José Lins do Rego - memórias e reminiscências

José Lins do Rego - foto: Arquivo da ABL
“Quero me recordar, estar sempre me lembrando. É outra palavra que gosto de ver pegada à minha obra. Dizem que sou um homem que sirvo da memória. De fato, a saudade me tem dado o que há de belo nos meus romances.”
- José Lins do Rego


José Lins do Rego (J. L. do R. Cavalcanti) foi romancista e jornalista. Nasceu no Engenho Corredor, Pilar, PB, em 3 de junho de 1901, e faleceu no Rio de Janeiro, RJ, em 12 de setembro de 1957.
Filho de João do Rego Cavalcanti e de Amélia Lins Cavalcanti, fez os primeiros estudos no Colégio de Itabaiana, PB, no Instituto N. S. do Carmo e no Colégio Diocesano Pio X de João Pessoa. Depois estudou no Colégio Carneiro Leão e Osvaldo Cruz, em Recife. Desde então revelaram-se seus pendores literários. É de 1916, o primeiro contato com O Ateneu, de Raul Pompéia. Em 1918, aos 17 anos, José Lins travou conhecimento com Machado de Assis, através do Dom Casmurro. Desde a infância, já trazia consigo outras raízes, do sangue e da terra, que vinham de seus pais, passando de geração em geração por pessoas ligadas ao mundo rural do Nordeste açucareiro.
Passou a colaborar no Jornal do Recife. Em 1922 fundou o semanário Dom Casmurro. Formou-se em 1923 na Faculdade de Direito do Recife. Durante o curso, ampliou seus contatos com o meio literário pernambucano, tornando-se amigo de José Américo de Almeida, Osório Borba, Luís Delgado e Aníbal Fernandes. Sua amizade com Gilberto Freyre, na volta em 1923 de uma  temporada de estudos universitários nos Estados Unidos, marcou novas influências no espírito de José Lins, através das idéias novas sobre a formação social brasileira.
Nomeado em 1925 promotor em Manhuçu, MG, não se demorando. Casado em 1924 com D. Filomena (Naná) Masa Lins do Rego, transferiu-se em 1926 para a capital de Alagoas, onde passou a exercer as funções de fiscal de bancos até 1930 e fiscal de consumo de 1931 a 1935. Em Maceió, tornou-se colaborador do Jornal de Alagoas e passou a fazer parte do grupo de Graciliano Ramos, Rachel de Queiroz, Aurélio Buarque de Holanda, Jorge de Lima, Valdemar Cavalcanti, Aloísio Branco e Carlos Paurílio. Ali publicou o primeiro livro, Menino de engenho (1932), obra que se revelou de importância fundamental na história do moderno romance brasileiro. Além das opiniões elogiosas da crítica, sobretudo de João Ribeiro, o livro mereceu o Prêmio da Fundação Graça Aranha. Em 1933, publicou Doidinho, o segundo livro do "Ciclo da Cana-de-Açúcar".
Em 1935, já nomeado fiscal do imposto de consumo, José Lins do Rego transferiu-se para o Rio de Janeiro, onde passou a residir. Integrando-se plenamente no ambiente carioca, continuou a fazer jornalismo, colaborando em vários jornais com crônicas diárias. Revelou-se, então, por essa época, a faceta esportiva de sua personalidade, sofrendo e vivendo as paixões desencadeadas pelo futebol, o esporte de sua predileção, foi torcedor do Flamengo. Foi secretário geral da Confederação Brasileira de Desportos de 1942 a 1954.
José Lins do Rego - foto:  (...)
Romancista da decadência dos senhores de engenho, sua obra baseia-se em memórias e reminiscências. Seus romances levantam todo um sistema econômico de origem patriarcal, com o trabalho semi-escravo do eito, ao lado de outro aspecto importante da vida nordestina, ou seja, o cangaço e o misticismo. O autor desejaria que a sua obra romanesca fosse dividida: Ciclo da cana-de-açúcar: Menino de engenho, Doidinho, Bangüê, Fogo morto e Usina; Ciclo da cangaço, misticismo e seca: Pedra Bonita e Cangaceiros; Obras independentes: a) com ligações nos dois ciclos: Moleque Ricardo, Pureza, Riacho Doce; b) desligadas dos ciclos: Água-mãe e Eurídice.
Prêmios recebidos: Prêmio da Fundação Graça Aranha, pelo romance Menino de engenho (1932); Prêmio Felipe d'Oliveira, pelo romance Água-mãe (1941), e Prêmio Fábio Prado, pelo romance Eurídice (1947).
Quarto ocupante da Cadeira 25, eleito em 15 de setembro de 1955, na sucessão de Ataulfo de Paiva e recebido pelo Acadêmico Austregésilo de Athayde em 15 de dezembro de 1956.
Fonte: ABL 


As literaturas que recebem contribuição popular são as vivas, as grandes. (...) São assim as literaturas que pretendem sobreviver. Terão que ligar-se às dores da terra. Terão que adotar as invenções e as descobertas do irmão-povo, se não se transformarão em pobres damas enfermiças, com medo do sol, da chuva, da vida. É na língua onde o povo mais se mostra criador. Mais do que cantando, é falando que o povo nos ensina coisas extraordinárias."
- José Lins do Rego, apud ARAGÃO, Maria do Socorro Silva de. A linguagem regional popular na obra de José Lins do Rêgo. João Pessoa: Funesc, 1990, p. 21.


José Lins do Rego - foto: (...)

CRONOLOGIA
1901 - Nasce no Engenho Corredor, município de Pilar, Paraíba, em 3 de agosto. Morre sua mãe, Amélia Lins do Rego Cavalcanti, e o avô materno, José Lins, encarrega-se de sua criação;
1909 - Morre "Tia Maria", que é como sua segunda mãe. É matriculado no Internato Nossa Senhora do Carmo, em Itabaiana, Paraíba, onde fica por três anos, período que serve de inspiração para o romance Doidinho, seu apelido de infância;
1912 - É transferido para o Colégio Diocesano Pio X, em João Pessoa;
1915 - Muda-se para Recife, estuda no Instituto Carneiro Leão e no Ginásio Pernambucano;
1919 - Matricula-se na Faculdade de Direito de Recife;
1920 - Começa a escrever a seção Ligeiros Traços no Diário do Estado, de Recife;
1922 - Funda o semanário Dom Casmurro com o escritor Osório Borba (1900 - 1960). Começa a escrever crônicas literárias semanais para o Jornal do Recife;
1923 - Conclui sua graduação; conhece o sociólogo e escritor Gilberto Freyre (1900 - 1987), considerado sua maior influência intelectual;
1925 - É nomeado promotor público em Manhuaçu, Minas Gerais;
1926 - Desiste da carreira na magistratura e, nomeado fiscal de banco, muda-se para Maceió. Escreve crônicas literárias para o Jornal de Alagoas e convive com a jovem intelectualidade nordestina: Graciliano Ramos (1892 - 1953), Rachel de Queiroz (1910 - 2003), Aurélio Buarque de Holanda (1910 - 1989), Jorge de Lima (1895 - 1953), entre outros;
Retrato Jose Lins do Rego, por Portinari (1939)
1932 - Financia seu primeiro livro, Menino de Engenho, que esgota a primeira edição de 2 mil exemplares e recebe o Prêmio da Fundação Graça Aranha;
1934 - A partir da publicação de Bangüê, José Olympio (1902 - 1990) torna-se o editor de toda sua obra;
1935 - Nomeado fiscal do imposto de consumo, transfere-se em definitivo para o Rio de Janeiro;
1941 - Lança Água-Mãe, seu primeiro livro que não tem como cenário o Nordeste, e recebe o Prêmio Felipe d'Oliveira;
1944 - Visita, em missão oficial, a Argentina e o Uruguai, onde faz várias conferências sobre literatura brasileira;
1947 - Publica Eurídice, com o qual ganha o Prêmio Fábio Prado;
1950 - A convite do governo francês, viaja pela França. A visita resulta no livro Bota de Sete Léguas, publicado no ano seguinte;
1951 - Flamenguista fanático, viaja novamente à Europa, agora como integrante da delegação do clube, que faz uma turnê pela Suécia, Dinamarca, França e Portugal;
1952 - Com ilustrações do pintor Cândido Portinari (1903 - 1962), lança Cangaceiros no formato de folhetim na revista O Cruzeiro;
1955 - É eleito para a cadeira número 25 da Academia Brasileira de Letras - ABL; em seu discurso de posse, faz críticas ao antecessor, Ataulfo de Paiva (1867 - 1955), levando a ABL a avaliar previamente os discursos dos novos integrantes;
1957 - Morre no Rio de Janeiro em 12 de setembro.


"Fiz livro de memória, com a matéria retida pela engrenagem que a natureza me deu. Pode ser que me escape a legitimidade de um nome ou de uma data. Mas me ficou a realidade do acontecimento como o grão na terra. A sorte está em que não apodreça na cova e que o fato não tenha o pobre brilho do fogo fátuo. É tudo o que espero dos ‘verdes anos’ que se foram no tempo, mas que ainda se fixam no escritor que tanto se alimentou de suas substâncias."
- José Lins do Rego, na introdução do livro de memórias "Meus Verdes Anos". Rio de Janeiro: José Olympio. 1956, p.34. 


PRÊMIOS
Prêmio da Fundação Graça Aranha, pelo romance Menino de engenho (1932);
Prêmio Felipe d'Oliveira, pelo romance Água-mãe (1941);
Prêmio Fábio Prado, pelo romance Eurídice (1947).


"A história desses livros é bem simples: comecei querendo apenas escrever umas memórias que fossem as de todos os meninos criados nas casas-grandes dos engenhos nordestinos. Seria apenas um pedaço da vida o que eu queria contar. Sucede, porém, que um romancista é muitas vezes o instrumento apenas de forças que se acham escondidas no seu interior.”
- José Lins do Rêgo, no prefácio do livro "Usina".


OBRAS – PRIMEIRAS EDIÇÕES
Romances
Doidinho, de Lins do Rego
Capa da 1ª edição  
Menino de Engenho. 1ª edição, Andersen Editores, 1932. (foi seu romance de estreia - cuja 1ª edição foi custeada por ele próprio, recebendo o prêmio da Fundação Graça Aranha); 2ª edição, [Capa de Cícero Dias], Rio de Janeiro: Livraria José Olympio Editora, 1934, 199p.
Doidinho. [Capa Santa Rosa]. Ariel Editora ltda, 1933, 326p.
Banguê.  Rio de Janeiro Livraria José Olympio Editora, 1934, 310p.
O Moleque Ricardo.  Rio de Janeiro: Livraria José Olympio Editora, 1935, 285p.
Usina.  Rio de Janeiro: Livraria José Olympio Editora, 1936, 392p.
Pureza.  Rio de Janeiro: Livraria José Olympio Editora, 1937, 347p.
Pedra Bonita. [Capa Santa Rosa].  Rio de Janeiro: Livraria José Olympio Editora, 1938, 373p.
Riacho Doce. [Capa Santa Rosa]. Rio de Janeiro: Livraria José Olympio Editora, 1939, 372p.
Água-mãe.  [Introdução de Álvaro Lins e Roberto Alvim Corrêa, ilustrações em preto e branco de Luis Jardim]. Rio de Janeiro: Organização Simões, 1ª edição - 1941, 345p.
Fogo Morto. [Prefácio de Otto Maria Carpeaux  e ilustrações de Luiz Jardim], Rio de Janeiro: Livraria José Olympio Editora, 1943, 363p.
Eurídice.  [Capa Santa Rosa]. Rio de Janeiro: Livraria José Olympio Editora, 1947, 284p.
Cangaceiros. [30 ilustrações de Cândido Portinari].. (formato de folhetim em 30 fascículos). Rio de Janeiro: revista O Cruzeiro, 1952; 2ª edição, [Capa Santa Rosa].  Rio de Janeiro: Livraria José Olympio Editora, 1953, 315p.
 "Tiroteio de Pedra Bonita", Ilustração n º 10, de Cândido Portinari
para o  romance 'Cangaceiros', de José Lins do Rego
[Série Cangaceiros - 1951]
Romances reunidos e ilustrados. (5 volumes: Vol. I Menino de engenho doidinho banguê. Vol. II O moleque Ricardo Usina. Vol. III Pureza pedra bonita Riacho Doce. Vol. IV Água-mãe fogo morto. Vol. V Eurídice Cangaceiros)..  Rio de Janeiro: Livraria José Olympio Editora, 1960.
Romances Reunidos e Ilustrados. [perfil biográfico por Wilson Lousada, Notas de Carlos Drummond de Andrade; João Ribeiro; Tristão de Athayde, entre outros; mais de 290 ilustrações de Luís Jardim, capa de Maria Luisa Campello].. (13 Volumes: V. I - Menino de Engenho; V. II- Doidinho; V. III - Bangüê; V. IV - O Moleque Ricardo; V. V - Usina; V. VI - Pureza; V. VII - Pedra Bonita; V. VIII - Riacho Doce; V. IX - Água-mãe; V. X - Fogo Morto, V. XI - Eurídice; V. XII - Cangaceiro, V. XIII- Meus Verdes Anos). Rio de Janeiro: Livraria José Olympio Editora/ INL-MEC, 1980.




Crônica
Gordos e Magros. (Coleção Ensaios). Rio de Janeiro: Livraria Editora da Casa do Estudo, 1943, 351p.
Poesia e vida.  [Ilustração Capa de Geraldo de Castro]. Rio de Janeiro: Editora Universal, 1945, 261p.
José Lins do Rego - foto: (...)
Homens, seres e coisas.  (Os Cadernos de Cultura). Rio de Janeiro: Serviço de documentação do Ministério da Educação e Saúde, 1952, 77p.
A casa e o homem.  (Coleção Rex vol. 4). Rio de Janeiro: Organização Simões, 1954, 230p.
Presença do Nordeste na literatura brasileira. (Os Cadernos de Cultura). Rio de Janeiro: Serviço de Documentação do Ministério da Educação e Saúde, 1957.
O vulcão e a fonte.  Rio de Janeiro: O Cruzeiro, 1958, 315p.
Dias idos e vividos (antologia).. [Seleção, organização e estudos críticos de Ivan Junqueira]. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1981, 460p.
Flamengo é puro amor. (111 crônicas escolhidas).. [Seleção, organização e notas de Marcos de Castro]. Rio de Janeiro: Editora José Olympio, 2002.
O Cravo de Mozart é eterno. Rio de Janeiro: Editora José Olympio/ Record,  2004.
Ligeiros Traços: escritos de juventude. [Seleção, organização e notas de César Braga-Pinto]. Rio de Janeiro: Editora José Olympio/ Record, 2007.


Viagem
Bota de sete léguas. Rio de Janeiro: Editora A Noite, 1951, 194p.
Roteiro de Israel. Rio de Janeiro: Centro Cultural Brasil-Israel, 1955.
Gregos e troianos. Rio de Janeiro: Livraria São José, 1957, 182p.


Memórias
Meus verdes anos. [Ilustrações de Luís Jardim]. Rio de Janeiro: Livraria José Olympio Editora, 1956, 351p.


Infanto-juvenil
Histórias da Velha Totônia. Rio de Janeiro: Livraria José Olympio Editora, 1936, 105p.


Conferência
Manuel Bandeira e José Lins do Rego na ABL
foto: (...)
Pedro Américo. (Coleção Conferências – Série Maná). Rio de Janeiro: CEB – Livraria Editora da Casa do Estudante do Brasil, 1943.
Conferências no Prata - Tendências do Romance Brasileiro, Raul Pompéia, Machado de Assis.  (Coleção Conferências – Série Maná n.º 17). Rio de Janeiro: CEB – Livraria Editora da Casa do Estudante do Brasil, 1ª edição, 1946.
Discurso de Posse na Academia Brasileira de Letras. 1957. Disponível no link. (acessado em 7.2.2014).

  
Antologia [participação]
O melhor da crônica brasileira. [Ferreira Gullar, José Lins do Rego, Luis Fernando Veríssimo, Rachel de Queiroz]. Rio de Janeiro: Editora José Olympio, 1980.


Em colaboração
Brandão entre o mar e o amor. (romance) .. [Escrito em parceria com Jorge Amado, Graciliano Ramos, Aníbal Machado e Rachel de Queiroz. Coube a José Lins do Rego, o II Capitulo: “O mistério de Brandão (Glória)”]. São Paulo: Martins, 1942.


Traduções
RHEINHARDT, E. A. A vida de Eleonora Duse. [tradução José Lins do Rego]. Rio de Janeiro: Livraria José Olympio Editora, 1940.


"Não gosto de trabalhar, não fumo, durmo com muitos sonos e já escrevi 11 romances. Se chove, tenho saudades do sol; se faz calor, tenho saudades da chuva. Vou ao futebol, e sofro como um pobre-diabo. Jogo tênis, pessimamente, e daria tudo para ver o meu clube campeão de tudo. Temo os poderes de Deus, e fui devoto de Nossa Senhora da Conceição. Enfim, literato da cabeça aos pés, amigo dos meus amigos e capaz de tudo se me pisarem nos calos. Perco então a cabeça e fico ridículo. Afinal de contas, sou um homem como os outros e Deus permita que assim continue."
- José Lins do Rego, em "Bibliografia de & sobre José Lins do Rego". In: REGO, José Lins. Fogo morto. 22ª ed., Rio de Janeiro: Livraria José Olympio, 1982, p. 11.


Exposição
Mostra do centenário de José Lins do Rego. [organizadora da exposição, Stela Kaz]. Rio de Janeiro: ABL - Academia Brasileira de Letras, 2001.


 HQ – História em Quadrinhos
Menino de Engenho, de Jose Lins do Rego. [Direção de Adolfo Aizen; Desenhos de André Le Blanc]. . (Edição Maravilhosa). Revista em Quadrinhos, Ano: Ano VII – Março de 1955 – N.100 –, Rio de Janeiro: Editora Brasil-América (EBAL), 1955, 50 p. 

"Leio o meu próprio romance (...), com figuras que Le Blanc idealizou o chego a me emocionar como se estivesse num universo alheio à minha criação. Sinto que a história pula das páginas com um vigor extraordinário. A caracterização que o ilustrador impôs à narrativa tem mesmo coração e alma (...)."
- José Lins do Rego, em “prefácio do centésimo número da Edição HQ Menino do Engenho”.

 
José Lins do Rego e José Olympio - foto: (...)

“A obra de José Lins do Rego é profundamente triste. É uma epopéia da tristeza, da tristeza da sua terra e da sua gente, da tristeza do Brasil (...) Há na sua obra a consciência de que tudo está condenado a adoecer, a morrer, a apodrecer. Há a certeza da decadência dos seus engenhos e dos seus avós, de toda essa gente que produziu, como último produto, o homem engraçado e triste que lhe erigiu o monumento. É grande literatura.”
- Otto Maria Carpeaux


OBRA PUBLICADA NO EXTERIOR
Alemão
Santa Rosa [Menino de Engenho, Bangüê e O Moleque Ricardo]. Tradução Elfried Kaut. Hamburg: Robert Mölich, 1953.
Rhapsodie in Rot [Cangaceiros]. Tradução Waldemar Sonntag. Bonn: Verlag der Europäischen Bücherei H. M. Hieronimi, 1958.

Coreano
Menino de Engenho. Tradução Sung-Duck Lee. Seul: Pyoung-Min Sa., 1972.

Espanhol
El Niño del Ingenio [Menino de Engenho]. Tradução Raúl Navarro. Buenos Aires: Emecé, 1946.
El Viejo Ingenio [Bangüê]. Tradução Raúl Navarro. Buenos Aires: Emecé, 1946.
Fuego Muerto [Fogo Morto]. Tradução Raúl Navarro. Buenos Aires: Santiago Rueda, 1946.
Piedra Bonita [Pedra Bonita]. Buenos Aires: Santiago Rueda, 1947.
Cangaceiros. Tradução André Fernandes Romera e Manuel José Arce y Valadares. Barcelona: Caralt, 1957.
El Niño del Ingenio de Azúcar [Menino de Engenho]. Tradução Juan Martín Ruíz. Madrid: Celeste Ediciones, 2000.

Francês
L'Enfant de la Plantation [Menino de Engenho]. Tradução Jeanne Worms-Reims. Paris: Deux Rives, 1953.
Cangaceiros. Tradução Denyse Chast. Paris: Plon, 1956.

Inglês
Pureza: A Brazilian Novel [Pureza]. Tradução Lucie Marion. London: Hutchinson Intarnational Authors, 1947/1948.
Plantation Boy [Menino de Engenho, Doidinho e Bangüê]. Tradução Emmi Baum. New York: Alfred A. Knof, 1966.

Italiano
Fuoco Spento [Fogo Morto]. Tradução Luciana Stegagno Picchio. Roma: Fratelli Bocca Editori, 1956.
Il Treno di Recife [Menino de Engenho e O Moleque Ricardo]. Tradução Antonio Tabucchi. Milano: Longanesi ed., 1974.

Romeno
Negrul Ricardo [O Moleque Ricardo]. Tradução A. Lambrino e H. R. Ramian. Bucareste: Editura Pentru Literatura Universala, 1966.

Russo
Негр Рикардо [O Moleque Ricardo]. Tradução B. Zagorcki. Moscou: Editora do Estado, 1937.
Негр Рикардо [O Moleque Ricardo]. Tradução E. Schischmareva. Moscou: Editora do Estado, 1938.
Кангасейро [Cangaceiros]. Tradução V. Iermolaiev. Moscou: Editora do Livro Estrangeiro, 1960.
Угасший Огонь [Fogo Morto]. I. A. Terterian. Moscou: Editora do Livro Estrangeiro, 1966.

Sueco
Poyken pa Söckerplantagen [Menino de Engenho]. Tradução Carl-Erhard Lindhal. Stockholm: Nordan, 1990.


José Lins do Rego, Carlos Drummond de Andrade, Cândido Portinari,
José Olympio e Manuel Bandeira - (Foto: Acervo Portinari)


ADAPTAÇÕES PARA O CINEMA E DOCUMENTÁRIOS 
Filme: Pureza
Sinopse: Antônio Cavalcanti vive com sua esposa Francisquinha e suas filhas Margarida e Maria Paula, trabalhando em uma estação de trem. Viciado no jogo, Cavalcanti deixa de cumprir seus deveres e é transferido para a estação de Pureza, levando sua família. No novo ambiente, envolvem-se com o dr. Jorge, que tem problemas com a polícia por causa da revolução, sua criada Felismina e com alguns empregados da fazenda do doutor: o cego Ladislau, o menino Joca e Chico Bem-Bem. As irmãs competem pela atenção de Jorge, que corteja Margarida. Maria Paula, por sua vez, é cortejada por Chico Bem-Bem. Margarida tem a intenção de abandonar a família e partir para o Rio de Janeiro. Ela diz a Jorge que não hesitaria em deixá-lo para fugir e que na verdade quem realmente gosta dele é sua irmã. Jorge descobre que Joca é um fugitivo e está sendo procurado por homens do coronel Jussara, dono do engenho onde o garoto morava. Ele compra o garoto do coronel utilizando Cavalcanti como intermediário no negócio. Este porém utiliza o dinheiro do doutor para jogar. Os homens do coronel vão atrás de Joca que, na tentativa de escapar, se afoga no rio. Chico pede a Cavalcanti e Francisquinha a mão de Maria Paula em casamento. Os dois pressionam a filha a aceitar o convite. Depois de muito relutar, ela acaba concordando. Margarida foge para o Rio e Jorge corteja Maria Paula. Ela, que sempre o admirou, não resiste e corresponde aos seus avanços, e por isso sofre represálias de seus pais. Os dois decidem fugir juntos. A primeira tentativa é frustrada pela presença de Chico. Eles planejam nova tentativa, mas Chico e Cavalcanti arquitetam planos para impedir a fuga. O primeiro tem a ideia de matar Jorge e o segundo, de enganá-lo, fazendo com que parta sozinho. Francisquinha pressiona a filha e a convence a não fugir. Chico, quando sabe da notícia, desiste de seu plano. Jorge embarca sozinho e Maria Paula, desolada, é consolada por Chico na plataforma da estação.
Estória: Baseada no romance "Pureza", de José Lins do Rego.
Procópio Ferreira - o protagonista, no filme 'Pureza'
de Chianca de Garcia (1940) - (foto: Acervo BCC/CB)
Ficha técnica
Ano: 1940
Duração: 102 min.
Gênero: Drama
Tipo: Longa-metragem / P&B
Direção: Chianca de Garcia
Roteiro: Chianca de Garcia e Milton Rodrigues
Fotografia: Aquilino Mendes
Câmera: Aquilino Mendes
Assistência de câmera: Ruy Santos
Produtor e edição: Adhemar Gonzaga
Diretor Assistente: Fernando de Barros
Elenco: Procópio Ferreira; Sara Nobre; Conchita de Moraes; Sônia Oiticica; Nilza Magrassi;
Sérgio Serrano; Roberto Acácio; Sadi Cabral; Manoel Rocha; Mendonça Balsemão; Alfredo Calado; Reginaldo Calmon; Zaira Cavalcanti; Dorival Caymmi; Elias Celeste; Carlos Deca; Bandeira de Melo; Pedro Dias; Artur Leitão; Roberto Lupo; Zizinha Macedo; Janir Martins;
Jaime Pedro Silva; J. Silveira; Júlia Vidal.
Música: Dorival Caymmi e Francisco Scarambone
Maestro regente: Radamés Gnatalli
Orquestração: Luciano Perrone
Departamento de Som: Hélio Barroso Netto
Montagem: Hippólito Collomb
Maquiagem: Fernando De Barros
Desenho do Cartaz: Eduardo Buth
Maquiagem: Fernando de Barros
Assistência geral: Manoel Rocha
Gráfica: Casa Valele
Produtora: Cinédia
Distribuidora: Cinédia S.A e Hispania Filmes Ltda.
Prêmio
Primeiro lugar na categoria de longa-metragem no Concurso, 1941 realizado pelo DIP - Departamento de Imprensa e Propaganda.
Informações adicionais: Cinédia   e Cinemateca Brasileira 


Filme: Menino de engenho
Sinopse: Uma adaptação do romance de José Lins do Rego e tem elementos de outras obras do escritor dentro do chamado ciclo da cana-de-açúcar.
Menino do engenho, imagem do filme de Walter Lima Jr.- (foto: Acervo BCC/CB)
O filme que aborda a infância do personagem Carlinhos em meio à fase decadente do ciclo da cana-de-açúcar se passa na Paraíba em 1920 e tem este, como testemunha do advento de modernas usinas de cana-de-açúcar. Carlinhos cresce acompanhando as consequentes transformações sociais e econômicas da produção canavieira. Após a morte de sua mãe, o menino vai viver com o avô e os tios no engenho Santa Rosa. Depois de conviver com os moleques e empregados dos canaviais e de sofre sucessivas perdas e readaptações afetivas, chega à hora de partir para o colégio e ele não é mais o garoto inocente que chegou. O trem que corta a campina paraibana é um signo das transformações por que passa a produção canavierira e, por extensão, a vida dos personagens.
Ficha técnica
Ano: 1965
Duração: 110 min.
Direção: Walter Lima Júnior
Menino do engenho, imagem do filme de Walter Lima Jr.
- (foto: Acervo BCC/CB)
Produção: Glauber Rocha e Walter Lima Júnior
Fotografia: Reynaldo Paes e Barros
Elenco: Geraldo Del Rey (Juca); Sávio Rolim (Carlinhos); Rodolfo Arena (José Paulino); Anecy Rocha (Tia Maria); Margarida Cardoso (Sinházinha); Maria Lúcia Dahl (Maria Lúcia); Antônio Pitanga (Zé Guedes); Maria De Fátima (Clara).
Edição: Júlio Bressane e João Ramiro Mello
Figurino: Júlio Bressane e Álvaro Guimarães
Música: Villa-Lobos e Alberto Nepomuceno
Cenografia: Reinaldo Barros
Estúdio: Mapa Filmes
Distribuição: DiFilm


Filme: José Lins do Rego
Curta-metragem
Ficha técnica
Ano: 1969
Direção e roteiro: Valério Andrade
Produção: Elizabeth Lins do Rego
Fotografia: Mário Carneiro
Prêmio
Prêmio do Instituto Nacional de Cinema, melhor direção de curta-metragem em 1969.


Filme: Fogo morto
Sinopse: Estado da Paraíba, 1910: Vários personagens compõem o panorama urbano da região: um seleiro na beira da estrada, Mestre José Amaro, expulso das terras onde vive pelo decadente e orgulhoso senhor de engenho, Coronel Lula de Holanda e as aventuras e desventuras de quixotesco cavaleiro andante nordestino, o capitão Vitorino Carneiro da Cunha, apelidado de Papa-rabo. A trama se desenvolve num ambiente carregado de violência, marcado pela guerra entre a volante policial e os cangaceiros liderados pelo legendário Antônio Silvino. Alguns flashbacks nos reconduzem aos anos de 1886 e 1888 na região dos engenhos no Estado da Paraíba. Estado da Paraíba, 1910: Vários personagens compõem o panorama urbano da região: um seleiro na beira da estrada, Mestre José Amaro, expulso das terras onde vive pelo decadente e orgulhoso senhor de engenho, Coronel Lula de Holanda e as aventuras e desventuras de quixotesco cavaleiro andante nordestino, o capitão Vitorino Carneiro da Cunha, apelidado de Papa-rabo. A trama se desenvolve num ambiente carregado de violência, marcado pela guerra entre a volante policial e os cangaceiros liderados pelo legendário Antônio Silvino. Alguns flashbacks nos reconduzem aos anos de 1886 e 1888 na região dos engenhos no Estado da Paraíba. Roteiro baseado no romance homônimo de José Lins do Rego.
Ficha técnica
Ano: 1976
Duração: 88 min.
Gênero: Drama
Direção: Marcos Faria
Roteiro: Marcos Faria e Salim Miguel
Adaptação: Eglê Malheiros
Direção de Fotografia: Renato Newmann
Produção: Miguel Borges
Música: Quinteto Armorial e Pedro Santos
Elenco: Jofre Soares (Zé Amaro); Othon Bastos (Lula de Holanda); Rafael de Carvalho (Capitão Vitorino); Ângela Leal (Amélia); Rodolfo Arena (Cego Torquato); Fernando Peixoto (Antonio Silvino); Procópio Mariano (Zé Passarinho); Vicentina Amaral (Sinhá); Mary Neubauer (Marta); Waldemar Solha (Tenente Maurício); João Signorelli; Ivan Cândido (Narração).
Distribuição: Embrafilme


Filme: José Lins do Rego
Curta-metragem
Ficha técnica
Direção: Walter Lima Júnior
Texto: Ivan Cavalcanti Proença
Produção: José Olympio Editora


Filme: Bela Donna
Sinopse: No final da década de 30, Frank chega ao vilarejo de Morro Branco, no exuberante litoral cearense, com sua jovem esposa, Donna, para trabalhar em um empreendimento pretolífero. Apesar das diferenças culturais ela integra-se rapidamente à paisagem e aos hábitos da região. Conhece Nô, um pescador jovem e atraente. Nô é filho de Mãe Ana espécie de líder religiosa da comunidade, uma "força da terra", tão temida quanto respeitada.
Baseado no romance Riacho Doce, de José Lins do Rego. 
Ficha Técnica
Eduardo Moscovis e Natasha Henstridge, em cena no filme
Bela Donna, de Fábio Barreto 
- (foto: Acervo BCC/CB)
Ano: 1998
Duração: 111 min.
Gênero: Drama/Romance
Direção: Fábio Barreto
Roteiro: José Almino, Fábio Barreto e Amy Ephron
Fotógrafo: André Vilaron
Trilha: Dori Caymmi
Elenco: Natasha Henstridge, Eduardo Moscovis, Sophie Ward, Letícia Sabatella, Florinda Bolkan, Andrew McCarthy, Guilherme Karan, Ângelo Antônio, Odilon Wagner, Jackson Costa
Locação: Filmado em Morro Branco/Ceará.
Produção: LC Barreto e Filmes do Equador

  
Filme: O engenho de Zé Lins
Sinopse: O longa traça o perfil do escritor paraibano José Lins do Rego, enfocando desde os tempos de sua infância, no ambiente que imortalizaria em romances como Menino de Engenho, ligados ao ciclo da cana-de-açúcar, até sua maturidade. Ao lado de outras manifestações de sua marcante figura humana, o documentário apresenta o homem solidário e afetivo, o amigo fiel, o amante apaixonado pelas coisas simples da vida e pelo povo.
Ficha técnica
Brasil, 2006, 90 minutos
Gênero: Documentário
Direção e roteiro: Vladimir Carvalho
Fotografia: Walter Carvalho, Jacques Cheuiche, João Carlos Beltrão e Waldir de Pina
Produção: Urca Filmes
[...]  José Lins do Rego - paixão pelo futebol
foto: (...)
Estúdio/Distribuição: Imovision
Depoimentos
Othon Bastos (Narrador - voz)
Muniz Sodré
Walter Lima Jr.
Júlio Bressane
Carlos Heitor Cony
Ariano Suassuna
Rachel de Queiroz
Afonso Arinos Filho
Maria Elizabeth Lins do Rego (filha de José Lins)
Edson Nery da Fonseca
Jose Medeiros (fotógrafo, ex-exibidor ambulante, mecânico e inventor)
Beatriz Medeiros
Manuel Batista Medeiros  (ex-vigário do Engenho Itapuã)
Thiago de Melo (poeta e escritor)
Antonio Bandeira de Souza (líder do MST – Itapuã/Paraíba)
Savio Rolim (ex-ator infantil do filme “Menino de Engenho”)
Prêmios
- Melhor montagem e o Prêmio Especial do Júri - Festival de Brasília (2006);
- Prêmio da Câmara Legislativa do Distrito Federal (2006);
- Prêmio de Melhor Longa-Metragem Documentário no Festcine Goiânia (2007);
- Prêmio de Melhor Direção no Festcine Goiânia (2007).


Filme: O menino e a bagaceira
Ficha técnica
Ano: 2007
Duração: 30 min.
Direção: Lúcio Vilar
Elenco: Sávio Rolim


"A religião que eu tinha, vinha ainda das conversas com a minha mãe. Sabia que Deus fizera o mundo, que havia céu e inferno, e que a gente sofre na terra por causa de uma maçã."
- José Lins do Rego, em Menino de engenho (1932).


José Lins do Rego,
por Baptistão
ADAPTAÇÃO TELEVISÃO
Título: Fogo Morto 
Baseado na obra homônima de José Lins do Rego
Episódio: Caso Especial
Ficha Técnica
Direção Fábio Sabag
Roteiro: Walter George Durst
Elenco: Lúcia Alves; Ruth de Souza; Edson França; Yoná Magalhães; Grande Otelo; Paulo César Peréio; Felipe Wagner.
Ano: 1973
Exibição: 12 de setembro de 1973
Produção: Rede Globo de Televisão


Título: Riacho Doce 
Sinopse: Inspirada no romance homônimo de José Lins do Rego, Riacho Doce se passa em uma pequena vila de pescadores no Nordeste e narra a história de paixão entre o nativo Nô (Carlos Alberto Riccelli) e a forasteira Eduarda (Vera Fischer).
Respeitada líder espiritual da comunidade, Vó Manuela (Fernanda Montenegro) pretende que seu neto, Nô, herde seu posto e não admite que ele se apaixone. Dotada de poderes místicos, ela fecha o corpo do rapaz para o amor. Por isso, todas as mulheres que se aproximam de Nô se tornam amaldiçoadas.
Em meio a esse contexto, o casal sulista Eduarda e Carlos (Herson Capri) chega ao vilarejo com interesses distintos. Carlos pretende resgatar a carga de um navio afundado, o que provoca suspeita entre os moradores. Já Eduarda busca encontrar algo que lhe dê sentido à vida, em função das recentes crises existenciais pelas quais passara.
Desafiando os poderes da autoritária avó, Nô se envolve com Eduarda, e os dois vivem um conturbado romance. No final, os habitantes de Riacho Doce, incitados por Manuela, atiram pedras em Eduarda, acusada de adultério e de desvirtuar Nô de seu destino. O casal foge em um barco e passa um tempo em alto-mar, até encontrar um local seguro onde possa viver em paz.
Assimilando a perda do neto como morte, Vó Manuela toma Cicinho (João Paulo Jr.), filho de Hermínia (Lu Mendonça) para si, e fecha seu corpo, assim como fizera com Nô.
Série: Minissérie - 40 capítulos
Ficha técnica
Autoria: Aguinaldo Silva e Ana Maria Moretzsohn
Colaboração: Márcia Prates
Direção: Paulo Ubiratan, Luiz Fernando Carvalho e Reynaldo Boury
Direção-geral: Paulo Ubiratan
Produção executiva: Maria Alice Miranda
Direção de planejamento: José Roberto Sanseverino
Coordenação de produção: João Romita
Assistente de produção: Márcia Azevedo
Edição: Cesar Chaves e Sergio Louzada
Continuidade: Rita Erthal
Produção de arte: Cristina Medicis
Pesquisa de arte: Maria José Rodrigues e Marina Lôbo
Cenografia: Mário Monteiro
Cenógrafos assistentes: Kaká Monteiro e Ana Maria Melo
Figurinos: Beth Filipecki
Equipe de de figurinos: Rosa Pierantoni e Denise Mauler
Equipe de guarda-roupa: Ricardo Felano, Maurício Silva, Neide Chagas e Gessy da Silva
Maquiagem: Lindalva Veronez
Cabeleireiros: Keiza Palomares
Contrarregra: Roberto Malvino, Ricardo Paiva e Jussan Cerqueira
Diretor de fotografia: Dante Leccioli
Iluminador: Nilzo F. de Oliveria
Câmeras (estúdio): Edson Carvalho, Custódio Santos, Paulo Maurício, Lúcio Sibaldi, Walter Bezerra
Operadores de vídeo: Lauro Gouvêa e Rômulo Nicolau
Operadores de VT: Lauro Gouvêa e Jorge Elias
Áudio (estúdio): Itamar Villaça, Pedro Gonçalves, Abel Reis, Enéas Nascimento e Dilson Nunes
Áudio (externa): Itamar Villaça e Pedro Gonçalves
Operações (externa): Abílio Páscoa
Operações (estúdio): Nélio Garcia Terra e Fernando Tomás
Imagens: Edson Carvaho e Custódio Santos
Imagens submarinas: Wandick
Direção de imagem: Antônio Mizziara
Trilha incidental: Ary Sperlins e André Sperlins
Direção musical: Maiorinho Rocha
Abertura: Nilton Nunes, Gustavo Gariner e Ruth Reis
Produção executiva I: Paulo Ubiratan
Elenco/Personagem: Adriana Canabrava - Miquelina; Alethéa Miranda - Elvira; Ana Rosa Galego - Zefa; Beth Goulart - Helena; Carlos Alberto Riccelli - Nô; Chiquinho Brandão - Pedro; Denise Milfont - Terezinha; Eduardo Felipe - Chico; Ewerton de Castro - Silveira; Fabio Junqueira - Frei Hans; Fernanda Montenegro - Vó Manuela; Fernando José - Eleutério;
Francisco Milani - Delegado; Herson Capri - Carlos; João Paulo Jr. - Cicinho; Jofre Soares - Zé Divino; Juliana Martins - Dora; Lu Mendonça - Hermínia; Luiz Maçãs - Alfredo; Luiza Tomé - Francisca; Nelson Xavier - Capitão Laurindo; Osmar Prado - Neco de Lourenço; Pedro Vasconcellos - Lucas; Roberto Frota - Juca Nunes; Rômulo Arantes - Julião; Sebastião Vasconcellos - Fabiano; Suzy Rego - Cristina; Valeria Alencar - Luzia; Vera Fischer - Eduarda; e Tatiana Toffoli.
Locação: Fernando de Noronha, em Pernambuco, serviu de cenário para a adaptação da obra do escritor José Lins do Rêgo.
Produção: Rede Globo Televisão
Ano de produção: 1990
Período de exibição: 31/7/1990 – 5/10/1990 - Horário: 22h30
* Fonte: Memória Rede Globo


Título: Menino de Engenho
Do romance homônimo de José Lins do Rego
Sinopse: História de um menino contada por ele mesmo. Aos seis anos, perde a mãe, Clarice, e seu pai é preso. Aos 12, ele narra seu cotidiano na fazenda de cana-de-açúcar do avô, o coronel José Paulino.
Adaptação: Geraldo Carneiro
Direção: Roberto Farias
Elenco: Mário Victor; Leonardo Lima; Francisco Cuoco; Lucélia Santos; Marcelo Serrado; Ilka Soares; Paulo Gorgulho; Lui Mendes; Rodolfo Bottino; Cléa Simões; Érica Rosa; Fernanda Rodrigues e Jacira Silva
Ano: 1993
Exibição: 28 de Setembro de 1993 (Terça Nobre)
Produção: Rede Globo de Televisão


Título: José Lins do Rego: Engenho e Arte
Sinopse: Episódio da série "Mestres da Literatura", que conta como o contato com engenhos de açúcar, em sua infância, influenciaram suas obras. Sua vida adulta em Maceió e no Rio de Janeiro.
Gênero: Documentário
Direção: Hilton Lacerda
Duração: 29 min.
Produção: TV Escola/MEC

Mestres da Literatura - Zé Lins do Rego


Título: José Lins do Rego - De Lá Pra Cá
Série: Programa
Apresentação: Ancelmo Góis e Vera Barroso
Ano: 2011
Duração: 25 min.
Produção: TV Brasil

 José Lins do Rego - De Lá pra Cá


"Quando ele escrevia, era o povo que escrevia, era bem a voz do povo, tão brasileiro como ninguém, falando de nossas coisas com um acento quase de negra velha contadeira de histórias. Andei relendo páginas suas, depois que ele morreu. É realmente extraordinário! Ele sabia tudo sobre a vida no Nordeste, sobre os homens do Nordeste, sobre suas paixões, suas dores, sua confiança. Esse menino de engenho trazia dentro de si todo o mundo nordestino e foi o rapsodo."
- Jorge Amado, em COUTINHO, Afrânio (org.). José Lins do Rêgo. Coleção: Fortuna Crítica, vol. 7. Rio de Janeiro: Editora Civilização Brasileira S.A., 1990, p.69.


José Lins do Rego - foto: (...)

"Volto hoje às minhas criaturas, aos rudes homens do cangaço, às mulheres, aos sertanejos castigados, às terras tostadas de sol e tintas de sangue, ao mundo fabuloso do meu romance, já no meio do caminho."
- José Lins do Rego, em "Bota de sete léguas" (1951).


José Lins do Rego, por Felipe Mayerle (Gazeta do Povo)

"Eu cresci ouvindo as histórias de Trancoso da Velha Totônia. Foi ela quem fez a minha iniciação literária. Chamava-se Antônia e era sogra do mestre Agda, marceneiro do Engenho Corredor. Muito magrinha e sem dentes, essa cabocla tinha um talento especial para contar histórias."
- José Lins do Rego, em: COUTINHO, Eduardo F. & CASTRO, Ângela Bezerra de. José Lins do Rego. (Coleção Fortuna Crítica, v. 7.), Rio de Janeiro: Civilização Brasileira: 1991, p. 58. 


FORTUNA CRÍTICA
[Estudos acadêmicos: teses, dissertações, livros, ensaios, artigos e afins]
ABDALA JÚNIOR, Benjamin (Org.). José Lins do Rego: literatura comentada. São Paulo: Abril Educação, 1982, 248p.
ABDALA JUNIOR, Benjamin. Os Ritmos do Tempo em torno do Engenho. In: Rego, José Lins. (Org.). Fogo Morto. São Paulo: Circulo do Livro, 1987, v., p. 273-280.
AGRA, Maria Lucia de Souza. A construção da estratégia narrativa no prototexto de Meus Verdes Anos. (Dissertação Mestrado em Letras). Universidade Federal da Paraíba, UFPB, 1992.
ALVAREZ, Aurora Gedra Ruiz ; LOPONDO, Lílian. Vozes marginais em Fogo morto, de José Lins do Rego. Via Atlântica (USP), São Paulo, v. 8, n.8, p. 267-278, 2006.
ALVES, Francisco José. Sangue e Sexo no Sertão: a vida sexual em Cangaceiros e Pedra Bonita de José Lins do Rego. (Dissertação Mestrado em Antropologia). Universidade de Brasília, UNB, 1990.
ALVES, Ricardo Luiz Pedrosa. O Engenho e a Arte: a visualização do engenho de cana-de-açúcar em José Lins do Rego. (Dissertação Mestrado em Letras). Universidade Federal do Paraná, UFPR, 2010. Disponível no link.  (17.2.2014).
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ANDRADE, Mário de. Fogo Morto. In: REGO, José Lins do. Romances Reunidos e ilustrados X - Fogo Morto. RJ, José Olympio, 1980.
José Lins do Rego,
por Fábio Abreu
ANDRADE, Romerino de Souza. De 'Pureza' aos 'Meus Verdes Anos': a construção dos espaços da saúde e da doença na literatura de José Lins do Rego. (Monografia Graduação em Licenciatura Plena em História). Universidade Federal de Campina Grande, UFCG, 2008.
ANTUNES, Fatima Martin Rodrigues Ferreira. 'Com brasileiro, não há quem possa!' Futebol e identidade nacional em José Lins do Rego, Mario Filho e Nelson Rodrigues. 1ª. ed., São Paulo: Editora UNESP, 2004. v. 1. 302p.
ANTUNES, Fatima Martin Rodrigues Ferreira. Com brasileiro, não há quem possa: crônicas de futebol e identidade nacional. (Tese Doutorado em Sociologia). Universidade de São Paulo, USP, 1999.
ANTUNES, Fatima Martin Rodrigues Ferreira. Futebol nas crônicas de José Lins do Rego, Mario Filho e Nelson Rodrigues. Textos do Brasil, v. 17, p. 6-19, 2010.
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ARAGÃO, Maria do Socorro Silva de. Ao Querido Malungo- Dedicatórias A José Lins do Rego. JOÃO PESSOA - PB: FUNESC, 1991. 109p.
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José Lins de Rego,
por Naycaricartes
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O Moleque Ricardo, de José Lins do Rego
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Água-Mãe, de José Lins do Rego
Capa da 1ª edição
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Exposição Portinari, no Museu Nacional de Belas Artes, novembro de 1939: presenças -
 Lourival Fontes, Adalgisa Nery, Maria Capanema, Varguinha e José Lins do Rego  -
 foto: Acervo Portinari


Antiógenes Chaves, José Lins do Rêgo, Gilberto Freyre e mais dois senhores 
em passeio de barco pelo Rio Capibaribe. Recife, década de 40. (foto Divulgação)


Guilherme Figueiredo, Graciliano Ramos e José Lins do Rego (1952)
foto: (...)

"O menino José Lins do Rego é quem explica o milagre de emoção que são estes cinco volumes. O homem foi quem escreveu a vida, paixão e morte dos bangüês, mas quem sentiu tudo isso foi o menino de engenho que fazia safadezas nas casas-grandes dos engenhos da Paraíba. E que sorte tivemos que este menino possuísse tão rara sensibilidade e a rara memória dessa sensibilidade! José Lins do Rego veio em cima da hora, como se diz hoje. Por pouco esse quadro magistral da vida brasileira ficaria sem narrativa de primeira mão e só poderia ser traçado no gênero falso do romance histórico."
- Manuel Bandeira, em COUTINHO, Afrânio (org.). José Lins do Rêgo. Coleção: Fortuna Crítica, vol. 7. Rio de Janeiro: Editora Civilização Brasileira S.A., 1990, p.311.



CASA DO ENGENHO CORREDOR, PILAR-PARAÍBA, ONDE NASCEU JOSÉ LINS DO REGO
Casa do Engenho do Corredor, Pilar- Paraíba. Local de
 nascimento de José Lins do Rego. - foto: (...)
O Engenho Corredor pertenceu ao avô do escritor José Lins do Rego e foi construído no século XIX, estando distante 2 quilômetros da cidade de Pilar. O complexo patrimonial foi tombado pelo Iphaep, através do Decreto nº 20.137, de 02 de dezembro de 1998.

Quando menino, o autor de “Moleque Ricardo”, passava as férias no local. Já adulto, utilizou o cenário como matriz das narrativas de seus romances. Promotor Público, José Lins do Rego estreou no mundo das letras em 1932, ao lançar “Menino de Engenho”, onde trazia à tona as mais remotas reminiscências de sua infância. Ao longo da vida, Zélins publicou dezenas de livros e crônicas e, ainda hoje, sua obra é traduzida nos mais diversos idiomas e publicada em países de todos os continentes.
Fonte: Pilar/PB


Ilustração n º 15, de Portinari, para o romance "Cangaceiros",
de José Lins do Rego [Série Cangaceiros 1952]


MUSEU JOSÉ LINS DO REGO
Um lugar dedicado ao escritor José Lins do Rêgo Cavalcanti, paraibano escolhido para dar o nome ao Espaço Cultural. 
Acervo Zé Lins
Acervo Zé Lins - foto: Funesc/PB
O Museu José Lins do Rêgo reúne mais de 5 mil volumes, catalogados e informatizados, do acervo bibliográfico do escritor, guardadas em sua biblioteca particularSão livros, documentos, cartas, manuscritos, telas, fotografias, comendas e objetos pessoais.
Serviço
O museu José Lins do Rego recebe colégios e o público em geral, com visitas orientadas e apresentação de filmes. Oferece apoio e acompanhamento à pesquisa sobre a obra de José Lins do Rego e realiza exposições temporárias, conforme calendário cultural. Foi inaugurado em 19 de março de 1985.
Outras informações: Funesc/PB



REDES SOCIAIS
Jose Lins do Rego,
 por Val Fonseca (GibiArte)



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Como citar:
FENSKE, Elfi Kürten (pesquisa, seleção e organização). José Lins do Rego - memórias e reminiscências. Templo Cultural Delfos, fevereiro/2014. Disponível no link. (acessado em .../.../...).
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Página atualizada em 10.5.2014.



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Um comentário:

  1. Boa tarde.
    Existe alguma análise realizada sobre a personagem "Antonio Cavalcanti", do livro Pureza?

    Grato.

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