecida. A literatura infantil de Monteiro Lobato e o Ideário Escolanovista.. Revista de Iniciação Científica da Ffc, Eletrônico, v. 4, p. 214-226, 2004.
NUNES, Luciana Aparecida. Anísio Teixeira leitor de Monteiro Lobato: implicações da experiência estética da literatura infantil para uma filosofia da educação. Educação em Revista (Marília), Marília-Publicações, p. 35-47, 2004.
NUNES, Luciana Aparecida. As interfaces entre a filosofia da educação de Anísio Teixeira e a literatura infantil de Monteiro Lobato.. In: I Jornada do Núcleo de Ensino de Marília - políticas públicas e suas relações com o cotidiano escolar, 2002, Marília, 2002.
OLIVEIRA, Fabília Aparecida Rocha de Carvalho Honorato de. De neguinha a Tia Nastácia: um estudo sobre as personagens negras na obra de Monteiro Lobato. (Dissertação Mestrado). Universidade Estadual Paulista, UNESP, Araraquara/SP, 2001.
OLIVEIRA, Maria Alice Oliva de; MELERO, M. Y. G. Um diálogo com Monteiro Lobato. Imaginário (USP), v. 4, p. 59-73, 1998.
OLIVEIRA, Wanda Aparecida Leonardo de. Maupassant e Lobato: estruturas paralelas. (Tese Doutorado). Universidade Estadual Paulista, UNESP, São José do Rio Preto, SP, 1999.
Monteiro Lobato
ORLOV, Martha Lívia Volpe. A Revista do Brasil e a formação de uma consciência nacional. São Paulo, FFLCH/USP, 1980.
PADOVINI, Pedro Luiz. TV, Lobato e o ato da leitura: a mediação dos sentidos através da narrativa ficcional da TV brasileira. (Dissertação Mestrado em Comunicação). Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, UNESP, 2006.
PALLOTTA, Miriam Giberti Páttaro. Criando através da atualização: Fábulas de Monteiro Lobato. (Dissertação Mestrado em Projeto Arte e Sociedade). Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, UNESP, 1996.
PALLOTTA, Miriam Giberti Páttaro. Criando através da atualização: Fábulas de Monteiro Lobato. In: Hilda O.H. Lontra. (Org.). Leitura e literatura infantil: questão o ser, do fazer e do sentir. Brasília-DF: FINATEC, 2000, v., p. 81-84.
PALLOTTA, Miriam Giberti Páttaro. História do mundo para as crianças: uma obra inovadora. In: Marisa Lajolo; João Luís Ceccantini. (Org.). Monteiro Lobato, livro a livro: Obra infantil. 1 ed. São Paulo: UNESP, 2008, v. 1, p. 221-233.
PALLOTTA, Miriam Giberti Páttaro. Uma história meio ao contrário: um estudo sobre História do mundo para as crianças de Monteiro Lobato. (Tese Doutorado em Letras). Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, UNESP, 2001.
PANTALEONI, Nílvia Terezinha da Silva. As cartas de Ruy Barbosa a Maria Augusta e de Monteiro Lobato a Purezinha: a interação por escrito e as metáforas do amor. (Dissertação Mestrado em Língua Portuguesa). São Paulo: Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, PUC/SP,1999.
PASCOLATI, Sônia Aparecida Vido. Nos andaimes do texto: a metatextualidade como traço da poética lobatiana. (Dissertação Mestrado). Faculdade de Ciências e Letras, Universidade Estadual Paulista, Araraquara/SP, 1999.
PASSIANI, Enio. A construção da hegemonia: Monteiro Lobato, mercado editorial e campo literário no Brasil. Miscelânea - Revista de Pós-Graduação em Letras Unesp-Assis, v. 6, p. 124-138, 2009.
PASSIANI, Enio. Na trilha do Jeca: Monteiro Lobato e a formação do campo literário no Brasil. Bauru: Edusc, 2003. v. 1. 274 p.
PASSIANI, Enio. Na trilha do Jeca: Monteiro Lobato, o público leitor e a formação do campo literário no Brasil. Sociologias (UFRGS), v. 1, p. 245-270, 2002.
PEIXOTO, Elza Rodrigues Barbosa. Um legado lobatiano em três atos: uma leitura das intervenções de Jeca Tatu. (Dissertação Mestrado). Londrina, PR: Universidade Estadual de Londrina, 2003.
PENTEADO, J. Roberto Whitaker. Os filhos de Lobato – o imaginário infantil na ideologia do adulto. (Tese Doutorado). Universidade Federal do Rio de Janeiro, UFRJ, 1996.
PENTEADO, José Roberto Whitaker. Os filhos de Lobato: o imaginário infantil na ideologia do adulto. Rio de Janeiro: Qualitymark/ Dunya, 1997.
PEREIRA, Cristiano José. Olhares reverentes, semelhanças e contrastes: relações entre o filme “Jeca tatu” de Amácio Mazzaropi e “Jeca tatuzinho”, de Monteiro Lobato. Anais do IX Seminário Nacional de Literatura História E Memória – Literatura no Cinema e III Simpósio Gêneros Híbridos da Modernidade – Literatura no cinema, Assis/SP, 2009, p. 25-35 e 36-49. Disponível no link(acessado 2.3.2012).
PEREIRA, Gulnara Lobato. O menino Juca. Aquarela de Rui de Oliveira. Rio de Janeiro: Berlendis & Vertecchia, 1982.
PEREIRA, Marcilene Rodrigues. Relevâncias lexicais e formações discursivas: Monteiro Lobato em discussão. (Dissertação Mestrado). Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, PUC/SP, 1996.
PEREIRA, Maria Otília Farto. Leitura e pluralidade de linguagens no Sítio do Picapau Amarelo. In: 12 COLE - Congresso de Leitura do Brasil, 1999, Campinas. Anais do 12 COLE - Congresso de Leitura do Brasil. Campinas: ABL - Associação de Leitura do Brasil, 1999.
PEREIRA, Maria Otília Farto. Reflexões metalingüísticas em Monteiro Lobato. Estudos Lingüísticos (São Paulo), v. XXXVI, p. 327-334, 2007.
PEREIRA, Maria Otília Farto. A intertextualidade lobatiana: uma viagem no tempo e no espaço. Estudos Lingüísticos (São Paulo), v. XXXV, p. 1406-1412, 2006.
PEREIRA, Maria Otília Farto. A liderança feminina no Sítio do Picapau Amarelo. In: XIV Seminário do CELLIP- Centro de Estudos Lingüísticos e Literários do Paraná, 2002, Curitiba (PR). Anais do XV Seminário do CELLIP - Centro de Estudos Lingüísticos e Literários do Paraná. Curitiba (PR) : CELLIP/UFPR, 2001.
PEREIRA, Maria Otília Farto. Aspectos lingüísticos da literatura de Monteiro Lobato: um viés lexical. Pluralis (Amparo), Amparo (SP), v. 4, p. 9-32, 2006.
PEREIRA, Maria Otília Farto. Estilo e metalinguagem na literatura de Monteiro Lobato. (Tese Doutorado em Letras). Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, UNESP, 2004.
Monteiro Lobato
PEREIRA, Maria Otília Farto. Léxico e identidade histórico-sócio-cultural: um legado de Monteiro Lobato. In: XIII Seminário do CELLIP- Centro de Estudos Lingüísticos e Literários do Paraná, 1999, Campo Mourão. Anais do XII Seminário do CELLIP - Centro de Estudos Lingüísticos e Literários do Paraná. Campo Mourão: FAFICAM/CELLIP, 1999.
PEREIRA, Maria Otília Farto. Monteiro Lobato e um diálogo entre dois gêneros. In: TOLEDO, Eunice Lopes de Souza; SPERA, Jeane Mari Sant'Ana. (Org.). Lingüística textual: literatura, relações textuais, ensino. 1 ed. São Paulo: Arte & Ciência, 2007, v., p. 111-122.
PEREIRA, Maria Otília Farto. Reinações lexicais do homem do porviroscópio: um estudo do vocabulário no Sítio do Picapau Amarelo. (Dissertação Mestrado em Letras). Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, UNESP, 1999.
PEREIRA, Maria Teresa Gonçalves. Processos Expressivos da Obra Infantil de Monteiro Lobato. (Dissertação de Mestrado). Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, 1980.
PEREIRA, Rosane de Bastos. As várias facetas do Visconde de Sabugosa. Leitura. Teoria & Prática, v. 52, p. 69-75, 2009.
PEREIRA, Rosane de Bastos. Memórias do Visconde de Sabugosa. (Dissertação Mestrado em Educação). Universidade Estadual de Campinas, UNICAMP, 2006.
PEREIRA, Rosane de Bastos. Monteiro Lobato - Literatura e Divulgação Científica para Crianças. In: 15 Congresso de Leitura do Brasil (Cole), 2005, Campinas (SP). 15 Congresso de Leitura do Brasil (Cole), 2005.
PERRONE, Cristina Aquati. Do mito à fábula: releituras de Lobato. (Dissertação Mestrado em Letras). Universidade de São Paulo, USP, 2003.
PINTO, Neuza Bertoni. Uma re-leitura da Aritmetica da Emilia. (Dissertação de Mestrado). Universidade Federal do Paraná, Curitiba,1992.
PRADO, Amaya Obata Mouriño de Almeida. Adaptação, uma leitura possível: um estudo de Dom Quixote das Crianças, de Monteiro Lobato. (Dissertação Mestrado em Letras). Universidade Federal de Mato Grosso do Sul, UFMS, 2007.
PRADO, Amaya Obata Mouriño de Almeida. Adaptações de clássicos: a proposta lobatiana. In: COENGA, Rosemar. (Org.). Leitura e literatura infanto-juvenil: redes de sentido. 1 ed. Cuiabá, MT: Carlini & Caniato, 2010, v. 1, p. 153-171.
PRADO, Amaya Obata Mouriño de Almeida. Dom Quixote das Crianças e de Lobato. In: Marisa Lajolo; João Luís Ceccantini. (Org.). Monteiro Lobato Livro a Livro. 1 ed. São Paulo: Editora UNESP; Imprensa Oficial do Estado de São Paulo, 2008, v. , p. 325-338.
PRADO, Amaya Obata Mouriño de Almeida. Magias de Cervantes e de Lobato: a Leitura e os Leitores. In: III Congresso Internacional de Leitura e Literatura infantil e Juvenil, 2006, Presidente Prudente. Anais do III Congresso Internacional de Leitura e Literatura Infantil e Juvenil. Presidente Prudente, 2006.
QUINTANA, Suely da Fonseca. As representações da identidade cultural: literatura infanto-juvenil brasileira e cubana. (Tese de Doutorado). Faculdade de Letras, Universidade Federal de Minas Gerais, Belo Horizonte, 2001.
RAMOS, Rossana Regina Guimarães. Uso e norma em “Emília no País da Gramática” de Monteiro Lobato. (Dissertação de Mestrado em Língua Portuguesa). Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, PUC, São Paulo, 2001.
RAUPP, Luciane Maria Wagner. O Brasil cabe em um sítio: um olhar sobre as representações das "entidades" nacionais nas versões literária e televisiva de Memórias de Emília, de Monteiro Lobato. Espaço Dialógico, v. 3, p. 17-22, 2009.
RAUPP, Luciane Maria Wagner. Os carrapichos de Lobato. Espaço Dialógico, v. 4, p. 36-38, 2010.
RAUPP, Luciane Maria Wagner. Sob os símbolos da transformação: o reino das Águas Claras em "Reinações de Narizinho", de Monteiro Lobato. Revista Espaço Dialógico - IENH, v. 5, p. 62-69, 2011.
RAUPP, Luciane Maria Wagner. O Brasil cabe em um sítio: um olhar sobre as representações das "entidades" nacionais nas versões literária e televisiva de Memórias de Emília, de Monteiro Lobato. Revista Espaço Dialógico - IENH, v. 3, p. 17-22, 2009.
RAUPP, Luciane Maria Wagner. Os carrapichos de Lobato: permanência e transcendência do universo do Sítio do Picapau Amarelo em tempos de modernidade líquida. Protestantismo em Revista, v. 20, p. 49-53, 2009.
RAUPP, Luciane Maria Wagner. Os carrapichos de Lobato. Revista Espaço Dialógico - IENH, v. 4, p. 36-38, 2010.
RAUPP, Luciane Maria Wagner. Os carrapichos no universo ficcional de Lobato: do projeto de nação ideal às adaptações televisivas dos anos 2000. (Tese Doutorado em Letras). Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul, PUCRS, 2013.
REIS, Marta Fagundes dos. Monteiro Lobato em Emília no País da Gramática: uma visão historiográfica. (Dissertação Mestrado em Letras). Universidade Presbiteriana Mackenzie, MACKENZIE, 2009.
RIBAS, Maria José Sette. Monteiro lobato e o espiritismo: as sessões de Monteiro Lobato. São Paulo: Nova Luz, 1997.
RIBEIRO, José Antonio Pereira. As diversas facetas de Monteiro Lobato. São Paulo, Roswitha Kempf, s.d.
Monteiro Lobato, 25 jan. 1940.
RIZZINI, Jorge Messias. Vida de Monteiro Lobato. São Paulo: Editora Difusora Cultural Ltda, 1953.
ROCHA, Pedro Albeirice da. Monteiro Lobato reescritor de Kipling. (Tese de Doutorado). Universidade Estadual Paulista, UNESP, São José do Rio Preto/SP, 2002.
RODRIGUES, Eni Neves da Silva. Ciranda de mulheres em Lobato contista. (Dissertação de Mestrado). Universidade Estadual Paulista, UNESP, São José do Rio Preto/SP, 2001.
RUSSEFF, Ivan. Monteiro Lobato: um mestre fora da escola. (Dissertação de Mestrado). Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, PUC, São Paulo/SP, 1994.
SALES, José Batista de. A leitura da obra lobatiana nas escolas de Mato Grosso do Sul. In: Antonio Rodrigues Belon; Sheila Dias Maciel. (Org.). Em diálogo: estudos literários e lingüísticos. 1 ed. Campo Grande: Editora da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul, 2004, v. 1, p. 55-74.
SALZEDAS, N. A. M.; PADOVINI, Pedro Luiz. Presença de Lobato: a obra de arte e o consumo das massas. In: João Luis Ceccantini;Alice Áurea Penteado Martha. (Org.). Monteiro Lobato e o leitor de hoje. : UNESP, 2008, v., p. 242-252.
SANDRONI, Laura. De Lobato a Bojunga: as reinações renovadas. Rio de Janeiro, Agir, 1987.
SANDRONI, Luciana. Minhas memórias de Monteiro Lobato. São Paulo: Companhia das Letrinhas, 1997.
SANTOS, Andréa Maleski. O mito do nacionalismo na literatura infantil de Monteiro Lobato. (Dissertação de Mestrado). Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul, Porto Alegre/RS, 1997.
SANTOS, Elisângela da Silva. José Enrique Rodó e Monteiro Lobato: aproximações e diferenciações entre seus pensamentos e projetos para o Brasil e para América Latina. Extraprensa (USP), v. 1, p. 84/7-99, 2010.
SANTOS, Elisângela da Silva. Monteiro Lobato e suas seis personagens em busca da nação. (Dissertação Mestrado em Ciências Sociais). Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, UNESP, 2008.
SANTOS, Elisângela da Silva. O Sítio do Picapau Amarelo e sua divisão social do trabalho. Revista Mediações (UEL), v. 12, p. 249-266, 2007.
SANTOS, Elisângela da Silva; TOLENTINO, C. A. F. As mulheres no Sítio do Picapau Amarelo. In: Clóvis Carvalho Britto; Robson dos Santos. (Org.). Escrita e Sociedade: estudos de sociologia da literatura. Goiânia: Editora da Universidade Católica de Goiânia, 2008, v., p. -.
SANTOS, Ismael dos. A fábula na literatura brasileira: de Anastácio a Millôr, incluindo Coelho Neto e Monteiro Lobato. (Dissertação de Mestrado). Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis/SC, 2001.
SANTOS, Geovana Gentili. A relação de Monteiro Lobato com os contos de fada de Charles Perrault. In: XVII Seminário do CELLIP, 2005, Guarapuava. Anais do Seminário - XVII Seminário do CELLIP. Guarapuava: UNICENTRO, 2005. p. 1-8.
SANTOS, Geovana Gentili. Mamãe Ganso à brasileira: as personagens de Perrault no Sítio do Picapau Amarelo. (Dissertação Mestrado em Letras. Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, UNESP, 2009.
SANTOS, Geovana Gentili. Monteiro Lobato e a construção de uma arte nacional. Revista Iluminart, v. 1, p. 39/6-47, 2009.
SANTOS, Geovana Gentili. Monteiro Lobato e a construção de uma literatura infantil brasileira. In: II Simpósio Mundial de Estudos de Língua Portuguesa A língua portuguesa: ultrapassar fronteiras, juntar culturas, 2010, Évora. Língua Portuguesa: ultrapassar fronteiras, juntar culturas, 2009. p. 1-19.
SANTOS, Geovana Gentili. O maravilhoso na produção infanto-juvenil de Monteiro Lobato. Agalia (A Corunha), v. 97/98, p. 99-114, 2010.
SANTOS, Geovana Gentili. O papel de Machado de Assis na formação literária de Monteiro Lobato. Miscelanea Revista do Programa de Pós-Graduação em Letras da UNESP/Assis, v. 6, p. 101/7-111, 2009.
SANTOS, Newton Nebel. Dois amigos. Composto e Impresso na Mimeografia Cerqueira, Santos, 1974.
SANTOS, Vânia Lúcia da Costa Maia dos. Antes do Site: o Sítio, Monteiro Lobato sempre. (Dissertação Mestrado em Literatura). Universidade Federal de Santa Catarina, UFSC, 2003.
SARRO, Elenir. O Fantástico Mistério de Feiurinha, de Pedro Bandeira e Reinações de Narizinho, de Monteiro Lobato: diálogos intertextuais com os contos de fadas. (Dissertação Mestrado em Literatura e Crítica Literária). Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, PUC/SP, 2009.
SCHWARTZMAN, Simon. Tempos de Capanema. Rio de Janeiro, Paz e Terra; São Paulo: EDUSP, 1984.
SILVA, Adriana Paula dos Santos. A paródia em Monteiro Lobato: adaptações clássicas. In: CELLI – Colóquio de Estudos Linguísticos e Literários. 3, 2007, Maringá. Anais... Maringá, 2009, p. 11-23. Disponível no link. (Acessado 20.2.2012).
SILVA, Adriana Paula dos Santos. Amoras sem espinhos: a recepção de Fábulas (1922), de Monteiro Lobato, por crianças do Ensino Fundamental. (Dissertação Mestrado em Letras). Universidade Estadual de Maringá, UEM, 2008.
SILVA, Adriana Paula dos Santos. Metamorfoses de lobato: entre o Clássico e o Moderno. In: III CELLI - Colóquio de Estudos Lingüísticos e Literários, 2007, Maringá. 3º Celli - Colóquio de Estudos Linguísticos e Literários. Maringá, 2007. v. 3. p. 24-36.
SILVA, Fabio Soares da. Les Femmes Dans la Litterature Pour la Jeunesse de Monteiro Lobato. (Dissertação Mestrado em Litterature Et Arts,Specialite Etrangere). Universite de Poitiers, U.P., França, 2005.
Monteiro Lobato, por Siqueira.
SILVA, João Carlos Marinho. Conversando de Monteiro Lobato. São Paulo, Obelisco, s.d.
SILVA, Júlio César da. Monteiro Lobato: panorama da obra e análise semiológica dos contos. Taubaté, SP: Prefeitura Municipal de Taubaté; Nova Iguaçu, RJ: Editora Cronos, 1980.
SILVA, Leandra Antoneli da. Fábulas de Lobato: a teoria e a prática de um gênero. (Dissertação de Mestrado). Universidade Estadual Paulista, Araraquara/SP, 2003.
SILVA, Luciana Meire da. "Urupês e Cidades Mortas" o Brasil rural segundo Monteiro Lobato. In: II Encontro Internacional de Ciências Sociais: As Ciências Sociais e os desafios para o século XXI, 2010, Pelotas/RG. "Anais do II Encontro Internacional e Ciências Sociais", 2010.
SILVA, Luciana Meire da. "Velha Praga e Urupês": o trabalhador rural retratado como "piolho da terra". ETHOS TUR Revista Acadêmica de Turismo, Faculdade Eduvale de Avaré, v. 1, n. 1, p. 23-34, 2004.
SILVA, Luciana Meire da. Jeca Tatu: a ressurreição - a restauração do homem pobre rural segundo a elite nacionalista. In: III Seminário de Sociologia e Política "Repessando desigualdades em novos contextos", 2011, Curitiba/PR. Anais do Evento 2011 III Seminário Nacional de Sociologia e Política "Repensando desigualdades em novos contextos", 2011. v. 8. p. 1-14.
SILVA, Luciana Meire da. Entre decadência e progresso: uma análise do pensamento social de Monteiro Lobato da década de 1910. (Dissertação Mestrado em Sociologia). Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, UNESP, 2003.
SILVA, Luciana Meire da; TOLENTINO, C. A. F. "Jeca Tatu a ressurreição": a regeneração do homem pobre rural. Revista de Iniciação Científica da FFC, v. 1, p. 173-180, 2000.
SILVA, Lutiane Marques. Análise da personagem Emília à luz de Beth Braith. (revista e aumentada). Revista Academia Campista de Letras, v. 1, p. 124-133, 2009.
SILVA, Lutiane Marques. Monteiro Lobato. A Literatura que mudou os rumos da Educação Brasileira. Conhecimento Prático Literatura, v. 30, p. 48-60, 2010.
SILVA, Lutiane Marques. Muito além de A Barca de Gleyre. Quarenta e cinco anos de correspondência literária entre Godofredo Rangel e Monteiro Lobato. (Dissertação Mestrado em Cognição e Linguagem). Universidade Estadual do Norte Fluminense Darcy Ribeiro, UENF, 2011.
SILVA, Lutiane Marques. O grito do Picapau: Um olhar sobre o "Monteiro Lobato Educador". In: Ana Lúcia Poltronieri; Darcília Simões; Maria Noêmi Freitas. (Org.). A contribuição da Semiótica no Ensino & na Pesquisa. 1 ed. Rio de Janeiro: UERJ DEPEXT SR3 Publicações Dialogarts, 2010, v. 1, p. 358-381.
SILVA, Maria Leonor Alvarez. Monografia sobre Monteiro Lobato. São Paulo, Brasiliense, 1950.
SILVA, Raquel Afonso da. Conversas de Bastidores: a correspondência entre Monteiro Lobato e seus leitores infantis. (Dissertação Mestrado em Teoria e História Literária). Universidade Estadual de Campinas, UNICAMP, 2006.
SILVA, Raquel Afonso da. Correspondência entre Monteiro Lobato e seus leitores infantis. In: III Simpósio Nacional de História Cultural, 2006, Florianópolis. III Simpósio Nacional de História Cultural. Mundos da Imagem - do texto ao visual. Florianópolis, SC: Clicdata Multimídia, 2006.
SILVA, Raquel Afonso da. Histórias de Tia Nastácia: serões sobre o folclore brasileiro. In: LAJOLO, Marisa; CECCANTINI, João Luís.. (Org.). Monteiro Lobato Livro A Livro. 1a. ed. São Paulo: Editora Unesp; Imprensa Oficial, 2008, v. 1, p. 9-509.
SILVA, Raquel Afonso da. Monteiro Lobato e seus leitores infantis: um estudo de cartas. In: XI Simpósio Nacional e I Simpósio Internacional de Letras e Lingüística Linguagem e Cultura: Intersecções., 2006, Uberlândia. Literatura e Intersecções Culturais, 2006.
SILVA, Shirley Cabarite da. A metalinguagem nacionalista de Monteiro Lobato: herança dos Gramáticos brasileiros.. Ângulo (Lorena), Lorena, v. 93, p. 38-40, 2002.
SILVA, Shirley Cabarite da. A Metalinguagem nas obras de Monteiro Lobato. In: X Congresso Nacional de Lingüística e Filologia, 2006, Rio de Janeiro. Cadernos do CNLF Língua e Lingüística. Rio de Janeiro: CIFEFIL, 2006. v. XII. p. 52-59.
SILVA, Shirley Cabarite da. História das Idéias Linguísticas: o pensamento de Monteiro Lobato sobre a Língua. In: Colóquio Internacional, 1998, Berlim. Estudos de história da língua portuguesa. Frankfurt: Biblioteca Luso-Brasileira, 1998. v. I. p. 243-256.
SILVA, Shirley Cabarite da. Influências dos gramáticos brasileiros na metalinguagem de Monteiro Lobato. In: III Congresso Internacional da ABRALIN, 2003, Rio de Janeiro. III Congresso Internacional do Abralin, 2003.
SILVA, Shirley Cabarite da. Monteiro Lobato e a língua nacional. Taubate: Editora Cabral, 2005. v. 1.
SILVA, Shirley Cabarite da. Monteiro Lobato e as Idéias Lingüísticas. (Tese Doutorado). Universidade de São Paulo, USP, 2001.
SILVA, Shirley Cabarite da. Monteiro Lobato e o nacionalismo Linguístico. In: XV Encontro Nacional, 1999, Faro. Programas e Resumos. Braga: Actas, 1999. v. I. p. 489-493.
SILVA, Shirley Cabarite da. Monteiro Lobato? sua relaçäo comn a escola e com os livros. In: IX Congresso Nacional de Lingüística e Filologia, 2005, Rio de Janeiro. Língua e Linguagem literária II. Rio de Janeiro: CIFEFIL, 2005. v. ix. p. 48-54.
SIMÕES FILHO, Mário Luís. A Religiosidade Caipira em Monteiro Lobato. In: I Simpósio Internacional em Ciências das Religiôes, 2007, João Pessoa-PB. I Simpósio Internacional em Ciências das Religiões. JOÂO PESSOA-PB: UFPB, 2007.
SIMÕES FILHO, Mário Luís. As transfigurações discursivas na representação do camponês: de Jeca Tatu a Zé Brasil. In: Colóquio Nacional de Linguagem e Discurso - CONLID, 2008, MOSSORÓ_RN. COLÒQUIO NACIONAL DE LINGUAGEM E DISCURSO. MOSSORÓ_RN: UERN, 2008.
SIMÕES FILHO, Mário Luís. Tensão no modernismo brasileiro: tradição e contradição em Monteiro Lobato. (Dissertação Mestrado em Letras). Universidade Federal da Paraíba, UFPB, 2008.
SOARES, Gabriela Pellegrino. A semear horizontes: leituras literárias na formação da infância. Argentina e Brasil (1915-1954). (Tese de Doutorado História Social). Universidade de São Paulo, USP, São Paulo, 2002. Disponível no link. (acessado 3.3.2012).
SOARES, Valéria Marta Ribeiro. Das cartas aos contos: aspectos da narrativa de Monteiro Lobato. (Dissertação Mestrado em Literatura e Diversidade Cultural). Universidade Estadual de Feira de Santana, UEFS, 2007.
Monteiro Lobato, por Guevara.
SOARES, Valéria Marta Ribeiro. Do romance ao conto lobatiano: percurso da composição de Bocatorta em A Barca de Gleyre. In: II Seminário de Estudos Filológicos, 2007, Feira de Santana. II Seminário de Estudos Filológicos, 2007.
SOUZA, Gleiton Candido. Da narrativa literária à narrativa televisiva: Monteiro Lobato em diferentes suportes. In: 3º Seminário Internacional: América Platina, 2010, Campo Grande. 3º Seminário Internacional: América Platina - Anais. Campo Grande-MS: UFMS, 2010. v. 1. p. 1-14.
SOUZA, Gleiton Candido. Do livro ao audiovisual: um estudo das adaptações da obra Memórias da Emília. (Dissertação Mestrado em Estudos de Linguagens). Universidade Federal de Mato Grosso do Sul, UFMS, 2010.
SOUZA, Gleiton Candido. Memórias da Emília: do Livro para a Televisão. In: XIV Colóquio Internacional sobre a Escola Latino-Americana de Comunicação, 2010, São Paulo-SP. CELACOM 2010, 2010. v. 1. p. 1-12.
SOUZA, Gleiton Candido; GOMES M., Márcia. A literatura no fluxo midiático: observações sobre a adaptação de Reinações de Narizinho. In: III Colóquio da Pós-Graduação em Letras, 2011, Assis-SP. Anais III Colóquio da Pós-Graduação em Letras. Assis: UNESP, 2011. p. 1-14.
SOUZA, Loide Nascimento de. A fábula e o efeito-fábula na obra infantil de Monteiro Lobato. (Tese Doutorado Letras). Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, 2010.
SOUZA, Loide Nascimento de. A fábula no caminho da literatura infantil. Revista da ANPOLL, v. 23, p. 151-170, 2007.
SOUZA, Loide Nascimento de. A raposa e as uvas em La Fontaine e Monteiro Lobato. In: XV Seminário do CELLIP, 2001, Curitiba - PR. XV Seminário do CELLIP - Políticas de Linguagem para o Brasil - O que querem o que podem os Profissionais de Letras?. Curitiba: UFPR, 2001.
SOUZA, Loide Nascimento de. Aspectos do modernismo na obra infantil de Monteiro Lobato. In: I Simpósio Nacional de Grupos de Estudos Literários, 2009, Maringá-PR. Anais do I Simpósio Nacional de Grupos de Pesquisa em Estudos Literários, 2009. v. 1. p. 636-647.
SOUZA, Loide Nascimento de. Características do modernismo em Fábulas de Monteiro Lobato. In: VIII Seminário Nacional de Literatura, História e Memória: Literatura e cultura na América Latina, 2008, Cascavel-PR. Caderno de Resumos e Programação, 2008. v. 8. p. 1-14.
SOUZA, Loide Nascimento de. Monteiro Lobato e o processo de reescritura das fábulas. In: Marisa Lajolo; João Luís Ceccantini. (Org.). Monteiro Lobato: livro a livro. 1ª ed. São Paulo: Editora UNESP e Imprensa Oficial, 2008, v., p. 103-119.
SOUZA, Loide Nascimento de. O narrador e o espaço do ouvinte em Fábulas de Monteiro Lobato. In: II Congresso Nacional de Linguagens em Interação, 2008, Maringá-PR. Anais do II CONALI, 2008. p. 1417-1423.
SOUZA, Loide Nascimento de. O processo estético de reescritura das fábulas por Monteiro Lobato. (Dissertação Mestrado Letras). Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, 2004.
SOUZA, Loide Nascimento de. Relações interfabulares: "O lobo e o cordeiro" de Monteiro Lobato. In: XVIII Seminário do CELLIP, 2007, Ponta Grossa/PR. Anais do XVIII Seminário do CELLIP, 2007.
SOUZA, Loide Nascimento de; ANTUNES, B. A literatura infantil de Monteiro Lobato e o modernismo. In: XIX Seminário do CELLIP, 2009, Cascavel-PR. Anais do XIX Seminário do CELLIP, 2009. v. 19. p. 01-11.
SOUZA, Neide das Graças de. Oscilações na escrita de Monteiro Lobato: escritura ou escrevência. (Dissertação de Mestrado). Faculdade de Letras, Universidade Federal de Minas Gerais, Belo Horizonte,1999.
STAROBINAS, Lílian. O caleidoscópio da modernização: discutindo a atuação de Monteiro Lobato. São Paulo, FFLCH/USP, 1992.
STEFFEN, Lisandra Portela. Monteiro Lobato: da obra literária a televisão. (Dissertação Mestrado Letras). Universidade de Passo Fundo, UPF, 2008.
TEIXEIRA, Anísio. Conversa entre amigos: correspondência escolhida entre Anísio Teixeira e Monteiro Lobato. (Orgs.). Aurélio Vianna e Priscila Fraiz. Salvador/Rio de Janeiro, Fundação Cultural da Bahia/ Fundação Getúlio Vargas, 1986.
TIN, Emerson. "Não há nada mais raro na vida do que um companheiro": cartas de Monteiro Lobato a Alarico Silveira. Argumento (Jundiaí), Jundiaí, v. VII, n. 13, p. 105-116, 2005.
TIN, Emerson. A Barca de Gleyre: uma metáfora para a viagem epistolar de Monteiro Lobato e Godofredo Rangel. Intersecções - Revista de Estudos sobre Práticas Discursivas e Textuais, v. 1, p. 1-10, 2008.
TIN, Emerson. Anedota ou doutrinação? A interpretação equivocada em três contos de Monteiro Lobato. Intersecções - Revista de Estudos sobre Práticas Discursivas e Textuais, v. 3, p. 208-219, 2010.
Monteiro Lobato, por Osvalter.
TIN, Emerson. Arqueologia de um discurso amoroso: as cartas de amor de Monteiro Lobato. Remate de Males, v. 29, p. 259-269, 2009.
TIN, Emerson. D. Quixote e o Padeiro-mor: cartas de Monteiro Lobato a Antônio Sales. Teresa (USP), v. 8/9, p. 118-129, 2008.
TIN, Emerson. Em busca do "Lobato das cartas": a construção da imagem de Monteiro Lobato diante de seus destinatários. (Tese Doutoradoem Teoria e História Literária). Universidade Estadual de Campinas, UNICAMP, 2007.
TIN, Emerson. Monteiro Lobato: cartas do cárcere. In: SOUZA, Enivalda Nunes Freitas e; TOLLENDAL, Eduardo José; TRAVAGLIA, Luiz Carlos. (Org.). Literatura: caminhos e descaminhos em perspectiva. 1 ed. Uberlândia: EDUFU, 2006, v. 1, p. 212-223.
TONDELLA, Gabriel. Sangue da terra: evocação de Monteiro Lobato. São Paulo, Brasiliense, 1949.
TRAVASSOS, Nelson Palma. Minhas Memórias dos Monteiros Lobatos. São Paulo: Clube do Livro, 1974.
TRUSEN, Sylvia Maria. Os contos de Grimm no Sitio do Picapau Amarelo: Tradução e recepção. MOARA, v. 29, p. 167-184, 2008.
TRUSEN, Sylvia Maria. Os Grimm no Sítio do Picapau Amarelo: tradução e recepção dos contos de Grimm. (Dissertação Mestrado Letras). Universidade Federal do Ceará, UFC, 1996.
VALE, Fernando Marques do. A obra infantil de Monteiro Lobato: invocações e repercussões. Lisboa: Portugalmundo, 1994.
VALENTE, Thiago Alves. A chave do mundo: o tamanho. In: Marisa Lajolo; João Luís C. T. Ceccantini. (Org.). Monteiro Lobato, livro a livro. São Paulo: Editora Unesp, 2008, v. , p. 452-467.
VALENTE, Thiago Alves. Monteiro Lobato: o jornal e o jeca. In: 16º COLE, 2007, Campinas - SP. 16º COLE, 2007.
VALENTE, Thiago Alves. Monteiro Lobato como campo de pesquisa: diversidade & possibilidades. Revista Iluminart do IFSP, v. 1, p. 26-35, 2010.
VALENTE, Thiago Alves. Monteiro Lobato e a iniciação de um jornalista. Saber Acadêmico, v. 8, p. 1-11, 2009.
VALENTE, Thiago Alves. Monteiro Lobato nas páginas do jornal: um estudo dos artigos publicados n'O Estado de S. Paulo (1913-1923). (Tese Doutorado em Literatura e vida social). Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, UNESP, 2009.
VALENTE, Thiago Alves. Monteiro Lobato nas páginas do jornal: um estudo dos artigos publicados em O Estado de S. Paulo (1913-1923). 1. ed. São Paulo: Editora Unesp, 2010. v. 01. 254 p.
VALENTE, Thiago Alves. Monteiro Lobato: a América, para os brasileiros. Travessias (UNIOESTE. Online), v. 3, p. 1-11, 2009.
VALENTE, Thiago Alves. Uma chave para A chave do tamanho, de Monteiro Lobato. (Dissertação Mestrado em Letras). Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, UNESP, 2004.
VALENTE, Thiago Alves; CECCANTINI, J. L. Monteiro Lobato, um clássico para crianças. In: Tania M. K. Rösing; Fabiane Verardi Burlamaque. (Org.). Atualizando a tradição: cânone e literatura para leitores de hoje. 1 ed. Passo Fundo: Editora UPF, 2010, v. 1, p. 310-329.
VASCONCELLOS, Zinda Maria Carvalho. O universo ideológico da obra infantil de Monteiro Lobato. São Paulo: Traço, 1982.
VIANNA, Aurélio; FRAIZ, Priscila (org.). Conversa entre amigos: correspondência escolhida entre Anísio Teixeira e Monteiro Lobato. Salvador: Fundação Cultural do Estado da Bahia, Rio de Janeiro: Fundação Getúlio Vargas/Cpdoc, 1986.
VIEIRA, Adriana Silene. Dona Benta lê Hans Staden. Horizontes (Bragança Paulista), Bragança Paulista - SP, v. 15, p. 181-192, 1997.
VIEIRA, Adriana Silene. Monteiro Lobato translator. Crop (FFLCH/USP), São Paulo. USP, v. 6, p. 143-167, 2001.
VIEIRA, Adriana Silene. O livro e a leitura nos textos de Lobato. In: Eliana Marta Teixeira Lopes; Maria Cristina Soares de Gouvêa. (Org.). Lendo e escrevendo Lobato. 1 ed. Belo Horizonte - MG: Autêntica, 1999, v. , p. 45-64.
VIEIRA, Adriana Silene. Um inglês no sítio de Dona Benta: estudo da apropriação de Peter Pan na obra infantil lobatiana. (Dissertação Mestrado em Teoria e História Literária). Universidade Estadual de Campinas, UNICAMP, 1998.
VIEIRA, Adriana Silene. Um inglês no sítio de dona Benta: estudo da apropriação de Peter Pan na obra infantil lobatiana. Sínteses (UNICAMP. Impresso), v. 4, p. 387-396, 1999.
VIEIRA, Adriana Silene. Viagens de Gulliver ao Brasil. (Adaptação de Gulliver's Travels por Carlos Jansen e Monteiro Lobato.). (Tese Doutorado em Teoria e História Literária). Universidade Estadual de Campinas, UNICAMP, 2004.
VIEIRA, Horacio Didimo Pereira B. Ficções lobatianas: Dona Aranha e as seis aranhinhas no Sitio do Picapau Amarelo. (Tese Doutorado Letras). Faculdade de Letras, Universidade Federal de Minas Gerais, Belo Horizonte, 1994.
VIEIRA, Marisa Correa. Monteiro Lobato e sua luta político-literária (1918-1927). (Dissertação Mestrado). São Paulo: Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, 1992.
VILHENA, Sueli Lindalva Fonseca. A carnavalização no universo mágico de Emília: uma leitura da narrativa lobatiana. (Dissertação Mestrado). Universidade Federal de Juiz de Fora, Juiz de Fora/MG, 1997.
XAVIER, Vanessa Balsanello. Monteiro Lobato a favor do progresso e da história. In: BONAMIGO, Carlos Antonio. [et al.]. (Org.). História: Tradições e Memórias. Francisco Beltrão: Jornal de Beltrão, 2011, v., p. 271-285.
Monteiro Lobato
XAVIER, Vanessa Balsanello. Os Brasis de Monteiro Lobato: de Jeca Tatu ao desencantamento. (Dissertação Mestrado em História). Universidade Federal do Paraná, UFPR, 2010. 
ZIEGLER, Andrea Santana. Marcas do português em uso no Brasil presentes em “O colocador de pronomes”, escrito por Monteiro Lobato, no inicio do século XX. (Dissertação Mestrado). Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, São Paulo, 2003.
ZILBERMAN, Regina (org.). Atualidade de Monteiro Lobato. Porto Alegre: Mercado Aberto, 1983.
ZORZATO, Lucila Bassan. A Cultura alemã na obra infantil Aventuras de Hans Staden, de Monteiro Lobato. (Dissertação Mestrado em Teoria e História Literária). Universidade Estadual de Campinas, UNICAMP, 2007.
ZORZATO, Lucila Bassan. Hans Staden à lobatiana. In: Lajolo, Marisa; Ceccantini, João Luís. (Org.). Monteiro Lobato, livro a livro: Obra infantil. 1ª ed. São Paulo: Editora UNESP; Imprensa Oficial do Estado de São Paulo, 2008, v. 1, p. 151-167.
YUNES, Eliana. Presença de Monteiro Lobato. Rio de Janeiro: Divulgação e Pesquisa Editora, 1982.

José Bento Marcondes Lobato e Olímpia Augusta Monteiro Lobato,
pais de Monteiro Lobato, que aparece no colo do pai.
 


Oscar Niemeyer, Cândido Portinari, Vila Lobos, João Guimarães Rosa,
Monteiro Lobato e Getúlio Vargas, por Baptistão.

"A Academia de Letras deve despir-se da imortalidade que se outorga para vir pegar da enxó, e os carapinhas do Norte a Sul que apanhem a pena. Donde concluo uma definição boa para o país: o Brasil é a terra onde o certo dá errado e o errado dá certo. Quando ouço te criticarem a vida desordenada - leio por outro lado os teus livros, firma-me a idéia supra. E cá comigo: se o "ordenam", em vez de "Policarpos", o Lima engorda e emudece, etc. etc."
- Monteiro Lobato, em Carta a Lima Barreto, 18 de dezembro de 1918.


Mário de Andrade e Monteiro Lobato.

DOCUMENTÁRIOS 
Monteiro Lobato
Filme: Monteiro Lobato
Direção/ e Roteiro: Ana Carolina T. Soares; Geraldo Sarno
Ano/País: 1971 - São Paulo/Brasil
Gênero: Documentário
Categoria: Curta-metragem / Sonoro / Não ficção
Formato: 35mm, COR, 15min, 411m, 24q, Eastmancolor
Direção de fotografia: Alberto Attili; Pio Zamuner
Produtora: Saruê Filmes; Área Produções Cinematográficas
Sinopse: "A modernidade de Monteiro Lobato a partir de sua visão do homem rural brasileiro, de sua literatura infantil e atividade de pioneiro da exploração do petróleo."
Fonte: Guia de Filmes, 38/ e Cinemateca Brasileira.

Filme: Monteiro Lobato
Direção: Flávio Portho
Gênero: Documentário
Categoria: Curta-metragem / Sonoro
Formato: 16mm, COR, 45min, 495m, 24q
Ano/País: 1972 - Brasil
Produtora: Blimp Film
Sinopse: "Uma colagem de situações e idéias que tentam, dentro de um limite de tempo, espelhar a polêmica personalidade de Monteiro Lobato. Através de uma entrevista com o editor Caio Graco e a insersão de cenas do filme O PICAPAU AMARELO de Geraldo Sarno, tenta-se mostrar a semelhança entre o comportamento do autor e uma de suas personagens: a boneca Emília. Em outro momento, o professor Paulo Duarte tece alguns comentários sobre o escritor. E no escritório de Monteiro Lobato, sob seus objetos de uso diário, ouve-se a voz do mesmo, retirada da última entrevista gravada, em 1948. Por fim, um contato com o Jéca Tatu. Baseado num depoimento de Oswaldo de Andrade, o encontro com um Jéca idêntico a tantos outros Jécas que proliferaram por este Brasil, vivendo numa cidade que, por coincidência, leva o nome de Monteiro Lobato."
Fonte: Guia de Filmes, 68/ e Cinemateca Brasileira.

Monteiro Lobato
Filme: Monteiro Lobato
Direção Luis Alberto Pereira
Gênero: Documentário
Categoria: Curta-metragem / Sonoro / Não ficção
Formato: 16mm, BP, 17min, 187m, 24q.
Ano/País: 1972 - Brasil
Produtora: ECA/USP - Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo.
Sinopse: "A vida e a obra do escritor, mostradas por meio de ilustrações e fotos da época. A infância em Taubaté, a juventude em São Paulo. Suas experiências como fazendeiro e editor e sua posição frente à Semana de 22. A participação política na luta pelo petróleo. No final, entrevista com crianças sobre a obra de Lobato."
Fonte: ECA-USP/Lista de filmes / e Cinemateca Brasileira.

Filme: Monteiro Lobato - Furacão na Botocúndia
Baseado no livro Monteiro Lobato, furacão na Botocúndia.
Direção: Roberto Elizabetsky
Roteiro: José Roberto Torero
Gênero: Videoimagem
Ano/País: 1998 - Brasil
Depoimentos: Ruth Rocha, Ziraldo, Ignácio de Loyola Brandão e José Mindlin.
Sinopse: o filme mostra a trajetória de Lobato e suas posições muitas vezes contraditórias e polêmicas.
Obs. Parte do Projeto Memória criado em 1997 pela Fundação Banco do Brasil e Odebrecht para homenagear personalidades e celebrar fatos históricos que marcaram a vida nacional.

Filme: Monteiro Lobato
Roteiro: Gilda Carvalho e Manoel Caetano
Narração: Ricardo Oiticica
Ano/País: ... - Brasil
Duração: 12 min.
Direção de fotografia: Manoel Caetano
Pesquisa: Itauana Coquet e Renata Bacellar
Edição: Itauana Coquet e Renata Bacellar
Depoimentos: Luiz Antonio Coelho, André Moura, Thatty Castello Branco, Geraldo Sigaud, Eliana Yunes, Julio Diniz,
Rosana Kohl.

Monteiro Lobato, Saci.
Filme: Monteiro Lobato. Vírgula, Ponto e Vírgula
Direção: Renato Barbieri
Ano/País: 1996 – Brasil
Gênero: Documentário
Duração: 22 min.
Roteiro: Fernando Navarro
Pesquisa: José Carlos Sebe Bom Meihy e Marisa Lajolo
Direção Fotografia: Carlos Ebert
Produção: Instituto Itaú Cultural, São Paulo.
Sinopse: A boneca Emília e o Visconde de Sabugosa contam a história de seu criador, Monteiro Lobato. Principal escritor infanto-juvenil brasileiro, Lobato concilia sua literatura inovadora com as atividades de fotógrafo, pintor, industrial, editor e defensor de campanhas nacionalistas como a do petróleo. Acompanha a última entrevista sonora de Lobato três dias antes de falecer em 1948.

Filme: Somos todos Sacys
Direção: Sylvio do Amaral Rocha e Rudá K. Andrade
Ano/País: 2005.
Formato: cor, 55 min - suporte DVD
Trilha original: Quarteto Pererê e Gustavo Barbosa Lima.
Sinopse: O documentário refaz o caminho do Inquérito de Lobato e resignifica o mito hoje. Fruto de longa pesquisa em comunidades rurais, vilas e pequenas cidades do Vale do Paraíba, Vale da Ribeira e da região de Botucatu, o filme dá voz a pessoas que dizem ter visto ou ouvido sacis.
O filme trata da vida, paixão e morte desse mito na tradição oral e o que isso significa nos dias atuais. A figura folclórica do personagem da cultura popular brasileira ultrapassa o seu caráter regional a começar pelo título escrito com "y". É uma metáfora à força da industria cultural onde uma das principais personagens da cultura regional perde espaço e corre o risco de incorporar costumes estrangeiros apontando uma globalização burra e devastadora.

Trecho do Documentário.

MONTEIRO LOBATO – NO CINEMA
Saci
Filme: O saci
Baseado na obra de Monteiro Lobato.
Direção/ Roteiro: Rodolfo Nanni
Ano/País: 1953 – Brasil
Formato: 35mm
Duração: 65 min.
Cor: Preto e Branco
Argumento e diálogos: Artur Neves
Assistência de direção: Nelson Pereira dos Santos e Alex Viany
Direção de produção: Alex Viany
Direção de fotografia: Ruy Santos
Produção: Artur Neves
Música: Cláudio Santoro
Orquestra: Orquestra da Rádio Gazet
Elenco: Paulo Matozinho, Lívio Nanni, Aristéia Paula Souza, Olga Maria, Maria Rosa Moreira Ribeiro, Benedita Rodrigues, Otávio de Araújo, M. Meneghelli, Yara Trexler, Meninos de Ribeirão Bonito.
Companhia produtora: Brasiliense Filme
Produtor associado: Hugo Nanni
Distribuição: Unida Filmes S.A.

Filme: O Comprador de Fazendas
Direção: Alberto Pieralisi
Genero: Comédia
Formato: Preto e Branco
Ano/País: 1951 - Brasil
Duração: 96 min.
Roteiro: Joni Natorf Schlomer
Produtora: Cinematográfica Maristela
Elenco: (...)

Filme: Jeca Tatu
Direção: Milton Amaral
Roteiro e argumento: Amácio Mazzaropi
Gênero: Comédia Musical
Formato: Preto e Branco
Ano/País: 1960 - Brasil
Duração: 95 min.
Produtora: Pam Filmes
Elenco: Amácio Mazzaropi...
Sinopse: Esta história é baseada no conto ‘Jeca Tatuzinho’. Jeca é um roceiro preguiçoso de dar dó, mas esta preguiça está com os dias contados, pois seu ranchinho está ameaçado pela ganância de latifundiários sem coração. Agora ele vai usar todo seu jeito matreiro para conseguir seu cantinho de terra. Um clássico da filmografia de Mazzaropi.Às vezes engraçado, em outros momentos, de uma beleza tocante, ele trata com muita singeleza a figura do homem do campo e a questão da reforma agrária neste filme que é uma declarada homenagem do Mazzaropi ao conterrâneo Monteiro Lobato.

Filme: O Pica-pau Amarelo
Direção: Geraldo Sarno
Ano/País: 1973 - Brasil
Duração: 93 min.
Roteiro: Armando Costa
Produtora: Mapa Filmes
Elenco: Luiz Carlos Arutin, Joel Barcellos, Inês Casoy, Marcelo Costa, Iracema de Alencar, Rafael de Carvalho, Cosme dos Santos, Berilo Faccio, Carlos Farah, Thomas Farkas, Marcos Flaksman, Castor Guerra, Carlos Imperial, Gina Izzo, Semme Lufti, Tomah Mongol, Lajar Muzuris, Pedro Nanni, Francisco Oliveira, Edmir Paixão, Armando Paschoallin, Alcides Pereira, Zeni Pereira, Ricardo Petráglia, José Policena, Gianni Ratto, Cid Ribeiro, Geraldo Sarno, Wilson Viana, Leda Zeppelin.



"- Sou de pano, sim, mas de pano falante, engraçado paninho louco, paninho aqui da pontinha. Não tenho medo de vocês todos reunidos. Agüento qualquer discussão. A mim ninguém embrulha nem governa. Sou do chifre furado - bonequinha de circo. Dona Quixotinha."
- Monteiro Lobato. D. Quixote das Crianças. São Paulo, Círculo do Livro, [sd]. P: 252.


"A nossa ordem social me é pessoalmente muito agradável mas eu penso em mim mesmo se acaso houvesse nascido esterco. Esta visão da realidade brasileira sempre me preocupou e sempre me estragou a vida. Nada mais lógico, pois, do que o meu interesse pelo homem que não conheço mas acompanho desde os tempos em que com um punhado de loucos lutava contra o poder do governo."
- Monteiro Lobato, em: Apud AZEVEDO, Carmen Lúcia de: Monteiro Lobato: furacão na Botocúndia. São Paulo, Ed. SENAC, 1997, p. 338.


Personagens do Sítio do Picapau Amarelo.

MONTEIRO LOBATO – ADAPTAÇÕES PARA A TELEVISÃO
SÍTIO DO PICAPAU AMARELO
Seriado: Sítio do Picapau Amarelo
Lúcia Lambertini, a primeira Emília.
Baseado na obra de Monteiro Lobato. [A primeira adaptação para a televisão].
Emissora: TV Tupi
Direção e Concepção: Júlio Gouveia
Roteiro e adaptação: Tatiana Belinsky
Cor: Preto e Branco
Elenco: Lúcia Lambertini (papel da boneca Emília), Daniel Filho (o Visconde) e Zeni Pereira (Tia Nastácia). O elenco em São Paulo foi sendo mudado ao longo do programa. Emília foi interpretada por duas atrizes (Lúcia Lambertini e Dulce Margarida), Narizinho também (Lidia Rosemberg e Edi Cerri ), já o Visconde teve três atores (Rúbens Molino, Luciano Maurício e Hernê Lebon), Pedrinho foi feito por três atores também (Sérgio Rosemberg, Julinho Simões e David José), Dona Benta foi a que mais teve intérpretes, ao todo quatro (Sydnéia Rossi, Wanda A. Hammel, Suzy Arruda e Leonor Pacheco) e Tia Anastácia também teve duas intérpretes (Benedita Rodrigues e Zeni Pereira).
Exibição: de 3 de junho de 1952 a 1963.
Episódios: 360 - Cada episódio tinha a duração de 45 minutos.
Outras informações no link.

Trechos de reportagens com Lucia Lambertini e Júlia Gouveia,
além de um pedaço da abertura exibida em 1954.

"A primeira versão televisiva na TV Tupi cativava a quem assistisse. Adultos e crianças. Evidentemente que, considerando os escassos recursos que a televisão dispunha e a restrita programação a que nós, telespectadores, tínhamos acesso, o primeiro Sítio do Picapau Amarelo foi, e será sempre, um clássico da televisão. A direção e os atores estavam empenhados em representar fielmente o pensamento e a obra de Lobato. Tatiana Belinky e Julio Gouveia, mais Lúcia Lambertini, nossa eterna Emilia, complementavam nossa imaginação enquanto nos deliciávamos com a leitura dos livros lobatianos. Nesse tempo gerações inteiras descobriram o verdadeiro Lobato: seu modo de pensar sobre a vida, seus desafios, sua inteligência, sua crítica e sua brasilidade."
- Neide Schilaro Santa Rosa, escritora.


Monteiro Lobado e seus personagens.
Seriado: Sítio do Picapau Amarelo
Baseado na obra de Monteiro Lobato [segunda adaptação].
Emissora: TV Cultura São Paulo
Ano/País: 1964 - Brasil
Em 1995: A TV Cultura reprisou as temporadas do Sitio da TVE (1977 e 1978) de fevereiro de 1995 a outubro de 1996.

Seriado: Sítio do Picapau Amarelo
Baseado na obra de Monteiro Lobato [terceira adaptação].
Emissora: TV Bandeirantes
Ano: 1967
Exibição: 1967 a 1969.
Direção: Irineu de Carli e Júlio Gouveia
Roteiro e Adaptação: Tatiana Belinky
Abertura: Salatiel Coelho
Com a tecnologia do videotape, essa versão apresentava recursos maiores do que a primeira versão ao vivo.
Elenco: Zódia Pereira (Emília), Silvinha Lanes (Narizinho) e Ewerton de Castro (Visconde de Sabugosa).
Cada episódio tinha 30 minutos

Emília - Sítio do Picapau Amarelo.
Seriado: Sítio do Picapau Amarelo
Baseado na obra de Monteiro Lobato [quarta adaptação].
Emissora: Rede Globo de Televisão
Ano/País: 1977 – Brasil
Cor: Colorido
Adaptação: Paulo Afonso Grisolli e Wilson Rocha
Escrito por: Wilson Rocha, Benedito Ruy Barbosa, Marcos Rey, Sylvan Paezzo, Fábio Sabag e outros.
Direção: Geraldo Casé e Reynaldo Boury (1977-1980); Fábio Sabag (1981); Roberto Vignatti (1983); Gracindo Júnior e Hamilton Vaz Pereira (1985).
Direção geral: Geraldo Casé
Supervisão do projeto: Edwaldo Pacote
Produzido e Exibido: de 7 de março de 1977 a 31 de janeiro 1986.
Série: 1436 capítulos.
O Sítio: A TV Globo construiu um sítio em Barra de Guaratiba, no Rio de Janeiro.
Trilha sonora: Direção Dori Caymmi
Música: temas essencialmente nacionais, ressaltando a mitologia e o folclore.
Compositores/Músicos que participaram da trilha: Dorival Caymmi, Ivan Lins, Vitor Martins, João Bosco, Aldir Blanc, Chico Buarque, Francis Hime, Geraldo Azevedo e Sérgio Ricardo.
A música de abertura: Sítio do Picapau Amarelo, de Gilberto Gil.
Prêmios: recebeu da UNESCO o prêmio de melhor programa infantil do ano de 1979.
As gravações: Barra de Guaratiba fora o local escolhido para a locação fixa da série infanto-juvenil da TV GLOBO “Sítio do Pica-Pau Amarelo” de 1977 a 1986. Um sítio, com casa, curral e jardins de Burle Marx, foi construído especialmente para o programa antiga estrada de Barra de Guaratiba. Lá eram gravadas as cenas externas e também quase todas as internas (sala e cozinha da casa de Dona Benta) do seriado. As outras gravações (biblioteca, quartos, gruta da Cuca, Reino das Águas Claras etc.) eram gravadas nos estúdios da Cinédia, em Jacarepaguá.
Deixou de ser produzida: em 31 de janeiro de 1986, quando o contrato da Globo com a família de Lobato terminou. "A Trilha das Araras" foi a última trama a ser feita nesta co-produção.
Nova versão: Em 2000 a Globo e a família de Lobato refazem o contrato dando direito a produção de um novo "Sítio do Picapau Amarelo" por mais 10 anos. Agora, sob a direção de Roberto Talma e dentro do Programa Bambuluá (com Angélica) a obra ganha uma nova versão, inicialmente de 15 minutos.

Sinopse
Zilka Salaberry (Dona Benta) e Jacira Sampaio (Tia Nastácia)
personagens do Sítio do Picapau Amarelo.
Dona Benta é uma velha senhora que vive no Sítio do Picapau Amarelo, afastada do barulho e da correria da cidade grande. A preta Tia Nastácia compartilha dessa vida calma cozinhando quitutes para a sinhá e sua neta, Lúcia, mais conhecida como Narizinho. Vivendo sozinha e tendo apenas as duas mulheres idosas como companhia, a menina cria um mundo de fantasias do qual a personagem principal é a sua boneca Emília, feita por Tia Nastácia com restos de pano. Também vivem no sítio o velho Tio Barnabé e seus ajudantes Zé Carneiro, Garnizé e João Perfeito, responsáveis pela manutenção do sítio.
Um dia, Narizinho conhece o Príncipe Escamado, soberano do Reino das Águas Claras, que por coincidência, fica localizado no ribeirão do sítio. O príncipe fica encantado com a menina e a convida a conhecer seu reino. Lá ela é apresentada aos mais proeminentes súditos de sua majestade, como a azeda Dona Carochinha, responsável por administrar os contos de fadas, e determinada a manter o Pequeno Polegar preso em seus livros. Também o Doutor Caramujo, um renomado cientista que dá à boneca Emilia a pílula falante. Depois que ingere o remédio, Emília começa a falar e não pára mais.
Durante o período de férias escolares, Narizinho tem como companhia o seu primo Pedrinho, que estuda na cidade grande onde vive com sua mãe. O menino também tem um amigo montado por Tia Nastácia, o Visconde de Sabugosa, feito de uma espiga de milho velha, que também ganha vida. Por ter sido esquecido por um bom tempo nos meios dos livros, o Visconde adquiriu uma admirável sabedoria, tornando-se um intelectual e cientista.
No Sítio do Picapau Amarelo tudo é possível. A fantasia se mistura com a realidade fazendo parte do cotidiano da menina Narizinho e de seu primo Pedrinho. E são com personagens adultos que as crianças compartilham suas aventuras num mundo fantástico, onde transitam a boneca Emília, o Visconde de Sabugosa, o Saci Pererê, a Cuca, e outros personagens fantasiosos.

Episódios
1977 - o sítio do Picapau Amarelo, a cuca vai pegar, João faz-de-conta, o anjinho da asa quebrada, peninha o menino invisível, o pássaro roca.
1978 - o cupido maluco, a raiz milagrosa, os piratas do capitão gancho, o minotauro, reinação atômica, a morte do visconde, memórias de Emília, quem tem boca vai à Roma, do outro lado da lua.
1979 - don quixote, o cavaleiro da triste figura, curupira. quem quiser que conte outra, olhos de retrós, o gênio da lâmpada. Emília, Romeu e Julieta, o casamento da raposa, Davi e Golias, o rapto do Rabicó.
1980 - a santa do pau oco, não era uma vez, a sacizada, a rainha das abelhas, a galinha dos ovos de ouro, o dia em que a Emília morreu, elementar Emília, a máscara do futuro.
1981 - a chave do tamanho, o fazedor de milagres, o espelho da cuca, as caçadas de pedrinho, entrou por uma porta e saiu por outra, rapunzel, abu kir e abu sir, o pé de feijão, o homem que diz lançar deus, o nascimento do saci.
1982 - a sobrinha da cuca, ali babá, Emília e os quarenta ladrões, a bela e a fera, a canastra da Emília, pinóquio, a grande vingança da cuca, era um vez uma bela adormecida, a chave partícula do tamanho, os besouros da emília, rapto das estrelas, um estranho conto de fadas, aí vem tom mix, reinações de narizinho.
1983 - a viagem ao céu, Robson Crusoé, a guerra dos sacis, califa por um dia, o gato félix, Emília borralheira, o burro falante.
1984 - a arca da Emília, reinação do esperto com esperto, a volta do anjinho da asa quebrada, Visconde de Sabugosa, barba azul, o cara de coruja.
1985-1986 - o enigma enigmático, a trilha das araras.

Elenco
Dirce Migliaccio - Emília (1977)
Reny de Oliveira - Emília (1978-1982)
Suzana Abranches - Emília (1983-1986)
Júlio César - Pedrinho (1977-1980)
Marcelo José - Pedrinho (1981-1984)
Daniel Lobo - Pedrinho (1985-1986)
Rosana Garcia - Narizinho (1977-1980)
Daniela Rodrigues - Narizinho (1981-1982)
Isabela Bicalho - Narizinho (1983-1984)
Gabriela Senra - Narizinho (1985-1986)
André Valli - Visconde De Sabugosa
Zilka Salaberry - Dona Benta
Jacyra Sampaio - Tia Nastácia
Samuel Santos - Tio Barnabé
Tonico Pereira - Zé Carneiro
Canarinho - Garnizé
Ivan Senna - João Perfeito
Romeu Evaristo - Saci Pererê
Dorinha Duval - Cuca (1977)
Stella Freitas - Cuca (1978-1980)
Catarina Abdalla - Cuca (1981-1986)
Chaguinha - Rabicó
Júlio Braga - Besouro I
Chaguinha - Besouro II
Ivan Setta - Burro Falante
José Mayer - Burro Falante
Cacá Silveira - Príncipe Escamado
Ary Coslov - Jaboti
Arthurzinho Oscar - Pequeno Polegar
Jayme Barcellos - Coronel Teodorico
Nelson Camargo - Zé Bento moradores do Arraial dos Tucanos:
Germano Filho - Elias Turco (1977-1978)
Francisco Nagen - Elias Turco (1979-1986)
Lajar Muzuris - Seu Boticário
Lina Rossana - Das Dores
Carlos Izaías Adib - Carteiro
Waldir Maia - Quirino
Thaís Portinho - Ritinha
____
Fontes e referências de pesquisas
O Mundo do Sítio (O Mundo do Sítio tem mais de 20 jogos desenvolvidos para encantar e ensinar crianças a partir de 5 anos, com desenhos modernos e engraçados, trilha sonora bem brasileira e tecnologia de ponta).

Especial: Pirlimpimpim
Em comemoração aos 100 anos de Monteiro Lobato.
Emissora: Rede Globo de Televisão
Diretores: Paulo Netto e Augusto Cesar Vanucci
Ano/ País: 1982 - Brasil
Música Original: Guto Graça Mello
Elenco: Aretha Marcos; Ângela Ro Ro(Cuca); Baby Consuelo (Emília); Bebel Gilberto (Narizinho); Dona Ivone Lara (Tia Nastácia); Fábio Júnior (Príncipe); Jorge Ben (Saci); Lucinha Lins (Rapunzel); Moraes Moreira (Visconde de Sabugosa); Ricardo Graça Mello (Pedrinho); Zé Ramalho (Profeta); Zilka Salaberry (Dona Benta); Nelson Camargo (Monteiro Lobato).

Guilherme Arantes, Lindo Balão Azul.

Especial: Pirlimpimpim 2
Emissora: Rede Globo de Televisão
Diretores: Paulo Netto e Augusto Cesar Vanucci
Ano/País: 1984
Escritores: Monteiro Lobato (personagens); Wilson Rocha (roteiro).
Música Original: Guto Graça Mello
Elenco: Guilherme Arantes, Nelson Camargo, Chaguinha, Baby Consuelo, Mariana Couto, Sandra de Sá, Genivaldo dos Santos, Gretchen, Marinela Gaça Mello, Ricardo Graça Mello, Herbert Richers Jr., Cacá Silveira, e Gabriel Vanucci.

PROGRAMA
Globo Repórter - 100 Anos De Monteiro Lobato.
Reportagem: Rodolfo Gamberini
Exibido: em 22 de abril de 1982.
Produção: Rede Globo de televisão.



DISCOS
LP Sítio do Picapau Amarelo
[Primeira Versão – TV Tupi]
Ano: 1952.
Gravadora: Odeon

Monteiro Lobato
LP Pirlimpimpim
Com os temas dos personagens da série Sítio do Pica-Pau Amarelo.
Ano: 1982
Gravadora: Som Livre


RÁDIO NOVELA
Em maio DE 1945 "A Menina do Narizinho Arrebitado" foi transformada em radionovela para crianças pela Rádio Globo no Rio de Janeiro.


OPERETA NARIZINHO ARREBITADO
Lobato escreveria novo libreto para o espetáculo, considerado a sua última criação infantil. Estréia em Salvador, em dezembro de 1947.



Monteiro Lobato

"Tem muita filosofia a cauda americana. Mostra o grau de disciplina a que chegou o povo, mostra a aceitação instintiva da forma que melhor atende ao fim coletivo: entrar sem tumulto e na ordem de direito. O instinto de conservação a criou. Sem ela a América, este monstruoso formigueiro humano, não poderia funcionar. Esperar a sua vez, ocupar o seu lugar - como isto que parece fácil é difícil num país latino!"
- Monteiro Lobato, em América, 1929.

Monteiro Lobato

"A morte de Monteiro Lobato abre um claro iniludível nas letras do Continente americano. Não somos nós somente que perdemos nele uma expressão principesca das nossas letras, no romance, na ficção, na prosa... Em verdade era um maravilhoso criador de histórias. Tinha-as à flor dos lábios como a linfa natural das fontes que escorre cantando sem precisar imitar a voz a ninguém, nem o canto dos pássaros, nem a música do vento, nem os módulos dos anjos. Quando desfiava o fio mágico de sua conversa, lá vinham as doces figuras com que ele enchera a nossa vida literária... Havendo transportado as lindes da língua portuguesa, morre, entretanto, sem atingir a imortalidade acadêmica."
- Jornal do Brasil

Monteiro Lobato


FUNDO MONTEIRO LOBATO - FML
FML: É constituído de livros, documentos textuais (correspondência, documentos familiares,originais, documentos de trabalho), e visuais
(fotografias, pinturas e desenhos), recortes de jornal e alguns objetos.
Todos os itens que o constituem estão sendo digitalizados e aos poucos serão
disponibilizados neste site.
Local: UNICAMP
Visconde de Sabugosa


MUSEU HISTÓRICO E PEDAGÓGICO MONTEIRO LOBATO
Casa onde nasceu e viveu Monteiro Lobato na sua infância.
A casa onde nasceu e morou Monteiro Lobato, assim como seu avô materno (1882/1948), possui um acervo com objetos pessoais, as primeiras edições dos livros do escritor e uma biblioteca com obras de outros autores.
Endereço: Rua Campinas, s/n - Chácara do Visconde
Telefone: (12) 3625-5062
Horário: Terça à domingo das 9h às 17h

"Não há cultura possível sem livro e livro barato, livro que penetre nas massas populares e lhes erga o nível mental. Que nos vale ter picos como Rui Barbosa, se a planície se apresenta um dos mais baixos níveis culturais do mundo? (...) O livro barato, acessível ao povo, tem sido a nossa obsessão de editores falidos e ressurgidos, (...)."
- Monteiro Lobato - Cartas escolhidas I, p. 199. Apud AZEVEDO, Carmen Lúcia de: Monteiro Lobato: furacão na Botocúndia. São Paulo, Ed. SENAC, 1997, p. 192.





18 DE ABRIL - DIA DE MONTEIRO LOBATO
Visconde de Sabugosa e seus livros.
José Bento Monteiro Lobato estreou no mundo das letras com pequenos contos para os jornais estudantis dos colégios Kennedy e Paulista, que freqüentou em Taubaté, cidade do Vale do Paraíba onde nasceu, em 18 de abril de 1882.
Monteiro Lobato jamais escondeu sua paixão pela pintura e gostaria de ter cursado uma escola de Belas Artes. Por imposição do avô, seu tutor após a morte dos pais, acabou entrando para a Faculdade de Direito. Desistiu das artes plásticas e se fez escritor.
Entre outras coisas escreveu para crianças histórias da Narizinho, Pedrinho, Tia Nastácia, boneca Emília, Visconde de Sabugosa e a assustadora Cuca.

Emilia e Monteiro Lobato.

"Progresso amigo, tu és cômodo, és delicioso, mas feio..."
- Monteiro Lobato, em conto Os faroleiros, no livro Urupês, 1918.
REFERÊNCIAS E OUTRAS FONTES DE PESQUISA


© Direitos reservados ao autor/e ou ao seus herdeiros

© Pesquisa, seleção e organização: Elfi Kürten Fenske


=== === ===
Trabalhos sobre o autor:
Caso, você tenha algum trabalho não citado e queira que ele seja incluído - exemplo: livro, tese, dissertação, ensaio, artigo - envie os dados para o nosso "e-mail de contato", para que possamos incluir as referências do seu trabalho nesta pagina. 

Como citar:
FENSKE, Elfi Kürten (pesquisa, seleção e organização). Monteiro Lobato - o herói civil da literatura brasileira. Templo Cultural Delfos, março/2012. Disponível no link. (acessado em .../.../...).
____
** Página atualizada em 8.1.2016.



Licença de uso: O conteúdo deste site, vedado ao seu uso comercial, poderá ser reproduzido desde que citada a fonte, excetuando os casos especificados em contrário. 
Direitos Reservados © 2016 Templo Cultural Delfos

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Agradecemos a visita. Deixe seu comentário!