Ariano Suassuna – o decifrador de brasilidades

 
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“Arte pra mim não é produto de mercado. Podem me chamar de romântico. Arte pra mim é missão, vocação e festa.”
- Ariano Suassuna

Ariano Vilar Suassuna (advogado, professor, teatrólogo e romancista) nasceu em Nossa Senhora das Neves, hoje João Pessoa - PB, em 16 de junho de 1927, filho de Cássia Villar e João Suassuna. No ano seguinte, seu pai deixa o governo da Paraíba e a família passa a morar no sertão, na Fazenda Acauhan.
Com a Revolução de 30, seu pai foi assassinado por motivos políticos no Rio de Janeiro e a família mudou-se para Taperoá, onde morou de 1933 a 1937. Nessa cidade, Ariano fez seus primeiros estudos e assistiu pela primeira vez a uma peça de mamulengos e a um desafio de viola, cujo caráter de “improvisação” seria uma das marcas registradas também da sua produção teatral.
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A partir de 1942 passou a viver no Recife, onde terminou, em 1945, os estudos secundários no Ginásio Pernambucano e no Colégio Osvaldo Cruz. No ano seguinte iniciou a Faculdade de Direito, onde conheceu Hermilo Borba Filho. E, junto com ele, fundou o Teatro do Estudante de Pernambuco. Em 1947, escreveu sua primeira peça, Uma Mulher Vestida de Sol. Em 1948, sua peça Cantam as Harpas de Sião (ou O Desertor de Princesa) foi montada pelo Teatro do Estudante de Pernambuco. Os Homens de Barro foi montada no ano seguinte.
Em 1950, formou-se na Faculdade de Direito e recebeu o Prêmio Martins Pena pelo Auto de João da Cruz. Para curar-se de doença pulmonar, viu-se obrigado a mudar-se de novo para Taperoá. Lá escreveu e montou a peça Torturas de um Coração em 1951. Em 1952, volta a residir em Recife. Deste ano a 1956, dedicou-se à advocacia, sem abandonar, porém, a atividade teatral. São desta época O Castigo da Soberba (1953), O Rico Avarento (1954) e o Auto da Compadecida (1955), peça que o projetou em todo o país e que seria considerada, em 1962, por Sábato Magaldi “o texto mais popular do moderno teatro brasileiro”.
Em 1956, abandonou a advocacia para tornar-se professor de Estética na Universidade Federal de Pernambuco. No ano seguinte foi encenada a sua peça O Casamento Suspeitoso, em São Paulo, pela Cia. Sérgio Cardoso, e O Santo e a Porca; em 1958, foi encenada a sua peça O Homem da Vaca e o Poder da Fortuna; em 1959, A Pena e a Lei, premiada dez anos depois no Festival Latino-Americano de Teatro.
Em 1959, em companhia de Hermilo Borba Filho, fundou o Teatro Popular do Nordeste, que montou em seguida a Farsa da Boa Preguiça (1960) e A Caseira e a Catarina (1962). No início dos anos 60, interrompeu sua bem-sucedida carreira de dramaturgo para dedicar-se às aulas de Estética na UFPe. Ali, em 1976, defende a tese de livre-docência A Onça Castanha e a Ilha Brasil: Uma Reflexão sobre a Cultura Brasileira. Aposenta-se como professor em 1994.
Membro fundador do Conselho Federal de Cultura (1967); nomeado, pelo Reitor Murilo Guimarães, diretor do Departamento de Extensão Cultural da UFPe (1969). Ligado diretamente à cultura, iniciou em 1970, em Recife, o “Movimento Armorial”, interessado no desenvolvimento e no conhecimento das formas de expressão populares tradicionais. Convocou nomes expressivos da música para procurarem uma música erudita nordestina que viesse juntar-se ao movimento, lançado em Recife, em 18 de outubro de 1970, com o concerto “Três Séculos de Música Nordestina – do Barroco ao Armorial” e com uma exposição de gravura, pintura e escultura. Secretário de Cultura do Estado de Pernambuco, no Governo Miguel Arraes (1994-1998).
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Entre 1958-79, dedicou-se também à prosa de ficção, publicando o Romance d’A Pedra do Reino e o Príncipe do Sangue do Vai-e-Volta (1971) e História d’O Rei Degolado nas Caatingas do Sertão / Ao Sol da Onça Caetana (1976), classificados por ele de “romance armorial-popular brasileiro”.
Ariano Suassuna construiu em São José do Belmonte (PE), onde ocorre a cavalgada inspirada no Romance d’A Pedra do Reino, um santuário ao ar livre, constituído de 16 esculturas de pedra, com 3,50 m de altura cada, dispostas em círculo, representando o sagrado e o profano. As três primeiras são imagens de Jesus Cristo, Nossa Senhora e São José, o padroeiro do município.
Membro da Academia Paraibana de Letras e Doutor Honoris Causa da Faculdade Federal do Rio Grande do Norte (2000).
Em 2004, com o apoio da ABL, a Trinca Filmes produziu um documentário intitulado O Sertão: Mundo de Ariano Suassuna, dirigido por Douglas Machado e que foi exibido na Sala José de Alencar.
Sexto ocupante da Cadeira nº 32, eleito em 3 de agosto de 1989, na sucessão de Genolino Amado e recebido em 9 de agosto de 1990 pelo Acadêmico Marcos Vinicios Vilaça.
Faleceu em Recife PE, no dia 23 de julho de 2014.


“―Romance heróico-brasileiro, ibero-aventuresco, criminológico-dialético e tapuio-enigmático de galhofa e safadeza, de amor legendário e de cavalaria épico-sertaneja"! (...) Assim, sou o único escritor e Escrivãobrasileiro a ter integralmente correndo em suas veias o sangue árabe, godo, negro, judeu, malgaxe, suevo, berbere, fenício, latino, ibérico, cartaginês, troiano e cário-tapuia da Raça do Brasil! (...) Depois de pronto e devidamente versado, o meu será, portanto, no mundo, o único Romance-acastelado, cangaceiro-estradício e cavalariano-bandeiroso escrito por um Poeta ao mesmo tempo de pacto, de memória, de estro, de sangue, de ciência e de planeta.”
- Ariano Suassuna, em "Romance d'A Pedra do Reino e o príncipe do sangue do vai-e-volta". 8ª ed., Rio de Janeiro: José Olympio, 2006, p. 420-421.

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CRONOLOGIA
1927 - Nasce Ariano Suassuna em 16 de junho, na Cidade da Paraíba, atual João Pessoa, na Paraíba;
1928 - A família muda-se para a Fazenda Acahuan, no município de Sousa, Paraíba.
1930 - Seu pai, João Urbano Pessoa de Vasconcellos Suassuna, então deputado federal, é assassinado no Rio de Janeiro;
1933 - Muda-se com família para Taperoá, Paraíba, inicia os estudos primários;
1934 - Transfere-se para o Recife e ingressa no Colégio Americano Batista;
1945 - Matricula-se no Colégio Oswaldo Cruz, onde conhece o artista plástico Francisco Brennand (1927). Publica no suplemento cultural do Jornal do Commercio o poema Noturno;
1946 - Entra para a Faculdade de Direito do Recife, onde conhece Hermilo Borba Filho (1917 - 1976), Joel Pontes, Gastão de Holanda (1919 - 1997) e Aloísio Magalhães (1927 - 1982), fundadores do Teatro do Estudante de Pernambuco - TEP. Publica na Revista do Estudante seus primeiros poemas ligados ao Romanceiro Nordestino;
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1947 - Escreve a peça teatral Uma Mulher Vestida de Sol, que obtém, no ano seguinte, o primeiro lugar no concurso nacional promovido pelo TEP, intitulado Prêmio Nicolau Carlos Magno;
1948 - Escreve a peça teatral Cantam as Harpas de Sião, encenada com direção de Hermilo Borba Filho na inauguração da Barraca, nome dado ao palco itinerante destinado a apresentações do TEP, obra não lançada em livro;
1949 - Escreve a peça teatral Os Homens de Barro, apresentada pelo TEP, com direção de Hermilo Borba Filho, obra não editada em livro;
1950 - Escreve a peça teatral Auto de João da Cruz, que obtém o Prêmio Martins Pena, conferido pela Divisão de Extensão Cultural e Artística da Secretaria de Educação e Cultura de Pernambuco. A peça encenada pelo TEP, com direção de Hermilo Borba Filho, não é editada em livro. Conclui o curso de direito. Vitimado por uma infecção pulmonar, instala-se em Taperoá para tratar-se;
1951 - Escreve o texto teatral Torturas de um Coração ou em Boca Fechada Não Entra Mosquito, marca de sua estréia no gênero cômico;
1952 - Produz a peça teatral O Arco Desolado, não editada em livro, que recebe no ano seguinte a Menção Honrosa no Concurso do 4º Centenário da Cidade de São Paulo;
1956 - Torna-se professor de estética no Centro de Filosofia e Ciências Humanas da Universidade Federal de Pernambuco e abandona a advocacia. A peça Auto da Compadecida é encenada no Teatro Santa Isabel, pelo grupo de Teatro Adolescente do Recife;
1957 - No Rio de Janeiro, o espetáculo Auto da Compadecida é encenado no 1º Festival Nacional de Teatro Amador, obtendo a Medalha de Ouro, conferida pela Associação Brasileira de Críticos Teatrais - ABCT. Em Recife, escreve a peça teatral O Casamento Suspeitoso, encenada em São Paulo. A peça teatral O Santo e a Porca recebe prêmio da Associação Brasileira de Críticos Teatrais - ABCT;
Ariano Suassuna - Foto: Matheus Beck
1958 - Ingressa no curso de filosofia da Universidade Católica de Pernambuco. O Santo e a Porca, com direção de Zbigniew Ziembinski (1908 -1978), é apresentada no Rio de Janeiro e em São Paulo;
1959 - Funda, com Hermilo Borba Filho, o Teatro Popular do Nordeste;
1960 - Conclui o curso de filosofia e escreve a peça Farsa da Boa Preguiça, encenada no ano seguinte pelo Teatro Popular do Nordeste;
1962 - O espetáculo A Caseira e a Catarina, direção de Hermilo Borba Filho, é encenado pelo Teatro Popular do Nordeste. O texto não é publicado em livro;
1963 - Exerce a função de assessor do Departamento de Extensão Cultural da Secretaria de Estado de Pernambuco. Organiza e prefacia uma coleção de poemas intitulada Ariano Suassuna: Uma Coletânea Popular, publicada na revista Deca;
1966 - Visita pela primeira vez a Pedra do Reino, na divisa dos Estados de Pernambuco e da Paraíba. Escreve roteiro para cinema intitulado O Sedutor do Sertão;
1967 - É nomeado membro do Conselho Federal de Cultura;
1969 - Assume a direção do Departamento de Extensão Cultural da Universidade Federal de Pernambuco e começa a articular o Movimento Armorial, destinado à criação de uma arte erudita nordestina calcada em raízes populares. O grupo Armorial reúne gravadores, poetas, músicos, escritores, pintores, ceramistas e coreógrafos;
1970 - Lança o Movimento Armorial;
1972 - O Romance d'A Pedra do Reino e o Príncipe do Sangue do Vai-e-Volta recebe o Prêmio de Ficção Nacional conferido pelo Instituto Nacional do Livro do Ministério da Educação e Cultura - INL/MEC;
1973 - Cria a Orquestra Armorial e abandona o Conselho Federal de Cultura;
1974 - Redige o ensaio O Movimento Armorial;
1975 - Assume a Secretaria de Educação da Prefeitura de Recife. Publica o ensaio Iniciação à Estética. Cria o Balé Armorial do Nordeste;
Ariano Suassuna - Foto: (...)
1976 - O Balé Armorial apresenta no Teatro Santa Isabel, em Recife, o espetáculo Iniciação Armorial aos Mistérios do Boi de Afogados. Defende sua tese de livre-docência, A Onça Castanha e a Ilha do Brasil: Uma Reflexão sobre a Cultura Brasileira, na Universidade Federal de Pernambuco;
1981 - Em Recife, publica no Jornal de Pernambuco carta aberta em que se despede das atividades literárias;
1985 - Recebe homenagem da Universidade Federal de Pernambuco por seus quarenta anos de dedicação à literatura;
1989 - É eleito em 03 de agosto, para a Academia Brasileira de Letras - ABL, na sucessão de Genolino Amado e é recebido no anos seguinte, em 9 de agosto de 1990 pelo Acadêmico Marcos Vinicios Vilaça.
1993 - Realiza em São José do Belmonte, Pernambuco, a primeira Festa da Pedra do Reino, evento caracterizado por uma cavalhada em que os participantes trajam vestimentas inspiradas nas descrições que o autor apresenta no Romance d'A Pedra do Reino e o Príncipe do Sangue do Vai-e-Volta. A partir de então, entra para o calendário cultural da região, repetida sempre na última semana de maio; É eleito para a cadeira 18 da Academia Pernambucana de Letras, cujo patrono é o escritor Afonso Olindense.
1994 - Aposenta-se como professor da Universidade Federal de Pernambuco;
1995 - Assume a Secretaria Estadual de Cultura;
1996 - Em Recife, no espetáculo Grande Cantoria, apresentado no Teatro do Parque, o autor canta um romance de inspiração sebastianista;
1997 - Em São Paulo, publica no Caderno Mais!, do jornal Folha de S. Paulo, a peça teatral a História de Amor de Romeu e Julieta, encenada no ano anterior, no Recife;
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1998 - Participa da gravação do CD Poesia Viva de Ariano Suassuna, lançado pela gravadora Ancestral;
1999 - Estréia na televisão o quadro cultural O Canto de Ariano, veiculado primeiramente no NE TV 1ª edição, da Rede Globo Nordeste. No ano seguinte, o quadro passa a ser exibido no programa Multishow em Revista, na GNT;
2000 - É homenageado com o título de Doutor Honoris Causa pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte;  - Em comemoração aos 500 anos do Descobrimento do Brasil, apresenta no canal GNT o programa "Folia Geral", sobre as origens do carnaval; - Toma posse, no dia 09 de outubro, na cadeira 35 da Academia Paraibana de Letras;
2005 - Recebe o titulo de Doutor Honoris Causa, pela Universidade de Passo Fundo/RS;
2007 - Completa 80 anos e é homenageado em todo o Brasil.


“Eu precisaria de alguém que me ‘ouvisse’, mas que me ouvisse sentindo cada palavra como um tiro ou uma facada. Porque é assim que eu ouço as palavras ligadas a esta história. Cada uma tem seu significado sangrento, no estranho ‘Sertão’ que venho edificando aos poucos, ao som castanho e rouco do meu canto, como um Castelo de pedra erguido a partir do Sertão real.”
- Ariano Suassuna, em “História d’O Rei Degolado nas Caatingas do Sertão ao Sol da Onça Caetana”. Rio de Janeiro: José Olympio, 1977, p. 80.


TÍTULOS 
2000Título de doutor honoris causa pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte, UFRN;
2005 Título de doutor honoris causa pela Universidade de Passo Fundo/RS;
2006 - Título de doutor honoris causa pela Universidade Federal do Ceará, UFC (entregue em 10 de junho de 2010);
2011Cidadão campinense, concedido pela Câmara Municipal de Campina Grande em 11 de outubro;
(..?) - Título de cidadão Belmontense, concedido pela Câmara Municipal de São José do Belmonte;
2013 - Título de cidadão Sousense, concedido concedido pela Câmara Municipal de Sousa/PB;
2013 - Título de cidadão cidadão Aparecidense, concedido pela Câmara Municipal de Aparecida/PB.


PRÊMIOS
Ariano Suassuna, por William Medeiros
1948 - Prêmio Nicolau Carlos Magno, da TEP para a peça teatral Uma Mulher Vestida de Sol;
1950 - Prêmio Martins Pena, conferido pela Divisão de Extensão Cultural e Artística da Secretaria de Educação e Cultura de Pernambuco, pela peça teatral Auto de João da Cruz.
1957 - Medalha de Ouro, conferida pela Associação Brasileira de Críticos Teatrais - ABCT, pela peça teatral Auto da Compadecida;
1957 - Prêmio da Associação Brasileira de Críticos Teatrais - ABCT, pela peça teatral O Santo e a Porca;
1972 - Prêmio de Ficção Nacional, conferido pelo Instituto Nacional do Livro do Ministério da Educação e Cultura - INL/MEC, pelo livro O Romance d'A Pedra do Reino e o Príncipe do Sangue do Vai-e-Volta;
1977 - Prêmio José Condé, da Secretaria de Educação e Cultura de Pernambuco, para História d'O Rei Degolado nas Caatingas do Sertão: Ao Sol da Onça Caetana 1975-1976.
  

"O Mundo é um livro imenso, que Deus desdobra aos olhos do Poeta! Pela criação visível, fala o Divino invisível sua Linguagem simbólica. A Poesia, além de ser vocação, é a segunda das sete Artes e é tão sublime quanto suas irmãs gêmeas, a Música e a Pintura! Vem da Divindade a sua essência musical. Mas, meus Senhores, ninguém queira tomar como Poesia qualquer estrofe, pois há muitas Poesias sem estrofes e muitíssimas estrofes sem Poesia... Ser Poeta, não é somente escrever estrofes! Ser Poeta, é ser um “geníaco”, um “filho assinalado das Musas”, um homem capaz de se alçar à umbela de ouro do Sol, de onde Deus fala ao Poeta! Deus fala através das pedras, sim, das pedras que revestem de concreto o trajo particular da Idéia! Mas a Divindade só fala ao Poeta que sabe alçar seus pensamentos, primando pela grandeza, pela bondade, pela glória do Eterno, pelo respeito, pela moral e pelos bons costumes, na sociedade e na família! Existe o Poeta de loas e folhetos, e existe o Cantador de repente. Existe o Poeta de estro, cavalgação e reinaço, que é capaz de escrever os romances de amor e putaria. Existe o Poeta de sangue, que escreve romances cangaceiros e cavalarianos. Existe o Poeta de ciência, que escreve os romances de exemplo. Existe o Poeta de pacto e estrada, que escreve os romances de espertezas e quengadas. Existe o Poeta de memória, que escreve os romances jornaleiros e passadistas. E finalmente, existe o Poeta de planeta, que escreve os romances de visagens, profecias, e assombrações."
- João Melchíades (personagem), de Ariano Suassuna, em "Romance d'A Pedra do Reino e o príncipe do sangue do vai-e-volta". 8ª ed., Rio de Janeiro: José Olympio, 2006, p. 239.





OBRA
Romance
Ariano Suassuna, por J.Bosco
Romance d'A Pedra do Reino e o Príncipe do Sangue do Vai-e-Volta. Romance armorial popular. [Nota de Rachel de Queiroz e Posfácio de Maximiano Campos], Rio de Janeiro: José Olympio, 1971, 635p.
História d’O Rei Degolado nas Caatingas do Sertão: Ao Sol da Onça Caetana. Romance armorial e novela romançal brasileira. [Com estudo de Idelette Muzart F. dos Santos]. Rio de Janeiro: José Olympio, 1977, 136p.
História de amor de Fernando e Isaura. (1956). Recife: Edições Bagaço, 1994.



Poesia
O Pasto Incendiado (1945-70). Livro inédito de poemas.
Ode. Recife: O Gráfico Amador, 1955.
Sonetos com Mote Alheio. [edição manuscrita e iluminogravada pelo autor]. Recife, 1980.
Sonetos de Albano Cervonegro. [edição manuscrita e iluminogravada pelo autor]. Recife, 1985.
Poemas. [Seleção, organização e notas de Carlos Newton de Souza Lima Júnior]. Recife: Universidade Federal de Pernambuco/Editora Universitária, UFPE, 1999.
CD – Poesia Viva de Ariano Suassuna. Recife: Ancestral, 1998.
Iluminogravura Infância. Revista Palavra. Belo Horizonte: Editora Gaia, ano 1, número 10, p. 85, jan. - fev. 2000.


Poesia – [organização]
Ariano Suassuna: Coletânea da Poesia Popular Nordestina. [organização e prefácio de Ariano Suassuna]. Romances do ciclo heróico. Recife: Deca, 1964.


Ariano Suassuna, por Sérgio B. Gomes
Teatro
Auto da Compadecida. Rio de Janeiro: Livraria Agir, 1957.
Uma Mulher Vestida de Sol (1948). Recife: Imprensa Universitária, 1964.
A Pena e a Lei (1959). Peça em três atos. Rio de Janeiro: Agir, 1971.
O Casamento Suspeitoso (1957).. [Ilustrações Zélia Suassuna]. Recife: Igarassu, 1961; Rio de Janeiro: José Olympio, 1974.
O Santo e a Porca, [imitação nordestina de Plauto], (1957).. [Ilustrações Zélia Suassuna].  Recife: Imp. Universitária, 1964; Rio de Janeiro: José Olympio, 1974, 130p.
Farsa da Boa Preguiça (1960). [Ilustrações Zélia Suassuna]. Peça em três atos. Rio de Janeiro: José Olympio, 1974.
A História de Amor de Romeu e Julieta. Suplemento “Mais!”, da Folha de S. Paulo, 19.1.1997.
Os Homens de Barro. Editora: Ljoe, 2011, 167p.

Teatro - [inéditos]
Cantam as Harpas de Sião (ou O Desertor de Princesa). Peça em um ato. Inédita,1948.
Os Homens de Barro. Peça em 3 atos. Inédita, 1949.
Auto de João da Cruz. Prêmio Martins Pena. Peça inspirada em três folhetins da literatura de cordel. Inédita, 1950.
Torturas de um Coração. Peça para mamulengos, 1951.
O Arco Desolado. 1952.
O Castigo da Soberba. Entremês popular em um ato, 1953.
O Rico Avarento. Entremês popular em um ato, 1954.
O Desertor de Princesa (Reescritura de Cantam as Harpas de Sião). Inédita, 1958.
O Homem da Vaca e o Poder da Fortuna. Entremês popular, 1958.
Ariano Suassuna, por Claudão
A Caseira e a Catarina. Peça em um ato. Inédita, 1962.
As Conchambranças de Quaderna, 1987.

Teatro – [antologia e coletânea]
Seleta em Prosa e Verso. (inclui as peças inéditas O Rico Avarento, O Castigo da Soberba, O Homem da Vaca e o Poder da Fortuna e Torturas de um Coração)..[Estudo, comentários e notas do Prof. Silviano Santiago].. (coleção Brasil Moço). Rio de Janeiro: José Olympio / INL, 1974, 284p.
Teatro moderno. Rio de Janeiro: Livraria Agir, 1975, 205p.


Ensaio [livros]
Ferros do Cariri: Uma Heráldica Sertaneja. Recife: Guariba, 1974.
O Movimento Armorial. Recife: Universidade Federal de Pernambuco, 1974.
Iniciação à Estética. Recife: UFPe, 1975.
Aula Magna. Recife: Editora UFPB, 1994.
Almanaque armorial do Nordeste. (Jornal da Semana. Recife, dez. de 1972 a jun. de 1974).. [organização Carlos Newton de Souza Lima Júnior]. Editora: Ljoe, 2008.


Tese
A Onça Castanha e a Ilha Brasil: Uma Reflexão sobre a Cultura Brasileira (tese de livre-docência em História da Cultura Brasileira). Centro de Filosofia e Ciências Humanas, UFPe, 1976.




Ariano Suassuna, por Diogo Dauriol
Artigos, ensaios, notas e textos
As Infâncias de Quaderna. [Folhetim semanal]. Diário de Pernambuco. Recife, 2 mai. 1976 a 19 jun. 1977.
Notas Sobre a Música de Capiba. in: É de Tororó. Rio de Janeiro: Livraria Editora da Casa do Estudante do Brasil, 1951.
A literatura popular nordestina e o Brasil. Revista Centenária. S.1, 1963.
O que é cultura popular. In: é cultura popular. In: Revista Última Hora. São Paulo, 1 dez.1963.
Encantação de Guimarães Rosa. In: Revista Cultura. Rio de Janeiro: MEC 2 (15), 1968.
Xilogravuras popular do Nordeste. In: Jornal Universitário, 1969.
Catálogo das obras recentes de Francisco Brennond. Rio de janeiro, 16 jun.1969.
A arte popular no Brasil. In: Revista Brasileira de Cultura. Rio de Janeiro, nº 2, out/dez 1969. 
Cinema e sertão. Cultura. Brasília: MEC, v. 2, n.7, p.45, Jul.- Setembro de 1972.
Suassuna por ele mesmo. Ele Ela, Rio de Janeiro, ano VI, nº 64, p. 58-62, agosto 1974.
Separata da Revista Pernambucana de Desenvolvimento, Recife, vol. 4 nº 1, p.39-64, jan./jun.1977.
Olavo Bilac e Fernando Pessoa: uma presença brasileira em mensagem? Lisboa: Aríon, 1998. [originalmente publicado na revista Estudos Universitários, Recife, vol. 6, nº 2, p. 77-98, abr./jun. 1966].
Euclydes da Cunha, Canudos e o Exército. In: FERNANDES, Rinaldo de (org). O Clarim e a Oração, cem anos de “Os Sertões”. p. 21-23. São Paulo: Geração Editorial, 2002.
O movimento foi uma bandeira. In: Continente Multicultural, Recife: CEPE, v.2, n. 14, fev., p. 19-20. 2002.



Parcerias e Participação
Ariano Suassuna, por Hugo
É de Tororó - Maracatu. (ensaio).. [ensaios de Ariano Suassuna e Ascenso Ferreira].. (10 maracatus de Capiba. 5 ilustrações de Lula Cardoso Ayres. Capa e 2 desenhos de Percy Lau e mais 34 exemplos musicais). Editora: CEB, 1951, 115p. 
Atlas Cultural do Brasil. Rio de Janeiro: Editora Fename; MEC, 1972 [Ariano Suassuna, Arthur César F. Reis e Outros]
O Coronel e o Lobisomem. (coleção Sagarana). Rachel de Queiroz/ e Ariano Suassuna. Rio de Janeiro: Editora José Olympio, 1977.
Prometeu e a crítica. Rio de Janeiro: Folha Carioca, 96p. [Roberto Alvim Correa Ariano Suassuna e outros];
Mostra Comarca dos Arrecifes. (Artes), Catálogo. Editora: Gráfica Vt Ltda, 1996, 12p. il. [Audifax Rios, Ariano Suassuna e Outros].
Com a Palavra. Editora: Lazuli, 2004. [Adriana Falcão e Ariano Suassuna e Augusto de C...]
Literatura Viva. (Serie depoimentos), Editora: Mis [Ariano Suassuna, Ferreira Gullar, Jorge Amado e Outros]
Samico, 40 Anos de Gravura. (arte).. [Textos de Frederico Morais e Ariano Suassuna]. Editora: CCBB, 1997.




Artigos em Jornais
SUASSUNA, Ariano. Antonio Madureira. Folha de São Paulo, S. P., 9 mar. 1999. Cad. 1, p. 2.
_____ . A arte e o mal. Folha de São Paulo, São Paulo, 21 set. 1999. Cad. 1, p. 2.
_____ . Arte erudita e arte popular. Folha de São Paulo, São Paulo, 23 fev. 1999. Cad. 1, p. 2.
_____ . Beiarg. Folha de São Paulo, São Paulo, 9 fev. 1999. Cad. 1, p. 2.
Ariano Suassuna, por Humberto Pessoa
_____ . Brasil – um país indigno? Folha de São Paulo, São Paulo, 25 maio 1999. Cad. 1, p. 2.
_____ . O brasileiro do século. Folha de São Paulo, São Paulo, 16 mar. 1999. Cad. 1, p. 2.
_____ . Cabras. Folha de São Paulo, São Paulo, 30 maio 2000. Cad. 1, p. 2.
_____ . As cabras, Raduan e eu. Folha de São Paulo, São Paulo, 23 maio 2000. Cad. 1, p. 2.
_____ . O cabreiro, a cantadora e Roberto Campos. Folha de São Paulo, São Paulo, 21 dez. 1999. Cad. 1, p. 2.
_____ . Canudos, nós e o mundo. Folha de São Paulo, São Paulo, 7 dez. 1999. Cad. 1, p. 2.
_____ . Capiba e Elyanna Caldas. Folha de São Paulo, São Paulo, 16 fev. 1999, Cad. 1, p. 2.
_____ . Carlos Fuentes e o Brasil. Folha de São Paulo, São Paulo, 20 jul. 1999. Cad. 1, p. 2.
_____ . Uma carta. Folha de São Paulo, São Paulo, 10 ago. 1999, Cad. 1, p. 2.
_____ . Cartas. Folha de São Paulo, São Paulo, 29 fev. 2000. Cad. 1, p. 2.
_____ . Cervantes e Arrabal. Folha de São Paulo, São Paulo, 6 jul. 1999. Cad. 1, p. 2.
_____ . Ciro Gomes e o Brasil. Folha de São Paulo, São Paulo, 22 jun. 1999. Cad. 1, p. 2.
_____ . Cláudia Leitão e a festa do povo. Folha de São Paulo, S. P., 26 fev. 2001. Ilustrada, E-8.
_____ . Cláudia Leitão e Nietzsche. Folha de São Paulo, São Paulo, 5 mar. 2001. Ilustrada, E-8.
_____ . Cony. Folha de São Paulo, São Paulo, 13 abr. 1999. Cad. 1, p. 2.
_____ . Cony e a ABL. Folha de São Paulo, São Paulo, 4 abr. 2000. Cad. 1, p. 2.
_____ . A cultura e o presidente. Folha de São Paulo, São Paulo, 9 maio 2000. Cad. 1, p. 2.
_____ . Cultura e televisão. Folha de São Paulo, São Paulo, 20 jun. 2000. Cad. 1, p. 2.
_____ . Darwin e o capitalismo. Folha de São Paulo, São Paulo, 8 jun. 1999. Cad. 1, p. 2.
_____ . Desaforo. Folha de São Paulo, São Paulo, 2 mar. 1999. Cad. 1, p. 2.
_____ . Despedida. Folha de São Paulo, São Paulo, 26 mar. 2001. Ilustrada, E-8.
_____ . Dias Júnior e Kawall. Folha de São Paulo, São Paulo, 11 abr. 2000. Cad. 1, p. 2.
_____ . Dines e os judeus. Folha de São Paulo, São Paulo, 11 mai. 1999. Cad. 1, p. 2.
_____ . Dois tiros pela culatra. Folha de São Paulo, São Paulo, 28 mar. 2000. Cad. 1, p. 2.
Ariano Suassuna, por Felipe V. Gomes
_____ . Dom Hélder. Folha de São Paulo, São Paulo, 7 set. 1999. Cad. 1, p. 2.
_____ . Dostoiévski e o mal. Folha de São Paulo, São Paulo, 28 set. 1999. Cad. 1, p. 2.
_____ . Um economista. Folha de São Paulo, São Paulo, 18 maio. 1999. Cad. 1, p. 2.
_____ . Um editor. Folha de São Paulo, São Paulo, 27 jul. 1999. Cad. 1, p. 2.
_____ . Eleição na ABL. Folha de São Paulo, São Paulo, 24 ago. 1999. Cad. 1, p. 2.
_____ . Em defesa de Edílson. Folha de São Paulo, São Paulo, 29 jun. 1999. Cad. 1, p. 2.
_____ . Entrega da televisão. Folha de São Paulo, São Paulo, 18 abr. 2000. Cad. 1, p. 2.
_____ . Esquerda e direita. Folha de São Paulo, São Paulo, 14 set. 1999. Cad. 1, p. 2.
_____ . A favela e o arraial. Folha de São Paulo, São Paulo, 27 abr. 1999. Cad. 1, p. 2.
_____ . Uma filha do Brasil real. Folha de São Paulo, São Paulo, 13 jun. 2000. Cad. 1, p. 2.
_____ . Um filólogo. Folha de São Paulo, São Paulo, 21 mar. 2000. Cad. 1, p. 2.
_____ . As Forças Armadas. Folha de São Paulo, São Paulo, 16 nov. 1999. Cad. 1, p. 2.
_____ . Ghandi, De Gaulle e Ieltsin. Folha de São Paulo, São Paulo, 4 jan. 2000. Cad. 1, p. 2.
_____ . O Grupo Grial de dança. Folha de São Paulo, São Paulo, 30 abr. 1999. Cad. 1, p. 2.
_____ . Guimarães Rosa e Eu. Folha de São Paulo, São Paulo, 27 nov. 2000. Ilustrada, E-8.
_____ . Guimarães Rosa e o Brasil Real. Folha de São Paulo, S. P., 4 dez. 2000. Ilust., E-8.
_____ . Uma história mal contada. Folha de São Paulo, São Paulo, 5 fev. 2001. Ilustrada, E-8.
_____ . Hitler e os aiatolás. Folha de São Paulo, São Paulo, 4 maio 1999. Cad. 1, p. 2.
_____ . Índices de crescimento. Folha de São Paulo, São Paulo, 12 out. 1999. Cad. 1, p. 2.
_____ . João. Folha de São Paulo, São Paulo, 26 out. 1999. Cad. 1, p. 2.
_____ . João Cabral e eu. Folha de São Paulo, São Paulo, 2 nov. 1999. Cad. 1, p. 2.
_____ . João Grilo, Chicó e os clássicos. Folha de São Paulo, S. P., 6 abr. 1999. Cad. 1, p. 2.
_____ . João, Jorge e a ABL. Folha de São Paulo, São Paulo, 9 nov. 1999. Cad. 1, p. 2.
_____ . Um juiz. Folha de São Paulo, São Paulo, 30 mar. 1999. Cad. 1, p. 2.
_____ . A literatura de cordel. Folha de São Paulo, São Paulo, 1 jun. 1999. Cad. 1, p. 2.
_____ . Lula e Mestre Salustiano. Folha de São Paulo, São Paulo, 14 mar. 2000. Cad. 1, p. 2.
_____ . Maquiavel e Roberto Campos. Folha de São Paulo, S. P., 11 jan. 2000. Cad. 1, p. 2.
_____ . Marilene e Raduan. Folha de São Paulo, São Paulo, 16 maio 2000. Cad. 1, p. 2.
_____ . O Mestre, o Discípulo e a Espada. Folha de São Paulo, S. P., 14 ago. 2000. Ilust., E-8.
Ariano Suassuna, por Baptistão
_____ . Meu “comunismo”. Folha de São Paulo, São Paulo, 31 ago. 1999. Cad. 1, p. 2.
_____ . A “missão”. Folha de São Paulo, São Paulo, 2 fev. 1999. Cad. 1, p. 2.
_____ . Mocinha. Folha de São Paulo, São Paulo, 27 jun. 2000. Cad. 1, p. 2.
_____ . A “nau” e o Brasil. Folha de São Paulo, São Paulo, 2 maio 2000. Cad. 1, p. 2.
_____ . A nova Padaria Espiritual. Folha de São Paulo, São Paulo, 15 jun. 1999. Cad. 1, p. 2.
_____ . O paraibano do século. Folha de São Paulo, São Paulo, 12 mar. 2001. Ilustrada, E-8.
_____ . Um poeta. Folha de São Paulo, São Paulo, 5 out. 1999. Cad. 1. p. 2.
_____ . O Policarpo Quaresma do sertão no novo século. Entrevista concedida a Ubiratan
_____ . Brasil. O Estado de São Paulo, São Paulo, 24 abr. 2005. Cad. 2, Cultura, p. D8-D9.
_____ . A política e eu. Folha de São Paulo, São Paulo, 28 dez. 1999. Cad. 1, p. 2.
_____ . Um projeto de lei. Folha de São Paulo, São Paulo, 25 abr. 2000. Cad. 1, p. 2.
_____ . Uma quase-despedida. Folha de São Paulo, São Paulo, 4 jul. 2000. Cad. 1, p. 2.
_____ . Roberto Campos: caçoada. Folha de São Paulo, São Paulo, 17 ago. 1999. Cad. 1, p. 2.
_____ . Rosa e a literatura brasileira. Folha de São Paulo, São Paulo, 12 fev. 2001.. Ilust., E-8.
_____ . Rosa e Bial. Folha de São Paulo, São Paulo, 23 mar. 1999. Cad. 1, p. 2.
_____ . Sucesso brasileiro na Europa. Folha de São Paulo, São Paulo, 3 ago. 1999. Cad. 1, p. 2.
_____ . Televisão e identidade nacional. Folha de São Paulo, S. P., 19 out. 1999. Cad. 1, p. 2.
_____ . Telma. Folha de São Paulo, São Paulo, 6 jun. 2000. Cad. 1, p. 2.
_____ . Prêmio Coca-cola. Folha de São Paulo, São Paulo, 08 de fev. de 2000, Opinião, 1-2.
_____ . Tinhorão e o quinteto. Folha de São Paulo, São Paulo, 22 fev 2000. Cad. 1, p. 2.
_____ . Valquíria e o Carandiru. Folha de São Paulo, São Paulo, 13 jul. 1999. Cad. 1, p. 2.



Ariano Suassuna, por Manga
Entrevistas
A visão mágica do Nordeste de Ariano Suassuna – O auto da Compadecida. Entrevista concedida ao Jornal Correio da Manhã. 8 set.1971.
Aventuras de um cavaleiro do sertão. [Depoimento concedido a Gilse Campos]. Jornal do Brasil, 20. set. 1972.
Ariano: fim do silêncio de seis anos. [Entrevista concedida a Carlos Tavares]. Correio das Artes, suplemento quinzenal de A União. João Pessoa, nº 194, 17. abr.1983.
Ariano Suassuna. Entrevista ao Jornal Folha de São Paulo. São Paulo, 26 Outubro de 1991.
De quinta categoria. Entrevista à Revista Veja, p.7-9, 3 de Julho de 1996.
Arte não é mercado, mas vocação e festa (sic.).. [Entrevista concedida a Luiz Zazin Oricchio]. O Estado de São Paulo, São Paulo, Cad. 2, D-3., 12 jul. 1997.
Uma dramaturgia da impureza, da mistura. [Entrevista concedida a Márcio Marciano e Sérgio de Carvalho]. Revista Vintém: Ensaios para um Teatro Dialético. São Paulo: Hucitec, n. 2. Maio-Julho de 1998.
As armas do Barão assinalado. Entrevista à Revista Bravo, n. 8, p. 58-75, Maio de 1998.
Memórias de Ficção e de Família do Imperador da Pedra do Reino. [Entrevista concedida à Débora Cavalcantes de Moura], em 31/5/1998 (mimeo), Clemente, em 31/5/1998 (mimeo).
Ariano Suassuna. [Entrevista]. In Investigações. Revista de linguística e teoria Literária da UFPe, vol. 9, março de 1999, p. 7-11.
Ariano Suassuna. [Entrevista concedida à Jussara Farias de Mattos Salazar]. Belo Horizonte: Imprensa Oficial do Estado de Minas Gerais, 2000.
Ariano Suassuna. [Entrevista concedida à Évelin Guedes Pereira]. Jornal Folha Dirigida, Rio de Janeiro, p. 20, 13 Novembro de 2001.
O país Profundo de Suassuna. [entrevista], Revista Consenso, v. 1, n. 6, p. 49, Agosto de 2002.
Cabras e mamulengos versus super-homem. [entrevista concedida a Marco Polo]. Revista Continente Multicultural Pernambuco, ano II nº 20 p. 6-16, agosto 2002.
Entrevista com Ariano Suassuna. [Entrevista concedida à Irlei Margarete Cruz Machado]. OPSIS (UFG), v. V3, p. 7-22, 2003.
Eu não faço concessão nenhuma. [Entrevista concedida a Mariana Caramotti, Ciana Moura, Marco Bahé, Inácio França, Miguel Falcão e Samarone Lima]. Revista Caros Amigos, São Paulo, Ano VII, n. 75, p. 34-41, junho 2003.
Entre a Justiça e a Piedade. [Entrevista]. Jornal do Brasil. Caderno B, p. B1. Rio de Janeiro: 5 de Dezembro de 2004.
Ariano Suassuna, por SilviodB
No meio do caminho tinha uma Pedra do Reino. [entrevista concedida a Maurício Santana Dias]. Revista Entrelivros. São Paulo: Duetto Editorial, ano I nº 3, p. 30-35, julho 2005.
Entrevista com Ariano Suassuna.  [Entrevista concedida a Gustavo Porpino de Araújo e Racine Santos].  Revista Preá, Natal (RN), p. 67 - 75, 30 set. 2005.
A redenção de Suassuna. [Entrevista concedida a Letícia Lins]. O Globo, Prosa & Verso, p. 1-2., Rio de Janeiro, 11 jun. 2005.
Ariano Suassuna. [Entrevista]. In: Preá – revista de cultura. Natal: nº 14. Setembro/ outubro, 2005, p. 67-75.
Ilumiara sertaneja. [entrevista concedida a Carlos Ribeiro]. Jornal A Tarde, 1.4.2006. Disponível no link. (acessado em 28.9.2013).
Ariano Suassuna. [Entrevista]. In: Dossiê Nordeste. Revista Entre Livros. Ano 1, nº 3. 2005, p. 30-40.
Um auto de esperança. [Entrevista concedida à Fernanda Montenegro]. Jornal O Globo. caderno 2, p. 1-2. Rio de Janeiro, 3 Junho de 2007.
Um autor sem medo de adjetivo. [Entrevista]. Revista Língua Portuguesa, 1 de Agosto de 2007.
Ariano Suassuna. Programa do Jô Soares. TV Globo, junho 2007.  Parte I - Parte II  - e Parte III.
Cultura popular e resistência nacional - Entrevista com Ariano Suassuna. [Entrevista concedida a Fabio Palacio de Azevedo]. Princípios (São Paulo), v. 100, p. 123-128, 2009.
Ariano Suassuna. [entrevista concedida ao repórter e blogueiro Hebert Araújo]. TV Correio (Record). set/2011. Disponível no link. (acessado em 25.9.2013).
Ariano Suassuna. [entrevista exclusiva]. Dossiê GloboNews 15 de junho de 2013. Disponível no link. (acessado em 25.9.2013).



Ariano Suassuna, por Tiago Hoisel
Aula Espetáculo e Palestra
[vídeo]
Ariano Suassuna. [Palestra].. (47 anos do IPEA). Colóquio do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada - Ipea. julho 2012. Disponível no link. (acessado em 26.9.2013).
Ariano Suassuna no Roda Viva. [Com apresentação de Cunha Jr, estiveram na bancada para entrevistar o escritor Ricardo Soares, Alvaro de Melo Salmito, Antonio Nóbrega, Rinaldo Gama, Marici Salomão e Francisco de Oliveira]. Roda Viva/TV Cultura de São Paulo, junho 2012. Disponível no link. (acessado em 26.9.2013).
Ariano Suassuna. [palestra]. 1ª Conferência Nacional de Desenvolvimento Regional - CNDR, 22 de março de 2013.  Disponível no link. (acessado em 25.9.2013).
Sempre um Papo com Ariano Suassuna. Uma realização da Fiat, dentro do projeto "Minas-Pernambuco", no Sesc Palladium,dezembro de 2012. Disponível no link. (acessado em 26.9.2013).
Aula Espetáculo Ariano Suassuna. [vídeo]. Sinpro/SP, 29 de setembro de 2011.  Disponível no link. (acessado em 26.9.2013).
Aula Espetáculo Ariano Suassuna. [vídeo]. Na inauguração do auditório Ministro Mozart Victor Russomano, no Tribunal Superior do Trabalho. 18 de abril de 2012. Disponível no link. (acessado em 26.09.2013).
Aula Espetáculo com Ariano Suassuna. [vídeo]. Teatro do SESC Vila Mariana, 30 de abril de 2011. Disponível no link. (acessado em 25.9.2013).
Aula Espetáculo com Ariano Suassuna. [vídeo]. Gravado na  Sala Villa-Lobos do Teatro Nacional, em Brasília, em julho 2013, TV Senado Especiais,  1/8/2013. Disponível no link. (acessado em 26.9.2013).


"Eu sou devoto dele [Santo Antônio Conselheiro de Canudos, o Sertanejo] e de Padre Cícero, na minha qualidade de Profeta do Catolicismo sertanejo! [...] É a minha religião, Excelência! Não estando muito satisfeito com o Catolicismo romano, fundei essa outra religião para mim e para meus amigos."
- Ariano Suassuna, em "Romance d'A Pedra do Reino e o príncipe do sangue do vai-e-volta". 8ª ed., Rio de Janeiro: José Olympio, 2006., p. 453.




OBRA PUBLICADA NO EXTERIOR
Alemão
Ariano Suassuna, por Ana Cadengue
Das Testament des Hundes oder Das Spiel von Unserer Lieben Frau der Mitleidvolen [Auto da Compadecida]. Tradução Willy Keller. St. Gallen / Wuppertal: Edition Dia, 1986.
Der Stein des Reiches oder die Geschicht des Fürsten vom Blut des Geh-und-kehr-zurück [Romance d'A Pedra do Reino e o Príncipe do Sangue do Vai-e-Volta]. Tradução Georg Rudolf Lind. Stuttgart: Hobbit Presse / Klett Cotta, 1988.


Espanhol
Auto de La Compadecida [Auto da Compadecida]. Tradução e adaptação José Maria Pemán. Madrid: Ediciones Alfil, 1965.
El Santo y la Chancha [O Santo e a Porca]. Tradução Montserrat Mira. Buenos Aires: Losangue, 1966.


Francês
Le Jeu de la Misericordieuse ou Le Testament du Chien [Auto da Compadecida]. Tradução Michel Simon. Paris: Gallimard, 1970.
La Pierre du Royaume: Version pour Europeéns et Brésiliens de Bom Sens [Romance d'A Pedra do Reino]. Tradução Idelette Muzart Fonseca dos Santos. Paris: Métailié, 1998.


Ariano Suassuna, por Davi Sales
Holandês
Het Testament van de Hond [Auto da Compadecida]. Tradução J. J. van den Besselaar. Nos Leekenspel: Bussum, s.d.


Inglês
The Rogues'trial [O Santo e a Porca]. Tradução Dillwyn F. Ratcliff. Berkeley/Los Angeles: University of California Press, 1963.


Italiano
Auto da Compadecida. Tradução L. Lotti. Forli: Nuova Compagnia, 1992.


Polonês
Historia o Milosiernej Czyli Testament Psa [Auto da Compadecida]. Tradução Witold Wojciechowski e Danuta Zmij. Dialog: Rok IV Pazdziernik, 1959.



"uma das imagens mais completas da estranha representação da vida, do estranho destino do homem sobre a terra. O Dono-do-Circo é Deus. A arena, com seus cenários de madeira, cola e papel pintado, é o palco do mundo, e ali desfilam os rebanhos de cavalos e outros bichos, entre os quais ressalta o cortejo do rebanho humano – os reis, atores trágicos, dançarinas, mágicos, palhaços e saltimbancos que somos nós."
- Ariano Suassuna em "O teatro, o circo e eu" - Almanaque Armorial. Rio de Janeiro: José Olympio, 2008, p. 209 - 210.

Ariano Suassuna - Foto: (...)

MOVIMENTO ARMORIAL
"A Arte Armorial Brasileira é aquela que tem como traço comum principal a ligação com o espírito mágico dos "folhetos" do Romanceiro Popular do Nordeste (Literatura de Cordel), com a Música de viola, rabeca ou pífano que acompanha seus "cantares", e com a Xilogravura que ilustra suas capas, assim como com o espírito e a forma das Artes e espetáculos populares com esse mesmo Romanceiro relacionados."
- Ariano Suassuna, em 'Jornal da Semana', 20 de maio de 1975.

Movimento Armorial
O Movimento Armorial surgiu sob a inspiração e direção de Ariano Suassuna, com a colaboração de um grupo de artistas e escritores da região Nordeste do Brasil e o apoio do Departamento de Extensão Cultural da Pró-Reitoria para Assuntos Comunitários da Universidade Federal de Pernambuco.
Teve início no âmbito universitário, mas ganhou apoio oficial da Prefeitura do Recife e da Secretaria de Educação do Estado de Pernambuco.
Foi lançado oficialmente, no Recife, no dia 18 de outubro de 1970, com a realização de um concerto e uma exposição de artes plásticas realizados no Pátio de São Pedro, no centro da cidade.
Seu objetivo foi o de valorizar a cultura popular do Nordeste brasileiro, pretendendo realizar uma arte brasileira erudita a partir das raízes populares da cultura do País.
Segundo Suassuna, sendo "armorial" o conjunto de insígnias, brasões, estandartes e bandeiras de um povo, a heráldica é uma arte muito mais popular do que qualquer coisa. Desse modo, o nome adotado significou o desejo de ligação com essas heráldicas raízes culturais brasileiras.
O Movimento tem interesse pela pintura, música, literatura, cerâmica, dança, escultura, tapeçaria, arquitetura, teatro, gravura e cinema.
Uma grande importância é dada aos folhetos do romanceiro popular nordestino, a chamada literatura de cordel, por achar que neles se encontram a fonte de uma arte e uma literatura que expressa as aspirações e o espírito do povo brasileiro, além de reunir três formas de arte: as narrativas de sua poesia, a xilogravura, que ilustra suas capas e a música, através do canto dos seus versos, acompanhada por viola ou rabeca.
Alfabeto Armorial, criado por Ariano Suassuna
São também importantes para o Movimento Armorial, os espetáculos populares do Nordeste, encenados ao ar livre, com personagens míticas, cantos, roupagens principescas feitas a partir de farrapos, músicas, animais misteriosos como o boi e o cavalo-marinho do bumba-meu-boi.
O mamulengo ou teatro de bonecos nordestino também é uma fonte de inspiração para o Movimento, que procura além da dramaturgia, um modo brasileiro de encenação e representação.
Congrega nomes importantes da cultura pernambucana. Além do próprio Ariano Suassuna, Francisco Brennand, Raimundo Carrero, Gilvan Samico, entre outros, além de grupos como o Balé Armorial do Nordeste, a Orquestra Armorial de Câmara, a Orquestra Romançal e o Quinteto Armorial.
** Fonte: GASPAR, Lúcia. Movimento Armorial. Pesquisa Escolar Online, Fundação Joaquim Nabuco, Recife.


“Em nosso idioma, “armorial” é somente substantivo. Passei a empregá-lo também como adjetivo. Primeiro, porque é um belo nome. Depois, porque é ligado aos esmaltes da Heráldica, limpos, nítidos, pintados sobre metal, ou por outro lado, esculpidos em pedra, com animais fabulosos, cercados por folhagens, sóis, luas e estrelas. Foi aí que, meio sério, meio brincando, comecei a dizer que tal poema ou tal estandarte de cavalhada era “armorial”, isto é, brilhava em esmaltes puros, festivos, nítidos, metálicos e coloridos, como uma bandeira, um brasão ou um toque de clarim. Lembrei-me, aí, também, das pedras armoriais dos portões e frontadas do Barroco brasileiro, e passei a estender o nome à Escultura com a qual sonhava para o Nordeste. Descobri que o nome “armorial” servia, ainda, para qualificar os “cantares” do Romanceiro, os toques de viola e rabeca dos Cantadores- toques ásperos, arcaicos, acerados como gumes de faca-de-ponta, lembrando o clavicórdio e a viola-de-arco da nossa Música barroca do século XVIII."
- Ariano Suassuna, em "O Movimento Armorial". Recife, Universidade Federal de Pernambuco, Ed. Universitária, 1974, p.9.


Grupos do movimento
Orquestra Armorial de Câmara
Cussy de Almeida e Orquestra
A Orquestra Armorial de Câmara é uma das primeiras expressões do Movimento Armorial. O seu concerto inaugural foi no dia 21 de agosto de 1970, na igreja São Pedro dos Clérigos, em Recife, com a realização de um concerto da Orquestra Armorial e uma exposição de artes plásticas, (meses antes da inauguração oficial do movimento. 
A Orquestra era vinculada ao Conservatório Pernambucano de Música. Era regida por Cussy de Almeida e tinha como spalla o chileno Rafael Garcia. Sua formação se inspirou no terno de Mestre Ovídio, composto de dois pífanos e duas rabecas. A Orquestra tinha, então, duas flautas, representando os dois pífanos do terno, um violino e uma viola de arco, representando as rabecas e a zabumba.
Mas houve uma cisão no Movimento Armorial, deflagrada por um desentendimento entre seus fundadores, Ariano Suassuna e Cussy de Almeida. Suassuna sempre desejou que a Orquestra tivesse instrumentos realmente populares, como pífano e rabeca, e Cussy resistia a isso, argumentando que os instrumentos eruditos davam mais uniformidade à música, principalmente porque possuem afinação mais precisa. Então, Ariano fundou o Quinteto Armorial, e Cussy seguiu com a Orquestra Armorial. Esse disco, gravado em 1979, traz a concepção dele do Movimento Armorial; então, ele tem um som bem orquestral. Destaco a faixa 1 do lado B, Mulher Rendeira.
** Link para baixar o LP Orquestra Armorial, vol 4.
Fonte: Acervo Origens
A Orquestra Armorial de Câmera, sob regência e direção de Cussy de Almeida, realizou mais de 600 concertos no Brasil.
1º LP (vinil)
Orquestra Armorial (Stéreo). vol. 1,Continental, 1975. 
Músicas 
1) Abertura (Cussy de Almeida) 
2) Galope (Guerra Peixe) 
Capa do 1º LP da "Orquestra Armorial", 1975.
Arte de Gilvan Samico
3) Ciranda armorial (Jose Tavares de Amorim)
4) Nordestinados (Cussy de Almeida) 
5) Repentes (Antonio Jose Madureira)
6) Terno de pífanos (Clóvis Pereira) 
7) Aboio (Cussy de Almeida) 
8) Mourão (Guerra Peixe) 
9) Pífanos em dobrado (Jose Tavares Amorim) 
10) Sem lei nem rei - 1º. Movimento (Capiba) 
11) Kyrie (Cussy de Almeida) 
12) Abertura (Cussy de Ameida) 
Ficha técnica
Produtor fonográfico: Discos Continental 
Coordenação geral: Ramalho Neto 
Assistente de produção: Waldemar Farias 
Estúdio de gravação: Conservatório Pernambucano de Música - Recife 
Técnico de gravação: Aloísio Mello
Equalização: Estúdios Haway 
Arte da capa: Ariano Suassuna 
Texto da contra capa: Ariano Suassuna 
Regências: Cussy de Almeida
Fonte: Luiz Américo, A história da MPB - 100 discos fundamentais da música popular brasileira.

LPs (vinil)
Chamada, Orquestra Armorial. vol. 2, Continental, 1975.
Gavião, Orquestra Armorial. Vol. 3, Continental, 1976.
Orquestra Armorial. vol. 4, Continental, 1979.
Orquestra Armorial. Rio de Janeiro: Sony Music, 1994. (Disponível Música UFRN).



Quinteto Armorial
O Quinteto Armorial, grupo de música instrumental brasileiro formado em Recife em 1970, gravaram quatro LPs até o final do grupo, em 1980. O Quinteto Armorial surgiu no contexto do Movimento Armorial, idealizado pelo escritor Ariano Suassuna, que abrigou entre suas manifestações trabalhos nas áreas da gravura, pintura, tapeçaria, cerâmica, escultura, poesia, romance, teatro e música.
Quinteto Armorial: Antonio, Egildo, Antônio Nóbrega, Fernando e Edinilson
Antônio José Madureira, convidado em 1970 por Ariano Suassuna para liderar o Quinteto Armorial, descreve assim a proposta do grupo: "fazer uma música popular com elementos eruditos".
Sua obra propõe um diálogo entre o cancioneiro folclórico medieval e as práticas criativas dos cantadores nordestinos e seus instrumentos musicais tradicionais.
A seleção de instrumentos musicais com que o grupo trabalhava era condizente com sua proposta de síntese, composta tanto por rabeca, pífano, viola caipira, violão e zabumba quanto por violino, viola, e flauta transversal.
Integrantes do quinteto:
. Antônio José Madureira
. Egildo Vieira do Nascimento
. Antônio Nóbrega
. Fernando Torres Barbosa
. Edison Eulálio Cabral
Discografia:
Do romance ao galope nordestino. Marcus Pereira. 1974.
Aralume. Marcus Pereira. 1976.
Quinteto Armorial. Marcus Pereira. 1978.
Sete flechas. Marcus Pereira. 1980.

Ponteio Acutilado, Quinteto Armorial - Álbum
 'Do romance ao galope nordestino', 1974


Cantiga, Quinteto Armorial - Álbum 'Sete flechas', 1980. 


Orquestra Romançal
“Foi sob o nome de “Romançal”, que Suassuna encamparia uma outra experiência de orquestra com a concepção armorial de música. Parecia que a luta pela denominação de Armorial para a criação de uma outra orquestra enfim terminara. Recordando a tradição medieval ibérica, e tentando estabelecer novamente o elo entre o popular e o erudito, o escritor Ariano Suassuna explicava a escolha do nome Romançal: “romance ou romanço, era aquele amálgama de dialetos do latim “mal-falado” e popular que deu origem às línguas românicas ou neo-latinas, inclusive o português, o provençal, o espanhol e o galego”. “Na Idade Média – acrescentou – convive uma cultura erudita, com livros escritos em Latim, e, ao ladodela, a poesia popular cantada em romance, isto é, em provençal, em espanhol, no dialeto galaico – português etc. É o tempo das cantigas e canções-de-gesta, compostas e cantadas sobre Carlos Magno e os Doze Pares da França, a Demanda do Santo Graal, o Cid, sobre Reis mouros como Abenémar, e os Cavaleiros cristãos como Galaaz (…). Logo, por economia, esses poemas, ao mesmo tempo líricos e épicos, escritos em romance passam a ser chamados somente de romances, e o nome se estende a toda a literatura narrativa em prosa ou em verso; são os romances de cavalaria, escritos em prosa, e as gestas, dos trovadores e troveiros, escritos em verso”.
A Orquestra Romançal Brasileira, rastreando as origens do romanceiro popular nordestino, encontrava o romanceiro popular ibérico. Mais uma vez a música brasileira erudita, com base nas raízes populares nordestinas, era traçada como ponto de partida. A “Romançal” apoaiva-se na experiência do Quinteto Armorial e tinha à frente o pesquisador e músico Antônio José Madureira.
Cussy de Almeida criticou a formação pouco clássica da Orquestra Romançal; numa alusão discreta e irônica ao escritor Ariano Suassuna, o músico ressaltou: “muita gente importante, de QI bastante alto, também pensa assim, esquecendo que música não se aprende na prática e sim nas bancas escolares, e assim mesmo com muito talento, força de vontade e excelentes mestres.”
Mas o caso não era de meros “caprichos” pessoais. Havia propostas divergentes, que não se coadunavam num mesmo espaço de criação, ainda que estivessem sob a estrutura de uma “orquestra”. Em 18 de dezembro de 1975, a orquestra Romançal fazia sua estréia no Teatro Santa Isabel, em Recife. Enfatizando os instrumentos populares, o repertório era formado de quatro composições de Antônio José Madureira e três músicas de compositores anônimos do século XVI, de origem ibérica. A preocupação do escritor Ariano Suassuna com as “raízes” da cultura brasileira o faria insistir: “resta indagar se, assim não estamos lembrando demais a raiz ibérica, e deixando de lado a negra e a indígena, tão importantes para a cultura brasileira. A meu ver, não. Primeiro, quem diz ibérico, diz também mouro e judaico, como também recorda imediatamente a profunda influencia da cultura norte-africana na Península Ibérica. Depois, se a orquestra se chama Romançal, chama-se também Brasileira – e aí estão incluídos necessariamente o elemento mouro-africano e o indígena. Recorde-se que na Península Ibérica, a língua dos Ciganos é o romani, e que foram os Ciganos – como tão bem Garcia Lorca soube entender – os principais responsáveis pelo trabalho de revitalização e recriação do Romanceiro espanhol medieval, dando-lhe, neste século, uma nova interpretação”.
Fonte: DIDIER, Maria Thereza. Emblemas da sagração Armorial - Ariano Suassuna e o Movimento Armorial 1970-1976. Recife: Editora Universitária UFPE, 2000.
** Leia mais em Armorial - Os Romançais


Quarteto Romançal
O Quarteto Romançal aparece apenas em 1997, na era da globalização, com o objetivo de se aprofundar na proposta armorial, e tornar universais as novas peças musicais. O primeiro passo foi dar uma feição mais erudita ao grupo. Saíram a viola e o marimbau; entrou o violoncelo. Os temas idealizados poderiam ser interpretados por quaisquer músicos em qualquer parte do mundo, e isso foi tido como um primeiro amadurecimento da concepção original.
Capa do CD "Ancestral", do Quarteto Romançal
Em março daquele mesmo ano, Antonio Madureira (violão), Sérgio Campelo (flautas), Agláia Costa (violino e rabeca) e João Carlos Araújo (cello) seguiram para Oslo, Noruega, para gravar o primeiro álbum, Romançal. O disco, lançado no Brasil pelo selo de Zoca, o Ancestral, é bastante eclético. Faz releituras da obra do Quinteto Armorial, e mostra a influência apreendida com as pesquisas dos integrantes sobre as músicas tradicionais nordestinas, como os temas do século passado feitos para retreta, repentes, elementos ibéricos (caso da Nau), a herança medieval (Romaria) e até moura. “Era mais ou menos um ‘leque’ que se abria, mostrando os caminhos que o Romançal poderia percorrer”, explica Zoca.
“O segundo álbum tem uma temática central voltada para a música sagrada dos povos nordestinos, criando alegoricamente o sincretismo religioso que seria a ‘Ave dos Três Punhais’”, define o maestro. “Ela é a inspiração do trabalho”.
No Reino da Ave dos Três Punhais é uma referência direta a uma gravura do artista Gilvan Samico, maior representante das artes plásticas no gênero armorial. A obra de Samico que ilustra o encarte representa o Brasil (o Reino), Nossa Senhora (a Ave) e a tríade Pai, Filho e Espírito Santo (os Três Punhais) – um conjunto que bem se harmoniza com as peças executadas pelo Romançal, que recriam a celebração sacra de índios, negros, portugueses e de uma alma sincrética possível entre os herdeiros desta nação.
Fonte: TOLEDO, Marcos. "Música sagrada para um novo milêncio". Recife: Jornal do Commercio, Caderno C, 31.7.2000.
Integrantes do Grupo
. Antonio José Madureira (violão), 
. Aglaia Costa (violino), 
. Fabiano Meneses (violoncelo) e
. Fernando Farias (flautas).
Discografia
Ancestral. Secretaria de Cultura do Estado de Pernambuco, 1997.
Tríptico: No reino da Ave dos Três Punhais, Independente, 1999.



Balé Armorial do Nordeste
O Balé Armorial do Nordeste passou a existir, oficialmente, quando foi assinado o termo de compromisso entre seu idealizador, Ariano Suassuna, Flávia Barros e todos os componentes que fariam parte do Balé Armorial, exatamente no dia 01 de julho de 1975. O elenco contava com bailarinos e bailarinas, e foi completado com integrantes da Escola de Educação Física sem conhecimento de técnica de balé moderno ou contemporâneo. Vale ressaltar que desde 1974, Flávia Barros realizava uma pesquisa sobre a dança dos folguedos populares tais como pastoril, caboclinhos e bumba-meu-boi, inclusive o Boi Misterioso de Afogados, do mestre Capitão Antônio Pereira. 
Flávia Barros, comenta como iniciou o processo de trabalho do Balé: 
"Parti do que já conhecia para um trabalho difícil de técnica básica para o conhecimento e evolução dos movimentos necessários ao estilo de coreografia que seria mais adequado à estética armorial reconhecida pelas referências ibéricas e mouras na sua constituiçõa. Um trabalho básico de balé, ritmo, composição, coreográfica espontâneas com grupos de bumba-meu-bois, de personagens como Mateus e Catirina e outros folguedos populares. A música do Quinteto Armorial, executada ao vivo pelo próprio quinteto foi muito adequado. Assim, trabalhamos o texto que Ariano Suassuna criou, nascendo o espetáculo "Iniciação Armorial aos Mistérios do Boi de Afogados", com figurinos e cenários de Bernardo Dimenstein. A temporada no Teatro Santa Isabel teve lotação esgotada toas as noites."
Ficha técnica
Espetáculo: Iniciação Armorial aos Mistérios do Boi de Afogados
Data estréia: 13 de junho de 1976
Local: Teatro Santa Isabel, em Recife/PE
Texto: Ariano Suassuna
Pesquisa, coreografia e direção: Flávia Barros
Figurinos e cenários: Bernardo Dimenstein

Bibliografia consultada
ALOAN, Rafael Borges. A organologia e a adaptação timbrística na música armorial. IV Encontro de história da arte – IFCH / UNICAMP, 2008. Disponível no link. (acessado em 28.09.2013).
GASPAR, Lúcia. Movimento Armorial. Pesquisa Escolar Online, Fundação Joaquim Nabuco, Recife. Disponível no link. (acessado 21.9.2013).
PINTO, Egon Prates. Armorial Brazileiro. Iluminuras de L. G. Loureiro. Rio de Janeiro: Edição Suplementar da Revista da Semana, [19--?].
SUASSUNA, Ariano. O Movimento Armorial. Recife: Universidade Federal de Pernambuco, 1974.
SUASSUNA, Ariano. Almanaque Armorial. [organização Carlos Newton de Souza Lima Júnior]. Editora: Ljoe, 2008.
SUASSUNA, Ariano. Antônio Madureira. Publicado no jornal ‘A Noticia’, Santa Catarina, 9/3/1999. Disponível no link. (acessado 21.9.2013).
WOITOWICZ, Karina Janz. O som popular e erudito do Quarteto Romançal. in Revista Internacional de Folkcomunicação (edição eletrônica). nº 7. Disponível no link. (acessado 28.9.2013).
LIMA, Ana Paula Campos. O Movimento Armorial e suas fases (introdução). Unicap. Disponível no link. (acessado 21.9.2013).
** Obs.: Ver outras referências bibliográficas sobre o Movimento Armorial na “Fortuna Crítica” nesta página.

Insígnia astrológica de Dom Pedro Dinis Quaderna, o decifrador - em
A Pedra do Reino, de Ariano Suassuna


"[…] no meu Catolicismo, os bichos que servem de insígnia ao Divino são todos rigorosamente brasileiros e sertanejos. Por exemplo: na minha linguagem nunca entram leões ou águias, bichos estrangeiros, mas sim Onças e Gaviões. Ora além dessa fidelidade brasileira e sertaneja, sempre achei essa história de representar o Espírito Santo por uma pombinha meio inapropriada. Fique logo claro que o Espírito Santo não tem nada com isso: a culpa é de quem inventou! Essa história da “pombinha” não tem nada de Profecia-sertaneja, é idiotice desses Profetas do estrangeiro! É por isso que, no meu catolicismo-sertanejo, o Espírito Santo é um Gavião, o bicho macho e sangrador, e não essa pombinha que sempre me pareceu meio sem
graça. Segundo nossas crenças, Sr. Corregedor, foi a Onça Malhada do Sol Divino que nos fez a mim e ao Mundo, segundo sua própria imagem."
- Ariano Suassuna, em "Romance d'A Pedra do Reino e o príncipe do sangue do vai-e-volta". 8ª ed., Rio de Janeiro: José Olympio, 2006., p. 562.


Ariano Suassuna - Foto: (...)


TEATRO
Peça: O Santo e a Porca              
Local: São Paulo SP - Teatro Sesc Anchieta
Ano: s/data       
Autoria: Ariano Suassuna
Direção: Silnei Siqueira
Elenco: Kito Junqueira


Peça: Uma Mulher Vestida de Sol         
Local: Recife/PE
Ano: 1947
Autoria: Ariano Suassuna
Prêmio do Teatro do Estudante de Pernambuco, TEP.


Peça: Cantam as Harpas de Sião           
Local: Recife PE
Ano/data: 18/ 9/ 1948
Autoria: Ariano Suassuna
Direção: Hermilo Borba Filho
Cenografia e Figurino: Aloísio Magalhães
Iluminação: Salustiano Gomes Lins
Elenco: Ana Canen (Maria); Edson Nery da Fonseca (Anunciador); Genivaldo Wanderley (Antônio); José Guimarães Sobrinho (Capitão); e Luiz Espíndola (Pai).
Produção: Teatro do Estudante de Pernambuco


Ariano Suassuna, por Head
Peça: Os Homens de Barro        
Local: Recife PE
Ano: 1949
Autoria: Ariano Suassuna


Peça: Auto de João da Cruz       
Local: Recife PE
Ano: 1950
Autoria: Ariano Suassuna
Prêmio
- Prêmio Martins Pena


Peça: Torturas de um Coração                
Local:   
Ano: 1951
Autoria: Ariano Suassuna
Direção: Ariano Suassuna


Peça: O Arco Desolado
Local: Recife PE
Ano: 1952
Autoria: Ariano Suassuna


Peça: O Castigo da Soberba     
Local: Recife PE
Ano: 1953
Autoria: Ariano Suassuna


Peça: O Rico Avarento 
Local: Recife PE
Ano: 1954
Autoria: Ariano Suassuna


Peça: Auto da Compadecida    
Local: Recife PE - Teatro de Santa Isabel               
Ano/Data: 11/ 9/ 1956
Autoria: Ariano Suassuna
Direção: Clênio Wanderley
Cenografia: Aloísio Magalhães
Figurino: Victor Moreira
Elenco: Alberique Farias (O Sacristão); Artur Rodrigues (O Cangaceiro); Clênio Wanderley (Chicó); Eutrópio Gonçalves (O Bispo); Ilva Niño (Mulher do Padeiro); José Gonçalves (Manuel); José Pimentel (Antonio Moraes e o Encourado); José Pinheiro (Palhaço); Luiz Mendonça (O Padeiro); Mário Boa Vista (O Cangaceiro); Octávio Catanho (Severino do Aracaju); Ricardo Gomes (João Grilo); Sandoval Cavalcanti (O Padre); e Socorro Raposo (A Compadecida).
Produção: Teatro Adolescente do Recife
Prêmio
- Medalha de ouro do 1º Festival de Amadores Nacionais, da Associação Paulista de Críticos Teatrais - APCT, para Ariano Suassuna;
- Medalha de ouro do 1º Festival de Amadores, da Associação Paulista de Críticos Teatrais - APCT, para Ilva Niño;
- Medalha de ouro do 1º Festival de Amadores Nacionais, da Associação Paulista de Críticos Teatrais - APCT, para Clênio Wanderley.


Peça: Auto da Compadecida    
Local: São Paulo SP - Teatro Natal             
Ano/Data: 11/ 3/ 1957
Autoria: Ariano Suassuna
 Direção: Hermilo Borba Filho
Cenografia e figurino: Antônio Faria
Elenco: Ângelo Diaz (Frade); Armando Bógus (João Grilo); Cici Pinheiro (Mulher do Padeiro); Consuelo Leandro Córdula Reis (Nossa Senhora); Dalmo Ferreira (Encourado - diabo); Felipe Carone (Padre João); Jorge Nader (Cabra); José Pinheiro (Palhaço); Milton Gonçalves (Demônio); Milton Ribeiro Manuel (Nosso Senhor Jesus Cristo); Nélson Duarte (Chicó); Samuel dos Santos (Sacristão); Taran Dach (Padeiro); Thales Maia (Bispo); Theotônio Pereira (Antônio Morais); e Zeluiz Pinho (Severino do Aracajú).
Produção: Studio Teatral Nélson Duarte
Prêmio
- Prêmio Saci, para Ariano Suassuna;
- Prêmio Associação Paulista de Críticos Teatrais - APCT, para Ariano Suassuna.


Peça: O Homem da Vaca           
Local: Recife PE
Ano: 1958
Autoria: Ariano Suassuna


Peça: O Poder da Fortuna          
Local: Recife PE
Ano: 1958
Autoria: Ariano Suassuna


Peça: Auto da Compadecida    
Local: Caruaru PE
Ano: 1958          
Autoria: Ariano Suassuna
Direção: Luiz Mendonça
Elenco: Luiz Mendonça


Peça: O Santo e a Porca              
Local: Rio de Janeiro RJ - Teatro Dulcina                
Ano/Data: 5/ 3/ 1958
Autoria: Ariano Suassuna
Direção                Ziembinski
Cenografia e figurino: Gianni Ratto
Elenco: Cacilda Becker (Margarida); Cleyde Yáconis (Caroba); Fredi Kleemann (Dodó); Jorge Chaia (Eudoro Vicente); Kleber Macedo (Benona); Walmor Chagas (Pinhão); e Ziembinski (Eurico Árabe).
Produção: Teatro Cacilda Becker
Prêmio
- Prêmio Associação Paulista de Críticos Teatrais - APCT, para Ariano Suassuna.
- Premio Governador do estado, melhor atriz, para Cleyde Yáconis
- Prêmio Padre Ventura, do Círculo Independente de Críticos Teatrais, para Walmor Chagas.


Peça: O Casamento Suspeitoso              
Local: São Paulo SP
Ano: 1958
Autoria: Ariano Suassuna
Direção: Hermilo Borba Filho
Elenco: Sergio Cardoso
Produção: Companhia Nydia Licia - Sergio Cardoso
Prêmio
- Prêmio Vânia Souto de Carvalho.


Peça : Auto da Compadecida
Local: Recife PE
Ano: 1958
Autoria: Ariano Suassuna
Direção: Cacilda Becker
Elenco: Cacilda Becker; Célia Helena; Stênio Garcia; e Walmor Chagas
Produção: Teatro Cacilda Becker


Peça: Auto da Compadecida
Local: Rio de Janeiro RJ
Ano: 1960
Autoria: Ariano Suassuna
Direção: Dulcina de Moraes
Produção: Fundação Brasileira de Teatro


Peça: O Santo e a Porca
Local: Portugal
Ano: 1960
Autoria: Ariano Suassuna
Direção: Ziembinski
Elenco: Stênio Garcia
Produção: Teatro Cacilda Becker


Peça: A Compadecida  
Local: Rio de Janeiro RJ                  
Ano: 1960
Autoria: Ariano Suassuna
Direção: Dulcina de Moraes
Elenco: Yolanda Cardoso
Produção: Fundação Brasileira de Teatro


Peça: A Pena e a Lei      
Local: Recife PE - Teatro do Parque         
Ano/Data: 2/ 2/ 1960
Autoria: Ariano Suassuna
Direção: Hermilo Borba Filho
Cenografia e figurino: Janice Lôbo
Trilha sonora: Capiba
Elenco: Aloísio Carvalho (Mateus); Clênio Wanderley (Cabo Rosinha); Fernando Selva (João Benício); Geninha Sá da Rosa Borges (Cheirosa e Marieta); Hiram Pereira (Padre Antônio); Joel Pontes (Joaquim); José Pimentel (Benedito); Leonel Albuquerque (Pedro); Luigi Spreafico (Cheiroso e Cristo); e Otávio da Rosa Borges (Vicentão Borrote).
Produção: Teatro Popular do Nordeste
Prêmio
 - Prêmios Samuel Campelo e Associação dos Cronistas Teatrais de Pernambuco -ACTP, para Hermilo Borba Filho.


Ariano Suassuna, por Junior Lopes
Peça: A Farsa da Boa Preguiça
Local: Recife PE - Teatro de Arena do Recife       
Ano/Data: 24/ 1/ 1961
Autoria: Ariano Suassuna
Direção: Hermilo Borba Filho
Cenografia e figurino: Francisco Brennand
Trilha sonora: Capiba
Elenco: Clênio Wanderley; Germano Haiut; e José Pimentel.
Produção: Teatro de Arena do Recife



Peça: O Marido Domado           
Local: Paris (França) - Maison du Brésil (Paris, França)
Ano: 1961
Autoria: Ariano Suassuna
Direção: Geninha Sá da Rosa Borges
Elenco: Geninha Sá da Rosa Borges (Marieta e Cheirosa); e Otávio da Rosa Borges (Vicentão).
Produção: Geninha Sá da Rosa Borges e Otávio da Rosa Borges


Peça: O Processo do Diabo. A Caseira e a Catarina       
Local: Recife PE - Teatro do Parque         
Ano: 24/ 10/ 1961
Autoria: Ariano Suassuna
Direção: Hermilo Borba Filho
Assistente de Direção: Ubirajara Galvão
Cenografia e figurino: Ubirajara Galvão
Trilha sonora: Capiba
Elenco: Carlos Reis (Manuel Souza); Clênio Wanderley (Severino Bisaquinho); Ivan Soares (Frei Roque); Joel Pontes (Orlando Sapo); José Pimentel (Pedro Cego); Leda Alves (Júlia); Leonel Albuquerque (Ivo); Maria de Jesus Porto Carreiro (Carmelita); e Marlene Gouveia (Adélia).
Produção: Teatro Popular do Nordeste


Ariano Suassuna, por Liberati
Peça: A Caseira e a Catarina    
Local: Recife PE
Ano: 1962
Autoria: Ariano Suassuna
Direção: Hermilo Borba Filho


Peça: Auto da Compadecida
Local: Rio de Janeiro RJ
Ano: 1964
Autoria: Ariano Suassuna
Direção: Luiz Mendonça
Produção: Grupo Chegança


Peça: A Pena e a Lei
Local: São Paulo SP
Ano/Data: 31/ 5/ 1964
Autoria: Ariano Suassuna
Direção: Antônio Abujamra
Cenografia e figurino: Wladimir Pereira Cardoso
Elenco: Alvim Barbosa; Ana Maria Cerqueira Leite (substituição); Anthero de Oliveira; Ary Toledo; Claudio Mamberti; Clovis Bueno; Edgard Franco Fauzi Arap; Ivonnete Vieira; Linneu Dias (substituição); Nilda Maria; Pedro Bandeira (substituição); Ricardo de Luca; e Zeluiz Pinho.
Produção: Ruth Escobar - Teatro Popular Nacional
Prêmio
- Premiado no Festival Latino-Americano de Teatro em 1969.


Peça: Auto da Compadecida    
Local: Rio de Janeiro RJ                  
Ano: 1965
Autoria: Ariano Suassuna
Direção: Luiz Mendonça
Produção: Teatro Operário de São Cristóvão


Peça: Mestre Gil Quinhentão   
Local: Rio de Janeiro RJ
Ano: 1965
Autoria: Ariano Suassuna; Bertolt Brecht; Gil Vicente e Martins Pena
Direção: Luís de Lima
Elenco: Glauce Roch


Peça: O Santo e a Porca              
Local: Curitiba PR
Ano: 1968
Autoria: Ariano Suassuna
Direção: Sale Wolokita
Figurino: Ileana Kwasinski
Produção: Teatro de Comédia do Paraná


Peça : Farsa da Boa Preguiça   
Local: Recife PE - Teatro Popular do Nordeste
Ano: 1969
Autoria: Ariano Suassuna
Direção: Hermilo Borba Filho
Assistente de direção: Lucide Reis
Adereço: Guita Charifker
Figurino: Janice Lôbo
Iluminação: Wellington Lima
Trilha sonora: Sebastião Vilanova
Elenco: Carlos Reis (Manuel Carpinteiro); Dóris Gibson (Andreza, a Cancoalha); Evandro Campêlo (O Cão Coxo); Fernando Augusto Gonçalves (O Cão Caolho - substituição); João Ferreira (Joaquim Simão); Leda Alves (Clarabela); Lúcio Lombardi (O Cão Caolho); Luiz Maurício Carvalheira (Aderaldo Catacão); Maurício Borges (Miguel Arcanjo); Rubens Teixeira (Simão Pedro); Rute Bandeira (Nevinha).


Ilustração Eric Lenat, in catalogo da peça
 A pedra do Reino, de Antunes Filho
Peça : Auto da Compadecida   
Local: São Paulo SP          
Ano: 1972
Autoria: Ariano Suassuna
Direção: João Cândido
Elenco: Luiz Damasceno


Peça: Torturas de um Coração 
Local: Recife PE
Ano: 1972
Autoria: Ariano Suassuna
Direção: José Francisco Filho
Produção: Universidade Católica de Pernambuco (Recife, PE)


Peça: A Caseira e a Catarina    
Local: Maceió AL             
Ano: 1975
Autoria: Ariano Suassuna
Direção: Hermilo Borba Filho
Assistente de Direção: Lúcio Lombardi
Figurino: Lúcia Neuschwander Lombardi
Iluminação: Leandro Filho
Trilha sonora: Zoca Madureira
Elenco: Carlos Reis (Orlando Sapo); Ednaldo Lucena (Severino); Germano Haiut (Frei Roque); Leda Alves (Parteira); Lúcio Lombardi (Ivo); Luiz Maurício Carvalheira (Manuel); Maria de Jesus Baccarelli (Catarina); e Rute Bandeira (Mulher do Porco).
Produção: Teatro Popular do Nordeste


Peça: A Farsa da Boa Preguiça
Local: Rio de Janeiro RJ
Ano: 1975
Autoria: Ariano Suassuna
Direção: Luiz Mendonça
Elenco: Milton Gonçalves
Produção: Grupo Chegança


Peça: Auto da Compadecida
Local: Brasília DF - Teatro Galpãozinho (Brasília, DF)
Ano: 1976
Autoria: Ariano Suassuna
Produção: Companhia do Gesto


Peça: Auto da Compadecida    
Local: São Paulo SP
Ano: 1981
Autoria: Ariano Suassuna
Direção: Ednaldo Freire
Produção: Fraternal Companhia de Arte e Malas-Artes


Peça: O Marido Domado           
Local: São Paulo SP
Ano: 1984
Autoria: Ariano Suassuna
Direção: Geninha Sá da Rosa Borges
Elenco: Geninha Sá da Rosa Borges e Germano Haiut


Peça: O Santo e a Porca              
Local: São Paulo SP
Ano: 1986
Autoria: Ariano Suassuna
Direção: Ednaldo Freire
Produção: Fraternal Companhia de Arte e Malas-Artes


Ariano Suassuna, por William
Peça: Torturas do Coração
Local: Rio de Janeiro RJ
Ano: 1987
Autoria: Ariano Suassuna
Direção: Guti Fraga
Produção: Nós do Morro


Peça: As Conchambranças de Quaderna
Local: Recife PE - Teatro Waldemar de Oliveira
Ano: 1988
Autoria: Ariano Suassuna


Peça: O Santo e a Porca              
Local: Rio de Janeiro RJ
Ano: 1989
Autoria: Ariano Suassuna
Direção: Walmor Chagas
Elenco: Ítalo Rossi e Zezé Polessa


Peça: O Santo e a Porca              
Local: São Paulo SP
Ano: 1991
Autoria: Ariano Suassuna
Direção: Ricardo Karman
Produção: Kompanhia Teatro Multímidia de São Paulo


Peça: A Inconveniência de Ter Coragem             
Local: Rio de Janeiro RJ
Ano: 1993
Autoria: Ariano Suassuna
Direção: Luiz Mendonça
Produção: Enteatrados de Ramos


Peça: E Deus Criou a Varoa       
Local: Teatro TAIB            
Ano/Data: 10/ 4/ 1994
Autoria: Ariano Suassuna; Balzac; Carlos Drummond de Andrade; Castro Alves; Cecília Meireles; Charles Dickens; Chico Buarque; Clarice Lispector; Elizabeth Barret Browning; Eurípides; Federico García Lorca; Gil Vicente; Gonçalves Dias; Joaquim Manoel de Macedo; Luís de Camões; Machado de Assis; Molière; Rachel de Queiroz e William Shakespeare
Adaptação e roteiro: Oscar Felipe
Direção: Alexandre Augusto
Figurino: Lisiete Navarro
Iluminação: Alexandre Nyuma e França
Direção musical: Alexandre Augusto
Elenco: Alexandre Augusto; Álvaro Paz; Carlinhos; Lisiete Navarro (Varoa); e Roberto Zeppelim
Produção: Cooper Teatro Oscar Felipe - Lucy Lima


Ariano Suassuna, por Baptistão
Peça : O Santo e a Porca             
Local: Rio de Janeiro RJ - Teatro da UFF                 
Ano: 1994
Autoria: Ariano Suassuna
Direção: Iris Gomes
Figurino: Ney Madeira


Peça: Torturas de um Coração                 
Local: Rio de Janeiro RJ
Ano: 1995
Autoria: Ariano Suassuna
Direção: Luiz Carlos Niño


Peça: Torturas de um Coração                 
Local: São Paulo SP
Ano: 1996
Autoria: Ariano Suassuna
Direção: Cristiane Paoli-Quito
Produção: Troupe de Atmosfera Nômade


Peça: A Pedra do Reino                              
Local: Recife PE               
Ano: 1997
Autoria: Ariano Suassuna
Direção: Romero de Andrade Lima


Peça: Auto da Compadecida    
Local: Rio de Janeiro RJ - Teatro Dulcina                
Ano: 1998
Autoria: Ariano Suassuna
Direção: Antônio Abujamra e João Fonseca
Cenografia: Renato Scripilliti
Figurino: Charles Möeller
Iluminação: Maneco Quinderé
Direção musical: Marco Abujamra
Elenco: Alberto Bruno; Cândida Sastre; Claudio Tizo; Guta Stresser; Humberto Câmara Netto; João Fonseca; Johaine Ildefonso; Marco Gerard; Marcos Corrêa; Marta Guedes; Mauro Marques; Nello Marrese; Paula Sandroni; Rafael Lourenço; Ricardo Souzedo; Rose Abdallah; e Thelmo Fernandes.
Produção: Os Fodidos Privilegiados


Peça: Contos de Taperoá           
Local: Recife PE               
Ano: 1998
Autoria: Ariano Suassuna
Cenografia: João Denys
Figurino: João Denys
Produção: Grupo de Teatro do Serviço Social da Indústria


O mundo de Ariano Suassuna, por Liberati
Peça: Coração Mamulengo
Local: Rio de Janeiro RJ - Espaço Cultural dos Correios (Rio de Janeiro, RJ)
Ano: 1999
Autoria: Ariano Suassuna
Direção: Carmem Leonora
Cenografia: Ney Madeira
Figurino: Ney Madeira
Direção musical: Marco Aureh


Peça: O Marco do Meio Dia      
Local: São Paulo SP - Sesc Vila Mariana  
Ano: 4/ 8/ 2000
Autoria: Antonio Nóbrega; Ariano Suassuna; Bráulio Tavares e Wilson Freire
Adaptação: Rosane de Almeida
Roteiro: Antonio Nóbrega e Rosane de Almeida
Direção: Antonio Nóbrega
Assistente de direção: Rosane de Almeida
Cenografia: Dantas Suassuna
Assistente de Cenografia: Laura Andreato
Figurino: Eveline Borges
Assistente de Figurino: Flávia Rocha
Iluminação: Marisa Bentivegna
Elenco: Antonio Nóbrega (Mestre-cantador) e Rosane de Almeida (Contramestra)
Produção: Brincante Produções Artistica e Silas Redondo


Peça: Presépio das Hilaridades Humanas         
Local: Brasília DF - Universidade de Brasília - UnB              
Ano: 2001
Autoria: Ariano Suassuna (A Pena e a Lei)
Adaptação: Marcus Vinícius de Almeida
Direção: Bárbara Tavares e Caísa Tibúrcio
Cenotécnica: Lamartine José Mansur
Efeitos especiais: Manuela Castelo Branco
Figurino: Albano Dias e Arlene Rezende
Iluminação: Caco
Maquiagem: Jesus Vivas e Marcus Vinícius de Almeida
Direção musical: George Dlugolenski Lacerda
Música: Carlos Eduardo Nunes Pinheiro (viola caipira, percussão e voz); Daniel Santiago; George Dlugolenski Lacerda; George Dlugolenski Lacerda (voz e percussão); Luciana de Oliveira Miranda Cruz (voz e percussão); Milena Tibúrcio de Oliveira Antunes Caetano; Milena Tibúrcio de Oliveira Antunes Caetano (violão, voz e percussão)
Preparação circense: Daniel Lacourt (Tecido)
Luciana Guimarães (Tecido)
Elenco: Abaeté Queiroz; Edson Duavy; Guilherme Carvalho; Gustavo Araujo; Marcus Vinícius; Moisés Vasconcellos; Nara Faria; Rosanna Viegas; e Willian Lopes.
Produção: Brasil no Palco; Companhia Ilimitada; eTeatro Universitário Candango
Fotografia: Dalton Camargos


Peça: O Santo e a Porca              
Local: São Paulo SP
Ano: 2002
Autoria: Ariano Suassuna           
Direção: Ricardo Karman


Peça: A Pena e a Lei      
Local: Rio de Janeiro RJ - Fundição Progresso      
Ano: 2003
Autoria: Ariano Suassuna
Direção: João Fonseca
Assistente de direção: Fabrício Belsoff e Moacyr Siqueira
Cenografia e figurino: Nello Marrese
Iluminação: Wilson Reiz
Trilha sonora: Daniel Belquer
Coreografia: Carla Martins e Johaine Ildefonso
Elenco: Aline Cruz; Aline de Araújo; Cristina Guimarães; Denise Pimenta; Diogo Queiroz; Gabriela Caffaro; Geísa Fröhlich; Karla Dalvi; Lola Borges; Luana Cabral; Marcéli Torquato; e Rita Fischer.
Produção: Casa das Artes de Laranjeiras


Peça: A Pedra do Reino               
Capa do catalogo da peça A pedra do reino,
ilustração Eric Lenat
Local: São Paulo SP - Teatro Sesc Anchieta           
Ano/Data: 21/ 7/ 2006
Autoria: Ariano Suassuna
Dramaturgia: Antunes Filho
Direção: Antunes Filho
Assistente de direção: César Augusto e Simone Iliescu
Adereço: Fábio Gasparim; Igor Nogueira Dib; Juvenal Parente; Tatiana Haumholter; e Victor Akkas (execução de bonecos, malas, estandartes e produção de objetos de cena)
Figurino: Juliana Fernandes
Assistente de figurino: Eric Lenate e Rosângela Ribeiro
Costureira: Maria De'l Carmen Zanardo; Neusa Luzindo; e Noeme Azevedo Figueira Costa.
Iluminação: Davi de Brito e Robson Bessa
Assistente de iluminação: Edson Fernandes
Direção musical:  Rhode Mark
Música: Grupo Macunaíma (Rapsódia Musical)
Músicas originais: Pedro Abhull ("quaderna" e "Onça Caetana")
Pesquisa musical: Raul Teixeira
Coreografia: Antunes Filho
Preparação corporal: Antunes Filho - Professora de mímica: Helena Figueira
Preparação vocal: Antunes Filho - Professora de canto: Sheila Assumpção
Elenco: Angélica Di Paula; Chantal Cidonio; Cláudio Cabral; Diogo Jaime; Eric Lenate; Erick Gallani; Geraldo Mario; Kokimoto Rocha; Leandro Paixão; Lee Taylor (Quaderna); Luiz Filipe Peña; Marcelo Villas Boas (Corregedor); Marcos de Andrade; Nara Chaib Mendes; Osvaldo Gazotti; Patrícia Carvalho; Pedro Abhull;Rhode Mark;Rodrigo Audi; Simone Iliescu; eVanessa Bruno
Produção: CPT - Centro de Pesquisa de Teatro
Produção executiva: Emerson Danesi
Fotografia: Emidio Luisi
Fonte e catalogo da peça em Acervo Digital Unesp - acesse o link


Peça: Auto da Compadecida    
Local: Rio de Janeiro RJ
Ano: 2007
Autoria: Ariano Suassuna
Direção: Leonardo Bricio e Pedro Mourthé
Cenografia: Leonardo Bricio
Figurino: Regina Carvalho e Sônia Tomé
Iluminação: Felipe Lourenço
Direção musical: Lincoln Vargas
Elenco: Adriana Albuquerque Lima; Allegra Ceccarelli; André Dale; Ariane Rocha; Cahuê Brício; Daniela Ocampo; Dé Silva; Eduardo Marchetti Rios; Flora Diegues; George Sauma; Isabela Camero; João Catraio Aguiar; João Luiz Ramos; Laura Araújo; Lourenço Monte-Mór; Luiz Ludwig; Luiza Azeredo; Marcel Octávio; Maria Antonia; Nandda Monteiro; Nicolas Bartolo; Pedro Tomé; Priscilla Jager; Rafael Queiroga; Raiani Albuquerque; Roberta Cecconello; Rodrigo de Arruda Oliveira; Rodrigo Souza Machado; Saulo Arcoverde; Thaissa Yumi; e Thiago Marinho.
Produção: O Tablado


Peça: A Pena e a Lei
Ariano Suassuna, por (...)
Leitura dramatizada
Local: Rio de Janeiro RJ - Arte SESC Flamengo
Ano: 2007
Direção: Tessy Callado


Peça: A Farsa da Boa Preguiça
Leitura dramatizada
Local: Rio de Janeiro RJ - Arte SESC Flamengo
Ano: 2007
Direção: Aderbal Freire Filho.


Peça: A História de Amor de Romeu e Julieta
Local: Rio de Janeiro RJ - Arte SESC Flamengo
Ano: 2007
Produção: Grupo Confraria da Paixão - RJ


Peça: Ariano
Sinopse: uma saga poética em que o jovem Ariano. o espetáculo é repleto de simbologias, misturando referências à biografia de Suassuna com personagens de suas obras.
Local: Rio de Janeiro RJ - CCBB
Ano: 2007
Direção: Gustavo Paso
Texto: Gustavo Paso e Astier Basílio
Elenco: Gustavo Paso
Produção: Companhia Teatral Epigenia Arte Contemporânea


Peça: O Santo e a Porca
Local: Rio de Janeiro RJ - Teatro Sesi       
Ano: 2008
Autoria: Ariano Suassuna
Direção: João Fonseca
Cenografia: Nello Marrese
Figurino: Ney Madeira
Iluminação: Rogério Wiltgen
Trilha sonora: Wagner Campos
Elenco: Armando Babaioff; Duaia Assumpção; Elcio Romar; Gláucia Rodrigues; Janaína Prado; Marcio Ricciardi; Mouhamed Harfouch; Nedira Campos; e Nilvan Santos.
Produção: Cia Limite 151
Prêmio
- Prêmio Associação dos Produtores de Teatro do Rio de Janeiro - APTR, para Ney Madeira.


Peça: Uma Mulher vestida de Sol
Sinopse: A peça se passa no nordeste, onde há uma disputa por terras entre famílias, na terra seca e regada pelo ódio e pelas mágoas, o sentimento entre dois jovens floresce. Para que esse amor possa persistir, terá que ser mais forte que a própria terra. De um lado da cerca há Joaquim, pai de Rosa, detentor da maior parte das terras que antes eram de Antônio. Acusado por Antônio de ter invadido as terras que seu sogro lhe dera, Joaquim briga para ter mais terras ainda, enquanto Antônio briga para guardar o que é de direito de seu filho, Francisco, que esta para chegar. Com a chegada de Francisco, Rosa logo se encanta, o mesmo, também apaixonado deseja acabar com a guerra, e em meio a isso decidem fugir ajudados por Cícero. Porém, o destino não será piedoso com os dois. Uma adaptação da obra "“Uma Mulher Vestida de Sol”, de Ariano Suassuna.
Ano: 2008/2009
Ficha Técnica
Diretor: Alice Possani
Iluminador: Alice Possani
Cenógrafo: Adailton Carvalho
Sonoplasta: Alice Possani
Figurinista: Execução; o Grupo / Croquis: Bruno Cardoso
Maquiador: Amadeu Tilli
Pesquisa: O grupo
Direção: Alice Possani
Elenco: Adailton Carvalho, Alice Possani, Brayam Sanches, Bruno Cardoso, Larissa Robles, Paloma Barreto, Paula Diana, Rosana Chrispim, Thabata Carvalho.
Produção: Cia Cupim de Teatro
Site: Cia Cupim de Teatro 


Peça: A Farsa da Boa Preguiça
Local: Rio de Janeiro RJ - Teatro Sesc Ginástico; Espaço Barra da Tijuca e Teatro Carlos Gomes. A peça percorreu diversos estados brasileiros.
Ano: 2008/2009
Autoria: Ariano Suassuna
Direção: João das Neves
Cenografia: Ney Madeira
Figurino: Rodrigo Cohen
Direção musical: Alexandre Elias
Trilha sonora e música original: Alexandre Elias
Elenco: Ernani Moraes, Leandro Castilho, Vilma Melo, Flávio Pardal, Bianca Byington, Daniela Fontan, Francisco Salgado e Guilherme Piva.
Gravado CD: com as 10 músicas da peça e cinco poemas do autor, musicados por Alexandre Elias: "Clarabela"; "Simão Pedro"; "Frevo"; "Xarapa velho" e "Final".
Prêmio
- Prêmio Shell, para Rodrigo Cohen


Peça: O Casamento Suspeitoso              
Local: São Paulo SP - Teatro Popular do Sesi        
Ano/Data: 25/ 8/ 2011
Autoria: Ariano Suassuna
Direção: Sérgio Ferrara
Cenografia e figurino: J. C. Serroni
Iluminação: Davi de Brito
Trilha sonora: Breno Amparo e João Paulo Ramos Soran
Sonoplastia: Breno Amparo e João Paulo Ramos Soran
Elenco: Abrahão Farc (Frei Roque e Juiz Nunes); Bete Dorgam (Dona Guida); Joaz Campos (Geraldo); José Rosa (Coro); Marco Antonio Pamio (Cancão); Nani de Oliveira (Susana); Nicolas Trevijano (Roberto Flávio); Rogério Brito (Gaspar); Sonia Maria (Coro); e Suzana Alves (Lúcia Renata). 


Peça: O santo e a porca
Em O Santo e A Porca, Ariano Suassuna narra a história de Seu Euricão Árabe, um velho fazendeiro do interior de Pernambuco, homem de grande avareza. Devoto de Santo Antônio, ele mantêm em casa, sob constante vigilância, uma porca recheada com dinheiro, guardado de toda uma vida. Quando recebe a notícia da visita de um rico fazendeiro vizinho, pressente que este vem atrás de seu tesouro. Enlouquecido pelo terror de ser "roubado" deixa-se levar pelas artimanhas de sua empregada Caroba que articula poderosas manobras e cria uma rede envolvente ao seu redor. Escrita em 1957, a peça é, segundo as palavras do próprio autor, “uma imitação nordestina da obra do escritor romano Plauto Aululária”. Também do gênero comédia, “O Santo e A Porca” traz como temática central a avareza e explora o universo sertanejo com referências à literatura de cordel e aos folguedos populares do nordeste. 
Ficha técnica
Ariano Suassuna, por (...)
Ano: 2012
Direção: Kalluh Araújo 
Assistência de direção: Antonio Mello 
Cenografia, figurino e adereços: Kalluh Araújo 
Preparação corporal e vocal: Kalluh Araújo 
Elenco: Andréia Gomes;Evandro Heringer; José Maria Mendes; Lucas Alberto da Cunha; Luciana Veloso; Jéssica Tamiete; e Túlio Sieiro
Cenografia: Kalluh Araújo
Cenotécnica: Helvécio Izabel
Figurino e adereços: Kalluh Araújo
Arranjos: Priscilla Cler
Preparação musical: Priscilla Cler 
Assistente de produção do elenco: Luciana Veloso 
Produção e Realização: Galpão Cine Horto 

Projeto Cine Horto Pé na Rua
Site: Cine Horto Pé na Rua - Grupo Cine Horto


Interpretação (teatro)
Espetáculo: O Segredo 
Local: Recife PE - Faculdade de Direito do Recife (Recife, PE)      
Ano/Data: 13/ 4/ 1946
Autoria: Ramon J. Sender
Tradução: Hermilo Borba Filho
Direção: Hermilo Borba Filho
Cenografia e figurino: Lula Cardoso Ayres
Elenco: Ariano Suassuna (2º Agente - substituição); Gastão de Holanda (General Galhofa); Genivaldo Wanderley (1º Prisioneiro); Joel Pontes (2º Prisioneiro); José Guimarães Sobrinho (1º Agente); e Oscar Cunha Barreto (2º Agente).
Produção: Teatro do Estudante de Pernambuco


Tradução (teatro)
Espetáculo: Antígona  
Local: Recife PE - Teatro Popular do Nordeste    
Ano:11/ 1967
Autoria: Sófocles
Tradução: Ariano Suassuna
Direção: Benjamin Santos
Figurino: Janice Lôbo
Iluminação: Wellington Luiz
Trilha sonora: Beethoven
Elenco: Carlos Reis (Creonte); Clênio Wanderley (Mensageiro); Euda Brasil (Ismênia); Evandro Campêlo (Hemon); Joacir Castro (Guarda); Leda Alves (Eurídice); Lúcia Neuschwander Lombardi (Antígona); Luiz Maurício Carvalheira (Tirésias); e Rubens Teixeira (Corifeu).
Produção: Teatro Popular do Nordeste


Trilha sonora (teatro)
Espetáculo: A Bomba da Paz    
Local: Recife PE - Teatro de Arena do Recife       
Ano/Data: 25/ 4/ 1962
Autoria: Hermilo Borba Filho
Direção: Hermilo Borba Filho
Assistente de direção: Lucide Reis
Figurino: Ubirajara Galvão
Trilha sonora: Ariano Suassuna e Capiba
Elenco: Alfredo Sérgio Borba (Pacífico Carneiro e Molotofinho); Carlos Reis (Luiz Carlos e O Homem); Eudes Régis (O Repórter); Ivan Soares (O Camarada e O Ministro das Armas); José Pimentel (O Líder); Leda Alves (D. Maria do Socorro); Lúcia Neuschwander Lombardi (A Secretária); Maria de Jesus Porto Carreiro (Gladys Einstein); Marlene Gouveia (A Mulher); e Ubirajara Galvão (Plínio Sarmento e O Primeiro Ministro).
Produção: Teatro Popular do Nordeste

Ariano Suassuna, por Kinho

"[...] a criação da minha Igreja Sertaneja foi muito parecida com a da minha Poesia-epopéica! Foi uma questão, ao mesmo tempo, de fé, de sangue, de ciência, de estro e de planeta! Tudo surgiu a partir da minha herança do sangue da Pedra do Reino, de uma crise de Fé, de uma visagem que tive e do cruzamento dos Astros zodiacais com as vicissitudes da minha vida-errante, extraviada e perdida por tudo quanto foi caminho e descaminho deste nosso Sertão velho da Paraíba do Norte."
- Ariano Suassuna, em "Romance d'A Pedra do Reino e o príncipe do sangue do vai-e-volta". 8ª ed., Rio de Janeiro: José Olympio, 2006, p. 535.


DANÇA
Espetáculo: Sambassuassuna
Local: Rio de Janeiro RJ
Ano: 2007
Produção: Companhia de Abndrea Jabor



"um bom romancista tem muito de poeta, de encenador, de músico, de profeta, de arquiteto, da paciência de um confessor, do improviso do repentista. E, nesse romance, vemos Ariano Suassuna em todas essas condições, construindo, com o auxílio do sonho e a força do seu poder criador, o seu castelo rude e poético, sertanejo e barroco, áspero e iluminado com as terras do seu Sertão."
- Maximiano Campos, no 'posfácio' - do "Romance d'A Pedra do Reino e o príncipe do sangue do vai-e-volta". 8ª ed., Rio de Janeiro: José Olympio, 2006, p.754.


Ariano Suassuna - Foto: (...)


TELEVISÃO
Título: Uma Mulher Vestida de Sol
Série: Especial
Ano: 1994
Direção: Luiz Fernando Carvalho
Adaptação: Ariano Suassuna
Elenco: Raul Cortez, Teresa Seiblitz, Floriano Peixoto, Mirian Pires, Ana Lucia Torres, e ...
Produção: Rede Globo de Televisão


Título: Farsa da Boa Preguiça
Sinopse: O riso é provocado pela utilização da linguagem informal da feira e da praça pública, cuja riqueza e vitalidade remete à cultura popular medieval.
Série: Episódio de Terça Nobre
Local: Rio de Janeiro RJ
Ano: 1995
Duração: 57min.
Direção: Luiz Fernando Carvalho
Adaptação: Ariano Suassuna e Braúlio Tavares
Produção: Rede Globo de Televisão


Ariano Suassuna - Foto: (...)
Título: Auto da Compadecida
Série: microssérie em 4 capítulos
Ano: 1998
Direção: Guel Arraes
Adaptação: João e Adriana Falcão
Produção: Rede Globo de Televisão


Título: O santo e a porca
Série: programa "Brava gente"
Ano: 2000
Duração: 39min.
Direção: Maurício Faria
Adaptação: Adriana Falcão
Produção: Rede Globo de Televisão


Título: A pedra do reino
Série: micro-série, em 5 episódios
Ano: 2007
Baseado no O Romance d'A Pedra do Reino e o Príncipe do Sangue do Vai-e-Volta, de Ariano Suassuna
Adaptação: Luís Alberto de Abreu, Bráulio Tavares e Luiz Fernando Carvalho
Direção: Luiz Fernando Carvalho
Elenco/Personagem: Irandhir Santos (Dom Pedro Diniz Quaderna); Abdias Campos (João Melchíades Ferreira da Silva); Allyne Pereira (Dina me Dói); Américo Oliveira (Argemiro); Anthero Montenegro (Gustavo de Moraes); Beatriz Lélis (Mãe); Claudete de Andrade (Joana Quaderna Garcia-Barreto); Elias Mendonça (Dom Ezequiel Veras); Everaldo Pontes (Pedro Beato); Flávio Rocha (Lino Pedra Verde); Frank dos Santos (Leônidas); Germano Haiut (Edmundo Swendson); Hilda Torres (Genoveva Moraes); Iziane Mascarenhas (Clara Swendson/Isabel) ;João Ferreira (Velho Nazário); Jones Melo (Antônio de Moraes); Júlio César da Rocha (Dr. Pedro Gouveia); Jyokonda Rocha    (Onça Caetana/Maria Inominata); Lázaro Machado (Ludugero Cobra-Preta); Luiz Carneiro (Bastião) Maneol Constantino (Dom Manoel Viana); Márcio Tadeu (Frei Simão); Mayana Neiva (Heliana/Moça Caetana); Mestre Salustiano (Pedro Cego); Millene Ramalho     (Margarida); Moisés Gonçalves          (Pedro Justino Quaderna); Nelson Lima (Severino Brejeiro); Nill de Pádua (Malaquias/Dom João Ferreira Quaderna, o Execrável); Paulo César Ferreira (Sinésio); Pedro Henrique Dias (Dom Pedro Sebastião Garcia-Barreto); Pedro Salustiano (Rei Azul); Prazeres Barbosa                (Comendador Basílio Monteiro/Dom Eusébio Monturo); Sandra Belê   (Maria do Badalo); Servílio de Holanda (Silvestre); Soia Lira (Dona Carmem Torres Martins); Tavinho Teixeira (Luís do Triângulo); Tay Lopez (Adalberto Coura); Vanderléia Pimenta (Maria Sulpícia); Zé Borba (Mateus); Frank Menezes (Samuel Wandernes); Jackson Costa (Clemente Ravasco); Jessier Quirino (Euclydes Villar); Luiz Carlos Vasconcelos (Arésio);  Renata Rosa (Maria Safira); Marcélia Cartaxo (Tia Filipa Quaderna); Felipe Rodrigues (Quaderna - criança); Jéssica Araújo (Rosa); Vanderson Taveira (Arésio - criança); e Cacá Carvalho (Juiz Corregedor).
Produção: Rede Globo de Televisão
Filmado: novembro/2006, em Taperoá/ Paraíba.
Exibição: 2 de junho a 16 de junho de 2007



"a primeira vez em que Ariano Suassuna me falou na Pedra do Reino disse que estava escrevendo ―um romance picaresco". (...) Mas o paraibano me enganou. Picaresco o livro é – ou antes, o elemento picaresco existe grandemente no romance, ou tratado, ou obra, ou simplesmente livro – sei lá como é que diga! Porque depois de pronto A Pedra do Reino transcende disso tudo, e é romance, é odisséia, é poema, é epopéia, é sátira, é apocalipse..."
- Rachel de Queiroz, na nota ‘Um romance picaresco?’ - do "Romance d'A Pedra do Reino e o príncipe do sangue do vai-e-volta". 8ª ed., Rio de Janeiro: José Olympio, 2006, p. 15


Ariano Suassuna - Foto: (...)


CINEMA
Filme: Auto da Compadecida
Ano: 1969, Recife/PE
Direção: George Jonas
Roteiro: Ariano Suassuna e George Jonas
Fotografia: Rudolf Icsey
Figurino: Lina Bo Bardi
Fotografia: Rudolf Icsey
Trilha musical: Sérgio Ricardo
Elenco: Regina Duarte, Armando Bógus, Felipe Carone, Ary Toledo, Zéluiz Pinho, Neide Monteiro, Jorge Cherques, Zózimo Bulbul, Antônio Fagundes, Rubens Teixeira, Aguinaldo Batista, José Carlos Cavalcanti Borges, Paulo Barbosa.



Filme: Os Trapalhões no Auto da Compadecida
Sinopse: Na pequena cidade de Taperoá, João Grilo (Renato Aragão) e Chicó (Dedé Santana) vivem armando confusões, afrontando o poder religioso. Mussum é um sacristão humilde e Zacarias o padeiro da cidade, sempre traído pela mulher. Todos vivem sob os desmandos do bispo, do padre e do major. Quando o cangaceiro Severino mata a todos, um julgamento no céu os coloca diante de Deus e a Virgem Maria. João Grilo aproveita e negocia uma maneira de voltar à vida.
Ano: 1987
Duração: 96 min.
Direção: Roberto Farías
Roteiro: Ariano Suassuna, Roberto Farías
Produção: Renato Aragão, Roberto Farías
Fotografia: Walter Carvalho
Trilha Sonora: Antônio Madureira
Edição: Marta Luz Marie Dominique Paris Maciel
Elenco: Betty Gofman, Cláudia Jimenez, Dedé Santana, Emmanuel Cavalcanti, José Dumont, Luiz Armando Queiroz, Mussum, Raul Cortez, Renato Aragão, Renato Consorte, Zacarias.
Estúdio: RA Produções e Produções Cinematográficas R.F. Farias Ltda.
Distribuição: Embrafilme


Filme: O Auto da Compadecida
Ariano Suassuna - Foto: (...)
Sinopse: Dois amigos espertíssimos provocam confusão por onde passam. O destino deles será decidido pela intervenção de Nossa Senhora, a Compadecida, num julgamento no céu.
Ano: 2000
Duração: 104 min.
Gênero: Comédia
Direção: Guel Arraes
Roteiro: Guel Arraes, Adriana Falcão e João Falcão, baseado em peça de Ariano
Suassuna
Produção: Daniel Filho e Guel Arraes
Direção de Fotografia: Felix Monti
Desenho de Produção: Eduardo Figueira
Direção de Arte: Lia Renha
Figurino: Cao Albuquerque
Edição: Paulo Henrique
Elenco/Personagem: Matheus Natchergaele (João Grilo); Selton Mello (Chicó); Diogo Vilela (Padeiro); Denise Fraga (Dora); Rogério Cardoso (Padre João); Lima Duarte (Bispo); Marco Nanini (Cangaceiro Severino); Enrique Diaz (Capanga); Aramis Trindade (Cabo Setenta); Bruno Garcia (Vicentão); Luís Melo (Diabo); Maurício Gonçalves (Jesus Cristo); Fernanda Montenegro (Nossa Senhora); e Paulo Goulart (Major Antonio Moraes).
Estúdio: Globo Filmes
Distribuição: Columbia Pictures do Brasil



Filme: Quaderna
Sinopse: O personagem Pedro Quaderna é rei e palhaço; astrólogo e charadista; escritor de folhetos, bibliotecário e dono de circo; intelectual, pregador de uma fé católica sertaneja e conciliador de problemas.
Duração: 47min.
Direção: Alexandre Montoro


"Modéstia à parte, não existe, no mundo, religião mais completa do que a minha! [...] Veja o senhor: o Judaísmo e o Cristianismo dos santos, mártires e profetas, permitem o Vinho, mas são religiões severas e incômodas como o diabo! O Maometanismo é uma religião deleitosa: permite que a gente mate os inimigos e tenha muitas mulheres. Em compensação, proíbe o Vinho! A Igreja Católica-sertaneja é a única religião do mundo que é bastante “judaica e cristã” para levar ao Céu e, ao mesmo tempo, bastante “moura” para nos permitir, aqui logo, os maiores e melhores prazeres que podemos gozar nesse mundo velho de meu Deus!"
- Ariano Suassuna, em "Romance d'A Pedra do Reino e o príncipe do sangue do vai-e-volta". 8ª ed., Rio de Janeiro: José Olympio, 2006., p. 550.


Ariano Suassuna - Foto: (...)

DOCUMENTÁRIO
Filme: O senhor do castelo
Documentário
Ano: 2007
Duração: 72 min.
Direção: Marcus Vilar
Argumento: Idelette Muzart, Marcus Vilar e Torquato Joel
Produção: Durval Leal Filho
Trilha sonora e Música: Fernando de Farias Pintassilgo, Erivan Araújo do Grupo Tocaia, Antonio Nóbrega e Antonio Madureira.
Consultoria: Idelette Muzart, Bráulio Tavares e Carlos Newton Júnior
Realização: Ong Para’iwa, em co-produção da TV Viva, Comvídeo e Universidade Federal da Paraíba – PRAC-COEX


Filme: O Sertãomundo de Suassuna
Sinopse: O documentário retrata a vida e a obra de Suassuna, através do seu dia a dia e um longo depoimento, além de declarações de intelectuais e artistas brasileiros, entre eles de Rachel de Queiroz, madrinha literária de Ariano.
Ano: 2003
Duração: 80 min.
Direção: Douglas Machado
Produção: Trinca Filmes


Filme: O Reino de Taperoá
Série: programa
Sinopse: O Reino de Taperoá mostra como a rotina da cidade do sertão paraibano mudou com as gravações da microssérie A Pedra do Reino, uma produção independente da Academia de Filmes, exibida pela TV Globo. A convite do Globo Universidade, a TV PUC-Rio filmou as locações e revela os bastidores e curiosidades da gravação. E ainda, como a microssérie aproveitou talentos regionais e o depoimento do diretor da microssérie Luiz Fernando Carvalho e do escritor Ariano Suassuna, autor do livro “A Pedra do Reino”.
Ano: 2007
Produção: TV PUC Rio
A equipe da TV PUC: cinegrafistas Fabrício Mota e Bernard Nagel, chefe de pós-produção: Márcia Antabi e repórter Heloise Ornelas
Disponível no link



EXPOSIÇÃO
Ariano Suassuna - Foto: (...)
Título: Do reino encantado: iluminogravuras de Ariano Suassuna
Local: Rio de Janeiro RJ - Academia Brasileira de Letras – ABL
Ano: 2006


Título: A Pedra do Reino
Sinopse: a exposição mostra o processo de criação da microssérie A Pedra do Reino
Local: Rio de Janeiro RJ - Centro Cultural da Ação da Cidadania
Ano: 2007
Direção: Marcello Dantas
Produção: TV Globo


Título: Ariano Suassuna 80 – a Terra, O Altar, O Sonho
Local: Rio de Janeiro RJ - Arte SESC Flamengo
Ano: 2007
Curadoria: Alexandre Nóbrega
Texto: Carlos Newton de Souza Lima Júnior


Título: Ariano Suassuna – Arte Como Missão
Local: Brasília DF; Fortaleza CE - Caixa Cultural
Ano: 2013
Idealização: Elias Sabbag e Marcos Azevedo


Título: O Decifrador
Exposição fotográfica
Local: Brasília DF; Fortaleza CE - Caixa Cultural
Ano: 2013
Autoria e curadoria: Alexandre Nóbrega



CARNAVAL
Enredo: Aclamação e coroação do Imperador da Pedra do Reino Ariano Suassuna
Ano: 2002
Local: Marquês de Sapucaí, Rio de Janeiro/RJ
Agremiação: Escola de Samba Império Serrano, do Rio de Janeiro


Enredo: 'És imortal... Ariano Suassuna, sua vida sua obra, patrimônio cultural'
Ano: 2008
Local: Sambódromo do Anhembi
Agremiação: Escola de samba Mancha Verde de São Paulo


Enredo:  Auto da Compadecida
Ano: 2013
Local: Sambódromo do Anhembi
Agremiação: Escola de samba Pérola Negra de São Paulo


Ariano Suassuna - Foto: (...)

FORTUNA CRÍTICA DE ARIANO SUASSUNA
(Estudos acadêmicos: teses, dissertações, monografias, livros, ensaios e artigos)
ABREU, Luís A; CARVALHO, Luiz Fernando; TAVARES, Braúlio. A Pedra do Reino – Cadernos de filmagem. São Paulo: Globo, 2007.
AIRES, Kelly Sheila Inocêncio Costa. Entre o santo e a porca, um plágio? Ariano Suassuna sob o enfoque do direito autoral. (Trabalho de conclusão do curso de Graduação em Direito). Universidade Estadual da Paraíba, UEPB, 2008.
ALBUQUERQUE JR., Durval Muniz de. A invenção do Nordeste e outras artes. São Paulo: Cortez, 1999.
ALVES, Weber Firmino. Figuras e símbolos de deus produzidos no "romance da Pedra do reino" de Ariano Suassuna.. In: SILVA, Marinalva Freire da; SOUSA, Manoel Mausalém; BRAZ, Rafael Francisco.. (Org.). Em Busca das Identidades Linguísticas & Culturais. 1ª ed., João Pessoa-PB: Sal da Terra, 2012, v. , p. 299-324.
ALVES, Weber Firmino. Marcas do nordeste inventadas na religião católica sertaneja do romance d a Pedra do reino de Ariano Suassuna. In: Marinalva Freire da Silva. (Org.). A Interculturalidade em Ação: Aportações Literário-Culturais e Linguístico-Metodológicas. 1ª ed., João Pessoa-PB: IDEIA, 2010, v., p. 264-272.
ALVES, Weber Firmino. O catolicismo sertanejo no romance da Pedra do Reino, de Suassuna. (Dissertação Mestrado em Literatura e Interculturalidade). Universidade Estadual da Paraíba, UEPB, 2011. Disponível no link. (acessado 21.9.2013).
ALVES, Weber Firmino. Reescrituras teológicas na obra a Pedra do reino de Ariano Suassuna. (Trabalho de conclusão do curso de Graduação em Licenciatura em Letras). Universidade Estadual da Paraíba, UEPB, 2008.
AMPHILO, Maria Isabel. O Auto da Compadecida: da cultura popular à cultura de massa. (Dissertação Mestrado em Comunicação Social). Universidade Metodista de São Paulo, UMESP, 2003. Disponível no link. (acessado 21.9.2013).
ANDRADE, Ana Tereza de. Do teatro medieval à cena contemporânea: o jogo do trickster no Auto da Compadecida de Ariano Suassuna. (Dissertação Mestrado em Letras). Universidade do Estado do Rio de Janeiro, UERJ, 2005.
ANDRADE, Elza Maria Ferraz de. Tradição popular e reelaboração dramatúrgica em Ariano Suassuna. Cadernos de Pesquisa Em Teatro, Rio de Janeiro, v. 3, p. 77-91, 1997.
ANDRADE, Elza Maria Ferraz de. Tradição Popular e reelaboração dramatúrgica em Ariano Suassuna. In: Maria de Lourdes Rabetti. (Org.). Teatro e Comicidades: estudos sobre Ariano Suassuna e outros ensaios. 1ª ed., Rio de Janeiro: 7 Letras, 2005, v. , p. 9-196.
ANDRADE, Lucimara de. A Pedra do Reino de Antunes Filho: uma leitura teatral do universo de Quaderna. (Trabalho de conclusão do curso de Graduação em Letras). Universidade Federal de São João Del-Rei, UFSJ, 2008.
ANDRADE, Lucimara de. De Reis, de Circo e de Pedra: o Sonho ou as memórias das Infâncias do menino Quaderma. (Dissertação Mestrado em Teoria Literária e Critica da Cultura). Universidade Federal de São João Del-Rei, UFSJ, 2011. Disponível no link. e link. (acessado 21.9.2013).
ANDRADE, Lucimara de; TIBAJI, Alberto. Leituras de Quaderna: discussões acerca de um personagem pícaro na contemporaneidade. In: VII Congresso de Produção Científica da Universidade Federal de São João del-Rei, 2009, São João del-Rei. Congresso de Produção Científica (UFSJ. CD-Rom), 2009.
ANDRADE, Lucimara de; TIBAJI, Alberto. Quaderna: do romance de Ariano Suassuna ao palco de Antunes Filho. RevLet: Revista Virtual de Letras, v. 03, p. 243-258, 2011.
ANDRADE, Maristela Oliveira de. Profetismo Sebastianista no Sertão Nordestino na Narrativa Literária de Ariano Suassuna. Religare: Revista de Ciências das Religiões, João Pessoa, Ano I, n. 1, p.17-26, Mar. 2007.
AQUINO, Ricardo Bigi de. Ariano Suassuna, Joculator Dei: A Farsa da Boa Preguiça e o exercício renovador da tradição teatral. In: Maria Aparecida Lopes Nogueira. (Org.). Ode a Ariano Suassuna: celebrações dos 80 anos do autor na Universidade Federal de Pernambuco. 1ª ed., Recife: Editora Universitária UFPE, 2007, v. , p. 143-176.
AQUINO, Ricardo Bigi de. Ariano Suassuna, Joculator Dei: A Farsa da Boa Preguiça e o Exercício Renovador da Tradição Teatral. In: IV Reunião Científica de Pesquisa e Pós-Graduação em Artes Cênicas. Belo Horizonte: UFMG, 2007. v. XI. p. 120-123.
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Ariano Suassuna e J.Borges - Foto: (...)

Ariano Suassuna e Rachel de Queiroz, no Centro de Arte e Comunicação da
 UFPE,
 Recife, 1991 - Foto:Clóvis Campêlo


Noturno
Têm para mim Chamados de outro mundo
as Noites perigosas e queimadas,
quando a Lua aparece mais vermelha
São turvos sonhos, Mágoas proibidas,
são Ouropéis antigos e fantasmas
que, nesse Mundo vivo e mais ardente
consumam tudo o que desejo Aqui.

Será que mais Alguém vê e escuta?

Sinto o roçar das asas Amarelas
e escuto essas Canções encantatórias
que tento, em vão, de mim desapossar.

Diluídos na velha Luz da lua,
a Quem dirigem seus terríveis cantos?

Pressinto um murmuroso esvoejar:
passaram-me por cima da cabeça
e, como um Halo escuso, te envolveram.
Eis-te no fogo, como um Fruto ardente,
a ventania me agitando em torno
esse cheiro que sai de teus cabelos.

Que vale a natureza sem teus Olhos,
ó Aquela por quem meu Sangue pulsa?

Da terra sai um cheiro bom de vida
e nossos pés a Ela estão ligados.
Deixa que teu cabelo, solto ao vento,
abrase fundamente as minhas mão...

Mas, não: a luz Escura inda te envolve,
o vento encrespa as Águas dos dois rios
e continua a ronda, o Som do fogo.

Ó meu amor, por que te ligo à Morte?
- Ariano Suassuna, em "Ariano Suassuna - Um perfil biográfico", de Adriana Victor e Juliana Lins, Editora Zahar - 2007, p. 50. (originalmente publicado em "suplemento cultura, do Jornal do Commercio", 07/10/1945).



Ariano Suassuna e sua mulher Zélia, em Recife (PE) - Foto: Bel Pedrosa/Folhapress


 Ariano Suassuna e o filho Manuel Dantas Suassuna (artista plástico) - Foto: (...)

Ave Musa incandescente
do deserto do Sertão!
Forje, no Sol do meu Sangue,
o Trono do meu clarão:
cante as Pedras encantadas
e a Catedral Soterrada,
Castelo deste meu Chão!

Nobres Damas e Senhores
ouçam meu Canto espantoso:
a doida Desaventura
de Sinésio, O Alumioso,
o Cetro e sua centelha
na Bandeira aurivermelha
do meu Sonho perigoso!
- Ariano Suassuna, em "Romance d'A Pedra do Reino e o príncipe do sangue do vai-e-volta". 8ª ed., Rio de Janeiro: José Olympio, 2006.



Ariano Suassuna - Foto: (...)


A Morte — O Sol do Terrível
[Com tema de Renato Carneiro Campos]

Mas eu enfrentarei o Sol divino,
o Olhar sagrado em que a Pantera arde.
Saberei porque a teia do Destino
não houve quem cortasse ou desatasse.

Não serei orgulhoso nem covarde,
que o sangue se rebela ao toque e ao Sino.
Verei feita em topázio a luz da Tarde,
pedra do Sono e cetro do Assassino.

Ela virá, Mulher, afiando as asas,
com os dentes de cristal, feitos de brasas,
e há de sagrar-me a vista o Gavião.

Mas sei, também, que só assim verei
a coroa da Chama e Deus, meu Rei,
assentado em seu trono do Sertão.
- Ariano Suassuna


O Amor e a Morte
[Com tema de Augusto dos Anjos]

Sobre essa estrada ilumineira e parda
dorme o Lajedo ao sol, como uma Cobra.
Tua nudez na minha se desdobra
— ó Corça branca, ó ruiva Leoparda.

O Anjo sopra a corneta e se retarda:
seu Cinzel corta a pedra e o Porco sobra.
Ao toque do Divino, o bronze dobra,
enquanto assolo os peitos da javarda.

Vê: um dia, a bigorna desses Paços
cortará, no martelo de seus aços,
e o sangue, hão de abrasá-lo os inimigos.

E a Morte, em trajos pretos e amarelos,
brandirá, contra nós, doidos Cutelos
e as Asas rubras dos Dragões antigos.
- Ariano Suassuna

Iluminogravura O Amor - a Morte, de Ariano Suassuna


O Mundo do Sertão
[com tema do nosso armorial]

Diante de mim, as malhas amarelas
do mundo, Onça castanha e destemida.
No campo rubro, a Asma azul da vida
à cruz do Azul, o Mal se desmantela.

Mas a Prata sem sol destas moedas
perturba a Cruz e as Rosas mal perdidas;
e a Marca negra esquerda inesquecida
corta a Prata das folhas e fivelas.

E enquanto o Fogo clama a Pedra rija,
que até o fim, serei desnorteado,
que até no Pardo o cego desespera,

o Cavalo castanho, na cornija,
tenha alçar-se, nas asas, ao Sagrado,
ladrando entre as Esfinges e a Pantera.
- Ariano Suassuna

Iluminogravura "A Acauhan - A Malhada da Onça", Ariano Suassuna (Recife, 1980)

Iluminogravura "A Morte - A Moça Caetana", Ariano Suassuna (Recife, 1980)

Iluminogravura "A Estrada", Ariano Suassuna 


A Onça, por ser esperta 
A Onça, por ser esperta,
já começa o seu Caminho,
Fez da sua Furna o ninho
e esturra que está alerta!
Será a Cadeia aberta!
Quanto ao Porco, é muito certo:
Fugirá para o Deserto,
e a Onça, com seu bramido,
libertará O Ferido,
o nosso Prinspe-Encoberto!

A Onça vai esturrando
atrás do Porco-selvagem:
matá-lo-á na passagem,
com nosso Prinspe ajudando!
O Rei vai ressuscitando
no Prinspe, sua Criança
E a Espora da remonstrança,
Pedra do Reino e da Prata,
no sangue desta Escarlata
- Ariano Suassuna, em "Romance d'A Pedra do Reino e o príncipe do sangue do vai-e-volta". 8ª ed., Rio de Janeiro: José Olympio, 2006., p. 695.

Iluminogravura, em “Iluminogravura Infância”. Revista Palavra.
 Belo Horizonte: Editora Gaia, ano 1, número 10, jan. - fev. 2000, p. 85.

“Eu posso até ser um pouco doido, mas burro eu não sou”
- Ariano Suassuna

As duas Pedras do Reino - Foto: Samarone Lima

"São as duas enormes Pedras castanhas a que já me referi, meio cilíndricas, meio retangulares, altas, compridas, estreitas, paralelas e mais ou menos iguais, que, saindo da terra para o céu esbraseado, numa altura de mais de vinte metros, formam as torres do meu Castelo, da Catedral encantada que os Reis meus antepassados revelaram como pedras-angulares do nosso Império do Brasil."
- Ariano Suassuna, em "Romance d'A Pedra do Reino e o príncipe do sangue do vai-e-volta". 8ª ed., Rio de Janeiro: José Olympio, 2006., p. 66.


A ILUMIARA PEDRA DO REINO
É um projeto idealizado pelo escritor, dramaturgo, membro da Associação Cultural Pedra do Reino e cidadão belmontense, Ariano Suassuna. Iniciada em 1998 a Ilumiara é formada por um conjunto de 15 imagens esculpidas em pedra, confeccionadas na cidade de Olinda-PE, com desenhos produzidos por Ariano Suassuna e reproduzidos nas pedras pelos escultores Arnaldo Barbosa(em memória) e pelo seu filho Jailson Barbosa. As imagens têm caráter religioso e profano, ou seja, as imagens de Cristo Rei, Nossa Senhora, São José, São João, São Pedro, Santo Antonio, Santa Madalena, Santa Teresa e Santana representam o universo religioso e as imagens dos reis e rainhas João Antonio, João Ferreira, Pedro Antonio, Izabel, Josefa e Quitéria, personagens da história do movimento sebastianista da Pedra do Reino, compõem o lado profano da Ilumiara. Fechando o circulo temos um marco com as frases indicando que aquele santuário é a Ilumiara Pedra do Reino e que é uma homenagem a Aleijadinho, grande escultor mineiro. (fonte: portalbelmonte).
Localizado: na Serra do Catolé, Município de São José do Belmonte (a 479 km de Recife, pelas BR-232/PE-430).


Ilumiara Pedra do Reino - Foto: Samarone Lima

São José do Belmonte - a terra dA Pedra do Reino
A cidade
Em 16 de maio de 1865, ainda no Império do Brasil, a Povoação de Belmonte foi elevada a Distrito de Paz, que mesmo ainda pertencendo ao Município de Serra Talhada, obteve essa nova condição de distrito como um vantajoso sinal de progresso, sendo o primeiro passo para uma futura emancipação política municipal. Em 10 de julho de 1890, a Junta Governativa do Estado de Pernambuco reconhecendo a importância do antigo título de Distrito de Paz de Belmonte, elevou a povoação para a categoria de Vila de Belmonte, que consequentemente se tornou a própria sede deste novo município pernambucano, criado por decreto do governo estadual de 2 de outubro de 1890, ocorrendo assim a sua Emancipação Política.

A Pedra do Reino
Cavalgada à Pedra do Reino - S. J. Belmonte -PE (Xilogravura)
de Amaro Francisco Severino Borges
A composição de duas grandes rochas (uma com 30 e outra com 33 metros de altura), na Serra do Catolé, Município de São José do Belmonte (a 479 km de Recife, pelas BR-232/PE-430), é o destino final da cavalgada que acontece todos os anos e que relembra o movimento sebastianista liderado por João Antônio dos Santos, em 1838. No local, o auto proclamado Rei João Antônio formou uma comunidade de fiéis seguidores, prometendo um reino de justiça, liberdade e prosperidade, no qual os pobres ficariam ricos e até os pretos renasceriam brancos. Em 1971, o escritor Ariano Suassuna publicou o livro "O Romance da Pedra do Reino", resgatando e dando notoriedade ao episódio, que virou minissérie da Rede Globo. 

Memorial da Pedra do Reino
Exposição: quadros, livros, documentos, fotos e fatos que se relacionam com o movimento. 
Endereço: Praça Pires Ribeiro, 34, no Centro de São José do Belmonte/PE.
Fonte: Prefeitura Municipal
Blog: Associação Cultural Pedra do Reino


"Por isso, não vou nunca envelhecer: com meu cantar, supero o desespero, sou contra a morte e nunca hei de morrer."
- Ariano Suassuna


Ariano Suassuna, por Omar Garcia.
REFERÊNCIAS E OUTRAS FONTES DE PESQUISA


Título do Post (*) 
Tirado de "empréstimo" do artigo:
(*) SANTOS, Idelette Muzart Fonseca dos. O Decifrador de brasilidades. Cadernos de Literatura Brasileira : Ariano Suassuna, 10: 94-110. São Paulo, Instituto Moreira Salles, novembro 2001.


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© Pesquisa, seleção e organização: Elfi Kürten Fenske


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Como citar:
FENSKE, Elfi Kürten (pesquisa, seleção e organização). Ariano Suassuna - o decifrador de brasilidades. Templo Cultural Delfos, setembro/2013. Disponível no link. (acessado em .../.../...).
____
Página atualizada em 16.6.2016.



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4 comentários:

  1. ELFI.
    A emoção paralisa e embota minha menor possibilidade de externar qualquer comentário sobre o que você fez.
    Preciso assimilar e volto ao assunto.
    Abração carioca.

    ResponderExcluir
  2. ELFI,

    brasilidades à flor da pele por aqui,consequência desta sua postagem que deveria caber em uma moldura e ser colocada na parede das entradas de todas as nossas casas.

    Como é bonito, necessário e pertinente aguçar nosso sentimento de reverência e respeito a estes fazedores da nossa cultura.

    Ariano Suassuna anda doente,vinha trabalhando intensamente em faculdades e no seu projeto itinerante.

    Ele vai se recuperar de mais esta!

    Ariano Suassuna é daqueles brasileiros que não desistem nunca, finca pé na terra,dá murro em ponta de faca, tá nem aí pro raio de parta e que vem de longe,globalizado, planejado,sorrateiro que invade, tenta desconstruir e, muitas das vezes consegue, a percepção cultural de parte de brasileiros incautos.

    Vergonha na cara é produto nobre, nesta nação que só olha para onde o mandão espirra e logo procura por aqui, tratar das suas pneumonias , herança da maldição do mameluco, bem desvendada por Darcy Ribeiro em Povo Brasileiro.

    Obrigado, ELFI.

    Fiz apenas um despretensioso aceno e recebo uma linda recepção de resposta, algo que denota seu respeito por você e todos nós, afinal temos e graças a Deus, um sangue que teima ser quente, latino,meio preguiçoso , muito agitado, desorganizado mas, absolutamente, bem organizado nas caixinhas das nossas emoções e gratidão por estas terras, cujos pés patrióticos mantemos firmes.

    Chupamos mangas, comemos bananas,e feijão com arroz com muita carne e então, vira feijoada ,herança dos negros escravos que apanhavam as sobras do senhores de tudo e, faziam banquetes escondidos com suas gentes tristes, na senzala.

    Desde cedo Elfi,portanto,aprendemos a improvisar e, não só isso, mas nos deixar também a nos enganar pelos de fora, pois afinal ,como as mangas eram fartas e apodreciam no chão e o leite era raro na economia do colonizador, diziam para os negros que manga com leite fazia mal

    E quantas mães , ainda hoje, repetem o mesmo para seus filhos?

    E agora as enganações e mentiras são globalizadas como esta versão de que a emissão de Co2 provoca o aquecimento do nosso planetinha.

    Que nós iremos destruir tudo!

    Nós os que ainda,precisam construir tudo.

    Quando me aprofundei nesta questão e começou a aparecer a verdade desta balela que só aquele que acredita em Papai Noel embarca , fiquei ainda mais convicto de que este garroteamento às possibilidades de nações que têm muito Co2 a queimar - como fizeram ate agora e continuam fazendo todas as nações desenvolvidas do mundo - estas nações estão sendo mais uma vez enganadas e proibidas de comerem manga com leite!

    Queria encerrar assim, provando que estas malditas mentiras da submissão coexistem até agora no amalgama da alma brasileira.

    E quando você coloca Ariano Suassuna neste seu trabalho, fica evidente que, nem tudo está perdido.

    Espero somente que, todos também, as encontrem nestas inflações de perdidos.

    Utopia?

    Bem, o admirável dramaturgo brasileiro já dizia de forma debochada que :

    "Se os meus fatos não correspondem à realidade, então que se dane esta tal da realidade".

    Continuo então, com a minhas utopias.

    Um abração carioca.

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  3. Excelente matéria, das mais completas que encontrei pós morte desse admirável escritor, antes de tudo, grande brasileiro, genuíno e original. Realmente imortal, em nosso universo, hoje, tão carente de utopias. E que elas resistam, em força e fé ! Obrigada, Elfi, vida longa a seu projeto Templo Cultural Delfos ! Abraços de Léa Madureira Gurgel Lima

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