Carybé (Hector Julio Páride Bernabó) - a arte e a paixão pela Bahia

Carybé  - foto: Acervo ©Instituto Carybé
Hector Julio Páride Bernabó (Lanús, Argentina 1911 - Salvador BA 1997). Pintor, gravador, desenhista, ilustrador, mosaicista, ceramista, entalhador, muralista. Depois de morar em Gênova, Roma, Rio de Janeiro e em cidades de outros países, mudou-se em 1950 definitivamente para Salvador, onde ficou até sua morte, durante uma cerimônia no terreiro de candomblé Ilê Axé Opô Afonjá, em 1° de outubro.
Nasceu a 7 de fevereiro num dia de chuva miúda e tão perto da meia-noite que não se sabe ao certo se nasci no dia que nasci ou no anterior”. Nasceu em Lanus, “espécie de subúrbio de Buenos Aires que tem o Riachuelo no meio: aquele mesmo rio da famosa batalha separa Buenos Aires de Lanus, dormitório de pistoleiros e guardacostas de políticos."
Pai cigano, não de galera e bastão, de alma, andou pela Argentina, Venezuela, Itália, Brasil. Carybé tinha seis meses quando a família foi para a Itália, onde ficaram nove anos. Em 1920 passaram a viver no Rio, em Bonsucesso. “Como estudante sempre fui ruim e tomei carinho às arvores, campinas, às praias, ao sol e à vagabundagem.” Quando ele completou 19 anos, retornaram à Argentina para ficar. Fala as três línguas de infância sem sotaque.
Aprendeu a desenhar em casa, vendo os irmãos mais velhos Arnaldo e Roberto que eram desenhistas, pintavam, esculpiam e trabalhavam em publicidade. Aos 21 anos Carybé começou a desenhar. Fazia cartuns, charges, ilustrações e escrevia - texto conciso, exato e bem humorado - tendo colaborado com diversos jornais e revistas de Buenos Aires e do Rio. “No inicio tinha um desenho comum, sem nada de especial. Como acho que todo mundo faz no começo de carreira, tive influência de outro artista: fiz desenho à moda de Grosz (famoso artista gráfico alemão radicado em Buenos Aires, dono de um desenho cáustico e irônico), que mudou-se para Nova York e foi absorvido pela ‘jungle’, nunca mais fez nada. Comi e digeri Grosz. Dele saí eu, como, não sei." Mas olhando um desenho de Carybé daquela época e comparando-o ao de Grosz, vemos que o único ponto em comum é o olho para o detalhe. Naqueles primeiros desenhos já se percebia a marca pessoal do seu estilo.
Carybé e Nancy - foto: Acervo ©Instituto Carybé
De cartunista resolveu passar às tintas e pincéis e em 1936 fez sua primeira exposição. Senhor de muitas andanças e vivências, fez de quase tudo, foi inclusive estivador e pandeirista no grupo que acompanhava Carmem Miranda, fato que seu amigo e colega Mirabeau Sampaio sempre pôs em dúvida.
Em 1938, é enviado a Salvador pelo jornal “Prégon” quando declarou: “me deram o melhor emprego do mundo – viajar e mandar desenhos. Mas quando cheguei a Salvador, o diário tinha falido”, acaba ficando desempregado e faz uma viagem por todo o litoral norte do Brasil. Nesta época começou a registrar a cultura local através de sua arte: a capoeira, o candomblé. Voltou para Buenos Aires e em 1939, fez sua primeira exposição coletiva, com o artista Clemente Moreau, no Museu Municipal de Belas Artes de Buenos Aires. No início dos anos 40 viajou pela América Latina, e passou alguns anos em Buenos Aires, onde trabalhou em jornais, como ilustrador de livros e traduziu o livro Macunaíma, de Mário de Andrade, para o espanhol. Em 1943 fez sua primeira exposição individual e ilustrou o livro "Macumba, Relatos de la Tierra Verde", de Bernardo Kordan.
No Rio de Janeiro, ajuda a fundar o jornal Diário Carioca, em 1946. Em 1949 é convidado por Carlos Lacerda a trabalhar em seu jornal, a Tribuna da Imprensa, onde fica até 1950.
Convidado pelo Secretário da Educação Anísio Teixeira, Carybé muda-se definitivamente para a Bahia, onde batalha pela renovação das artes plásticas, ao lado de outros artistas, como Mário Cravo Júnior, Genaro de Carvalho e Jenner Augusto.
Em 1957 naturalizou-se brasileiro, e é considerado um ícone de “baianidade”. Entre seus diversos amigos estava o escritor Jorge Amado, que escreveu O Capeta Carybé, onde define o amigo como alguém que “é todo feito de enganos, confusões, histórias absurdas, aparentes contradições, e ao mesmo tempo é a própria simplicidade (...)”.
A arte de Carybé foi por vezes um expressionismo marcante, com um sentimento carregado em cores escuras. Mas o que marcou presença foi o retrato de um povo, sua religião e seus costumes, passados por vezes de maneira surreal. 
Carybé trabalhando  - foto: Pierre Verger
Acervo 
©Instituto Carybé
Ao retratar o povo, Carybé não estava fazendo uma pintura de cunho social, não acreditava neste poder da arte. O que ele queria, e conseguiu, era passar para a tela seu testemunho de uma cultura rica em detalhes, e da qual ele fez questão de se aproximar.
Há uma história curiosa por trás do nome pelo qual o argentino Hector passou a ser conhecido. O artista pensava que seu apelido era derivado do nome de um pássaro pertencente à fauna brasileira e foi o amigo Rubem Braga quem esclareceu o mal entendido: Carybé é o nome de um mingau dado às mulheres que acabaram de parir. Com bom humor ele apenas disse: “que bom, eu adoro mingau.”
Carybé fez diversas ilustrações de livros para diversos autores da literatura, entre eles, Jorge Amado, Rubem Braga, Mário de Andrade e Gabriel García Marquez, além de ilustrar livros de sua autoria e co-autoria, como Olha o Boi e Bahia, Boa Terra Bahia, com Jorge Amado. Em 1981, após 30 anos de pesquisa, publica a Iconografia dos Deuses Africanos no Candomblé da Bahia.
Carybé morreu em 1997, na cidade de Salvador.


“Sou um operário do pincel e trabalho uma média de quatorze horas por dia e não me desligo. É um trabalho que continua na cabeça, de noite. A famosa vida de artista é filha da mãe de trabalho, não tem nada a ver com o que o pessoal pensava em 1890, de Toulouse Lautrec, de farras, música e cabaré. O que existe é trabalho, treino, porque, se você para de trabalhar, esquece, perde a prática. Para mim, inspiração é o dia em que amanheço melhor e as coisas saem com mais facilidade. Artista tem que dormir as horas necessárias e se alimentar bem.”
- Carybé


Carybé  - foto: Acervo ©Instituto Carybé

"... a Bahia tem arte e arquitetura moderna, um povo alegre, simpático, sobretudo bom, ao mesmo tempo que fortalezas, catedrais e o mar que é maravilhoso." 
- Carybé, em entrevista a Clarice Lispector. In: Clarice Lispector - entrevistas. Rio de Janeiro: Editora Rocco, 2007. (Originalmente publicado na revista Manchete, em 28 de junho de 1969, nº 897, p. 44-45).


CRONOLOGIA 
1911- Hector Julio Paride de Bernabó – Carybé – nasce em 7 de Fevereiro, em Lanús, Província de Buenos Aires, filho de Constantina Gonzáles e Eneas Bernabó. Em Agosto, com seis meses de idade, segue com seus pais e os quatros irmãos — Arnaldo, Roberto, Zora e Delia — para a Itália, onde fica até os oito anos.
1919 - Segue com a família para o Brasil, indo morar no bairro de Bonsucesso, Rio de Janeiro.
1927 - Cursa a Escola de Belas Artes no Rio de Janeiro, que abandona no segundo ano.
1930 - Retorna para Argentina e trabalha no jornal Notícias Gráficas, em Buenos Aires.
1935-1936 - Trabalha como desenhista no jornal El Diário, onde também está Julio Cortazar.
1938 - Visita Salvador pela primeira vez, a serviço do jornal Pregón, que fecha durante sua estada na Bahia. Como ajudante de foguista, percorre de navio várias cidades do litoral norte, chegando até Belém, de onde retorna ao Rio de Janeiro e depois a Buenos Aires.
Carybé em seu Ateliê - foto: (...)
1939 - Exposição conjunta com o artista Clemente Moreau, no Museu Municipal de Belas Artes, em Buenos Aires. Ilustração do livro Macumba, Relatos de la Tierra Verde, de Bernardo Kordon, Editorial Tiempo Nuestro, Buenos Aires.
1940 - Ilustrações do livro Macunaíma, de Mário de Andrade. Junto com Raul Brie, traduz Macunaíma para o espanhol.
1941 - Desenha o “Almanaque Esso”, cujo pagamento lhe permite fazer uma longa viagem, de Montevidéu a Corumbá, e em seguida Cuiabá, de onde segue de caminhão para os garimpos de Pochoréu, Lajeado e Cassununga. Daí vai para Uberaba, Juazeiro da Bahia e Salvador, onde passa alguns meses. Visita com Maurício Costa o Norte e o Nordeste, passando por Juazeiro do Norte, Fortaleza, Belém, Manaus, alcançando a estrada de ferro Madeira-Mamoré até Guajaramirim. Embarca para Trinidad, seguindo até o Porto Sto. Antonio (Bolívia), de onde continua em caminhão para Cochabamba, Sucre e La paz. Daí regressa a Salta e finalmente a Buenos Aires.
1942 - Ilustração do livro La Carreta, de Henrique Amorim, Editorial El Ateneo Buenos Aires.
1943 - Primeira exposição individual, na Galeria Nordiska, Buenos Aires.
Primeiro prêmio do XXIX Salón de Acuarelistas y Grabadores, Buenos Aires.
Primeiro Prêmio da Camera Argentina del Libro, pela ilustração de Juvenília, de Miguel Carré, Buenos Aires. Ilustração do livro Maracatu, motivos típicos y carnavalescos, de Newton Freitas, Editorial Pigmaleon, Buenos Aires.
Ilustração do livro Luna Muerta, de Manuel Castilho, Editorial Schapire, Buenos Aires. Publica e ilustra “Me voy al Norte”, em Libertad Creadora – Revista Trimestral, nº 1, La Plata, Buenos Aires. Ilustração do livro Amores de Juventude, de Casanova Caballero de Seiglat.
1944 - Exposição individual no Consejo General de Educación, Salta, Argentina. Ilustração do livro Poesías Completas, de Walt Whitman, Editorial Schapire, Buenos Aires. Ilustração do livro Los quatro Gigantes del Alma, de Mira y Lopez.
1945 - Exposição individual “Amigos del Arte”, Salta, Argentina.
Exposição individual “Motivos de América”, Galeria Amauta, Buenos Aires
Exposição individual no Instituto dos Arquitetos do Brasil, patrocinada pelo
Instituto do Brasil nos Estados Unidos, Rio de Janeiro.
Ilustração do livro Robson Crusoe, de Daniel Defoe, Editorial Viau, Buenos Aires.
1946 - Exposição coletiva “Desenhos de Artistas Argentinos”, Galeria Kraft, Buenos Aires. Casa-se em 7 de maio com Nancy Colina Bailley, em Salta, Argentina. Chega ao Rio de Janeiro e ajuda a montar o jornal Tribuna da Imprensa.
Carybé trabalhando - foto: Acervo ©Instituto Carybé
1947 - Nasce seu filho Ramiro Bernabó, em 6 de maio. Participa, junto com o artista Cesar Lopez Claro, de exposição na Galeria Kraft, em Buenos Aires. Trabalha no jornal O Diário Carioca.
1948 - Exposição coletiva “Artistas da Argentina”, Pan-American Union, Washington D.C. Texto e ilustração para o livro Ajtuss, Ediciones Botella al Mar, Buenos Aires.
1949 - Exposição conjunta com a artista Gertrudes Chale, Galeria Viau, Buenos Aires. Participa do primeiro Salão de Belas Artes em Salvador.
1950 - Exposição individual no Museu de Artes de São Paulo. Exposição coletiva no Museu de Arte Moderna de São Paulo. Recebe o convite do Secretário da Educação da Bahia, Anísio Teixeira, para trabalhar na Bahia, onde passa a residir. Executa dois painéis para o Centro Educacional Carneiro Ribeiro (Escola Parque). Exposição individual na boite Anjo Azul, Salvador. E participa do Segundo Salão Baiano de Belas Artes, Salvador.
1951 - Participa do Terceiro Salão Baiano de Belas Artes, Salvador.
Texto e ilustração para o livro Coleção Recôncavo, Tipografia Beneditina, Bahia. Ilustração do livro Bahia, Imagens da Terra e do Povo, de Odorico Tavares, Editora José Olympio, Rio de Janeiro. Este livro recebeu a Medalha de Ouro da I Bienal Internacional de Livros e Artes Gráficas. Exposição individual na Secretaria de Educação, onde foi apresentado todo trabalho realizado em Salvador, até então.
1952 - Exposição individual no Museu de Arte Moderna de São Paulo. Ilustração do livro O Médio São Francisco, de Wilson Lins, Editora Oxumarê,
Salvador. Desenhos, cenografia e direção artística para o filme “O Cangaceiro”, de Lima Barreto.
1953 - Nasce sua filha Solange, em 28 de agosto. Participa, juntamente com o artista Mario Cravo Junior, de exposição no Teatro Santa Isabel, Recife. Participa da II Bienal de São Paulo. Ilustração do livro A Borboleta Amarela, de Rubem Braga, Editora José Olympio, Rio de Janeiro. Ilustração do livro Rosa da Noite, de José Pedreira, Editora Manú.
1954 - Medalha de Bronze do IV Salão de Belas Artes, Salvador.
Exposição individual na Galeria Oxumarê, Salvador.
1955 - Primeiro Prêmio Nacional de Desenho, III Bienal de São Paulo. Ilustração do livro O Torço da Baiana, Museu do Estado da Bahia. Ilustração do livro O Cavalo e a Rosa, de Carlos Vasconcellos Maia, Progresso
Editora, Salvador.
1956 - Participa da XXVII Bienal di Venezia, Itália. Coletiva “Artistas Modernos da Bahia”, Galeria Oxumarê, Salvador.
Carybé e Jorge Amado - foto: Acervo Casa Jorge Amado
1957 - Exposição individual na Galeria Bonino, Buenos Aires.
Exposição individual na Bodley Gallery, Nova York.
Isenção de Júri do VI Salão de Arte Moderna do Rio de Janeiro.
Coletiva “Nós e as Artes Populares”, Galeria Oxumarê, Salvador.
Coletiva no Museu de Arte Moderna de São Paulo.
Águas-fortes, com desenhos originais do livro Macunaíma, de Mário de
Andrade, editado pela Sociedade dos 100 Bibliófilos do Brasil.
Naturaliza-se Brasileiro.
Visita os Estados Unidos pela primeira vez, a convite do Departamento de
Estado, e permanece seis meses.
Confirmado Obá de Xangô do Terreiro Axé Opô Afonjá.
1958 - Coletiva “Trabalhos de Artistas Brasileiros”, na Pan-American Union, Washington D.C.
Exposição individual na Bodley Gallery, Nova York.
Coletiva no The National Arts Club, Nova York.
Exposição individual “Works by Brazilian Artists”, no Museum of Modern Art
of Nova York.
Coletiva na Pan-American Union of San Francisco, Estados Unidos.
Coletiva no Museum of San Francisco.
Ilustração do livro As três Mulheres de Xangô, de Zora Seljan, Editora G.R.D., Rio de Janeiro. E viaja para o México, Guatemala e Peru.
1959 - Coletiva “30th Internacional Exhibition”, Seattle Art Museum, Seattle (EUA).
Coletiva “Artistas Modernos da Bahia”, IV Colóquio Luso Brasileiro, Salvador.
Ilustração do livro Cidade do Interior, de Newton Braga, editado pelo Ministério da Educação e Cultura, Rio de Janeiro.
Ilustração do livro Ali Babá y los 40 Ladrones, Editorial Rola S.R.L., Buenos
Aires.
Ilustração para o livro Robson Crusoé, edição infantil, Editorial Rola S.R.L.,
Buenos Aires. Viagem à Bolívia, Estados Unidos (Nova York) e Canadá.
1960 - Ganha o concurso da American Airlines para executar painéis no Aeroporto J. F. Kennedy.
Ilustração para o livro The King of the Mountains, de M. A. Jagandorf, M.A. & R. S. Boggs, The Vanguard Press Inc., Nova York.
1961 - Sala Especial na VI Bienal de São Paulo.
Ilustração do livro Carybé – Coleção Mestres do Desenho, Editora Cultrix, São Paulo.
Ilustração do livro Jubiabá, de Jorge Amado, Editora Martins, São Paulo. E
viaja para Nova York a fim de executar os painéis da American Airlines no
Aeroporto J. F. Kennedy
Carybé - foto: (...)
1962 - Exposição individual no Museu de Arte Moderna da Bahia.
Texto e ilustração para As Sete Portas da Bahia, Editora Record, Rio de Janeiro. Ilustração do livro A Aeromoça e Outras Novelas Regionais, de Estácio de Lima, Fundação Gonçalo Moniz, Bahia.
Ilustração do livro Ganga Zumba, de João Felício dos Santos, Editora Civilização Brasileira, Rio de Janeiro.
1963 - Exposição individual na Galeria Bonino, Rio de Janeiro.
Coletiva “Brazilian Contemporary Artists”, Nigerian Museum, Lagos (Nigéria). Participa da VII Bienal Internacional de São Paulo. E recebe o título de Cidadão da Cidade do Salvador.
1964 - Coletiva “Exposição de Natal”, Galeria Querino, Salvador.
1965 - Exposição individual, Galeria Bonino, Rio de Janeiro.
Ilustração do livro Brazilian Cookery, de Margarette Andrade, Charles E. Tuttle Co., Rutland e Tóquio.
Ilustração do livro A Muito Leal e Heróica Cidade de São Sebastião do Rio de
Janeiro, Editora Raymundo de Castro Maia, Rio de Janeiro.
1966 - Participa da I Bienal Nacional de Artes Plásticas, Salvador.
Coletiva “Artistas da Bahia”, Instituto de Cultura Hispânica, Madrid.
Coletiva patrocinada pela Fundação Calouste Gulbenkian, em Bagdá, Iraque. Exposição individual na Galeria Astrea, São Paulo.
Coletiva “Desenhistas da Bahia”, Galeria Convivium, Salvador.
Texto e ilustração para Olha o Boi, Editora Cultrix, São Paulo.
Ilustração do livro Bahia Boa Terra Bahia, de Jorge Amado e Carybé, Editora
Image, Rio de Janeiro.
1967 - Coletiva junto ao XIX Congresso Brasileiro de Gastrenterologia, Salvador, Bahia.
Coletiva “Artistas da Bahia”, em A Galeria, São Paulo.
Exposição individual na Galeria Santa Rosa, Rio de Janeiro.
Recebe a Medalha Comemorativa de nascimento de Lauro Muller, no Grau de Comendador, Rio de Janeiro.
Recebe o Prêmio Odorico Tavares, “Melhor Artista Plástico de 1967”, do Governo do Estado da Bahia.
1968 - Coletiva “Artistas Baianos”, A Galeria, São Paulo.
Coletiva “Art of Bahia”, na Harkness House.
Ilustração do livro Capoeira Angola, de Waldeloir Rego, Editora Itapoã, Bahia. Ilustração do livro Carta de Pero Vaz de Caminha ao Rei Dom Manuel, Editora Sabiá, Rio de Janeiro.
1969 - Exposição individual, Embaixada do Brasil, Londres.
Coletiva na Galeria Panorama, Salvador.
Coletiva na Tryon Gallery, Londres.
Exposição Conjunta com os artistas Mario Cravo Junior e Carlos Bastos, Galeria Portal, São Paulo.
Ilustração do livro Ninguém Escreve ao Coronel, de Gabriel Garcia Márquez,
Editora Sabiá, Rio de Janeiro.
Ilustração do livro Brazilian, de Fulvio Roiter, Editora Atlantid, Zurique, Suíça.
1970 - Exposição individual, Galeria da Praça, Rio de Janeiro.
Coletiva “12 Artistas Contemporâneos Brasileiros”, Liverpool, Inglaterra.
Coletiva “Pintores da Bahia”, Galeria Marte 21, Rio de Janeiro.
Coletiva “Acervo do Museu de Arte Moderna de São Paulo”, Universidade
Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre.
Coletiva “Exposição de Natal”, Galeria Irlandin, Rio de Janeiro.
Ilustração do livro O enterro do Diabo, de Gabriel Garcia Márquez, Editora
Sabiá, Rio de Janeiro.
Ilustração do livro Os Funerais de Mamãe Grande, de Gabriel Garcia Márquez, Editora Sabiá, Rio de Janeiro.
Ilustração do livro Agõtime: Her Legend, de Judith Gleason, Grosman Publishers, Nova York.
1971 - Exposição Itinerante do Painel dos Orixás: Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, Museu de Arte Moderna de São Paulo, Assembléia Legislativa de Porto Alegre, Assembléia Legislativa de Florianópolis, Museu de Arte Moderna de Brasília, Biblioteca Pública de Curitiba e Casa de Cultura de Belo Horizonte.
Exposição individual, A Galeria, São Paulo.
Coletiva “Panorama de Arte Brasileira”, Museu de Arte Moderna de São Paulo.
Sala Especial na XI Bienal de São Paulo.
Texto e ilustração em Candomblé da Bahia, Editora Brunner, São Paulo.
Carybé  - foto: Acervo ©Instituto Carybé
Ilustração do livro Cem Anos de Solidão, de Gabriel Garcia Márquez, Editora
Sabiá, Rio de Janeiro.
Ilustração do livro A Casa Verde, de Mario Vargas Llosa, Editora Sabiá, Rio de Janeiro.
Publicação de Mural dos Orixás, livro sobre o mural do mesmo nome do Banco da Bahia Investimentos S/A, com apresentação e texto de Jorge Amado e introdução de Waldeloir Rego.
1972 - Exposição Itinerante do Painel dos Orixás.
Individual no Teatro Santa Isabel, Recife.
Individual no Museu de Arte da Universidade Federal do Ceará, Fortaleza.
Coletiva “Arte Baiana Hoje”, no Hotel Miramar, Recife.
Coletiva “50 Anos de Arte Moderna no Brasil”, A Galeria, São Paulo.
Coletiva, A Galeria, São Paulo.
Texto e ilustração para Nureyev, Editora Sabiá, Rio de Janeiro.
1973 - Exposição conjunta com o artista Ramiro Bernabó, A Galeria, São Paulo.
Coletiva “Jorge Amado e os Artistas de Teresa Batista Cansada de Guerra”,
AMI Galeria de Arte, Belo Horizonte.
Participação na XII Bienal de São Paulo, Sala Especial em homenagem a Tarsila do Amaral, Flávio de Carvalho e Maria Martins.
Coletiva “150 Anos de Pintura na Bahia”, Museu de Arte Moderna da Bahia.
Medalha de Ouro da “1ª Exposição de Belas Artes Brasil/Japão”, Tóquio, Atami, Osaka, São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília.
Exposição individual, A Galeria, São Paulo.
Ilustração do livro A Incrível eTriste História de Cândida Erendira e Sua Avó
Desalmada, de Gabriel Garcia Márquez, Editora Record, Rio de Janeiro.
1974 - Coletiva “Artistas Plásticos da Bahia”, Centenário do Diário de Notícias, Salvador. Participa do I Salão de Arte do Clube de Engenharia da Bahia, Salvador.
Texto e ilustração para Visitações da Bahia, Xilografias, Editora Onile, Bahia.
1975 - Coletiva “2ª Exposição de Arte Brasil/Japão”, Tóquio, Atami, São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília.
Exposição conjunta com Aldemir Martins, Mini Gallery, Rio de Janeiro.
1976 - Exposição individual na Pousada do Convento do Carmo, Salvador.
Exposição conjunta com Luis Pretti, Galeria Grifo, São Paulo.
Executa duas esculturas em bronze para o hall da Sala VIP do Aeroporto do
Galeão, Rio de Janeiro.
Ilustração do livro O Gato Malhado e a Andorinha Sinhá, de Jorge Amado,
Editora Record, Rio de Janeiro.
Recebe o título de Cavaleiro da Ordem do Mérito da Bahia.
1977 - Coletiva “3ª Exposição de Belas Artes Brasil/Japão”, Tóquio, Osaka, São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília.
Coletiva, Galeria Grossman, Salvador.
Coletiva, Banco da Bahia Investimentos, São Paulo.
Diploma de “Honra ao Mérito Espiritual”, Xangô das Pedrinhas, ao Obá de
Xangô do Axé Opô Afonjá.
Participa do III Concurso Nacional de Artes Plásticas, Caixa Econômica de
Goiás, Goiânia.
Ilustração do Poema de Feira de Santana, de Godofredo Filho, Fundação
Cultural do Estado da Bahia, Salvador.
Viagem aos Estados Unidos, Egito, Turquia, Índia, Ceilão, Singapura e Peru.
1978 - Ilustração de A Morte e a Morte de Quincas Berro D’Água, de Jorge Amado, Edições Alumbramento.
Escultura “Oxossi”, em concreto, 3 x 2 metros, parque da Catacumba, Rio de Janeiro.
Carybé, com Maria João e Gabriel 
foto: Acervo ©Instituto Carybé
1979 - Coletiva ao ar livre, Parque da Catacumba, Rio de Janeiro.
Ilustração do livro Sete Lendas Africanas da Bahia – Xilogravuras, Editora Onile. E viaja para Inglaterra.
1980 - Coletiva, Galeria Bonino, Rio de Janeiro.
Exposição individual, A Galeria, São Paulo.
Coletiva “Onze Artistas da Bahia”, Museu de Arte da Universidade Federal do Ceará, Fortaleza.
Participa da “Semana da Bahia”, Cassino Estoril, Lisboa.
Coletiva “Pintores Baianos”, Dakar, Senegal.
Participa da “13ª Exposição de Arte Contemporânea”, Chapel Art Club, São
Paulo.
Coletiva, Bistrô do Luiz, Salvador.
Coletiva “Gravuras da Coleção Antonio Celestino”, Fundação Museu Carlos
Costa Pinto, Salvador.
Cenografia e figurinos para o ballet “Quincas Berro D’Água”, Teatro Municipal, Rio de Janeiro.
Menção Honrosa da Gazeta da Bahia – Turismo S/A.
Prefácio para Retratos da Bahia, de Pierre Verger, Editora Corrupio, Salvador. E viaja para Portugal e Dinamarca.
1981- Exposição individual no Cassino Estoril, Lisboa.
Publica, depois de 30 anos de pesquisas, Iconografia dos Deuses Africanos no candomblé da Bahia, Editora Raízes.
Ilustração do livro Cipó, Editora Raízes. E viaja a Portugal, Espanha e Egito.
1982 - Participa da Semana Afro–Brasileira, Porto Alegre.
Exposição individual, A Galeria, São Paulo.
Coletiva “Três Artistas da Bahia”, Casa Thomas Jefferson, Brasília.
Ilustração “Gabriela” nos bilhetes da Loteria Federal nº1847.
Recebe o Título de Doutor Honoris Causa da Universidade Federal da Bahia, Salvador.
1983 - Exposição individual “Iconografia dos Deuses Africanos no Candomblé da Bahia”, The Caribbean Cultural Center, Nova York.
Coletiva no Brazilian-American Cultural Institute, Washington D.C.
Coletiva “Artistas Amigos do Bistrô do Luiz”, Salvador.
Coletiva, Bahiarte Galeria, Londrina.
Viaja para o Equador e Estados Unidos (Nova York).
Executa painel para a embaixada Brasileira em Lagos, Nigéria.
1984 - Exposição individual no Museu Nacional de Las Culturas, México.
Participa do IX Salão de Arte de Ribeirão Preto.
Exposição individual, Philadelphia Arts Institute, EUA.
Exposição individual, Galeria de Arte André, São Paulo.
Exposição individual, Escritório de Arte da Bahia, Salvador.
Coletiva “Influência de Mãe Menininha na Cultura Baiana”, Museu de Arte da
Bahia.
Exposição individual, A Galeria, São Paulo.
Coletiva “Artistas da Bahia”, Fundação Edson Queiroz – Universidade de Fortaleza, Ceará.
Ilustração de um capítulo de Tocaia Grande, de Jorge Amado – Revista Status, nº 121.
Escultura “Homenagem à Mulher Baiana”, bronze, 3,30m, Shoping Center
Iguatemi, Salvador.
Medalha do Mérito Castro Alves, Bahia.
Comenda Jerônimo Monteiro no Grau de Cavaleiro, Espírito Santo.
Carybé  - foto: Acervo ©Instituto Carybé
1985 - Exposição individual, Escritório de Arte da Bahia, Salvador.
Cenografia e figurinos para a ópera “La Bohéme”, Teatro Castro Alves, Salvador.
Cenografias e Figurinos para o balé “Gabriela”, Teatro Municipal do Rio de
Janeiro.
Coletiva “Arte Bahia”, Galeria 2000, San José de Porto Rico.
Ilustração de Lendas Africanas dos Orixás, texto de Pierre Verger, Editora
Corrupio, Salvador.
Viagem ao Peru, Filipinas, Japão, Java, Sumatra, Borneo, Singapura, HongKong e Beijin.
1986 - Exposição de 39 desenhos da Coleção Recôncavo, Museu de Arte da Bahia.
Coletiva de Artistas Baianos, Casa da Manchete, Brasília.
Exposição Retrospectiva (1936–1986), Núcleo de Artes do Desembanco, Salvador Bahia.
1987 - Exposição coletiva “Modernistas Baianos”, Museu de Arte Moderna da Bahia, Salvador.
Ilustração do livro O Sumiço da Santa, de Jorge Amado, Editora Record, Rio
Janeiro.
1988 - Mural para o edifício Mansão Pedro Calmon, Salvador, Bahia.
Murais para o Memorial da América Latina, São Paulo.
1989 - Lançamento do livro Carybé, produzido por Bruno Furrer, com apoio da Odebrecht, sobre toda a obra do artista.
Exposição comemorativa dos 22 anos da A Galeria, São Paulo.
Exposição na Galeria de Arte do Cassino do Estoril, Portugal.
1990 - Exposição conjunta com Pierre Verger dos originais do livro Iconografia dos Deuses africanos no Candomblé da Bahia, Casa França Brasil, Rio de Janeiro, e Memorial da América Latina, São Paulo.
Exposição coletiva de ilustrações de autores sulamericanos da Editora Fondo
de Cultura Económica do México, em São Paulo.
1991- Exposição coletiva de artistas baianos, Galeria de Arte do Shopping Center Fashion Mall, Rio de Janeiro.
Escultura para residência do Sr. Ricardo Heaegler, Rio de Janeiro.
Exposição na Casa de Cultura Encol, Salvador.
1992 - Exposição coletiva “Jorge Amado e as Artes Plásticas”, Museu de Arte da Bahia.
Coletiva em comemoração aos 80 anos de Jorge Amado, Anarte Galeria.
Coletiva no Internacionales Sommertheartre Festival, Hamburgo
Coletiva de 10 painéis pertencentes ao Banco da Bahia, Centro Georges
Pompidou, em comemoração aos 80 anos de Jorge Amado.
Quadro “São Sebastião”, óleo sobre tela, Museu do Vaticano.
1993 - Exposição individual, Galeria de Arte do Casino do Estoril, Portugal.
Exposição de quatro artistas brasileiros, 20 anos da Bahiarte, Londrina.
Exposição individual Arte Bahia, Hotel Sofitel, Salvador.
1994 - Exposição Escritório de Arte da Bahia.
1995 - Exposição individual itinerante de gravuras realizadas nas seguintes galerias: São Paulo: Casa das Artes Galeria, Artebela Galeria de Arte, Galeria Documenta, Documenta Lar Center; Campinas: Croqui Galeria de Arte; Curitiba: Fraletti Rubbo Galeria de Arte; Belo Horizonte: Nuance Galeria de Arte; Foz do Iguaçu: Ita Galeria de Arte; Porto Alegre: Bublitz Decaedro Galeria de Arte; Cuiabá: Só Vi Arte Galeria; Goiânia: Época Galeria de Arte; Fortaleza: Casa D’ Arte; e Salvador: Oxum Casa de Arte.
Carybé  - foto: Acervo ©Instituto Carybé
1996 - Desenhos para Vinhetas da TV Educativa de Salvador - IRDEB.
Exposição individual na Casa de Galícia - Xunta de Galícia, Madri.
Realização do curta-metragem Capeta Carybé, de Agnaldo Siri Azevedo, adaptação do livro O Capeta Carybé, de Jorge Amado, sobre o artista plástico Carybé.
1997 - Mural em grades de ferro, Museu de Arte Moderna, Salvador.
Mural de concreto, Museu de Arte Moderna, Salvador.
Mural em grades de ferro para a Praça da Piedade, Salvador.
Morre o artista em 1 de outubro no Terreiro Axé Opô Afonjá.
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2000 - Exposição de várias obras no Museu de Arte Moderna de São Paulo, por ocasião da comemoração dos 500 Anos do Brasil.
Inauguração da Roberto Alban Galeria de Arte, com exposição de quadros e
vinis do acervo do galerista e da família.
2001 - Inauguração do mural em mosaico veneziano copiado de uma gravura do artista, no navio Costa Marina, da companhia italiana Costa Croceira.
2002 - Exposição no Espaço Alfa Romeu de São Paulo de desenhos de caráter humorístico realizados num cruzeiro a bordo do navio Eugênio Costa.
2003 - Coletiva "Arte em Movimento", no Espaço BNDES, Rio de Janeiro.
2006 - Exposição O Universo Mítico de Hector Julio Paride Bernabó, o baiano Carybé, no Museu AfroBrasil, em São Paulo, com lançamento de catálogo; Exposição Revisitando Carybé, no Museu AfroBrasil.
2007 - Publicação Impressões de Carybé nas suas visitas ao Benin (1969 e 1987), pelo Museu Afro-Brasil em parceria com a Imprensa Oficial do Estado de São Paulo, São Paulo.

2009 - Criação e inicio das atividades do Instituto Carybé, criado pela família, para preservar, catalogar e divulgar sua obra e sua memória.
Exposição Carybé, no Museu de Arte Moderna da Bahia, comemorando os setenta anos de sua primeira visita à Bahia e iniciando as comemorações dos 100 anos de Carybé.

Carybé  - foto: Acervo ©Instituto Carybé
Reinauguração dos murais "Alegria e Festa das Américas" e "A Conquista do Oeste". Originalmente localizados no Aeroporto Kennedy, de NY, as obras foram restauradas e realocadas no Aeroporto Internacional de Miami, Estados Unidos, por iniciativa da Odebrecht USA, em parceria com o Miami Dade County.
2010 - Exposição Retrospectiva de Carybé", na Embaixada do Brasil em Buenos Aires, em comemoração ao bicentenário da independência da Argentina.
2011 - Centenário de Carybé. Exposição "O Ateliê: Carybé 1911-2011", Centro Cultural Solar Ferrão, no Pelourinho, Centro Histórico de Salvador.
Exposições: "Grande Mural dos Orixás - Carybé" e "Deuses DÁfrica - Visualidades Brasileiras", Museu Afro-Brasil, São Paulo.
Exposição "Carybé 100 anos", [14 obras de Carybé pertencentes à coleção Castro Maya], pelo IBRAM no Museu Chácara do Céu, Rio de Janeiro.

Celebração do Centenário de Carybé no Senado Federal.
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Fonte:  ©Instituto Carybé


"Ele sempre estava dizendo aos quatro ventos que era 'barriga de pobre', portanto gostava de tudo. Tudo, menos jenipapo. Do licor, então, nem se fala...tinha verdadeiro horror."
- Nancy, [companheira de vida].


Carybé  - foto: Acervo ©Instituto Carybé

"São aguadeiros, lavadeiras com trouxas, homens e mulheres com balaios e tabuleiros, flores, cestos, latas d'água, tijolos, frutas, animais, moringas, madeira, caixas e caixotes, barris, até caixões de defunto. Aqui, tudo nessa vida se carrega na cabeça!"
- Carybé





A OBRA DE CARYBÉ
Carybé realizou mais de cinco mil trabalhos, entre pinturas, desenhos, esculturas e esboços, incluindo ilustrações para obras de autores consagrados como Jorge Amado, Rubem Braga, Mário de Andrade e Gabriel Garcia Marquez. 
Carybé e seu quadro - foto: (...)

Possui murais nas cidades de Salvador, Londres e Nova York, em que se nota influência de Picasso e Rivera. Entre suas obras impressas, destacam-se a Iconografia dos Deuses Africanos no Candomblé da Bahia, resultado de 30 anos de pesquisa, As Sete Portas da Bahia, coletânea de desenhos sobre a cultura baiana, e Olha o Boi e Bahia, Boa Terra Bahia, ambos em parceria com Jorge Amado. O escritor baiano, seu grande amigo, em um de seus versos da Cantiga de capoeira para Carybé, traça bela descrição da relação de Carybé com a cultura baiana:

“[...] A paisagem, a poesia
e o mistério da Bahia,
ê, ê camarado,
e de quem é?

É de Carybé, camarado,
Ê camarado, ê. [...]"

EXPOSIÇÕES DAS OBRAS DE CARYBÉ
Exposições Individuais
1943 - Buenos Aires (Argentina) - Primeira individual, na Galeria Nordiska.
1944 - Salta (Argentina) - Individual, no Consejo General de Educacion.
1945 - Buenos Aires (Argentina) - Motivos de América, na Galeria Amauta.
Carybé  - foto: Acervo ©Instituto Carybé
1945 - Rio de Janeiro RJ - Individual, no IAB/RJ.
1945 - Salta (Argentina) - Individual, na Amigos del Arte.
1947 - Salta (Argentina) - Individual, na Agrupación Cultural Feminina.
1950 - Salvador BA - Primeira individual na Bahia, no Bar Anjo Azul.
1950 - São Paulo SP - Individual, no Masp.
1952 - São Paulo SP - Individual, no MAM/SP.
1954 - Salvador BA - Individual, na Galeria Oxumaré.
1957 - Buenos Aires (Argentina) - Individual, na Galeria Bonino.
1957 - Nova York (Estados Unidos) - Individual, na Bodley Gallery.
1958 - Nova York (Estados Unidos) - Individual, na Bodley Gallery.
1962 - Salvador BA - Individual, no MAM/BA.
1963 - Rio de Janeiro RJ - Individual, na Galeria Bonino.
1965 - Rio de Janeiro RJ - Individual, na Galeria Bonino.
1966 - São Paulo SP - Individual, na Galeria Astréa.
1967 - Rio de Janeiro RJ - Individual, na Galeria Santa Rosa.
1969 - Londres (Inglaterra) - Individual, na Varig Airlines.
1970 - Rio de Janeiro RJ - Individual, na Galeria da Praça.
1971 - Brasília DF - Painel dos Orixás, no MAM/DF.
1971 - Curitiba PR - Painel dos Orixás, na Biblioteca Pública do Paraná.
1971 - Florianópolis SC - Painel dos Orixás, na Assembléia Legislativa do Estado de Santa Catarina.
1971 - Porto Alegre RS - Painel dos Orixás, na Assembléia Legislativa do Rio Grande do Sul.
1971 - Rio de Janeiro RJ - Individual, no MAM/RJ.
1971 - Rio de Janeiro RJ - Painel dos Orixás, no MAM/RJ.
1971 - São Paulo SP - Individual, em A Galeria.
1971 - São Paulo SP - Painel dos Orixás, no MAM/SP.
1972 - Fortaleza CE - Painel dos Orixás, no Museu de Arte da Universidade Federal do Ceará.
1972 - Recife PE - Painel dos Orixás, no Teatro de Santa Isabel.
1972 - Recife PE - Painel dos Orixás, no Teatro de Santa Isabel .
1973 - São Paulo SP - Individual, em A Galeria.
1976 - Salvador BA - Individual, na Igreja e Convento de Nossa Senhora do Carmo
1980 - São Paulo SP - Individual, em A Galeria .
1981- Lisboa (Portugal) - Individual, no Cassino Estoril.
1982 - São Paulo SP - Individual, em A Galeria.
1982 - São Paulo SP - Individual, na Renot Galeria de Arte.
1983 - Nova York (Estados Unidos) - Iconografia dos Deuses Africanos no Candomblé da Bahia, no Caribbean Cultural Center.
1984 - Cidade do México (México) - Individual, no Museo Nacional de las Culturas.
1984 - Filadélfia (Estados Unidos) - Individual, no Philadelphia Arts Institute.
Carybé trabalhando - foto: Acervo ©Instituto Carybé
1984 - México - Individual, no Museo Nacional de Las Culturas.
1984 - São Paulo SP - Individual, na Nova André Galeria.
1986 - Lisboa (Portugal) - Individual, no Cassino Estoril.
1986 - Salvador BA - As Artes de Carybé, no Núcleo de Artes Desenbanco.
1989 - Lisboa (Portugal) - Individual, no Cassino Estoril.
1989 - São Paulo SP - Individual, no Masp.
1995 - Belo Horizonte MG - Individual, na Nuance Galeria de Arte.
1995 - Campinas SP - Individual, na Galeria Croqui.
1995 - Cuiabá MT - Individual, na Só Vi Arte Galeria.
1995 - Curitiba PR - Individual, na Galeria de Arte Fraletti e Rubbo.
1995 - Fortaleza CE - Individual, na Galeria Casa D'Arte.
1995 - Foz do Iguaçu PR - Individual, na Ita Galeria de Arte.
1995 - Goiânia GO - Individual, na Época Galeria de Arte.
1995 - Porto Alegre RS - Individual, na Bublitz Decaedro Galeria de Artes.
1995 - Salvador BA - Individual, na Oxum Casa de Arte.
1995 - São Paulo SP - Individual, na Artebela Galeria Arte Molduras.
1995 - São Paulo SP - Individual, na Casa das Artes Galeria.
1995 - São Paulo SP - Individual, na Documenta Galeria de Arte.

"Exemplo notável em sua arte, que recria a realidade do país e da vida popular que ele conhece como poucos, por tê-la vivido como ninguém." 
- Jorge Amado



Exposições Coletivas
1939 - Buenos Aires (Argentina) - Exposição Carybé e Clemente Moreau, no MNBA.
Carybé  - foto: Acervo ©Instituto Carybé
1943 - Buenos Aires (Argentina) - 29º Salon de Acuarelistas y Grabadores - primeiro prêmio.
1946 - Buenos Aires (Argentina) - Desenhos de Artistas Argentinos, na Galeria Kraft.
1948 - Washington (Estados Unidos) - Artists of Argentina, na Pan American Union Gallery.
1949 - Buenos Aires (Argentina) - Carybé e Gertrudis Chale, na Galeria Viau.
1949 - Salvador BA - 1º Salão Baiano de Belas Artes, no Hotel Bahia.
1950 - Salvador BA - 2ª Salão Baiano de Belas Artes, na Galeria Belvedere da Sé.
1950 - São Paulo SP - Coletiva, no MAM/SP.
1951 - Salvador BA - 3º Salão Baiano de Belas Artes, na Galeria Belvedere da Sé.
1951 - São Paulo SP - 1ª Bienal Internacional de São Paulo, no Pavilhão do Trianon.
1952 - Feira de Santana BA - 1ª Exposição de Arte Moderna de Feira de Santana, no Banco Econômico.
1952 - Salvador BA - 3º Salão Baiano de Belas Artes, no Belvedere da Sé.
1952 - São Paulo SP - Coletiva, no MAM/SP.
1953 - Recife PE - Mario Cravo Júnior e Carybé, no Teatro de Santa Isabel.
1953 - São Paulo SP - 2ª Bienal Internacional de São Paulo, no MAM/SP.
1954 - Salvador BA - 4º Salão Baiano de Belas Artes, no Hotel Bahia. - medalha de bronze.
1955 - São Paulo SP - 3ª Bienal Internacional de São Paulo, no Pavilhão das Nações - primeiro prêmio desenho.
1956 - Salvador BA - Artistas Modernos da Bahia, na Galeria Oxumaré.
1956 - Veneza (Itália) - 28ª Bienal de Veneza.
1957 - Rio de Janeiro RJ - 6º Salão Nacional de Arte Moderna.
1957 - Rio de Janeiro RJ - 6º Salão Nacional de Arte Moderna - isenção de júri.
1957 - São Paulo SP - Artistas da Bahia, no MAM/SP.
1958 - Nova York (Estados Unidos) - Works by Brazilian Artists, no MoMA.
1958 - São Francisco (Estados Unidos) - Works by Brazilian Artists, no Fine Arts Museums of San Francisco.
1958 - Washington (Estados Unidos) - Works by Brazilian Artists, na Pan American Union.
1959 - Salvador BA - Artistas Modernos da Bahia, na Escola de Odontologia.
1959 - Seattle (Estados Unidos) - 30º International Exhibition, no Seattle Art Museum.
1961 - São Paulo SP - 6ª Bienal Internacional de São Paulo, no Pavilhão Ciccilo Matarazzo Sobrinho - sala especial.
1963 - Lagos (Nigéria) - Brazilian Contemporary Artists, no Nigerian Museum.
1963 - São Paulo SP - 7ª Bienal Internacional de São Paulo, na Fundação Bienal.
1964 - Salvador BA - Exposição de Natal, na Galeria Querino.
1966 - Bagdá (Iraque) - Coletiva, patrocinada pela Fundação Calouste Gulbenkian.
1966 - Madri (Espanha) - Artistas da Bahia, no Instituto de Cultura Hispânica.
1966 - Roma (Itália) - Coletiva, no Palácio Piero Cartona.
1966 - Salvador BA - 1ª Bienal Nacional de Artes Plásticas (Bienal da Bahia) - sala especial.
1966 - Salvador BA - Desenhistas da Bahia, na Galeria Convivium.
1967 - Salvador BA - Exposição Coletiva de Natal, na Panorama Galeria de Arte.
1967 - São Paulo SP - Artistas da Bahia, em A Galeria.
1968 - São Paulo SP - Artistas Baianos, em A Galeria.
1969 - Londres (Inglaterra) - Coletiva, na Tryon Gallery.
1969 - São Paulo SP - 1º Panorama de Arte Atual Brasileira, no MAM/SP.
1969 - São Paulo SP - Carybé, Carlos Bastos e Mario Cravo Jr., na Galeria de Arte Portal.
1970 - Liverpool (Inglaterra) - 12 Artistas Contemporâneos Brasileiros, na The University of Liverpool.
1970 - Porto Alegre RS - Acervo do Museu de Arte Moderna de São Paulo, no Instituto de Artes da UFRGS.
1970 - Rio de Janeiro RJ - Pintores da Bahia, na Galeria Marte 21.
1970 - Salvador BA - Exposição de Reinauguração da Panorama Galeria de Arte.
1970 - São Paulo SP - Exposição de Natal, na Galeria Irlandini.
1971 - São Paulo SP - 11ª Bienal Internacional de São Paulo, na Fundação Bienal - sala especial.
Carybé trabalhando no painel "Conquista do Oeste"
 - foto: Acervo ©Instituto Carybé
1971 - São Paulo SP - 3º Panorama de Arte Atual Brasileira, no MAM/SP.
1972 - Recife PE - Arte Baiana Hoje, no Hotel Miramar.
1972 - São Paulo SP - 50 Anos de Arte Moderna no Brasil, em A Galeria.
1972 - São Paulo SP - Arte/Brasil/Hoje: 50 anos depois, na Galeria da Collectio.
1973 - Belo Horizonte MG - Jorge Amado e os Artistas de Teresa Batista Cansada de Guerra, na Galeria de Arte Ami.
1973 - Salvador BA - 150 Anos de Pintura na Bahia, no MAM/BA.
1973 - São Paulo SP - 12ª Bienal Internacional de São Paulo, na Fundação Bienal - sala especial.
1973 - São Paulo SP - Carybé e Ramiro Bernabó, no A Galeria.
1973 - São Paulo SP - 1ª Exposição de Belas Artes Brasil-Japão.
1973 - Tóquio (Japão) - 1ª Exposição de Belas Artes Brasil-Japão.
1973 - Atami (Japão) - 1ª Exposição de Belas Artes Brasil-Japão.
1973 - Osaka (Japão) - 1ª Exposição de Belas Artes Brasil-Japão.
1973 - Rio de Janeiro RJ - 1ª Exposição de Belas Artes Brasil-Japão.
1973 - Brasília DF - 1ª Exposição de Belas Artes Brasil-Japão.
1974 - Salvador BA - Plásticos da Bahia.
1974 - Salvador BA - 1º Salão de Arte do Clube de Engenharia da Bahia.
1975 - Rio de Janeiro RJ - Carybé e Aldemir Martins, na Mini Gallery.
1975 - Salvador BA - Feira da Bahia.
1975 - São Paulo SP - 2ª Exposição de Belas Artes Brasil-Japão, na Assembléia Legislativa do Estado de São Paulo.
1975 - Tóquio (Japão) - 2ª Exposição de Belas Artes Brasil – Japão.
1975 - Atami (Japão) - 2ª Exposição de Belas Artes Brasil – Japão.
1975 - Osaka (Japão) - 2ª Exposição de Belas Artes Brasil – Japão.
1975 - São Paulo SP - 2ª Exposição de Belas Artes Brasil – Japão.
1975 - Rio de Janeiro RJ - 2ª Exposição de Belas Artes Brasil – Japão.
1975 - Brasília DF - 2ª Exposição de Belas Artes Brasil – Japão.
1976 - São Paulo SP - Carybé e Preti, na Grifo Galeria de Arte.
1977 - São Paulo SP - Mostra de Arte, Grupo Financeiro BBI.
1977 - Tóquio (Japão) - 3ª Exposição de Belas Artes Brasil-Japão.
1977 - Atami (Japão) - 3ª Exposição de Belas Artes Brasil-Japão.
1977 - Osaka (Japão) - 3ª Exposição de Belas Artes Brasil-Japão.
1977 - São Paulo SP - 3ª Exposição de Belas Artes Brasil-Japão.
1977 - Rio de Janeiro RJ - 3ª Exposição de Belas Artes Brasil-Japão.
1977 - Brasília DF - 3ª Exposição de Belas Artes Brasil-Japão.
1979 - São Paulo SP - 15ª Bienal Internacional de São Paulo, na Fundação Bienal.
1979 - Tóquio (Japão) - 4ª Exposição de Belas Artes Brasil-Japão.
1979 - Kioto (Japão) - 4ª Exposição de Belas Artes Brasil-Japão.
1979 - Atami (Japão) - 4ª Exposição de Belas Artes Brasil-Japão.
1979 - Rio de Janeiro RJ - 4ª Exposição de Belas Artes Brasil-Japão.
1979 - São Paulo SP - 4ª Exposição de Belas Artes Brasil-Japão.
1980 - Dacar (Senegal) - Pintores Baianos.
1980 - Dacar (Senegal) - Semana da Bahia.
1980 - Fortaleza CE - 11 Artistas da Bahia, na Universidade Federal do Ceará .
Carybé trabalhando - foto: Acervo ©Instituto Carybé
1980 - Lisboa (Portugal) - Semana da Bahia, na Cassino Estoril.
1980 - Penápolis SP - 4º Salão de Artes Plásticas da Noroeste, na Fundação Educacional de Penápolis. Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Penápolis.
1980 - Salvador BA - Gravuras da Coleção Antonio Celestino, no Museu Carlos Costa Pinto.
1980 - São Paulo SP - 13ª Exposição de Arte Contemporânea, na Chapel Art Show.
1981 - Nekai (Japão) - 5ª Exposição de Belas Artes Brasil-Japão.
1981 - Tóquio (Japão) - 5ª Exposição de Belas Artes Brasil-Japão.
1981 - Atami (Japão) - 5ª Exposição de Belas Artes Brasil-Japão.
1981 - Kioto (Japão) - 5ª Exposição de Belas Artes Brasil-Japão.
1981 - Brasilília DF - 5ª Exposição de Belas Artes Brasil-Japão.
1981 - Rio de Janeiro RJ - 5ª Exposição de Belas Artes Brasil-Japão.
1981 - São Paulo SP - 5ª Exposição de Belas Artes Brasil-Japão.
1982 - Brasília DF - Três Artistas da Bahia, no Centro Cultural Thomas Jefferson.
1982 - Salvador BA - A Arte Brasileira da Coleção Odorico Tavares, no Museu Carlos Costa Pinto.
1983 - Salvador BA - Artistas Amigos do Bistrô do Luiz.
1984 - Aracajú SE - Artistas Baianos, na J. Inácio Galeria de Arte.
1984 - Dacar (Senegal) - Artistas da Bahia, na Galeria Nacional.
1984 - Fortaleza CE - Artistas da Bahia, na Fundação Edson Queiroz – Universidade.
1984 - Salvador BA - Influência de Mãe Menininha do Gantois na Cultura Baiana, no Museu de Arte da Bahia.
1984 - São Paulo SP - Tradição e Ruptura: síntese de arte e cultura brasileiras, na Fundação Bienal.
1985 - San José (Costa Rica) - Coletiva Arte Bahia, na Galeria 2000.
1985 - San José (Costa Rica) - Afro-Bahia, na Galeria de Arte 2000.
1985 - São Paulo SP - 100 Obras Itaú, no Masp.
1986 - Brasília DF - Baianos em Brasília, na Casa da Manchete.
1986 - Curitiba PR - Um Artista Presenteia a Cidade, no Solar do Barão.
1986 - Salvador BA - 39 Desenhos da Coleção Recôncavo, no Museu de Arte da Bahia.
1987 - Salvador BA - Doze Artistas Brasileiros, na Anarte Galeria.
1987 - São Paulo SP - 20ª Exposição de Arte Contemporânea, na Chapel Art Show.
1988 - Salvador BA - Os Ilustrados de Jorge Amado, na Fundação Casa de Jorge Amado.
1988 - São Paulo SP - 15 Anos de Exposição de Belas Artes Brasil-Japão, na Fundação Mokiti Okada.
1988 - São Paulo SP - Os Ritmos e as Formas: arte brasileira contemporânea, no Sesc Pompéia.
1989 - Copenhague (Dinamarca) - Os Ritmos e as Formas: arte brasileira contemporânea, Museu Charlottenborg.
1991 - Curitiba PR - Museu Municipal de Arte: acervo, no Museu Municipal de Arte.
1992 - Santo André SP - Litogravura: métodos e conceitos, no Paço Municipal.
1992 - Zurique (Suíça) - Brasilien: entdeckung und selbstentdeckung, no Kunsthaus Zürich.
1994 - São Paulo SP - Gravuras: sutilezas e mistérios, técnicas de impressão, na Pinacoteca do Estado.
1996 - São Paulo SP - Norfest 96: Artes Visuais, no D&D Shopping.

"Carybé não se inspira na Bahia;
parece que a Bahia é que se inspira em Carybé."

- Rubem Braga


Exposições Póstumas
Carybé - foto: (...)

1998 - São Paulo SP - Impressões: a arte da gravura brasileira, no Espaço Cultural Banespa-Paulista.
1998 - São Paulo SP - Marinhas em Grandes Coleções Paulistas, no Espaço Cultural da Marinha.
1999 - Curitiba PR - Arte-Arte Salvador 450 Anos, na Fundação Cultural de Curitiba. Solar do Barão.
1999 - Rio de Janeiro RJ - Arte-Arte Salvador 450 Anos, no Museu Histórico da Cidade do Rio de Janeiro.
1999 - Rio de Janeiro RJ - Mostra Rio Gravura. Gravura Moderna Brasileira: acervo Museu Nacional de Belas Artes, no MNBA.
1999 - Salvador BA - 100 Artistas Plásticos da Bahia, no Museu de Arte Sacra.
1999 - Salvador BA - Arte-Arte Salvador 450 Anos, no MAM/BA.
1999 - São Paulo SP - A Ressacralização da Arte, no Sesc Pompéia.
1999 - São Paulo SP - Cotidiano/Arte. O Consumo - Metamorfose do Consumo, no Itaú Cultural.
1999 - São Paulo SP - Cotidiano/Arte. O Consumo - Paratodos, no Itaú Cultural.
2000 - Rio de Janeiro RJ - Brasil + 500 Mostra do Redescobrimento. Negro de Corpo e Alma, na Fundação Casa França-Brasil.
2000 - São Paulo SP - Brasil + 500 Mostra do Redescobrimento, na Fundação Bienal.
2001 - Rio de Janeiro RJ - Aquarela Brasileira, no Centro Cultural Light.
2001 - São Paulo SP - 4 Décadas, na Nova André Galeria.
2001 - São Paulo SP - Figuras e Faces, em A Galeria.
2003 - Rio de Janeiro RJ - Arte em Movimento, no Espaço BNDES.
2009 - Salvador/BA - Carybé, no MAM.


Carybé pintando o painel no Memorial da América Latina, 
 São Paulo (década de 1980)  - foto: Acervo ©Instituto Carybé

ACERVO
:: Acervo Banco Itaú - São Paulo SP;
:: Centro de Arte Moderna da Fundação Calouste Gulbenkian - Lisboa, Portugal;
:: Fundação Raymundo de Castro Maya - Rio de Janeiro RJ;
:: MAM - Salvador BA;
:: MAM - São Paulo SP;
:: MoMA - Nova York, Estados Unidos;
:: Museu Afro-Brasileiro - Salvador BA;
:: Museu da Cidade - Salvador BA;
:: Museu Nacional de Arte Contemporânea - Lisboa,Portugal;
:: Museu de Arte da Bahia - Salvador BA;
:: Casa da Manchete - Rio de Janeiro RJ;
:: Museum Rade - Reinbek, Alemanha;
:: Núcleo de Artes do Desenbanco - Salvador BA;
:: Pinacoteca Ruben Berta - Porto Alegre RS;
:: Museu do Vaticano - Roma, Itália.


"O feitiço da Bahia começa pela cozinha. Você só se alimenta de comidas sagradas."
- Carybé, em entrevista a Clarice Lispector. In: Clarice Lispector - entrevistas. Rio de Janeiro: Editora Rocco, 2007. (Originalmente publicado na revista Manchete, em 28 de junho de 1969, nº 897, p. 44-45).



Carybé - foto: (...)
PUBLICAÇÕES
(Incluindo as edições em parceria)
CARYBÉ. Aquarelas. [Iconografia dos Deuses Africanos no Candomblé da Bahia]. Editora Raízes, 1957.
CARYBÉ. As sete portas da Bahia. [texto e desenhos de Carybé]. São Paulo: Editora Martins, 1962, 333 p, il.
CARYBÉ. Olha o Boi: Roteiro das Graças da Bahia. Editora: Cultrix, São Paulo/SP, 1966.il. p. b.
CARYBÉ. e Luiz Preti. São Paulo: Grifo Galeria de Arte, 1976.
CARYBÉ. Apresentação de Jorge Amado. São Paulo: Galeria de Arte André, 1984.

CARYBÉ. Pinturas: têmperas e óleos, desenhos, esculturas. Apresentação Jorge Amado. São Paulo: MASP, 1989. 28 p. il. p. b., color.
CARYBÉ. Carybé. São Paulo: Galvão Bueno Marketing Cultural, 1995. [10 p. ] il. color.
CARYBÉ; VERGER, Pierre Fatumbi. Lendas Africanas dos Orixás. Editora: Corrupio, Salvador/BA, 1985.
TAVARES, Odorico; CARYBÉ (il.). Bahia, imagens da terra e do povo. Rio de Janeiro: José Olympio, 1951, 290 p.
CARYBÉ. Impressões de Carybé nas suas visitas ao Benin (1969 e 1987). [edição póstuma]. São Paulo: Imprensa Oficial do Estado de São Paulo e Museu Afro-Brasil, 2007, 65 p. il.
COLEÇÃO RECONCÂVO
CARIBÉ (il.); ROCHA, Wilson (texto). A pesca do Xaréu. 21 desenhos de Carybé. [Coleção Recôncavo nº 1]. Salvador: Livraria Progresso, 1955, il.
CARIBÉ (il.); TAVARES, Odorico (texto). Pelourinho. 27 desenhos de Carybé. [Coleção Recôncavo nº 2]. Salvador: Livraria Progresso, 1955, il.
CARIBÉ (il.); HEBEISEN, K. Paulo (texto). O Jogo da Capoeira. 27 desenhos de Carybé. [Coleção Recôncavo nº 3]. Salvador: Livraria Progresso, 1955, il.
CARIBÉ (il.); MAIA, Vasconcelos (texto). Feira de Água de Meninos. 24 desenhos de Carybé. [Coleção Recôncavo nº 4]. Salvador: Livraria Progresso, 1955, il.
CARIBÉ (il.); TAVARES, Odorico (texto). Festa do Bonfim. 27 desenhos de Carybé. [Coleção Recôncavo nº 5]. Salvador: Livraria Progresso, 1955, il.
CARIBÉ (il.); TAVARES, Odorico (texto). Conceição da Praia. 27 desenhos de Carybé. [Coleção Recôncavo nº 6]. Salvador: Livraria Progresso, 1955, il.
CARIBÉ (il.); PEDREIRA, José (texto). Festa de Yemanjá. 26 desenhos de Carybé. [Coleção Recôncavo nº 7]. Salvador: Livraria Progresso, 1955, il.
CARIBÉ (il.); EDUARDO, Carlos (texto). Rampa do Mercado. 28 desenhos de Carybé. [Coleção Recôncavo nº 8]. Salvador: Livraria Progresso, 1955, il.
CARIBÉ (il. e texto). Temas do Candomblé. 27 desenhos de Carybé. [Coleção Recôncavo nº 9]. Salvador: Livraria Progresso, 1955, il.
CARIBÉ (il.); VERGER, Pierre (texto). Orixás. 28 desenhos de Carybé. [Coleção Recôncavo nº 10]. Salvador: Livraria Progresso, 1955, 21 p. il.



FORTUNA CRÍTICA DE CARYBÉ
[Estudos acadêmicos, teses, dissertações, monografias, artigos, ensaios, livros, catalogos e afins]
A RESSACRALIZAÇÃO da arte. Apresentação Abram Szajman, Danilo Santos de Miranda. São Paulo: Sesc, 1999. 136 p. il. color.
Painel em concreto de Carybe,  para a Willys Nordeste, em Jaboatão (PE)
1ª montadora de automóveis da região nordeste do Brasil (1966)
 
- foto: Acervo ©Instituto Carybé
AMADO, Jorge. O capeta Carybe. Editora: Berlendis & Vertecchia, São Paulo/SP, 1986.
ARAÚJO, Emanoel (org.). O universo mítico de Hector Julio Paride Bernabó, o baiano Carybé. Museu Afro Brasil, 2006.
ARAUJO, Emanuel. As Artes de Carybé. Editora Imprensa Oficial do Estado/SP - parceria Institutos Afro Brasil e Carybé. Ano 2010.
ARTE no Brasil. Apresentação de Pietro Maria Bardi e Pedro Manuel. São Paulo: Abril Cultural, 1979.
ARTISTAS do muralismo brasileiro. São Paulo: Volkswagen do Brasil, 1988. 216 p. il. color.
AS ARTES de Carybé: pintura, desenho, gravura, escultura. Apresentação de Sylvia Menezes de Athayde. Salvador: Núcleo de Artes do Desenbanco, 1986.
BAIANOS em Brasília. Apresentação Wilson Rocha. Brasília: Casa da Manchete, 1986. s. p.
BARRETO, José Jesus. Carybé e Verger - Gente da Bahia. [I Livro da Trilogia Entre Amigos]. Editora: Fundação Pierre Verger. Salvador/BA, 2008.
CAMPOS, Marcelo Gustavo Lima. Carybé e a construção da brasilidade: arte e etnografia para uma análise além das representações. (Dissertação Mestrado em Artes Visuais). Universidade Federal do Rio de Janeiro, UFRJ, Rio de Janeiro, 2001, p. 233.
CAMPOS, Marcelo Gustavo Lima de. Carybé Obra e tradição: o universo mítico afro-brasileiro. Arte e Ensaios, Rio de Janeiro, p. 25 - 38, 14 dez. 1999.
CAMPOS, Marcelo Gustavo Lima de. Carybé, Obra e Tradição. (Monografia de Graduação em Comunicação Social). Faculdades Integradas Hélio Alonso, FIHA, 1999.
CAMPOS, Marcelo Gustavo Lima de. Metáforas do moderno: a narrativa de Macunaíma na arte de Carybé. Anais do 6º Encontro do Mestrado Em História da Arte, Rio de Janeiro, p. 123-129, 1997.
CAMPOS, Marcelo Gustavo Lima de; CONDURU, Roberto; SIQUEIRA, Vera Beatriz; GERALDO, S. C.; Oliveira, Luiz Sérgio; FERREIRA, M. G. A.; CAVALCANTI, A. M. T.; SALGUEIRO, V.; RABELO, N. R. M.; TEIXEIRA, C. V.; MORAIS, F.; TAVORA, M. L.; BUENO, G.. Carybé: argonauta de todos os santos. In: Viviane Matesco. (Org.). Uma coleção em estudo. 1ed.Rio de Janeiro: MHAERJ/Estado do Rio de Janeiro, 2010, v. 1, p. 109-113.
CHAVES, Marcelo Mendes. Carybé: uma construção da imagética do candomblé baiano. (Dissertação Mestrado em Estética e História da Arte). Universidade de São Paulo, USP, 2012.
CASTRO JÚNIOR, Luís Vítor. A arte-capoeira nas imagens do capeta Carybé. Projeto História (Online), v. 30, p. 1, 2012.
CARVALHO, Manuela Azevedo; MIRANDA, Luciana Aparecida de. O Carnaval da Bahia nos desenhos de Carybé. In: III Congreso LatinoAmericano de Enseñanza del Diseño, 2012, Buenos Aires. III Congreso LatinoAmericano de Enseñanza del Diseño. Buenos Aires: Universidad de Palermo, 2012.
CAVALCANTI, Carlos; AYALA, Walmir, org. Dicionário brasileiro de artistas plásticos. Apresentação de Maria Alice Barroso. Brasília: MEC/INL, 1973-1980. (Dicionários especializados, 5).
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LISPECTOR, Clarice. Entrevistas. [uma das entrevistas que estão no livro é com Carybé, realizada na década de 60/70 quando Clarice colaborava com a revista Manchete e o Jornal do Brasil]. Rio de Janeiro: Editora Rocco, 2007.
LODY, Raul G. da Motta. À mesa com Carybé. [Coleção À Mesa Brasileira]. Editora Senac Nacional, 2007.
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MATOS, Matilde. A Bahia vista por Carybé (1911-1997). Afro-Ásia, 29/30, 2003, 389-413. Disponível em: (acessado 20.1.2012).
MOSTRA de obras de arte. São Paulo: Grupo Financeiro BBI, 1977.
MOSTRA DO REDESCOBRIMENTO (2000: RIO DE JANEIRO, RJ), AGUILAR, Nelson (org.). Brasil + 500 Rio. Versão em inglês Katica Szabó; apresentação Anthony Garotinho, Luiz Paulo Fernandez Conde, Edemar Cid Ferreira. São Paulo: Associação Brasil + 500, 2000. 271 p. il. color.
Carybé com Iara, Gabriel e Juliana   - foto: Acervo ©família Bernabó
MOSTRA Rio Gravura: catálogo geral dos eventos. Apresentação Luiz Paulo Fernandez Conde, Helena Severo, Rizza Paes F. Conde, Maria Julia Vieira Pinheiro; Maria Tornaghi, Leila Grimming; tradução Stephen Berg. Rio de Janeiro: Prefeitura Municipal, 1999. 231 p. il. p&b., color.
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PONTUAL, Roberto. Dicionário das artes plásticas no Brasil. Apresentação de Antônio Houaiss. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1969.
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, Eliane Garcindo de. Carybé: Brasil, Bahia / Argentina / Uruguai. In: Ingrid Sarti; Daniela Perrotta; Mônica Leite Lessa; Glauber C. Carvalho. (Org.). por uma integração ampliada da América do Sul no século XXI. 1aed.Rio de Janeiro: Perse, 2013, v. 2, p. 715-726.
, Eliane Garcindo de. Carybé e Vilaró: identidades, redes e representações entre Brasil, Argentina e Uruguai. In: AGUILAR, Sérgio Luiz Cruz; ALBRES, Hevellyn Menezes. (Org.). Relações Internacionais:pesquisa,práticas e perspectivas. 1ed.Marília/São Paulo: Oficina Universitária; Cultura Acadêmica, 2012, v. , p. 147-164.
SANTOS, Nívia Pombo Cirne dos. Resenha - Carybé & Verger. Revista de História da Biblioteca Nacional, p. 95 - 95, 1 ago. 2008.
SCHARLACH, Cecília. Impressões de Carybe - nas suas visitas ao Benin 1969 e 1987. Edição: bilíngüe: português e espanhol, - Co-editado com o Museu Afro-Brasil – Editora Imprensa Oficial do Estado/SP, 2010.
SIERVI, Claudia Beatriz Campanella de. Carybé e os Orixás do Candomblé Brasileiro. Revista Parati, Antuérpia, Bélgica, p. 3 - 26, 1 nov. 1996.
SILVA, Guilherme Sarmiento da; AUMONT, J.; MARTINS, F.; SETARO, A. Partitura dos traços - carybé e o storyboard de Vadiação. CineCachoeira, Cachoeira - Bahia, Antes da Tela, Ano I, nº 1, 24 nov.2010. Disponível no link. (acessado 20.1.2012).
SILVA, Vagner Gonçalves da. Arte religiosa afro-brasileira: as múltiplas estéticas da devoção brasileira. Debates do NER, Porto Alegre, Ano 9, N. 13, P. 97-113, Jan../Jun. 2008. Disponível no link. (acessado 20.1.2012).
TAVARES, Odorico. A Arte brasileira da coleção Odorico Tavares. Apresentação Antonio Carlos Magalhães. Salvador: Museu de Arte da Bahia, 1982. [56 p.] il. p. b, color.


"A sintetização natural que aconteceu no meu trabalho, foi talvez pelo fato de que não desenho do natural, apóio-me na memória visual e esta só retém o essencial, o resto ela elimina. O mágico está nas coisas: num vestido vermelho, dentro do mar, na espuma, no pêlo de um cavalo, às vezes numa forma ou numa cor também, mas que está por aí, está."
- Carybé, em entrevista


DOCUMENTÁRIOS
Título: O Capeta Carybé
Sinopse: Inspirado no texto "O Capeta Carybé", de Jorge Amado, o filme mostra a enorme integração da vida e da obra preto Carybé com a cidade de Salvador.
Direção: Agnaldo Siri Azevedo

Carybé, por Wal Alves 
Tipo: Documentário, Formato: 35mm, Ano Produção: 1996, Origem: Brasil (BA), Cor / PB: cor, Duração: 13,21 min.
Elenco: Harildo Deda (narração), Nelson Dantas (narração)
Roteiro: Chico Drummond, Agnaldo Siri Azevedo
Fotografia: Vito Diniz
Som: Rômulo Drummond
Música: Walter Queiróz Jr.
Montagem: Roman Stulbach, Severino Dadá
Produção Executiva: Roman Stulbach
Produção: Chico Drummond
Produtora: RR Filmes.
Prêmios:
:: Prêmio Especial da Crítica - Festival de Brasília 1996.
:: Melhor Montagem - Festival de Brasília 1996.
:: Troféu Pinhão - Festival de Curitiba 1997.
:: Prêmio da Crítica - Cine Ceará 1997.
:: Melhor Edição - Cine Ceará 1997.



Título: Deuses e sonhos de Carybé
Sinopse: O programa mostra as diferentes facetas do artista – que produziu aquarelas, esculturas, gradis, desenhos, cerâmicas, gravuras, murais e ilustrações para livros. Revela, ainda, incursões de Carybé no mundo da música, do cinema, do teatro e da literatura. Entre as atividades do artista múltiplo apresentadas no especial, estão a de pandeirista em turnê de Carmen Miranda pela Argentina e a de tradutor, para o espanhol, de “Macunaíma”, de Mário de Andrade. As obras que registram as cerimônias, as roupas, os adereços e os instrumentos do candomblé e aquelas que retratam os usos, os costumes e as paisagens da Bahia mesclam-se aos depoimentos de familiares, amigos e estudiosos de Carybé, evidenciando o papel do artista na construção do imaginário baiano.
Programa: Especial
Produção: TV Senado
Ano: 2011 (Centenário do artista).



"Salvador é uma cidade que parece encomendada para artistas plásticos, para escritores, cineastas. Enfim, tudo lá é uma espécie de incubadeira para essa gente."
- Carybé


CARYBÉ E AMIGOS


Mãe Senhora [Maria Bibiana do Espirito Santo] e Carybé
- foto: Mario Cravo Neto

Carybé e Poty no Memorial da América Latina - foto: Acervo ©Instituto Carybé

Carybé e Burle Marx  - foto: Acervo ©Instituto Carybé

Carybé e Pierre Verger - foto: Acervo ©Instituto Carybé

José Saramago, Nancy, Pilar e Carybé  - foto: Acervo ©Instituto Carybé

Carybé, Volpi e Nancy  - foto: Acervo ©Instituto Carybé

Carybé, Pablo Neruda e Jorge Amado, na Bahia - foto: Acervo ©Instituto Carybé

Carybé, Nancy e HRM Elizabeth II - foto: Acervo ©Instituto Carybé

Carybé e Vinicius de Moraes - foto: Acervo ©Instituto Carybé

Jorge Amado, Carybé e Caymmi 
 - foto: Acervo ©Instituto Carybé

Pablo Neruda e Carybé - foto: Acervo ©Instituto Carybé

Carybé e Mãe Stella de Oxóssi  
- foto: Acervo ©Instituto Carybé

"São aguadeiros, lavadeiras com trouxas, homens e mulheres com balaios e tabuleiros, flores, cestos, latas d'água, tijolos, frutas, animais, moringas, madeira, caixas e caixotes, barris, até caixões de defunto. Aqui, tudo nessa vida se carrega na cabeça!"
- Carybé


OBRAS ESCOLHIDAS DE CARYBÉ
©Instituto Carybé
Musicando, de Carybé  - [Pinacoteca ©Carybé]


Meninos brincando, de Carybé  - [Pinacoteca ©Carybé]


O ovo da Ema, de Carybé (1976)  - [Pinacoteca ©Carybé]

A morte de Alexandrina, de Carybé (1953) - [Pinacoteca ©Carybé]


As Baianas, de Carybé  - [Pinacoteca ©Carybé]


Puxada de Rede, de Carybé [Pinacoteca ©Carybé]


Sem título, de Carybé  - [Pinacoteca ©Carybé]


Iyami Oxorangá, de Carybé (1966 e 1971)  - [Pinacoteca ©Carybé]


Oxalá, de Carybé (1965)  - [Pinacoteca ©Carybé]

As Romanas, Carybé (1980) - [Pinacoteca ©Carybé]

Bahia,  de Carybé (1971) - [Pinacoteca ©Carybé]

Bahia, de Carybé - [Pinacoteca ©Carybé]


Bahia, de Carybé - [Pinacoteca ©Carybé]


Orixás, de Carybé - [Pinacoteca ©Carybé]


Candomblé, de Carybé (1983)  - [Pinacoteca ©Carybé]


Cangaceiros, de Carybé - [Pinacoteca ©Carybé]


Mulheres, de Carybé  - [Pinacoteca ©Carybé]


Cangaceiros, de Carybé (1997) - [obra inacabada deixada por Carybé]
Acervo Estúdio Carybé


A Garrafa Verde (ou A Hora do Cão),  de Carybé (1979)

Baianas, de Carybé - [Pinacoteca ©Carybé]


Canoeiros, de Carybé - [Pinacoteca ©Carybé]


Capeira, de Carybé  - [Pinacoteca ©Carybé]


sem título, de Carybé - [Pinacoteca ©Carybé]


sem título, de Carybé - [Pinacoteca ©Carybé]


sem título, de Carybé - [Pinacoteca ©Carybé]


Músicos, de Carybé - [Pinacoteca ©Carybé]


Noturno na Praia, Carybé 1971 - [Pinacoteca ©Carybé]


Porto, de Carybé - [Pinacoteca ©Carybé]


Cavalgada, de Carybé - [Pinacoteca ©Carybé]


Cavalgada, de Carybé - [Pinacoteca ©Carybé]


Cavalgada, de Carybé - [Pinacoteca ©Carybé]


Cavalgada, de Carybé - [Pinacoteca ©Carybé]


Ventania (obra inacabada), de Carybé (1997)  - [Pinacoteca ©Carybé]
Acervo Estúdio Carybé


Travessia, de Carybé  - [Pinacoteca ©Carybé]


sem título, de Carybé - [Pinacoteca ©Carybé]


sem título, de Carybé - [Pinacoteca ©Carybé]

sem título, de Carybé - [Pinacoteca ©Carybé]

sem título, de Carybé - [Pinacoteca ©Carybé]


sem título, de Carybé - [Pinacoteca ©Carybé]


O papagaio fujão, de Carybé - [Pinacoteca ©Carybé]


Pelourinho (Bahia), de Carybé - [Pinacoteca ©Carybé]
Porto, de Carybé - [Pinacoteca ©Carybé]


Mulata, de Carybé (1977) - [Pinacoteca ©Carybé]


Índios, de Carybé - [Pinacoteca ©Carybé]


Lampião, de Carybé - [Pinacoteca ©Carybé]


Igreja,  de Carybé - [Pinacoteca ©Carybé]


Mãe e filho,  de Carybé - [Pinacoteca ©Carybé]


Marinheiros (inacabado)  -  Sailors (unfinished), Carybé
 (1997) - [Pinacoteca ©Carybé] Acervo Estúdio Carybé


Guerra dos Emboabas, de Carybé  - [Pinacoteca ©Carybé]


Mulatas,  de Carybé - [Pinacoteca ©Carybé]


Vilarejo em festa, de Carybé - [Pinacoteca ©Carybé]


Frevo, de Carybé - [Pinacoteca ©Carybé]


Cavalgada, de Carybé - [Pinacoteca ©Carybé]


sem título, de Carybé - [Pinacoteca ©Carybé]

sem título, de Carybé - [Pinacoteca ©Carybé]


sem título, de Carybé - [Pinacoteca ©Carybé]


sem título, de Carybé (1981)  - [Pinacoteca ©Carybé]


Carnaval, de Carybé (1962)  - [Pinacoteca ©Carybé]


Capeira, de Carybé  - [Pinacoteca ©Carybé]


Batucada, de Carybé - [Pinacoteca ©Carybé]


Bahia, de Carybé - [Pinacoteca ©Carybé]

Lavadeiras, de Carybé - [Pinacoteca ©Carybé]


Baianas, de Carybé - [Pinacoteca ©Carybé]


Santo Antônio, de Carybé (1982) - [Pinacoteca ©Carybé]

Cerrado, de Carybé


Painéis e murais


A Batalha de Pirajá (mural) Bahia, de Carybé (1978)

A Conquista do Oeste, Carybé (1959)
Estudo para um dos paineis feitos por Carybé, em 1960, para o terminal da American Airlines, no aeroporto JFK, de Nova Iorque. Os paineis foram restaurados e realocados no Aeroporto Internacional de Miami (MIA - South Terminal H), em 2009. 


A Conquista do Oeste (painel), de Carybé (1959) - foto©Sérgio Benutti

O átamo (mural), de Carybé


"sou amoroso e devoto da religiosidade afro-brasileira, de seus deuses modestos e humanos, que hoje se defrontam com estes deuses contemporâneos, terríveis e vorazes, que são a tecnologia e a ciência."
- Carybé


Iconografia dos Deuses Africanos no Candomblé da Bahia
(128 aquarelas de Carybé, realizadas entre os anos 1940 e 1980. Introdução de Jorge Amado e textos antropológicos de Pierre Verger e Waldeloir Rego). 


Acarajé de Iansã - Candomblé de Cotinha de Oxumarê, de Carybé
[Série Iconografia dos Deuses Africano]


Cerimônia para Oxalufã no Opô Afonjá, de Carybé
 [Série Iconografia dos Deuses Africano]


Orixás, de Carybé [Série Iconografia dos Deuses Africano]


Iansan, de Carybé [Série Iconografia dos Deuses Africano]


Iansan, de Carybé [Série Iconografia dos Deuses Africano]

Yemanja, de Carybé [Série Iconografia dos Deuses Africano]


Oxum, de Carybé [Série Iconografia dos Deuses Africano]


Iaôs de Oxumarê, Ogum, Oxóssi, Yemanjá e Oxum
As pessoas iniciadas, Iaôs, têm o cabelo raspado e, nas festas das saídas e do nome, têm a cabeça pintada com pemba. Cada Orixá tem a sua particularidade. A pessoa encarregada da pintura é a Iyá Ifún.
Iawôs
The heads of the iniciates, or Iawôs, are shaved and then painted with "pemba" for the "coming out" and naming ceremonies. Each Orisha has its own unique characteristics. The Iyá Ifún is responsible for painting the iniciates.
___
** Os Deuses Africanos no Candomblé da Bahia / African Gods in the Candomble of Bahia - Carybé©1993





Iaôs de Oxumarê, Ogum, Oxóssi, Yemanjá e Oxum, de Carybé (1993)
[Acervo Pinacoteca do Instituto Carybé]




Ilustrações de Carybé

1983 - Balé Gabriela, Cravo e Canela - Cenários e figurinos
[Teatro Municipal do Rio de Janeiro - Rio de Janeiro - RJ]
- ilustrações realizadas por Carybé 

1983 - Balé Gabriela, Cravo e Canela - Cenários e figurinos 
[Teatro Municipal do Rio de Janeiro - Rio de Janeiro - RJ]
- ilustrações realizadas por Carybé 

1983 - Balé Gabriela, Cravo e Canela - Cenários e figurinos 
[Teatro Municipal do Rio de Janeiro - Rio de Janeiro - RJ]
- ilustrações realizadas por Carybé 

Carta a El Rei D. Manuel, Pero Vaz de Caminha
- ilustração de Carybé

La Bohème - ópera (figurino),
 [1985, Teatro Castro Alves - Salvador - Bahia]
- ilustração de Carybé

La Bohème - ópera (figurino),
 [1985, Teatro Castro Alves - Salvador - Bahia] 
- ilustração de Carybé

Vendedora de Cajus, de Carybé ( 1954)
 [Acervo Pinacoteca ©
Carybé]


Livro 'Cem Anos de Solidão', de Gabriel García Márquez
- ilustração de Carybé


Cipó, de Carybé (Aquarela - 1964) - Zabumba (Caderno de Viagem) - [Pinacoteca ©Carybé]

Dança da Sakpatá em (...) ilustração de Carybé (1969)


Mulheres, de Carybé - [Impressões da viagem ao Benin África].

Agudá, de Carybé [Impressões da viagem ao Benin - Africa, 1969].


Ilustração de Carybé


Carybé SemTinta
(esculturas, entalhes e afins)


Figuras (bronze), de Carybé - [Pinacoteca ©Carybé]


Amazonas (bronze), de Carybé - [Pinacoteca ©Carybé]
Maternidade (bronze), de Carybé - [Pinacoteca ©Carybé]


Mãe baiana (bronze), de Carybé
[Pinacoteca ©Carybé]
Painel de Carybé 
Painel em madeira retratando as diversas riquezas econômicas do estado
Instalado no Centro Administrativo da Bahia - CAB/ Secretaria da Fazenda - Salvador/Bahia - Brasil
Painel (detalhe), de Carybé - foto: ©Jonas Grebler


Rota (painel - detalhe), de Carybé



"Um elemento principal na pintura de Carybé é o movimento, o ritmo, a surpresa, que ele quer que conviva com uma exigência do seu espírito: a do nada deixado por fazer, a do nada ambíguo, pouco reconhecível, da definição do pormenor, como a unir a serenidade da obra clássica à multiplicidade de sugestões e o descompromisso do esboço. 
Carybé, por Claudio Antônio Massa

A entrada em cena de relevos e incrustações - trazendo à tona outra face, a do experimentalista - estimula a tensão crescente, que começa a ser notada à medida que sua pintura vai se destacando dos bicos-de-pena, guaches e aquarelas e se dirigindo para os maiores formatos dos murais e para a escultura propriamente dita. (...) Como os muralistas mexicanos, Carybé, pode-se dizer, nunca pintou paisagem (...). É verdade que em seus quadros não enfatiza a injustiça social nem prega revolução, não estando os seus descamisados ali para mostrar ´una flacura esquelética´ nem ameaçar burgueses de ´grueso abdome´: Carybé não crê na pintura social. Não crê no social de nenhuma arte. (...) Mas sua maior e declarada influência no tempo em que desenhava para jornais foi George Grosz (...) 'Quatro nomes influenciaram minha arte: Van Gogh, Gauguin, Modigliani, Grosz e meu irmão Bernabó, que me ensinou o básico do desenho'.”
- José Cláudio da Silva - In: FURRER, Bruno. Carybé. Salvador: Fundação Emílio Odebrecht, 1989.
“Os outros podem reunir dados físicos e secos, violentar o segredo com suas máquinas fotográficas e os gravadores e fazer em torno dele maior ou menor sensacionalismo, a serviço dos racismos mais diversos, mas apenas Carybé, e ninguém mais poderia preservar os valores do candomblé da Bahia.”
- Jorge Amado




OXUM CASA DE ARTE
Loja oficial dos produtos do artista Carybé.
Endereço: Av. Sete de Setembro, 3026 - Ladeira da Barra
Cep. 40130-001 - Salvador/Bahia - Brasil
Tel.: (71) 3336 9774
:: Fanpage: Oxum Casa de Arte
Alguns produtos a venda na loja
Caneca, com o tema "Orixás", de Carybé

Capas para iPhone, o os temas "Travessuras",
"O Papagaio Fujão" e "São Jorge", de Carybé



FANPAGE OFICIAL DE CARYBÉ
Artista baiano nascido em 1911, em Lanús, Buenos Aires. Acreditava na força da miscigenação dos povos das Américas. Retratou a cultura do povo da Bahia como ninguém.
Carybé, por (...)


REFERÊNCIAS E OUTRAS FONTES DE PESQUISA
Fotos, pinturas, ilustrações e esculturas
:: Acervo Casa Jorge Amado
:: Acervo Instituto Carybé

Colaboração  
:: Gabriel Bernabó Duarte
:: Gabriela Fenske Feldkircher

© Direitos reservados ao Instituto Carybé

© Pesquisa, seleção e organização: Elfi Kürten Fenske


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Trabalhos sobre o autor:
Caso, você tenha algum trabalho não citado e queira que ele seja incluído - exemplo: livro, tese, dissertação, ensaio, artigo - envie os dados para o nosso "e-mail de contato", para que possamos incluir as referências do seu trabalho nesta pagina. 

Como citar:
FENSKE, Elfi Kürten (pesquisa, seleção e organização). Carybé (Hector Julio Páride Bernabó) - a arte e a paixão pela Bahia. Templo Cultural Delfos, fevereiro/2011. Disponível no link. (acessado em .../.../...).
____
Página atualizada em 11.5.2014.




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12 comentários:

  1. Elfi,tratamento cuidadoso e belo de quem foi Carybé!Artista que com leveza no traço e um olhar profundo sobre realidade entendeu a alma da Bahia!Graça

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  2. Obrigada, Graça! volte sempre... abs, Elfi

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  3. No céu, Carybé, Jorge Amado e Caymmi, dá quase vontade de morrer!

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  4. Excelente documentário!Muito bem abordado e ilustrado!
    O melhor que já vi sobre Carybé,esse grande artista e
    figura humana!

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    1. Obrigada Benjamim Torres, ficamos felizes em saber que gostastes!
      Volte sempre, há sempre novidades.
      Abraços!

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  5. Respostas
    1. Obrigada Ruth, fico feliz que tenha gostado.
      Volte sempre, abraços

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  6. Existem a venda reproduções dos trabalhos dele? Onde?

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  7. Que matéria extraordinária sobre Carybé! complementada por vídeos, histórico de exposições e algumas obras de Carybé que, lógico, não poderiam faltar. Ótimo trabalho.

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  8. Parabéns pela excelente matéria.

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  9. muita linda postagem na merecida homenagem ao grande mestre!
    parabéns!

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  10. Boa noite, eu fico muito feliz em ver uma obra minha nessa excelente matéria sobre o mestre carybe, é muti gratificante ver minha caricatura em uma grande matéria sobre esse gênio das artes visuais.

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